BUSCA PELA CATEGORIA "COVID-19"
(Foto: Reprodução)
O município de Ipiáu, no Médio Rio de Contas, sudoeste baiano, tem a terceira maior incidência de Covid-19 na Bahia [taxa de 1.569,55 por 1 milhão de habitantes]. Mas durante a pandemia ocupou a primeira posição. Em live do Bahia Notícias nesta sexta-feira (3), a secretária de saúde do município, Laryssa Dias, disse que tanto a redução com os índices altos se devem à testagem dos moradores. Dias considera que só a partir do procedimento é possível controlar a disseminação do coronavírus como estabelecer medidas de isolamento em moradores com vulnerabilidade social. “Se tem uma coisa que a gente acreditou desde o início da pandemia, é a testagem. Não é fácil investir porque é custo, é dinheiro, mas se tem uma coisa que poderia dizer é testar, testar e testar”, disse ao BN Laryssa Dias declarou que são testados preferencialmente pessoas com suspeita. Com o diagnóstico positivo, elas são isoladas e as pessoas com quem elas tiveram contato são monitoradas. Na cidade também há um espaço onde pacientes com vulnerabilidade social ficam em quarentena. Recebem assistência e alimentação.
NEM PICO NEM PLATÔ
Mesmo com o número expressivo de casos, a secretária disse que ainda é cedo para dizer que o município chegou ao pico da pandemia ou mesmo a um platô – quando a transmissão do vírus pouco se altera. “A gente não considera que chegamos no platô porque estamos conhecendo o vírus, e a gente se atenta para que não haja nova contaminação. Por isso é precoce dizer isso”, avaliou.
- Redação
- 03 Jul 2020
- 15:53h
(Foto: Reprodução)
A secretaria estadual de saúde confirmou o cancelamento do contrato com o Hospital IBR, em Conquista, para atender pacientes com leitos exclusivos de tratamento do coronavírus. Segundo a Sesab, algumas irregularidades foram apontadas, dentre elas “não atender as recomendações da Vigilância Sanitária do Núcleo Regional de Saúde Sudoeste de apresentar o Plano de Contingência Hospitalar dentro das prerrogativas para as Unidades Hospitalares da Rede Covid Estadual”. Em nota, o Hospital IBR se manifestou sobre o assunto:
- João Valadares e João Pedro Pitombo | Folhapress
- 03 Jul 2020
- 14:41h
(Foto: Reprodução)
O comitê científico do Consórcio Nordeste, que assessora as decisões dos governadores da região durante a pandemia, teme uma avalanche de casos de pacientes com Covid-19 vindos do interior dos estados. O receio é que o aumento no número de infectados superlote as unidades de saúde dos grandes centros urbanos. O alerta consta no nono boletim do comitê, que ainda não foi publicado e está sujeito a alterações. O documento indica uma possível nova sobrecarga no sistema hospitalar da região. "Esse efeito bumerangue já começou. Você conhece o efeito do tsunami? A água sai da praia, todos pensam que estão salvos, e, de repente, vem uma baita onda. É o mesmo efeito", explica o neurocientista Miguel Nicolelis, um dos coordenadores do comitê científico do Consórcio Nordeste. O agravamento deve acontecer na medida em que os casos começam a se alastrar com maior rapidez nas pequenas cidades da região.
O movimento vem sendo registrado nos últimos dois meses. Em 15 de abril, havia 112 microrregiões nordestinas com menos de 50 casos confirmados. No dia 20 de junho, este número caiu para apenas seis microrregiões.
A interiorização crescente dos casos de Covid-19 se manifesta também nos valores de um dado chamado de fator de reprodução. Ele indica o número correspondente a quantas novas pessoas alguém com o vírus é capaz de infectar. O fator 1, por exemplo, significa que cada doente contamina, em média, mais uma pessoa. Cidades do interior registram um valor muito mais alto do que as capitais.
Os dados das secretarias estaduais de saúde apontam na mesma direção. Capitais como Recife e Salvador, por exemplo, tiveram nas últimas semanas uma maior demanda na ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por doentes de outras cidades.
No Recife, que experimenta queda dos casos do novo coronavírus há 45 dias, 65% dos leitos de terapia intensiva da rede municipal são ocupadas por pessoas de municípios do interior.
