BUSCA PELA CATEGORIA "Eleições 2022"
- Redação
- 11 Ago 2021
- 09:13h
(Foto: Reprodução)
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), lidera a corrida eleitoral para o governo da Bahia em 2022, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias. O democrata aparece com 50% das intenções de voto em um cenário com seis candidaturas e, com apenas três concorrentes, amplia essa margem para 52,3%. O ex-governador Jaques Wagner (PT) é o segundo que melhor pontua, oscilando entre 24,1% e 25,4%, a depender do cenário.
O primeiro cenário testado inclui os nomes de ACM Neto, Jaques Wagner, Dra. Raíssa Soares (sem partido), João Roma (Republicanos), Marcos Mendes (PSOL) e Alexandre Aleluia (DEM). Com essa configuração, o ex-gestor soteropolitano obtém 50% das intenções de voto, enquanto Wagner fica com 24,1%. Conhecida como Doutora Cloroquina, a secretária de Saúde de Porto Seguro seria opção para 3,7% e o ministro da Cidadania teria 3% das intenções de voto. O ex-vereador de Salvador pelo PSOL ficaria com 1,3%, enquanto o herdeiro de José Carlos Aleluia teria 1%. Não souberam ou não responderam 5,2%, enquanto 11,7% disseram que não votariam em qualquer um dos candidatos ou optaria por voto em branco ou nulo.
Quando o levantamento reduz o número de candidatos a três, o percentual de ACM Neto cresce 0,3% acima da margem de erro e Wagner oscila dentro dela. O ex-prefeito de Salvador atinge 52,3% e Wagner fica com 25,4%. João Roma também cresce e aparece como opção para 4,5%.
Não souberam ou não responderam nesse cenário reduzido 5,9% dos eleitores, enquanto 11,9% disseram que votariam branco, nulo ou não optariam por qualquer um dos candidatos.
O levantamento ouviu 2008 eleitores baianos em 186 municípios entre os dias 4 e 7 de agosto. O Instituto Paraná Pesquisas coletou os dados por meio de entrevistas telefônicas não robotizadas e apresentou um intervalo de confiança de 95%. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.
- Redação
- 10 Ago 2021
- 13:35h
Nesse composição, o PP indicaria um nome para a vice | ELEIÇÕES 2022 Publicado em 06/08/2021 às 08h03. Coronel defende candidatura de Otto para governador e Rui ao Senado Nesse composição, o PP indicaria um nome para a vice Redação FacebookTwitter Foto: M
O senador Angelo Coronel (PSD) defendeu que a chapa governista seja encabeçada por Otto Alencar (PSD) e que Rui Costa (PT) seja o candidato do grupo para a vaga ao Senado.
Nesse cenário, o vice-governador seria indicado pelo PP de João Leão e Jaques Wagner (PT), que é pré-candidato e nome mais provável na disputa pelo Palácio de Ondina, daria continuaidade ao seu mandato de senador.
“A companhia de Wagner é agradável, e eu não quero deixar de tê-la todas as semanas nas idas e voltas para a Brasília, já que ele ainda tem seis anos de mandato. Além disso, (a proposta) contemplaria todo mundo porque ficaria todo mundo com mandato. Manterá o tripé, dos três maiores partidos, e a união ficará totalmente consolidada. Caso isso não aconteça, pode ser que haja fissura no futuro”, disse Coronel em entrevista para o jornal Tribuna da Bahia.
- Anderson Ramos
- 10 Ago 2021
- 11:33h
Foto: Reprodução Redes Sociais
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) desembarcou em Salvador nesta segunda-feira (9) para gravar mais um episódio da série de vídeos da sua pré-campanha que é publicada nas redes sociais.
A capital baiana foi escolhida pelo pedetista para falar de combate ao racismo, tema que deve compor o seu plano de governo para as eleições de 2022. Ontem ele visitou a Sociedade Protetora dos Desvalidos, a Igreja do Rosário dos Pretos e o Teatro 18, e promoveu uma roda de conversa em cada um dos locais.
Já nesta terça, Ciro é esperado na sede do Ilê Aiyê, que tem como presidente e fundador, Antônio Carlos dos Santos, o Vovô do Ilê, membro histórico do PDT na capital baiana.
