BUSCA PELA CATEGORIA "Educação"
- Ascom | PMB
- 29 Ago 2019
- 16:47h
(Foto: Ascom | PMB)
A Administração Educar para Libertar, através da Secretaria Municipal de Educação, vem trazendo grandes inovações para o município de Brumado na área da Educação. A exemplo disso, presenciamos a Universalizaçao do Ensino Integral na Rede Municipal de Ensino; A criação do Núcleo de Atendimento Especializado, que atende atualmente, mais de 250 crianças com algum tipo de deficiência; a Escola Idalina Azevedo com o modelo de Colégio Militar, o qual tem obtido um grande avanço com os investimentos que a administração municipal tem feito na estrutura física da escola, na aquisição de uniformes padronizados para alunos e instrutores, os quais são policiais militares remunerados pela administraçao e dentro de um modelo parecido, temos a parceria com a Polícia Rodoviária Estadual no Projeto Patrulhando a Cidadania que está sendo desenvolvido na Escola Roberto Santos. O trabalho vem sendo desenvolvido na parte pedagógica e disciplinar com os professores e alunos da Escola Roberto Santos, onde, nesta sexta-feira, 30/08, a partir das 14h, o Prefeito Eduardo Vasconcelos, a Secretária de Educação Profa. Edneia Ataíde e o Tenente Coronel Selmo Sales estarão presentes numa cerimônia que será realizada pela Equipe Diretiva da Escola, juntamente com a responsável pelo projeto Sub Tenente Luciana, para a entrega de uniformes dos alunos. O projeto que tem obtido bons resultados e o investimento da administração também é notório, com a estrutura física da escola e a remuneração dos policiais que atuam no projeto. É a Adminsitraçao Educar para Libertar trabalhando para uma educação de qualidade no município de Brumado.
- Redação
- 25 Ago 2019
- 08:07h
(Foto: Agência Brasil)
O ministro da Educação (MEC), Abraham Weintraub, anunciou na última sexta-feira (23) a liberação de R$ 60 milhões para o programa Inovação Educação Conectada que leva internet banda larga para escolas da zona rural do país. A expectativa é que até o final do ano, cerca de três milhões de estudantes sejam beneficiados com o programa. Os recursos serão repassados para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), responsável por realizar as conexões de internet. De acordo com o MEC, os recursos representam a segunda parcela do programa. A primeira, ainda em 2017, foi no mesmo valor. No total, serão seis repasses, um por ano, até 2023.
De acordo com a pasta, de janeiro até o momento já foram atendidas 5.662 instituições de ensino em 1758 municípios, com cerca de dois milhões de alunos beneficiados. A maior parte das escolas está localizada na Região Nordeste, 3.596. Depois vem a Região Norte, com 1.022 cidades. O Centro-Oeste aparece em seguida, com 653 municípios atendidos pelo programa. Segundo o MEC, também houve uma aumento na meta de escolas que serão conectadas até o final de 2019; agora serão oito mil escolas rurais. Antes, o governo trabalhava com a meta de 6.500 escolas. As conexões são feitas por meio de satélite, com velocidade de 10 megabytes por segundo (Mbs), realizada em parceria com a Telebras, vinculada ao MCTIC, ao custo mensal médio de R$ 750 por escola conectada, segundo a Agência Brasil. Além do acesso, o MEC também tem um programa para os professores voltado para o uso pedagógico da internet, com conteúdos didáticos exclusivos que serão disponibilizados somente na plataforma própria do programa. Ao entregar o cheque simbólico, Weintraub disse que a prioridade do governo é investir na universalização da banda larga e no ensino básico. "Esse cheque que o MEC está entregando é muito simbólico pela prioridade. A educação, a educação básica. A educação é um dos pilares para você ser livre", disse. "A internet é uma coisa recente para toda a humanidade, mas ela é tão importante quanto o livro, saber ler e escrever. Ela dá a possibilidade de se ter acesso a todo conhecimento humano produzido até esse momento", acrescentou.