Dos 169 pacientes que estavam internados nesta quarta-feira (2) em vagas de UTI da rede municipal do Recife, apenas 60 eram moradores da cidade. Só de Caruaru, no agreste pernambucano, havia 22 pacientes.
Fortaleza também vive um movimento de descompressão do sistema público de saúde e tem recebido, em média, 400 pacientes de cidades do interior toda semana. O número de transferências já foi maior, de acordo com o secretário de Saúde do Ceará, Dr. Cabeto. A média chegou a 500 por semana e foi reduzida com a expansão do número de leitos no interior, inclusive em cidades que sequer tinham UTI, caso de Itapipoca, Crateús, Icó e Limoeiro.
Salvador passa pelo momento mais crítico até agora durante a pandemia, com uma ocupação de 84% dos leitos para pacientes graves e também é pressionada pelo interior. Nesta quarta-feira (1º), quatro em cada dez pacientes de Covid-19 nas redes estadual e municipal da capital baiana vieram de outras cidades do estado.
Para reduzir o fluxo para a capital, o governo do estado tem ampliado a cobertura no interior para pacientes com o novo coronavírus. Foram abertos novos leitos de UTI em Feira de Santana, Juazeiro, Eunápolis e Valença.
Diante do cenário de avanço da Covid-19, o comitê do Consórcio Nordeste orienta decretar bloqueio total ou reverter de planos de afrouxamento do isolamento social em capitais e cidades do interior que estejam apresentando curvas crescentes de casos e óbitos e taxa de ocupação de UTI maior que 80%.
O documento recomenda o chamado lockdown nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Teixeira de Freitas, na Bahia, além de Maceió (AL) e Aracaju (SE). Também é citado o município de Caruaru, que já colocou em prática uma quarentena mais rígida em razão do aumento de casos. Na versão final do documento, novos municípios vão ser incluídos.
"O problema de Salvador é que o número de leitos flutua rapidamente. Houve uma tentativa de fazer lockdown de bairros, mas não conseguiu bloquear", diz Miguel Nicolelis.
O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), que nesta terça-feira (30) ampliou as medidas restritivas de fechamento do comércio por mais sete dias, criticou a pressão de empresários pela abertura das lojas.
"É impor que todo mundo continue em casa. Tomar medidas muito mais sérias e duras, essa é a realidade", afirmou.
O comitê também recomenda instituição de barreiras sanitárias, bloqueios temporários de todo tráfego não essencial, além da criação de brigadas emergenciais de saúde em todos os estados nordestinos.
Análise dos dados referentes às capitais revelou que cidades que executaram o bloqueio total por períodos de duas a quatro semanas, a exemplo de São Luís, Fortaleza e Recife, experimentaram uma desaceleração importante, tanto nas curvas de casos como de óbitos.
De acordo com dados fornecidos pela Prefeitura do Recife, em abril, a capital registrou 3.723 casos -54% das ocorrências em Pernambuco.
No mês de maio, quando o Recife e outros quatro municípios da região metropolitana tiveram 15 dias de quarentena rígida, a cidade chegou a registrar 11.694 casos -42% do total de novos casos do estado. Nesse mês de junho, quando a capital teve 5.182 casos, o percentual caiu para 21%.
Na rede municipal, há 289 leitos de UTI ativos. A taxa de ocupação é de 58,4%. Com a diminuição dos casos, a prefeitura desativou nesta semana 210 leitos de enfermaria que tinham sido montados em quatro hospitais de campanha. Novos 24 leitos de UTI foram abertos.
"No mês de abril mais da metade dos casos de coronavírus eram de recifenses. Hoje, nós somos um a cada cinco casos no estado", declarou o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB).