Não foi informado se Ciro tem agenda marcada com políticos. Na Bahia, o PDT indicou Ana Paula Matos para a vice de Bruno Reis (DEM) na disputa pela Prefeitura de Salvador. O partido busca compor a chapa majoritária que deve ser encabeçada por ACM Neto (DEM) para o Governo do Estado. Além disso, a legenda também deseja o apoio dos democratas para a candidatura de Ciro ao Palácio do Planalto.
- Redação
- 10 Ago 2021
- 10:39h
(Foto: VEJA)
A comissão especial que discute as mudanças nas regras eleitorais, na Câmara dos Deputados, aprovou nesta segunda-feira (9) uma proposta de emenda à Constituição que prevê a adoção do modelo chamado de "distritão" e a volta do sistema de coligações nas eleições para deputados e vereadores.
O relatório agora segue para plenário para votação de qual modelo deverá ser adotado. Na sequência, a proposta vai para o Senado. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) chegou a afirmar que, caso aprovado pela Câmara, o "distritão" não passa no Senado.
Atualmente, o sistema em vigor é o proporcional, onde as cadeiras de deputados são distribuídas proporcionalmente à quantidade de votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos.
Pelo "distritão", os candidatos eleitos são os mais votados individualmente e os votos nas siglas são desconsiderados.
MAIS MUDANÇAS
Além das mudanças para o pleito no Poder Legislativo, o texto prevê alterações também nas eleições para o Executivo. De acordo com a matéria, devem valer a partir de 2024. A proposta também diz que o eleitor votará em até cinco dos candidatos que disputam a eleição, em ordem descrescente de preferência.
Ainda pelo texto, o candidato que obtiver a maioria absoluta das primeiras escolhas válidas, não computados brancos e nulos, será eleito.
(Foto: Reprodução)
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) inaugurou, nesta segunda-feira (9), o Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor (NAVE). O novo serviço será oferecido por meio da internet, com o objetivo de minimizar a necessidade do comparecimento dos eleitores ao cartório, considerando ainda a pandemia da Covid-19.
A cerimônia de inauguração foi conduzida pelo presidente do TRE-BA, desembargador Roberto Maynard Frank, que, na ocasião, ratificou a adoção do emprego da tecnologia como foco, em especial no primeiro grau de jurisdição, em sua gestão.
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“Nesta oportunidade apresento-lhes a estrutura do Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor (Nave) à disposição dos clientes do TRE-BA. Vale destacar que esse projeto é fruto de muito estudo, promovido por diversos setores do órgão, e de dedicação profunda de muitos servidores”.
Criado para prestar suporte às zonas eleitorais no atendimento ao eleitorado baiano, advogados, jurisdicionados e prestadores de serviço do órgão, o NAVE oferecerá os seguintes serviços para eleitores de Salvador e da Região Metropolitana: emissão de certidões disponíveis no cadastro eleitoral, auxílio no preenchimento do Título Net e demais sistemas e formulários encontrados no site do TRE-BA, consulta processual, fornecimento de dados cadastrais ao próprio eleitor e orientação sobre a utilização do aplicativo do e-Título.
O atendimento aos advogados, jurisdicionados e prestadores de serviço também poderá ser realizado pelo NAVE. Nesse caso, a ferramenta atuará por meio do Balcão Virtual, onde será possível tirar dúvidas sobre o andamento de processos, despachar com magistrados, ou mesmo encaminhar demandas administrativas aos diversos setores do Regional.
O Núcleo conta com ferramentas tecnológicas desenvolvidas pelo TRE baiano, como o Chatbot – chamado Maia – que, por meio de aplicativo de mensagens, vai tirar dúvidas do eleitor, gerar guias de recolhimento de multa, além de prestar informações acerca da convocação de mesários, dentre outros serviços, tudo de forma automática.
Outra novidade é o uso de ferramentas de acessibilidade. Eleitores com deficiência auditiva contarão com atendimento especializado, realizado por atendentes com conhecimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) através de videoconferência.
O NAVE funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. A equipe será formada por 20 atendentes, distribuídos em dois turnos.
- Matheus Teixeira | Folhapress
- 09 Ago 2021
- 09:17h
(Foto: Reprodução)
O STF (Supremo Tribunal Federal) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) têm recorrido a ações fora dos processos para se contrapor ao presidente Jair Bolsonaro e fazer frente à guerra de narrativa sobre as urnas eletrônicas e as recentes decisões da corte.
