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Estudo sobre zika pode levar Brasil a mudar protocolo de microcefalia

  • 02 Jul 2016
  • 15:03h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde está estudando mudar o protocolo de atendimento a bebês que nascem com possíveis danos provocados pelo vírus da zika. A mudança foi motivada pelo estudo publicado nesta quarta-feira (29) na revista "The Lancet", que concluiu que 20% dos bebês que nascem com problemas relacionados à zika têm cabeça de tamanho normal. Isso significa que somente o fato de ter um crânio menor, o que caracteriza a microcefalia, e um histórico de vermelhidão na pele durante a gestação não são suficientes para detectar quais bebês foram de fato afetados pelo vírus da zika. Hoje, bebês com perímetro cefálico menor do que 32 cm são enquadrados como casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus da zika. Mas isso pode mudar, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira. Levando em conta os resultados do estudo -- que foi encomendado pelo próprio ministério -- o Brasil pode incluir outros sintomas e alterações neurológicas como critérios para triagem dos bebês, independentemente da presença de microcefalia.“Estamos adequando nossos protocolos a esses achados para ampliar as investigações e melhorar nosso sistema de vigilância. Neste momento, o Brasil e o mundo já acumularam mais conhecimentos sobre a doença e podemos, com esse aprendizado, aprimorar o monitoramento das consequências da infecção congênita pelo vírus zika”, afirmou o coordenador-geral de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, segundo nota divulgada pela pasta.

Rótulos deverão mostrar ingredientes alergênicos a partir de domingo (03)

  • 02 Jul 2016
  • 11:01h

(Foto: Reprodução)

A partir deste domingo (3), os rótulos dos alimentos deverão trazer informações sobre ingredientes alergênicos. Esse prazo foi estabelecido em 2015 e foi mantido por decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início de junho. A resolução foi aprovada em junho do ano passado e obriga a indústria alimentícia a informar nas embalagens dos produtos se há presença dos principais alimentos que causam alergias alimentares. Segundo o regulamento, que abrange alimentos e bebidas, os rótulos deverão informar a existência de 17 alimentos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); crustáceos; ovos; peixes; amendoim; soja; leite de todos os mamíferos; amêndoa; avelã; castanha de caju; castanha do Pará; macadâmia; nozes; pecã; pistaches; pinoli; castanhas, além de látex natural. De acordo com a Anvisa, os derivados desses produtos deverão trazer as seguintes informações no rótulo:

 

- Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares);
- Alérgicos: Contém derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias);
- Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados. 

Os dados sobre os alergênicos virão logo abaixo da lista de ingredientes. Além disso, as palavras têm que estar em caixa alta, negrito e com a cor diferente do rótulo. A letra não pode ser menor do que a da lista de ingredientes. Os fabricantes tiveram um ano para adequar os projetos das embalagens. Os produtos fabricados até o final do prazo de adequação, no dia 2 de julho, poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade. Segundo o diretor-relator da matéria, Renato Porto, esta demanda nasceu “fortemente da sociedade”, o que fez com que toda a diretoria votasse unilateralmente pela regulamentação. “A sociedade pode agora ter certeza que terá rótulos de produtos muito mais adequados, que vão dar a possibilidade do consumidor de escolher adequadamente seus produtos, dado que a melhor maneira de se prevenir [de uma crise alérgica] é evitando o consumo”, explicou. Segundo a Anvisa, no Brasil, de 6% a 8% das crianças de 6 a 8 anos sofrem de algum tipo de alergia.

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Casos de dengue no Brasil apresentam queda de 99,2%

  • 02 Jul 2016
  • 09:03h

(Foto: Reprodução)

