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Cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) têm até hoje (28) para sacar o benefício fora dos critérios previstos em lei. É o caso dos trabalhadores com menos de 60 anos. De acordo com o último balanço do Ministério do Planejamento, há 4,5 milhões de pessoas nessa faixa etária que ainda não retiraram os recursos. Mais de 11 milhões de beneficiários com menos de 60 anos já fizeram o saque. Aqueles que optarem por não retirar os recursos até amanhã não perdem o direito ao dinheiro. Poderão fazer o saque futuramente, quando passarem a cumprir um dos critérios habituais, conforme determina a Lei 13.677/2018.
Os saques do Fundo PIS-Pasep terminam na próxima sexta-feira (28) para quem tem menos de 60 anos. Para facilitar o pagamento para os cotistas que ainda não sacaram o benefício, a Caixa Econômica Federal abrirá suas agências duas horas mais cedo na quinta e na sexta. A exceção será nas regiões em que, devido ao fuso, esse horário não for a melhor condição de atendimento aos clientes, como nos estados do Norte. Para essas regiões específicas, o horário também será ampliado, mas cada superintendência local decidirá se abrirá a agência antes ou se fechará depois do expediente normal. Até o dia 21, cerca de 4,5 milhões de pessoas com menos de 60 anos com direito a receber o pagamento das cotas do PIS-Pasep ainda não haviam sacado o dinheiro. Outros mais de 11 milhões de beneficiários retiraram os valores a que tinham direito. No caso das contas do PIS, vinculadas aos trabalhadores do setor privado, que são administradas pela Caixa Econômica Federal, 4,02 milhões de cotistas ainda não sacaram R$ 5,3 bilhões. O total de beneficiários com menos de 60 anos é de 12,5 milhões, com direito a receber R$ 13,5 bilhões. Na última semana, a Caixa transferiu cerca de R$ 1,7 bilhão aos trabalhadores com conta em bancos privados. No site www.caixa.gov.br/cotaspis, os trabalhadores podem conferir se o benefício já foi creditado ou ainda está disponível para saque. Em relação ao Pasep, que é administrado pelo Banco do Brasil e é vinculado aos servidores públicos civis ou militares, são quase 480 mil cotistas que não sacaram R$ 650 milhões. Após o dia 28 de setembro, volta a valer a regra de liberação dos saques somente para quem tem a partir de 60 anos e para os casos de aposentadoria, invalidez (inclusive do dependente), morte do cotista (habilitando o herdeiro a sacar) e algumas doenças graves, como câncer, aids, Parkinson e tuberculose (incluindo o dependente). Nesses casos, é possível fazer os saques a qualquer momento, sem necessidade de seguir cronograma, e o prazo continua aberto por tempo indeterminado. O beneficiário com menos de 60 anos que não fizer o saque até sexta não perde o dinheiro, mas só conseguirá sacar se estiver enquadrado em algumas das hipóteses acima ou se o governo permitir novamente que o saque seja feito em qualquer idade.
Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File
Os 36,9 milhões de trabalhadores formais do país poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para o crédito consignado a partir desta quarta-feira (26). A Caixa será a primeira aoferecer a nova linha de financiamento, que também poderá ser operada por outros bancos. Os juros da nova linha não poderão ultrapassar 3,5% ao mês. Segundo o governo, este percentual é até 50% menor que de outras operações de crédito disponíveis no mercado. O prazo de pagamento será de 48 meses.Pelas regras, os trabalhadores podem dar como garantia até 10% do saldo da conta do FGTS e a totalidade da multa de 40% em caso de demissão sem justa causa. Estes valores podem ser retidos pelo banco no momento em que o trabalhador perder o vínculo com a empresa em que estava quando fez o empréstimo consignado.
Os brasileiros gastaram R$ 450 bilhões em cartão de crédito no primeiro semestre deste ano, alta de 14% na comparação com igual período de 2017. Os dados foram divulgados pela Abecs (associação do setor de cartões) nesta terça-feira (25).O volume de operações a débito somaram R$ 264,4 bilhões, crescimento de 12,3%, enquanto os pagamentos com cartão pré-pago tiveram expansão de 62,3%, para R$ 4,6 bilhões. Fernando Chacon, presidente da Abecs e executivo do Itaú, diz que o crescimento dos cartões pré-pago reflete a expansão das contas de pagamento (contas bancárias de funcionamento mais simples). Foram realizados 8,8 pagamentos com cartões no semestre, crescimento de 15% ante o primeiro semestre de 2017. Chacon diz que o crescimento no número de operações acima do valor gasto mostra que as pessoas estão usando cartões em pagamentos menores do dia a dia. Segundo a Abecs, os cartões representam 34% do consumo das famílias. A associação espera crescer para 60% do consumo em quatro anos. O objetivo, diz Chacon, é reduzir os custos com inadimplência do cheque e com transporte e segurança de dinheiro em espécie. "É uma oportunidade de evitar que se encontre apartamentos com R$ 51 milhões", disse o executivo, em referência ao imóvel atribuído ao ex-ministro de Michel Temer, Geddel Vieira Lima.