Na internet, os tribunais fizeram ao menos quatro publicações para desmontar as versões do presidente da República a respeito de temas que têm colocado os Poderes em conflito.
O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, também tem dado indiretas ao chefe do Executivo em redes sociais.
Em uma publicação em 28 de julho, o STF afirmou que "uma mentira contada mil vezes não se torna verdade", em relação às declarações de Bolsonaro de que a corte o impediu de agir no enfrentamento da pandemia da Covid-19. O presidente reagiu e classificou o texto como "criminoso".
Por meio de nota, o Supremo afirmou que o "combate à desinformação deve se dar no mesmo ambiente no qual a desinformação circula".
Além disso, os presidentes do Supremo, Luiz Fux, e do TSE, Luís Roberto Barroso, aproveitaram sessões televisionadas para passar duros recados a Bolsonaro.
Na quinta (5), Fux chegou a adiar um julgamento que não tinha relação com o Palácio do Planalto para rebater os ataques do chefe do Executivo. Na data, os ministros voltaram do intervalo da sessão e o presidente disse que se viu "instado a suspender" o encontro para responder a Bolsonaro.
O presidente tinha acabado de fazer duros ataques ao ministro Alexandre de Moraes, a exemplo do que vem fazendo com Barroso. Fux disse que as ofensas não atingem apenas os dois, mas toda a corte.
Na oportunidade, o chefe do STF também recorreu a um gesto político simbólico para dar o recado: anunciou o cancelamento da reunião entre os chefes dos três Poderes que vinha articulando desde julho.
"Diálogo eficiente pressupõe compromisso permanente com as próprias palavras, o que, infelizmente, não temos visto no cenário atual", disse.
A estratégia de ações fora dos processos se somou às iniciativas formais contra a ofensiva de Bolsonaro.
Na semana passada, no retorno do recesso de julho do Judiciário, o STF e o TSE adotaram as medidas mais contundentes contra o chefe do Executivo, que havia aumentado o tom no último mês contra as instituições.
Primeiramente, a corte eleitoral decidiu, por unanimidade, abrir um inquérito para apurar as acusações feitas pelo presidente, sem provas, de que o TSE frauda as eleições. Depois, Barroso assinou uma queixa-crime contra chefe do Executivo e recebeu o aval do plenário da corte eleitoral para enviá-la ao STF.
Na quarta-feira (4), o corregedor-geral do TSE, ministro Luís Felipe Salomão, solicitou ao Supremo o compartilhamento de provas dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos com a ação que pode levar à cassação de Bolsonaro.
No mesmo dia, Moraes aceitou a queixa-crime de Barroso e incluiu o presidente como investigado no inquérito das fake news.
Antes dessa sequência de ações, porém, Barroso aproveitou a primeira sessão do TSE no semestre e fez o discurso mais incisivo contra os ataques de Bolsonaro.
O chefe da corte eleitoral disse que quem repete uma mentira muitas vezes será "perenemente prisioneiro do mal". Também afirmou que a obsessão do chefe do Executivo por ele "não faz nenhum sentido e sobretudo não é correspondida" e que não há risco de não haver eleições no ano que vem caso não seja implementado o voto impresso.
Além dos discursos, foram usadas outras ações, como publicações na internet a fim de fazer frente às narrativas falsas criadas por Bolsonaro para animar a própria militância e estimular os ataques às instituições.
Ultimamente, Barroso tem aproveitado as dicas de pensamentos e de músicas que costuma dar todas as sextas-feiras para mandar indiretas a Bolsonaro.
Nesta semana, ele recomendou uma frase de Mario Quintana a seus seguidores: "Aquilo que falam de mim não me diz respeito".
Em outra oportunidade, ele recomendou um pensamento sem autor que também tinha a ver com o contexto dos ataques que o presidente vem fazendo contra ele: "Quando um homem de bem responde um insulto com outro insulto, ele permite que o mal vença. Não é preciso responder. O mal consome a si mesmo".
Nas páginas oficiais das redes sociais, o STF e o TSE têm desmentido mais diretamente as declarações do chefe do Executivo. Com essa estratégia, ganham celeridade para se contrapor a Bolsonaro e não precisam aguardar o rito e o tempo dos processos judiciais para responder às ofensivas do presidente.