Os casos de dengue desse ano do país apresentaram queda antecipada em relação aos anos anteriores. Enquanto nos anos anteriores a redução era observada a partir de junho, o levantamento do Ministério da Saúde aponta que, a partir do mês de março, o país começou a reduzir os casos, apresentando redução de 99.2% no comparativo entre fevereiro e maio deste ano. A maior incidência de casos notificados, que ocorrem geralmente nos meses de abril ou maio, ocorreu em fevereiro, com 106.210 caos registrados na última semana do mês. Na última semana de maio os números caíram para 779 casos da doença no país. Segundo o governo, os números reforçam que os “resultados das ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, intensificadas pelo governo desde o final do ano passado, contribuíram para antecipação da curva de sazonalidade da doença”. O ministro da saúde Ricardo Barros avaliou que “as ações de combate ao mosquito da dengue, Zika e chikungunya, que foram intensificadas no país desde o fim do ano passado se mostraram efetivas e essenciais para controlar e diminuir a circulação do vetor”. O Ministério apontou ainda a redução nos casos de Zika que obteve seu pico de notificações na terceira semana de fevereiro, com 16.059 casos e na última semana de maio obteve uma redução para 12, havendo uma queda de 99,9%.

Brasil registra 1.121 mortes por H1N1; Bahia é 10º estado com maior número

  • 01 Jul 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (30) que o Brasil registrou, deste o início deste ano até 18 de junho, 1.121 mortes relacionadas à infecção pelo vírus H1N1. De acordo com o boletim epidemiológico, foram 118 novas mortes pelo vírus desde o último documento. O estado com maior número de óbitos foi São Paulo (475), seguido pelo Rio Grande do Sul (132) e Paraná (112). Em 10º lugar está a Bahia, com 24 mortes. Ao todo, foram notificados 5.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 ao longo de 2016. A SRAG é uma complicação da gripe. Além das mortes por H1N1, houve ainda 110 mortes por outros tipos de influenza.

Número de casos de microcefalia chega a 1.638, diz ministério

  • 01 Jul 2016
  • 12:34h

(Foto: Reprodução)

O número de casos confirmados de microcefalia no Brasil chegou a 1.638. Ao todo, foram 8.165 notificações desde o início das investigações, em 22 de outubro de 2015, até 25 de junho deste ano, com 87 mortes. Segundo o Ministério da Saúde, 3.466 casos foram descartados e outros 3.061 casos ainda estão em investigação. Os dados são do boletim divulgado nesta quinta-feira (30). Dos casos confirmados de microcefalia, 270 tiveram teste positivo para o vírus da zika. Em uma semana, desde a divulgação do último boletim, foram 116 novas notificações de microcefalia, 22 casos confirmados e 50 casos descartados. Desde outubro, houve 328 notificações de mortes por microcefalia ou outras alterações no sistema nervoso central durante a gestação ou após o parto. Deste total, 87 óbitos foram confirmados para microcefalia e alterações do sistema nervoso central, 57 foram descartados e 184 continuam sob investigação O estado com maior número de casos confirmados ainda é Pernambuco, com 366 casos, seguido da Bahia, com 263, e da Paraíba, com 147.

Bahia registra primeiro transplante duplo, de rim e fígado, do ano

  • 29 Jun 2016
  • 19:03h

(Foto: Divulgação)

A Bahia registrou, na última semana, um total de quatro doações de múltiplos órgãos, nos hospitais São Rafael, Ana Nery, Roberto Santos e Dantas Bião (Alagoinhas). O gesto das famílias permitiu a realização do primeiro transplante de fígado e rim no estado do último ano. O transplante duplo aconteceu no Hospital São Rafael, custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente beneficiado tem 31 anos e aguardava há pouco mais de um ano pela cirurgia. A doadora tinha 43 anos e foi vítima de hemorragia cerebral. Até maio deste ano, a Bahia registrou 46 doações de múltiplos órgãos e 163 de córneas. No mesmo período, foram contabilizados 198 transplantes de córnea, 28 de medula, 13 de esclera, nove de fígado e 39 de rim, sendo 34 com doador cadáver e cinco intervivos. De acordo com dados da Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (Coset), da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), o número de pessoas que resiste a autorizar o transplante de órgãos de parentes ainda é muito alto. De cada 10 famílias baianas, apenas três autorizam o procedimento após o falecimento.

