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Proteína responsável pelo Alzheimer também protege o cérebro, aponta estudo

  • 30 Mai 2016
  • 18:06h

(Foto: Reprodução)

Uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Universidade Harvard, nos EUA, sugeriu que um mecanismo de defesa próprio do cérebro pode ser uma das causas do mal de Alzheimer. Os cientistas explicaram que ainda são necessários estudos em humanos, mas que a descoberta, caso comprovada, pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos e formas de prevenção da doença. "Por que a beta-amiloide se acumula nas pessoas com o envelhecimento? Ela tem alguma função no cérebro ou é apenas lixo que se acumula?", questionou Rudolph Tanzi, pesquisador da Escola de Medicina de Harvard, coautor do estudo. Liderada por Robert Moir, do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, a equipe descobriu que há uma sequência de aminoácidos da beta-amiloide humana em cerca de 70% dos vertebrados. "É uma proteína muito antiga desempenhando uma função muito importante", disse Moir. Segundo o jornal O Globo, o estudo aponta que a aglutinação de beta-amiloide, que causa o Alzheimer, é algo crucial na defesa do organismo. Quando vírus, fungos ou bactérias conseguem ultrapassar uma membrana protetora do sistema nervoso central chamada barreira hematoencefálica, o sistema imunológico forma "armadilhas" com a beta-amiloide. "Da noite para o dia, as bactérias levaram à formação de placas", afirmou Tanzi. "O hipocampo ficou repleto de placas, e cada uma tinha uma bactéria no centro". Estudo futuros tentarão localizar restos de micróbios nas placas.

Câncer de tireoide atinge mulheres entre 30 e 50 anos e pode estar ligado a excesso de iodo

  • 29 Mai 2016
  • 17:03h

(Foto: Reprodução)

A deficiência ou excesso de iodo na dieta de uma pessoa pode estar associada a um maior risco de desenvolvimento de câncer de tireoide, que atinge, na maioria das vezes, mulheres entre 30 e 50 anos. Alguns estudos indicam que fatores hormonais e alimentares estão ligados ao desenvolvimento do tumor. De acordo com a oncologista e coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho, Mariana Laloni ao Estadão, "a síntese dos hormônios produzidos pela tireoide necessita da presença do iodo. A deficiência ou o excesso dele na dieta pode estar associado a um maior risco de desenvolvimento do câncer de tireoide", explica Mariana Laloni, oncologista e coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho.O câncer de tireoide se manifesta, inicialmente, como um nódulo que aparece no pescoço e pode ser detectado pelo médico em um exame clínico. 

Na maior parte das vezes, ele é assintomático e somente o nódulo vai indicar a presença de alguma doença. No entanto, 90% desses nódulos são benignos e o diagnóstico do câncer só é possível a partir de uma biópsia feita diretamente nele. São considerados fatores de risco para a doença histórico familiar de câncer de tireoide e tratamentos prévios com radiação para cabeça, pescoço e tórax. Também já é comprovado que há maior incidência em mulheres entre 30 e 50 anos. De acordo com informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de tireoide já é o quinto mais comum em mulheres. O tratamento do câncer de tireoide é feito com a retirada da glândula e os nódulos considerados anormais. Ainda pode ser administrado terapias contendo iodo radiativo. "Nesse caso o paciente passa a ingerir uma pequena quantidade de iodo radioativo para destruir o tecido tireoidiano não removido na cirurgia", explica a Mariana. Ainda pode ser utilizado inibidores da tirosina quinase, como o sorafenibe, medicamento aprovado pela Anvisa em 2015 para o tratamento do câncer de tireoide, que atua como inibidor do crescimento do câncer. Na falha dessa alternativa de tratamento ainda pode ser usada a quimioterapia convencional.

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Zika: risco de microcefalia em fetos varia entre 1% e 13%, diz estudo feito na Oceania e na BA

  • 28 Mai 2016
  • 17:02h

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Um feto infetado com o vírus Zika corre um risco de desenvolver microcefalia entre 1% e 13% durante o primeiro trimestre de gravidez, segundo um estudo publicado nessa quarta-feira (25) na revista New England Journal of Medicine. Os investigadores dos centros norte-americanos de Controle de Doenças chegaram a esta estimativa criando um modelo matemático baseado em estatísticas de infeções pelo vírus Zika e de casos de microcefalia na Polinésia francesa, que sofreu um surto em 2013, bem como no estado da Bahia, no Brasil. Esta malformação congênita irreversível, habitualmente rara, resulta em bebês que nascem com o crânio anormalmente pequeno e apresentam desenvolvimento cerebral incompleto. Normalmente, a microcefalia é rara, verificando-se em 0,02% a 0,12% dos nascimentos nos Estados Unidos. 

