BUSCA PELA CATEGORIA "Saúde"
- Redação
- 29 Jan 2020
- 10:54h
(Foto: Divulgação)
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) nega a informação sobre a existência de caso suspeito de infecção pelo coronavírus no estado da Bahia. Em 28 de janeiro, foi notificada a existência de um paciente internado no município de Jacaraci com quadro de infecção respiratória e história de viagem ao Japão, com escala nos Estados Unidos. O paciente foi transferido para o Instituto Couto Maia, referência estadual em doenças infecciosas, e a avaliação inicial não preenche critérios para enquadrar como caso suspeito de infecção pelo coronavírus. Todas as medidas habituais de isolamento para casos suspeitos de infecção por vírus do grupo influenza (H1N1, H3N2, Influenza B) estão sendo tomadas. Ressalta-se que apenas no ano de 2019 foram confirmados na Bahia 1.821 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus respiratórios, com 132 óbitos. Toda a rotina laboratorial para diagnóstico de casos semelhantes está sendo conduzida pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA).
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde anunciou na tarde desta terça-feira (28) dois novos casos suspeitos do coronavírus 2019-nCoV, um em São Leopoldo (RS) e outro em Curitiba (PR). Mais cedo, o governo havia noticiado a investigação de um caso em Belo Horizonte (MG). Inicialmente, o ministério disse que o possível caso no Rio Grande do Sul havia sido registrado em Porto Alegre, mas uma atualização mostra que ocorreu em São Leopoldo, região metropolitana. A notificação à pasta federal que foi feita pela Secretaria de Saúde da capital gaúcha. O governo informou, ainda, que os dois pacientes do Sul do país se enquadram na definição de quadro suspeito estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com febre, pelo menos um sintoma respiratório e possível contato com a doença, em qualquer lugar da China, nos últimos 14 dias.
( Foto: Center for Desease Control and Prevention)
O Ministério da Saúde investiga um caso suspeito de coronavírus em Minas Gerais. Nesta terça-feira (28), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que a pasta investiga uma paciente que apresentou sintomas "compatíveis" com os da doença.Trata-se de uma estudante de 22 anos que viajou para Wuhan, na China. Ela chegou em território brasileiro no dia 24 de janeiro. Segundo o ministro, a estudante está num hospital de alta organização na área de infectologia. Todas as 14 pessoas que tiveram contato com a estudante também estão sendo "monitoradas".Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está levantando os outros viajantes que estavam no voo que viajou da China até o Brasil - escalas foram feitas em Paris e Guarulhos.De acordo com Mandetta, a paciente monitorada relata não ter ido ao mercado de peixes da cidade, não ter tido contato com nenhuma pessoa doente e não ter procurado nenhum serviço de saúde enquanto estava na cidade. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, a jovem passa bem.O surto de coronavírus provocou 106 mortes na China, onde o número de infectados passa de 4,5 mil. De todas as mortes até o momento, 100 foram registrada na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro da contaminação. Ao menos 15 países em 4 continentes já confirmaram casos importados da doença.Nesta terça, representantes do Ministério da Saúde vão participar de uma reunião com a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o tema. Mandetta disse que o Instituto Butantã participará de um "esforço internacional" para a produção de uma vacina contra o coronavírus.
