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- Sertão Hoje
- 21 Dez 2020
- 09:28h
Ao todo, os alunos brumadenses conquistaram 30 medalhas de ouro, 33 medalhas de prata e 48 medalhas de bronze. (Foto: Divulgação / OBA)
Neste sábado (19), a Prefeitura de Brumado, através da Secretaria Municipal de Educação, publicou uma nota em seu site oficial, parabenizando as Escolas Municipais em Tempo Integral “pelo brilhantismo na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), evento estudantil”.
Esta edição de 2020, realizada de forma virtual por conta da pandemia de Covid-19, os alunos brumadenses conquistaram 111 medalhas, sendo 30 de ouro, 33 de prata e 48 de bronze. Ainda conforme a nota, “o número de medalhas é significativo, pois demonstra que mesmo em meio à pandemia da Covid-19, nossos alunos continuam estudando e se interessando pela temática da olimpíada e pela competição”. Os medalhistas são das Escolas Municipais em Tempo Integral Armida Maria Azevedo, Professora Clarice Morais dos Santos, Santa Rita de Cássia, Professora Maria das Graças Assis Correia, Nice Públio da Silva Leite, Professora Scheilla Barreto Spínola Costa, Professora Eny Novais Mafra e o Centro Integrado de Educação Professora Maria Sônia Meira Gomes e Professora Sá Teles.
A OBA é realizada todos os anos pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), e conta com a participação de estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio de todo o país. O objetivo é estimular o interesse dos jovens pela Astronomia, Astronáutica e promover a difusão do conhecimento.
- Redação
- 11 Dez 2020
- 07:37h
(Foto: Reprodução)
O texto-base do projeto que regulamenta o novo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados nessa quinta-feira (10). Classificado como o principal mecanismo de financiamento da educação básica, o Fundeb agora será apreciado pelo Senado. Segundo informações do G1, os deputados aprovaram também a inclusão de alguns pontos polêmicos. Um deles, demandado pelo governo, foi a possibilidade de repasse de recursos do fundo para escolas privadas sem fins lucrativos, a exemplo das confessionais (ligadas à igrejas) nos ensinos médio e fundamental. Se concluído assim, instituições do tipo poderão receber recursos equivalentes a até 10% do total de vagas. Outro exemplo é a possibilidade de pagar profissionais que trabalhem nas instituições confessionais, filantrópicas ou comunitárias, sejam elas privadas ou sem fins lucrativos, com recursos originalmente destinados ao pagamento dos salários dos professores e profissionais das áreas técnicas, administrativas e os multiprofissionais, como psicólogos e assistentes sociais.
- FolhaPress
- 08 Dez 2020
- 12:16h
(Foto: Reprodução)
No alvo de críticas de reitores, professores e alunos, o MEC (ministério da Educação) recuou da decisão de retornar as atividades presenciais na rede federal de ensino superior em 4 de janeiro.
Em portaria publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União), na noite desta segunda-feira (7), a pasta comandada por Milton Ribeiro estipulou uma nova data: 1º de março.
"As atividades letivas realizadas por instituição de educação superior integrante do sistema federal de ensino, de que trata o art. 2º do Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017, deverão ocorrer de forma presencial a partir de 1º de março de 2021, recomendada a observância de protocolos de biossegurança para o enfrentamento da pandemia de Covid-19", diz a portaria.
Até lá, faculdades privadas, institutos e universidades federais poderão continuar os trabalhos de forma remota.
Em suas redes sociais, Ribeiro disse que a medida reafirma a disposição do governo Bolsonaro (sem partido) pela "retomada das aulas presenciais, observadas as devidas condições sanitárias e medidas de segurança", escreveu ele no Twitter.
O retorno dos trabalhos presenciais em 4 de janeiro foi considerada impraticável, já que dava cerca de um mês para que as instituições de ensino se organizassem.
A primeira portaria, publicada no dia 2 deste mês, também foi criticada porque não ouviu os gestores das instituições, o que só ocorreu dois dias depois, na última sexta-feira (4).
Na reunião, os dirigentes das universidades pediram para que a autorização do ensino remoto fosse estendida até dezembro de 2021, conforme já aprovado pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).
