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ProUni abre inscrições no dia 19 de janeiro

  • 11 Jan 2016
  • 20:46h

(Foto: Reprodução)

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni), do primeiro semestre de 2016, estarão abertas de 19 a 22 de janeiro. Ele oferece bolsas de estudo em cursos de instituições privadas de ensino superior. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 25 de janeiro e o da segunda chamada, em 12 de fevereiro. Para participar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015. Podem concorrer às bolsas de estudo, os alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas ou na condição de bolsistas em escolas particulares. Podem participar, ainda, pessoas com deficiência e os professores da rede pública que estejam exercendo a profissão. As bolsas integrais, de 100%, são para os candidatos com renda familiar bruta por pessoa de até 1,5 salário mínimo por mês. E as bolsas parciais, para os participantes com renda familiar bruta por pessoa de até 3 salários mínimo mensais. Na inscrição, os estudantes podem fazer até duas opções de curso, na ordem de preferência. As inscrições serão pela internet, pelo endereço: siteprouni.mec.gov.br. Quem não for selecionado nas chamadas regulares poderá, ainda, participar da lista de espera no período de 26 a 29 de fevereiro.

Faculdade Maurício de Nassau oferece 23 cursos

  • Ascom I Faculdade Maurício de Nassau I Mara Ferraz
  • 11 Jan 2016
  • 10:53h

Serão disponibilizadas 1.800 vagas para alunos e a comunidade em geral

Entre os dias 18 e 29 de janeiro serão oferecidos 23 cursos de capacitação para os alunos da Faculdade Maurício de Nassau e para a comunidade. O projeto, intitulado Capacita é fruto de ações de responsabilidade social, compromisso que o Grupo Ser Educacional vem construindo ao longo dos anos em suas unidades, que visa contribuir com a sociedade oferecendo capacitação gratuita aos interessados. Segundo o Diretor Acadêmico da Faculdade, Ernandes Rodrigues, a Faculdade Mauricio de Nassau entende que ela tem um papel social importante não só na formação do cidadão por ser aluno da faculdade, mas principalmente devolver para sociedade esse conhecimento que é construído aqui dentro: “O principal objetivo é dar a sociedade um conhecimento, uma informação rápida e especifica para sua rotina diária e seu cotidiano”, complementa. Na unidade de Vitória da Conquista serão abordados assuntos nas áreas de Administração, Psicologia, Saúde, Comportamento Pessoal, Decoração, Engenharia e Línguas com 23 cursos, ministrados entre os dias duração. As inscrições poderão ser feitas na secretaria do curso com apenas 1Kg (um quilo) de alimento não perecível. As aulas serão aplicadas na própria Instituição localizada na Av. Otávio Santos, n 158, Centro. Telefone para contato: 77 3429 6450. Confira a lista dos cursos e seus respectivos ministrantes:

Curso

 

 

 

Data

 

Ministrante

Perdendo o medo de falar em público

18.01.2016

Prof. Kaegela Patrícia Milhazes

As doenças dos tempos modernos

18.01.2016

Profa. Carla Eloá Ferraz

Conquistando seu lugar no mercado de trabalho

19.01.2016

Prof. Rubens Carvalho

Impactos sociais dos estereótipos e preconceitos

19.01.2016

Prof. Vitor Pereira Souza

Cuidados e Prevenção de Doenças

19.01.2016

Prof. Felipe Oliveira Bittencourt

Saúde Mental: mitos, verdades e tratamento

19.01.2016

Profa. Isabela Arruda

Qual o seu perfil profissional?

20.01.2016

Prof. Rubens Carvalho

Logística Reversa

20.01.2016

Profa. Juliana Ferreira da Silva

Atendimento hospitalar Humanizado

21.01.2016

Profa. Ana Cândida Lobo

Cuidados domésticos na terceira idade

21.01.2016

Profa. Luana Araújo

Sou empreendedor, mas ninguém sabe, o que faço?

25.01.2016

Profa. Gilza Marques

Cores: harmonizando os ambientes

25.01.2016

Profa. Thaísa Inforçatti Carelli

Impermeabilização x Problemas de infiltração em casa

25.01.2016

Profa. Larissa Santos

Finanças Pessoais em época de crise

25.01.2016

Prof. Romarco Coelho

Marketing em época de crise

26.01.2016

Profa. Gilza Marques

Decoração verde

26.01.2016

Profa. Regina Célia Inforçatti

O bem estar do indivíduo para melhor desempenho no ambiente de trabalho

26.01.2016

Profa. Larissa Santos

Qualidade de Vida

26.01.2016

Prof. Alberto Santos

Elaborando o currículo

27.01.2016

Profa. Gisele Gusmão

O perigo da automedicação

27.01.2016

Prof. Mateus Marques

Direito do Consumidor

28.01.2016

Profa. Kaegela Patrícia Milhazes

LIBRAS - Linguagem Brasileira de Sinais

18 a 22.01

Profa. Nayra Marinho

Iniciação ao Chinês Mandarim

18 a 22.01

Prof. Ernandes Rodrigues

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Sisu abre seleção para 228 mil vagas em universidades

  • 11 Jan 2016
  • 08:21h

(Foto: Reprodução)

A primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2016 começou nesta segunda-feira (11), com 228 mil vagas disponibilizadas em 131 instituições públicas de educação superior. Os candidatos precisam ter feito o Enem 2015, cujas notas foram divulgadas na sexta-feira (8), para poder fazer a inscrição. Desde a semana passada, os interessados em se candidatar na primeira edição do Sisu de 2016 já podiam consultar as vagas disponíveis, com a distribuição por cursos e instituições, na página do programa (http://sisu.mec.gov.br/). As inscrições no Sisu vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 14 de janeiro.

