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- Da Redação
- 29 Nov 2014
- 07:07h
(Foto: Reprodução)
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil, que terminaria nesta sexta-feira (28), foi prorrogada em Salvador por mais duas semanas. Com isso, a vacina estará disponível nos postos de saúde da capital baiana até o dia 12 de dezembro. A campanha é para vacinar crianças de seis meses a cinco anos de idade. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, 42% das crianças de Salvador ainda não foram imunizadas. De acordo com a chefe do setor de imunização da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Doiane Lemos, o prazo foi estendido para que a meta de imunizar pelo menos 95% das 156.066 mil crianças residentes no município seja cumprida. A vacina contra a pólio pode ser encontrada em todos os postos de saúde do município, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), ainda não tem informações sobre a prorrogação da campanha de vacinação no interior do estado.
- Carmen Vasconcelos
- 23 Nov 2014
- 13:54h
Lucimar Lopes conseguiu adiar por tempo indeterminado uma cirurgia cardíaca após fazer a reabilitaçãoCada sessão de exercícios é personalizada de acordo com o paciente (Foto: Robson Mendes)
Há cerca de cinco anos, a bancária Lucimar Lopes, 56, foi diagnosticada com uma insuficiência cardíaca. Na época, o médico que a acompanhava sugeriu que ela iniciasse uma reabilitação com a técnica de Pilates para preparar o coração para uma cirurgia. “Passei a fazer o Pilates três vezes por semana e parei de cansar o tempo todo, voltei a conseguir trabalhar em casa, minha qualidade de vida melhorou e, até agora, consegui passar sem a cirurgia”, comemora, lembrando que os resultados foram percebidos pelos vizinhos e amigos. “Sou uma divulgadora desse tipo de reabilitação”, conta em tom de brincadeira. Criado nos anos 20 do século passado, o Pilates vem se mostrando uma boa ferramenta para ajudar pacientes com doenças do coração e os que lutam contra o câncer. Isso porque os pacientes costumam sofrer com a perda da massa magra e da força muscular pelo tempo que precisam ficar acamados ou em inatividade por força do uso das medicações. A perda muscular própria nessas situações costuma comprometer a funcionalidade do paciente até mais que a própria doença. A reabilitação física evita a perda da musculatura e ajuda o paciente a suportar o esforço. Para o cardiologista Otávio Lopes Peixoto, do Hospital Ana Nery, as diversas modalidades de reabilitação, incluindo o Pilates, são úteis para pacientes cardiopatas na medida em que melhoram a qualidade de vida destes pacientes, reduzindo de forma significativa os sintomas da doença cardíaca, possibilitando ainda a redução do número de reinternações hospitalares, além de aumentar a sobrevida. “É inegável a repercussão da reabilitação nos aspectos psicológicos destes pacientes, visto que além da melhora dos sintomas cardíacos, existe também o fortalecimento da autoestima e funcionalidade social dos mesmos”, completa o médico.
De acordo com a fisioterapeuta Juliana Simon, especialista pelo Instituto do Coração(Incor/USP) num tipo de reabilitação específica para pacientes com câncer e doenças do coração e pioneira no tratamento no estado, mais que trabalhar o corpo, o Pilates voltado para a reabilitação permite que pacientes possam voltar a se movimentar com tranquilidade, devolvendo a integridade física sem desgastes. “Todas as séries de atividades são desenvolvidas para se adequar à necessidade do paciente, assim alguém com leucemia, por exemplo, não pode ter grandes gastos energéticos, então o movimento precisa respeitar isso”, esclarece, ressaltando que já os pacientes que tiveram câncer de mama ou qualquer problema ósseo precisaram centrar os seus esforços num reforço da musculatura. A reabilitação com o Pilates também respeita etapas de recuperação do paciente e pode ser usada em vários momentos do processo de tratamento, especialmente na hora de reabilitar as pessoas para suas atividades rotineiras. “Tudo é desenvolvido com base fisiológica”, esclarece. Ela destaca que mesmo respeitando as necessidades específicas, é necessário que a prática seja mantida por, no mínimo, duas vezes na semana. Em cada sessão, mesmo quem nunca praticou atividade física regular pode aprender a realinhar a postura do corpo, melhorar a coordenação motora, aumentar a concentração, a força, flexibilidade, além de ampliar o potencial respiratório permitindo que, por consequência, também haja uma estimulação no sistema circulatório e na oxigenação do sangue, fato que estimula a imunidade. Reforço - Maria Janildes Gomes, 62, era uma pessoa indisposta dentro