A resolução, que alongava o prazo, foi aprovada pelo CNE no início de outubro e aguardava a homologação do ministro, que pressionado por aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), não aprovou a extensão das atividades remotas.
- Fernanda Glinka
- 02 Dez 2020
- 18:33h
(Foto: Divulgação)
A Educação foi um dos setores mais impactados pela pandemia em todo o mundo. Escolas fecharam e, do dia para a noite, professores precisaram repensar suas estratégicas pedagógicas e alunos tiveram de se manter engajados mesmo sem a interação presencial. Diante desse cenário, o mercado da educação se viu forçado a utilizar tecnológicas já anteriormente disponíveis para viabilizar aulas de forma remota aos estudantes, mesmo sem planejamento prévio.
Para 2021, a discussão vai além da dúvida entre retornar às aulas presencias ou permanecer 100% no digital, mas sim em como estabelecer um esquema de ensino híbrido. “Os encontros presenciais ainda serão necessários, mas não mais para assistirmos aulas conteudistas como costumávamos fazer. Terão um viés muito mais humano, de convívio, relacionamento social, troca de ideias e ativação de ambientes criativos”, diz Paula Abbas, Consultora de Inovação e Docente nas áreas de Pesquisa de Tendências e Design Thinking do ISAE Escola de Negócios.
Segundo a especialista, a pandemia acelerou algumas tendências determinantes à transformação da educação, como a aprendizagem baseada em problemas (problem based learning), o desenvolvimento de soft skills e a inovação dentro das áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática). Ou seja, foco educacional voltado às ferramentas que envolvem trabalho em grupo e uso de metodologias ativas. “Otimizando os encontros presenciais apenas para momentos realmente necessários, minimizamos até mesmo o impacto ambiental. Nos acostumaremos a menos deslocamentos físicos e mais deslocamentos digitais”, afirma.
Para o próximo ano, veremos grandes inovações acontecendo no setor da educação. Como negócio, ganharão relevância as salas de aula virtuais, que eram periféricas e hoje se encontram sob holofotes. Já como planejamento pedagógico, será necessário ter claro em mente como engajar o aluno através da tecnologia. “Vale o alerta em relação ao acesso da população à internet. Hoje, apenas 60% da população está online, e a pandemia escancarou as desigualdades socioeconômicas. Se não nos atentarmos a esses detalhes, a falta de acesso às tecnologias pode inviabilizar o ensino à distância”, complementa Paula Abbas.
- Redação
- 02 Dez 2020
- 08:47h
Medida vale para as instituições federais de ensino superior; Ufba, contudo, já anunciou que suspensão continua no próximo ano | Foto: Reprodução
O Ministério da Educação (MEC), por meio de publicação no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2), determinou a retomada das aulas presenciais para instituições federais do ensino superior a partir do dia 4 de janeiro de 2021.
Conforme portaria, para o retorno, as instituições devem adotar um “protocolo de biossegurança” contra a propagação do novo coronavírus (Covid-19).

O documento estabelece ainda a adoção de recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais, que deverão ser “utilizados de forma complementar, em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas”.
O texto da portaria diz, também, que as “práticas profissionais de estágios ou as que exijam laboratórios especializados, a aplicação da excepcionalidade”, devem obedecer as Diretrizes Nacionais Curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), “ficando vedada a aplicação da excepcionalidade aos cursos que não estejam disciplinados pelo CNE”.
O documento estabelece, que, especificamente, para o curso de medicina, “fica autorizada a excepcionalidade apenas às disciplinas teórico-cognitivas do primeiro ao quarto ano do curso, conforme disciplinado pelo CNE”.
Ufba mantém suspensão
Antes do anúncio do MEC, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) já havia anunciado que as aulas presenciais continuarão suspensas na instituição em 2021.
Além da suspensão das atividades acadêmicas, a Ufba também decidiu manter suspensa as atividades administrativas no primeiro semestre do próximo ano, que começa no dia 22 de fevereiro e segue até 22 de junho.