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- Com informações da Folha de SP
- 03 Jul 2020
- 12:05h
Lei federal, porém, não impede autonomia dos estados para estabelecer regras sobre a utilização da proteção facial | Imagem: Reprodução/TV Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou no projeto de lei sobre uso de máscaras durante a pandemia a obrigatório o uso da proteção facial em igrejas, comércios e escolas. A proposição foi aprovada pelo Congresso em 9 de junho, enquanto que os vetos e os trechos sancionados por Bolsonaro foram publicados nesta sexta-feira (3), no Diário Oficial da União. Agora, caberá a deputados e senadores decidir em votações se aceitam ou se derrubam a decisão de Bolsonaro. A nova lei torna obrigatório, durante a emergência sanitária no novo coronavírus, manter “boca e nariz cobertos por máscara de proteção individual, conforme a legislação sanitária e na forma de regulamentação estabelecida pelo Poder Executivo federal, para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos”. O uso de máscara, seja a clínica ou artesanal, também passa a ser compulsório em “ônibus, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados”. Os dispositivos vetados pelo presidente, no entanto, especificavam uma série de outros locais e situações em que a proteção seriam exigidas —estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Para justificar os vetos aos dispositivos, o Palácio do Planalto argumentou que a expressão “demais locais fechados em que haja reunião de pessoas” é abrangente demais e abre brecha para uma possível violação de domicílio, o que é contra a Constituição. Como não havia a possibilidade de veto apenas à expressão considerada problemática, segue Bolsonaro na justificativa, o governo barrou todo o dispositivo. Embora seja uma lei federal, os estados continuam com autonomia para estabelecer regras sobre o uso de máscaras em seus territórios.
- Ascom | PMB
- 03 Jul 2020
- 10:57h
(Foto: Ascom | PMB)
As ações de apoio à Administração Municipal de Brumado visando o fortalecimento das ações do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus continuam sendo exercidas pelas empresas e instituições. Desta feita foi a renomada empresa Pax Nacional que doou 02 totens de higienização para serem colocados em locais de grande circulação de pessoas. A entrega foi feita pela proprietária da empresa, a empresária Perinalva Dias em encontro com o secretário municipal de Saúde, Claudio Feres que informou que um será colocado na entrada do prédio de prefeitura e o outro na Central de Marcação. “Agradecemos à Pax Nacional por essa importante doação que vem confirmar a consciência cidadã desta empresa tão conceituada”, ressaltou o secretário.
- por Vinicius Torres Freire | Folhapress
- 03 Jul 2020
- 10:01h
Foto: Reprodução / Twitter / PutnamCountySO
Apenas 9% dos infectados pelo coronavírus dizem não ter sentido algum sintoma de que poderiam ter sido contaminados. Foi o que relataram entrevistados do estudo nacional Epicovid-BR, que procura estimar o espalhamento do vírus e da doença pelo país e as características da população afetada.
O estudo testou e entrevistou 89.397 pessoas em três etapas de coleta de dados, a primeira delas em maio, a mais recente entre os dias 21 e 24 de junho, em 133 cidades de todos os estados do país.
Entre as pessoas examinadas, 2.064 tinham anticorpos, o que indica que foram infectadas pelo coronavírus. Dentre os infectados, os sintomas relatados com mais frequência foram as alterações em olfato e paladar (62,9%) e a dor de cabeça (62,2%).
Como têm indicado outros estudos, os mais pobres são mais atingidos pela epidemia. No quinto mais pobre da população (os 20% com menor renda), a taxa de infecção era de 4,1% na terceira etapa da pesquisa; entre o quinto mais rico, de 1,8%. A diferença da taxa de contaminação entre mais pobres e mais ricos aumentou entre maio e junho: da primeira para a terceira fase do estudo, passou de 1,1 ponto percentual para 2,3 pontos.
Segundo os dados da Epicovid, a prevalência do vírus é maior entre os que se declararam indígenas: 5,4%, o quíntuplo da taxa de infecção de brancos (1,1%) e mais que o dobro dos que se dizem pretos (2,5%).
“O percentual da população com anticorpos não diferiu entre homens e mulheres em nenhuma das fases da pesquisa. Da mesma forma, não foi observada uma tendência nítida por idade, confirmando que o risco de infecção não depende da idade”, escrevem os pesquisadores. Ressaltam, no entanto, que a doença tende a ser mais severa, assim como a taxa de letalidade, entre os mais velhos.
No estado de São Paulo, segundo dados oficiais, cerca de 74% dos mortos de Covid-19 têm mais de 60 anos; os homens são 58% das vítimas de todas as idades.
Nas casas em que havia uma pessoa com anticorpos para o coronavírus, os demais moradores também foram testados. Dentre essas pessoas, 39% também tiveram testes positivos, indicou a pesquisa.
A prevalência da doença nas cidades estudadas ainda seria relativamente baixa, segundo o estudo Epicovid, de 3,8% em 83 cidades nas quais foi possível entrevistar mais de 200 pessoas nas três fases da pesquisa.
