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Bahia ultrapassa marca de 11 mil casos confirmados do novo coronavírus

  • Redação
  • 19 Mai 2020
  • 20:23h

Os 2,1 mil casos a mais em relação ao boletim da última segunda (18) são resultado da integração de diferentes bases do Ministério da Saúde | Foto: Secom

O estado da Bahia ultrapassou a marca de 11 mil pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus. O número foi atualizado nesta terça-feira (19) pelo secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, durante live com o governador Rui Costa. De acordo com o titular da Sesab, os 2,1 mil casos a mais em relação ao boletim epidemiológico da última segunda-feira (18) são resultado da integração de diferentes bases de notificação do Ministério da Saúde. Soma-se a isso também a mudança de protocolo da pasta federal, que passou a entender contaminação por coronavírus não apenas os casos confirmados via teste laboratorial RT-PCR, como também os testes rápidos, correlação clínico-epidemiológico e síndrome gripal. Do total de casos, 7.884 estão ativos. O crescimento foi de 11% nos últimos cinco dias. Em 24 horas, o percentual de novos casos é 16,5%. O estado contabiliza ainda 326 óbitos decorrentes da Covid-19. Em 24 horas, foram 14 casos.

Conquista: Município ainda está em curva crescente de casos de Covid-19

  • BRF
  • 19 Mai 2020
  • 16:16h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Até o momento Vitória da Conquista registra 83 casos confirmados de Covid-19, apesar da alta no número de casos nos últimos dias, isso se deve também ao aumento e velocidade de testes realizados em Vitória da Conquista. Ainda se comparada às maiores cidades do estado, o município está numa situação muito melhor que os demais do mesmo porte. Mas segundo a diretora de Vigilância em Saúde de Vitória da Conquista, Ana Maria Ferraz, ainda não chegamos a um platô da curva de casos de Covid-19, ou seja, ainda estamos numa curva ascendente, os casos devem aumentar ainda mais, até chegar num pico e começar uma redução de casos. Então neste momento o ideal é que todos colaborem, fiquem em casa se for possível, use máscara se precisar sair e evite qualquer aglomeração.

Conquista: Preocupante! Maior parte de casos de Covid-19 são de jovens entre 20 e 39 anos

  • Redação
  • 19 Mai 2020
  • 07:50h

(Foto: Reprodução)

Entre os dados dos perfis das pessoas confirmadas até então com Covid-19 em Vitória da Conquista, um deles chama bastante atenção e é motivo de preocupação, é que a maior parte dos casos está no grupo de pessoas consideradas jovens, com idade entre 20 e 39 anos, totalizando 25 casos positivados para Covid-19, ou seja, não são pessoas consideravas mais vulneráveis à doença, isso coloca por terra o que muitos ainda duvidam de que essa é uma doença que só acomete pessoas idosas ou predispostas por causa de algum tipo de doença. Os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde apontam quem dois pacientes estão na faixa etária de 0 a 5 anos, dois têm entre 6 e 19 anos, 25 entre 20 a 39 anos, outros 23 possuem entre 40 a 59 anos e 11 são pacientes com mais de 60 anos. Todas essas informações são registradas no Sistema de Informação Municipal para que a Vigilância possa acompanhar todos os dados e definir as melhores estratégias de controle da disseminação da Covid-19 dentro do município.

Rio do Antônio: teste rápido pode confirmar primeiro caso da Covid-19

  • Brumado Urgente
  • 18 Mai 2020
  • 17:42h

(Fotocomposição: Brumado Urgente)

Por não ter 100% de comprovação, os testes rápidos para identificação do novo coronavírus não podem ser considerados como oficiais, mas já são um forte indicativo de identificação da doença. Segundo as estatistas eles têm cerca de 75% de eficácia, o que já contribui para que as autoridades sanitárias venham a fazer um mapeamento das suas ações de combate. Na região sudoeste da Bahia, devido à dificuldade e os custos da testagem, vários municípios de pequeno porte vêm realizando os testes rápidos. Um deles foi Rio do Antônio, que apresentou já alguns casos suspeitos, sendo que um deles teve resultado positivo na testagem rápida feita num laboratório particular. Diante disso foi enviado uma amostra para o Lacen em Salvador para a contraprova. Atualmente o município têm 125 habitantes suspeitos, os quais estão sendo devidamente monitorados, sendo que 6 deles estão em isolamento. Não foram revelados dados do suspeito de ter contraído a Covid-19, só que ele veio de outro estado onde teria perdido o emprego e já apresentava sintomas da doença.