A frequência de outras malformações de nascença mais habituais, como a trissomia 21, é inferior a 1%. Segundo a Agência Lusa, essa é a primeira estimativa de risco de microcefalia em fetos de mulheres que foram infetadas durante a atual epidemia. Os investigadores dos centros de controlo de doenças e da Universidade de Harvard determinaram que há uma relação muito forte de causa-efeito entre uma infecção pelo vírus Zika durante o primeiro trimestre da gravidez e o risco de microcefalia no feto, que se torna irrelevante no segundo e terceiro trimestres de gestação. O Brasil, onde o Zika é majoritariamente transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, é o país, até o momento, mais afetado pelos casos de microcefalia, mas o cenário poderá repetir-se em outros locais. “Se o risco de infeção pelo Zika nas mulheres grávidas e de microcefalia nos fetos que carregam é semelhante noutras zonas geográficas onde o vírus ainda não está propagado, podemos esperar muitos casos de microcefalia e outros efeitos cerebrais nefastos”, afirma o estudo. No Brasil, há registo de cerca de 3,6 mil grávidas infectadas pelo Zika desde janeiro. Desde o início da epidemia, em 2015, contam-se mais de 1,4 mil casos de microcefalia e de outros problemas neurológicos confirmados.

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Em carta à OMS, cientistas pedem adiamento da Olimpíada por causa do vírus Zika

  • Bahia Notícias
  • 28 Mai 2016
  • 15:03h

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Pesquisadores de pelo menos 15 países assinaram uma carta aberta para a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Olímpico Internacional (COI) na qual pedem o adiamento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ou a troca de local do evento em nome “da saúde pública” devido à presença do vírus Zika na cidade. Segundo o documento, é desnecessário que cerca de 500 mil pessoas do mundo todo se exponham a um vírus e ainda corram o risco de levar a seus países de origem, aumentando as chances de tornar a doença endêmica em outras regiões. No Brasil, especialistas sugerem que o vírus Zika chegou em situação de alta circulação de turistas, no período da Copa do Mundo. A descoberta de que, quando o Zika infecta gestantes, pode ocasionar problemas neurológicos nos bebês e de que o vírus está relacionado ao desencadeamento da Síndrome de Guillain-Barré são motivos citados no documento para que a Olimpíada seja adiada ou disputada em outra sede. De acordo com a Agência Brasil, os cientistas ressaltam que os Jogos Olímpicos de 1916, 1940 e de 1944 foram cancelados por causa de doenças. A pesquisadora Débora Diniz, da Universidade de Brasília, é a única signatária brasileira da carta. Em resposta à carta, o Ministério da Saúde divulgou nota dizendo que o Zika está presente em 60 países e que a população brasileira representa 15% das pessoas expostas ao vírus. “Vale destacar que o período em que serão realizadas as Olimpíadas no Brasil é considerado não endêmico para transmissão de doenças causadas pelo Aedes aegypti, como Zika, dengue e chikungunya”, destaca a nota. O ministério ressalta ainda o fato de a OMS não ter feito nenhuma recomendação para restrição de viagens, exceto às grávidas. Segundo a pasta, a diretora geral da OMS, Margaret Chan, confirmou que virá aos Jogos Olímpicos, “o que deve ser interpretado como um simbolismo da segurança deste período de baixa a transmissão do vírus Zika”. Por meio da assessoria de imprensa, o COI disse que o evento ocorrerá no cronograma estabelecido e com total segurança para todas as pessoas envolvidas. De acordo com o comitê, o zika é assunto que tem sido discutido frequentemente.

Nutrólogo afirma que açúcar não é principal vilão da obesidade

  • 26 Mai 2016
  • 16:00h

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O açúcar, segundo o cardiologista e nutrólogo, Daniel Magnoni, não é o principal vilão e não torna uma pessoa obesa. Magnoni é autor da pesquisa "Consumo Equilibrado: Uma nova percepção sobre o açúcar". Para ele, fatores de ricos – uma somatória de maus hábitos – tornam a pessoa obesa, hipertensa e com doença cardiovascular. A pesquisa mostrou também que as pessoas não leem o rótulo e os que leem, enxergam o açúcar como quinta opção. O nutrólogo afirma ainda que "existe uma grande moda da dieta que retira o açúcar e o carboidrato da alimentação e o que acontece é que a pessoa fica tonta, confusa, sonolenta, passa mal e logo logo sai da dieta",  enfatiza.