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- Redação
- 18 Ago 2019
- 11:11h
(Foto: Reprodução)
Mais quatro instituições de ensino superior de Portugal firmaram convênio com o MEC (Ministério da Educação) para aceitar os resultados do Enem na seleção de alunos para cursos de graduação. Com isso, 41 universidades portuguesas já aceitam o exame. Três têm sede na capital do país: o Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade Autônoma de Lisboa e o Instituto Politécnico da Lusofonia. Já a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa está localiza na cidade de Oliveira de Azeméis. As parcerias com instituições portuguesas para aceitar o Enem na seleção tiveram início em 2014, ainda no governo Dilma Rousseff (PT).
O MEC não forneceu o número total de estudantes que foram estudar em Portugal, mas somente a Universidade de Coimbra recebeu 1.239 alunos e a Universidade do Algarve, 450. As duas instituições tiveram o convênio renovado neste ano. O governo tem tido conversas com instituições da França e da Espanha para ampliar o aceite do exame para esses países, mas ainda não há previsão de um acerto final.
A quantidade de brasileiros em universidades portuguesas cresceu nos últimos anos. No fim de abril, estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa se revoltaram ao se depararem, na entrada da instituição, com uma caixa de pedras contendo uma placa explicativa: "grátis para atirar em um zuca [termo normalmente pejorativo para designar brasileiro]". As queixas por discriminação étnica e racial em Portugal dispararam em 2018, com uma alta de 93,3% em relação ao ano anterior. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que já tratou do assunto com a Embaixada de Portugal sobre casos de xenofobia, mas não deu detalhes sobre alguma iniciativa prática. "Não vejo realmente que em Portugal o estudante vai passar por dificuldades maiores", disse Weintraub, durante coletiva à imprensa nesta sexta-feira (16), em Brasília. "[Havendo] qualquer ação racismo, xenofobia, o estudante adulto pode procurar as autoridades". O presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Alexandre Ribeiro Lopes, disse que os novos acordos é reflexo da credibilidade que o exame conquistou ao longo dos anos. O órgão é responsável pela realização da prova. Lopes garantiu que não haverá problemas na realização do exame. "O cronograma de realização do Enem está mantido, não temos tido nenhum tipo de intercorrência na realização do Enem", disse. A falência da gráfica que imprimia o Enem, mudanças no comando do Inep e vacância em cargos de diretorias importantes do órgão trouxeram tensão sobre a realização adequada do exame, que envolve grande complexidade. "No mês que vem teremos o envio das provas para os locais de aplicação, queremos tranquilizar os alunos", disse Lopes.
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- Redação
- 16 Ago 2019
- 09:03h
Foto: Paula Froes/ GOVBA
A impossibilidade de acumular benefícios frustrou as esperanças dos vice-diretores da rede estadual de Educação da Bahia de verem os vencimentos no final do mês um pouco mais encorpados. Isso porquê diferente de outros servidores públicos, os profissionais terão que optar pela Gratificação de Estímulo às Atividades de Classe, que corresponde a 31,18% do salário base (em caso de regime de trabalho 40 horas semanais), ou pela Gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET) que corresponde a 70% do vencimento básico. Na hora de receber o salário do mês de junho é que os vice-diretores, eleitos para o cargo de gestão por votação da comunidade escolar, descobriram que, diferente do que acharam, não poderiam receber os dois benefícios. Os educadores reclamam da falta de clareza e diálogo da Secretaria de Educação (SEC) com estes servidores e também da falta de regulamentação da função de vice-diretor de 40h semanais. Ao Bahia Notícias, a SEC explicou, através de nota, que com base no artigo 73-A da Lei Estadual 8261/2002, a Lei Magistério Público do Ensino Fundamental e Médio do Estado da Bahia, “o professor que estiver investido em cargo de diretor ou vice-diretor de unidade escolar, poderá optar pela continuidade do recebimento da Gratificação de Estímulo às Atividades de Classe". O texto diz ainda que "neste caso, a Gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET) corresponderá à diferença entre o valor atribuído ao cargo em comissão e o da primeira vantagem". Sobre o pagamento incompleto no último mês, a pasta informou que 40% do valor referente à Regência de Classe do mês de junho de 2019 foram pagos na última segunda-feira (12) e o restante está sendo regularizado para a folha de agosto/2019.
