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Ministério da Saúde diz que mais de 20 milhões de crianças e adolescentes devem se vacinar contra HPV

  • 05 Set 2018
  • 07:11h

Vacina contra HPV: Ministério da Saúde lança nova campanha (Foto: Ascom Sespa)

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) uma campanha de vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV). O objetivo é vacinar 20,5 milhões de crianças e adolescentes no país. A expectativa é vacinar 9,7 milhões de meninas de 9 a 14 anos e 10,8 milhões de meninos de 11 a 14 anos. A vacina contra o HPV entrou para o calendário de vacinação brasileiro há cinco anos e a taxa de cobertura vacinal do público-alvo nunca passou dos 50%. Desde seu lançamento 4 milhões de meninas de 9 a 14 anos completaram o esquema de vacinação com as duas doses necessárias, totalizando 41,8% das crianças a serem vacinadas. Os meninos de 11 a 14 anos foram incluídos na vacinação contra o HPV em 2017. Desde então, segundo o Ministério da Saúde, 2,6 milhões foram vacinados com a primeira dose (35,7% do público-alvo). Em relação à segunda dose, apenas 911 mil meninos receberam a vacina, completando assim o esquema de vacinação contra o HPV. Em nota, o Ministério reforça ainda a importância da segunda dose da vacina para a garantia da eficácia. "É importante alertar que cobertura vacinal só está completa com as duas doses, por isso quem tomou a primeira dose deve voltar aos postos após seis meses”, disse em nota a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues. A ideia da campanha é convocar pais e adolescentes para se vacinarem e tomarem a segunda dose. A vacina contra o HPV faz parte do calendário de rotina do SUS: “A campanha é importante para lembrar as pessoas sobre a necessidade da vacinação, esclarecendo o que é mito e boato, e informações verdadeiras, baseadas em estudos científicos”, disse Domingues.

Ministério da Saúde prorroga campanha de vacinação contra poliomielite e sarampo

  • 03 Set 2018
  • 18:06h

(Foto: Divulgação)

A Bahia não conseguiu atingir a meta do Ministério da Saúde de imunizar 95% do público-alvo contra a poliomielite e o sarampo e, por conta disso, a campanha de imunização foi prorrogada nos municípios com baixa cobertura até o dia 14 de setembro. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (3) pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Conforme o órgão, até agora, a Bahia está com 84,54% de cobertura vacinal. Ainda de acordo com a Sesab, 216 municípios, entre eles Salvador, não atingiram a meta de 95% e vão continuar a vacinação de crianças menores de 5 anos. Cidades da região metropolitana de Salvador também ficaram com números abaixo da meta.No domingo (2), um balanço divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital baiana apontou que somente 66% das crianças que deveriam ser vacinadas contra o sarampo e poliomielite receberam as doses na cidade, após o segundo "Dia D" da campanha, realizado no sábado (1º). Isto representa 89 mil crianças vacinadas de um total de 134 mil que compõem o público alvo. A campanha nacional de vacinação contra o sarampo e a poliomielite começou no dia 6 de agosto, e apresentou baixa adesão em Salvador, desde o início. No sábado, o Ministerio da Saúde informou que a média nacional de vacinação estava em 86%. Até então, somente os estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Amapá e Sergipe haviam atingido a meta de imunização. Até o dia 28 de agosto, foram confirmados 1.553 casos de sarampo no Brasil, enquanto 6.975 permanecem em investigação. O país enfrentou dois surtos da doença: no Amazonas, que já tem 1.211 casos confirmados e 6.905 em investigação, e em Roraima, onde houve cerca de 300 casos confirmados e 70 em investigação. Foram identificados casos isolados e relacionados à importação em dois casos em São Paulo, Rondônia, Pernambuco e Pará, dezesseis no Rio Grande do Sul e mais dezoito no Rio de Janeiro. Ainda foram confirmadas sete mortes por sarampo, sendo quatro em Roraima e três no Amazonas.