 

O que é o Sisu
Para disputar as vagas os candidatos precisam, necessariamente, ter participado da edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter obtido nota na prova de redação que não seja zero. O Sisu é um sistema eletrônico gerenciado pelo MEC que seleciona os alunos, de acordo com o desempenho no Enem. O estudante pode se inscrever em até duas opções de vagas. Durante o período de inscrição é possível verificar a nota de corte de cada curso e mudar a candidatura, otimizando as chances de aprovação. O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro na página do Sisu e nas instituições de ensino superior. As matrículas ocorrem nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada. Entre os dias 18 de janeiro e 29 de janeiro os candidatos que não foram convocados para sua primeira opção podem manifestar interesse em aderir a lista de espera. Caso sobrem vagas, as instituições poderão convocar os alunos da lista. Pelo Sisu, os candidatos que fizeram o Enem disputam vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

USP adere ao Sisu
A Universidade de São Paulo (USP) vai exigir nota mínima de 700 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para os cursos Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal, Gestão Ambiental, Administração, Odontologia, Química, Medicina Veterinária e Zootecnia. As notas dos estudantes devem ser divulgadas nesta sexta-feira (8). Confira quais as carreiras que vão exigir a nota mínima de 700:

- Campus de Piracicaba: Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal, Gestão Ambiental.
- Campus de Ribeirão Preto: Química (Integral- Matutino/Vespertino e noturno), Administração (noturno e matutino), Odontologia (Integral-Matutino e Vespertino)
- Campus Pirassununga: Medicina Veterinária, Zootecnia.

Nesses cursos, o aluno deverá ter conseguido os 700 pontos na Redação e em todas as provas (Matemática; Linguagens, Códigos; Ciências Humanas e Ciências da Natureza). Clique aqui e confira as notas mínimas para as outras carreiras. Essa é a primeira vez que universidade adere ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) doMinistério da Educação. A instituição decidiu que 1.499 das 11.057 vagas do vestibular 2016 serão preenchidas por meio da nota do Enem 2015. Alguns dos cursos mais concorridos, como a medicina e em São Paulo, o audiovisual e a engenharia, ficaram de fora da adesão ao Enem.

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Conselho Federal da OAB não recomenda 90% dos cursos de direito no Brasil

  • 10 Jan 2016
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil divulgará na próxima quarta-feira (13) a 5ª edição do “Selo de Qualidade”, com a lista de 139 cursos jurídicos que são recomendados pela entidade.  Entre os critérios de seleção estão os índices de aprovação no Exame de Ordem e no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). O total de graduações de Direito recomendadas pela OAB contempla aproximadamente 10% de mais de 1.300 existentes no Brasil. De acordo com a entidade, a Ordem acredita que essa é uma forma de estimular a qualidade do ensino jurídico no país. Na última edição da lista, em 2011, apenas 89 cursos figuravam na lista, o que representa um aumento de cerca de 62%, mas que ainda figura um total de cursos muito distante número absoluto de graduações em direito no país.

Nota do Enem: veja como é calculada e tire dúvidas sobre a correção

  • 09 Jan 2016
  • 16:04h

(Foto: Reprodução)

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm um total de 180 questões objetivas e uma redação. A metodologia das perguntas de múltipla escolha, porém, é diferente da maioria dos vestibulares tradicionais. Por isso, a nota dos candidatos não é calculada apenas a partir do número de questões acertadas. Ao contrário dos processos seletivos tradicionais, as provas de múltipla escola do Enem são elaboradas segundo uma metodologia que vai além da simples soma de acertos das questões. Chamada de Teoria de Resposta ao Item, ou TRI, a metodologia confunde muitos candidatos acostumados com outros vestibulares, mas é considerada pelos especialistas como a forma mais adequada de avaliar um grande número de estudantes.

 

Uma das principais dúvidas sobre a TRI é o fato de que seria impossível o aluno tirar nota 1.000 na prova de múltipla escolha. De acordo com o MEC e o Inep, isso é possível. Isso porque a nota não retrata o desempenho individual do candidato, mas a posição que ele ocupou na escala de proficiência onde todos os milhões de outros candidatos também são incluídos. Os especialistas lembram que, as escalas de proficiências são como uma reta numérica, ou seja, os números representam posições. É por isso que, ao divulgar o resultado do Enem, o Ministério da Educação também informa as notas máxima e mínima de cada prova --são elas que indicam os candidatos mais proficientes e os menos proficientes. A metodologia é defendida por especialistas pois as diferentes posições na escala indicam os diferentes níveis de proficiência. Quanto mais próximo da nota mínima, menos se pode confiar que o estudante domina os conhecimentos exigidos na prova, assim como a previsão do tempo indica os diferentes níveis de frio e calor na escala Celsius.

