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Brumado não tem nenhum caso confirmado da Covid-19 neste sábado (25); 04 ainda estão hospitalizados

  • Ascom | PMB
  • 25 Jul 2020
  • 18:23h

(Divulgação SESAU Brumado)

Boletim Epidemiológico Covid-19 - Edição 25/07/2020 – Brumado.
Neste sábado, 25 de julho de 2020, o município de Brumado registra  414 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 16,10% do total de 2.571 notificações. Entre os diagnósticos: 4 internações, 3 óbitos, 83 pacientes em tratamento e 328 recuperados. No momento, 110 ainda aguardam resultado laboratorial e 904 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município. 

E a Covid, que chegou de avião, agora vai de transporte clandestino

  • Levi Vasconcelos
  • 25 Jul 2020
  • 15:06h

(Foto: Reprodução)

Essa Covid é mesmo um caso atípico. À exceção de Manaus, onde entrou pela Zona Franca (fazendo jus ao nome) Veio da Ásia para cá de avião. Agora, ponga nos transportes clandestinos pelos quatro cantos, com os prefeitos unânimes quanto aos riscos, mas diferentes na forma de reagir.

Gilberto Brito (PSB), de Paramirim, teve lá sete casos e um óbito, todos vindos de São Paulo. E ele diz que não pode fazer nada:

— Muita gente daqui que mora em São Paulo agora está voltando. O jeito que tenho é o que faço, testar e monitorar. E além disso, o transporte clandestino não se formou agora, ele sempre existiu, usado pelos próprios para visitar parentes.

Em Irecê

Em Monte Santo, o prefeito Vando, com 126 casos e um óbito, travou a romaria que aconteceria em abril e jogou duro:

— Todo transporte clandestino que chegou aqui eu acatei os passageiros e apreendi os veículos. Foi um santo remédio. Acabou o problema.

Já Elmo Vaz (PSB), de Irecê, diz que flexibiliza o transporte legal justo para não deixar o clandestino tomar conta:

— Mantenho rigoroso controle, mas se nós apertamos com a turma que paga taxas e impostos, são regularizados, só vamos fortalecer os clandestinos. Eu vejo isso.

Claro que é. Em Porto Seguro, o transporte está proibido, e os clandestinos se agitaram tanto que até trocaram tapas em via pública, brigando por passageiros.

Com hidroxicloroquina na mão, Bolsonaro anuncia que está recuperado da Covid-19

  • Jade Coelho
  • 25 Jul 2020
  • 14:14h

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), anunciou neste sábado (25) que está curado da Covid-19. O mandatário publicou a notícia no Twitter, junto com uma foto em que aparece segurando uma caixa de hidroxicloroquina.  O medicamento já foi apontado como sem eficácia comprovada para tratamento da infecção pelo novo coronavírus, mas o presidente afirmou em oportunidades anteriores que fez uso da substância.  De acordo com a publicação do presidente, um novo exame PT-PCR para Sars-Cov 2 deu negativo. Ele havia feito outros três exames com reusltado positivo. 

 

Morre em Ilhéus a policial militar Rachel Maria, vítima de coronavírus

  • Fábio RP
  • 25 Jul 2020
  • 11:30h

(Foto: Reprodução)

A  Polícia Militar de Ilhéus registrou, nesta sexta-feira (24), mais uma morte por coronavírus dentro da corporação. A Cabo PM Rachel Maria da Silva Neta, 45 anos, lotada no 2º Batalhão, estava internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Ilhéus em estado grave e faleceu na tarde de hoje. Moradora de Ilhéus, a policial militar era casada e deixa 2 filhos. Estava na corporação desde 1998.