Ministério da Saúde alerta para risco de surto de febre amarela no verão

  • 31 Ago 2018
  • 16:05h

(Foto: Reprodução)

Após dois anos com registro recorde de casos de febre amarela, representantes do Ministério da Saúde já apontam risco de novo aumento na transmissão da doença no próximo verão. Segundo o diretor de doenças transmissíveis, Renato Alves, o alerta ocorre diante da baixa cobertura vacinal e da confirmação de novas mortes de macacos infectados pelo vírus. Na última semana, o instituto Adolfo Lutz confirmou a morte de três macacos por febre amarela no Parque Estadual da Serra do Mar, em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo. Antes, já haviam sido encontrados macacos mortos em Ubatuba e no Vale do Ribeira. Todos os casos ocorreram durante o inverno. "Vemos que o maior número de casos humanos foi entre dezembro e fevereiro. No entanto a detecção em primatas tem se mantido ao longo de todo o ano", diz Alves. "Isso indica que no próximo verão devemos ter uma transmissão importante", afirma. Em 2017, a cobertura vacinal acumulada de febre amarela atingiu pouco mais de metade da população, ou cerca de 57,5%. Neste ano, a cobertura atinge 61%. Os baixos índices e a avaliação do governo sobre o risco de novos casos da febre amarela já haviam sido divulgados pela Folha de S.Paulo no especial "E agora, Brasil?". Agora, a confirmação de novas mortes em macacos relacionadas à doença reforçaram o alerta. "Temos um grande risco de um novo surto. Está tudo indicando para isso. Não há nenhuma indicação de que vamos ter um recrudescimento da circulação", afirma a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues. Um dos motivos para esse alerta, afirma, é o próprio histórico de "ciclos" da doença. "A cada vez que temos um pico epidêmico, vemos que ele fica de dois a três anos. Estamos indo para o terceiro ano, em uma área de alta transmissão", diz. Diante do risco, autoridades de saúde discutem novas medidas que podem ser adotadas. O tema foi alvo de reunião nesta quinta-feira (30) entre Ministério da Saúde e representantes de estados e municípios. Uma das estratégias em análise é enviar um alerta a todas as cidades com baixas coberturas vacinais para que apresentem um plano para reverter os índices. Segundo Domingues, o ministério também planeja ampliar a vacinação, até o fim deste ano, para toda a região Sul. Até então, a região ainda tinha cidades fora da lista daquelas que fazem parte da área de recomendação de imunização contra a doença. "Estamos orientando os municípios para que façam essa ampliação da vacinação de forma gradativa. Temos que fechar a área de risco de transmissão, e o Sul tem esse risco. É uma vacinação preventiva onde há corredores ecológicos", afirma ela, que lembra que a vacinação também foi ampliada recentemente em outros locais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Atualmente, 4.266 cidades fazem parte da área de recomendação da vacina. De acordo com a coordenadora, não há previsão de ampliar a vacinação para outras regiões, como o Nordeste. No ano passado, o ministério chegou a anunciar a intenção de ofertar a vacina para crianças de nove meses em todo o país. A ampliação da imunização para adultos também foi cogitada. Domingues, no entanto, diz que as condições na época eram outras -o que faz com que a medida esteja descartada neste momento. "Isso foi pensado em um momento em que não tínhamos transmissão de febre amarela na velocidade que depois se demonstrou [nos últimos anos]. O cenário hoje é outro", afirma. Questionada sobre a possibilidade da pasta adotar novamente o fracionamento da vacina, Domingues diz que a medida dependerá da circulação do vírus no próximo verão. Ela defende que municípios invistam em ações de busca ativa de não vacinados como forma de evitar o desperdício de doses. Hoje, a estimativa é que, de cada frasco de vacina, apenas 30% das doses sejam utilizadas. Isso ocorre porque há um prazo limite de até seis horas para uso das doses após a abertura de cada frasco. Em momentos de surtos, a taxa de uso chega a 70%. "A população só procura a vacina na hora que tem aumento de casos. Precisamos mudar essa cultura", diz. "Há oportunidade de buscar nos próprios serviços pessoas a serem vacinadas." Apesar da necessidade de aumentar a adesão, a coordenadora alerta que a vacina não é indicada a crianças menores de seis meses, gestantes, pacientes imunodeprimidos e pessoas com alergia grave a ovo, entre outros casos.Já idosos devem avaliar possíveis riscos e benefícios em conjunto com o médico.