Os trabalhadores têm mais de R$ 914,1 milhões do Abono Salarial ano-base 2017 para saque na Bahia. O pagamento do terceiro lote do benefício – para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e para servidores públicos com final de inscrição 2 – começou no dia (13) de setembro. No total, 1,1 milhão de trabalhadores ainda têm direito ao benefício no estado, segundo estimativa do Ministério do Trabalho (MTb). O valor disponível na Bahia é o quinto maior do País e o mais alto da Região Nordeste. Até o final de agosto, nos dois primeiros lotes, foram pagos R$ 182,1 milhões, para 232,8 mil trabalhadores baianos, o que representa 16,62% do total de mais de 1,4 milhão de beneficiários identificados no estado. O calendário dos pagamentos do Abono Salarial ano-base 2017 está disponível no site do Ministério do Trabalho
Nacional – O terceiro lote do Abono Salarial ano-base 2017 prevê o pagamento de R$ 1,4 bilhão para 1,9 milhão de trabalhadores em todo o País. Até o final deste ano, serão liberados os pagamentos para nascidos entre julho e dezembro. O saque para quem nasceu de janeiro a junho será feito no ano que vem. O prazo final para todos os trabalhadores é 28 de junho de 2019. No total, podem ser pagos R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.
Quem tem direito – Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 – com remuneração mensal média de até dois salários mínimos – e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). A quantia concedida é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12, e assim sucessivamente Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.
O preço da gasolina nos postos brasileiros chega às vésperas da eleição no maior patamar dos últimos dez anos, aumentando a pressão sobre a política de reajustes instituída pela Petrobras durante o governo Michel Temer. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias mostra que o estado tem a gasolina mais cara do Nordeste e a sexta mais cara do país (veja aqui). Entre os principais candidatos à Presidência da República, é quase consenso que o modelo deve sofrer algum tipo de mudança. Apenas Jair Bolsonaro (PSL) apresenta em sua proposta uma fórmula parecida com a atual. Nesta semana, a gasolina foi vendida em média no Brasil a R$ 4,65 por litro, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), alta de 0,5% com relação à semana anterior. Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril. Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315). Além do efeito da cotação do petróleo, a escalada dos preços em 2018 é fruto da valorização do dólar, uma vez que a política adotada pela Petrobras desde outubro 2016 determina que a venda do combustível no país deve acompanhar o valor do produto importado -o que inclui repassar a variação cambial. No ano, o reajuste acumulado do preço da gasolina nas refinarias da estatal soma 29%, já descontada a inflação do período. Nas bombas, o aumento acumulado é de 10%, também descontada a inflação. Quatro dos cinco candidatos com maiores intenções de votos segundo as pesquisas, defendem mudanças em relação ao modelo atual. A profundidade das mudanças varia, porém, de acordo com o posicionamento econômico das candidaturas. Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que, se eleitos, manterão preços alinhados às cotações internacionais, mas propõem instrumentos para suavizar o repasse das variações ao consumidor. "O mercado de petróleo e o câmbio são livres", disse, em nota, a campanha de Marina. "No entanto, a economia interna não deve estar sujeita à tanta volatilidade". Ela propõe a adoção de um sistema de médias móveis, que podem ser trimestrais. Atualmente, a Petrobras usa sistema parecido na definição dos preços do gás de botijão de 13 quilos. A cada três meses, o valor é reajustado com base na variação das cotações internacionais e do câmbio nos doze meses anteriores. Essa metodologia foi adotada após a política anterior levar o preço do botijão às alturas e forçar 1,2 milhão de residências brasileiras a usar lenha e carvão para cozinhar. Em 2018, após três reajustes, o preço do gás nas refinarias acumula queda de 8% em relação ao fim do ano anterior. Alckmin defende reajustes com periodicidade fixa e alíquotas flexíveis para impostos federais e estaduais, medida que dependeria de acordo com os estados. "As alíquotas devem cair quando há alta no preço internacional ou desvalorização da moeda e subir no caso oposto", diz a campanha tucana. Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) propõem mudanças no cálculo dos preços, reduzindo o peso das cotações internacionais e do câmbio. "A política de preços de combustíveis da Petrobras será reorientada", diz o programa de governo do petista. "O mercado brasileiro é aberto a importações, mas isso não significa que o petróleo retirado no Brasil, aqui transportado e refinado, com custo bem menor que o internacional, seja vendido aos brasileiros segundo a nova política de preços da Petrobras do governo Temer", afirma o texto. Em seu programa de governo, Ciro propõe "a estabilidade de preços importantes, como o petróleo, no mercado interno (sempre resguardando a rentabilidade das empresas produtoras desses bens)", mas não dá maiores detalhes. Em entrevistas, o candidato tem dito que o cálculo dos preços deve considerar parcelas dos custos em real, ao invés das cotações internacionais em dólar. Sua campanha não respondeu ao pedido de entrevistas sobre o tema. Já o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, defende em seu programa o alinhamento aos preços internacionais com mecanismos de proteção financeira -conhecidos com hedge- para suavizar as flutuações de curto prazo, proposta parecida ao modelo praticado pela Petrobras hoje. Há duas semanas, a estatal anunciou a possibilidade de segurar os repasses por até 15 dias, usando mecanismos de hedge, que contemplam a compra e venda de contratos futuros de câmbio e combustíveis para se proteger das flutuações. O preço da gasolina em suas refinarias está congelado há dez dias, em uma indicação de que o mecanismo está sendo usado no momento. A empresa, porém, não confirma. Procurada, não quis comentar as propostas de mudança na política de preços. Em reuniões com representantes dos candidatos, porém, executivos da estatal têm defendido que a manutenção de preços alinhados ao mercado internacional é fundamental para o esforço de redução de seu endividamento. Em uma tentativa de blindar a política atual, a gestão da companhia colocou em estatuto no fim de 2017 cláusulas que obrigam o governo a ressarci-la em caso de concessão de subsídios. A avaliação é que, assim, mudanças abruptas terão que passar por assembleia de acionistas.
O Ministério do Trabalhoinformou nesta sexta-feira (21) que o Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ao todo, foram registradas 1,353 milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões.No acumulado do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais. Nesta quinta (20), o presidente Michel Temer já havia publicado uma mensagem no Twitter informando que o Brasil havia gerado mais de 100 mil vagas formais no mês passado. "Fui informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação. #Caged", publicou o presidente. Em julho, segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregosformais e em junho, foram fechadas 661 vagas.
Foto: Reprodução/TV Subaé
A produção de frango na Bahia tem se destacado no cenário nacional. Com 485 granjas e mais de 17 milhões de aves, as regiões do recôncavo e Feira de Santana concentram a maior parte do serviço. O censo agropecuário de 2017, em comparação ao de 2016, mostra que a Bahia aumentou o efetivo de aves em 48,5%, chegando a mais de 31 milhões de cabeças. Porém, o estado perdeu uma posição no ranking nacional, do 10º para o 11º lugar. Os maiores produtores na Bahia são Conceição da Feira (3,433 milhões de cabeças), Barreiras, com (2,149 milhões) e Feira de Santana (2,121 milhões). Esse ano, a produção sofreu uma grande perda durante a greve dos caminhoneiros. De acordo com a Associação Baiana de Avicultura, mais de 200 mil aves morreram de fome porque as empresas ficaram cerca de dez dias sem receber ração.