É impossível calcular a própria nota
Como o cálculo da nota de um aluno no exame não depende só de seus acertos, os candidatos do Enem reclamam que é impossível calcular sua própria nota comparando as respostas com o gabarito oficial e, quando chega o resultado, criticam o fato de colegas com números semelhantes de acertos terem recebido uma pontuação diferente. Além da quantidade de questões certas em relação ao total, o Enem também avalia quais questões o candidato acertou, quais questões ele errou e quais foram as respostas dos outros candidatos para as mesmas questões. Para fazer isso, o Inep "calibra" todas as questões do Enem antes de elaborar as provas em eventos conhecidos como pré-teste, quando as questões são aplicadas a centenas de alunos e o resultado indica seu grau de dificuldade a partir da porcentagem de acertos. Quanto menos alunos acertarem a questão, mais difícil ela é. Assim, o exame se torna "comparável". Isso quer dizer que é possível comparar notas de candidatos de uma edição do Enem com as notas de outras edições, porque o nível de todas as edições é similar.

Questões com pesos diferentes
De acordo com os especialistas em TRI, não é só o nível de dificuldade das questões certas que determina a pontuação recebida pelo aluno. O valor que ele recebe em cada acerto é definido segundo o perfil de erros e acertos do aluno em toda a prova. A Teoria de Resposta ao Item, explica Tadeu, usa um modelo estatístico para categorizar os candidatos de acordo com seu padrão de respostas nas 45 questões. Se o candidato acerta apenas as questões consideradas fáceis no processo de calibragem e apenas uma questão considerada difícil, o modelo estatístico reconhece uma probabilidade de que ele a acertou por acaso, e não pode ter domínio daquela área do conhecimento. Por isso, não é possível dizer simplesmente que questões mais difíceis valem mais, porque o valor de cada questão depende do perfil de cada aluno. O modelo funciona, segundo os professores, porque, estatisticamente, os alunos que acertam mais questões consideradas difíceis também acertam questões mais fáceis. Então, a nota final vai depender do perfil do aluno (seu padrão de respostas dentro da escala onde estão todos os outros alunos) e do perfil da questão que ele acerta (seu grau de dificuldade calculado a partir do índice de acerto de todos os alunos).

TIRA-DÚVIDAS: CORREÇÃO DO ENEM
Veja abaixo os principais esclarecimentos do Inep:

É possível uma prova não ser corrigida?
Sim, nas seguintes situações:

a) quando o participante deixa de indicar a cor do caderno de questões no caderno de respostas;
b) quando sair da sala sem o acompanhamento de um aplicador ou ausentar-se em definitivo antes das duas horas do início do exame;
c) quando não entrega ao aplicador o cartão-resposta e a folha de redação ao terminar as provas;
d) quando não entrega ao aplicador o caderno de questões, caso deixe a prova em prazo anterior aos últimos 30 minutos para o término;
e) quando ausenta-se da sala de prova levando o cartão-resposta e/ou a folha de redação;
g) quando não transcreve a frase constante da capa do seu caderno de questões ou recusa-se a assinalar a cor da capa de seu caderno de questões no cartão-resposta durante o exame.

Como é feita correção do cartão-resposta?
Segundo o Inep, o processamento do cartão-resposta é realizado por leitura óptica, para identificar a marcação de respostas das questões objetivas. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta, de acordo com as instruções apresentadas, sob pena da impossibilidade de leitura óptica.

Como é corrigida a redação?
Segundo o Inep, a redação é corrigida por dois especialistas, de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Cada corretor atribuirá uma nota entre 0 (zero) e 200 (duzentos) pontos para cada uma das cinco competências totalizando 1000 (mil) pontos. A nota final corresponde à média aritmética simples das notas atribuídas pelos dois corretores. Caso ocorra uma diferença de 100 pontos ou mais entre as duas notas totais (numa escala de 0 a 1000) ou se a diferença de suas notas em qualquer uma das competências for superior a 80 (oitenta) pontos (numa escala de 0 a 200), a redação passará por uma terceira correção. Caso não haja discrepância entre o terceiro corretor e pelo menos um dos outros dois corretores, a nota final do participante será a média aritmética entre as duas notas totais que mais se aproximarem, sendo descartadas as notas não convergentes. Caso o terceiro corretor apresente discrepância com os outros dois corretores, haverá novo recurso de ofício e a redação será corrigida por uma banca composta por três corretores que atribuirá a nota final ao participante, sendo descartadas as notas anteriores.

Quando o participante pode tirar zero na redação?
Nos seguintes casos, segundo o Inep:

a) quando o texto não atender à proposta solicitada ou possuir outra estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, o que configurará "fuga ao tema/não atendimento ao tipo textual";
b) quando inexistir texto escrito na folha de redação, ela será considerada "em branco";
c) quando o texto apresentar até 7 (sete) linhas, qualquer que seja o conteúdo, o que configurará "texto insuficiente" – quando a redação contiver linhas com cópia dos textos motivadores apresentados no caderno de questões, serão desconsideradas para efeito de correção e de contagem do mínimo de linhas;
d) caso o texto contenha xingamentos, desenhos e outras formas propositais de anulação, bem como que desrespeite os direitos humanos e apresente parte do texto desconectada com o tema proposto de forma a caracterizar descompromisso com o exame, quando a redação será considerada "anulada".

