BUSCA PELA CATEGORIA "Saúde"

Déficit de atenção e enxaqueca em crianças podem estar ligados

  • 06 Nov 2015
  • 21:08h

(Foto: Reprodução)

Assim como já observado com o TDAH, pesquisadores da Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp), observaram um aumento considerável no número de crianças diagnosticadas com enxaqueca no Brasil, e que tem dificuldades escolares. Com esse crescimento, os médicos resolveram, então, observar se há uma possível relação entre as doenças. Liderados pela médica Thais Rodrigues Villa, neurologista-chefe do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias (SITC) da escola, os pesquisadores analisaram 82 crianças com idades entre 8 e 12 anos. Entre elas, 30 haviam sido diagnosticadas com enxaqueca, mas ainda não estavam em tratamento, 22 tinham o diagnóstico e já estavam em tratamento e outras 30 eram saudáveis, para formar um grupo de controle. As crianças com enxaqueca em tratamento apresentaram resultados semelhantes ao grupo saudável: um desempenho bom no teste de atenção visual e poucas ocorrências de impulsividade e ansiedade. Diferentes delas, todas as crianças com enxaqueca sem tratamento tiveram um desempenho pior nos testes em comparação com os outros dois grupos - revelando quadros de déficits de atenção seletiva e alternada e ainda apresentaram altos níveis de impulsividade e ansiedade. Foi constatado também que, entre as crianças em tratamento, houve uma percepção de melhora no desempenho escolar desde o início do atendimento. "Com um tratamento eficaz, é possível que o equilíbrio cerebral seja restabelecido e observamos melhora dos sintomas da enxaqueca e, consequentemente, dos déficits de atenção associados à doença", afirma a médica.

Aborto legal: Iperba fez 147 em 3 anos, 16 vezes menos que abortos inseguros

  • 06 Nov 2015
  • 12:28h

(Foto: Reprodução)

O número de unidades de saúde autorizadas a realizar aborto legalmente no Brasil reduziu nos últimos três anos – de 65 para 63, segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, mas isso não ocorreu no estado. Isso porque o Instituto de Perinatologia da Bahia (Iperba), localizado no bairro de Brotas, em Salvador, permanece como único local que pode fazer a interrupção da gravidez nos casos permitidos por lei – gestações resultantes de estupros, que exponham a mãe a risco de morte, e de anéncefalos (quando o feto não tem cérebro). Em 2013, o governo anunciou que seria feita a ampliação da rede autorizada, acrescentando as maternidades Tsylla Balbino e Albert Sabin, além do Hospital Geral João Batista Caribé. Segundo Olga Sampaio, coordenadora de Ciclo de Vida e Gênero da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), a ampliação das unidades não ocorreu por conta do contingenciamento de despesas e no investimento em áreas prioritárias e estratégicas. ”É uma prioridade, é um problema de saúde pública no qual a gente vem trabalhando. Avançamos em outras áreas, mas não conseguimos ampliar. No entanto, conseguimos qualificar o Iperba, que é o centro de referência no estado”, explicou, acrescentando que “nenhuma mulher que procurou a unidade deixou de ser assistida”. Segundo dados divulgados pela Sesab, a unidade realizou 40 abortos legalizados este ano. Em 2013 e 2014, a unidade realizou, respectivamente, 43 e 64 abortos legalizados - o que soma 147 procedimentos nos últimos três anos.

O Iperba atendeu também, somente entre 1º de abril e 2 de novembro deste ano, 12.873 mulheres no pronto-atendimento e 13.534 no ambulatório. De acordo com a diretora do Iperba, Dolores Fernandez, enquadram-se no atendimento ambulatorial consultas de ginecologia e pré-natal, incluindo as consultas preparatórias da realização do procedimento de interrupção da gestação. “A gente tem na nossa estatística os abortos de maneira geral, dela são separados abortos previstos por lei e inseguros, incluindo espontâneos. A gente não faz uma investigação, se a mulher provocou, se não provocou”, afirma Dolores. Dos atendimentos emergenciais ocorridos em 2015 no Iperba, 506 estavam relacionados a casos de abortos inseguros, categoria na qual são registrados os abortos espontâneos e provocados. O número é 12,6 vezes maior que o de procedimentos autorizados por lei e representa o triplo dos abortos legalizados feitos pelo hospital nos últimos três anos. Em 2013 e 2014 foram atendidas 927 mulheres (em cada ano) em situação de aborto inseguro – respectivamente, 21 e 14 vezes mais que os casos apoiados na lei. Somados, os casos de abortos inseguros atendidos entre 2013 e 2015 representam 16 vezes o número de procedimentos legais realizados pelo Iperba no mesmo período. A média mensal de abortos inseguros registrados na unidade é de 50,6 (2015), 77,25 (2014 e 2013). Nenhuma morte materna em decorrência de aborto foi registrada na unidade, de acordo com os dados da Sesab. Segundo Dolores, além de pacientes de Salvador, boa parte das mulheres atendidas na unidade vem da Região Metropolitana: Lauro de Freitas, Simões Filho, Dias D´Ávila e Camaçari. “Nós não temos como dizer quantas são de Lauro de Freitas, quantas são Simões Filho, porque nosso sistema é parcialmente informatizado”, explica a diretora. 