Estudo brasileiro que apontou ineficácia da hidroxicloroquina tem 'confusão', diz ministério

  • Natália Cancian | Folhapress
  • 25 Jul 2020
  • 09:38h

(Foto: Reprodução)

O secretário de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, disse nesta sexta-feira (24) que o estudo da coalizão que reuniu alguns dos principais hospitais do país e apontou ineficácia do uso da hidroxicloroquina em pacientes com Covid-19 tem "fatores de confusão".Para ele, o trabalho usa conceitos diferentes dos usados pelo ministério e, por isso, não pode ser aplicado às orientações da pasta. "A pesquisa é interessante. Mas não dá pra pegar um artigo escrito sobre uma coisa e aplicar sobre outra coisa", afirmou. Considerado o maior já feito no país sobre a droga, o estudo foi realizado com 665 pessoas em 55 hospitais brasileiros.

No estudo, os pacientes foram divididos, por sorteio, em três grupos: o primeiro (com 217 pacientes) recebeu hidroxicloroquina e azitromicina; o segundo (221) recebeu só a hidroxicloroquina, e no terceiro (227) os pacientes foram acompanhados apenas com suporte clínico, sem nenhuma das duas drogas.

O resultado dos três grupos foi semelhante: 15 dias depois, 69% dos pacientes do primeiro grupo, 64% do segundo e 68% do terceiro já estavam em casa sem limitações respiratórias. O número de óbitos também foi parecido em todos eles: cerca de 3%, de acordo com a coalizão.

Questionado sobre os resultados, Angotti passou a fazer críticas ao modelo adotado. Para ele, o estudo tratou como pacientes leves e moderados aqueles que, para a pasta, seriam considerados graves.

"Alguns pacientes no primeiro dia [da pesquisa] recebiam até 4 litros de oxigênio. O fato de ter dispneia é para nós caso grave. O título [da pesquisa] fala de leve a moderado, mas, quando se olha os critérios na nota informativa do Ministério da Saúde, consideramos como grave"

"É a metodologia da pesquisa e isso tem que ser respeitado, mas não se pode usar isso para tirar conclusões" afirmou. "Há fatores de confusão e terminologias que diferem." Ele também fez críticas às dosagens e ao protocolo adotado.

A publicação, no entanto, tem sido apontada por especialistas como uma das principais evidências de que não há benefício no uso da hidroxicloroquina para a Covid-19, ao contrário das orientações atuais do Ministério da Saúde.

Questionado, Angotti disse que a pasta está aberta a rever orientações, mas não disse quando isso ocorrerá.

No mesmo encontro em que fez críticas ao estudo da coalizão de hospitais, Angotti disse ter recebido relatos de prefeitos do Rio Grande do Sul sobre "experiências" com o uso precoce do medicamento. "Tudo isso tem sido devidamente anotado", disse.

Nas últimas semanas, novos estudos publicados têm alertado para a ineficácia da hidroxicloroquina e da cloroquina contra a Covid-19, o que levou a Sociedade Brasileira de Infectologia a sugerir ao governo que interrompa a oferta do medicamento.

Atas de reuniões do comitê de operações de emergência do Ministério da Saúde, obtidos pelo jornal Folha de S.Paulo, mostram que técnicos que fazem parte do grupo fizeram um alerta, em 25 de maio, sobre o risco de o governo ficar com estoques parados de cloroquina.

"Devido a atual situação não é aconselhável trazer uma quantidade muito grande, pois caso o protocolo venha a mudar, podemos ficar com um número em estoque parado para prestar contas", diz documento.

Atas do mesmo comitê mostram que, no início de julho, o governo federal tinha uma reserva de 4.019.500 comprimidos do medicamento --pouco abaixo do total que já havia sido distribuído, de 4.374.000 até aquele momento.

O documento dizia ainda que o total poderia aumentar, já que alguns estados não quiseram receber o medicamento.

Questionado nesta sexta, o secretário negou ter estoques parados e disse que o volume está "em constante movimentação para evitar faltas".

Segundo ele, o ministério tem hoje 472 mil comprimidos de cloroquina reservados para tratamento da malária e outras condições.