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Com baixo desempenho no Enade, Ufba terá nota de curso revista e erro será apurado pelo MEC

  • 09 Jan 2016
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

Depois de não reconhecer o curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal da Bahia (Ufba), por conta da nota obtida no último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o Ministério de Educação (MEC) voltou atrás e disse que vai fazer uma nova avaliação do curso. A informação foi passada pela própria Ufba.  O pedido foi feito na terça-feira (5), em Brasília, pelo reitor professor João Carlos Salles, que solicitou a revogação da medida cautelar e a renovação do reconhecimento. Por conta da nota do Enade, o curso de Ciências Biológicas está impedido de receber novos alunos em novas seleções. Salles alega que houve um erro de enquadramento na última avaliação do Enade, no primeiro semestre de 2014. Segundo ele, os alunos de Antropologia fizeram o exame inscritos em Ciências Biológicas, resultando na nota baixa que provocou essa medida restritiva do INEP/MEC. A Secretaria de Regulação da Educação Superior (Seres) acolheu a justificativa e se comprometeu a rever a decisão e resolver a situação até a próxima semana. Em nota, a Ufba reiterou a excelência dos cursos oferecidos pelo Instituto de Biologia (Ibio). "É evidência disso o fato de que, em 2015, o Ibio já recebeu duas visitas do Ministério da Educação para avaliação “in loco”, nas quais conquistou a nota máxima (5) para o curso de Ciências Biológicas. Também obteve  nota 5 em Zoologia e 4 para Ciências Biológicas em Ecologia", diz a nota. Procurado para confirmar as informação repassada pela universidade, o Ministério da Educação informou que se posicionará sobre o assunto na segunda-feira (11).

Enem registra a maior nota de matemática da história do exame

  • 09 Jan 2016
  • 10:42h

(Foto: Reprodução)

Para alívio de mais de 7 milhões de candidatos, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou nesta sexta-feira (8) os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015. Uma das surpresas desta edição foi o desempenho dos candidatos em matemática. A nota máxima chegou a 1.008,3 pontos, a maior já registrada na história do exame. No Enem passado, a nota máxima ficou em 973,6. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a tendência de aumento no desempenho na prova comprova a melhor qualificação dos participantes nesta área. O desempenho mínimo foi de 280,2. Na página do Inep, os estudantes terão acesso às notas obtidas nas quatro provas que compõem o Enem: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, além da redação. O acesso ao espelho da redação, com a correção mais detalhada do texto, será divulgado posteriormente. A prova de ciências da natureza obteve a nota máxima de 875,2 e a mínima de 334,3. Em ciências humanas, o desempenho máximo chegou a 850,6; o mínimo, a 314,3. A prova de linguagens e códigos teve como nota mais alta 825,8 e a mais baixa, 302,6.

Quase metade dos beneficiários do Fies está com pagamento atrasado

  • 08 Jan 2016
  • 18:31h

(Foto: Reprodução)

Um levantamento da Controladoria-Geral da União apontou que o índice de inadimplência entre os estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e que já estão em fase de quitação dos contratos, é de 47%. Os dados são referentes a 2014. De acordo com o governo federal, a maior parte dos estudantes que não pagam as dívidas do programa foi favorecida pelo antigo modelo do programa, com prazos e taxas mais rígidas para quitar os débitos. Ao todo, havia 315 mil alunos em fase da quitação do financiamento, de acordo com a CGU. Deste total, 146 mil estão com contas em atraso, informou o Ministério da Educação.

 

Criado em 1999, o Fies financia até 100% do valor da mensalidade em cursos do ensino superior. O estudante começa a pagar as prestações do financiamento a partir do 19° mês após a conclusão do curso. O programa foi ampliado em 2010, após a criação do Fundo Garantidor do Fies. Até então, o aluno era obrigado a apresentar um fiador como garantia de que iria quitar a dívida. "No que diz respeito à sustentabilidade e perenidade do Fies, nota-se haver grande dependência do programa a fontes de custeio distintas da amortização de contratos, devido ao grande crescimento da demanda por novos financiamentos a partir do ano de 2010", destacou o levantamento da CGU. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, o relatório leva em conta números do programa desde a criação. “Desses 146 mil contratos, 141 mil são do ‘velho’ Fies. Somente 5 mil contratos, ou seja, 3,4% são do novo Fies.” “[O novo modelo] dá um prazo maior de carência. O estudante tem 18 meses começar a pagar dívida. Antes era no máximo seis meses. O aluno tem também um prazo maior para quitar a dívida: hoje é de três vezes a duração do curso, antes era um ano e meio”, disse o secretário-executivo. Na prática, um estudante que cursou cinco anos de medicina teria 15 anos para pagar a dívida do Fies, em vez de 7,5 anos, de acordo com Costa. “Temos muita segurança no programa e a tendência dessa inadimplência é cair.” Uma das medidas citadas pelo secretário é o foco do Fies em cursos que receberam conceito 5 e 4, e naqueles considerados estratégicos, como medicina e engenharia.  O estudante que se formar nesses cursos tem mais chances de conseguir vaga no mercado de trabalho – e por consequência, de pagar o financiamento, diz. Para resolver a questão da inadimplência, o governo pretende chamar os alunos e negociar as dívidas. Em última instância, o ministério pode entrar na Justiça, acionar os fiadores (em contratos antigos) ou acionar o Fundo Garantidor do Fies (mantido pelo governo e pelas instituições privadas).

