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- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 12 Mai 2015
- 08:41h
Os professores deixaram bem claro a sua insatisfação quanto às negociações salariais da categoria (Foto: Leitor Brumado Urgente via WhatsApp)
Se a situação era de intensas críticas ao prefeito municipal de Aracatu, Sérgio Maia (PV), devido ao estado precário da infraestrutura urbana e da deficiência área de saúde pública, agora, a questão tomou uma dimensão ainda maior, já que, os professores municipais resolveram dar o seu grito de basta e, nesta segunda-feira (11), realizaram uma passeata de protesto que percorreu as principais ruas do município. Alegando total descumprimento das normas que regem os pagamentos à categoria, os professores gritaram inúmeras palavras de ordem, deixando claro a sua insatisfação com a forma como vem sendo conduzida as negociações salariais por parte do executivo municipal. O clima era tenso e os professores acusam a administração de negligenciar direitos conquistados de forma legítima, como é a questão do Piso Nacional. Acusado de ditador pela grande maioria dos manifestantes que foram até a porta da prefeitura, o prefeito não se manifestou sobre o assunto. Segundo contatos com sua assessoria ele prometeu rever a situação, mas deixou transparecer que a queda nos repasses federais vem atrapalhando demais o bom andamento de sua administração. No final os professores prometeram paralisar as suas atividades, caso suas reivindicações não sejam atendidas.
Devido à insensibilidade nas negociações, o prefeito foi taxado de ditador (Foto: Leitor Brumado Urgente via WhatsApp)
- iBahia
- 08 Mai 2015
- 15:30h
Foto: iBahia
O sonho de cursar o ensino superior acabou para muitos estudantes em poucos meses. Este ano, o número de novos contratos com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) reduziu em cerca de 50%, totalizando 252 mil novos contratos em todo o país, segundo o Ministério da Educação (MEC).
Sem conseguir fazer contrato com o financiamento do governo federal, a estudante Milena Albergaria, 27 anos, teve que abandonar o curso de Enfermagem da Unijorge apenas quatro meses após o ingresso. Sem conseguir pagar a mensalidade, de R$ 1.203,13, ela se viu sem opção.
“Eu estava frequentando. Fiz algumas provas, estava com seminários em andamento, deixei tudo pela metade”, conta a aspirante a enfermeira, que decidiu interromper o curso quando constatou que estaria frequentando as aulas à toa. “Não estava conseguindo estudar direito porque vi que estava estudando em vão. Eu não teria como provar nada, porque a faculdade não vai emitir documento de que estava cursando”, explica Milena.
Nem a matrícula ela teve como pagar. Isso porque, explica a jovem, acabaria contraindo uma dívida de seis meses. “Se tivesse pago, teria adquirido a dívida do semestre inteiro. Depois, eu teria que negociar a dívida, que chegaria a quase 8 mil reais”, ilustra. Sem condições de arcar com uma possível dívida e, ao mesmo tempo, sustentar a filha, Milena agora se prepara para fazer um novo vestibular, no domingo, e tentar uma bolsa na Universidade Católica do Salvador (Ucsal).
Mas ela também já pensa em outra alternativa, caso não consiga o benefício na universidade: voltar ao cursinho e tentar uma instituição pública. “Enfrentar a pública é um pouco complicado pela demora de ter vestibular. Depois, de formar. Mas é minha única opção, caso não consiga a bolsa”, lamenta Milena.
- Mirian Neto I ConquistaUrgente
- 08 Mai 2015
- 12:30h
Foto: Reprodução
Nesta quinta-feira (7), docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) aprovaram greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (11), durante assembleia. A decisão segue paralisações também aprovadas nesta quinta pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Os professores definiram, ainda, o fechamento do pórtico da instituição na segunda, às 8h, para reforçar a proposta do movimento junto à comunidade acadêmica.