Boa Nova: Vacina contra coronavírus testada em humanos gera resposta segura

  • Redação
  • 18 Mai 2020
  • 15:32h

A afirmação é de uma empresa farmacêutica americana que testou a vacina em voluntários saudáveis desde o mês de março | Foto: Reprodução

Resultados do teste da primeira vacina contra o coronavírus testada em pessoas parece ser seguro e capaz de estimular uma reação imunológica contra o novo vírus. A informação foi anunciada nesta segunda-feira (18), pela empresa de biotecnologia e farmacêutica americana Moderna. Segundo eles, os resultados são baseados na reação das oito primeiras pessoas que receberam, cada uma, duas doses da vacina, desde o mês de março. Os voluntários produziram anticorpos que foram testados em células humanas no laboratório e foram capazes de impedir a replicação do vírus, o principal requisito para uma vacina eficaz. Os níveis dos anticorpos neutralizantes correspondiam aos encontrados em pacientes que se recuperaram após contrair a doença na comunidade. A empresa informou ainda que está seguindo um cronograma acelerado com a segunda fase dos testes da vacina. Segundo eles, em breve mais 600 pessoas serão testadas. A terceira fase será no mês de julho e contará com a participação de milhares de pessoas saudáveis. A Food and Drug Administration (FDA), o equivalente à Anvisa no Brasil, já deu sinal verde para a segunda fase dos testes. Três doses da vacina foram testadas: baixa, média e alta. Os resultados informados nesta segunda-feira são relativos às doses baixa e média. A única reação adversa foram vermelhidão e uma sensação de dor muscular nos braços de um voluntário. A dose alta está sendo eliminada de estudos futuros porque as mais baixas parecem funcionar tão bem que ela não é necessária. De acordo com o médico da empresa farmacêutica Moderna, Tal Zacks, caso a segunda fase de testes tenha um bom resultado, a vacina ficará disponível para uso generalizado entre o fim de 2020 a início de 2021. “Estamos fazendo o possível para chegar logo ao maior número possível de doses”, afirmou.

Rui prorroga fechamento de escolas e suspensão de transporte intermunicipal

  • Alexandre Santos
  • 18 Mai 2020
  • 15:29h

Anúncio foi na manhã desta segunda-feira (18) durante transmissão nas redes sociais do governador | Foto: Reprodução

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), decidiu estendeu por mais 15 dias os decretos que impõem o cumprimento de medidas restritivas em todo estado, a exemplo da suspensão das aulas nas escolas públicas e do transporte intermunicipal em cidades em que há registro de novos casos de coronavírus. O anúncio foi na manhã desta segunda-feira (18) durante transmissão nas redes sociais do governador.

Pandemia Mental: mulher com Covid-19 foge de hospital e tenta incendiar o próprio corpo

  • Redação
  • 18 Mai 2020
  • 14:37h

(Foto: Reprodução)

Uma mulher de 57 anos com diagnóstico confirmado do novo coronavírus fugiu do Hospital Municipal de Contagem, na Grande BH, para tentar tirar a própria vida. O incidente aconteceu na tarde deste domingo (17). Após a fuga, a Guarda Municipal foi acionada e, durante rastreamento, localizou a paciente com álcool e isqueiro. Por sorte, ela foi resgatada a tempo e não se feriu. Conforme o comandante Levi Sampaio, a unidade de saúde acionou a corporação logo que deu falta da mulher. Os agentes que ficam no hospital imediatamente iniciaram patrulhamento na região e encontram a mulher no bairro Cinco. “Os guardas conseguiram evitar o acidente que poderia resultar na morte da senhora”, destacou Sampaio. A equipe médica foi chamada e, tomando diversas medidas de segurança, reconduziu a paciente ao Hospital de Contagem, onde ela permanecerá internada para tratar a infecção da Covid-19.

Situação se complica: Baianos sem emprego deixam São Paulo em ônibus clandestinos e põem cidades em risco

  • Correio
  • 18 Mai 2020
  • 10:33h

(Foto: Correio)

Um homem de 31 anos retornou de São Paulo e entrou em Ribeira do Pombal, nordeste da Bahia, sem passar pelas três barreiras sanitárias que existem nas entradas da cidade. Ele estava infectado pelo coronavírus. Pouco tempo depois, sua esposa começou a manifestar o sintoma da doença. Ao poder público, ela disse que o homem infectado com quem teve contato não estava mais no município. Era mentira. Só após uma investigação da prefeitura, com apoio da Policia Militar e Guarda Municipal, é que o rapaz foi encontrado, sem cumprir o isolamento social e causando pânico no povoado em que vive. “Acionamos a Justiça para que ele seja responsabilizado criminalmente e vamos ter que realizar testes rápidos em todos os contactantes”, explicou a secretária de saúde de Ribeira do Pombal, Lakcelma Costa. A cidade de 50 mil habitantes tinha registrado 11 casos da doença, segundo a prefeitura. Pelo menos dois destes são de pessoas que retornaram de São Paulo. Esse número, no entanto, pode ser maior, já que a prefeitura parou de divulgar detalhes a partir do décimo caso, após a reportagem entrar em contato com a Secretaria de Saúde.