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Inep libera notas do Enem 2015

  • 08 Jan 2016
  • 16:50h

(Foto: Divulgação)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na tarde desta sexta-feira (8) as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015. Os candidatos podem conferir seu desempenho através dosite do Inep. Desde o início do dia, usuários reclamavam da demora na divulgação das notas, apesar de não haver hora oficial para a liberação do resultado. As provas foram aplicadas em outubro do ano passado. Apesar da liberação, usuários encontram dificuldade em visualizar o resultado. Os 5,7 milhões de candidatos podem usar suas notas para se cadastrar no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para se candidatar a vagas em universidades de todo país. Os estudantes poderão acessar as notas alcançadas em cada uma das provas: linguagens, matemática, ciências humanas, ciências da natureza e redação. A correção detalhada das redações será liberada posteriormente.

Nota do Enem 2015 para 'treineiros' só será divulgada em 8 de março

  • 08 Jan 2016
  • 16:01h

(Foto: Divulgação)

As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015 para estudantes chamados de "treineiros" não será divulgada nesta sexta-feira, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo o orgão ligado ao MEC, nesta sexta ocorre a divulgação do resultado para alunos que já concluíram o ensino médio ou maiores de 18 anos que buscam o Enem como forma de obtenção do diploma de conclusão do ensino médio. "O resultado do Enem para fins exclusivos de autoavaliação de conhecimentos do Participante menor de 18 anos no primeiro dia de realização do Exame, e que concluirá o ensino médio após 2015, serão divulgados dia 8 de março de 2016", afirmou o Inep.

 

Procurada pelo G1, a assessoria informou que esta já era a previsão do edital e que ela não sofreu alterações. Desde a madrugada, os candidatos aguardam a liberação do acesso ao sistema de consulta às notas no site da instituição. Para consulta será necessário usar o CPF e a senha. Por volta das 15h, o Inep informou ao G1 que o resultado  será divulgado ainda hoje, mas que nesta tarde ainda trabalhava na publicação dos sistema de consulta de notas. O órgão, ligado ao Ministério da Educação (MEC), nega haver qualquer problema com o sistema e que já tinha como limite o horário de 23h59 desta sexta-feira (8). O resultado será utilizado na disputa por vagas em universidades públicas: já na segunda-feira (11) o Ministério da Educação (MEC) abre a primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em 2016. Serão 228 mil vagas em 131 instituições públicas de ensino superior, que já podem ser pesquisadas no site do Sisu. Além das vagas do Sisu, programas federais de bolsa de estudos (Prouni) e de financiamento (Fies) exigem nota mínima no Enem. Os alunos poderão conferir apenas as notas das provas das quatro áreas de conhecimento e da redação. Uma decisão da Justiça Federal determina que o espelho da redação seja divulgado, mas o Inep ainda tem prazo para recorrer. O texto digitalizado e as anotações dos avaliadores serão divulgados em até 60 dias, conforme o órgão ligado ao MEC.

Provas de 2015
Considerado por alguns professores como o Enem mais difícil, a edição 2015 foi marcada por polêmicas e avanços. Nenhuma ocorrência grave contra a segurança da prova foi verificada, apesar de 740 candidatos terem sido eliminados. Em relação ao conteúdo, a escolha do tema da redação foi elogiada por destacar apermanência da violência contra as mulheres na sociedade. O debate sobre feminismo esteve presente nos mais de 3,7 milhões de post no Twitter gerados pelo Enem (veja memes e polêmicas). A edição 2015 também teve o reajuste da taxa de inscrição (subiu após 11 anos, de R$ 35 para R$ 63). Entre as mudanças, o MEC também diminuiu o acesso à gratuidade, suspendeu o envio do cartão de inscrição pelos Correios e buscou diminuir custos com a prova.

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Nota do Enem: entenda como é calculada e para que serve

  • 08 Jan 2016
  • 12:40h

(Foto: Reprodução)

Dois meses após a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é chegada a hora de 5,7 milhões de candidatos conferirem o seu desempenho na prova. Os resultados estarão disponíveis nesta sexta-feira (8), na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na internet. O desafio, agora, é compreender como funcionam as notas. Você sabe como ela é calculada? Os estudantes terão acesso às notas obtidas nas provas de linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e redação. O acesso ao espelho da redação, com a correção mais detalhada do texto, será divulgado posteriormente.