- Redação
- 30 Nov 2020
- 11:04h
Depois de queda em abril, quando começou a quarentena no Brasil, gastos voltaram a subir a partir de maio, dando um salto maior em outubro | Foto: Agencia Brasil
Startup de gestão de finanças pessoais, a Mobills analisou dados de mais de 99 mil usuários do aplicativo entre os meses de janeiro e outubro de 2020, e constatou que os gastos com educação cresceram 36% do que a média registrada em janeiro deste ano. Analisando o recorte desta análise sobre 1,2 mil usuários da Bahia, foi possível concluir que neste estado os gastos com educação foram em outubro 32% maiores do que em janeiro.
Janeiro costuma ser o mês de férias escolares e fevereiro o mês de volta às aulas, período em que os gastos com educação tendem a ser maiores, por isso, na Bahia o aumento entre esses meses foi de 24%. Em março, início da quarentena no Brasil, os gastos registrados com educação tiveram uma queda de 7% em comparação com fevereiro, mas os valores ainda foram 15% maiores do que em comparação com janeiro. No mês seguinte, abril, o valor registrado com educação atingiu a maior baixa do período, no total 11% menor do que em janeiro.
Para o CEO da Mobills, Carlos Terceiro, essa queda entre março e abril demonstra que os baianos, com o reforço das medidas de isolamento social no Brasil, reduziram os gastos com educação, muito provavelmente de cursos e escolas que tinham aulas presenciais e que não adaptaram nos primeiros meses para o sistema de educação à distância.
A partir de maio, os gastos com educação voltaram a apresentar um crescimento gradual, mas foi em outubro que os gastos tiveram um salto. Em comparação com janeiro, os gastos foram 32% maiores nesta categoria. “Podemos supor que essa alta se dá principalmente devido à volta das aulas presenciais em escolas particulares e universidades, que vem ocorrendo gradualmente no último mês”, explica Terceiro.
Ticket médio
Apesar do aumento de gastos, durante os dez meses analisados pela startup, o ticket médio registrado em outubro foi 8% menor do que o registrado em janeiro, com uma média de R$ 414,83 .
Carlos Terceiro comenta que esse comportamento representa que entre março e junho muitos usuários do Mobills cortaram essa despesa do orçamento, então de julho a outubro eles voltaram a ter gastos com educação e por esse motivo o valor total aumentou, enquanto o ticket médio reduziu.
- Redação
- 29 Nov 2020
- 08:01h
(Foto: Reprodução)
As aulas presenciais na Universidade Federal da Bahia (Ufba) continuarão suspensas em 2021, conforme anunciou a instituição após realizar uma reunião com o Conselho Universitário (Consumi) na sexta-feira (27).
Além da suspensão das atividades acadêmicas, a Ufba também decidiu manter suspensa as atividades administrativas no primeiro semestre do próximo ano, que começa no dia 22 de fevereiro e segue até 22 de junho.
A universidade explicou que o conselho decidiu pela realização em formato semelhante ao semestre letivo suplementar que foi realizado neste ano, após as aulas terem sido suspensas como forma de tentar conter o avanço do novo coronavírus.
Devido aos efeitos da pandemia, o semestre não contará para tempo máximo de conclusão dos curso. também será permitido trancar o semestre a qualquer momento.
A resolução aprovada prevê que o período seja regular e especial ao mesmo tempo, porque aos colegiados poderão definir a oferta de disciplinas, em diálogo com os departamentos.
O fator especial será determinado por causa das limitações tecnológicas, condições de trabalho e de acessibilidade impostas pela pandemia, com o ensino à distância.
A universidade disse ainda que ações de capacitação serão intensificadas, bem como as iniciativas de inclusão digital direcionadas aos estudantes em maior vulnerabilidade socioeconômica. Com informações do portal G1.
- Agência Brasil
- 20 Nov 2020
- 15:08h
Avaliação digital está marcada para 31 de janeiro e 07 de fevereiro, após a versão tradicional, marcada para 17 e 24 de janeiro | Foto: Reprodução
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está em alerta com os ataques hacker aos sistemas federais nas últimas semanas. Isso porque pela primeira vez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será feito de forma online, além do modo presencial.
O exame está previsto para acontecer nos dias 17 e 24 de janeiro na versão tradicional, impressa. A avaliação digital está marcada para 31 de janeiro e 07 de fevereiro.