de casa. Há três anos, ela luta contra uma leucemia que baixava sua imunidade e a deixava cheia de dores no corpo. “Ao contrário do que as pessoas pensam sobre leucemia, digo que a minha vida inteira sempre comi bem, trabalhava, mas era sedentária. A reabilitação duas vezes por semana, mudou minha vida e, hoje, até mesmo minha filha, que começou a reclamar de cansaço quando chegava do trabalho, começou a fazer Pilates”, diz, lembrando que está se preparando para fazer um transplante de medula óssea nos próximos meses. “Retomei prazeres simples como cozinhar e isso tem sido importante”, completa, ilustrando as vantagens do tratamento fisioterápico. Nas palavras da oncologista Júlia Andrade de Oliveira, da Clínica AMO, especificamente em pacientes oncológicos, a prática de atividade física permite que eles vivam mais e melhor. “Exercícios físicos não só reduzem riscos de recidiva de neoplasia e aumentam sobrevida, como permitem uma melhor qualidade de vida, através de melhor manejo de efeitos colaterais como astenia (fraqueza muscular), artralgia e mialgia (dor em articulações e dor muscular), além de melhor controle da ansiedade e depressão, que invariavelmente surgem no paciente que recebe diagnóstico de câncer”, completa. A médica destaca ainda que pacientes que fazem atividade física apresentam menor intensidade de efeitos colaterais com o tratamento (quimioterapia e radioterapia), conseguem se recuperar mais rapidamente de sequelas do tratamento, manter um humor mais equilibrado, melhor qualidade de sono e menor nível de estresse emocional. A cardiologista Maria Cristina Torres Cardoso, da Clínica Serviços Integrados em Medicina (SIM), destaca que antes de ser submetido a qualquer reabilitação física, é importante que o paciente passe por uma avaliação, onde além das atividades físicas, também sejam contempladas as questões nutricionais.
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- Ana Claudia Amorim
- 16 Nov 2014
- 10:05h
(Foto: Reprodução)
Nesta época do ano, o calor e as chuvas favorecem o aumento de problemas respiratórios. Isso porque ambientes muito úmidos e quentes facilitam a proliferação de ácaros, parasitas que provocam irritações no nariz e na garganta. Esses seres minúsculos sobrevivem em lugares como colchões, tapetes e travesseiros e se alimentam de escamas de pele humana. De acordo com a clínica geral do Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, Rúbia Americano, os ácaros liberam excrementos que causam diversas doenças alérgicas no ser humano como rinite, asma alérgica e dermatite. Rúbia Americano explica que o tratamento para essas complicações começa com a prevenção. “Quanto menos cortinas, tecidos, quando menos usarmos, prolongadamente roupas de cama melhor. Expor ao sol e o ferro de passar roupa podem ser usados como um fator de prevenção. Isso tudo pode ajudar as pessoas que têm esse problema que é bem específico, não é para todo mundo, é bem especificamente para que tem essa tendência de problemas respiratórios.” A estudante, Cássia Dantas, sabe bem disso. Como sofre de alergia respiratória, ela conta que está atenta aos cuidados com a limpeza para evitar novas crises. “Tem a questão do ácaro também que acaba incomodando. Para quem é alérgico é bem complicado isso, o ambiente tem que ficar bem limpo e aí, quando ele acumula sujeira, acaba transmitindo outras coisas pra gente.” Ainda de acordo com a médica clínica geral, Rúbia Americano, o tratamento de irritações respiratórias e cutâneas causadas por ácaros é medicamentoso, mas se a pessoa se expuser novamente ao parasita, o problema alérgico reaparece. Por isso, as medidas de prevenção não podem ser interrompidas.
- Da Redação
- 04 Nov 2014
- 21:28h
(Foto: Reprodução)
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou nesta terça-feira (4) que academias de ginástica se tornem micro ou minigeradoras de energia elétrica. Isso será possível a partir da adaptação de equipamentos, de forma a aproveitar a força motriz humana aplicada durante os exercícios. Por enquanto, a permissão vale apenas para academias públicas disponibilizadas nas ruas pela prefeitura do Rio de Janeiro. Elas fazem parte de um projeto piloto, em parceria com a empresa Adabliu Eventos e a concessionária Light Serviços de Eletricidade. “Toda energia gerada será computada e compensada nas instalações da prefeitura”, informou o relator do processo na Aneel, Reive Barros dos Santos. “Trata-se do reaproveitamento de energia. Ela seria desperdiçada, caso não fossem utilizados sistemas de conversão eletromecânica do trabalho durante a prática desportiva e injeção de eletricidade na rede de distribuição de energia elétrica”, acrescentou.