 

Diferentemente das provas de vestibular tradicionais, que contabilizam apenas o número de erros e acertos, atribuindo um valor fixo às questões, o Enem usa uma metodologia especial, a chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI). Entenda como ela funciona e como você pode usar o seu resultado para ter acesso a uma vaga no ensino superior ou em outros programas educacionais do governo:

Como é calculada a nota do Enem

A metodologia utilizada na correção do Enem é a Teoria de Resposta ao Item (TRI). Neste modelo estatístico, o valor de cada uma das questões varia de acordo com o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, os itens que os estudantes acertarem mais serão considerados fáceis e, por essa razão, valerão menos pontos na composição da nota final. Já os itens com menor número de acertos por parte dos estudantes serão considerados difíceis e, por essa lógica, valerão mais pontos. É por isso que é muito comum dois participantes acertarem o mesmo número de itens, mas terem médias finais diferentes no Enem.

Como saber se fui bem na prova?

Com exceção da redação, que não é corrigida pela TRI e cuja nota varia de 0 a 1000, não existe uma pontuação máxima e mínima fixada que o participante possa atingir no Enem. Como os limites de escala variam conforme o nível de dificuldade das questões e o comportamento dos estudantes em cada pergunta, a pontuação sofre alterações a cada edição do exame. Dessa forma, para saber se foi bem na prova, o estudante deverá comparar seu desempenho com as notas mínimas e máximas obtidas pelos participantes. Em 2014, as notas dos candidatos em ciências humanas variaram entre 324,8 e 862,1 pontos. Na prova de ciências da natureza, a nota máxima foi 876,4 e a mínima, 330,6. Em matemática, a pontuação mínima foi 318,5 e a máxima, 973,6. Em linguagens, a nota mais alta foi 814,2 pontos e a menor, 306,2 pontos.

Para que serve a nota do Enem

O resultado do Enem pode dar acesso a universidades públicas e a outros programas educacionais.

Confira abaixo:

Sisu

A nota do Enem poderá ser usada para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o país. As inscrições da primeira edição deste ano poderão ser feitas de 11 a 14 de janeiro. Serão ofertadas 228 mil vagas e, para participar, o candidato não pode ter tirado 0 na redação. Cada unviersidade pode também estabelecer notas mínimas para cada uma das provas e para a redação.

ProUni

A nota poderá ser usada também para obter bolsas de estudo integrais ou parciais em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Para participar dos programas, o estudante não pode ter zerado a redação e precisa obter pelo menos uma média de 450 pontos nas demais provas do Enem.

Fies

Os estudantes que já concluíram o ensino médio e queiram solicitar o Fies também podem tentar com ajuda do desempenho no Enem. Eles deverão ter realizado o exame de 2010 ou ano posterior, e precisam ter obtido média aritmética das notas nas provas inferior a 450 pontos e/ou nota na redação igual a 0.

Substituição ou complementação do vestibular

Algumas universidades utilizam o resultado do Enem em substituição ao vestibular ou como uma nota complementar ao seu próprio processo seletivo.

Certificação do Ensino Médio

Para obter a certificação do ensino médio, é preciso ter feito a solicitação no início do ano, na hora da inscrição, ter mais de 18 anos e ter obtido pelo menos 450 pontos em cada uma das provas e 500 pontos ou mais na redação. A nota pode ser usada também para participar do programa de intercâmbio acadêmico Ciência sem Fronteiras e do Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que destina a estudantes vagas gratuitas em cursos técnicos.

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MEC libera consulta a vagas do Sisu 2016

  • 07 Jan 2016
  • 09:28h

(Foto: Divulgação)

A consulta às vagas da primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em 2016 foi liberada na noite desta quarta-feira (6) pelo Ministério da Educação (MEC). Apesar das inscrições começarem apenas na segunda (11), os alunos têm acesso às vagas disponíveis, à distribuição de cursos e instituições participantes na página do programa. Ao todo, o Sisu vai disponibilizar 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior. O sistema eletrônico considera as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e permite que os alunos escolham até duas instituições do país para tentarem obter uma vaga em qualquer um dos cursos disponíveis. De acordo com o MEC, as notas individuais do Enem serão divulgadas nesta sexta-feira (8), enquanto o resultado da chamada regular do Sisu deve ser publicado no dia 18 de janeiro. As matrículas ocorrem nos dias 22, 25 e 26 de janeiro.

Escolas estaduais vão oferecer mais 4 mil novas vagas para as unidades de tempo integral

  • 06 Jan 2016
  • 14:56h

(Foto: Reprodução)

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia ofertará mais quatro mil novas vagas para as escolas de tempo integral em 2016, totalizando 19 mil vagas em todo o estado. O programa atende a estudantes do ensino fundamental II e médio. A modalidade de ensino estará disponível em 67 unidades escolares localizadas em 27 municípios baianos. “A educação de tempo integral tem como diferencial a ampliação do tempo do estudante na escola, onde formamos cidadãos críticos, com todas as suas competências e habilidades desenvolvidas. Além disso, os estudantes acabam adquirindo um sentimento de pertencimento da escola, o que possibilita que se envolvam mais com a comunidade escolar e sejam reforçadas as relações interpessoais”, destaca a coordenadora de Educação Integral, da Secretaria da Educação do Estado, Rowenna Brito. Ela ressalta que a escola de tempo integral tem uma estrutura diferenciada com novas práticas pedagógicas, para que o aluno se sinta mais acolhido na unidade escolar. “São escolas que possuem práticas inovadoras e que despertam o estudante para aprender, fazer uma leitura crítica do mundo e a pensar em seu projeto de vida”, conclui. A Secretaria da Educação realiza, ainda, em parceria com o Governo Federal, o projeto Mais Educação, que também leva a educação integral para, aproximadamente, 622 escolas, beneficiando 264 mil estudantes na capital e interior.