Ele não deixou claro, porém, se o total engloba o valor previsto para a Covid-19. Painéis da pasta apontam que o total dispensado do medicamento passou de 4,3 milhões de comprimidos, no início de julho, para 4,8 milhões até o momento.

O secretário confirmou ainda que a pasta tem "sob guarda" cerca de 3 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina doados pelos Estados Unidos e empresas farmacêuticas. Para ele, porém, o total não pode ser contabilizado como estoque por não ter sido adquirido pelo Ministério da Saúde, mas recebido como doação.

Atas do comitê, no entanto, têm citado o quantitativo doado em atualizações sobre o volume disponível do medicamento.

Angotti negou ainda ter havido "manifestação formalizada" pelos estados de devolução de cloroquina. A informação, porém, consta em documento do comitê de operações de emergência.

"Com isso, ficou em estoque para devolução 1.456.616, estamos aguardando maiores definições para proceder ou não com o recolhimento", aponta o registro de encontro no início deste mês.

Mais cedo, o secretário-executivo do ministério, Elcio Franco, fez uma defesa do medicamento.

Sem apresentar referências, ele afirmou ter evidências de que a cloroquina "é efetiva na conduta [de tratamento] precoce". Não há, porém, nenhuma comprovação científica de eficácia até o momento.

Na coletiva, representantes do ministério também tentaram rebater críticas sobre a baixa execução de recursos reservados para o combate à Covid.

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União, antecipado pela Folha de S.Paulo, mostra que, até 25 de junho, havia sido gasto somente 29% dos R$ 38,9 bilhões prometidos por meio de uma ação orçamentária específica criada em março, mês em que a OMS (Organização Mundial e Saúde) declarou pandemia pelo novo coronavírus.

Franco alegou dificuldade na aquisição de equipamentos e compras em andamento para o fato de haver valores não pagos. Segundo ele, o total atual já pago chega a R$ 18,4 bilhões, ou cerca de 46% do total.

Já o ministro interino, Eduardo Pazuello, defendeu no início da coletiva que haja "reserva" para os meses seguintes.

"Não é uma corrida de 100 metros nem uma planilha de Excel. Isso se chama gestão. Estamos no meio do ano, e temos todo o segundo semestre pela frente, não posso deixar de ter reservas", disse.

A pasta apresentou ainda dados que mostram que o país já registra 13.092 casos de Covid-19 em indígenas, com 247 mortes. Entre esses casos, 4.452 ainda se recuperam da infecção. Os dados são de balanço com distritos sanitários indígenas.

O secretário de saúde indígena, Robson Santos da Silva, disse que os números preocupam, mas que a pasta avalia que a taxa de incidência e letalidade é menor do que o esperado. Ele também negou que haja subnotificação, mas não deu detalhes sobre a oferta e política de testes entre essa população.

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Pesquisa no Brasil descarta eficácia da hidroxicloroquina em casos leves

  • As informações são da CNN Brasil.
  • 24 Jul 2020
  • 11:14h

(Foto: Reprodução)

Uma pesquisa liderada por hospitais privados do Brasil constatou que o uso do medicamento hidroxicloroquina não funcionou para melhorar a saúde de pacientes com Covid-19 com quadro leve ou moderado. A pesquisa também usou a substância associada à azitromicina, também sem efeito. Aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o estudo compreendeu sete dias de tratamento. Os testes envolveram 667 pacientes com quadros leves ou moderados em 55 hospitais brasileiros. Um grupo recebeu uma combinação de hidroxicloroquina, azitromicina e suporte clínico padrão; no segundo grupo foram adotados a hidroxicloroquina e o atendimento clínico e no terceiro, chamado de “grupo controle”, houve apenas o atendimento clínico. O resultado mostrou que a condição clínica dos pacientes após 15 dias de pesquisa foi similar nos três grupos. Entre efeitos adversos, a pesquisa mostra registros de arritmia maiores na comparação com o grupo que recebeu apenas atendimento padrão e também lesão hepática nos grupos que utilizaram hidroxicloroquina.