Ainda assim, trata-se de um número seis vezes maior que o de casos oficialmente notificados nesses municípios. Com base nos dados da população de todas as 133 cidades pesquisadas, a taxa de letalidade (número de mortes dividido pelo número de infectados) seria de pouco mais de 1%.
A taxa de infecção para a cidade de São Paulo estimada pela Epicovid é muito diferente daquela obtida por outra pesquisa amostral, realizada pela prefeitura paulistana em meados de junho. Na terceira etapa da Epicovid, a prevalência seria de apenas 1,4%, na terceira etapa (ante mais de 3,3% na primeira). Pelo estudo paulistano, de 9,5%.
Segundo os dados da Epicovid, o número de contaminados na cidade seria então próximo daquele divulgado pelas estatísticas oficiais da doença, os quais costumam registrar apenas os casos de pessoas com sintomas mais evidentes ou doentes que precisam de internação.
Em geral, estudos por amostragem indicam que o número oficial de casos representa um sexto do total de infecções, por vezes bem menos (um nono, na estimativa da prefeitura).
O epidemiologista Pedro Hallal, coordenador da pesquisa, diz que pode ter havido um problema com a amostra paulistana. “Existem diferenças metodológicas importantes. O estudo de São Paulo não incluiu crianças e adolescentes, por exemplo. O tamanho de amostra do estudo de São Paulo é bem maior do que o nosso”, diz Hallal, que, no entanto, reconhece que tais diferenças não explicam a disparidade dos números e que o dado da prefeitura está mais próximo da realidade. No estudo da prefeitura, foram examinadas 5.664 pessoas. No estudo Epicovid, 250.
O estudo Epicovid é um teste de uma amostra da população. Na terceira fase, o pesquisadores colheram exames gratuitos de 33.207.
O trabalho é coordenado por Hallal, reitor da Universidade Federal de Pelotas, em colaboração com pesquisadores de Universidade de São Paulo, a Universidade Federal de São Paulo, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
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- Redação
- 03 Jul 2020
- 08:09h
(Foto: Reprodução)
As vacinas em desenvolvimento no mundo contra o novo coronavírus, oficialmente denominado SARS-CoV-2, poderão controlar a doença causada por ele, a Covid-19. Nenhuma delas, porém, será capaz de acabar com a circulação do coronavírus no planeta. A declaração é do médico Ricardo Palacios, diretor de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, um dos centros de pesquisa do mundo que participa do desenvolvimento de vacinas contra o vírus. “Nós queremos gerar uma expectativa correta para a população. Nós não vamos acabar com o coronavírus com uma vacina. Qualquer uma que seja a vacina. O coronavírus veio e veio para ficar. Ele vai nos acompanhar. Durante todo o tempo de nossas vidas, nós teremos coronavírus circulando”, disse na quinta-feira (2) em um debate virtual promovido pela Agência Fapesp e o Canal Butantan. As informações são da Agência Brasil. De acordo com o diretor, as vacinas que estão em desenvolvimento no mundo buscam controlar a doença causada pelo novo coronavírus. O pesquisador faz uma analogia entre a Covid-19 (causada pelo coronavírus) e a gripe, causada pelo vírus influenza. Pessoas vacinadas contra o vírus influenza podem chegar a desenvolver a gripe, mas, na maioria das vezes, a doença não se desenvolve de forma grave, que poderia levar à morte. Segundo ele, o mesmo deverá ocorrer com as vacinas contra o novo coronavírus. Elas serão pouco eficientes em impedir a infecção das pessoas com o novo coronavírus, mas deverão proteger as pessoas de desenvolver a Covid-19 em sua forma grave. “O vírus influenza não desapareceu e segue conosco. Seguirá, talvez, durante toda a nossa vida. Mas a gente tem uma doença [a gripe] controlável. A maior parte das pessoas vacinadas consegue controlar a doença. Se chegar a se infectar, não terá uma doença grave, não morrerá dessa doença”, explicou. Segundo Palacios, o objetivo de todas as vacinas é proteger contra a doença, e não contra a infecção. “Proteger contra a infecção é uma coisa a mais que, eventualmente, pode acontecer, e até pode acontecer por um tempo limitado”, disse. O Instituto Butantan, na capital paulista, é um dos centros do mundo que participa das pesquisas de construção de uma vacina contra o novo coronavírus. O instituto firmou uma parceria, no dia 10, com o laboratório chinês Sinovac Biotech, que possuiu uma vacina em fase avançada de desenvolvimento, a Coronavac — que utiliza o coronavírus inativado para estimular uma resposta imunológica do organismo.