Nesta sexta (8), as Associações Docentes das três universidades protocolam documento na Governadoria, Secretaria da Educação (SEC) e reitoria das universidades, informando sobre a decisão da categoria e exigindo o cumprimento da pauta de reivindicação. Segundo a categoria, a decisão visa forçar o governo a avançar na pauta protocolada em 9 de dezembro passado e, principalmente, a apresentar uma proposta que solucione o grave problema gerado às instituições em função da redução anual das verbas de custeio e investimento. “Em 2014, as universidades estaduais não foram pautadas, mas a expansão das universidades federais na Bahia teve ampla repercussão. O prazo do governo para negociar já foi dado, mas ele não se mostrou disposto a atender as reivindicações”, disse Edson do Espírito Santo, diretor da Associação dos Docentes da Universidade de Feira de Santana. Os professores reivindicam a revogação da lei 7176/97; a destinação de, no mínimo, de 7% da Receita Liquida de Impostos do Estado da Bahia para o orçamento anual, com revisão do percentual a cada dois anos e de tal forma que o orçamento do ano não seja inferior ao executado no ano anterior; ampliação do quadro de vagas para professores e a desvinculação das classes; respeito aos direitos trabalhistas dos docentes; aumento nos incentivos do Estatuto do Magistério Superior; além do pagamento do reajuste linear com reposição integral da inflação. *com informações Voz da Bahia
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- Wilma Santana I Brumado Urgente
- 24 Abr 2015
- 10:45h
Foto: Ilustração I Internet
Nesta sexta-feira (24), os professores da rede estadual paralisaram as atividades com o intuito de reivindicar seus direitos trabalhistas. Dentre eles encontram-se: melhoria salarial, revisão dos planos municipal e estadual de educação e oposição ao projeto de lei que pretende terceirizar o trabalho no serviço público (PL 4.330). com base em informações do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado da Bahia (APLB), os professores se reunirão nesta sexta-feira (24), na Praça da Piedade, em Salvador, a partir das 9h. contudo, parte dos professores declararam trabalhar hoje (24), vestidos de roupa preta em protesto contra a direção da APLB. Os professores da rede municipal não estão participando das manifestações, porém vão aderir ao protesto marcado para a próxima quinta-feira (30), quando os docentes da rede estadual voltarão a paralisar as atividades.
(Foto: Reprodução)
Proposta em análise na Câmara (PL 104/15) proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares e tablets, nas salas de aula da educação básica e superior de todo o país. O projeto, de autoria do deputado Alceu Moreira (PMDB/RS), prevê que os aparelhos só serão admitidos em sala se integrarem as atividades didático pedagógicas e forem autorizados pelos professores. O texto amplia o alcance de projeto de lei apresentado em 2007 pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT/RS), que pretendia proibir apenas o uso de telefones celulares nas salas de aula. Antes de ser arquivado com o fim da legislatura passada, o projeto de Mattos (PL 2246/07) chegou a ser aprovado pela então Comissão de Educação e Cultura, onde foi alterado para estender a proibição a todos os aparelhos eletrônicos portáteis. A comissão concluiu que "para preservar a essência do ambiente pedagógico, deveria estender a proibição a todos os equipamentos eletrônicos portáteis, que desviam a atenção do aluno do trabalho didático desenvolvido pelo professor". A proposta será analisada conclusivamente pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O Ministério da Educação (MEC) atrasou pagamento a faculdades privadas com alunos no Fies, programa de financiamento universitário, segundo dirigentes e associações do setor. A queixa é de que o último pagamento, previsto para fevereiro, não foi feito. Com dificuldades orçamentárias, a pasta já falhou em outros compromissos financeiros em 2015. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do MEC responsável pelo Fies, não confirmou atrasos. O FNDE paga as faculdades com títulos públicos, usados para quitar tributos. Como o valor do certificado pode ser maior do que o débito com impostos, o governo recompra os títulos restantes e esse dinheiro cai na conta da faculdade. As escolas se queixam que o FNDE não respeitou a data para a primeira recompra, de 27 de fevereiro, segundo o calendário do órgão. O MEC e as faculdades privadas travam uma guerra desde dezembro, quando uma portaria mudou parte das regras do Fies. Até 2014, por exemplo, eram 12 datas para recompra dos títulos pagos às escolas. A partir deste ano, são oito vezes, o que reduz o fluxo de caixa das faculdades. O diretor executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, diz que o atraso piora a situação. “Já não tivemos a recompra de janeiro, que acabou após a mudança de regra, e agora estamos sem a de fevereiro.” Mais da metade das 400 associadas ao sindicato reclamaram do atraso na recompra. “A instituição não suporta dois meses sem receber esse dinheiro”, diz. “Algumas abriram turmas só por causa do Fies.” Mais de 100 instituições no País, segundo dados do MEC, têm mais de 60% dos alunos no programa.