Índice de cura do coronavírus no SUS é menor nos estados do Norte e Nordeste

  • Redação
  • 24 Jul 2020
  • 10:23h

Na rede privada, chance de recuperação é 50% maior; desigualdade afeta controle de doenças crônicas e agrava quadro de pacientes nos hospitais públicos | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pacientes com Covid-19 internados em hospitais privados têm taxa de cura 50% maior do que aqueles de instituições públicas. Em média, 51% dos doentes hospitalizados em unidades privadas sobrevivem, índice que cai para 34% nos hospitais públicos, revela reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, os índices de cura nas unidades públicas são menores em estados do Norte e Nordeste. A média é 45% em Pernambuco e 53% no Pará, ante 60% em São Paulo e 79% no Rio Grande do Sul. Ainda de acordo com o periódico, há também mudanças ao longo do tempo. Em períodos de hospitais lotados e grande ocupação das UTIs do SUS, há um maior percentual de mortes. É o que se observa, por exemplo, no Amazonas, primeiro estado a ter o sistema de saúde em colapso, em meados de abril. No último mês, com maior disponibilidade de leitos de UTI e profissionais de saúde mais experientes, a rede pública aumentou a taxa de cura e a desigualdade foi reduzida em boa parte dos estados —no Ceará, o SUS ultrapassou a rede particular. Mesmo com a melhora recente, ainda há grande disparidade entre unidades públicas e privadas e entre as regiões do país. O Rio de Janeiro, por exemplo, se mantém como um dos locais em que o abismo entre as duas redes é mais evidente. Segundo especialistas, não é possível apontar apenas uma causa para essa disparidade, mas um fator importante é a questão das doenças crônicas. O controle das comorbidades, de acordo com infectologistas, é questão-chave na batalha contra a doença. É também um dos quesitos em que as desigualdades sociais mais afetam a saúde da população. Os dados são de levantamento feito pela Folha com base no Sistema de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde e consideram os pacientes que foram internados (casos graves) até o dia 20 de junho. Para a análise, foram observados os casos de 66.450 pacientes de hospitais públicos e 57.883 de hospitais privados. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 47 milhões de brasileiros (cerca de 20% da população) têm plano de saúde —logo, acesso a hospitais privados.

Brumado ultrapassa os 400 casos positivos da Covid-19

  • Ascom | PMB
  • 23 Jul 2020
  • 18:46h

(Divulgação SESAU Brumado)

Nesta quinta-feira, 23 de julho de 2020, o município de Brumado registra  405 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 16,08% do total de 2.518 notificações. Entre os diagnósticos: 3 internações, 3 óbitos, 86 pacientes em tratamento e 316 recuperados. No momento, 80 ainda aguardam resultado laboratorial e 902 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município. 

Governador decreta ‘toque de recolher’ em Poções e outras cidades da Bahia

  • Redação
  • 23 Jul 2020
  • 13:44h

(Foto: Reprodução)

Decretos publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (23) estabelecem toque de recolher nas cidades de Cachoeira, Coribe, Correntina, Poções, Santa Maria da Vitória e São Félix, e prorroga medida no município de Juazeiro, que terminaria na quarta (22). Os dois novos decretos têm validade até o dia 29 de julho. A ação adotada pelo Governo do Estado visa conter o avanço da contaminação pelo novo coronavírus no interior da Bahia. Nos municípios fica estabelecida a restrição de locomoção noturna, vedados a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas, das 18h às 5h. Ainda nessas cidades fica autorizado, das 5h às 17h, somente o funcionamento dos serviços essenciais e, em especial, as atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia, o transporte e o serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários para manutenção das atividades de saúde, as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde.