(Foto: Divulgação)
A partir desta quinta-feira (02), os bares e restaurantes de Vitória da Conquista estarão autorizados a retomar suas atividades, desde que cumpram, rigorosamente, o protocolo de segurança para o controle do coronavírus (Covid-19). Esta é a terceira fase da reabertura gradual de setores do comércio, interrompendo uma sequência de três meses de fechamento deste serviço. Para garantir o cumprimento das medidas, a Central de Orientação e Fiscalização da Prefeitura já está nas ruas com os agentes de segurança patrimonial e de Posturas para um trabalho constante de monitoramento, que irá das 8h da manhã até a meia noite, todos os dias da semana. De maneira escalonada, os agentes estarão circulando em vários pontos da cidade para fazer valer as determinações do Decreto 20.362, publicado no último domingo (28). Segundo o comandante da Guarda Municipal, Antônio Braga, as ações vão começar nesta quinta e seguirão até o fim da crise.”Nossos agentes irão visitar os estabelecimentos e ajudar os comerciantes e a população com ações educativas. Dessa forma, a Prefeitura cumprirá seu papel em provir a segurança necessária para que as atividades possam ser exercidas”, relata.
- Matheus Morais / Rayllanna Lima
- 02 Jul 2020
- 11:29h
Governador informou nesta quinta-feira (2) que recebeu uma correspondência da federação pedindo para reabrir todo o comércio do estado | Foto: Paula Fróes/GOVBA
Pressionado pela Fecomércio-BA (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia), o governador Rui Costa (PT) questionou nesta quinta-feira (2) se é aceitavel que três mil pessoas passem a morrer por mês para que as atividades econômicas voltem a funcionar completamente em todo o estado. “Estamos há duas semanas com a média de 50 mortes por dia. Isso, em vinte dias, dá mil mortes. Em trinta dias, dá 1.500 mortes. Eu, ontem [quarta-feira, 1º] recebi uma correspondência da Federação do Comércio, pedindo que abra tudo em todo o estado. Qual o limite aceitável para essas pessoas de número de mortos que nós podemos aceitar para decidir abrir tudo, de qualquer jeito, dizendo apenas que os estabelecimentos vão tomar os cuidados? É aceitável 1.500 mortes por mês? E porque não está aberto. Se abrir, vai pular para 3 mil por mês”, disse. Participando nesta quinta de um ato simbólico no Largo da Lapinha, em celebração aos quase 200 anos da Independência da Bahia, com a presença do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), o chefe do Executivo estadual disse que é preciso “refletir para tomar as decisões mais acertadas”, ouvindo a população. “Então, é compartilhar essa decisão com a sociedade, porque fica parecendo que aqui tem autoridades que decidem sozinhas o futuro das pessoas. Temos que decidir conjuntamente. O que a sociedade baiana quer? O que o povo da Bahia, o povo de Salvador quer? Quer admitir três mil mortes por mês? Porque vai dobrar. Uma semana depois que a gente abrir, pode ter certeza que vai dobrar. Ninguém pode dizer que não sabia que ia acontecer, nós sabemos o que vai acontecer”, afirmou o governador.
- Redação
- 02 Jul 2020
- 09:44h
A devolução foi feita na manhã desta quinta-feira (02) na SEMAF | Foto: Divulgação
Dando sequência à agenda positiva na área administrativa, a Câmara de Vereadores de Brumado, após efetuar o pagamento de metade do 13º salário aos funcionários do Legislativo no mês de junho, constatou uma economia de R$ 77 mil perfazendo um total somente neste primeiro semestre de 2020, um montante de R$ 200 mil, já que RR$ 123 mil já foram repassados aos cofres municipais, visando fortalecer as ações de combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus. O presidente da Casa da Cidadania, em declaração à mídia local, ressaltou a importância da união de todos os vereadores na redução com despesas e gastos com diárias, gasolina, material de escritório entre outros “Vamos continuar na luta para economizar ainda mais para ajudar o município que precisa fortalecer o máximo possível para que o combate à Covid-19 seja a mais eficiente possível”, destacou. Léo Vasconcelos ainda observou que “esperamos que até o final deste mandato essa parceria continue firme, mesmo diante de algumas reformas estruturantes que vêm sendo realizadas na sede da Câmara, as quais são inadiáveis como a instalação de dois novos gabinetes, já que no exercício do próximo mandato teremos aumento da quantidade de vereadores” e finalizou lembrando que “outra ação muito importante é a instalação da tão sonhada Rádio Câmara, que já está em andamento”.
