Cuidado com a qualidade da água que vem da torneira
- 10 Mar 2015
- 19:17h

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O Ministério da Saúde está informando que nos dois primeiros meses do ano, houve aumento de 139% nos casos notificados de dengue, em relação ao mesmo período do ano passado. Em janeiro e fevereiro de 2015, foram 174,67 mil registros, contra 73,13 mil no primeiro bimestre de 2014. Os números foram divulgados em um evento no qual estavam reunidos mais de 600 gerentes e diretores clínicos responsáveis pelas unidades Básicas de Saúde do município de São Paulo. Segundo o ministério, os números preliminares de mortes, casos graves, além da nova denominação dengue com sinais de alarme caíram 28% e somaram 555 casos. No ano passado, foram 771. De janeiro para fevereiro, a redução foi 17,2% nos casos graves, caindo de 93, em 2014, para 77, em 2015. A queda nas mortes foi 37% (62, em 2014, para 39, nos dois primeiros meses de 2015). O Ministério da Saúde repassou R$ 150 milhões aos estados e municípios para melhorar o combate aos mosquitos transmissores da dengue e da febre chikungunya. Deste total, R$ 121,8 milhões foram destinados às secretarias municipais de saúde e R$ 28,2 milhões, para as secretarias estaduais.

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O levantamento dos casos de leishmaniose (calazar) na região Sudoeste da Bahia preocupa as autoridades de saúde do estado. Ao todo, foram registrados 18 casos nas cidades próximas a Vitória da Conquista em 2014. Por se tratar de uma doença “negligenciada”, a preocupação é redobrada, já que pode levar a morte em até dois meses. A doença é transmitida por um mosquito, que infecta animais domésticos, como cães, e acaba retransmitindo para o ser humano. De acordo com o geógrafo e coordenador da Vigilância Epidemiológica do Núcleo Regional de Saúde, Eliezer Almeida, explica que a doença se torna mais preocupante em crianças e idosos, pela baixa imunidade, e pode levar à morte. “Não há uma estimativa concreta, mas podemos afirmar que, se não houver tratamento, entre 10 dias a 2 meses, a pessoa pode morrer”. Em entrevista à repórter Mônica Cajaíba, o coordenador explicou que há “doenças que chamamos de negligenciada, como doença de chagas, esquistossomose e outras. Nós temos a dengue, que é uma doença ‘elitizada’, e esquecemos esses outros agravos que é tão importante quanto a dengue. A leishmaniose, por exemplo,está entre as cinco maiores doenças endêmica, segundo a Organização Nacional de Saúde”. Ele ainda salientou que, em cinco municípios da região, incluindo Vitória da Conquista, a “transmissão é intensa”. “Em Barra do Choça houveram 10 casos de leishmaniose tegumentar em 2014 [que provoca graves danos na pele]”. Já em Mirante, houveram 4 casos do tipo visceral [ mais grave e que pode levar a morte], assim como em Vitória da Conquista (2), Tremedal e Pres. Jânio Quadros (1). “Vale ressaltar que, em 2007, Anagé e Caraíbas houve quatro mortes”, finalizou Eliezer Almeida.

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A Secretaria Estadual de Saúde – SESAB, mantenedora do Programa Medicamentos em Casa (MEDCASA), através da Secretaria Municipal de Saúde – SESAU - COMUNICAM aos pacientes atendidos pelo Programa encontra-se temporariamente suspenso, assim também, como o Cadastro de novas prescrições. A Secretaria Estadual de Saúde – SESAB esclarece aos atendidos pelo referido Programa que a medida se tornou necessária, diante da renovação do Contrato com a empresa executora da logística. E o retorno do atendimento está previsto após os festejos carnavalescos.

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O teste oral para detectar HIV passará a estar disponível em toda a rede pública ainda este ano, de acordo com anúncio feito pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (6). A pasta já começou a distribuir o novo teste para os estados. Até então, o teste rápido, que dá o resultado em apenas 30 minutos, estava sendo oferecido por 60 ONGs no projeto piloto Viva Melhor Sabendo. Os exames eram feitos em bares, parques e outros locais onde se concentram populações-chave, como homens que fazem sexo com homens, transexuais, usuários de droga e profissionais do sexo. Segundo o Ministério da Saúde, 14 mil pessoas já fizeram o teste oral, dos quais 381 receberam diagnóstico positivo. Dos que se submeteram ao teste rápido, 43% nunca tinha feito nenhum teste de HIV antes. A coleta para o exame é feita com uma haste que extai fluido da gengiva e da bochecha. Além da rapidez do resultado, o teste tem a vantagem de não precisar de uma infraestrutura laboratorial.