Após motorista confirmar infecção por Covid-19, Rui realiza exame e testa negativo

  • Redação
  • 23 Jul 2020
  • 08:21h

Questionado por internauta sobre uso da máscara, Rui disse que estava em ambiente controlado, mas ressaltou que utiliza sempre o equipamento | Foto: Reprodução

Em transmissão ao vivo do Papo Correria, por meio das redes sociais, na noite desta quarta-feira (22),  o governador Rui Costa revelou que testou negativo para Covid-19, ao realizar o exame PCR, o mais assertivo na detecção do vírus. Ao ser questionado por uma internauta sobre o uso da máscara, Rui disse que estava em um ambiente controlado, mas ressaltou que utiliza sempre o equipamento de proteção individual. De acordo com o governador, após saber que um de seus motoristas estava infectado com a doença, ele imediatamente buscou passar pela testagem, tanto o exame PCR, quanto o teste rápido. “Eu sou absolutamente disciplinado, vou no carro com meu motorista, eu uso máscara, por falar nisso, um dos meus motoristas testou positivo. Moraes, espero a sua pronta recuperação. Nós sempre usamos a máscara. Com as pessoas a minha volta testando positivo, na última semana eu tive uma dor de cabeça muito forte, cólica intestinal, e resolvi fazer o teste. Fiz o PCR, deu negativo, graças a Deus. Depois fiz o teste rápido, deu negativo também. Enquanto estava em dúvida, fiquei três dias trancado no quarto. depois dos resultados eu me senti seguro. Aqui, estou sem máscara, porque estou apresentando o programa e pode ficar mais difícil de as pessoas me ouvirem”, explicou Rui.

Fiocruz diz que estados podem já estar passando por segunda onda do coronavírus

  • Redação
  • 23 Jul 2020
  • 07:45h

Rio de Janeiro, Amapá, Maranhão e Ceará voltaram a ter salto nas internações por problemas respiratórios depois de quedas consistentes | Foto: Paula Fróes/GOVBA

Dados da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) apontam que alguns estados brasileiros talvez já estejam passando pela segunda onda do coronavírus, que provoca a Covid-19. Isso porque os números de internação de pacientes com insuficiência respiratória grave voltaram a subir de forma preocupante em regiões que vinham registrando queda consistente. Segundo dados da fundaçao, Amapá, Maranhão, Ceará e Rio de Janeiro dão sinais do que pode ser o início da chamada segunda onda da Covid-19 em seu território. Amapá registrou o pico de internações entre 3 e 9 de maio, quando foram 65 casos naquela semana. Teve queda de 46% e chegou a 35 casos. Agora, voltou a subir, para 59. Maranhão, por sua vez, registrou 378 casos na semana de pico, caiu para 150, mas agora voltou a subir para 167 internações. Semelhante ocorreu no Ceará, que passou de 2.048 casos para 813 — e registrou 871 na semana passada. Já o Rio chegou a 2.844 internações em sua pior semana, baixou 60%, para 1.154 —e voltou a 1.367 entre 12 e 18 de julho. “Os estados apresentavam queda, mas ainda tinham níveis altos de casos. E agora voltam a subir. É preciso avaliar se há um salto por causa da retomada econômica, se há interiorização dos casos ou se são as duas coisas combinadas”,  diz o pesquisador Marcelo Gomes, da Fiocruz, que coordena o Infogripe. Em parceria com o Ministério da Saúde, o sistema da Fiocruz monitora os dados da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Ela pode ser causada por vários vírus. Em meio à epidemia, no entanto, 96,7% dos casos confirmados de internação são de Covid-19. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

Covid-19 em Brumado: 80 ativos, 301 curados e 384 confirmados; quarta (22) tem novo recorde diário

  • Ascom | pMB
  • 22 Jul 2020
  • 18:44h

(Divulgação SESAU Brumado)

Nesta quarta-feira , 22 de julho de 2020, o município de Brumado registra  384 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 15,52% do total de 2.473 notificações. Entre os diagnósticos: 3 internações, 3 óbitos, 80 pacientes em tratamento e 301 recuperados. No momento, 70 ainda aguardam resultado laboratorial e 889 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município. 