Foto: Divulgação
As manifestações públicas exemplificam bem um dos pilares do regime democrático de direito, e, dentro desse contexto de manifestações que atualmente tem tido grande força na tomada de decisões dos governantes, aconteceu na última terça-feira (13), na praça Cel. Zeca Leite, o sarau “Encontro de Esperança”.
O evento foi organizado pela UNE em defesa da democracia e contra a retirada de direitos. O Sarau contou com a presença de estudantes da rede básica de ensino, discentes da Uneb, professores, sindicalistas e outras lideranças. O Ato teve como objetivo discutir como o governo atual tem tratado o Estado Democrático de Direito, retirando direitos básicos como o investimento em educação.
- Redação
- 15 Ago 2019
- 07:16h
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O Ministério da Educação anunciou que pretende acabar com o programa de ensino em tempo integral aplicado atualmente, informa reportagem da Folha de S. Paulo. No lugar da iniciativa, segundo a publicação, a pasta passará a dar bônus na avaliação de universidades que cederem espaços ociosos para alunos do ensino básico estudarem no contraturno. De acordo coma Folha, o Inep (instituto de pesquisa ligado ao MEC) já está mapeando as faculdades com laboratórios e outras instalações disponíveis, segundo o presidente do órgão, Alexandre Ribeiro Pereira Lopes. O modelo valeria tanto para universidades públicas como para particulares. Aquelas que aceitarem ceder a capacidade ociosa para alunos do ensino básico estudarem receberão o que ele chamou de “bônus regulatório”, ou seja, uma nota extra nas avaliações do ensino superior. A iniciativa vai substituir o atual Novo Mais Educação, programa que financiava o tempo integral em escolas municipais e estaduais, principalmente com atividades de português e matemática. Embora seja uma promessa da gestão Jair Bolsonaro (PSL), o ensino integral sofreu esvaziamento em seu governo.
- bahia.ba
- 13 Ago 2019
- 13:54h
Foto: Rayllanna Lima/bahia.ba
Centenas de estudantes e professores das esferas municipal, estadual e federal estão das ruas do Campo Grande, na manhã desta terça-feira (13), para protestar contra o corte de verbas na Educação. O governo federal anunciou o bloqueio de 30% do Orçamento da pasta no último mês de maio. Alunos e docentes declararam greve geral desde a madrugada desta terça. Com cartazes e bandeiras, eles caminham até a Praça da Sé, no Centro. Presidente da Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT-BA), Cedro Silva é um dos organizadores do ato. De acordo com o sindicalista, o movimento é “em defesa da democracia e da soberania nacional”. “Estamos aqui contra os cortes na Educação e contra reforma da Previdência, que está sendo votada no Senado. Somos contra a privatização das universidades”, afirma Silva.
- Redação
- 09 Ago 2019
- 10:58h
(Foto: Reprodução)
Com o contingenciamento de 30% dos recursos para o custeio das universidades federais, muitas poderão ter os serviços prejudicados se o governo não liberar um orçamento maior. O levantamento foi feito pelo jornal Estado de São Paulo. Das 63 universidades federais do país, 37 responderam à reportagem que o valor restante que têm a receber do Ministério da Educação é insuficiente para todas as despesas até o final do ano. A UFBA, por exemplo, afirmou que o desbloqueio é necessário para ter atividades normalmente no próximo mês. De acordo com a instituição, já houve redução em contratos de vigilância, limpeza, portaria a manutenção. Além disso, suspendeu suspendeu passagens aéreas e transporte terrestre e reduziu viagens para estudo de campo das graduações. Procurado, o MEC disse, em nota, que está disposto apenas a “intermediar a resolução de questões pontuais de liberação de limite de orçamento”.