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Mais de 22.000 mamografias foram feitas na Bahia durante ‘Outubro Rosa’, afirma Sesab

  • 04 Nov 2015
  • 21:02h

(Foto: Reprodução)

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realizou 22.486 mamografias durante a campanha “Outubro Rosa”. A ação itinerante promovida pelo programa estadual Saúde Sem Fronteiras levou o exame para mulheres de 50 a 59 anos de regiões dos municípios de Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Cruz das Almas, Feira de Santana e Salvador. De acordo com a Sesab, desde o início da realização do exame de forma itinerante, em agosto, já foram realizadas 46.846 procedimentos. Ainda segundo a pasta, o atendimento às pacientes é feito através de seis carretas equipadas com mamógrafos. O movimento internacional realizado em outubro visa alertar a população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, doença que mais mata mulheres no Brasil. Se detectada ainda em estágio inicial, suas chances de cura chegam a 90%. 

Deputado paulista quer que MP obrigue governos a dar a 'pílula do câncer'

  • 03 Nov 2015
  • 21:04h

(Foto: Reprodução)

O deputado estadual Rafael Silva (PDT-SP) entra nesta terça-feira (3), com representação na Procuradoria Geral de Justiça do Estado na tentativa de obrigar o Governo paulista a fornecer a fosfoetanolamina sinténtica a pacientes com câncer sem a necessidade de medida judicial. O pedido se baseia em lei federal que isenta de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) medicamentos novos, destinados a uso experimental, sob controle médico. Cápsulas da substância são produzidas pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, mas os pacientes precisam de liminar judicial para ter acesso ao produto, que não tem registro na Anvisa. Representação com o mesmo teor será protocolada também na Procuradoria Regional da República da 3.ª Região, em São Paulo, tendo como foco o governo federal. De acordo com o parlamentar, a Lei 10.742 de 2003 dispõe que "estão isentos de registro os medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental, sob controle médico, podendo, inclusive, ser importados mediante expressa autorização do Ministério da Saúde". O líder do PDT na Assembleia paulista também dará entrada a projeto de lei dispondo sobre a distribuição gratuita da fosfoetanolamina sintética pelo governo estadual aos pacientes com câncer. Segundo o deputado, o escritório compartilhado das Nações Unidas em São Paulo receberá um pedido de intervenção do órgão no caso das cápsulas do câncer. "A possível descoberta de uma substância que pode curar o câncer trará benefício para a população mundial", disse. Em Brasília, o parlamentar paulista pretende acionar a Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) - escritório regional para as Américas. "Já que as autoridades brasileiras não deram a devida atenção a esse assunto de extrema importância para a população de todo o mundo, vou acionar organismos internacionais que defendem os direitos humanos e da saúde", afirmou. A Anvisa informou que a fosfoetanolamina não passou por testes clínicos que comprovem a eficácia, não sendo considerado medicamento.O Ministério da Saúde criou na última semana um grupo de trabalho para estudo da fosfoetanolamina.

Uso de vitamina D pode diminuir risco de doenças cardíacas, diz estudo

  • 03 Nov 2015
  • 19:02h

Suplemento de vitamina D pode fazer bem para o coração, segundo estudo preliminar feito na Escócia (Foto: CDC/ Debora Cartagena)

Uma pesquisa preliminar apresentada neste domingo (1º) na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia em Edimburgo, na Escócia, sugere que tomar suplemento de vitamina D diariamente pode prevenir o surgimento de doenças cardíacas. Segundo estudos feitos anteriormente, a vitamina D é capaz de bloquear uma enzima necessária para a formação do cortisol, conhecido como "hormônio do estresse". Em grande quantidade, o cortisol pode elevar a pressão arterial do indivíduo. Portanto, a vitamina D, ao inibir a produção de cortisol, poderia, ao menos na teoria, melhorar a performance em atividades fisicas e diminuir fatores de risco para doenças cardiovasculares. Para testar essa hipótese, pesquisadores da Universidade Queen Margaret, em Edimburgo, deram doses diárias de vitamina D para 13 voluntários durante um período de duas semanas.