Ao O Globo, o presidente interino e diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais, Camilo Mussi, afirmou que o órgão intensificou monitoramento depois do ataque ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no final de semana. Por outro lado, o gestor garantiu que o modelo de segurança do Enem é baseado em dados criptografados. Dessa forma, ainda que as provas sejam atacadas, não será possível decodificar as informações em tempo hábil para a avaliação.
“Depois do dia 29, o principal acontecimento envolvendo tecnologia é o Enem digital. A gente está fazendo o máximo para não ter nada. A cada momento estamos nos preparando mais. A responsabilidade do Inep, devido aos acontecimentos que tivemos no início de novembro e nas eleições, aumentou muito”, explicou Mussi, se referindo ao segundo turno das eleições municipais.
Além da criptografia, o sistema usado para o Enem digital tem como característica a conexão à internet apenas no momento de carregar as provas em cada computador. Antes disso, todos os computadores são alvo de um programa que apaga qualquer ferramenta existente na máquina, como calculadoras e outras funcionalidades.
O Inep informou também que tem um servidor específico para rodar as provas, além de reservas. Se houver problemas técnicos no dia do Enem digital, os candidatos poderão trocar de computador durante a avaliação. Se o tempo exceder 15 minutos de falha, poderá ser solicitada reaplicação.
O UPT é desenvolvido em parceria com a UNEB, a UEFS, a UESB, a UESC e a UFRB, com o objetivo de contribuir para o acesso de estudantes ao Ensino Superior. (Foto: Cindi Rios / UPT-UNEB)
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC/BA) promove, nesta terça-feira (17), às 9h, o lançamento do edital do Programa Universidade para Todos (UPT), pelo canal do YouTube do Instituto Anísio Teixeira. A atividade contará com a participação do secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues. O UPT é desenvolvido em parceria com as universidades públicas UNEB, UEFS, UESB, UESC e UFRB, com o objetivo de contribuir para o acesso de estudantes ao Ensino Superior. Durante a live, serão repassadas informações sobre o número de vagas ofertadas e as principais mudanças do programa devido à suspensão das aulas presenciais por causa da pandemia do novo Coronavírus (SARS-COV-2), causador da Covid-19. O Programa Universidade Para Todos é voltado para estudantes matriculados, em 2020, no 3º ano do Ensino Médio Regular estadual ou municipal (ou suas modalidades correspondentes) ou no 4º ano da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio das redes estadual ou municipais (ou suas modalidades correspondentes), além de egressos do Ensino Médio estadual ou municipal do Estado da Bahia.
- Redação
- 03 Nov 2020
- 12:33h
(Foto: Correio)
Na última sexta (30), o Governo do Estado da Bahia publicou a autorização da retomada das atividades letivas presenciais nas Instituições de Ensino Superior da Bahia, a partir do dia 3 de novembro. No entanto, cada universidade deverá estabelecer esse retorno, de acordo com seu planejamento e calendário acadêmico.
Em declaração oficial, o professor Luiz Otávio de Magalhães, reitor da Uesb e presidente do Fórum das Universidades Estaduais da Bahia, lembra que a medida não é voltada apenas para as universidades estaduais, mas para todas as instituições que atuam no Ensino Superior no estado. “Na verdade, esse Decreto altera o Decreto 19.586, publicado em março, no qual o Governo do Estado suspendeu todas as atividades letivas, em todos os níveis, no âmbito do estado da Bahia”, pontua.
Diante das restrições às atividades letivas presenciais, a Uesb elaborou um plano emergencial de desenvolvimento por meio do Ensino Remoto Emergencial, aprovado em julho pelo seu Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). Assim, a Universidade seguirá com seu Calendário Acadêmico de 2019.2, com o formato adotado, até o dia 23 de dezembro, incluindo provas finais.
Para o primeiro semestre letivo de 2020, a Uesb reunirá seu Conselho Superior, ainda neste mês de novembro, visando discutir e definir o formato que será adotado para desenvolver as atividades letivas em seus cursos e campi. Na reunião, os conselheiros poderão avaliar as condições estruturais da Universidade, o perfil dos seus estudantes, os índices da Covid-19 na região onde a Uesb está inserida, bem como a autorização publicada pelo Governo.