(Foto: Reprodução)
Ana Maria Braga usou o encerramento de seu programa "Mais Você" nesta segunda-feira (27) para falar sobre seu estado de saúde. A apresentadora revelou estar em tratamento contra um câncer no pulmão. "Tenho muita fé, força que vem de Deus, e acredito que vou sair dessa", disse Ana Maria. Assista ao vídeo na íntegra. A apresentadora contou que já iniciou o ciclo do tratamento contra o adenocarcinoma, que acontece a cada 21 dias e relembrou que já teve dois outros cânceres no pulmão. "E vocês me deram força. Um foi operado e, o outro, foi tratado com radiocirurgia." "Agora, infelizmente, fui diagnosticada com outro câncer de pulmão, é um adenocarcinoma, o nome científico dele, semelhante aos outros, mas que é mais agressivo e não é passível de cirurgia ou de radioterapia. Descobri agora no começo do ano. Já estava sabendo há um tempo. No dia 24 de janeiro eu recebi o primeiro ciclo de tratamento, uma combinação de quimioterapia com imunoterapia", disse a apresentadora. "Normalmente quando se faz quimioterapia e imunoterapia têm-se efeitos colaterais, têm sintomas que quem faz quimioterapia sabe, quem já conviveu com quem faz quimioterapia sabe que tem dias que você fica mais. E é por isso que eu preciso falar com vocês aí de casa, tem dias que você fica mais sensível." "Em alguns dias eu não sei, tenho mais uns ciclos de imunoterapia e quimioterapia. Espero estar com vocês até o dia 7", disse Ana, que já estava com férias programadas para depois desta data. "Quero contar com sua força aí do outro lado e suas orações. Tenho muita fé, tenho uma força que vem de Deus, acredito que vou sair dessa e vou dividindo esses momentos com vocês." Além do câncer no pulmão, Ana Maria Braga, de 70 anos, também já enfrentou um câncer de pele, em 1991. Já em 2001, foi diagnosticada com câncer no reto. Logo após a atração, Ana Maria usou as redes sociais para agradecer o apoio. "Eu agradeço, de coração, todo o carinho que estou recebendo. Eu sei que a luta é minha, mas é bom contar com esse apoio."
- Fantástico
- 27 Jan 2020
- 11:07h
(Foto: Reprodução)
Esta semana, depois de vinte anos, surgiu o relato de uma morte aqui no Brasil, por um vírus muito perigoso: O Arenavírus, que causa febre hemorrágica, é raro aqui no Brasil. Mas depois de duas décadas, voltou a infectar uma pessoa – um homem de cinquenta e dois anos, morador de Sorocaba, interior de São Paulo, que morreu dia onze de janeiro. Ele visitou outras cidades do interior do estado antes de ficar doente, mas ainda não se sabe o local da infecção. Acredita-se que tenha sido em área rural porque o arenavírus fica hospedado em ratos silvestres.
(Foto: Divulgação/Sindestiva)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) descartou qualquer possibilidade de contaminação por coronavírus em um navio atracado no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A suspeita foi levantada por estivadores, que disseram ter visto que a tripulação não estava saudável. A embarcação, de bandeira liberiana, também passou pela África do Sul e aguarda embarque de soja a granel. O órgão informou que não há tripulantes doentes.Segundo informações do Sindicato dos Estivadores de Santos (Sidestiva), o navio KM Singapore atracou na noite de sábado (25) e os estivadores levantaram a suspeita de que os tripulantes estariam contaminados pelo coronavírus já que viram a tripulação com tosse, espirros e os operadores responsáveis pelo Terminal Exportador do Guarujá (TEG) subirem no navio com luvas e máscaras.A Anvisa informou por meio de nota na tarde deste domingo (26) que não há quaisquer elementos que justifiquem preocupações em relação a esta embarcação, atracada Porto de Santos, no que se refere ao coronavírus. O órgão ainda que o navio é procedente da China, e que fez suas últimas escalas em portos da África do Sul, Índia e Singapura.Já a Santos Port Authority (SPA), que administra o Porto de Santos, informou que a Guarda Portuária foi acionada por um trabalhador portuário autônomo sobre a situação do navio e que imediatamente acionou o setor de Saúde da Gerência de Segurança do Trabalho da SPA. Ainda não há relatos de quantos dias a embarcação vai permanecer no Porto de Santos.A Prefeitura de Santos, por meio de nota, informa que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou o caso à Vigilância em Saúde do Município e descartou qualquer possibilidade de contaminação por coronavírus no navio, que está atracado em Guarujá. O órgão federal em Santos deve ser procurado para as informações necessárias.