Álcool responde por 2,8 milhões de mortes anuais no mundo

  • 25 Ago 2018
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

O álcool provoca cerca de 2,8 milhões de mortes anuais em todo mundo, das quais quase 100 mil no Brasil, aponta estudo publicado nesta quinta-feira no prestigiado periódico médico “The Lancet”. De acordo com a pesquisa - que levou em conta dados de 195 países da série de estudos Fardo Global das Doenças, do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, EUA -, o consumo de bebidas alcoólicas e as doenças a ele relacionadas estão entre os principais fatores de risco e incapacitação evitáveis no planeta, respondendo por aproximadamente uma em cada dez mortes de pessoas com entre 15 e 49 anos e liderando as causas de morte prematura de pessoas nesta faixa etária. Diante disso, os cientistas responsáveis pelo levantamento sugerem que não há níveis seguros para uso do álcool, com qualquer benefício trazido por seu consumo moderado, em especial para o sistema cardiovascular, sendo largamente contrabalançado pelos seus efeitos adversos em outros aspectos da saúde, principalmente o desenvolvimento de câncer, que crescem exponencialmente com seu abuso.

Brasil tem mais de 30 mil pacientes em lista de espera para transplante

  • 23 Ago 2018
  • 20:10h

(Foto: Reprodução)

O Brasil tem 32.716 pacientes cadastrados em lista de espera para um transplante dos seguintes órgãos: rim, fígado, coração, pulmão, pâncreas e córnea. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (23) pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). A maioria aguarda pela doação de um rim: 21.962. Mais da metade desses pacientes está em São Paulo (veja dados por estado abaixo). O segundo órgão com maior demanda é a córnea, com 8.574 pacientes na lista de espera. Para receber um órgão, a pessoa precisa estar inscrita em uma lista de espera monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes. O que determina a compatibilidade é o tipo sanguíneo, a dosagem de algumas substâncias colhidas no exame de sangue e características físicas. Segundo a ABTO, destes mais de 30 mil pacientes na lista de espera, 15.593 ingressaram no primeiro semestre de 2018 e 1.286 morreram neste período. No caso das mais de 21 mil pessoas que aguardam um rim, 5.493 passaram a esperar entre janeiro e junho deste ano e 728 não sobreviveram. Quem pode doar? Todos nós podemos ser doadores de órgãos. Pessoas menores de 21 anos precisam de autorização dos responsáveis. O mais importante é comunicar a família.

Número de mortes por H1N1 na Bahia sobe para 29; estado teve 246 casos até o início do mês

  • 23 Ago 2018
  • 12:07h

(Foto: Reprodução)

O número de mortos por conta da gripe H1N1 na Bahia subiu para 29, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (22) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Os dados foram coletados até o dia 11 de agosto. No boletim anterior, com notificações até 23 de junho, eram 27 mortes. Ainda conforme os dados da Sesab, o número de casos registrados no estado subiu de 199 para 246. A doença foi constatada em 64 dos 417 municípios baianos. Destes, 16 registraram mortes. Em Salvador, foram 14 óbitos. Segundo a Sesab, depois do dia 11 de agosto não foram registrados mais casos da doença no estado. No mesmo período de 2017, foram notificados 300 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 23 óbitos. Dentre eles, 23 foram confirmados para Influenza, sendo dois casos de H1N1 e nenhum óbito por conta da gripe. Segundo o Ministério, durante a campanha de vacinação contra a doença, que acabou em junho, o estado atingiu 89,6% do público-alvo da campanha de vacinação. No entanto, a meta era vacinar 90%. Para a campanha, 4.013.600 doses foram distribuídas. O público-alvo da vacinação gratuita é composto por idosos a partir de 60 anos, crianças (maiores de 6 meses a menores de 5 anos), gestantes, puérperas até 45 dias (mulheres que ganharam bebês), trabalhadores de saúde, professores, portadores de doenças crônicas (com prescrição da vacina ou relatório médico).