 

Os voluntários que estavam recebendo a vitamina D presentaram pressão arterial e nivel de cortisol mais baixos em relação ao grupo que estava recebendo placebo. "Nosso estudo piloto sugere que tomar suplementos de vitamina D pode melhorar os níveis de aptidão física e reduzir fatores de risco cardiovasculares como pressão sanguínea", disse Raquel Revuelta Iniesta, uma das autoras do estudo. Os pesquisadores pretendem, agora, fazer um estudo clínico mais amplo para verificar de forma mais precisa o impacto da suplementação com vitamina D nos riscos de doenças cardíacas.

Sol e alimentos
O sol é responsável por cerca de 90% da aquisição de vitamina D pelo homem, e os alimentos (como leite, gema de ovo, manteiga, peixes de água fria, shitake seco e óleo de fígado de bacalhau) respondem pelos outros 10%. Os suplementos de vitamina D são indicados no caso de idosos e pessoas que não podem tomar sol com frequência.

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Combate ao câncer de mama precisa ir além do outubro rosa

  • 31 Out 2015
  • 19:01h

(Foto: Divulgação)

A campanha “Outubro Rosa” de conscientização e combate ao câncer de mama termina no sábado (31/10), mas o alerta vale para o ano inteiro: cuide-se! Quando o tumor maligno nos seios é descoberto no estágio inicial, a chance de cura é maior. Para diagnosticá-lo, o método mais eficaz é a mamografia, que detecta tumores com menos de um centímetro. “A partir dos 40 anos de idade, a mulher tem que se submeter ao exame anualmente”, alerta Priscila Beatriz Oliveros dos Santos, mastologista do Instituto de Medicina Avançada (Amato). A recomendação aumenta para dois anos entre uma mamografia e outra quando a mulher completa 50 anos. “Apesar de menos frequente, o câncer de mama pode afetar mulheres antes dos 40 anos”, diz a especialista. Fora das faixas etárias em que há maior incidência da doença, os métodos para verificar a saúde das mamas são a ultrassonografia e o autoexame. Uma mulher que conhece seu corpo vai notar alguma alteração mais facilmente, inclusive durante atos corriqueiros do dia a dia. Mas, para conhecer os próprios seios, o autoexame é necessário. “O mais indicado é fazê-lo de cinco a sete dias após o início da menstruação. Quem não menstrua, pode eleger um dia do mês para realizá-lo”, sugere a mastologista, que indica o passo a passo do autoexame.

 

 

1) Fique de pé em frente ao espelho e observe as mamas com os braços abaixados: “fique atenta à pele, aos mamilos e à presença de retrações ou abaulamentos (formas curvadas)”, aconselha;

2) Depois, levante os braços e fique atenta caso ocorra alguma retração ou alteração na textura da pele;

3) Aperte com força a cintura para ver novamente se ocorre alguma alteração na pele;

4) Com a mão esquerda atrás da cabeça, use as pontas dos dedos da mão direita para apalpar a mama esquerda. Comece pela região próxima à axila e vá dedilhando o seio em direção ao mamilo. Apalpe toda a mama. Depois, coloca a mão direita atrás da cabeça e use a esquerda para tocar o outro seio;

5) Aperte um mamilo por vez e observe  se ocorre saída de secreção.

O câncer de mama, em geral, só apresenta sintomas quando atinge estágio avançado. Podem ocorrer alterações no formato dos mamilos e das mamas e na textura da pele, vermelhidão ou aparecer secreção. Porém, infelizmente, nessa fase, é mais difícil tratar a doença. É por isso que o diagnóstico precoce é tão importante. Sobrepeso, obesidade, tabagismo, alcoolismo e tratamentos de reposição hormonal aumentam consideravelmente as chances de aparecimento de um tumor maligno nos seios, que se desenvolve a partir de alterações genéticas em um conjunto de células que passam a se dividir descontroladamente. Quem tem a doença no histórico familiar também pertence a um grupo de risco. “Mas é importante frisar que apenas 10% dos cânceres de mama têm relação com a genética familiar”, avalia a especialista. A maioria dos casos ocorre por mutação genética. O câncer de mama é o que mais acomete mulheres no Brasil e em todo o mundo e demanda atenção feminina diária.