- Joana D'Arck Cunha
- 09 Ago 2019
- 08:35h
Deputados participaram nesta quarta-feira (7) de reunião para assegurar que o Future-se, proposta do Ministério da Educação a ser encaminhada ao Legislativo na forma de Projeto de Lei, seja debatido e analisado na Comissão de Educação permanente da Câmara Federal. Além de membro deste colegiado, o deputado baiano Waldenor Pereira esteve na condição de presidente do Núcleo de Educação, Cultura e Desportos do PT no Congresso Nacional. O encontro teve a participação do presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), João Carlos Salles, reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBa), e outros parlamentares e representantes do segmento da educação superior. O encontro com o presidente da Comissão de Educação, deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) visou garantir a análise do Future-se neste colegiado, para evitar a recorrente manobra do governo de criar comissões especiais sobre projetos de lei, a fim de facilitar a sua aprovação. Este PL intitulado Future-se já enfrenta resistência e críticas nos meios acadêmicos e no legislativo, inclusive de Waldenor Pereira, ex-reitor e duas vezes presidente do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia, antes de se eleger deputado. “Numa avaliação preliminar, trata-se de um projeto nocivo às universidades federais, porque fere a sua autonomia e ameaça o caráter público dessas instituições, quando propõe a utilização de Organizações Sociais (OS) para realizar ações universitárias, e contratação de professores por tempo determinado, dentre outros pontos”, criticou Waldenor. Também estiveram presentes à reunião a presidente da Frente Parlamentar Em Defesa das Universidades Federais, deputada Margarida Salomão (PT-MG), as deputadas Rosa Neide e Natalia Benevides e os reitores das universidades federais de Goiás, Edward Madureira Brasil, e Fluminense, Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega.
- Redação
- 08 Ago 2019
- 17:50h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) está com inscrições abertas para os pedidos de isenção parcial da taxa do processo seletivo 2020 de cursos técnicos. Os interessados podem fazer o pedido até o dia 22 de agosto. Conforme a instituição, para os candidatos terem direito a este benefício é necessário, nos cursos na forma integrada, que tenham cursado todo o ensino fundamental II em escola pública, e para os cursos na forma subsequente que tenham estudado todo o ensino médio em escola pública. A isenção parcial deve ser solicitada no momento da inscrição, no site do IFBA. Os estudantes devem se apresentar, no dia 23 de agosto, em qualquer campus do instituto, com os documentos exigidos no edital. O pagamento da taxa fica no valor de R$ 3,50 (10% da taxa de inscrição). O resultado preliminar dos pedidos de isenção será divulgado no dia 10 de setembro. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] e na página do Processo Seletivo.
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
Foi realizado nesse domingo (04), no espaço de eventos Recanto dos Pássaros em Brumado, a já tradicional festa antecipada em comemoração ao dia dos pais da Escola Artinfância. O evento contou com a presença maciça dos pais, mães, familiares dos alunos e seus convidados. A animação ficou por conta do cantor Juninho Vocal, que a beira da piscina proporcionou aos presentes momentos inesquecíveis de lazer e descontração. No evento realizado pela Artinfância, os pais e filhos puderam desfrutar de companhia mútua, o que fortaleceu mais ainda os laços paternais. Confira as fotos!
(Foto: Reprodução)
Como forma de reduzir o custo nas universidades estaduais, a Secretaria de Educação da Bahia avalia adotar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar os estudantes das quatro instituições de ensino superior, segundo o titular da pasta, Jerônimo Rodrigues.Ao Bahia Notícias, Rodrigues afirmou que o assunto será tratado com os reitores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual de Feira de Santana do Estado da Bahia (Uefs) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Hoje, cada instituição realiza o seu próprio vestibular. "O governo do Estado está pretendendo fazer um diálogo sobre este caminho, mas a gente não avançou ainda. Precisamos fazer um diálogo sobre isso. Não dá para ter duas medidas [Enem e vestibular]. Acho que ainda este ano nós trataremos com o Fórum dos Reitores. Nós queremos fazer isso com os reitores", declarou o secretário. Para o Enem deste ano, 5,09 milhões estudantes se inscreveram em todo o país. O número de participantes confirmado é o menor desde 2010, quando 4,62 milhões de pessoas terminaram o processo de inscrição aptas a participar do exame. A prova será aplicada nos dias 3 e 10 de novembro.