A VLI, empresa de soluções logísticas que integra ferrovias, terminais e portos, foi eleita campeã na categoria “Serviços de Transporte” em ranking desenvolvido pela revista IstoÉ Dinheiro. A cerimônia de premiação, que está em sua décima-quinta edição, aconteceu na noite desta quinta-feira (13), em São Paulo.Primeiro lugar do setor de serviços de transporte, a VLI tem como missão transformar a logística do país. Desde 2014, foram investidos R$ 9 bilhões na ampliação de sua infraestrutura com o objetivo de implantar o conceito de logística integrada, conectando terminal, ferrovia e porto. O capital foi aplicado na construção de terminais intermodais de transbordo de carga, na ampliação da atuação portuária da companhia, na aquisição de locomotiva e vagões e na modernização das linhas férreas. Essa conexão entre modais possibilitou aumento expressivo na produtividade, o que gerou mais capacidade e eficiência no escoamento de cargas no país.Na publicação comemorativa além das notas da premiação destacam-se dois episódios recentes que reforçam a relevância da intermodalidade: a parceria da VLI com a Tereos, segunda maior produtora de açúcar do mundo, para o transporte de açúcar pela ferrovia até o litoral santista e ainda a chegada de 26 locomotivas a serem utilizadas na Ferrovia Centro-Atlântica. Os anos de 2017 e 2018 marcam a conclusão do plano de investimentos da VLI e a finalização da principal entrega, a ampliação do Tiplam. “Contamos com uma infraestrutura capacitada para atender o mercado. Vivenciamos o momento de dar cada vez mais eficiência ao sistema da VLI e amadurecer os ativos que construímos recentemente para extrair o máximo de valor para toda a cadeia logística”, ressalta Marcello Spinelli, presidente da VLI.De 2016 para 2017, a companhia registrou aumento de 27% na receita líquida, e 22% no EBITDA. Em relação ao volume transportado, a empresa passou de 48 milhões de TU para 57 milhões de TU, um salto de 19%.A edição de 2018 envolveu mais de mil das maiores empresas do país. É uma das únicas listas do gênero que analisa as companhias não apenas pelo seu desempenho financeiro, mas também pelos indicadores de gestão nas áreas de inovação, qualidade, responsabilidade social, recursos humanos e governança corporativa.
- Diário do Sertão
- 14 Set 2018
- 19:10h
(Foto: Reprodução)
O saldo de empregos do mercado formal deu um salto de 452,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto de janeiro a junho de 2017 a diferença entre admissões e demissões foi 71.050, nos mesmos meses de 2018 o número ficou em 392.461. Foram 321.411 novos empregos a mais. Dos oito setores da economia, sete tiveram saldo positivo nos primeiros seis meses deste ano. O que teve melhor desempenho foi o de Serviços, que chegou ao final do primeiro semestre com 279.130 postos criados, seguido pela Indústria de Transformação, com 75.726 postos a mais e a Agropecuária, que gerou 70.334 novas vagas. Somente o Comércio teve saldo negativo, com resultado de -94.839. Por faixa etária e gênero, a criação de novas vagas teve maior crescimento para os trabalhadores entre 25 e 39 anos e as mulheres. Em relação à escolaridade, saíram ganhando com a criação de vagas as pessoas que concluíram o ensino médio e as que entraram no superior. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
Começa a ser pago nesta quinta-feira (13) o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro. No caso do Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem final da inscrição 2. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. De acordo com o calendário, os nascidos nos meses de julho a dezembro receberão o PIS ainda no ano de 2018. Já quem nasceu entre janeiro e junho receberá o PIS no 1º trimestre de 2019. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2017. Segundo o Ministério do Trabalho, mais de 22,8 milhões de trabalhadores têm direito a sacar R$ 17,3 bilhões do abono salarial. Do valor disponível nos bancos, já foram pagos cerca de R$ 1,2 bilhão a quase 1,3 milhão de trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e do serviço público (Pasep), o que corresponde a 6,86% do total.
A Receita Federal libera, nesta segunda-feira, a partir das 9h, a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda 2018. O crédito para 2,6 milhões contribuintes será realizado no dia 17 de setembro, totalizando o valor de R$ 3,3 bilhões. O contribuinte pode acompanhar a consulta através do site da Receita. Esse grupo de contribuintes inclui 4.863 idosos acima de 80 anos, 36.308 entre 60 e 79 anos, 5.490 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, além de 18.409 professores. Se a pessoa tiver sido incluído neste lote, mas o dinheiro não estiver creditado no dia 17 na conta indicada por ela, será preciso procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento da instituição por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Neste caso, o interessado poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer outro banco. Nesta leva, também estarão incluídas devoluções residuais dos exercícios de 2008 a 2017.
- Agência Brasil
- 08 Set 2018
- 17:07h
As montadoras de veículos instaladas no país ampliaram a produção em 18,6% no último mês de agosto sobre o mês anterior e 11,7% na comparação com igual período do ano passado, com um total de 291,4 mil unidades. Esse dinamismo foi puxado, principalmente, pelos licenciamentos de veículos novos, que representam o escoamento ao mercado interno, e que atingiram 248,6 mil veículos, com alta de 14,3% sobre julho último e 14,8% em relação ao mesmo mês de 2017, no melhor desempenho mensal desde janeiro de 2015 (253,8 mil) e o maior volume de produção desde outubro de 2014. No acumulado do ano, as vendas foram 14,9% maior em comparação ao período de janeiro a agosto do ano passado. Ao anunciar os números, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, comemorou o resultado, salientando que, tradicionalmente, agosto é um mês de bons resultados ficando atrás apenas de dezembro, e neste, em especial, o número de dias úteis (23) favoreceu os negócios. As vendas externas alcançaram US$ 1,3 bilhão, 4,9% acima de julho e 7,8% maior do que de janeiro a agosto, porém teve um recuo de 11% sobre igual mês do ano passado. Em unidades, foram exportadas 56,1 mil, 9,2% maior do que em julho (51,3 mil em julho). Apesar dessa elevação, houve uma queda de 16,6% em relação a agosto de 2017 e de 4,6% no acumulado do ano. Segundo o presidente da Anfavea, o volume financeiro das exportações em US$ 11,08 bilhões é um recorde e supera o valor anterior (U$ 8,6 bilhões), principalmente com o nosso principal parceiro, a Argentina”.