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Ministério da Saúde cria grupo de trabalho para estudo de suposta cura do câncer

  • 30 Out 2015
  • 12:22h

Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil

O Ministério da Saúde instituiu, nesta sexta-feira (30), um grupo de trabalho para análise da eficácia e segurança da fosfoetanolamina, substância que vem sendo apontada como uma suposta cura do câncer. A iniciativa foi publicada em portaria no Diário Oficial da União desta sexta-feira (30). "Vamos financiar e colocar os laboratórios públicos a disposição dos pesquisadores para chegarmos o quanto antes a um parecer final sobre essa substância", explicou o ministro Marcelo Castro à Agência Brasil. Segundo o gestor, a equipe de pesquisadores chefiada por Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, concordou nesta quinta, durante audiência pública no Senado, em cumprir as exigências científicas para determinar a eficácia da droga e participarão do grupo composto por representantes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 O grupo terá apoio ainda do Instituto Nacional do Câncer e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a portaria, o grupo de trabalho tem o objetivo de "atuar junto a órgãos e entidades públicas que podem contribuir nas várias etapas de desenvolvimento clínico da fosfoetanolamina; atuar junto a laboratórios públicos oficiais para o desenvolvimento da produção de lotes da fosfoetanolamina de acordo com as Boas Práticas de Fabricação (BPF); e orientar, apoiar e acompanhar a elaboração do plano de trabalho de desenvolvimento clínico" da substância. Foi estabelecido o prazo máximo de 60 dias para apresentação de um relatório final das atividades. "Nós estamos torcendo para que essa substância tenha efetividade, e que seja segura, mas temos a preocupação de que esse tensionamento todo que foi criado e que está na sociedade, leve pessoas a abandonarem tratamentos comprovadamente eficientes para se aventurarem com uma droga que não cumpriu os protocolos científicos", alertou Castro.

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AVC aumenta entre os jovens e casos chegam a 15 mil por ano

  • 29 Out 2015
  • 07:01h

(Foto: Reprodução)

Hoje, 29 de outubro, se comemora o Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC). Criada em 2006 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a data foi escolhida para conscientizar a população sobre as formas de prevenção e tratamento de uma das doenças que mais matam no mundo inteiro e que é a número um no Brasil e na Bahia.  De acordo com o neurologista e Presidente da Sociedade de Neurologia da Bahia (SNB), Aroldo Bacellar, a estimativa é de que cerca de 45 pacientes a cada 100 mil habitantes morram por ano no estado e, ao todo, 15 mil casos de AVC ocorram todo o ano por aqui. “Em torno de 60% dos que passam por isso morrem ou ficam inválidos. Apenas o terço restante consegue se recuperar”, disse ele. Dentre as principais causas que podem levar ao AVC estão outras problemas como tabagismo, hipertensão, doenças cardíacas e colesterol elevado. Vale ficar atento também ao estresse do dia a dia e ao sedentarismo, cada vez mais comuns na população. Antes predominante em idosos, Bacellar aponta que crianças e jovens também estão entrando no chamado grupo de risco. “As crianças por conta de doenças como anemia falciforme e problemas cardíacos congênitos. Os jovens, por outro lado, estão ficando mais acometidos por que bebem e fumam mais, além de ficarem hipertensos cada vez mais cedo. 

Apesar de todos esses fatores, muitos deles não se cuidam da forma como deveria, evitando procurar o serviço de saúde adequado”, comentou. Para evitar mais mortes, o especialista diz que as primeiras horas após o início dos sintomas são fundamentais. “As quatro horas posteriores podem determinar a vida ou a morte do paciente, por isso é importante logo chamar as equipes de socorro”, alertou. De preferência, o indivíduo que estiver acompanhando o paciente deve ficar atento a alguns sinais de alerta como dificuldade súbita de fala ou entendimento de alguma coisa, fraqueza ou dormência em um ou mais membros do corpo e na face, desequilíbrio ou dificuldade para andar, além de observar se as dores de cabeça estão acompanhadas por vômitos. Segundo ele, alguns testes rápidos podem ajudar a avaliar se o diagnóstico é de AVC ou não. Primeiro, deve-se pedir ao paciente que repita uma frase ou cante uma música. Depois, peça para que ele sorria. “Se ele desviar o lábio, devemos ficar mais atentos”, contou Bacellar. Por último, peça a ele que estenda os braços para cima. Se um deles cair, é praticamente sinal de que ele está passando pelo problema. Vale salientar que o AVC é diferente do ataque isquêmico transitório (AIT), ou simplesmente isquemia. “Trata-se de um déficit de circulação na área do cérebro mas, como o próprio nome já diz, é transitória. No entanto, paciente deve ficar atento nos 30 minutos seguintes, pois ele pode se transformar ou não, em um AVC”, explicou o presidente da SNB. Para diminuir os riscos, Bacellar destaca que o paciente que possa estar no grupo de risco deva melhorar o estilo de vida, apostando em uma dieta adequada aliada a prática de exercícios físicos regulares, sem contar com as idas constantes a especialistas como clínicos gerais, cardiologistas, neurologistas e endocrinologistas. “Infelizmente a maioria ainda não se trata da forma devida achando que isso não vai acontecer com elas”, salientou. Já para aqueles que passaram pela situação, devem reforçar ainda mais a presença no médico. “É ele que vai identificar as principais causas que levaram ao AVC. A partir daí, o acompanhamento terá de ser maior para que novas situações não possam ocorrer. Do contrário, uma segunda ou terceira situação pode ser muito mais grave”, comentou.