(Foto: arquivo BRG)
Os funcionários terceirizados da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia irão manter os portões da instituição fechados na manhã da próxima quinta-feira (26). O movimento paredista reivindica o pagamento dos salários que estão há mais de um mês atrasados. Os funcionários prestam serviço através de três empresas. O Sindicato dos Trabalhadores Terceirizados (SINDILIMP) afirma que 90% do quadro de Vitória da Conquista está em paralisação. O secretário local do sindicato, Luciano Almeida, aponta que a HD, do setor de portaria e administração, deve vale-alimentação, vale-transporte e salário; a CCS, do setor administrativo deve vale-alimentação, vale-transporte e uma parte de recebimentos de férias de alguns prestadores; já a Basetec, de funcionários de limpeza e manutenção, deve vale-transporte, vale-alimentação e salário. Ainda de acordo com o SINDILIMP, o problema se originou por uma falha das empresas com notas fiscais e documentação à Secretaria de Educação, e o sistema do governo se encerra no dia 15 de cada mês.
- por Mateus Novais
- 24 Fev 2015
- 15:33h
(Foto: Reprodução)
Travestis já podem se matricular, a partir desse ano, na rede pública de ensino estadual e nas universidades Federal da Bahia (Ufba) e do Sudoeste da Bahia (Uesb) com seus nomes femininos. As portarias foram editadas em 2014 e começaram a valer este ano. O fato é comemorado como uma “vitória histórica” por entidades ligadas ao gênero. A Associação de Travestis de Salvador (Atras) e o Grupo Gay da Bahia (GGB) estimam que existam duas mil “trans” no estado, um quarto apenas em Salvador. Em entrevista ao jornal A Tarde, Millena Passos, presidente da Atras, acredita que as portarias da Ufba e Secretaria de Educação da Bahia vão estimular muitas travestis a estudar e ter outra profissão “menos perigosa e insalubre”. “Se alguma escola ou faculdade recusar reconhecer nosso gênero feminino, inclusive o acesso a sanitário feminino, deve ser denunciada publicamente e a Atras acionará o Ministério Público da Bahia”, declarou.
- Brumado Urgente
- 24 Fev 2015
- 09:25h
Foto: Marciel Araújo
O sonho de ingressar no Curso de Medicina de uma universidade pública é uma façanha que é para poucos, mas existem alguns exemplos que mostram que com dedicação, foco e disciplina isso é factível, mesmo para uma jovem de apenas 16 anos. Esse foi o caso da estudante livramentense Vitória Thamyres Brandão da Silva, a qual foi aprovada em 4 vestibulares para o Curso de Medicina, da UNIFACS (Salvador), UESB (Jequié), UFPE (Pernambuco) e UERJ (Rio de Janeiro). A disciplina, segundo ela, é um dos requisitos principais, já que a rotina dos estudos era de no mínimo 6 horas diárias. Ela comemorou muito o feito e, agora, está analisando qual será o curso que irá escolher.
(Foto: Reprodução)
Confira se a segunda chamada dos aprovados no Vestibular Uesb 2015 é a sua chance! A Universidade acaba de divulgar a lista dos convocados por meio do Edital 024/15. São convocados os candidatos a partir das vagas remanescentes da primeira chamada. Para a matrícula, os selecionados devem comparecer às Secretarias de Cursos do seu respectivo campus nos dias 19 e 20 de fevereiro, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30. A documentação necessária para a matrícula, bem como demais detalhes sobre a convocação estão disponíveis também no Edital. Em caso de dúvidas, entre em contato com a Secretaria de Cursos de cada campi.
Aproximadamente nove em cada dez municípios brasileiros não atingiram o percentual mínimo de alunos com desempenho adequado em matemática no 9º ano do ensino fundamental, segundo os parâmetros do movimento Todos pela Educação para 2013. De acordo com os dados, 10,8% dos municípios atingiram a meta intermediária calculada para que, em 2022, bicentenário da Independência do Brasil, pelo menos 70% dos alunos tenham aprendizado adequado. O Todos pela Educação considerou os resultados da Prova Brasil de 2013, os últimos disponíveis. Em matemática, 10,8% atingiram a meta intermediária. Em português, esse percentual foi 29,6% dos municípios. As metas variam de acordo com o ano, a disciplina e a localidade. As metas intermediárias podem ser consultadas no site do movimento. Desde 2011, a organização tem verificado a queda no percentual dos municípios que conseguem cumprir as metas intermediárias em ambas as disciplinas.