- Bahia Notícias
- 05 Set 2018
- 13:07h
Foto: Reprodução / EBC
O nível de atividade econômica na Bahia, também chamado de Produto Interno Bruto (PIB) Baiano, avançou 1,2% no segundo trimestre de 2018, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Na comparação do segundo trimestre de 2018 com o trimestre imediatamente anterior, a variação em volume foi de 0,4%. A respeito do Brasil, os dados indicaram que houve expansão de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2017. A Indústria e os Serviços cresceram 1,2%, enquanto a Agropecuária variou -0,4%. Na comparação com o primeiro trimestre de 2018 (ajuste sazonal) o país cresceu 0,2%. Ainda segundo os dados divulgados, o desempenho do PIB baiano no segundo trimestre de 2018 foi influenciado particularmente pelos bons números do setor agropecuário. Essa expansão é resultado do bom desempenho em culturas tradicionais e que tem grande peso na atividade econômica baiana no período, a exemplo da soja, que teve uma expansão de 12,3% na produção, assim como as culturas de algodão (37,1%), milho (18,3%) e cana de açúcar (44,8%). Já o setor industrial continua registrando retração. No segundo trimestre, o setor apontou retração de -1,9%, com destaque para o recuo de -1,2% na atividade da transformação, sendo influenciado pela queda na produção de importantes subsegmentos (minerais não metálicos e outros produtos químicos). A construção civil também registrou taxa negativa (-4,8%), sendo afetada, sobretudo, pelo baixo nível na oferta de novos empreendimentos imobiliários. A extração mineral recuou 1,4%, particularmente pela redução da produção, por parte da Petrobras, de petróleo e gás. A alta foi verificada apenas na atividade de eletricidade e gás (+4,1%), devido ao aumento no nível do reservatório de Sobradinho. O setor de serviços, principal da economia baiana, registrou expansão de 0,3% no segundo trimestre. Comércio (-1,4%), e transportes (-3,0%) foram os segmentos que registraram queda no setor. Já a administração pública, com o avanço de 2,1%, contribuiu de forma positiva para o valor adicionado do setor ser positivo. Em comparação ao primeiro trimestre deste ano, o segundo trimestre de 2018 apresentou alta de 17,8% na agropecuária e de 0,3% nos serviços. A retração verificada no trimestre ficou por conta da indústria, com -1,9%. A respeito da economia nacional, a agropecuária brasileira foi o grande destaque negativo dentre os setores. A retração em volume foi de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na indústria, a transformação cresceu 1,8%, influenciada, principalmente, pela alta da produção veículos. A indústria extrativa cresceu 0,6%, resultado do recuo da extração de petróleo e de gás natural, compensada pelo aumento da extração de minérios ferrosos. A atividade de eletricidade e gás expandiu 3,1%, beneficiada pela alta do consumo de energia elétrica. Apenas a construção civil apresentou resultados negativos (-1,1%). Nos serviços, destaque para alta de 3,0% das atividades imobiliárias e avanço de 1,9% no comércio.
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta terça-feira (4) que os consumidores de energia elétrica terão que cobrir o déficit do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2018. O valor chega a R$ 1,937 bilhão e será cobrado para todos os consumidores nas contas de luz. O valor aprovado nesta terça-feira é maior do que o colocado em audiência pública no dia 7 de agosto. Na época a Aneel havia proposto um aumento de R$ 1,446 bilhão na cota paga pelos consumidores de energia. Após a audiência pública, o valor que os consumidores de energia terão que pagar para cobrir o déficit na CDE aumentou. A CDE é responsável pelo financiamento de medidas como o pagamento de indenizações a empresas, subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda, compra de parte do combustível usado pelas termelétricas que geram energia para a região Norte do país, e o programa Luz Para Todos.