- Brumado Urgente
- 31 Jul 2019
- 09:25h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Considerada um dos marcos educacionais de Brumado e região, o Campus do IFBA vem promovendo grandes avanços para a classe estudantil, oferecendo cursos atualizados em várias áreas. Desta feita, está sendo lançado o Edital de Matrícula nº 12, que engloba a Transferência Interna, Externa e Portador de Diploma, Vagas residuais do Ensino Superior - Engenharia de Minas. Clique aqui e confira o Edital na íntegra.
- FolhaPress
- 31 Jul 2019
- 07:41h
(Foto: Reprodução)
O bloqueio de R$ 1,4 bilhão no Orçamento federal deste ano, anunciado pelo governo na última semana, será distribuído em nove ministérios. Decreto com o detalhamento do corte foi editado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) na noite desta terça-feira (30). A maior limitação, de R$ 619 milhões, será feita no Ministério da Cidadania. O segundo maior corte ficou com o MEC (Ministério da Educação), que terá menos R$ 348 milhões para gastar neste ano. Com a piora nos parâmetros econômicos e uma redução nas projeções de arrecadação, o governo já havia feito em março um bloqueio de aproximadamente R$ 30 bilhões no Orçamento.
A redução de recursos na área da Educação levou a uma onda de protestos em maio. No mesmo mês, a equipe econômica anunciou o desbloqueio de parte da verba do ministério da área.
Agora, voltou a fazer um corte na Educação. No total, foram bloqueados neste ano R$ 6,2 bilhões da pasta, quase 25% do orçamento para o ano. É o maior corte da esplanada dos ministérios.
O decreto editado nesta terça ainda bloqueia recursos dos ministérios da Agricultura (R$ 54 milhões), Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (R$ 59 milhões), Economia (R$ 282 milhões), Meio Ambiente (R$ 10 milhões), Relações Exteriores (R$ 32 milhões), Saúde (R$ 6 milhões) e Turismo (R$ 100 milhões).
A medida recompõe R$ 60 milhões ao Ministério de Infraestrutura e R$ 5 milhões ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
O corte de R$ 1,4 bilhão no Orçamento dos ministérios só não foi maior porque o governo usou uma reserva de recursos destinada a situações emergenciais.
Para atenuar o bloqueio, a equipe econômica usou R$ 809 milhões que restavam na reserva.
A cada dois meses, o governo precisa reavaliar as contas e ver se o balanço entre receitas e despesas permite o cumprimento da meta fiscal, atualmente fixada em déficit de R$ 139 bilhões.
Em setembro, uma nova avaliação será feita. Eventual descompasso na conta levará a novo corte, já que não há mais reserva emergencial para cobrir o rombo.
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- FolhaPress
- 30 Jul 2019
- 14:25h
(Foto: Reprodução)
O MEC (Ministério da Educação) prorrogou, para o dia 10 de outubro, o prazo para renegociação de dívida do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). A portaria que prevê a ampliação a renegociação foi publicada nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União. As informações são da Agência Brasil. Para pedir a renegociação, os estudantes precisam ter firmado o contrato com o Fies até o segundo semestre de 2017; estar com as parcelas atrasadas em, no mínimo, 90 dias; e ter contratos em fase de amortização. Além disso, os contratos não podem ser objeto de ação judicial. A depender do tipo contrato, a renegociação também poderá ser feita pelo prazo de amortização. De acordo com o Ministério da Educação, mais de 500 mil alunos estão com os contratos de financiamento na fase de amortização e com atraso no pagamento das prestações. O saldo devedor total alcança o valor de R$ 11,2 bilhões. Para regularizar a situação, os interessados devem procurar a instituição bancária onde o contrato foi assinado. O valor da parcela resultante da renegociação não pode ser inferior a R$ 200. Há ainda a parcela de entrada. O estudante deve pagar ou 10% da dívida consolidada vencida, ou R$ 1.000.