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Vacinação contra Covid-19 pode começar em 11 de dezembro nos EUA

  • Bahia Notícias
  • 22 Nov 2020
  • 19:25h

Foto: Divulgação/Pfizer

O chefe do programa de vacinas contra a Covid-19 dos Estados Unidos, Moncef Slaoui, afirmou que os norte-americanos podem começar a receber as primeiras vacinas contra a Covid-19 a partir de 11 de dezembro. À CNN, o responsável do governo pelo desenvolvimento de uma vacina condicionou o início da vacinação à aprovação da Pfizer por um comitê, que se reúne no dia 10 de dezembro.

À rede de TV, Moncef Slaoui disse que, se aprovada a vacina, a imunização pode começar no dia seguinte. O plano é distribuir as vacinas a locais de imunização dentro de 24 horas após a aprovação, o que pode ocorrer em 11 ou 12 de dezembro.

No entanto, não haverá vacinas para todos inicialmente. Os primeiros grupos a serem vacinados devem ser profissionais da saúde, idosos e pessoas com condições preexistentes.

Slaoui afirmou ainda que o nível de eficácia esperado da vacina é de 95%, e espera-se que 70% da população seja imunizada, o que pode levar à imunidade de rebanho no mês de maio de 2021. 

"Eu realmente espero ver que o nível de percepção negativa sobre a vacina caia, e a aceitação da população aumente. Isso será crítico para nos ajudar. A maioria das pessoas precisa ser imunizada antes que nós possamos voltar à normalidade.”

Casos ativos de Covid na BA crescem pelo 4º dia e voltam a patamar registrado em setembro

  • Redação
  • 22 Nov 2020
  • 13:29h

(Foto: Reprodução)

Após mais de dois meses, a Bahia voltou a registrar crescimento de casos ativos de Covid-19 e o número total voltou ao patamar registrado no início de setembro. Neste sábado (21) são 8.635 ainda doentes no estado. O número de ativos sempre alterna, mas estava se mantendo na casa dos seis ou sete mil há algumas semanas. O boletim da Secretaria da Saúde (Sesab) informa que na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.781 casos de Covid-19 e 20 mortes pela doença. São 8.081 óbitos e 383.945 casos confirmados desde o início da pandemia. A taxa de ocupação de UTI adulto é de 62% e pediátrica 63%. 

Feira atinge 90% de ocupação na UTI e Vilas-Boas pede ação urgente da prefeitura

  • Redação
  • 22 Nov 2020
  • 10:41h

Desde o início da pandemia 14.162 pessoas testaram positivo para a doença e 274 pessoas morreram |

A cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia, chegou a 90% de taxa de ocupação nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A informação foi divulgada neste sábado (21), pelo secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas. No Twitter, ele pediu uma atitude urgente do poder público municipal para controlar a situação. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela cidade na última sexta (20), desde o início da pandemia 14.162 pessoas testaram positivo para a doença, 274 pessoas morreram e 974 estão com o vírus ativo.

“No combate à COVID-19, o comportamento humano pode ser parte do problema ou da solução”

  • eCycle
  • 22 Nov 2020
  • 07:48h

Especialistas em ciências sociais e comportamentais elencaram fatores psicológicos, políticos e culturais | Imagem de K8 no Unsplash

Quando se trata de enfrentar uma doença altamente transmissível como a COVID-19, o comportamento humano pode ser tanto parte do problema quanto da solução, de acordo com especialistas em ciências sociais e comportamentais. Enquanto não há vacina ou tratamento eficaz disponível, aderir a medidas como distanciamento físico, uso de máscara e higienização frequente de mãos e objetos segue sendo a principal forma de conter a disseminação. Mas por que algumas nações estão lidando com esse desafio de forma tão mais eficiente que outras?  Para Jay Van Bavel, professor de Psicologia e Ciências Neurais da Universidade de Nova York (Estados Unidos), o perfil de liderança de cada país é um dos fatores determinantes da qualidade da resposta à pandemia, uma vez que ela envolve medidas de âmbito nacional, como fechamento de fronteiras, restrição de viagens, desenvolvimento de políticas públicas e mobilização de recursos médicos e científicos. Levam vantagem, segundo o pesquisador, nações comandadas por “líderes identitários”, isto é, capazes de inspirar confiança, promover a cooperação e um senso compartilhado de identidade entre seus seguidores, como é o caso da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern.