Segundo o reitor, hoje, cerca de 75% das disciplinas previstas estão sendo atendidas pelo modelo de Ensino Remoto Emergencial. Além disso, existe a possibilidade da adoção de um sistema híbrido para o próximo semestre letivo, no qual as atividades práticas serão oferecidas de forma presencial.
“O decreto estabelecido pelo Governo é uma autorização para que as universidades programem atividades letivas presenciais, não é uma obrigatoriedade, nem poderia ser, porque a função de instituições como a universidade é, dentro de sua autonomia, estabelecer os seus planos de atuação acadêmica. Esses planos têm que levar em conta não apenas autorizações, aquilo que é permitido realizar, mas também aquilo que é viável, visando a qualidade das nossas ações acadêmicas e a segurança da nossa comunidade universitária”, conclui o reitor.
- Redação
- 30 Out 2020
- 18:46h
(Foto: Reprodução)
O Governo da Bahia antecipa, mais uma vez, o crédito do auxílio-permanência do Mais Futuro para 10.440 mil estudantes das universidades públicas estaduais baianas (Uneb, Uefs, Uesb e Uesc) beneficiários do programa. O valor, que é pago até o 10 dia útil de cada mês, já está na conta dos estudante nesta sexta-feira (30). O novo investimento do Governo do Estado é de R$ 4.062.300 milhões. Entre janeiro e outubro deste ano já foram pagos R$ 40.873.200 milhões diretamente aos estudantes ligados ao Mais Futuro.
O coordenador executivo de Programas e Projetos Estratégicos da Secretaria da Educação do Estado, Marcius Gomes, destaca a importância do programa, especialmente neste momento de pandemia. “O auxílio chega em um momento importante para os nossos estudantes do Ensino Superior, considerando que temos um grau de excepcionalidade apontado, agora, com o retorno das atividades acadêmicas nas universidades estaduais e entendendo que, nesse último período, este recurso tem ajudado, certamente, milhares de famílias na manutenção de suas condições básicas de vida”.
Criado em 2017, pelo Governo do Estado, para garantir a permanência dos estudantes das universidades públicas estaduais que se encontram em condições de vulnerabilidade socioeconômica, o Mais Futuro oferece uma bolsa de R$ 300 para quem estuda a até 100 quilômetros de onde mora e de R$ 600 para os que vivem a uma distância maior, pois, para estes, há a necessidade de moradia temporária na cidade onde estudam.
Desde que foi implantado, o programa de assistência estudantil já beneficiou 17.931 estudantes. O total do investimento no programa, compreendendo o período entre junho/2017 a outubro/2020, foi de R$ 126.677.900 milhões.
Decisão considera o estado de calamidade pública e a situação de emergência devido à pandemia da Covid-19 | Foto : Paula Fróes/GOVBA
O governo da Bahia decretou férias coletivas para os professores da rede estadual de ensino, a partir da próxima terça-feira (3). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (30).
A decisão considera o estado de calamidade pública em todo o território baiano e a situação de emergência devido à pandemia decorrente da Covid-19. As férias serão de 30 dias seguidos, até o dia 2 de dezembro.
A medida se aplica a 33.391 servidores, sendo professores, vice-diretores e coordenadores pedagógicos do quadro do magistério público estadual, além de contratados pelo Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e outros profissionais da Educação.
Em todo o país, 17 estados concederam períodos de 15 dias de férias para os professores. Outros três estados deram férias de 30 dias.
- Redação
- 29 Out 2020
- 08:44h
Das vagas, 139 estão disponíveis para Salvador e 168 para os campi do interior do estado | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
Treze programas de pós-graduação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) estão com inscrições abertas para seleção de aluno regular dos cursos de mestrado e doutorado, nas áreas de Ciências Humanas, Exatas e da Natureza. Estão sendo ofertas 307 vagas: 139 para Salvador e 168 para os campi do interior do estado.
Na capital baiana, o Programa de Pós-Graduação em Educação de Jovens e Adultos (MPEJA) inscreve até o dia 6 de novembro para o curso de mestrado. Estão sendo ofertadas 30 vagas e as inscrições devem ser realizadas, no site.
O Programa de Pós-Graduação de Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) do Campus I abriu seleção para 24 vagas do curso de doutorado e 35 vagas para o curso de mestrado. As inscrições devem ser realizadas até o dia 30 de novembro, no site.
O Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet) seleciona 25 estudantes para o curso de mestrado. Os interessados podem realizar inscrição no site até o dia 20 de novembro.
Com previsão para selecionar 10 estudantes para o curso de mestrado, o Programa de Pós-Graduação em Química Aplicada (PGQA), vai abrir inscrições, entre os dias 11 de novembro e 11 de dezembro, no site do Sistema de Seleção Discente de Pós-graduação (SSPPG) da UNEB.
Já o Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGFARMA), vai ofertar 15 vagas para o curso de mestrado. Os interessados devem se inscrever entre os dias 16 de novembro e 12 de janeiro de 2021. As inscrições serão realizadas no site.
Oferta no interior do estado
Já nesta quinta-feira (29), o Programa de Pós-Graduação em Intervenção Educativa e Social (MPIES) do Campus XI da universidade, em Serrinha, vai abrir 20 vagas para o curso de mestrado. As inscrições vão ocorrer até o dia 13 de novembro e devem ser realizadas no site do programa.
No Campus II da instituição, em Alagoinhas, o Departamento de Linguística, Literatura e Artes (DLLARTES), por meio do Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica), está oferecendo 22 vagas para o curso de doutorado e 16 vagas para o curso de mestrado. As inscrições ocorrem até o dia 6 de novembro no site do programa.
Ainda em Alagoinhas, o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), está oferecendo 15 vagas para o curso de mestrado. Segundo o edital, as inscrições podem ser realizadas até esta sexta-feira (30), no site.
No Campus VI da UNEB, em Caetité, o Programa de Pós-Graduação em Ensino, Linguagem e Sociedade (PPGELS), está com inscrições abertas, até o dia 10 de novembro, para o curso de mestrado. Estão sendo oferecidas 20 vagas e as inscrições devem ser realizadas no site.
No Campus III da instituição, em Juazeiro, o Programa de Pós-Graduação em Agronomia: Horticultura Irrigada (PPGHI) está oferecendo nove vagas para o curso de mestrado. As inscrições seguem abertas até o dia 16 de novembro, no site.
Com oferta de 16 vagas, o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal (PPGBVeg) da universidade inscreve para o curso de mestrado até o dia 6 de dezembro, no site.
Também o Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA) do Campus III, em Juazeiro, vai abrir inscrições para o curso de mestrado. O programa oferece 20 vagas e as inscrições deverão ser realizadas no site, entre os dias 9 e 23 de novembro.
O Programa de Pós-Graduação em Estudos Africanos, Povos Indígenas e Culturas Negras (PPGEAFIN), do Campus XVI, em Irecê, vai abrir inscrições, entre os dias 16 e 30 de novembro, para o preenchimento de 30 vagas para o curso de mestrado. As inscrições deverão ser realizadas no site.
Todas as informações sobre áreas de concentração, linhas de pesquisa e documentação exigida podem ser consultadas nos editais de seleção que estão disponíveis no site www.selecao.uneb.br.
- Agência Câmara de Notícias
- 28 Out 2020
- 15:02h
POLÍTICA Publicado em 28/10/2020 às 14h08. Médicos e deputados defendem volta imediata às aulas presenciais no Brasil Líder do governo na Câmara defende retorno à “normalidade”, para que “imunidade de rebanho” à Covid-19 seja adquirida | Foto: Reprodução
Médicos ouvidos pela Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19, nesta quarta-feira (28), defenderam a volta imediata às aulas presenciais no Brasil. Não participaram do debate especialistas ou parlamentares com opinião divergente.
Líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), que pediu a reunião, defende o retorno “à normalidade” no Brasil, com “isolamento vertical”, ou seja, com cuidados especiais só para idosos e imunodeprimidos. “Dessa forma adquiriríamos imunidade de rebanho, encerraríamos a pandemia e faríamos um plano de retorno à economia sustentável a médio e longo prazo”, afirmou. Segundo ele, o Brasil já estruturou o sistema de saúde, e o número de óbitos vem caindo.
Imunidade de rebanho
Médico na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe se mostrou preocupado com o uso do termo imunidade de rebanho – conceito usado por infectologistas para definir o percentual da população que teve contato com o vírus e desenvolveu imunidade à doença e, dessa forma, protegeria o restante da população.