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O número de casos de HIV em Feira de Santana em 2014 cresceu 5% em relação a 2013. Segundo dados da secretaria de saúde do município, foram registrados 242 novos casos de Aids no ano passado, ante 230 contados em 2013. A pasta acredita que a maior oferta de testes de exames teria influenciado no aumento. Durante a campanha “Dezembro Vermelho”, informa o Acorda Cidade, mais de 400 testes rápidos foram feitos, o que identificou sete casos positivos. Segundo o levantamento, homens e mulheres jovens em idade reprodutiva apresentaram maior número de infectados, tendência mundial. No entanto, a pesquisa mostrou que os homens se contaminaram mais no ano passado, ao contrário do que ocorria em períodos anteriores. Outra informação é que a quantidade de bebês infectados durante o parto caiu. Segundo a coordenadora do programa de prevenção à Aids, Vanessa Sampaio, o problema é que as pessoas, principalmente os mais jovens, se comportam como se fossem imunes ao HIV.

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Servidores da 4ª Dires já nomearam o movimento de Janeiro Sombrio | Divulgação | 4ª Dires
A extinção das Dires de todo o Estado atende à Lei Nº 13.204 de 11 de Dezembro de 2014, que cria os Núcleos Regionais de Saúde (NRS) no seu lugar. Contudo, ainda não está definido para qual órgão serão realocados os servidores das Dires e quais funções irão desempenhar. Segundo informações da Sesab, a medida se justifica pela maturidade administrativa atingida pelo Serviço Único em Saúde (SUS), não sendo mais necessária a tutela do Estado. A Secretaria informa ainda que nenhuma ação sobre a alocação funcional dos servidores será tomada pelo Governo do Estado sem que haja diálogo com a categoria Já os servidores argumentam que a extinção das Dires afetará negativamente a prestação de diversos serviços de saúde nos municípios baianos, como também o fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo para tratamento de doenças graves, controle de surtos e epidemias, inspeção de hospitais e distribuição de soros e vacinas para hospitais. Em todo o estado os servidores estão se mobilizando para buscar garantir o futuro da categoria.

(Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente Conteúdo)
O Ministério da Saúde publicou na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União portaria que regulamenta, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o uso do medicamento trombolítico Tenecteplase, que pode diminuir o número de mortes por infarto. O medicamento poderá ser usado nas seguintes unidades móveis de suporte avançado: Vida Terrestre, Unidade de Suporte Avançado de Vida: Equipe Embarcação, Veículo de Intervenção Rápida e na Equipe Aeromédico do Componente Móvel Samu. Para ofertar o medicamento, o estado ou o município deverá cumprir requisitos como ter habilitação no Ministério da Saúde de, no mínimo, uma das unidades móveis de suporte avançado do Samu e pactuar a oferta na Comissão Intergestores Bipartite ou no Colegiado de Gestão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Estados ou municípios precisam ainda encaminhar documentos definidos na portaria à Coordenação-Geral da Força Nacional de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para formalizar a habilitação.

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Cientistas do Imperial College London descobriram uma nova classe de anticorpos capazes de neutralizar as quatro formas do vírus da dengue, conforme publicou nesta segunda-feira (15) a revista britânica "Nature Immunology". Este novo tipo de anticorpo descoberto em humanos, que também neutraliza o estado inicial do vírus presente nos mosquitos, poderia orientar o desenvolvimento de vacinas e tratamentos efetivos para combater a doença. A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito da família Aedes e infecta 400 milhões de pessoas por ano, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais do planeta. Um dos principais problemas que o vírus apresenta é que existem quatro tipos de dengue e ter tido um deles não imuniza a pessoa dos demais. No relatório, a equipe de pesquisadores assinalou que a expansão geográfica da dengue tem aumentado, já que foi registrado um maior número de casos na América Latina e na Austrália, e poderia se estender ao sul da Europa.