Pesquisa da Fiocruz confirma Aedes aegypti como principal forma de infecção por zika

  • 25 Mai 2016
  • 19:01h

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Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que o mosquito Aedes aegypti é o principal responsável pela transmissão de zika para humanos. Pela primeira vez no Brasil foram encontrados Aedes aegypti infectados pelo vírus em áreas epidêmicas. O fato já era suspeitado, mas não se tinha comprovação de que o mosquito era realmente o transmissor. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores fizeram coletaras em lugares onde foram identificados casos de zika no Rio de Janeiro. Ao analisar os insetos, os pesquisadores notaram que apenas o Aedes aegypti estava infectado por zika e tinha capacidade de transmissão. Os cientistas só haviam comprovado a infecção em teste laboratoriais. Os cientistas capturaram cerca de 1.500 mosquitos adultos de diversas espécies ao longo de dez meses, o vírus da zika foi encontrado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e de Realengo, na zona norte do Ri. Anteriormente estudos haviam apontado outras duas espécies como possíveis vetores: o Aedes albopictus e o Culex, conhecido como pernilongo. Na pesquisa, eles foram encontrados, mas nenhum deles estava infectado. O líder do estudo, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz, Ricardo Lourenço, afirmou que fatores como o comportamento do Aedes, a densidade e a distribuição populacional das regiões brasileiras podem ter contribuído para a rápida propagação do zika.

Para especialistas, cortes na saúde em tempo de crise elevam risco de epidemias

  • 24 Mai 2016
  • 20:03h

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Cortes no Sistema Único de Saúde (SUS) colocam em risco a saúde da população, alertaram especialistas que estiveram presentes, na noite deste domingo (22), na abertura da 22ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde, em Curitiba. Para o inglês David Stuckler, professor de economia política e sociologia da Universidade de Oxford, paradoxalmente, é na recessão que os governos mais devem investir em saúde. Com base em pesquisas nos últimos anos, ele alertou em entrevista à Agência Brasil que o desinvestimento em épocas de menor crescimento coincide com a volta de epidemias e aumento de casos de suicídio. "O perigo é como os políticos respondem a isso [recessão]. Quando fazem cortes profundos, podem transformar adversidades [econômicas] em epidemias", completou. O coordenador do Comitê Científico da Conferência Mundial de Promoção da Saúde, Marco Akerman, reforçou que são "cristalinas" as evidências científicas de piora da situação de vida das pessoas, após cortes em áreas sociais. "Se a gente seguir o caminho da Grécia, e o ministro [interino, da Saúde] Ricardo Barros, citou esse caminho, estaremos muito mal", afirmou. Ao defender mais investimentos em políticas de saúde para diferentes grupos da população, como a negra, a do campo e a das florestas, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, órgão formado pela sociedade civil, vinculado ao Ministério da Saúde, Ronald Ferreira dos Santos, também criticou, no evento, as declarações do ministro Ricardo Barros sobre uma possível revisão do tamanho do SUS. Para Ferreira, o SUS, que recebe menos recurso do que deveria, precisa ser fortalecido. Ele acrescentou que isso deve ocorrer com a manutenção da democracia na gestão do sistema e do próprio país. Procurado, o Ministério da Saúde, que não enviou representantes ao evento, não comentou as críticas às declarações do ministro interino de redimensionar o SUS.

Testes com vacina contra Zika serão iniciadas em novembro, anuncia Ministério da Saúde