( Foto: Center for Desease Control and Prevention)
O novo coronavírus chegou à Malásia e a mais um continente, a Oceania. Três casos da doença respiratória foram confirmados neste sábado (25) no país do sudeste asiático, e outro na Austrália. Com isso, já são 11 os países em 4 continentes afetados pela infecção que surgiu na China e já matou 41 pessoas desde o início do ano.Ainda neste sábado, o Japão confirmou o 3º caso da doença.Segundo o ministro da Saúde da Malásia, Dzulkefly Ahmad, as três pessoas com a doença têm nacionalidade chinesa e são a mulher e dois netos de um homem de 66 anos que foi diagnosticado com a infecção em Singapura.Na Austrália, o caso confirmado é de um homem que chegou a Melbourne, no sudeste do país, há uma semana procedente da cidade de Wuhan, epicentro do surto na China. Segundo as autoridades australianas, ele está isolado com pneumonia e seu quadro é estável.Nas sexta-feira (24), os Estados Unidos confirmaram o 2º caso da doença no país, e a França registrou 3, os primeiros na Europa. Também há casos no Nepal, na Tailândia, Vietnã, Arábia Saudita, Coreia do Sul e Japão.
(Foto: Nicole Angel/G1)
O Ministério da Saúde afirmou, nesta quinta-feira (23), que está em alerta para o risco de transmissão do coronavírus no Brasil. De acordo com a pasta, o nível de alerta é 1 (inicial), em uma escala que vai de 1 a 3. O nível mais elevado é ativado quando são confirmados casos transmitidos em solo nacional. Julio Henrique Rosa Croda, secretário substituto de Vigilância em Saúde, afirmou que cinco casos suspeitos da doença no Brasil foram descartados.O coronavírus já matou 17 pessoas e infectou centenas em nove países. Além da China, há registros de casos nos Estados Unidos, Japão, Tailândia, Taiwan, Coreia do Sul, Vietnã, de Singapura e a Arábia Saudita. Três cidades chinesas adotaram medidas de quarentena para tentar frear a epidemia. Pequim cancelou as comemorações do Ano Novo chinês. "O vírus sofreu uma pequena mutação e não se sabe ainda a forma de transmissão, se ele se assemelha à transmissão do Sars e do Mers, [outras variações de coronavírus, que são transmitidos por gotículas] e portanto mais limitada, ou se pode adquirir habilidade maior de transmissão, como o vírus da influenza, por aerossol", afirma Julio Henrique Rosa Croda, secretário substituto de Vigilância em Saúde.
( Foto: Reprodução/Medley)
Ao menos duas farmacêuticas iniciaram o recolhimento de alguns lotes de medicamentos usados no tratamento de úlcera gástrica por conta de uma possível contaminação com substância de potencial cancerígeno. Nesta segunda-feira (20), a Medley anunciou o recall de lotes de remédios a base de cloridrato de ranitidina, que podem estar contaminados com N-nitrosodimetilamina (NDMA). Em dezembro do ano passado, a Aché suspendeu a comercialização e a fabricação de medicamentos com este composto. A NDMA é uma molécula do grupo das nitrosaminas. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), elas são impurezas que, a longo prazo, podem aumentar o risco de câncer. A agência alertou em um comunicado que esta impureza pode ser formada em laboratório durante a sintetização de alguns produtos a base de nitritos. A Anvisa pediu que empresas adotem medidas de precaução para a produção de medicamentos livres desta contaminação. Segundo a Anvisa, a suspensão de medicamentos contaminados com NDMA é uma medida preventiva, porque estudos em animais classificaram a molécula como um potencial agente cancerígeno.Em nota publicada na terça-feira (14), a Anvisa recomendou “fortemente” que as empresas reavaliem os métodos de processamento para evitar a contaminação. Em setembro do ano passado, a agência suspendeu a importação de ranitidina fabricada por um laboratório indiano por conta da detecção de NDMA na composição.