Já na eleição de 2020, o tribunal eleitoral havia feito uma parceria com agências de checagem para dar celeridade às respostas da corte para as fake news sobre o sistema eleitoral.
Neste ano, porém, pela primeira vez a estratégia de checar informações se direcionou às declarações do presidente da República.
Quando o chefe do Executivo afirmou que Barroso defende redução da maioridade para o estupro de vulnerável, por exemplo, a página oficial do Supremo nas redes sociais fez uma publicação no mesmo dia para afirmar que é "falsa" a declaração do presidente.
"O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) fez exatamente o oposto: votou pela continuidade da ação penal contra um jovem de 18 anos que manteve relações com uma menina de 13", disse o texto.
No caso da live, no dia 29 de julho, em que Bolsonaro prometia comprovar a ocorrência de fraude nas urnas eletrônicas, o TSE montou uma força-tarefa para rebater em tempo real a narrativa de Bolsonaro.
A corte fez 13 publicações no Twitter e enviou diversos boletins com checagens de informação à imprensa.
Na quinta passada, o TSE recorreu novamente às redes sociais para rebater Bolsonaro.
Em entrevista à rádio Jovem Pan e posteriormente em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que o próprio tribunal eleitoral teria reconhecido que um hacker invadiu seu sistema interno. A admissão teria sido feita em um inquérito da Polícia Federal.
De acordo com a corte, "o próprio TSE encaminhou à PF as informações necessárias à apuração dos fatos e prestou as informações disponíveis". E concluiu: "A investigação corre de forma sigilosa e nunca se comunicou ao TSE qualquer elemento indicativo de fraude".
Juliana Cesario Alvim, professora da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e doutora em direito, afirma que a atuação de ministros fora dos autos precisa ser separada entre as situações que fortalecem e as que enfraquecem a corte.
Um pronunciamento do presidente com a posição institucional do tribunal sobre temas relevantes na abertura dos trabalhos no semestre, na visão dela, é adequado e ocorre no local certo, enquanto declarações fora das sessões com críticas a integrantes da própria corte ou com a intenção de pressionar outro ministro, estão no outro extremo.
Em relação ao uso das redes sociais pelos tribunais, ela disse acreditar que tem de acontecer de maneira cautelosa. "Na medida em que pode fortalecer o tribunal, torná-lo mais acessível, mais próximo das pessoas, também pode se desvirtuar para algo que, de alguma maneira, ajude a erodir a legitimidade da corte", disse.
"O tribunal tem de calibrar isso, não se pode banalizar a presença da corte nas redes, colocar a corte em um lugar que ela não pode estar, que é no debate do varejo, do bate-boca da internet", afirmou.
Questionada, a assessoria do STF afirmou que "é preciso difundir informações corretas para o mesmo público anteriormente submetido às mentiras".
O Supremo também mencionou que uma das iniciativas ocorre por meio do projeto #VerdadesdoSTF, idealizado para desmentir boatos e inverdades na internet.
A corte afirmou ainda que prepara um programa mais amplo de combate à desinformação no âmbito do tribunal, com ações institucionais e de comunicação.
"A ideia é realizar capacitação de servidores, debates e parcerias com entidades e órgãos públicos para aprimorar o combate à desinformação. A previsão é de formatação do programa até o fim de agosto", afirmou.
- Redação
- 09 Ago 2021
- 07:28h
"Não sei de onde alguém pode imaginar que existe qualquer tipo de acordo, já que a prioridade do DEM é lançar candidato à Presidência" | Foto: Reprodução
Presidente nacional do DEM e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto negou que esteja articulando “qualquer tipo” de aliança com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a quem apoiou nas eleições de 2018.
A declaração do democrata ocorre após o colunista José Casado, da Veja, publicar que Bolsonaro e Neto teriam se acertado e firmado parceria para as eleições de 2022, com intermédio do pastor Silas Malafaia.
Segundo a reportagem, o ex-prefeito de Salvador teria se aliado ao presidente da República e a grupos ativistas evangélicos para disputar o governo da Bahia. O sinal verde da aliança teria sido a intervenção que Neto fez no DEM do Rio de Janeiro, passando o comando para Malafaia.