  • 24 Mai 2016
  • 18:01h

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A vacina para combate ao vírus Zika estará disponível para testes pré-clínicos a partir de novembro. Resultado de parceria entre o Instituto Evandro Chagas, do Ministério da Saúde, e a Universidade Medical Branch do Texas, Estados Unidos, o estudo conta com um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões, conforme informação divulgada na última sexta-feira (20) pelo ministério. De acordo com ministro Ricardo Barros, a pesquisa, que teria prazo inicial de 12 meses, está sendo antecipada para nove meses. "Isso mostra a importância do Instituto Evandro Chagas como célula fundamental de desenvolvimento de tecnologia em saúde no Brasil", afirmou. A vacina deverá ser administrada em dose única, segundo a Agência Brasil, e utilizará o vírus Zika atenuado. Inicialmente, o público-alvo da imunização será de mulheres em idade fértil. Caso as fases de testes ocorram dentro do esperado, em dois anos a vacina deve estar pronta para produção em escala comercial. Inicialmente, a vacina não será aplicada em gestantes, mas o instituto também desenvolve outra tecnologia, a partir do DNA recombinante do vírus para ser utilizado em grávidas. Essa vacina deverá estar disponível para testes até fevereiro de 2017, de acordo com a previsão do Instituto Evandro Chagas. Em fevereiro de 2017 devem ser iniciados os estudos clínicos em seres humanos para testar sua eficácia na população. Essa etapa será executada pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz). O ministério estuda formas para acelerar o processo de liberação da vacina, que normalmente leva cinco anos para ser concluído.

Lei cria selo para empresas que incentivarem doação de sangue

  • Bahia Notícias
  • 24 Mai 2016
  • 12:53h

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As empresas que incentivarem seus funcionários a fazerem doação voluntária e regular de sangue poderão ser premiadas com o Selo Empresa Solidária pelo Ministério da Saúde. De acordo com o ministério, a lei foi promulgada nesta terça-feira (24) e visa distinguir empresas que demonstrem preocupação social e solidária com a vida. Para participar, as empresas precisam informar e orientar os trabalhadores sobre a importância da doação de sangue e de medula óssea, e os procedimentos para fazer o cadastro no registro oficial de doadores de medula óssea. As empresas também precisam conceder aos trabalhadores oportunidade e condições para ir ao banco de sangue ou hemocentro. “A iniciativa é muito interessante”, ressalta o coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, João Paulo Baccara. “Ela vem reforçar o trabalho que fazemos no Ministério da Saúde de incentivar a doação voluntária de sangue. Além de ajudar a que as pessoas se tornem doadores regulares, o incentivo das empresas qualifica as doações: as pessoas estarão mais conscientes da importância de doar sangue e saberão os critérios”, observa.  Também receberão a homenagem empresas que incentivarem o cadastramento para a doação de medula óssea. As pessoas jurídicas que receberem o selo poderão usar a marca em propagandas e em publicações promocionais. Além disso, serão inscritas no Cadastro Nacional de Empresas Solidárias com a Vida. A cada ano, cinco delas serão premiadas com o título Empresa Campeã de Solidariedade.

Pesquisador tem computador furtado e perde parte de pesquisa inédita contra Zika

  • Bahia Notícias
  • 23 Mai 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

Um pesquisador brasileiro teve seu computador furtado no aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro. Apesar de um furto, infelizmente, não ser novidade no cenário de violência do Brasil, este caso pode afetar todo o mundo. Amilcar Tanuri, que é chefe do laboratório de virologia molecular da UFRJ, guardava em seu equipamento dados de uma pesquisa inédita sobre o uso de uma droga chamada clorofina para inibir o vírus Zika. Um artigo científico estava quase pronto, segundo o jornal O Globo, para publicação na próxima sexta-feira (27). Por conta do furto, alguns testes precisarão ser refeitos, o que atrasará a publicação em, pelo menos, uma semana. "Estava saindo do aeroporto e meu telefone tocou. Larguei a mala só para pegar o telefone do bolso, e quando vi ela já não estava mais lá. Uma senhora que estava atrás de mim disse que viu a ação. Dois homens pegaram a mala, correram para dentro de um carro e fugiram. Foi tudo muito rápido", contou Tanuri. "Fui à sala de segurança denunciar o furto, e a atendente me disse que não adiantava nem ver a câmera de segurança, porque é tão escuro lá à noite que não se vê nada nas imagens". O pesquisador contou que no computador furtado havia resultados de ao menos três meses de pesquisa. Foi possível recuperar parte dos dados, que estavam guardados em um banco de dados online. No entanto, cerca de 10% foi perdido. "O mais chato é que havia informações pessoais de pacientes da pesquisa, além de fotos deles. São dados confidenciais. Acredito que o objetivo do roubo não tenha sido a exposição desse trabalho, mas é uma preocupação", lamentou Tanuri. "A corrida para resolver o problema do Zika é importante. Os americanos estão nos pressionando".