“Jacinda Ardern talvez seja a liderança mais eficiente do planeta, especialmente no que se refere ao enfrentamento da COVID-19. Ela ficou famosa por usar a estratégia da liderança identitária e costuma se referir à Nova Zelândia como seu ‘time de 5 milhões de pessoas’. Quando a epidemia foi controlada no país, Jacinda saiu para tomar um brunch e mostrar às pessoas que era seguro voltar a circular. Mas não havia lugar no restaurante escolhido, então ela saiu e aguardou. Não quis fazer a foto de divulgação em uma condição insegura, que contrariava as regras sanitárias, ou se valer dos privilégios de sua condição. Isso seria uma clara violação da liderança identitária, que tem muito a ver com ser um modelo de comportamento”, explicou Bavel.

No outro extremo da escala de eficiência o pesquisador coloca seu próprio país, os Estados Unidos, campeão mundial em casos e mortes por COVID-19. “Temos universidades de classe mundial, grandes grupos de pesquisa, somos líderes no desenvolvimento de vacinas e fármacos e ainda assim falhamos catastroficamente. Por que tamanha diferença?”, questionou.

Com o objetivo de responder a essa pergunta, seu grupo de pesquisa rastreou durante meses a movimentação de 15 milhões de norte-americanos por meio de seus smartphones e notou um padrão consistente: a população se mostrava mais engajada em manter o distanciamento social nas regiões do país em que a candidata Hillary Clinton, do partido Democrata, havia tido mais votos na eleição presidencial de 2016 do que nos condados onde o mais votado foi Donald Trump, do partido Republicano. De modo geral, as distâncias percorridas pelos cidadãos passaram a aumentar a partir de abril, assim como o gap comportamental entre liberais (eleitores democratas) e conservadores (eleitores republicanos).

“Os condados que votaram majoritariamente em Trump apresentaram, em média, uma adesão 14% menor ao isolamento social e tal fato claramente precedeu o aumento nas taxas de morte e infecção”, disse Bavel.

Com o intuito de ampliar a análise para outros contextos, o cientista coordenou entre abril e maio uma pesquisa on-line com 46,5 mil voluntários de 67 países. O trabalho envolveu colaboradores de 170 instituições, entre eles Paulo Boggio, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que também participou do webinário organizado pela FAPESP. O objetivo do estudo foi investigar, por meio de um questionário, o que levava as pessoas a adotar determinados comportamentos sanitários e a endossar intervenções como o fechamento de bares, restaurantes e escolas. A conclusão foi que, quanto mais os indivíduos se identificam e se preocupam com a nação onde vivem, mais propensos se mostram a seguir as diretrizes de saúde pública e a apoiar políticas que têm como objetivo manter a população segura.

“A identidade nacional se mostrou um preditor robusto de adesão às diretrizes sanitárias em todo o globo”, contou Bavel durante o evento. “Tivemos o cuidado de separar o nacionalismo saudável daquele que chamamos de nacionalismo narcísico – representado pelo sentimento inflado e agressivo de quem pensa que seu país é sempre o melhor e está acima de tudo. O nacionalismo narcísico não se mostrou um preditor tão robusto de adesão às medidas sanitárias e, em alguns casos, como nos Estados Unidos, esteve associado a comportamentos de risco.”

O questionário também buscou avaliar a influência da ideologia política sobre o comportamento dos indivíduos no contexto da pandemia. Segundo Bavel, foi possível observar entre os voluntários que se declararam de esquerda uma tendência levemente maior de apoio às medidas sanitárias. “Foi um efeito diferente e bem menor do que o relacionado com a identidade nacional”, comentou o pesquisador.