O CORREIO identificou pelo menos cinco cidades da Bahia cujo primeiro infectado veio de São Paulo: Ribeira do Amparo, Banzaê, Itapicuru e Anagé, além de Ribeira do Pombal. Essa lista pode ser maior, pois algumas cidades optaram por não divulgar detalhes dos casos confirmados.

Em Anagé, cidade de 25 mil habitantes, que faz divisa com Vitória da Conquista, o caso evoluiu para óbito, que ocorreu na última quinta-feira (14). Trata-se de uma mulher de 72 anos, que tinha chegado de São Paulo no dia 27 de abril, conforme divulgado nas redes sociais da prefeitura.

Uma funcionária da Secretaria de Saúde, que não quis se identificar, disse que a cidade possui barreiras sanitárias nas duas entradas principais do município. No entanto, tais estruturas não impedem a entrada dos visitantes e só servem para fazer um controle de quem chega na cidade.

“Há ainda as entradas da zona rural e a maioria das pessoas vem por fora da barreira”, disse.

O óbito ocorreu na própria residência da vítima. O CORREIO tentou contato com Paulo Marinho, secretário de Saúde do município, que não atendeu as ligações nem respondeu as mensagens. Anagé tinha 227 casos monitorados ou notificados, mas sem novos registros da doença.

Já a cidade de Itapicuru registrou, de uma só vez, oito casos de coronavírus. O primeiro foi de uma mulher de 66 anos que usou um transporte clandestino para chegar à cidade. “Nossa equipe de saúde foi até sua residência, fez o teste e encaminhamos a paciente para Salvador, no Hospital do Subúrbio”, disse o prefeito Magno Souza, em vídeo publicado numa rede social da prefeitura.

O segundo caso também foi importado, mas não teve o nome da cidade de origem divulgado. Trata-se de um paciente que contaminou outras seis pessoas da mesma casa, localizada em um povoado da cidade. Todos os resultados se tornaram públicos no mesmo dia, na última segunda-feira (11). “Não queremos proibir a entrada de pessoas na cidade, mas sim trabalhar de forma conjunta orientando e monitorando as pessoas”, disse o prefeito.

Em comunicado divulgado também em rede social, a Prefeitura informou que foi decretado lockdown nos povoados de Várzea dos Potes e Retiro. “Iniciamos uma série de ações: bloqueios de acesso, desinfecção de ruas e praças, montagem de barreiras sanitárias e cumprimento rigoroso de todos os protocolos”, dizia o texto.

O CORREIO entrou em contato diversas vezes, sem sucesso, com a secretária de saúde do município, Wilmara Lima, para prestar esclarecimentos sobre o assunto. Até o fechamento da reportagem, com cerca de 35 mil habitantes, Itapicuru tem quase mil casos sendo monitorados ou investigados, segundo o boletim epidemiológico do município.

'Vou me embora pro sertão’

Desempregados, vivendo de aluguel e sem uma perspectiva econômica favorável, a solução encontrada por muitos baianos que migraram para São Paulo é ‘ir embora pro sertão’. No entanto, aquilo que poderia ser motivo de festa ao ‘matar’ a saudade da família e da terra natal tem contornos dramáticos na pandemia do novo coronavírus.

“Onde só sai dinheiro e não entra nada, é complicado. A saída foi voltar pra Bahia. Não queria que fosse dessa forma, mas não tive jeito. O pior é ficar dois anos sem ver a minha mãe e não poder dar um abraço”, desabafou Leonardo Rodrigues, 23.

Em 2017, o rapaz saiu da pacata Ribeira do Amparo para tentar a sorte na maior cidade da América Latina. Na capital paulista, viveu como autônomo, atuando na área de vestuário no famoso distrito do Brás. “Por conta da pandemia, o comércio fechou. Perdi o investimento que tinha feito. Lá eu não tinha moradia própria. Vivia sozinho, pagando aluguel e as despesas eram altas”, lembra. Em abril, ele voltou para a terra natal.