Organismos transgênicos não oferecem risco à saúde humana, segundo agência dos EUA

  • 21 Mai 2016
  • 20:03h

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Um estudo realizado pela Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina dos Estados Unidos apontou que organismos geneticamente modificados não oferecem riscos à saúde humana e, aparentemente, não prejudicam diretamente o meio ambiente. Foram analisados 20 anos de pesquisa sobre variedades transgênicas de milho, soja, algodão e herbicidas relacionados, segundo o G1. Apesar de afirmar que os organismos não oferecem riscos para câncer, autismo ou outros males supostamente associados a eles, a Academia ressaltou que não é fácil identificar precisamente a influência de fatores específicos no meio ambiente, devido à "natural complexidade" da questão.

Para Ministério da Saúde, suspensão da 'pílula do câncer' respeita parecer técnico

  • Bahia Notícias
  • 21 Mai 2016
  • 16:04h

(Foto: Reprodução)

Após suspensão da lei que autoriza a produção e o uso da fosfoetanolamina, conhecida como pílula do câncer (veja aqui), o Ministério da Saúde disse que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ratifica o parecer técnico da pasta sobre o assunto. De acordo com o ministério, os estudos preliminares feitos por grupo de trabalho criado para analisar a pílula mostram que o produto não tem consistência e nem qualidade na formulação. Além disso, a pasta diz, segundo a Agência Brasil, que os resultados até agora não demonstram efeito no controle de vários tipos de câncer nas dosagens que vem sendo preconizadas.

Medidas de combate à dengue, zika e chikungunya são aprovadas na Câmara

  • 19 Mai 2016
  • 20:02h

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) uma Medida Provisória que trata de ações de combate ao Zika vírus, à dengue e à febre chikungunya. A proposta, que segue agora para o Senado, autoriza a entrada de autoridades em imóveis públicos e privados considerados foco de mosquitos transmissores das doenças. Segundo a Agência Brasil, a medida será aplicada nos casos de imóveis em situação de abandono, na ausência de pessoa que possa permitir o acesso após duas visitas comunicadas dentro do intervalo de dez dias e nos casos de recusa, negativa ou impedimento de acesso do agente público ao imóvel. O texto estabelece o sábado como dia de realização de atividades de limpeza dos imóveis, a necessidade de campanhas educativas, em especial às gestantes, de orientação à população e também cria o Programa Nacional de Apoio ao Combate às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti (Pronaedes), de modo a financiar projetos com recursos de doações dedutíveis do Imposto de Renda. A aprovação contou com apoio das bancadas do PT, PDT e PCdoB, que retiraram a obstrução ao governo interino de  Michel Temer.

 

Vírus da zika pode se espalhar pela Europa nos próximos meses, diz OMS

  • 18 Mai 2016
  • 19:03h

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O vírus da zika, relacionado a casos de microcefalia em recém-nascidos em diversos países, principalmente o Brasil, pode se espalhar pela Europa à medida que o clima no continente esquenta. O risco, no entanto, ainda é considerado baixo, disseram autoridades de saúde nesta quarta-feira (18). Na 1ª avaliação da ameaça do vírus da zika à região, o escritório europeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que o risco geral é de baixo para moderado. O risco é maior em áreas onde o mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus, pode se desenvolver, em particular na Ilha da Madeira, em Portugal, e na costa nordeste do Mar Negro, que banha países como a Geórgia e a Rússia. "Há um risco de propagação do vírus da zika vírus na região europeia e o risco varia de país para país", disse Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS para a Europa. "Pedimos particularmente a países com riscos altos para fortalecerem suas capacidades nacionais e priorizarem as atividades que podem prevenir um grande surto de Zika", acrescentou. O braço europeu da OMS cobre 53 países e uma população de cerca de 900 milhões de pessoas. Um grande surto de Zika que atingiu principalmente o Brasil causou alarme global. O vírus foi relacionado a milhares de casos de má-formação cerebral em bebês de mulheres que foram infectadas pelo vírus enquanto grávidas.

Conquista: Mulher de 49 anos morre vítima de gripe H1N1; é o segundo óbito registrado na cidade

  • Blog do Rodrigo Ferraz
  • 18 Mai 2016
  • 08:45h

A Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista confirmou a segunda morte por gripe H1N1 na cidade. Desta vez, a vítima foi uma mulher de 49 anos, que chegou ao Hospital de Base no dia 03 de maio com sintomas da doença, tomou a medicação, mas acabou não resistindo e veio a óbito no mesmo dia. Ainda de acordo com a prefeitura, ela estava com os sintomas há mais de uma semana, mas resistia em procurar recomendação médica. O nome da vítima não foi divulgado.