(Foto: Reprodução)
Um morador de Sorocaba (SP) morreu em decorrência de complicações causadas pela febre hemorrágica. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (20).A pasta confirmou o caso de febre hemorrágica brasileira causada por contaminação do arenavírus. É a primeira vez em 20 anos que a doença é registrada no país. Avítima é um homem de 52 anos, morador da Vila Carvalho. A Secretaria Municipal da Saúde não divulgou o nome dele. De acordo com o Ministério da Saúde, o paciente começou a apresentar os sintomas no dia 30 de dezembro e foi atendido em três hospitais de Eldorado (SP), Pariquera-Açu (SP) e São Paulo até morrer por complicações da doença no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFM-USP), no dia 11 de janeiro. Ele não passou por atendimento em Sorocaba. A princípio, foram realizados exames para identificação de doenças como febre amarela, hepatites virais, leptospirose, dengue e zika. No entanto, todos os resultados foram negativos. Ainda segundo o ministério, o morador viajou para as cidades de Itapeva (SP) e Itaporanga (SP), locais prováveis de infecção. Ele não tinha histórico de viagens internacionais.Não está confirmada a origem da contaminação do paciente. Os funcionários dos hospitais por onde ele passou estão sendo monitorados e avaliados, assim como os familiares do homem.O ministério está considerando o caso como um evento de saúde pública grave por conta da raridade e da letalidade da doença.No país há registros de apenas quatro casos da doença, sendo três adquiridos em ambiente silvestre no estado de São Paulo e um por infecção em ambiente laboratorial no Pará. Todos foram contabilizados na década de 90, o último em 1999.
(Foto: Reprodução)
Os estados do Nordeste, assim como Espírito Santo e Rio de Janeiro, poderão ter um surto de dengue a partir de março de 2020, afirma o Ministério da Saúde. “A dengue é uma doença sazonal e o quadro é dinâmico e pode mudar em pouco tempo, mas, no momento, os nove estados do Nordeste e as regiões do Sudeste com grande contingente populacional pouco afetadas em 2019 estão no nosso alerta”, afirmou ao G1 o porta-voz do Ministério da Saúde, Rodrigo Said. O Brasil registrou 1.544.987 casos de dengue no ano passado, com 782 mortes, segundo dados da pasta, um aumento de 488% em relação a 2018, um ano considerado atípico pelo Ministério.
( Foto: Divulgação/Sesa)
O governo federal começou a entregar aos estados 1,7 milhão de doses de vacina pentavalente, que estava em falta em várias regiões.Em Sorocaba, a Secretaria de Saúde avisou da chegada da pentavalente aos pais, que correram para o posto. Carol tem dois meses e foi imunizada. “A gente está com aquela sensação de alívio por ter vacinado e saber que a primeira dose da Carol já foi dada”, diz Celso Proença Neto, almoxarife. A cidade de São Paulo recebeu 70 mil doses e continua aguardando um novo lote. A pentavalente imuniza contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, além de combater uma bactéria que causa problemas respiratórios. As crianças têm que tomar as doses aos dois, quatro e seis meses. Em julho de 2019, a Anvisa recolheu lotes da pentavalente porque foram reprovados no controle de qualidade. Desde outubro, estava faltando vacina em quase todo o Brasil. O Ministério da Saúde comprou vacinas de outra empresa e enviou na semana passada mais de 800 mil doses e, até o fim desta semana, deve entregar outras 900 mil. Segundo o ministério, os estados são responsáveis por distribuir aos municípios. Em Vitória, a vacinação começou na tarde desta segunda-feira (13). Em Sergipe, as doses ainda estão sendo enviadas para as cidades. Alagoas começou a vacinar nesta segunda. No Acre, os postos ficaram cheios, mas as doses ainda não foram disponibilizadas. O Rio de Janeiro recebeu um lote de 66 mil doses e deve terminar de entregar aos municípios até o dia 23 de janeiro. No Amapá, na terça-feira (14) os postos devem começar a vacinação. Mato Grosso do Sul recebeu 15 mil doses da pentavalente. Cada caixa tem 300 doses. É um vidrinho por vacina aplicada. Só que são 35 mil crianças no estado esperando essa vacinação. “O medo também das doenças voltarem. Por isso, que eu faço de tudo para dar a dele em dia”, afirma uma mãe. O Ministério da Saúde informou que o abastecimento deve ser normalizado em março. A Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo disse que a doses recebidas já estão sendo entregues aos postos. O governo do Acre declarou que começa a distribuir a vacina aos municípios nesta terça (14), data de início da vacinação em Sergipe.