Metade dos brasileiros que tem diabetes não sabe que tem doença

  • 28 Jun 2016
  • 20:04h

(Foto: Reprodução)

Metade dos brasileiros que têm diabetes não sabe que tem a doença, alerta a Sociedade Brasileira de Diabetes. Este domingo (26), é o Dia Nacional de Combate ao Diabetes. Segundo especialistas, 14 milhões de brasileiros tem a doença, mas metade ainda não sabe. Segundo o endocrinologista João Salles, da Sociedade Brasileira de Diabetes, uma das dificuldades em identificar a doença é que ela não apresenta sintomas no início, como é o caso do tipo dois de diabetes. No estágio avançado, podem aparecer sinais como boca seca, vontade de urinar com frequência e perda de peso espontaneamente. “Pessoas com mais de 40 anos, obesas, principalmente com a circunferência abdominal elevada, pessoas com pressão alta, altas taxas de triglicérides e com o HDL, o colesterol bom, baixo, devem ficar mais atentas pois estes são fatores de risco do diabetes tipo dois”, disse Salles. A doença ainda pode causar cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores. 

O médico alerta que não é apenas a ingestão de doces que desenvolve a doença, e que o diabetes está ligado à obesidade. A entidade ainda diz que a cada seis segundos uma pessoa morre no mundo por conta da diabetes e que, a cada 20 segundos, uma pessoa tem um membro amputado por conta da doença, que ainda provoca o maior índice de cegueira. De acordo com Salles, depois de um ano do diagnóstico, 60% dos pacientes abandonam o tratamento. “Se ele fizer o tratamento adequado, vai ter qualidade de vida normal”. O diabetes resulta da não produção do hormônio insulina que controla a glicose no sangue, ou da insuficiência dele. Sem a insulina, o corpo não consegue utilizar a glicose para obter energia. Existem dois tipos de diabetes. A do tipo um, que é uma doença autoimune, não tem ligação genética forte, tem início abrupto e geralmente se manifesta na infância ou adolescência. Já a do tipo dois, que acomete cerca de 90% das pessoas que tem diabetes, tem fatores genéticos, está muito ligada a obesidade, tem início sem sintomas e pode ser evitada com estilo de vida saudável. “É importante que o paciente com diabetes entenda que ele precisa participar do tratamento, discutir o tratamento com o médico, saber quanto tá a glicemia dele. Tudo isso é importante pra o controle da doença”, enfatizou o endocrinologista.

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Combate ao Aedes: Temer veta isenção fiscal para repelentes, larvicidas e inseticidas

  • 28 Jun 2016
  • 15:13h

(Foto: Reprodução)

Apesar da série de ações promovidas em todo o país para combate ao Aedes aegypti, o presidente interino Michel Temer vetou a isenção de impostos para produtos como repelentes, larvicidas e inseticidas. O tópico fazia parte da Medida Provisária publicada em janeiro, que prevê a entrada forçada de agentes de saúde em imóveis suspeitos de terem focos do mosquito. Sancionada, a lei foi publicada no Dário Oficial da União desta terça-feira (28), com veto também para o artigo que previa incentivo fiscal do imposto devido por pessoas físicas e jurídicas que fizessem doações a projetos de combate ao Aedes aegypti. Segundo a Agência Brasil, a entrada forçada de agentes de saúde é permitida nos casos em que os imóveis estejam em situação de abandono e em que o dono do imóvel esteja ausente ou não tenha permitido a entrada. Se necessário, os agentes poderão solicitar a ajuda à autoridade policial ou à guarda municipal. A lei institui também o Programa Nacional de Apoio ao Combate às Doenças Transmitidas pelo Aedes (Pronaedes), com o objetivo de financiar projetos de combate à proliferação do mosquito transmissor. O Ministério da Saúde terá até 30 dias, contados a partir da publicação, para regulamentar critérios e procedimentos para a aprovação de projetos deste programa. Ainda de acordo com a lei, as mães de crianças acometidas por sequelas neurológicas decorrentes de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti terão direito a licença-maternidade pelo período de 180 dias. Ao final desse período, a criança terá direito, na condição de pessoa com deficiência, a receber benefício de prestação continuada temporário pelo prazo de três anos.