Os resultados completos da pesquisa foram divulgados em artigo ainda sem revisão por pares disponível na plataforma PsyArXiv. No texto, os autores ressaltam achados de trabalhos anteriores que mostraram como a identidade nacional pode motivar as pessoas a se envolverem em comportamentos custosos, mas que beneficiam outros membros da comunidade em que moram.

Soma-zero

Entender essa relação entre interesses individuais e coletivos torna-se fundamental quando o objetivo é promover o esforço cooperativo global, como destacou Boggio em sua apresentação.

“É comum pensarmos que o ganho de uma pessoa representa necessariamente uma perda para outra. Na Teoria dos Jogos é o que se chama de soma-zero. Mas, quando se trata de solucionar problemas globais, como uma pandemia ou a mudança climática, fica evidente que a natureza da soma é diferente. A infecção de um indivíduo é uma ameaça para ele e todos ao seu redor. A perda de um é a perda de todos, então a soma é negativa. Do mesmo modo, o ganho de alguém com a adesão às políticas de saúde pública representa o ganho de muitos, e a soma é positiva”, explicou o professor do Mackenzie.

Segundo Boggio, nesse contexto em que o comportamento individual tem impacto sobre a saúde coletiva, o processo de tomada de decisão se dá no campo da moralidade. No caso da COVID-19, porém, ainda há incertezas quanto aos riscos associados a determinados comportamentos, como circular por locais públicos sem máscara, por exemplo.

“Evidências da literatura científica indicam que as pessoas se mostram menos dispostas a fazer sacrifícios pelas outras quando os benefícios não são claros. Por isso, o modo como se informa a população sobre os riscos e sobre como lidar com o problema faz toda a diferença. É realmente importante que as lideranças políticas e a mídia promovam a cooperação incentivando os comportamentos pró-sociais. Estudos mostram que o ato de valorizar aqueles que cooperam aumenta as chances de que eles continuem agindo dessa forma e também faz com que outros passem a cooperar. Por outro lado, a falta de sanção a comportamentos antissociais pode reduzir a cooperação até mesmo entre os já engajados”, explicou o pesquisador.

O grande desafio da atualidade, na avaliação de Boggio, é fazer a mensagem (o sinal) se sobressair às fake news e às teorias conspiratórias (o ruído). “Se tornou difícil até mesmo saber qual é o sinal, pois muitas teorias da conspiração foram aceitas como informação factual. Algumas são simplesmente tolas, mas outras estimulam o preconceito e a polarização ou trazem consequências perigosas para a saúde, como é o caso das mensagens antivacinação”, afirmou.

Além de combater o ruído quebrando as “câmaras de eco”, como ele chama as redes articuladas para disseminar desinformação, Boggio considera importante ampliar a intensidade do sinal, ou seja, aumentar o poder de persuasão da mensagem. “O primeiro passo para isso é ter lideranças confiáveis e figuras de destaque na sociedade como portadoras desse conteúdo”, argumentou.

Divisões sociais

A taxa de adesão das populações às diretrizes sanitárias para enfrentamento da COVID-19 varia enormemente não só entre os países, mas também entre diferentes regiões de um mesmo país. Para Ortwinn Renn, professor do Instituto de Estudos Avançados de Sustentabilidade da Universidade de Stuttgart (Alemanha), a explicação para esse fenômeno inclui fatores psicológicos, sociopolíticos e culturais.

No campo da Psicologia, contou Renn, há evidências de que 40% das pessoas tendem a buscar proteção (fugir) ao se deparar com uma grande ameaça, ainda que esse comportamento, se levado ao extremo, também represente um risco à integridade física (desidratação ou desnutrição por medo de sair do local escolhido como refúgio, por exemplo). Entre 10% e 15% dos indivíduos, por outro lado, tendem a enfrentar a ameaça. No caso da COVID-19, como o vírus é muito pequeno e não podem lutar com ele diretamente, a tendência é que busquem bodes expiatórios para atacar, como estrangeiros ou conterrâneos de outras matizes ideológicas. Há ainda um terceiro grupo composto pelas pessoas que tendem a ignorar a ameaça e a seguir a vida normalmente. A este grupo pertencem os chamados “superespalhadores” do novo coronavírus, que, por não se sentirem vulneráveis ao patógeno, contribuem para transportá-lo de um local para outro.