Cientistas baianos usam cacau em estudo para criar medicamento contra a Covid-19

  • Redação
  • 22 Jul 2020
  • 09:58h

Foto: Divulgação / Fapesb

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) [Ilhéus-Itabuna] usa o cacau para criar medicamento que atue no combate ao novo coronavírus. A equipe liderada pelo pesquisador Carlos Pirovani ganhou o apoio da Fapesb na pesquisa de avaliação do potencial de enzimas presentes no cacau para atuar contra as proteases presentes no vírus. Em palavras simples, Carlos Piovani resume a proposta do seu estudo. “Essas proteases do vírus atuam como tesouras, cortando as grandes moléculas do vírus, o que o torna capaz de infectar o nosso organismo. No laboratório de Proteômica da Uesc, testamos a hipótese de que alguns inibidores que encontramos em proteases do cacau possam bloquear o efeito das ‘tesouras’ do Coronavírus”, explicou. Segundo o pesquisador, o cacau já era usado para produzir substâncias que servem no tratamento de outras enfermidades. O pesquisador conta como surgiu a ideia de desenvolver o estudo. “Lá na Universidade, nossa equipe já trabalha com moléculas do cacau (inibidores de proteases) desde 2005. Já testávamos essas moléculas contra diferentes doenças e decidimos aplicar nosso trabalho para ajudar, por meio da ciência, a combater a pandemia da Covid-19. Como as proteases (tesouras) do coronavírus são alvos promissores para a criação de drogas inibidoras, decidimos realizar os testes e verificar se os inibidores que encontramos no cacau encontramos são eficazes e podem gerar um medicamento contra a doença”, disse. O pesquisador disse que o grupo vem recebendo mensagem de pesquisadores do exterior, o que os motiva ainda mais para continuar o trabalho.

Fabricante de vermífugo usado por Bolsonaro contra coronavírus nega eficácia do produto

  • Redação
  • 22 Jul 2020
  • 09:02h

“Toda e qualquer utilização de medicamentos fica a critério do médico

A fabricante do vermífugo Annita foi a público informar que não há nenhum estudo que comprove a eficácia da droga contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O remédio está sendo usado e divulgado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que testou positivo para a doença. Segundo a FQM Farmoquímica, que apoia quatro pesquisas para o uso do remédio, “toda e qualquer utilização de medicamentos fica a critério do médico, e deve ser uma decisão compartilhada com o paciente”. As informações são da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Municípios do Oeste e Sudoeste entram em lista de transporte suspenso

  • Redação
  • 22 Jul 2020
  • 08:19h

O município de Tanhaçu entrou na lista (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Os municípios de Boquira, na Bacia do Paramirim, Oeste baiano; Malhada e Tanhaçu, no Sertão Produtivo, Sudoeste do estado, entram na lista de transporte intermunicipal suspenso. A medida visa conter a propagação do novo coronavírus no território baiano. Segundo decreto, a interrupção do transporte nas três cidades passa a valer a partir desta quinta-feira (23). Para sair, os veículos têm até a 1h para o deslocamento, enquanto que para chegar o limite é às 9h. Vale lembrar que transporte intermunicipal é todo veículo coletivo público ou privado, rodoviário ou hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans. Já são 387 cidades sem transporte intermunicipal no estado, o que representa 93% dos 417 municípios do estado. No mesmo decreto, o governador Rui Costa autorizou a volta do serviço nas cidades de Botuporã e Serra do Ramalho, no Oeste, e Guajeru, no Sudoeste do estado. A razão para a volta do serviço tem a ver com a não ocorrência de novos casos de novo coronavírus nos últimos 14 dias. O tempo é considerado para a recuperação do paciente como também para a não transmissão da enfermidade.  No último boletim da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a Bahia tinha registrado 3.552 casos confirmados e 45 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. O acumulado é de 126.844 casos confirmados e 2.936 mortes causadas pelo novo coronavírus.