- Da Redação
- 02 Nov 2014
- 07:53h
(Reprodução)
Um em cada seis homens deverá ter câncer de próstata. Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), a estimativa é que o número de casos da doença aumente em 60% até 2015; três quartos ocorrem a partir dos 65 anos. Hoje, não há como prevenir o câncer de próstata, mas realizar exames preventivos ajudam a detectar a doença ainda em estágio inicial e ter chance de cura de até 85%. Em estágios iniciais, o câncer de próstata não causa nenhum tipo de sintoma, explica o coordenador do Departamento de Uro-oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), Lucas Nogueira. Por isso, é recomendável que os homens façam os exames de prevenção, que são o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico) e o exame de toque retal. Assim, é possível detectar a doença ainda em estágio inicial elevando as chances de cura. Já nos casos mais avançados, o câncer de próstata pode causar diversas consequências graves ao paciente, como dores ósseas e até paralisia nas pernas, alerta o urologista do Hospital das Clínicas de São Paulo Cesar Camara. Ocorre também sangramento e dificuldade muito grande para urinar. A dificuldade para urinar acontece também no crescimento benigno da próstata, mas isso nós descobrimos realizando os exames.
- Da Redação
- 01 Nov 2014
- 09:44h
(Foto: Reprodução)
Depois do Outubro Rosa, que intensificou a prevenção do câncer de mama nas mulheres, o Novembro Azul vem chamar a atenção do público masculino para o tumor maligno de próstata. Exclusivo dos homens (a próstata é um glândula que só existe no homem), esse tipo de câncer é segundo mais prevalente entre os homens. Só para este ano, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê a ocorrência de 68,8 mil casos novos no país, 12.930 no Nordeste, e 3.450 casos na Bahia. O número de óbitos estimado pela enfermidade é de 13.129. O preconceito e a falta de informação ainda são o maior inimigo para o controle da doença, que quando diagnosticada em exames (toque retal ou laboratorial) anuais tem 90% cura.
- Da Redação
- 22 Out 2014
- 17:34h
(Foto: Reprodução)
A febre chikungunya já atinge 35 municípios na Bahia, segundo último relatório da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). De acordo com a pasta, até o dia 21 de outubro foram notificados 1.267 casos no estado. Feira de Santana, no centro norte, ainda é a primeira em registros, com 371 casos confirmados de 1.015 notificações feitas, e Riachão do Jacuípe, na mesma região, tem 82 casos confirmados, com174 notificações. As outras confirmações da doença ocorreram em Salvador, com dois casos, e em Alagoinhas, Cachoeira e Amélia Rodrigues, que registraram um caso confirmado cada uma. No entanto, segundo a Sesab, todos os registros fora de Feira tiveram foco na segunda maior cidade do estado. De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Sesab, Jesuína Castro, um plano de ação estadual foi aprovado na sexta-feira (17) com representantes de secretarias de saúde do interior para intensificar o combate à doença.
- Informações do Giro em Ipiaú
- 22 Out 2014
- 17:29h
Secretária disse que a Vigilância Epidemiológica está em alerta. (Foto: Giro em Ipiaú)
A Secretária de Saúde do município de Ipiaú, Jamine Barros, revelou nesta quarta-feira(22), durante entrevista ao Programa Institucional da Prefeitura, na Fm Ipiaú, que o resultado do exame do caso suspeito de chikungunya deu negativo. Segundo a secretária, o caso foi de identificado como dengue clássica. Ainda de acordo com Jamine Barros, o paciente foi atendido em Ipiaú, mas reside em Dário Meira. A secretária reafirmou o empenho dos Agentes de Endemias do município no controle dos casos de dengue e outras doenças. A Vigilância Epidemiológica da 13ª Dires investiga outros casos suspeitos em Itagibá e Dário Meira. A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos.
- Blog do Anderson
- 20 Out 2014
- 15:49h
(Foto: Divulgação)
A Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Vitória da Conquista, promove, nesta quarta-feira (22), uma palestra sobre o programa “Mais Médicos” que será proferida pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro. O encontro acontecerá no Auditório do Prédio Administrativo da universidade, às 9 horas. Na ocasião, o Ministro da Saúde vai anunciar, formalmente, a chegada do curso de Medicina no Campus Anísio Teixeira. Dentre os presentes, estarão o novo Reitor da UFBA João Carlos Salles, o Diretor do campus da UFBA em Vitória da Conquista, Orlando Caires, políticos locais, autoridades, representantes da sociedade civil e a comunidade acadêmica. De acordo com o portal do Ministério da Saúde, o programa “Mais Médicos”, lançado em julho de 2013 pelo governo federal, faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde, que prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. A iniciativa prevê também a expansão do número de vagas em curso de medicina e de residência médica, além do aprimoramento da formação médica no Brasil, segundo o portal.