Em sua defesa, ACM Neto disse que foram feitas “ilações absolutamente improcedentes”. “É lamentável que um colunista da Veja, sem me ouvir, faça ilações absolutamente improcedentes sobre as eleições. Não sei de onde alguém pode imaginar que existe qualquer tipo de acordo com Bolsonaro para 2022, já que a prioridade do Democratas é lançar candidato à Presidência”, declarou.
- Redação
- 08 Ago 2021
- 08:15h
Segundo dados do TSE, apenas uma legenda participou ativamente da etapa em que o código fonte que será usado nas urnas é aberto | Foto: Reprodução
Apesar dos bolsonaristas terem colocado a auditoria das urnas eletrônicas na ordem do dia, nesses 25 anos em que o sistema está em está em vigor no país foi baixíssimo o interesse dos partidos e entidades públicas em acompanhar o processo, como lembrou recentemente o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, em audiência na Câmara. A informação é do jornal O Globo.
Segundo dados do TSE, apenas uma legenda participou ativamente da etapa em que o código fonte que será usado nas urnas é aberto — momento em que os representantes das agremiações partidárias e outras instituições podem solicitar melhorias, tirar dúvidas ou conversar com a equipe técnica.
De acordo com os registros da Corte, o único partido que participou desta fase foi o PT, que o fez até 2002, quando Lula foi eleito pra a Presidência da República.
Os questionamentos e acusações sobre o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas têm sido uma pauta puxada principalmente pelo presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Bolsonaro vem questionando, sem provas, a lisura das eleições e pede para que seja implementado, a partir do ano que vem, a impressão de um comprovante do voto — chegando até mesmo a ameaçar a realização do pleito caso isso não seja feito.
- Jade Coelho
- 06 Ago 2021
- 12:36h
(Foto: Correio)
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), fez um aceno para a aliança com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). O tucano vai disputar as prévias do partido e quer ser o nome da sigla na disputa pelo Palácio do Planalto em 2022. Ao sinalizar que tem um perfil “agregador”, Leite citou a importância de fazer “esforços de composição política para que possa ter apoio para enfrentar problemas do Brasil”, e citou como exemplo de uma “grande liderança” o ex-prefeito de Salvador.
Para Leite, o modelo político brasileiro faz necessário agregar forças para que se possa enfrentar os reais problemas da população. “Dividindo em confrontos pouco úteis se perde oportunidade de colocar energia e atenção no que realmente importa para a população”, comentou.
Leite foi o entrevistado do programa Isso é Bahia, da rádio A Tarde FM 10,.9 em parceria com o Bahia Notícias, e rasgou elogios a ACM Neto, que também é o presidente nacional do Democratas.
“Nenhum partido político sozinho vai conseguir governar o Brasil. O congresso tem 513 deputados e os partidos que mais tem deputados tem 50, 10% apenas do número total. Tem que fazer esforço de composição política para que possa ter apoio para enfrentar problemas do Brasil. Vou dar um exemplo, uma dessas grandes lideranças é baiano, ex-prefeito de Salvador ACM Neto, com quem estive conversando em Salvador”, disse Leite.
Segundo Eduardo Leite, o período em que o democrata geriu Salvador mostrou que ele é “ uma referência de boa gestão e boa política”.
- Redação
- 06 Ago 2021
- 08:48h
Os parlamentares devem se reunir às 18h para analisar o parecer do novo relator | Foto: Reprodução
Após a derrota na comissão da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (5), a PEC do Voto Impresso ganhou um novo relator, o deputado federal Júnior Mano (PL-CE). A expectativa é que ele sugira o arquivamento do projeto.
Os parlamentares devem se reunir nesta sexta-feira (6), às 18h, para analisar o texto de Mano. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ainda afirmou nesta quinta que a comissão tem caráter opinativo, e que mesmo em caso de derrota, o projeto pode ser votado no plenário da Casa.
- Redação
- 05 Ago 2021
- 10:49h
Segundo o Blog do Noblat, petista 'quer porque quer' dialogar com o ex-prefeito de Salvado | Fotos: Valter Pontes/Secom PMS | José Cruz/Agência Brasil
Mesmo em campos historicamente opostos, o ex-presidente Lula (PT) tenta uma conversa com o presidente do nacional do Democratas, ACM Neto, conforme informações do Blog do Noblat, do site Metrópoles.