AÇÕES
Nesta quinta-feira, como forma de chamar a atenção da população para o tema, a Sociedade de Neurologia da Bahia passará por vários hospitais da cidade e fazer a distribuição de panfletos informativos sobre causas, sintomas e tratamento da doença. “Buscamos também parceria com Bahia e Vitória para que eles possam entrar no gramado vestindo a camisa da nossa campanha. Sabemos que ações como essa tem um impacto muito grande nos estádios junto aos torcedores”, contou Bacellar. Também no mesmo dia, a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa da Bahia promove Audiência Pública sobre o AVC (sintomas, causas, atendimentos, estatísticas, combate), a partir de 9h30. Na oportunidade também será lançado o aplicativo AVC Brasil, que terá como finalidade facilitar o acesso das pessoas, o mais rápido possível, a um centro de atendimento especializado. Já na Praça Newton Rique, em frente ao Shopping da Bahia, de 8h às12h, será realizada uma Feira de Saúde, visando mobilizar e alertar a população sobre o AVC, fatores de risco e fatores preventivos, iniciativa do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e secretaria municipal de Saúde de Salvador. No entanto, as comemorações tiveram início no último dia 25, com a Caminhada Rumo a Qualidade de Vida, organizada pelo Hospital Roberto Santos. Centenas de pessoas participaram do evento, no Dique do Tororó, que teve como objetivo alertar a população sobre os riscos da doença e a importância da prevenção.

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Tuberculose supera a AIDS e se torna a doença mais mortal do mundo

  • 28 Out 2015
  • 18:34h

(Foto: Reprodução)

A tuberculose superou a AIDS e passou a ser a doença infecciosa que mais mata no planeta. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (28) em um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS).  A estimativa é que 1,5 milhão de pessoas tenham morrido vítima da doença no ano passado. O vírus HIV matou cerca de 1,2 milhão de pessoas no mundo no mesmo período, mostrando uma redução no número de vítimas da doença. Um dos motivos apontados pelo relatório para essa diminuição é o aumento da disponibilidade de drogas antirretrovirais.   "A mortalidade da tuberculose está diminuindo, mas nós precisamos estimar novamente a situação global baseada em novas informações recebidas de países cruciais, incluindo a Indonésia", afirmou o diretor do programa mundial sobre a tuberculose na OMS, Mario Raviglione. 

 

As duas doenças costumam afetar os mesmos grupos e, muitas vezes, os mesmo indivíduos. Das vítimas fatais no último ano, 400 mil possuíam os dois males. Em relação a tuberculose, foram 9,6 milhões de novos casos relatados em 2014, dos quais 12% também eram portadores do HIV. "Eles estão matando no mesmo ritmo", explica Raviglione.  Dos 22 países que respondem coletivamente por 80% dos casos de tuberculose no mundo, 16 alcançaram as metas definidas em 2000 nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O Brasil se encontra nesse grupo e apresenta os melhores índices de mortalidade (2,6 para cada cem mil habitantes), prevalência (52 para cada cem mil habitantes) e incidência (44 para cada cem mil habitantes).   Apesar dos números altos, a OMS esclarece que a taxa global de pessoas com tuberculose caiu praticamente pela metade, em comparação com o ano de 1990. Segundo a organização, seriam precisos US$ 1,4 bilhão em investimentos adicionais em tratamento para combater a epidemia global da doença. Fora isso, outros US$ 1,3 bilhão precisariam ser investidos em fundos de pesquisas para o desenvolvimento de novas drogas e vacinas.  