A história de Leonardo se confunde com a de vários nordestinos. “Dessa vez, eu decidi alugar um carro para fazer a viagem sozinho, por questão de segurança. Mas já precisei usar o transporte clandestino, que é mais barato e menos burocrático”, disse. Na semana passada, uma fiscalização coordenada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apreendeu cinco veículos do tipo. Três deles levavam 74 passageiros de São Paulo para as cidades de Capim Grosso, na Bahia, e Caruaru, em Pernambuco.

Os outros dois ônibus apreendidos tinham São Paulo como destino e, juntos, possuíam apenas 20 passageiros. “Temos observado um fluxo maior do Sudeste e Sul para o Nordeste. Pessoas desempregadas ou em quarentena estão retornando para a terra natal, ainda que temporariamente”, disse Carlos Solrraique, especialista em regulação da ANTT.

Após serem pegos pela fiscalização, os motoristas são liberados e os veículos são conduzidos para o pátio da ANTT, vindo a ser liberado depois de 72h, após pagamento de taxas. A empresa clandestina deve contactar uma empresa regular para fazer o transporte dos passageiros até o seu destino final.

Ou seja, independente da fiscalização, as pessoas conseguem sair de São Paulo e chegar na cidade natal, em plena pandemia. O CORREIO tentou contato com a prefeitura de Capim Grosso, que possui 12 casos de coronavírus e 30 mil habitantes, mas não obteve retorno. A cidade é uma das que não têm divulgado se os casos identificados são importados ou não.

Monitoramento

“A gente não faz uma espécie de divisão, mas pelo conhecimento que temos, sem sombra de dúvidas, é de São Paulo que está vindo a maioria das pessoas para Ribeira do Amparo”, disse Dielson Tarcísio, coordenador da vigilância epidemiológica do município de pouco mais de 14 mil habitantes.

Até o fechamento da reportagem, a Secretaria de Saúde tinha o conhecimento de que Ribeira do Amparo recebeu 423 pessoas de fora. “Mas esse número pode ser maior, infelizmente. Criamos um disk saúde, para a população informar caso saiba de alguém que tenha chegado na cidade”, disse Tarcísio.

O açougueiro Roberto Barbosa, 29, não precisou ser delatado por algum vizinho. “Assim que cheguei de São Paulo mandei mensagem para a secretaria. Eles me procuraram um dia depois e me informaram que tinha que ficar isolado por 15 dias. Cumpri e depois fui liberado”, disse.

Como as fronteiras aéreas não estão fechadas, Roberto utilizou o avião para chegar até Salvador. De lá, ele foi de carro até a cidade natal. “Eu até pensei em vir de clandestino. Na primeira vez que fui para São Paulo, eu usei. É uma viagem mais cansativa e perigosa. Não sabemos como é a manutenção do ônibus, que sempre quebra na estrada”, disse.

Na fiscalização feita pela ANTT, foram constatadas irregularidades nos veículos apreendidos, como ausência de itens obrigatórios de segurança, pneus carecas e para-brisas trincados. Roberto explicou que o veículo clandestino pega e deixa a pessoa na porta de casa. No levantamento que ele fez, o valor de São Paulo até Ribeira do Amparo custava R$ 300.

Em uma busca nos sites das empresas aéreas, é possível encontrar passagens de São Paulo para Salvador por um valor até menor do que esse, mas só para o mês de junho. Para quem quer sair da capital paulista imediatamente, poderá desembolsar cerca de R$ 900 e terá poucas opções de horário disponíveis, devido à redução das viagens.

A assessoria do governo do estado informou que já solicitou, logo no início da pandemia, que o Governo Federal tomasse providência acerca do transporte aéreo, mas não houve retorno neste sentido. “Sobre as estradas, o governo tem proibido o fluxo de ônibus, vans e transportes hidroviários em cidades com casos confirmados da Covid. Caso fique mais de 14 dias sem registrar novos casos, esse fluxo é liberado na cidade”, segue a nota.

O governo afirmou ainda que a medição de temperatura que era feita do lado de fora do Aeroporto de Salvador foi suspensa há 18 dias. “Com a redução substancial de voos e a expansão da doença no Brasil, passou-se a investir na testagem e descentralização ao invés desse tipo de monitoramento”, completaram.

Já a Vinci Airports, que administra o Aeroporto de Salvador, disse que a atividade de controle sanitário é de responsabilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não informou se tem feito ações do tipo na Bahia.