Participantes do Enem não terão acesso à correção da redação no dia 8

  • 05 Jan 2016
  • 16:42h

(Foto: Reprodução)

Decisão judicial que garante a divulgação do espelho da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) junto com as notas das provas ainda não valerá para a edição de 2015, segundo a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Isso porque o processo não foi concluído e ainda cabe recurso. As notas do exame, feito em outubro do ano passado, serão divulgadas na sexta-feira (8/1) e de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o espelho somente será disponibilizado posteriormente. A decisão do tribunal foi divulgada no dia 3 de dezembro do ano passado. O órgão acolheu recurso do Ministério Público Federal (MPF) e julgou que Inep deve disponibilizar o acesso ao espelho de redação do Enem junto com a divulgação da nota individual de cada candidato.

 

Noficado, o Inep tem até 15 de fevereiro deste ano para se manifestar, prazo que já extrapola a data da divulgação da nota das provas e, portanto, não obriga a entrega do espelho da redação ao estudante. O Inep diz que já recorreu da decisão. Pelas regras atuais, o Inep divulga no começo do ano as notas obtidas pelos participantes no Enem. Meses depois, divulga – apenas para fins pedagógicos – o espelho da redação, que detalha a correção dos textos. Todos os anos, há estudantes que discordam da correção. Atualmente, eles ainda não podem recorrer ao Inep pedindo uma revisão das notas.  A ação civil pública em favor dos estudantes foi ajuizada pelo MPF em 2014, pedindo que o instituto modificasse o edital do exame daquele ano sob o argumento de que a publicidade tardia prejudicaria o estudante. Como a nota do Enem pode ser utilizada para participação em diversos programas educacionais, o objetivo do pedido é garantir aos candidatos tempo hábil de solicitar a correção de eventual equívoco ou irregularidade. O pedido já havia sido rejeitado anteriormente pela 2ª Vara Federal de Florianópolis. Agora o TRF4 entendeu que as regras vigentes devem ser modificadas Como o exame tem grande importância na vida do estudante, deve ser respeitado o princípío de publicidade garantido na Constituição. Em nota, o Inep disse que o acesso à correção da redação tem fins meramente pedagógicos, apenas para que o estudante saiba mais detalhes sobre o próprio desempenho, não cabendo recurso. Isso está estabelecido em Termo de Ajuste de Conduta (TAC), mantido pelo Ministério da Educação e pelo MPF. O Inep explicou ainda o processo de correção da redação: "Compete lembrar que a correção da redação do Enem já prevê recursos de ofício, sendo avaliada por dois corretores. A discrepância entre as notas dos dois corretores independentes foi reduzida em 2013 para 100 pontos (em 2012, era 200). Se houver diferença acima de 100 pontos, a redação é submetida ao crivo de um terceiro corretor. Caso permaneça a diferença, a redação fica a cargo de uma banca de três especialistas". Em 2015, 5,7 milhões de estudantes fizeram o Enem, quando o tema da redação foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”.  Além da seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com a nota do Enem, o estudante de baixa renda pode tentar uma vaga na educação superior por meio do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior. O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras e ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado ainda como certificação do ensino médio.

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Sisu abre mais de 13 mil vagas na Bahia

  • 05 Jan 2016
  • 09:39h

(Foto: Reprodução)

O ano mal começou, mas não é o clima de férias que deve atrapalhar quem pensa em ingressar no ensino superior ainda este ano. Na próxima sexta-feira, o Ministério da Educação (MEC) vai divulgar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e, já na segunda-feira (11), começam as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu).  São mais de 13 mil vagas em dez instituições federais e estaduais. Em todo o país, são 228 mil vagas em 131 instituições públicas.O Sisu é o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem.Na Bahia, a maior oferta está na Universidade Federal da Bahia (Ufba), que concentra 4.442 vagas em 89 opções de curso nos campi de Salvador e Vitória da Conquista. Lá, o curso com maior número de oportunidades é o Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades, no noturno, com 300 vagas abertas (ver tabela completa na página ao lado).

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a segunda com mais vagas: 1.676. Em seguida, aparece a Universidade do Estado da Bahia (Uneb),  com 1.441 em todo o estado.Entre as federais, a Univasf aparece em segundo lugar, com 1.490 vagas em 27 cursos de graduação. O edital com todas as informações será divulgado até o final desta semana. A terceira com mais vagas entre as federais é  a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), com 964 vagas em 29 cursos. São 80 a mais do que no ano passado, devido a uma ampliação na oferta para o curso de Medicina. O pró-reitor de ensino de graduação da Ufba, Penildon Silva Filho, explica que o processo de seleção não teve mudanças, mas os candidatos devem ficar atentos aos detalhes que os editais exigem e também ao calendário divulgado pelo MEC. “É importante que os candidatos vejam suas notas. Algumas universidades divulgam no site as notas de corte do ano passado. Assim, o candidato pode ter uma base se tem chances ou não de conseguir a vaga”, explicou.