Mais de 450 mil crianças ainda não foram imunizadas contra poliomelite e sarampo na Bahia; campanha acaba em 10 dias

  • 21 Ago 2018
  • 07:03h

(Foto: Reprodução)

Mais de 450 mil crianças ainda não foram imunizadas contra a poliomelite e o sarampo na Bahia, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta segunda-feira (20). O público-alvo da campanha, que começou no dia 6 de agosto, é de 849.361 meninos e meninas. No entanto, segundo o órgão, pouco mais de 390 crianças mil foram vacinadas até as 18h15 desta segunda. No total, 395.221 contra poliomelite e 397.037 contra sarampo. A meta é imunizar 95% do público-alvo até o dia 31 de agosto, dia em que a campanha será encerrada. Contudo, até esta segunda, cerca de 46% das crianças tinham sido imunizadas. Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde enviou para a Bahia 2,1 milhões de doses das duas vacinas, segundo a Sesab. Devem se vacinar crianças de 1 a menos de 5 anos (4 anos 11 meses e 29 dias). Para sarampo, a dose é aplicada em injeção. Já para poliomelite, é em gota.

Brumado: Dia D de vacinação contra sarampo e poliomielite acontece neste sábado (18)

  • 17 Ago 2018
  • 10:03h

(Foto: Reprodução)

Postos de saúde em todo o país abrem as portas amanhã (18), sábado, para o chamado Dia D de Mobilização Nacional contra o sarampo e a poliomielite. Todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos devem receber as doses, independentemente de sua situação vacinal. A campanha segue até 31 de agosto. A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até a última terça-feira (14), no entanto, 84% das crianças que integram o público-alvo ainda não haviam recebido as doses. Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, o que significa que mesmo as crianças que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço. No caso da pólio, as que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida vão receber a vacina injetável e as que já tomaram uma ou mais doses devem receber a oral.  Para o sarampo, todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos vão receber uma dose da Tríplice Viral, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Bahia só vacinou pouco mais de 12% das crianças contra sarampo e poliomielite

  • 15 Ago 2018
  • 15:04h

(Foto: Reprodução)

Mais de uma semana após o início da Campanha Nacional de Vacinação, apenas 12,18% das crianças foram imunizadas contra sarampo na Bahia, enquanto o número de imunizações contra poliomielite equivale a 12,43% do público-alvo. De acordo com balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (14), foram aplicadas 3,6 milhões de doses em todo o país (cerca de 1,8 milhão para cada doença), ou seja, cerca de 16% das crianças. A campanha deste ano é indiscriminada, ou seja, devem ser vacinadas todas as crianças com idade de um a cinco anos incompletos até 31 de agosto, data de encerramento da iniciativa. A expectativa da pasta é imunizar pelo menos 11,2 milhões de crianças em todo o país.  Entre os estados com melhor cobertura vacinal neste momento estão: Rondônia, com 45,01% para a pólio e 43,84% para o sarampo, seguido por São Paulo com 28,35% pólio e 27,91% sarampo. Entre as coberturas mais baixas, destacam-se: Amazonas, com 3,23% do público-alvo vacinado para pólio e 3,24% para sarampo e Roraima, que tem 4,98% pólio e 3,60% sarampo.

Campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite continua

  • 14 Ago 2018
  • 16:07h

(Foto: Reprodução)

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite está acontecendo por todo o país, a meta é imunizar 11 milhões de crianças com idade entre um e cinco anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de Mobilização Nacional  já aconteceu em varias cidades, mas a campanha segue até o dia 31 de agosto. Não deixe de levar as crianças. A vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança recebe um reforço. A campanha ocorre em meio a pelo menos dois surtos de sarampo no Brasil, em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o público-alvo da ação, tanto para polio como para sarampo, na Bahia, é de 849.361 crianças. A meta é vacinar 95% dessa população, ou seja, mais de 806 mil crianças, até o dia 31 de agosto.

Condeúba: Criança de 1 ano está com grave suspeita de sarampo

  • 14 Ago 2018
  • 12:03h

Alerta na saúde da Bahia. A região Sudoeste registra o primeiro caso de sarampo da região, esse seria o segundo caso em todo o estado neste ano. O paciente é uma criança de apenas 1 ano de idade, morador da cidade de Condeúba distante 150 quilômetros de Vitória da Conquista. O Ministério da Saúde divulgou que o número de infecções passou de 677 para 822 no país – dados contabilizados até 17 de julho. Os estados do Amazonas e de Roraimas são os mais afetados, com dois surtos da doença. Os outros cinco estados são “casos isolados”, segundo o governo. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite.