Segundo a publicação, Lula ‘quer porque quer’ abrir diálogo com o ex-prefeito de Salvador. Ainda de acordo com o colunista, o movimento estaria incomodando antigos aliados dentro do PT.
Na Bahia, Neto é pré-candidato ao Governo do Estado e deve enfrentar o senador Jaques Wagner (PT), que busca o seu retorno ao Palácio de Ondina.
A nível nacional, Lula é o virtual nome petista para a Presidência da República, enquanto o DEM tenta viabilizar um candidato próprio para a disputa, mas não descarta apoiar alaguém da chamada terceira via. Também há quem aposte que os democratas sejam favoráveis à reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido).
- Ranier Bragon e Danielle Brant | Folhapress
- 05 Ago 2021
- 10:26h
(Foto: Reprodução)
Relatora de um dos projetos de reforma política debatidos na Câmara, a deputada Renata Abreu (Podemos-SP) apresentou na noite desta quarta-feira (4), horas antes da previsão de votação, mais uma versão de seu texto, desta vez com uma mudança que jamais foi objeto de debate público relevante.
Em mais um dos inúmeros vaivéns dos projetos em debate na Câmara, Abreu agora propõe que, a partir das eleições de 2024, o eleitor vote em até cinco candidatos a presidente, governador ou prefeito, em ordem decrescente de preferência, acabando com o segundo turno.
Pegando o exemplo de 2018, por exemplo, o mesmo eleitor poderia votar em Jair Bolsonaro (então no PSL), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB), por exemplo.
O eleito sairia de uma intrincada combinação.
Seria considerado eleito o candidato que obtivesse a maioria absoluta das primeiras escolhas do eleitor. Se isso não ocorresse, o candidato indicado menos vezes na contagem seria eliminado da apuração e os votos dados a ele seriam transferidos para a escolha seguinte do eleitor.
As regras do novo relatório são: 1) os votos em candidato eliminado cujos eleitores não indicaram escolhas seguintes seriam considerados nulos; 2) quando a escolha do eleitor recaísse sobre candidato já eliminado ou fosse em branco ou nula, seria considerada a opção seguinte; 3) feita a redistribuição dos votos e caso nenhum dos candidatos obtivesse mais de 50% dos votos, os procedimentos seriam repetidos "até que algum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos".
Abreu relata projeto de alterações das regras eleitorais e políticas presentes na Constituição, em debate em uma comissão especial da Câmara. Essa é uma das seis frentes instaladas no Congresso.
"É uma proposta importante que permite organizar as preferências dos eleitores, ao invés de dar-lhes uma única opção. Para isto, é facultado ao eleitor no momento do voto indicar até cinco candidatos, em ordem de preferência; na contagem de votos são aferidas as opções dos eleitores até que algum candidato reúna a maioria absoluta dos votos. Assim, facilita-se a eleição dos que reúnem maior apoio e menor rejeição", escreveu a relatora em sua justificativa.
A votação do texto na comissão estava marcada para o final da noite desta quarta. Se for aprovado, segue para o plenário.
O fim do segundo turno e a possibilidade de o eleitor escolher até cinco adversários na mesma disputa não foram as únicas mudanças no relatório da deputada.
Ela manteve a previsão de mudança do modelo de eleição de deputados e vereadores --do atual, o proporcional, que prioriza o voto partidário, para o chamado distritão, em que os mais votados são eleitos--, mas apenas para vigorar em 2022.
A partir de 2024, entraria em vigor uma mescla entre os dois, o "distritão misto". Em seu relatório anterior, o segundo modelo era o distrital misto, uma junção do sistema proporcional com o voto distrital.
Há um porém: apesar de os mais votados serem eleitos no distritão, aqueles que pertencerem a partidos que não reunirem um mínimo de votos (25% do resultado da divisão dos votos válidos do estado pelo número de cadeiras em disputa) estariam fora.
Em seu novo relatório, Abreu também instituiu a possibilidade de partidos unirem-se em federações para atuarem conjuntamente durante toda a legislatura (quatro anos). Essa possibilidade fragiliza a cláusula de desempenho ao permitir que siglas nanicas que não atingiram o patamar mínimo de votos se unam a outras para ter acesso a verbas públicas e propaganda.
A relatora também adotou uma mudança que tem o objetivo de incentivar os partidos a lançar negros e mulheres nas eleições. A medida estabelece que, para o cálculo da divisão das verbas públicas que serão distribuídas aos partidos, o voto dado a mulheres e negros valerá em dobro.