 

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Secretaria de Saúde da Bahia homenageia profissionais da área mortos por coronavírus

  • Arivaldo Silva
  • 18 Mai 2020
  • 07:36h

Nas redes sociais, a Sesab prestou homenagem a uma das cinco profissionais de linha de frente que não resistiram no combate ao coronavírus | Foto: Reprodução Facebook

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) usou as redes sociais neste domingo (17), para homenagear uma das cinco profissionais de saúde vítimas fatais do novo coronavírus, na Bahia. A auxiliar de enfermagem, Sônia Maria Barreto trabalhou na linha de frente do Hospital Geral do Estado (HGE), até o dia 17 de abril, quando se afastou para se tratar. “Hoje, a Bahia se despede de mais uma guerreira, que dedicou a sua vida para cuidar de vidas baianas. Neste momento, profissionais de saúde são heróis, mas também estão entre as vítimas da doença no estado”, diz a nota da Sesab. Ainda segundo a Sesab, até o momento, cinco profissionais perderam suas vidas para a Covid-19 em todo o estado. “Mas em meio a? batalha, seguiremos com voce?s e venceremos juntos essa guerra”, complementa a nota de luto.

Linha de frente

De acordo com dados divulgados pela Sesab, no boletim epidemiológico divulgado neste domingo (17), a Bahia tem 1.073 profissionais da profissionais da área infectados pelo novo coronavírus. Em Salvador, o número de profissionais de saúde que contraíram a doença nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da capital baiana também assusta. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, são, pelo menos, 100. As UPAs que apresentam o maior número de casos são: Pirajá, com 27 casos confirmados; San Martin, 18; Periperi, 10; Brotas, 9; Pernambués, 8; Barris, 6. Na última sexta-feira (15), o governador Rui Costa anunciou que deve enviar nesta próxima segunda (18), um projeto de lei para a Assembleia Legislativa da Bahia, que trata de seguro de renda e de vida para profissionais que trabalham em unidades de saúde voltadas para o combate à Covid-19. Segundo Rui Costa, caso o texto seja aprovado, os trabalhadores que recebem acima do teto do Sistema Único de Saúde (SUS) vão manter a renda, mesmo que precisem se afastar caso sejam contaminados.

Hidroxicloroquina e azitromicina: Sesab esclarece sobre permissão do uso no combate a Covid-19

  • Secom | Bahia
  • 17 Mai 2020
  • 19:14h

(Foto: Secom / Bahia)

O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, anunciou hoje (8) que o Governo do Estado vai liberar, mediante prescrição médica, o uso da associação dos medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes internados no Sistema Único de Saúde (SUS) com diagnóstico positivo para coronavírus (Covid-19). A deliberação ocorreu durante reunião da comissão científica criada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para analisar as evidências científicas envolvendo a Covid-19, que aconteceu na tarde desta quarta-feira. De acordo com Vilas-Boas, que preside a comissão, “a recomendação é que os pacientes hospitalizados recebam os medicamentos o mais precocemente possível após a internação”, ao apontar que temos estoque suficiente para atender até 50 mil pacientes.

 

Já o infectologista e presidente do Comitê Estadual de Combate ao Coronavírus, Antônio Bandeira, destaca que “outras alternativas terapêuticas também serão disponibilizadas para emprego no tratamento de pacientes hospitalizados, tais como Ivermectina e Tocilizumabe”. O pesquisador e infectologista Roberto Badaró, integrante do Comitê Científico do Consórcio Nordeste e diretor do Instituto de Ciências da Saúde do Cimatec, explica como funciona a adoção de protocolos. “Há uma evolução muito grande nos modos de tratamento, visto que é uma doença nova e estamos aprendendo como realmente é a epidemia. Os especialistas procuram organizar protocolos de tratamento para não prejudicar os pacientes com remédios experimentais, nem com tentativas desesperadoras de salvar o paciente. Mas a experiência já acumulada nos direciona pra saber quem deve tomar hidroxicloroquina, quem não deve, quem deve ficar em casa e quem deve ser hospitalizado e tratado o mais precocemente possível. E isso só consegue ser ordenado se fizermos esses protocolos. E eles são feitos por quem tem experiência e responsabilidade com a saúde pública”, detalha. Participam também do comitê técnico-científico, a subsecretária da Saúde, Tereza Paim, o diretor geral de Gestão das Unidades Próprias, Igor Lobão, a infectologista e diretora geral do Instituto Couto Maia, Ceuci Nunes, o pneumologista Sérgio Jezler e o superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde, Luiz Henrique d’Utra.