- Agência EFE
- 18 Out 2014
- 08:16h
Dôr cronica atinge um grande número de pessoas no mundo (Foto: Reprodução)
O estudo genético exerce atualmente um papel preponderante para definir como as pessoas sentem e respondem a qualquer tipo de dor crônica, uma doença que afeta 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).A dor que se estende no tempo além de seis meses deixa de ser um sintoma para passar a ser uma patologia, cuja origem e tratamento foram debatidos durante esta semana em Buenos Aires por mais de seis mil profissionais de todo o mundo."A dor se transmite, e hoje se sabe efetivamente a importância que o impacto genético tem em sua percepção", explicou à Agência Efe o neurocirurgião Fabián Piedimonte, presidente do Comitê Local da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, na sigla em inglês).
"Hoje a genética tem um papel preponderante para definir como um indivíduo vai sentir a dor, se terá uma maior ou menor sensibilidade", acrescentou.Segundo Piedimonte, o tratamento da dor de forma individual ou isolada é algo que se fez desde sempre, mas sua avaliação como doença é algo "muito recente", motivo pelo qual não existem suficientes profissionais de saúde especializados nessa área."Um dos objetivos deste congresso foi treinar e alertar os médicos para que estejam capacitados para os que sofrem deste mal", destacou o neurocirurgião.A porcentagem de pessoas afetadas por algum tipo de dor crônica chega a 50% entre os maiores de 65 anos, enquanto entre os maiores de 80 alcança 85% da população."E o estilo de vida tem sem dúvida muito a ver com isso", assegurou Piedimonte, que destacou as dores da coluna como uma das mais frequentes.Depois das lombares, aparecem na segunda posição os padecimentos osteoarticulares (artroses) e depois as neuropatias, originadas por uma alteração na comunicação nervosa, por exemplo nas fibromialgias."E essa dor crônica tem um efeito devastador sobre a personalidade de quem a sofre", ressaltou o médico.Depressão, ansiedade e falta de sono são algumas das consequências de uma dor constante que, segundo Piedimonte, "pode e deve ser combatida"."Há uma infinidade de tratamentos que pode preveni-la e combatê-la que vão desde a administração de analgésicos em distintas escalas à técnica mais inovadora: a neuromodulação, que consiste em implantar um dispositivo que atua como bloqueador daquilo que produz a dor", explicou.Existem outros métodos como os derivados da morfina, "que, com a aplicação adequada, também ajudam", as infiltrações ou os tratamentos químicos."E o desejável seria dizer que muitas destes tratamentos poderiam fazer desaparecer a dor crônica, mas não é o caso, eles podem apenas atenuar", comentou o neurocirurgião.Apesar de tudo, segundo a OMS, apenas 10% das pessoas que sofrem essa dor tem acesso a um tratamento adequado, seja por baixa prescrição do médico, por baixa provisão das enfermeiras, ou porque o paciente não expressou a dor.Por isso, Piedimonte salientou a necessidade de capacitar especialistas na área e de oferecer aos doentes não só um tratamento dirigido ao aspecto físico, mas também em nível psicológico."Está claro que o cérebro exerce um papel importante na sensibilidade à dor, e um exemplo disso são os atletas, que podem realizar esforços incríveis sob altos níveis de adrenalina", disse.Junto com o neurocirurgião, médicos clínicos e psicólogos, entre outros profissionais, participaram nesta semana na capital argentina do Congresso Mundial da Dor que, pela primeira vez em 15 edições, aconteceu fora da Europa ou dos Estados Unidos.
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- Da Redação
- 11 Out 2014
- 15:20h
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde informou na manhã deste sábado que o resultado do exame do primeiro caso suspeito de ebola no Brasil deu negativo, a confirmação, contudo, só poderá ocorrer após a realização de um segundo exame, previsto para ser coletado 48 horas após a primeira amostra. 'O estado de saúde dele é bom, não apresenta febre e está mantido em isolamento total no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro. Se o caso também for descartado como ebola no segundo exame, o paciente sairá do isolamento e o sistema de vigilância dos contactantes será desmontado', explicou o Ministério em comunicado. Souleymane Bah, de 47 anos, saiu de Guiné, em dia 18 de setembro, com conexão em Marrocos, e chegou ao Brasil em 19 de setembro. 'Por apresentar febre e ter vindo de um dos países com casos da doença, o caso foi classificado como suspeito', esclareceu o órgão.