Após surto de zika, busca por pílulas abortivas dobra no Brasil

  • 27 Jun 2016
  • 18:03h

(Foto: Reprodução)

O grande número de bebês nascidos com microcefalia e outras doenças congênitas levou a um aumento da procura por pílulas abortivas disponibilizadas na internet por uma agência de assistência internacional sem fins lucrativos. Os dados são do primeiro estudo a medir a reação de mulheres grávidas aos alertas do Zika em países com aborto limitado ou proibido. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente sugeriu que casais que vivem em áreas de transmissão considerem adiar gestações. "Quando você emite esse tipo de conselho, mas não os relaciona com caminhos para cuidados seguros e legais, cria uma situação realmente difícil para as mulheres", afirmou Abigail Aiken, co-autora do estudo e especialista em saúde reprodutiva da Universidade do Texas, EUA. Segundo o jornal O Globo, os pesquisadores analisaram solicitações de aborto do grupo Women on Web, organização que proporciona acesso aos medicamentos abortivos mifepristona e misoprostol, além de consultas online para mulheres de países onde o aborto legal é limitado. Foram comparados os pedidos de aborto realizados após 17 de novembro de 2015, quando a região recebeu o alerta, com pedidos já esperados. Em sete de oito países onde o Zika circula houve um aumento significativo. Entre novembro de 2015 e março de 2016, os pedidos dobraram no Brasil. Aumentaram também em El Salvador (35,6%), Costa Rica (36,1%), Colômbia (38,7%), Honduras (75,7%), Venezuela (93,3%) e Equador (107,7%).

Rio 2016: OMS emite alerta sobre riscos de saúde e segurança

  • 26 Jun 2016
  • 18:03h

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta terça-feira (21) um alerta com relação a riscos sanitários e de segurança no Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Entre as recomendações da entidade, vinculada às Nações Unidas, estão não viajar sozinho à noite, evitar áreas perigosas, viajar sempre acompanhado e usar apenas táxis e ônibus autorizados no aeroporto. Segundo a Agência Brasil, outros riscos apontados pela OMS são os acidentes de trânsito e as chuvas fortes, que podem provocar vítimas. A organização também alertou para as doenças provocadas por mosquitos como a dengue, chikungunya e a zika. Para evitar a infecção pelo vírus Zika, a OMS recomendou o uso de repelentes e preservativos. Grávidas são desencorajadas a vir para o Brasil.

Exame de sangue pode prever risco de infarto nos cinco anos seguintes ao teste

  • 26 Jun 2016
  • 14:03h

(Foto: Reprodução)

Um estudo publicado no periódico científico EbioMedicine aponta que exames de sangues podem prever o risco de uma pessoa sofrer infarto nos cinco anos seguintes ao teste. A pesquisa apontou que pacientes com níveis mais altos de anticorpos do tipo imunoglobulina G (IgG) são menos propensos a desenvolver problemas cardiovasculares, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC). Pesquisadores do Imperial College London e da Universidade College London, ambas na Inglaterra, acompanharam 1.753 pessoas, em tratamento para pressão alta – fator de risco para problemas cardiovasculares -, ao longo de cinco anos. Do total, 470 sofreram algum evento cardiovascular durante o período em que foram acompanhados. Os voluntários com maiores níveis do anticorpo IgG corriam 58% menos risco de ter doença coronariana ou um infarto e uma probabilidade 38% menor de sofrer um AVC ou outro problema cardiovascular, independente de outros fatores de risco como pressão alta e nível de colesterol. Ramzi Khamis, pesquisador do Imperial College London e coautor do estudo, afirmou que “vincular um sistema imunológico mais forte e robusto com uma maior proteção contra ataques cardíacos é uma descoberta muito excitante. Nós esperamos poder usar a nova descoberta para estudar os fatores que levam algumas pessoas a ter um sistema imunológico que ajuda a protegê-las contra o problema, enquanto outras não. Esperamos também explorar formas de fortalecer o sistema imunológico para ajudar a proteger contra doenças cardíacas”.