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31% dos brasileiros já praticaram sexting na quarentena, diz pesquisa

  • Tech Tudo
  • 17 Mai 2020
  • 17:01h

Brasileiros apostam em sexting para apimentar a relação durante o isolamento social da pandemia — Foto: Luciana Maline/TechTudo

O aplicativo de namoro Happn divulgou uma pesquisa, na última quarta-feira (13), que mostra que 31% dos usuários brasileiros praticaram sexting durante a quarentena. Ou seja, um terço dos entrevistados confirmou que enviou ou recebeu mensagens, fotos e vídeos eróticos por meios digitais durante o período de isolamento, para esquentar o clima com os parceiros em tempos de distanciamento social. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 11 de maio, e entrevistou 1.117 pessoas de diferentes regiões do país por meio de uma enquete enviada dentro do aplicativo Happn. Do total, 16% afirmaram que enviaram mensagens eróticas, 10% praticaram o sexting por meio de fotos e 5% através de vídeos. 15% dos entrevistados revelaram que praticaram sexting pela primeira vez durante a quarentena. O interesse sexual dos usuários também mira no período pós-quarentena. 73% dos participantes brasileiros se declararam ansiosos por um encontro íntimo ou sexual nos dias pós-confinamento. No entanto, a maioria concordou que é necessário esperar até o fim da pandemia para encontrar seus parceiros com segurança.

Por outro lado, a pesquisa também mostrou que o interesse romântico está em alta durante o isolamento. 62% dos participantes declararam que desejam encontrar um relacionamento sério após a pandemia, e que a solidão imposta pela quarentena foi um dos motivos que levaram à inclinação a um romance no futuro. Outra informação obtida com a pesquisa mostra que os usuários estão aproveitando os momentos a sós para redescobrir o prazer consigo mesmo. 72% das pessoas afirmaram que aderiram ao chamado “self-love” na quarentena. A pandemia também serviu de assunto na hora de puxar papo com os pretendentes pelo aplicativo. 35% dos brasileiros utilizaram os hábitos comuns durante o isolamento como forma de iniciar uma conversa com alguém. Na sequência, aparece um tópico mais tradicional na hora da paquera: a indicação de filmes e séries, com 34%. Em terceiro lugar no ranking de principais assuntos do chat, surge novamente a crise causada pela pandemia, com 27%. Por último, aparecem atividades físicas e músicas, com 23% e 22%, respectivamente.

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Governo da Bahia entrega 26 ambulâncias para apoiar combate ao coronavírus no interior; Brumado é contemplado

  • Redação
  • 17 Mai 2020
  • 16:53h

Entre os municípios contemplados estão Alagoinhas, Barreiras, Brumado, Camacan, Conceição do Coité, Cruz das Almas e Esplanada | Foto: Divulgação/GOVBA

Vinte e quatro municípios do interior da Bahia com Unidades de Pronto Atendimento (UPA) destinadas a pacientes suspeitos de coronavírus receberão 26 ambulâncias do governo do estado. A ação reforça o combate à epidemia e dá mais segurança e agilidade, caso haja necessidade de transferências para unidades de maior complexidade. O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, afirma que foram investidos cerca de R$ 4 milhões na aquisição dos veículos do tipo picape. “Já entregamos 12 unidades e nesta semana faremos as demais entregas, que foram uma determinação do Governador Rui Costa”, diz o secretário.Os municípios contemplados são: Alagoinhas, Barreiras, Brumado, Camacan, Conceição do Coité, Cruz das Almas, Esplanada, Gandu, Ilhéus, Ipiaú, Irecê, Itabuna, Itacaré, Jaguaquara, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Morro de Chapéu, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santa Maria da Vitória, Serrinha, Tucano e Itaparica.

Conquista: Bares funcionam normalmente em meio a pandemia

  • BRF
  • 17 Mai 2020
  • 15:45h

(Foto: Reprodução)

Apesar de fiscalizações recentes da Prefeitura de Conquista, através da gerência de posturas, o Blog do Rodrigo Ferraz deu um giro no Bairro Brasil, na tarde de ontem (sábado) e percebeu muitos ‘furos’ do decreto municipal em meio a pandemia do coronavírus. O que a gente visualizou foram bares funcionando normalmente, na maior ‘tranquilidade’, e algumas barbearias e salões de beleza também. “A gente percebeu um trabalho da secretaria de serviços públicos no início do decreto, mas parece que a coisa ‘afrouxou’ e hoje temos visto muitas pessoas se aglomerando em  bares”, disse um morador. Na zona rural as denúncias também são grandes.

 

LGBTIs vivem acirramento de violência familiar em isolamento social

  • Vinícius Lisboa
  • 17 Mai 2020
  • 10:21h

Foto: Pixarbay

A crise global causada pelo novo coronavírus “está exacerbando as dificuldades da população LGBTI”, reconheceu a Organização das Nações Unidas (ONU) em um comunicado divulgado em abril. A ONU explicou na época que essa minoria “muitas vezes encontra discriminação e estigmatização ao buscar serviços de saúde, e é mais vulnerável à violência e outras violações dos direitos humanos”. No Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, comemorado hoje (17), LGBTIs ouvidos pela Agência Brasil que trabalham no acolhimento a essa população chamam a atenção para o cruzamento dessa forma de discriminação com as dificuldades enfrentadas por todos diante da maior pandemia das últimas décadas.