“Qualquer tipo de ação governamental ou estratégia de comunicação deve levar em conta esses três padrões básicos de resposta individual. No caso dos que tendem a fugir, por exemplo, é preciso estimular os cuidados com a saúde, para que não deixem de ir ao médico ou de comprar alimentos e remédios. Também é preciso avaliar se aqueles que brigam não estão atacando o alvo errado e deixar claro para os indivíduos do terceiro grupo que, ainda que se sintam seguros, eles podem ser um vetor de transmissão”, disse Renn.

A forte polarização política em países como Estados Unidos e Brasil foi apontada pelo pesquisador alemão como um dos fatores que diminuem a taxa de adesão às diretrizes sanitárias. “Nesses locais, não apenas a eficácia das medidas se tornou tema do debate político, mas a própria periculosidade do vírus. Há uma divisão entre os que acreditam que podemos voltar às atividades e hábitos de antes e os que pensam ser necessário adotar uma série de medidas de prevenção. Vemos grupos nas redes sociais para os quais a doença não significa algo realmente importante”, afirmou.

Do ponto de vista cultural, Renn dividiu os países entre aqueles de mentalidade coletivista e os individualistas. Na avaliação do pesquisador, as nações asiáticas foram as que menos tiveram dificuldades para conter a doença após a primeira onda – independentemente de serem democracias, como Japão, Coreia do Sul e Taiwan, ou autocracias, como a China. “Todas têm em comum a cultura de incentivar os cidadãos a se comportar de modo a contribuir para o bem comum e isso inclui tanto usar máscara quanto aceitar que dispositivos eletrônicos rastreiem suas atividades para poder avisar quando há uma ameaça de contaminação. Em países como o meu [Alemanha] isso não seria aceitável. Mesmo diante de uma ameaça como a COVID-19, isso seria considerado uma violação de privacidade”, contou.

Ainda do ponto de vista cultural, Renn argumentou que em países como Suécia, Noruega e Dinamarca a população confia fortemente no governo central e isso contribui para a adesão voluntária às medidas de saúde pública. Já na França, na Alemanha e no Reino Unido – onde, segundo ele a confiança nos governantes é menor – se faz necessário um esforço maior para convencer os cidadãos de que as medidas de prevenção são eficazes, proporcionais (à ameaça representada pela doença) e justas.

“Em toda a Europa, vemos que entre 70% e 80% das pessoas acreditam que as medidas são eficazes, proporcionais e justas. Cerca de 20% ainda estão em dúvida e entre 5% e 6% pensam ser ineficazes e por isso fazem oposição”, disse.

Renn ressaltou ainda que, à medida que o tempo passa, as populações tendem a se acostumar com a ameaça, o que faz com que a adesão às medidas sanitárias diminua. “Chamamos esse fenômeno de descalibração da normalidade: passa a ser normal conviver com o novo coronavírus e fica mais difícil perceber a proporcionalidade das medidas de prevenção. Minha visão do futuro é que, a menos que tenhamos uma vacina muito eficiente, que nos permita voltar ao velho normal, teremos uma adesão cada vez menor às medidas sanitárias, ainda que venha uma terceira ou quarta onda”, avaliou.

Reforço positivo

Para entender as variações individuais na resposta à pandemia, a professora da Universidade de São Paulo (USP) Martha Hubner, especialista em análise de comportamento, recorre a uma fórmula conhecida como tríplice contingência, ou contingência de três termos (resposta, consequência e estímulos que antecedem a resposta), que é fundamentada na ideia de que o comportamento é um fenômeno natural e é selecionado por suas consequências.