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Pesquisadores identificam nova virose transmitida pelo Aedes aegypti

  • 27 Out 2015
  • 14:44h

(Foto: Reprodução)

Conhecido por transmitir dengue, febre chikungunya e zika, doenças que causaram recente epidemia na Bahia, o mosquito Aedes aegypti transmite também a nyong-nyong, uma virose descoberta recentemente. De acordo com o infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rivaldo Venâncio, a enfermidade causa dores ainda mais intensas nas articulações, quando comparada à chikungunya. Em entrevista ao G1, ele afirmou ainda que não há registros da nyong-nyong no Brasil. Segundo o médico patologista e pesquisador da Fiocruz e da Universidade Federal da Bahia (UFB), Mitermayere Galvão dos Reis, são necessárias políticas públicas voltadas ao controle do mosquito para controlar epidemias de virose. Reis explicou ainda que atualmente a disseminação de vírus acontece mais rapidamente que no passado. "No passado os vírus eram transmitidos pelas aves migratórias. Levava cinco ou seis meses para que um vírus que aparecia na Ásia chegar ao Brasil ou ao Polo Norte. Hoje, com os aviões, o indivíduo pode se infectar lá na Ásia e dois dias depois ele está aqui no Brasil com o vírus".

OMS coloca bacon, linguiça e salsicha na lista de alimentos cancerígenos

  • 26 Out 2015
  • 16:21h

Bacon é um dos produtos que entrou na lista de alimentos cancerígenos (Foto: Marcos Pinto / Divulgação CdBRJ)

O consumo de produtos como salsicha, linguiça bacon e presunto, aumenta o risco de câncer do intestino em humanos, afirma um novo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) publicado nesta segunda-feira (26). De acordo com o documento, a carne processada é um fator de risco certo para a doença, e carnes vermelhas de um modo geral são um fator de risco "provável". As canes processadas foram colocadas na lista do grupo 1 de carcinogênicos – que já inclui tabaco, amianto e fumaça de diesel – para os quais já há “evidência suficiente” de ligação com o câncer. O relatório foi feito pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer), órgão ligado à OMS.

 

Risco de câncer
"Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal em razão do consumo de carne processada permanece pequeno, mas esse risco aumenta com a quantidade de carne consumida", afirmou Kurt Straif, chefe de programa Monographs, do IARC, que avalia riscos para o câncer. Um estudo de meta-análise -- que avaliou diversos outros estudos-- estima que cada porção diária de 50 gramas de carne processada aumente o risco de câncer colorretal em 18%. Esse tipo de câncer é hoje o segundo mais diagnosticado em mulheres e o terceiro em homens, e está matando 694 mil pessoas por ano (segundo dados de 2012 da OMS, os mais recentes). A carne vermelha - grupo dentro da qual estão tecido muscular de boi, porco, carneiro, bode e cavalo - foi classificada como um carcinógeno (produto capaz de provocar câncer) "provável" e entrou na lista do grupo 2A, que contém o glifosato, princípio ativo de muitos herbicidas. A definição do IARC para carne processada inclui produtos "transformados por salgamento, curagem, fermentação, defumação e outros processos para realçar sabor ou melhorar a preservação", afirma um artigo publicado por cientistas do IARC na revista médica "The Lancet", que acompanhou a divulgação do novo relatório.

Carne vermelha
"Essas descobertas dão mais suporte às recomendações sanitárias atuais para limitar o consumo de carne", afirmou Christopher Wild, diretor do IARC. "Ao mesmo tempo, a carne vermelha tem valor nutricional", afirmou o médico, sugerindo que as novas recomendações não sejam encaradas de maneira alarmista. "Esses resultados, então, são importantes para permitir governos e agências regulatórias internacionais para conduzirem avaliações de risco, de modo a equilibrar riscos e benefícios de comer carne vermelha ou processada e para fornecer as melhores recomendações diárias possíveis." "A maior parte das carnes processadas contém carne de porco ou boi, mas também pode conter outras carnes vermelhas, frango, carne de segunda (fígado, por exemplo), ou subprodutos da carne, como o sangue", afirma o artigo. A classificação mais branda para a carne vermelha é reflexo de "evidências limitadas" de que ela causa câncer. O IARC descobriu ligações principalmente com o câncer de intestino, mas também observou associações com tumores no pâncreas e na próstata, afirmou.