Gestora de uma rede de apoio emocional que já realizou mais de 100 atendimentos a LGBTIs no Rio de Janeiro, a vice-presidente do Grupo Arco-Íris, Marcelle Esteves, ouve diariamente os desabafos de pessoas que perderam seu sustento com a crise, tiveram que se confinar em lares em que não são aceitas e sofrem violências físicas e psicológicas por parte das próprias famílias.

“A gente atende os mais variados públicos. Desde aquele indivíduo que é estudante e mora com os pais até aquele que já tem o seu escritório e nesse momento perde o seu sustento e fica refém dos familiares. E qual escolha ele tem? Volta para a família? Vai para a rua?”, lamenta s psicóloga, que atende com frequência casos de depressão. “A autonomia financeira é primordial. Sem ela, você fica sem o seu direito de escolha, fica refém do outro, e muitos acabam reféns de suas próprias famílias”.

Uma pesquisa internacional realizada com 3,5 mil homens gays, bissexuais e transexuais pelo aplicativo de relacionamentos Hornet confirma a percepção da psicóloga. Segundo noticiado pela Fundação Thomson Reuters, na terça-feira (12), 30% dos entrevistados responderam que não se sentem seguros em casa durante o isolamento. Marcelle destaca, entretanto, que a violência é ainda mais severa contra a população transexual, que tem sua identidade negada por familiares. “Tenho jovens em atendimento que preferem ir para a rua e correr o risco de se contaminar, porque não estão suportando ficar nas suas casas”.

Mesmo que a LGBTfobia já tenha sido declarada crime pelo Supremo Tribunal Federal (STF), muitas vítimas relatam dificuldades em denunciar familiares próximos, como pais e mães, e se veem sem ter onde buscar abrigo após uma denúncia, conta Marcelle, que muitas vezes tenta aconselhar as vítimas a buscar amigos. “É importante que essa pessoa rompa com esse círculo de violência, se não ela pode acabar sendo morta”.

Além do acolhimento e aconselhamento de vítimas de violência doméstica, o Grupo Arco-Íris tem reunido doações para atender com cestas básicas a um cadastro de 3 mil LGBTIs em situação de extrema vulnerabilidade no estado do Rio de Janeiro. Desde que o isolamento social começou, Marcelle conta que os pedidos de ajuda para ter o que comer não pararam de chegar. Entre as situações mais difíceis está a de parte da população trans que, excluída do mercado de trabalho, depende da prostituição para sobreviver.

Na Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro, o trabalho desenvolvido para a inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho se tornou “quase impossível”, lamenta o coordenador, Nélio Giorgini. Com o pai internado em uma unidade de terapia intensiva há 14 dias, com covid-19, Nélio conta que vive desde março o período de trabalho mais intenso desde 2017, quando assumiu o cargo.

“O que tem vindo até nós são relatos desesperadores”, desabafa. “São pessoas que estão passando fome, pessoas que precisam de abrigo”, diz ele, que não deixa de comemorar vitórias pontuais, como a contratação recente de um jovem trans por uma rede de hipermercados.

A coordenadoria tem ajudado na distribuição de cestas básicas, confeccionou máscaras e trabalha em busca de vagas em abrigos municipais para pessoas LGBTIs desabrigadas e em situação de rua. Além disso, estão previstas reuniões com a iniciativa privada para buscar apoio e emprego para essa população, além da ajuda a iniciativas como a Casa Nem, que abriga pessoas trans em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro. O abrigo é mantido por doações e a mobilização de ativistas criou um financiamento coletivo para receber ajuda no período da pandemia.

Fundador da Casa 1, lar de acolhimento para a população LGBTI na capital paulista, Iran Giusti percebeu com a crise, um retorno de ex-moradores que já haviam se estabelecido fora do acolhimento. “Aumentou significativamente por conta das demissões. Como, em geral, esses jovens têm uma baixa escolaridade, os trabalhos em que atuavam eram essencialmente os de serviços que deixaram seus funcionários completamente desamparados”, conta Giusti, que têm ajudado essas pessoas com questões como a obtenção do auxílio emergencial. “Como os jovens que já estavam acolhidos e acolhidas entraram em confinamento, infelizmente, não conseguimos receber novos”.