“O grande problema no caso da COVID-19 é que as consequências decorrentes do comportamento – que são a parte mais importante da tríplice contingência – não aparecem de forma tão evidente ou imediata. Se alguém lhe pede que use máscara você pode obedecer, mas a consequência dessa resposta não está logo ali, na sua frente. Você não terá a certeza de que esse comportamento o deixou mais protegido”, explicou a pesquisadora durante o seminário.

Hubner destacou ainda que o enfrentamento da pandemia envolve muitas respostas novas a serem assimiladas e, portanto, não basta simplesmente transmitir as informações para os cidadãos. Os novos comportamentos precisam ser treinados, moldados e socialmente estimulados. Hubner defende a necessidade de se fazer o “reforço positivo” (mostrar que boas coisas poderão ser alcançadas com um determinado comportamento) e de se criar consequências sociais para determinados comportamentos.

“Respostas que vão de encontro aos desejos das pessoas, como ficar longe de entes queridos, são difíceis de serem assimiladas. Levam tempo para se tornarem algo estável e precisam ser constantemente treinadas. Tem de haver regras simples e sem contradição, transmitidas em linguagem amigável e constante. A ciência precisa falar com o público a todo o momento”, ressaltou.

A moderação do seminário foi feita pela professora Deisy Souza, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A abertura do evento contou com a participação do diretor científico da FAPESP, Luiz Eugênio Mello. A íntegra das discussões poder ser conferida em: www.youtube.com/watch?v=VgnF-wkPguI.


Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original

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Saúde diz que caso haja segunda onda insistirá na cloroquina

  • Redação
  • 21 Nov 2020
  • 12:10h

Pasta afirmou que continuará fornecendo a estados, municípios e o Distrito Federal cloroquina, hidroxicloroquina e oseltamivir | Foto: Freepik

Com alerta ligado sobre a possibilidade de uma segunda onda de contaminação da Covid-19, o Ministério da Saúde disse que, caso ocorra, a pasta continuará fornecendo a estados, municípios e o Distrito Federal cloroquina, hidroxicloroquina e oseltamivir, três medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença. A informação da pasta foi divulgada nesta sexta-feira (20) após um pedido de informação feito pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP) sobre quais as ações que serão adotadas pelo governo federal caso haja necessidade de endurecimento de medidas. De acordo com o portal IG, o Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, vinculados à pasta, chefiada pelo general Eduardo Pazuello, informou que não cabe ao órgão determinar medidas de combate ou enfrentamento a eventual segunda onda da doença e que caso não haja mudança nas orientações para uso precoce de medicamentos, seguirá fornecendo os medicamentos a estados, municípios e o Distrito Federal. Ainda segundo a publicação, o comitê ressaltou que a competência de combater e determinar medidas contra a disseminação da Covid-19 são dos estados e municípios, de acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), embora o governo federal também tenha suas obrigações. E para o Ministério da Saúde, a segunda onda, a menos que haja novas recomendações, seria tratada da mesma forma que a primeira no Brasil.

Eleições 2020: e o Corona disparou, disparou ...

  • Editorial Brumado Urgente
  • 20 Nov 2020
  • 11:09h

(Fotocomposição: Brumado Urgente)

Para muitos a pandemia provocada pelo novo coronavírus é uma ficção, ou até um catalisador para as mais incríveis teorias da conspiração, mas, deixando de lado as especulações, a tela fria da vida real mostra que a Covid-19 é uma doença que pode levar a morte, especialmente para os grupos de risco, que são os portadores de comorbidades e os idosos.

As previsões que apontavam para um período eleitoral de “trânsito livre” para as aglomerações se cumpriu e o Brasil, do Oiapoque ao Chuí, assistiu os apaixonados saírem às ruas para reverenciar e aclamar os seus candidatos, muitos dos quais, aboliram o uso de máscaras, expelindo os seus perdigotos invisíveis a cada grito que davam.

A mídia que muitas vezes é vista como a “vilão da história” alertou de forma insistente os riscos do contágio, mas os interesses políticos e partidários, ao que tudo indica, falaram mais alto e as aglomerações continuaram, mesmo com os índices de contágio aumentando todos os dias.