Ele disse que não há como medir esse percentual e ressaltou que especialistas divergem sobre qual percentual deveria ser atingido para proteger o restante da população, com variações entre 20% e 80% da população.
“Por isso, a discussão que tem que ser feita é a da flexibilização responsável”, opinou. Isso significa, conforme ele, expor primeiro as pessoas de menor risco. “Temos que retomar a economia e discutir a volta responsável às aulas”, continuou. O médico ressaltou o baixo risco de adoecimento e complicações em crianças por Covid-19.
Saúde mental
Presidente da comissão, deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ) também defende a retomada com segurança das aulas, especialmente por conta do abalo psicológico das crianças e adolescentes e a falta da alimentação escolar. Ele salientou que nenhum país fechou as escolas por tanto tempo como o Brasil.
A relatora do colegiado, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), também acredita que é preciso estruturar as escolas para que o retorno às aulas seja feito com segurança.
O diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong, é defensor do isolamento vertical desde o início da pandemia, sem fechamento das escolas, e considera o chamado lockdown “uma política insensata”. Ele disse que alguns países asiáticos adotaram de forma bem sucedida essa estratégia do isolamento apenas vertical, com o uso de máscaras generalizado. Também favorável à volta imediata das escolas, Wong destacou que as crianças são menos suscetíveis à infecção e conseguem eliminar o vírus mais rapidamente.
Segunda onda
O médico ressaltou que, na segunda onda de contaminações na Europa, o número de mortes é proporcionalmente menor e avaliou que, se ocorrer uma segunda onda de Covid-19 no Brasil, ela ocorrerá em maio. “Temos seis meses para nos preparar e para desenvolver imunidade coletiva”, afirmou.
Ele acrescentou que a exposição ao sol e a saúde mental ajudam na imunidade, assim como o uso de máscaras, já que, dessa forma, as pessoas recebem quantidade menor de vírus e vão adquirindo imunidade.
Imunidade celular
Anthony Wong chamou a atenção para estudo da universidade britânica Imperial College de Londres, divulgado pela imprensa nesta quarta-feira, indicando que a quantidade de anticorpos adquirida contra o novo coronavírus pelas pessoas que contraíram a Covid-19 diminui substancialmente em poucos meses. Mas, segundo Wong, a “imunidade celular,” não detectada por meio de exames laboratoriais, é permanente.
Essa também é a visão do infectologista Paolo Zanotto, que acrescentou que casos de reinfecção por novo coronavírus devem ser raros. Ele disse que há queda de anticorpos contra a doença, sim, depois de um tempo, mas isso não quer dizer que as pessoas não estejam protegidas, já que “as células de memória serão reativadas” com nova exposição ao vírus.
(Foto: Agência Brasil)
As inscrições para vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2020, serão retomadas nesta segunda-feira (26). De acordo com o Ministério da Educação (MEC), há cerca de 50 mil inscrições ainda não preenchidas nas edições de 2020 dos processos seletivos regulares do fundo.
As inscrições serão realizadas exclusivamente na página do Fies na internet. Nessa etapa, poderão se inscrever tanto os candidatos não matriculados em instituição de educação superior, como também os já matriculados, mas que buscam uma oportunidade para financiar a continuidade dos estudos.
CURSOS
Segundo o MEC, hoje e amanhã (27) a oferta será exclusivamente para os cursos de áreas do conhecimento prioritárias, como cursos de Saúde, Engenharias, Licenciaturas e Ciência da Computação.
De acordo com a Agência Brasil, as inscrições de candidatos não matriculados em instituição de educação superior poderão ser realizadas até as 23h59 do dia 3 de novembro. “E para quem já está matriculado no curso, turno e instituição para a qual deseja se inscrever para tentar o financiamento, o prazo termina às 23h59 do dia 27 de novembro”, complementa a nota divulgada pelo MEC.
A centenas de pessoas que tentaram se inscrever para as vagas remanescentes acabaram gerando instabilidade no sistema eletrônico usado para a inscrição no Fies. Diante dessa situação, o MEC optou por prorrogar o cronograma do processo de ocupação dessas vagas.
O Fies é o programa do governo federal que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).
O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.