( Foto: Gustavo Andrade/Backer/Divulgação)
O uso de uma substância chamada dietilenoglicol (DEG) no processo de fabricação de cerveja vem sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. Um laudo confirmou a presença da substância em duas garrafas de cerveja encontradas em casas de pacientes internados com sintomas de uma síndrome desconhecida. A polícia informou que o laudo ainda é preliminar e que não há como confirmar a responsabilidade da empresa fabricante no caso. Ele foi realizado pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil. Sete pessoas estão internadas com sintomas de intoxicação em hospitais de Belo Horizonte e de Nova Lima, região metropolitana. Uma morreu.
O que é o dietilenoglicol?
O dietilenoglicol (DEG) é uma substância de cor clara, viscosa, não tem cheiro e tem um gosto adocicado. A fórmula química é C4H10O3. Ela é anticongelante e de uso bastante comum na indústria. A ingestão pode provocar intoxicação com sintomas como insuficiência renal e problemas neurológicos. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a substância é um solvente orgânico altamente tóxico que causa insuficiência renal e hepática, podendo inclusive levar a morte quando ingerido. A intoxicação por DEG pode ocorrer quando ele é usado de forma inapropriada em preparações químicas, substituindo outros produtos não tóxicos para o ser humano. Desde 1937, foram registradas dezenas de casos de intoxicação em diferentes países.
( Foto: Reprodução/TV Globo)
Dois novos casos de uma síndrome desconhecida, até agora denominada nefroneural, foram registrados em Belo Horizonte. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Os pacientes são homens de 56 e 64 anos, moradores do bairro Buritis, na Região Oeste da cidade. Até o momento, nove notificações foram registradas. Uma delas foi descartada por não apresentar os mesmos sintomas e por ter doença renal prévia. A média de dias entre o início dos primeiros sintomas e a internação foi de 2,5 dias. Os exames laboratoriais estão sendo analisados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Até agora, um homem, que morava em Ubá e estava internado em Juiz de Fora, na Zona da Mata, morreu. O corpo de Paschoal Dermatini Filho foi levado para Belo Horizonte onde irá passar por necropsia. Em dezembro, ele esteve na casa da filha, moradora do Buritis. O marido dela está internado com suspeita da doença. Belo Horizonte é o local provável de exposição de todos os oito casos suspeitos da síndrome desconhecida, até agora denominada nefroneural. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (8).Técnicos da pasta estão na capital mineira para prestar apoio às Secretarias de Estado e Municipal de Saúde na investigação das causas do aparecimento de sintomas de insuficiência renal aguda com alterações neurológicas.
( Foto: Reprodução/Instagram)
O site americano TMZ noticiou nesta quarta-feira (8) que Justin Bieber foi diagnosticado com a doença de Lyme em 2019. O cantor confirmou a informação através de um post no Instagram."Enquanto muitos ficavam dizendo que 'Justin Bieber está horrível' ou usando drogas, eles não perceberam que recentemente fui diagnosticado com a doença de Lyme. Não apenas isso, eu tive um caso crônico de mononucleose que afetou a minha pele, meu cérebro, minha energia e minha saúde no geral", escreveu. A informação veio à tona depois de uma fonte da publicação americana assistir à série documental "Seasons", que mostra os bastidores da vida de Bieber, inclusive os períodos difíceis que enfrentou nos últimos anos. O cantor também falou sobre o vídeo, que será lançado no dia 27 de janeiro, no post. "Essas coisas serão explicadas na série documental que eu vou colocar no YouTube em breve. Vocês vão poder saber sobre tudo que estou lutando e superando", continua. "Os últimos anos foram difíceis, mas ter o tratamento certo me ajudará a lidar com essa doença incurável. Voltarei e melhor do que nunca". Segundo o site, os médicos não conseguiam diagnosticar a doença que o cantor sofria até o final do ano passado. "Justin estava realmente enfrentando uma depressão extrema porque estava sofrendo e ninguém sabia o que havia de errado com ele", diz a matéria do TMZ. Com o diagnóstico correto, Bieber está se tratando com os remédios adequados e se prepara para lançar um disco e sair em turnê em 2020. A primeira faixa, "Yummi", foi lançada na última sexta-feira (3).