Espírito Santo registra surto de malária com mais de 100 casos e uma morte pela doença

  • 11 Ago 2018
  • 20:02h

Mais de cem casos de malária já foram confirmados no Espírito Santo de julho até esta sexta-feira (10). Somente no município de Vila Pavão, a Secretaria de Saúde do Espírito Santo confirmou 92 casos. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença. Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária. As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a malária é considerada endêmica. De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito. A maioria dos casos no Brasil se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica. Os sintomas incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais. A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão. Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e de telas em portas e 

Campanha de vacinação contra pólio e sarampo é iniciada em todo o país

  • 07 Ago 2018
  • 19:06h

Crianças com idade entre 1 ano e menos de 5 anos devem ser levadas, a partir desta segunda-feira (6), aos postos de saúde para receber a vacina contra poliomielite e sarampo. A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O Dia D de mobilização nacional foi agendado para 18 deste mês, quando mais de 36 mil postos estarão abertos, mas a campanha segue até 31 de agosto. Neste ano, a campanha de vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, para todas as crianças da faixa etária preconizada, mesmo as que já receberam o imunizante. Para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a VIP. Já os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a VOP, a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias. "Às vezes enfrentamos uma situação como essa de baixa cobertura vacinal que nos traz um alerta, porque temos uma falsa impressão de que a doença foi eliminada do país. Mas é a cobertura vacinal elevada que faz a doença desaparecer. E é por isso que devemos continuar vacinando nossos filhos, para manter essas doenças longe do Brasil", ressaltou o ministro da Saúde Gilberto Occhi, durante o lançamento da campanha.  Nos estados que registraram surtos de sarampo, a vacinação foi antecipada como medida de bloqueio para interromper a circulação do vírus. Em Roraima, a campanha iniciou em março e envolveu pessoas de 6 meses a 49 anos. Já em Manaus (AM), aconteceu em abril e o público vacinado foi de 6 meses a 29 anos de idade. E, em Rondônia, a vacinação está em andamento para crianças de 6 meses a menores de cinco anos.

São Paulo confirma 17 mortes por febre maculosa apenas neste ano

  • 05 Ago 2018
  • 14:03h

Foto: Wikimedia Commons

Transmitida por carrapatos, a febre maculosa já causou 17 mortes no estado de São Paulo desde o início de 2018. No entanto, o Ministério da Saúde informou que não houve aumento, já que foram registradas 58 mortes em todo o ano de 2017. Neste ano, segundo a Agência Brasil, foram confirmados 60 casos da doença, ante 165 casos registrados no ano passado. O Ministério da Saúde ressaltou que, quanto antes a pessoa é diagnosticada e começa o tratamento, maior o sucesso. A doença se manifesta com febre de início súbito, dor de cabeça, dores no corpo, manchas vermelhas na pele, começando nos pés e mãos e lesão no local onde o carrapato ficou preso. É importante avisar o médico também se a pessoa frequentou área sabidamente de transmissão de febre maculosa nos 15 dias anteriores. No Brasil, a doença ocorre predominantemente nas regiões Sudeste e Sul e, de acordo com o ministério, nas áreas onde estão ocorrendo casos já foram adotadas as medidas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde, como avisar as unidades de saúde locais e colocar placas de alerta à população. De acordo com a pasta, foram capacitados 550 profissionais da área de vigilância epidemiológica e vigilância de ambientes para identificar áreas reconhecidamente endêmicas.

ANS marca nova audiência pública sobre franquias em planos de saúde

  • 05 Ago 2018
  • 08:00h

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) marcou para o dia 4 de setembro uma nova audiência pública para debater a regulação dos planos de saúde com coparticipação e franquia. Segundo a entidade, o objetivo é receber as propostas da sociedade, entidades de defesa do consumidor e representantes do setor. A resolução que determinava mudanças na regulação foi revogada na última segunda-feira (30), após uma ação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) questionar a mudança que, segundo a ANS, feria o direito do consumidor ao estabelecer um limite de até 40% de coparticipação dos consumidores nas despesas médicas e hospitalares. O edital de convocação para a audiência da entidade foi publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU). A agência disponibilizou para consulta o regimento com as regras de participação na audiência e os principais documentos sobre o tema.  Os interesasdos em participar como ouvinte ou expositor devem fazer a inscrição prévia pelo e-mail: [email protected].