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O Ministério da Saúde confirmou hoje (9) o primeiro caso de febre do Nilo Ocidental no país. O paciente é um trabalhador rural do Piauí, que já recebeu alta hospitalar. Segundo a pasta, o homem, que estava internado no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela, em Teresina, deve passar por reabilitação e fisioterapia. O caso estava em investigação desde agosto. Na época, o trabalhador rural apresentou encefalite e o caso foi notificado como suspeito. A doença foi confirmada após a realização de dois exames sorológicos com reagente para o vírus do Nilo Ocidental-VNO (IH e ELISA). De acordo com o ministério, o caso é isolado e ainda não foi identificada a cadeia de transmissão. A pasta informou que a confirmação da doença não representa risco para saúde pública do país. Mais quatro pessoas apresentaram sintomas neurológicos considerados suspeitos, mas exames feitos em laboratório descartaram a possibilidade de elas estarem com a febre do Nilo. Além dos casos que apresentaram sintomas, foram feitos testes em mais 18 pessoas da região. Todos os resultados deram negativo, informou o ministério. A febre do Nilo Ocidental é uma infecção causada por um vírus e transmitida por meio da picada de mosquitos comuns, principalmente do gênero Culex. A doença é originária do Egito. Em cerca de 80% dos casos verificados em humanos, não há sintomas. Nos demais casos, os sinais são semelhantes aos da gripe, como febre, fadiga, dores de cabeça e musculares ou articulares. Menos de 1% dos humanos infectados ficam gravemente doentes, com sintomas como febre alta, rigidez na nuca, desorientação, tremores, fraqueza muscular e paralisia. Segundo o Ministério da Saúde, não existe tratamento específico para a doença. O tratamento, basicamente de suporte, envolve hospitalização, reposição intravenosa de fluidos, suporte respiratório e prevenção de infecções secundárias.

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ajuizou ação na quinta-feira (4) contra o Estado da Bahia por conta da falta de remédio contra a anemia falciforme por mais de 30 dias para 81 pacientes de Mata de São João. O MP pede liminar para antecipação de tutela contra o Estado por conta da interrupção do fornecimento do medicamento hidroxiureia à Fundação de Hematologia da Bahia (Hemoba), que fazia a distribuição. O MP recebeu denúncia da situação através da mãe de uma criança que tem a doença. A própria Hemoba confirmou a falta do medicamento, que é de fornecimento obrigatório pelo Sistema Unico de Saúde (SUS), segundo portaria do Ministério da Saúde. A promotora Luiza Amoedo pede que a Justiça determine em caráter liminar que o Estado forneça pelo menos 243 frascos do remédio em prazo máximo de cinco dias, contados a partir da decisão - três para cada um dos 81 usuários da comarca. A promotora pede ainda determinação judicial para garantir a disponibilização regular da medicação e a condenação do Estado a pagar indenização por danos morais aos usuários. A promotora alega que o MP notificou o Estado "sucessivas vezes" e não houve retorno. A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que a indústria responsável por fabricar o medicamento informou através de comunicado em outubro que tinha dificuldades para comercializar o remédio e que o problema acontece nacionalmente.