- Ascom | PMB
- 02 Jul 2020
- 06:13h
Nesta quarta-feira , 01 de julho de 2020, o município de Brumado registra 189 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 9,61% do total de 1.966 notificações. Entre os diagnósticos: 0 internação , 3 óbitos, 51 pacientes em tratamento e 135 recuperados. No momento, 59 ainda aguardam resultado laboratorial e 616 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.
- Redação
- 01 Jul 2020
- 17:33h
(Foto: Reprodução)
A Bahia chegou ao número total de 76.485 casos confirmados e 1.902 óbitos pelo novo coronavírus nesta quarta-feira (1º) ao registrar 3.178 novos infectados e 49 óbitos nas últimas 24 horas. As informações constam no boletim divulgado pela Secretaria da Saúde (Sesab). Na terça-feira o estado tinha 73.307 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.853 mortes confirmadas. Do número total, 50.924 já são considerados recuperados da doença e 23.659 encontram-se ativos. As confirmações ocorreram em 388 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (46,53%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Itajuípe (1.932,56), Gandu (1.737,49), Ipiaú (1.536,85), Uruçuca (1.369,46) e Itabuna (1.236,73).
- Redação
- 01 Jul 2020
- 16:37h
Número, divulgado pelo consórcio da imprensa, foi alcançado com pouco mais de quatro meses da pandemia | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
O Brasil passou das 60 mil mortes por coronavírus confirmadas na manhã desta quarta-feira (1º), pouco mais de 4 meses após a doença chegar ao país. Os dados são de um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de balanços divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. Segundo a última atualização, feita às 13hs, foram confirmados 60.194 óbitos e 1.426.913 infecções confirmadas. O consórcio é integrado por G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. A parceria entre os veículos de comunicação foi uma resposta a mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia. Na terça-feira (30), à noite, o Ministério da Saúde divulgou a confirmação 1.280 óbitos e 33.846 novos casos no dia, totalizando 59.594 mortes e 1.402.041 contaminados desde o começo da pandemia.
- Rayllanna Lima
- 01 Jul 2020
- 08:03h
Secretário de Saúde da Bahia apresentou nesta quarta-feira (1º) gráficos com índices da doença no estado | Foto: Reprodução
Secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas definiu nesta quarta-feira (1º) a Covid-19 como “uma doença de jovens que mata idosos”. Para explicar seu comentário, ele apresentou gráficos com dados da distribuição do novo coronavírus, causador da doença. O levantamento mostra que, no estado, o vírus é propagado com maior frequência entre pessoas de 20 e 49 anos. Já o índice de mortos é mais recorrente na faixa etária de 60 a 80 anos. O vírus é mais letal sobretudo em idosos acima de 80 anos. “Observem que essa não é uma doença de idosos. É uma doença de jovens que mata idosos. A absoluta maioria tem menos de 40 anos. A maior chance de contágio é entre os jovens, que levarão a doença aos seus idosos, que por sua vez são os mais vulneráveis a morrerem”, escreveu em seu perfil no Twitter.
- Brumado Urgente
- 30 Jun 2020
- 18:04h
(Fotocomposição: Brumado Urgente)
Os números da Covid-19 em Brumado tiveram uma alta neste mês de junho, que já tem a configuração de pico da doença no município, o que vem sendo negado pela SESAU, projetando que o pico deva ser nesse mês de julho, já que com o aumento de fluxo de pessoas, especialmente de outros locais, devido aos festejos juninos, essa é uma previsão plausível. Segundo novo boletim divulgado pela SESAU nesta terça-feira (30), mais 08 casos foram registrados, já se aproximando de 200 casos da doença. São 52 pacientes estão em tratamento, com 131 curados e 01 hospitalizado e 36 aguardando resultado, além dos 3 óbitos já registrados.
(Divulgação: SESAU Brumado)