O lema “política acima da vida” parece que pavimentou as ruas que viram os paredões passando com suas “muvucas” enlouquecidas, numa catarse insana que, de forma tênue, causava uma “brain wash” coletiva, onde nada tinha mais valor, somente a vitória nas urnas dos seus candidatos, que seriam “ungidos” como uma espécie de messias que resolveriam todos os problemas num passe de mágica.

As notórias aglomerações não passaram em branco dos conscientes, que sempre alertavam as autoridades sobre os riscos do aumento considerável da taxa de transmissão, mas, como “vozes no deserto” não encontraram ecos e as concentrações continuaram sob as “vistas grossas” do TSE, TRE, Comarcas Eleitorais e dos governos, que emitiam notas de alerta, mas que não proibiram as manifestações, sabe se lá porque motivo.

Somente 5 dias antes do pleito, que tudo foi proibido, mas mesmo assim com a forte pressão partidária, “deram um jeitinho” de permitir que as campanhas voltassem às ruas.

Então, parafraseando o “hit” das eleições 2020, o coronavírus disparou, disparou e a conta quem vai pagar? Certamente serão as famílias que terão que chorar os seus entes queridos que partirão sem poder ter uma cerimônia fúnebre à altura de suas memórias.

Sei que muitos irão classificar de “textão lacrador”, mas a Covid-19 é uma realidade, bem que não poderia ser como vários artistas e até políticos acreditavam, mas é uma doença invisível e sorrateira que desafiou a ciência moderna que, pelo menos até o momento, não conseguiu comprovar a cura, apesar dos avanços nas vacinas, só que, a mutação do vírus (que é uma variação mais agressiva da gripe) é tão misteriosa, que, ao que tudo indica, logo, logo, terá que fazer um “upgrade” na vacina, pois assim acontece com a H1N1 e outras derivações, onde, todos os anos, as pessoas têm novamente que se imunizar.

Que a memória e o legado do casal de médicos José Clemente e Cristina não sejam esquecidos, pois eles, no meio do processo eleitoral, acabaram sucumbindo ao vírus que muitos fazem questão de afirmar que é inofensivo.

Que as máscaras da conveniência venham a cair, assim como os conceitos ideológicos da política, que foram visceralmente desmascarados pelo gênio Zé Ramalho que inspirado no inigualável Aldous Huxley expressou em sua canção “Admirável Gado Novo” a distopia e manipulação psicológica do povo, que como gado, vai para o curral inconsciente sentindo a ferrugem lhe comer.        

Abramed: número de resultados positivos para coronavírus cresceu 25% nos últimos 15 dias

  • Redação
  • 20 Nov 2020
  • 09:24h

Entidade teme que população volte a abandonar tratamentos e prevenção de outras doenças |

Dados levantados pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) junto à suas associadas apontam aumento de 25% na quantidade de resultados positivo para o novo coronavírus, nos últimos 15 dias.

No mesmo período, o levantamento indica ainda crescimento de 30% no número de exames para detecção da Covid-19. Somente entre março e outubro de 2020, as associadas à Abramed – que representam cerca de 60% de todos os exames realizados na saúde suplementar do Brasil – fizeram mais de 6 milhões de testes para a doença no país.

A possibilidade de um novo afastamento dos pacientes das unidades de saúde, prejudicando ainda mais a prevenção, o diagnóstico precoce de outras doenças alheias ao novo coronavírus e o tratamento de condições crônicas, preocupa a entidade, que já projeta drástica queda no número de exames gerais no Brasil.

“Com o aumento no número de casos de Covid-19, tememos que a população – principalmente doentes crônicos e idosos – deixe de realizar suas consultas e seus exames. Temos hoje, no Brasil, pouco mais de 30 milhões de pessoas com 65 anos ou mais. Dessa população, 79% têm ao menos uma doença crônica e 52% têm mais de uma. É indispensável que todos entendam que é preciso manter os cuidados com a saúde e que as instituições estão preparadas para recebê-los com segurança”, comenta Priscilla Franklim Martins, diretora-executiva da Abramed.