Márcia Meneses percebeu que as dores que sentia na coluna diminuíram após o uso constante da bike | Eduardo Martins | Ag. A TARDE
O bom tempo, a proximidade do verão e o início das férias são um convite à prática de esportes ao ar livre, como o ciclismo. No entanto, antes de sair por aí a pedalar, é preciso estar atento ao uso correto da bicicleta. De acordo com dados do estudo Ergonomia Aplicada ao Design de Bicicletas, desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP), cerca de 30% dos ciclistas brasileiros - profissionais ou amadores - sofrem ou já sofreram de dores na coluna e ou problemas musculares por conta do uso indevido do equipamento. O levantamento aponta que, entre as consequências mais comuns da prática incorreta estão lesões musculares, hérnias de disco, artroses, tendinites, incontinência e infecções urinárias e até problemas de ereção. Especialista em osteopatia, o educador físico e fisioterapeuta Marcelino Lima alerta, também, para o aparecimento de dores na região lombar, cervical, nos joelhos e na panturrilha. Para evitar problemas músculo-articulares, ele recomenda que os ciclistas, sobretudo os que só praticam o esporte de forma eventual, observem a altura e condições do banco (selim), a distância do guidom e o tamanho do quadro. "O mercado possui uma variedade de bicicletas, das mais simples às mais equipadas. Porém, é possível obter conforto ao pedalar após ajustes simples", afirma.
Adaptação
Regular a altura do selim é a medida que o especialista considera como fundamental ao conforto e à saúde. "Um banco muito baixo requer que se dobre ainda mais o joelho, o que pode acabar machucando-o, além de causar lesões no quadril", diz Marcelino Lima.
Para fazer o ajuste, basta se posicionar ao lado da bike e erguer o banco até a altura do osso da bacia. "Nesse tamanho, o ciclista vai tocar o chão apenas com a ponta do pé", esclarece.
É preciso estar atento também ao conforto do banco: "O selim não pode ser muito duro, pois pode ocasionar a compressão do nervo pudendo, na região genital", explica.
O fisioterapeuta recomenda, ainda, que o ciclista mantenha a coluna ereta durante todo o tempo de pedalada.
"É comum, ao pedalar, flexionar a coluna para frente de forma excessiva. Se posicionar bem sobre o veículo é a melhor maneira de evitar dores", completa.
Reabilitação
Embora o ciclismo possa ser um vilão para a saúde de quem pratica o esporte de forma inadequada, quem o utiliza de forma correta percebe melhoras significativas no tratamento para dores na coluna e musculares.
A designer Márcia Meneses, 41, usa a bicicleta como meio de transporte desde 2009, quando decidiu vender o carro. Depois que começou a pedalar com mais frequência, as dores decorrentes de uma hérnia de disco melhoraram significativamente.
Márcia sempre foi esportista, mas dispunha de pouco tempo para exercitar-se por conta do trabalho. "Eu passava muito horas sentada. Quando comecei a usar mais a bicicleta, percebi que as dores provocadas pela hérnia reduziram bastante", relata.
Para sentir-se mais confortável, a designer optou por uma bike sem marchas - que, segundo ela, parece ser mais leve - e teve todo o cuidado de adaptá-la de acordo com a própria estatura.
"Me preocupo, também, com a postura. Como pedalo por toda a cidade, procuro permanecer numa posição ereta", afirma.
O ciclismo foi a recomendação do ortopedista do aposentado João Jorge Araújo, 64, para tonificar os músculos da perna após passar sete meses sem se exercitar por conta de uma cirurgia.
"Sentia que não tinha muita firmeza ao caminhar. A bicicleta me deu mais força e segurança", afirma.
Selim – Antes de montar, verifique se o banco está compatível com sua altura. Posicione-se ao lado da bike e erga o selim até o osso da bacia
Conforto – Opte por bancos confortáveis. Caso a bicicleta disponível não possua um selim acolchoado, use revestimento de gel, disponível em lojas de acessórios para ciclismo
Compra – Ao comprar uma bicicleta, verifique com o vendedor se o tamanho do quadro é apropriado para sua estatura. Prefira comprar em lojas especializadas
Tipo de bike – Antes de comprar, saiba a real utilização da bicicleta. Para lazer, opte pelas mais simples. Para o uso como meio de transporte, prefira as urbanas com marchas
Exercícios – Antes de começar a pedalar, faça alongamentos simples

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Evidências científicas correlacionam o consumo habitual de café da manhã a baixo risco de sobrepeso e obesidade, melhora na capacidade de aprendizagem e performance esportiva. Na atualidade, porém, a diminuição do consumo desta refeição é observada como mudança no nosso comportamento alimentar. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, esta refeição deve ter variados tipos de alimentos e atender a 25% das calorias totais da dieta. As principais refeições da população devem ser café da manhã, almoço e jantar, acresci da de pequenos lanches. Um trabalho científico realizado por Trancoso e colaboradores (2010-Revista de Nutrição), através de revisão de estudos na literatura, identificou que o perfil dos consumidores frequentes do café da manhã é de não fumantes, praticantes de atividade física, indivíduos que controlam o peso e que não fazem uso frequente de álcool. Ou seja, há uma relação positiva entre o consumo de café da manhã e um estilo de vida saudável. A realização desta refeição é mais frequente em adultos (18-60 anos). Homens negligenciam mais do que mulheres e apresentam maior tolerância ao jejum.