(Foto: Reprodução)
Janine Farias, de 22 anos, é a primeira surdocega congênita no país a ser aprovada em uma Universidade do Estado da Bahia (Uneb), segundo informações do Grupo Brasil de Apoio ao SurdoCego e ao Múltiplo Deficiente. Moradora de Barreiras, oeste da Bahia, a jovem superou as dificuldades, adotou uma rotina de estudos e agora vai cursar Pedagogia. "Foi felicidade muita, muita, muita. Eu passei para ela quando eu tive realmente certeza que ela tinha passado. Ela fez festa, ligou para a irmã para dizer que tinha passado, gritou o irmão aqui. Foi uma festa aqui dentro de casa", disse a mãe, Sandra Samara Farias. Para chegar até aqui, Janine aprendeu o braile e a língua de sinais. Ela passou pelo ensino infantil, fundamental e médio em escola normal. A mãe lembra que correu atrás de escolas, projetos sociais e mudou completamente a rotina para que Janine estudasse. "Da falta de profissional para trabalhar com ela, eu me especializei. Busquei aprender a língua de sinais, o braile, fiz diversos cursos, me graduei em pedagogia, me especializei em educação inclusiva e hoje estou fazendo mestrado também na área de surdocegueira. Tudo para dar subsídios para ela", relata.
(Foto: Reprodução)
Conquistar uma vaga numa faculdade de medicina já é uma vitória a qualquer vestibulando. E o se candidato em questão não tiver sequer terminado o ensino médio na escola pública? José Victor Menezes Teles, 14, obteve nota no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) suficiente para ser calouro do curso de medicina da UFS (Universidade Federal de Sergipe) esta semana. O garoto de corpo franzino é aluno do 1º ano do ensino médio do Colégio Estadual Murilo Braga, em Itabaiana (SE), a 52 km da capital, Aracaju. Ele conta que sempre gostou de ler, estudar e apontou os pais, ambos professores da língua portuguesa na rede pública, como principais motivadores. "Eles sempre acreditaram no meu potencial. Sempre me incentivaram e eu sempre corri atrás de meus objetivos", disse. Segundo o garoto, ele se dedicava a 5 horas de estudos por dia, fora o tempo da escola. Para treinar, usou a estratégia recomendada por dez entre dez professores: fazer provas anteriores.
(Foto: Brumado Urgente)
A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) divulgou nesta quarta-feira, 28, a relação dos aprovados no vestibular 2015. Segundo informações da instituição, a consulta ao boletim de desempenho deve estar disponível a partir da próxima terça-feira, 3.A matrícula para os aprovados na 1ª chamada dos cursos de Ensino à Distância (EaD) acontece nos dias 5 e 6 de fevereiro. Já a matrícula dos aprovados na 1ª chamada nos cursos presenciais vai de 9 a 11 de fevereiro. Os documentos necessários estão listados no edital. Ao todo foram oferecidas 3.647 vagas através do Processo Seletivo Vestibular 2015 e 1.893 vagas com ingresso pelo Sistema de Seleção Unificado (SiSu), somando 5.540 vagas. Deste total 40% é reservada aos candidatos negros, que optaram pela reserva no ato da inscrição.
(Foto: Reprodução)
O Ministério Público Federal (MPF) no Piauí está pedindo, em ação civil pública na Justiça Federal, a anulação da 2ª fase do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e a aplicação de nova prova. O motivo é o vazamento do tema da redação para alunos, constatado pela Polícia Federal em pelo menos quatro Estados: Piauí, Paraíba, Ceará e Maranhão. Em liminar, o MPF também requereu à Justiça que suspenda imediatamente as etapas seguintes a aplicação da prova: inscrição no SISU, matrículas nas Universidades que adotam o Enem como sistema único de classificação e torne sem efeito as notas gerais divulgadas no dia 13 de janeiro de 2015. Foi solicitada ainda a aplicação de multa em caso de descumprimento da decisão. O procurador da República, Kelston Lage, responsável pela ação, disse ao Terra não ser possível determinar quantas pessoas tiveram acesso antecipadamente ao tema, sendo necessária a realização de nova prova para garantir o princípio da igualdade de disputa. "À PF, quatro estudantes confessaram terem recebido a prova por WhatsApp e repassado para outros grupos no aplicativo.