Prazos
É possível se inscrever no processo seletivo do Sisu em até duas opções de vaga. Será equação complicada para a estudante Rebeca Galvão, 18 anos,  resolver. “Não sei ainda o que quero. Quero me inscrever para vários cursos. Não sei ainda qual deles escolher. Estou na dúvida entre Psicologia, Medicina, Relações Internacionais, BI de Humanas, Veterinária”, listou a moça, que concluiu o ensino médio no ano passado. Ela garante que não está ansiosa pelo resultado. “Sei que fui mal. Todos os colegas foram mal. Todos que corrigiram prova foram mal. Acho que as notas de corte vão baixar”, comentou. Os candidatos devem especificar, entre as escolhas, a ordem de preferência, dizendo ainda a instituição de ensino superior participante, local de oferta e turno. Vale lembrar que só pode participar da seleção quem fez o Enem e não tirou nota zero na redação. “É importante que os estudantes prestem atenção no edital, porque isso acaba interferindo nas vagas dos alunos. Mesmo aqueles que têm boas notas no Enem podem perder por não seguir as recomendações presentes no edital”, completa Penildon. Coordenadora da Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) da Uesb, Alana Muniz ressalta que o número de estudantes que perde o prazo para matrícula é grande. “Muitas vezes eles ficam desesperados porque perdem vaga já que não viram a chamada. Isso acontece com muita frequência. Eles entram com recurso, mas não tem como resolver a situação. Se perder a vaga agora, só no segundo semestre”, diz. No entanto, a situação pode ser ainda mais complicada e a chance de entrar na universidade pode ficar para 2017. “Isso porque não são todos os cursos que abrem vagas no segundo semestre. Alguns só ficam disponíveis no primeiro semestre”, explica.

Calendário
O sistema indicará as notas de corte para cada curso ao estudante, que vai poder alterar as opções de curso de acordo com a nota. Ele também terá de indicar se pretende concorrer a vagas reservadas pela Lei de Cotas; a vagas destinadas às demais políticas de ações afirmativas eventualmente adotadas pela instituição ou a vagas destinadas a ampla concorrência. É o caso de Ude Nascimento, 21, que vai tentar o segundo curso na Ufba. Em 2013, passou em Língua Estrangeira, mas pretende trocar por Gastronomia. Agora, já mais experiente no assunto, diz confiar em mais uma convocação. “Estou bem tranquilo. As universidades públicas estão desacreditadas e as pessoas estão seguindo mais para a privada”, avaliou. O resultado da chamada única será divulgado no próximo dia 18. Os selecionados farão a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Caso não seja chamado na primeira lista, o candidato pode se inscrever na lista de espera. Para participar da lista, o estudante deverá manifestar seu interesse por meio da página do Sisu na internet, no endereço eletrônico sisu.mec.gov.br, no período de 18 de janeiro até o dia 29 de janeiro.

Quem declarar baixa renda tem que comprovar ou perde a vaga
Durante a inscrição, os candidatos podem escolher a modalidade da reserva de vagas. No caso dos estudantes de escola pública, é possível declarar ser de baixa renda, que deverá ser comprovada posteriormente. Mas é preciso ter certeza de que se encaixa no perfil determinado pelo MEC, caso contrário, o candidato perde a vaga. Na Ufba, por exemplo, 50% das vagas são reservadas a alunos de escolas públicas. Dessas, metade é para estudantes de baixa renda, que devem ter um salário mínimo e meio de renda per capita mensal. “Quando ele leva a documentação para comprovar, e o valor excede, perde a vaga e não tem como resolver”, avisa Penildon Filho, da Ufba. Na inscrição, o candidato deve levar documentos que comprovem o valor, como extratos bancários e declaração do Imposto de Renda e Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Os documentos específicos podem ser conferidos no sisu.mec.gov.br.

Documentação precisa ser separada com antecedência
A matrícula nas universidades começa no dia 22 de janeiro, mas o prazo que parece distante pode ficar pequeno se o candidato deixar tudo para cima da hora. Então, a recomendação é, desde já, separar todos os documentos solicitados. É o que fez o estudante Ude Nascimento, 21. “Já comecei a preparar há duas semanas, para não ter problemas quando os resultados saírem”, comentou. Para se matricular, é necessário apresentar, pessoalmente, o certificado de conclusão e histórico escolar completo do ensino médio; CPF; documento de identificação original com foto; certificado de quitação com o Serviço Militar (para candidatos do sexo masculino com mais de 18 anos); título de eleitor; certidão de quitação eleitoral e foto 3x4 recente. Como a matrícula é presencial, quem pretende estudar em uma cidade que não seja a que mora ou em outro estado também deve se preocupar com a passagem.

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