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Dieta mediterrânea contribui para deixar cérebro mais jovem, sugere estudo

  • 25 Out 2015
  • 19:01h

Foto: Free Images

Uma pesquisa recém-publicada na revista Neurology revelou que a dieta mediterrânea é capaz de conservar a juventude do cérebro na velhice. Estudos anteriores já tinham estabelecido relação entre este tipo de alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais e gorduras saudáveis à redução do risco de desenvolver Alzheimer e outras doenças degenerativas do cérebro. Entretanto, a nova pesquisa focou em idosos com função cognitiva normal, para verificar se a dieta poderia estar ligada a uma menor perda de células do cérebro durante o envelhecimento. Para chegar a este resultado, os especialistas analisaram a alimentação de 674 idosos. Logo depois, os participantes foram submetidos a exames de ressonância magnética de seus cérebros. A autora do estudo Yian Gu, da Universidade de Columbia em Nova York, afirmou para a revista “Newsweek” que aqueles que tinham uma alimentação dentro da dieta mediterrânea apresentavam maior volume cerebral total, além de mais matéria cinzenta e branca. As conclusões dosPESQUISADORES chegaram ainda mais além: a diferença de quantidade de matéria cerebral entre pessoas que seguiram uma dieta mediterrânea e os demais era semelhante ao efeito de cinco anos de envelhecimento. Na prática, a ingestão de peixes e o menor consumo de carne foram associados ao maior volume de massa cinzenta total. E ingerir menos carne também foi ligado ao maior volume total do cérebro.

Outubro Rosa: atividade física ajuda na luta contra o câncer de mama

  • 24 Out 2015
  • 17:05h

(Foto: Divulgação)

Neste mês a campanha Outubro Rosa está se espalhando por todo o mundo e propõe a conscientização sobre a importância da prevenção do câncer de mama. Esse movimento surgiu em 1990, nos Estados Unidos, e desde então vem sendo essencial para auxiliar nos cuidados com a saúde das mulheres. De acordo com Carlos Moraes, ginecologista e obstetra, a obesidade e o sedentarismo aumentam a incidência de alguns tipos de câncer, como o de mama. Sendo assim, a atividade física tem um papel fundamental na prevenção dessa doença. Ainda segundo o especialista, se manter em movimento reduz os níveis sanguíneos de insulina e de certos fatores de crescimento, que estimulariam a multiplicação de células malignas. “Mulheres com câncer de mama que praticam atividade física como uma caminhada de no mínimo 30 minutos, cinco vezes por semana, tem menor chance de retorno da doença”, afirma. Para Benjamin Apter, médico especialista em medicina esportiva, as mulheres na pós-menopausa também podem se beneficiar se tiverem uma vida ativa, já que isso age na metabolização do hormônio estrogênio e contribui para diminuir o risco dos tumores de mama.

 

“Durante o tratamento, o exercício físico auxilia no fortalecimento do organismo e também na autoestima da paciente. Estar em contato com outras pessoas e não deixar de fazer atividades rotineiras auxilia muito no tratamento”, enfatiza o médico. Pensando nisso, o professor de educação física Alexandre Evangelista sugeriu algumas atividades que podem ser executadas. Porém, vale lembrar que é necessário sempre passar com o seu médico para saber se está realmente apta para a prática dos exercícios.

Musculação

  • Verificar se houve cirurgia que pode limitar os movimentos e/ou contraindicar.
  • Durante a quimioterapia, interromper o treino caso os efeitos colaterais do tratamento sejam muito agressivos.
  • Se houver liberação médica, a dica é fazer musculação duas vezes por semana com carga leve, sendo 40 a 60% do peso máximo que a paciente pode suportar e entre oito a 12 repetições.
  • Caminhar, correr ou pedalar
  • Realizar qualquer uma dessas opções de três a cinco vezes na semana.
  • Em relação à caminhada, a pessoa pode fazer sessões de 20 a 60 minutos.
  • É imprescindível ter cuidado, pois algumas intervenções quimioterápicas ocasionam cardiotoxicidade (efeito nocivo ao coração). Nessa situação, a intensidade deve ser baixa, assim como o volume. A caminhada deve ser de no máximo 30 minutos, por exemplo. “Não deixe de fazer suas coisas por causa da doença. Desistir é sempre um mau caminho a seguir”, finaliza o professor.