Deputado apresenta projeto de lei que permite presença de doulas durante parto

  • 25 Jun 2016
  • 16:04h

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O deputado estadual Zó (PCdoB) apresentou nesta segunda-feira  (20) na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) o projeto de lei nº 21.931/2016. O texto aborda a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, sempre que solicitado pela gestante. O pedido é independente da presença de acompanhantes, em maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres tanto da rede pública quanto da rede privada. "A lei, que já foi aprovada em outros estados brasileiros, figura como uma alternativa para cuidar do bem estar emocional da parturiente, já que o trabalho das doulas consiste, dentre outras coisas, em oferecer conforto, encorajamento, tranquilidade, suporte emocional e até mesmo físico. O trabalho da doula é proporcionar o direito da gestante de viver esse momento de forma mais humana, passando amor, conforto, informação e cuidado nesta hora tão aguardada e de muita ansiedade”, relatou Zó. Ainda  de acordo com o texto, as doulas poderão entrar em ambientes hospitalares com seus respectivos instrumentos de trabalho (bolas de fisioterapia, massageadores, bolsa de água quente, óleos para massagens e demais materiais considerados indispensáveis na assistência do período de trabalho de parto e pós-parto imediato) todos condizentes com as normas de segurança. “Há pesquisas que revelam também que a presença da doula no pré-parto e parto traz benefício tanto para a mãe quanto para o bebê, reduzindo intervenções médicas e tempo de internação”, avaliou o deputado.

Ministério da Saúde alerta para aumento de casos de microcefalia no Sudeste

  • 24 Jun 2016
  • 19:02h

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O diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage Carmo, alertou nesta segunda-feira (20) para um aumento de casos de microcefalia no Sudeste. Há um indicativo de que, nas últimas cinco semanas, a região registrou mais novos casos de microcefalia em relação ao Nordeste, que concentra o maior número de casos no país desde o início das notificações. Conforme dados do ministério, foram registrados 172 novos casos de bebês com suspeita de microcefalia contra 171, no Nordeste, nas últimas cinco semanas. Ainda assim, no acumulado de casos, o Nordeste ainda concentra cerca de 75% dos bebês com o perímetro da cabeça menor que o estabelecido para a notificação de casos, que atualmente é de 32 centímetros. Mas o número de crianças que tem nascido com o indicativo de malformação cerebral, como Eduardo Hage Carmo informou à Agência Brasil, vem aumentando mais no Sudeste do que em outras localidades do país. "Provavelmente, os casos estão relacionados ao pico de ocorrência de infecção por Zika, que na Região Sudeste se dá depois da Região Nordeste. Enquanto na Região Nordeste há um pico no primeiro semestre, até meados de junho/julho, na região Sudeste esse pico se dá entre novembro, dezembro [de 2015], janeiro e fevereiro [de 2016]. Há um período entre a ocorrência da infecção por zika e a notificação da microcefalia, que é a gestação", explicou Carmo. O último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde informa que, em 2016, foram 54.803 registros de Zika no Sudeste, contra 51.065 na Região Nordeste.

EUA aprovam US$ 1,1 bilhão para combate ao Zika; Casa Branca considera 'insuficiente'

  • 23 Jun 2016
  • 20:04h

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Autoridades dos Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (22) um acordo que destina US$ 1,1 bilhão para o combate ao vírus Zika. Para a Casa Branca, porém, o número ainda é "insuficiente". O acordo é resultado do consenso entre os legisladores republicanos do Senado e da Câmara dos Representantes dos EUA, que anteriormente tinham aprovado projetos de lei com recursos de US$ 1,1 bilhão e US$ 622 milhões, respectivamente. Os dois textos diferem principalmente porque os fundos propostos pela Câmara Baixa estavam relacionados a cortes no gasto público, enquanto o Senado acrescentaria esse financiamento ao déficit fiscal. Para especialistas da saúde do país, é necessário US$ 1,9 bilhão para controle do Aedes aegypti, além de investigação dos casos de microcefalia e outros problemas congênitos.

Número de mortes por H1N1 no Brasil sobe para 1.003

  • 23 Jun 2016
  • 16:04h

(Foto: Reprodução)

O Brasil já registrou 1.003 mortes causadas pela gripe Influenza A (H1N1) entre 3 de janeiro e 11 de junho, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Saúde. Este é o maior número de mortes causadas pela doença no Brasil desde a pandemia de 2009, quando morreram 2.060 pessoas. No total, foram reportados 5.214 casos de contaminação. Cerca da metade dos casos está concentrada na região sudeste: 2.606 infectados e 540 mortos. O estado de São Paulo é o mais afetado, com 2.197 infectados e 434 mortos.