Além de apresentar o novo texto poucas horas antes da votação, a relatora incluiu uma outra mudança depois de ter apresentado a proposta: estabeleceu que para 2022 nenhum partido poderá receber mais do que 8% do Fundão Eleitoral, que por ora prevê recursos de R$ 5,7 bilhões para a campanha. A medida tende a prejudicar PT e PSL, partidos que têm maior fatia da verba, e beneficiar siglas do centrão, que hoje comanda a Câmara.
(Foto: Congresso em Foco - UOL)
Não chamem para uma mesma mesa o senador Jaques Wagner (PT) e a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffman (PR).
O baiano atribui à ex-senadora a informação de que o ex-presidente Lula teria defendido o nome do senador Otto Alencar (PSD) ao governo baiano para dar uma oxigenada nas forças governistas no Estado, publicada aqui mesmo, em primeira mão, por este Política Livre.
Mas teria sido ela e não Lula que, num encontro com senadores, fizera a lambança que agora passou a ser usada por adversários para desestabilizar o projeto de renovação da aliança comandado por Wagner, candidato declarado à sucessão de Rui Costa (PT).
Irritado com o imbroglio criado por Gleisi, Wagner não economiza nos impropérios quando se refere à barbeiragem da correligionária. De fato, o assunto circulou a partir de uma fala de Gleisi que reverberou na boca de Lula e acabou ganhando as ruas da Bahia,
Destino dos parlamentares pode ser o PSL | ELEIÇÕES 2022 Publicado em 04/08/2021 às 08h26. Nilo se reúne com Elmar e aumenta especulação sobre troca de partido Destino dos parlamentares pode ser o PSL r Foto: Arquivo Pessoal
O encontro entre os deputados federais Marcelo Nilo (PSB) e Elmar Nascimento (DEM) aumentaram as especulaçãoes sobre uma possível troca de partido do socialista para as eleições de 2022. O alomoço também contou com a presença de Marcelo Moreira, presidente da Codevasf,
Elmar deve assumir o comando do PSL baiano na próxima janela e tenta se cacifar para a disputa ao Senado na chapa que será encabeçada por ACM Neto (DEM).
Já Nilo, deu declarações na imprensa afirmando que estaria disposto a apoiar o ex-prefeito de Salvador no próximo pleito. Ele já foi filiado do PSL de 2016 a 2018 e deixou a sigla após a entrada de Jair Bolsonaro.
- Levi Vasconcelos
- 04 Ago 2021
- 10:23h
Tem apoio de evangélicos, líderes do agronegócio e centrão; tem também o Exército para botar na rua? Esse é o xis da questão | Foto: Reprodução
Quando se pensa que Bolsonaro esgotou seu vasto cabedal de despautérios, ele vem com mais uma bombástica: ‘Sem eleições limpas e democráticas, não teremos eleições’. Ou seja, sem o voto impresso, razão da manifestação em que ele falou, nada de eleição.
Vá lá que Bolsonaro também é mestre em dizer e depois se desdizer. Mas no caso em apreço, sugere que a vontade pessoal dele paira sobre todo o aparato institucional estabelecido, o mesmo pelo qual ele chegou ao poder.
Tudo indica que não teremos voto impresso. Nem o Congresso dá sinais de que quer aprovar nem dá tempo, dentro de um ano, remodelar toda a parafernália tecnológica. E daí? O que Bolsonaro vai fazer? Vai dar o golpe?
Turbulências
Bom ressalvar sempre que partidários de Donald Trump invadiram o Capitólio, o parlamento de lá, para tentar tumultuar a vitória de Joe Biden. Domingo (1), nas manifestações pró-Bolsonaro, alguém estampou a faixa: Supremo é o povo.
Se nos EUA, a vedete da democracia, foi assim, os sinais cá são de que teremos turbulências. Quinze ex-presidentes do TSE (incluindo o atual, Luís Barroso) saíram ontem em defesa da lisura do processo eleitoral, assinando um manifesto.
Bolsonaro hoje tem apoio dos evangélicos, de líderes do agronegócio, do centrão e dos aliados de sempre.
Tem também o Exército para botar na rua? Esse é o xis da questão. O resto é pouco.