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SUS oferecerá dois novos medicamentos para tratamento de hepatite C

  • 20 Out 2015
  • 14:04h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde começa a distribuir para Estados dois medicamentos que serão incorporados ao tratamento da hepatite C, considerados muito mais potentes e com menos efeitos colaterais. As drogas sofosbuvir e daclatasvir, usadas em associação, devem estar disponíveis nos pontos de distribuição de medicamentos excepcionais a partir de novembro. Uma terceira droga que também integra a terapia, o simeprevir, deverá chegar ao País nas próximas semanas. A expectativa é a de que ela esteja disponível para pacientes em dezembro. O anúncio da chegada dos remédios foi feito nesta terça-feira, 20, pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro.  A incorporação desse medicamento terá um impacto semelhante aos exercido pelos antirretrovirais para pacientes com a aids”, disse. A nova terapia tem eficácia de 90%, um índice bem superior aos medicamentos usados até agora (50% e 70%). A duração do tratamento também é menor: das 48 semanas atuais para 12 semanas. Foram adquiridos remédios suficientes para 30 mil pacientes, durante um ano. Para a compra, o governo desembolsou R$ 1 bilhão. O valor é 90% menor do que o praticado no mercado internacional.

 

"As negociações foram feitas pelo antecessor de Castro, Arthur Chioro. Durante a cerimônia, o ministro fez elogios à atuação da equipe anterior. Por ser mais eficaz e seguro, o tratamento poderá ser usado também por pacientes que até agora eram excluídos da terapia, como os com HIV, os transplantados ou que estão na fila de transplante. Atualmente, cerca de 10% dos pacientes com hepatite C também são portadores do vírus da aids. O diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, avalia que a mudança no protocolo vai possibilitar a inclusão de novos pacientes ao tratamento. “A expectativa é dobrar o número de pessoas em terapia.” Até agora, 11 mil pacientes estão cadastrados para receber o novo tratamento. “Fizemos uma compra com folga, não deve faltar medicamento para pacientes que preencham o protocolo preconizado”, disse o ministro. Estima-se que 1,4 milhão de brasileiros sejam portadores do vírus da hepatite C. A transmissão acontece por meio de uso de drogas injetáveis, transfusões, sexo desprotegido e tatuagens. Os sintomas da doença somente aparecem quando a doença está em estágio avançado. Estreia O anúncio é o primeiro evento liderado pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, desde que assumiu o cargo, há 15 dias. Para a cerimônia, além de representantes do Conselho dos Secretários Estaduais de Saúde e do Conselho de Secretários Municipais de Saúde e do representante da Organização Pan-Americana de Saúde, foram convidados o secretário de Saúde do Distrito Federal, Fábio Gondim, e uma paciente com hepatite C, a primeira que será medicada no País com os novos remédios: Helenisar Camos Cabral Salomão. Ao anunciar os presentes, o ministro provocou constrangimento ao se referir a Helenisar como “presidente” do SUS. Corrigido por assessores, que não escondiam certo desconforto, o ministro emendou: “Paciente. Claro, o SUS não tem presidente.” Esta é a terceira vez que o novo tratamento para hepatite C é anunciado pelo governo. A primeira vez foi em junho, logo que a adoção das drogas foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia do Sistema Único de Saúde (Conite). Pouco tempo depois, foi a vez de ser anunciada a campanha para identificação do vírus e agora, a chegada do remédio no País. A inclusão de Gondim na cerimônia não foi à toa: ela atende a um pedido do Governo do Distrito Federal que, diante de um cenário de greves de seu funcionalismo, buscava um fato positivo para a sua agenda.

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Profissionais do SUS são capacitados para coleta de vestígios em casos de violência sexual

  • 19 Out 2015
  • 19:04h

Foto: Getty Images

Cerca de 300 profissionais de 52 hospitais já foram capacitados para a realização de coleta de vestígios pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em casos de violência sexual, de acordo com nota divulgada nesta segunda-feira (19) pelo Ministério da Saúde. De acordo com a Agência Brasil, a pasta ressaltou ainda que apenas servidores capacitados poderão se habilitar para a realização desse tipo de procedimento. Em março, o governo anunciou novas diretrizes para a organização e integração do atendimento a vítimas de violência sexual por profissionais de segurança pública e do Sistema Único de Saúde (SUS). As unidades de saúde habilitadas poderão fazer o registro de informações em ficha de atendimento multiprofissional e também a coleta e o armazenamento provisório do material para possíveis encaminhamentos legais. Segundo o ministério, os profissionais de saúde são capacitados para atender vítimas de agressão sexual por meio de força física (estupro), abuso sexual e casos relacionados a abuso sexual envolvendo crianças, dentro ou fora de casa. "O objetivo é tornar o atendimento mais humanizado e eficaz, evitando assim a revitimização e reduzindo a exposição da pessoa que sofreu a violência, além de oferecer, às autoridades policiais, elementos que identifiquem os autores da violência e comprovem o ato", reforçou a nota. Até o momento, foram investidos R$ 1,5 milhão para qualificação de equipes especializadas nas áreas de saúde e segurança pública.