Giusti narra histórias parecidas com a que Marcelle ouve no acolhimento online no Rio de Janeiro. “Percebemos uma mudança no perfil de quem pede ajuda, sendo agora jovens com um perfil de maior independência, que trabalhavam, estudavam e conseguiam conviver relativamente bem com a família. Com o isolamento, muitas situações ficaram insustentáveis”.

Um grupo de especialistas em direitos humanos da Organização das Nações Unidas emitiu um comunicado conjunto no último dia 14 em que pede atenção dos países à saúde e às violações de direitos humanos da população LGBTI no contexto da pandemia. O documento destaca em um trecho que, “ao ficar em casa, crianças, adolescentes e adultos LGBTI se veem obrigados a suportar uma exposição prolongada a membros da família que podem não aceitá-los, o que aumenta as taxas de violência doméstica, agressões físicas e emocionais, assim como danos à saúde mental”.

No comunicado publicado em abril, a ONU já havia chamado atenção para uma tendência de acirramento de problemas sociais. “A covid-19 está criando um círculo vicioso em que altos níveis de desigualdade alimentam sua disseminação, que, por sua vez, aprofunda as desigualdades”, dizia um trecho do documento.

No Brasil, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou em abril uma cartilha sobre prevenção ao coronavírus voltada especificamente para a população LGBTI.

O texto afirma que “Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros estão expostos ao novo coronavírus da mesma forma que o resto da população. Ainda assim, muitas dessas pessoas vivem num contexto de extrema vulnerabilidade social, o que pode influenciar no acesso a direitos como a saúde”.

Além das recomendações gerais de higiene e distanciamento social, a cartilha recomenda questões específicas, como a atenção ao cancelamento de cirurgias eletivas, citando as do processo transexualizador.

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Nº de casos de coronavírus na Bahia sobe para 8.314 com 286 mortes

  • Informações do G1/BA
  • 17 Mai 2020
  • 09:40h

Bahia registra mais de mil casos de coronavírus em 24h e número chega a 8.128 — Foto: Comando Conjunto Bahia / Divulgação

O número de casos do coronavírus registrado na Bahia subiu para 8.314, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) na noite deste sábado (16). As mortes chegam a 285. 

Segundo informações da Sesab, os cinco novos óbitos foram registrados em Salvador, Seabra e Várzea da Roça. Confira os casos:

282º óbito – mulher, 83 anos, residente em Várzea da Roça, sem comorbidades. Veio a óbito no dia 11/05, em hospital público do município.

283º óbito – homem, 39 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Faleceu dia 11/05, em hospital da rede particular do município.

284º óbito – mulher, 80 anos, residente em Salvador, tendo as seguintes comorbidades: hipertensão arterial, diabetes, doença respiratória crônica e doença renal crônica. Veio a óbito no dia 09/05, em hospital público no município.

285º óbito – mulher, 54 anos, residente em Salvador, tendo comorbidades: hipertensão arterial, diabetes, doença renal crônica e obesidade. Faleceu no dia 09/05, em hospital público no município. 286º óbito – homem, 79 anos, residente em Seabra, portador das seguintes comorbidades: hipertensão arterial, e doença renal crônica. Faleceu dia 14/05, em hospital da rede particular de Salvador. Do total do número de mortes, 184 ocorreram em Salvador. As outras 100 foram em Adustina (1); Água Fria (1); Anagé (1); Araci (1); Belmonte (1); Buerarema (3); Camaçari (4); Capim Grosso (3); Catu (1); Coaraci (1); Feira de Santana (2); Gandu (1); Gongogi (2); Ibirataia (1); Ilhéus (17); Ipiaú (3); Itaberaba (1); Itabuna (10); Itagibá (1); Itapé (1); Itarantim (1); Itapetinga (2); Jacobina (1); Jequié (3); Jitaúna (1); Juazeiro (2); Lauro de Freitas (5); Maragogipe (1); Maraú (1); Mirante (1); Mundo Novo (1); Muritiba (1); Nilo Peçanha (1); Paramirim (1); Porto Seguro (1); Ribeira do Pombal (1); São Francisco do Conde (1); São Sebastião do Passé (1); Seabra (1); Simões Filho (3); Ubaitaba (1); Uruçuca (5); Utinga (1); Várzea da Roça (1); Vera Cruz (1); Vereda (1) e Vitória da Conquista (4). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até as 17h desta sexta.De acordo com a Sesab, na Bahia, dos 1.228 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 625 possuem pacientes internados. 

De acordo com a Sesab, na Bahia, dos 1.228 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 625 possuem pacientes internados. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 512 leitos exclusivos para o coronavírus, 310 possuem pacientes internados. Cabe ressaltar que novos leitos serão abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Dos 8.314 casos confirmados, 2.151 já encontram-se recuperados e 5.877 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.