- Da Redação
- 10 Out 2014
- 14:24h
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, fará o anúncio (Foto: Divulgação)
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nesta sexta-feira (10) que o resultado do exame do paciente com suspeita de ter ebola deve sair em até 24 horas. Segundo ele, a situação está sob controle. "Todos os procedimentos indicados no nosso protocolo foram efetivamente aplicados com muito êxito", explicou. "Se nós tivermos o resultado do exame antes, imediatamente o tornaremos público. Pelo protocolo, é necessário confirmá-lo em dois laboratórios. Mesmo se esse resultado der negativo, será colhida em 48 horas uma segunda amostra para análise e posterior informação do resultado", complementou. Souleymane Bah, de 47 anos, é de Guiné, um dos países afetados pela epidemia da doença. Ele veio de lá no último dia 19 e procurou o hospital em Cascavel (PR) nesta quinta-feira (9) após apresentar sintomas de febre, que teriam iniciado na quarta-feira (8).
- Com informações da Agência Brasil.
- 02 Ago 2014
- 07:15h
Em pronunciamento, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, declarou nesta sexta-feira (1º) que os brasileiros não precisam temer o vírus da Ebola no território nacional. Fiscais de vigilância sanitária nos pontos, aeroportos e fronteiras do país estão treinados para identificar qualquer suspeita de contágio pela doença. Além disso, ainda não houve restrição internacional de voos e viagens para os países afetados. “Queremos insistir: não há recomendação e não há risco de transmissão global, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os casos, em sua maioria, se localizam em pequenas localidades rurais”, explicou o ministro ao se basear nos informes com recomendações da OMS que os profissionais da área de saúde recebem diariamente, sobre todas as doenças transmissíveis coletivamente. Ele ainda explicou que a epidemia na Libéria, Serra Leoa e Guiné tem relação com as situações de conflito nos países e as equipes encontram dificuldades para chegar aos pacientes, seja por tradições culturais, rituais fúnebres e outras crenças. Os brasileiros que viajarem para países afetados devem seguir as recomendações das autoridades locais.
- Revista Nossa Saúde
- 17 Jul 2014
- 07:24h
(Foto: Reprodução)
Compartilhar a cama é o maior fator de risco de morte súbita infantil, particularmente entre bebês muito pequenos, afirmaram cientistas americanos nesta segunda-feira (14). De acordo com artigo publicado no jornal "Pediatrics", 69% dos bebês falecidos subitamente compartilhavam o local onde dormiam com outra pessoa quando faleceram. As descobertas se basearam em dados oficiais referentes a 8.207 mortes de crianças relacionadas com o sono em 24 estados americanos entre 2004 e 2012. Os cientistas descobriram que os riscos eram diferentes para crianças com idades de até três meses do que para aquelas entre os 4 e os 12 meses. As crianças mais jovens que faleceram eram mais propensas a ter dividido a cama (73,8% contra 58,9%). Os cientistas definiram compartilhar a cama como dormir na cama de um adulto. Bebês maiores que morreram durante o sono eram mais propensos a dormir de bruços com objetos como cobertores ou bichos de pelúcia no local de dormir. A AAP (Academia Americana de Pediatria) recomenda que os bebês durmam em uma superfície firme, em um berço perto dos pais, ou dos cuidadores, mas não na mesma cama para evitar o risco de sufocamento acidental. Os bebês também deveriam ser colocados de costas para dormir. Travesseiros, cobertores e brinquedos deveriam ser colocados fora da cama da criança, acrescentou a AAP.
- Brumado Urgente
- 02 Jul 2014
- 18:26h
(Foto: Divulgação)
O Plenário aprovou o Projeto de Lei 4385/94, do Senado, que disciplina a assistência farmacêutica e exige a presença do farmacêutico durante o tempo de funcionamento do estabelecimento.Aprovada na forma de uma emenda do relator pela Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Ivan Valente (Psol-SP), a matéria deve voltar ao Senado devido às mudanças. Valente destacou que este é um projeto de saúde pública e de direito da cidadania brasileira. “O objetivo é oferecer ao cidadão brasileiro o direito de chegar a um estabelecimento que presta assistência farmacêutica e de saúde e poder ser atendido por um profissional habilitado, em um País em que a maior causa de intoxicação é pelo uso inadequado de medicamentos”, afirmou.