O receio das pessoas em buscar assistência à saúde durante a pandemia está explícito na projeção da Associação, que estima redução de 165 milhões de exames em 2020. “Nossa estimativa para esse ano, antes de sermos atingidos pelo novo coronavírus, era de 960 milhões de exames realizados no país. Mas possivelmente encerraremos 2020 com apenas 740 milhões de procedimentos diagnósticos concretizados”, diz.

Exames extremamente importantes para manutenção da saúde da população sofreram quedas drásticas em decorrência do afastamento dos pacientes dos laboratórios e clínicas de imagem. Entre março e agosto deste ano, por exemplo, a entidade assinalou redução de 33% no exame de hemoglobina glicada, teste utilizado para diagnóstico da diabetes, uma das doenças que mais matam no mundo.

Além disso, ao observar a área de oncologia, é possível afirmar redução de 48% na pesquisa de sangue oculto, exame de fezes que detecta o câncer colorretal; 49% de redução nos exames de Papanicolau, para diagnóstico do câncer do colo do útero; e 47% de diminuição no número de mamografias, principal exame pra identificação do câncer de mama.

“Metade das mulheres deixaram de realizar alguns de seus exames de rotina durante a fase mais crítica da pandemia. Qual será o resultado disso no longo prazo? Quantas dessas mulheres terão seus prognósticos impactados negativamente por conta do atraso na detecção de doenças?”, relata a executiva.

Nesse momento, a indicação é de que as pessoas mantenham suas consultas, exames e tratamentos em dia pois as unidades de saúde, que já seguiam rígido controle sanitário, ampliaram ainda mais seus protocolos de segurança.

Cantor de pagode morre vítima do coronavírus em SP

  • Redação
  • 19 Nov 2020
  • 18:26h

Alex Lima deixou esposa e três filhos | Foto: Reprodução Facebook

O cantor de pagode e samba Alex Lima morreu vítima do novo coronavírus aos 38 anos, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. De acordo com o portal G1, o artista era muito conhecido na Baixada Santista e recebeu centenas de homenagens de outros cantores, amigos e familiares, que lamentaram a morte. “Ele era uma pessoa com muita saúde. Tanto que ainda é difícil de acreditar que ele morreu com essa doença. Cheguei a falar com ele dias antes de ele morrer, e ele disse que estavam passando os riscos. Perder ele assim, tão novo, é uma dor gigante. Estamos de coração partido”, disse ao G1, a dona de casa Maria Lenilda Fernandes de Lima, de 39 anos, prima do cantor. e acordo com a familiar, o artista morreu após ficar internado mais de 20 dias por conta da Covid-19. Alex deixa esposa e três filhos de outro casamento, dois meninos e uma menina. O cantor tinha paixão pela música, e foi assim que ficou conhecido na área e fez muitos colegas na profissão.

Segunda Onda: Uma pessoa morre de coronavírus a cada 17 segundos na Europa, diz OMS

  • Redação
  • 19 Nov 2020
  • 17:26h

Os 53 países que compõem a região já registraram mais de 15,7 milhões de casos de Covid-19, sendo 4 milhões apenas em novembro Redação | Foto: Reprodução

Os países da Europa têm registrado uma morte por coronavírus a cada 17 segundos. A informação é de Hans Kluge, diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, os 53 países que compõem a região já registraram mais de 15,7 milhões de casos de Covid-19, sendo 4 milhões apenas em novembro. O número de óbitos se aproxima de 355 mil. De acordo com informações do Valor Econômico, mais de 80% dos países da Europa também já registraram mais de 100 casos por 100 mil habitantes na média móvel dos últimos 14 dias. Houve países onde a taxa chegou a 700 casos diários por 100 mil pessoas. Kluge destacou a situação da França e da Suíça como preocupantes, devido à sobrecarga crescente dos sistemas de saúde. Na avaliação do diretor, medidas mais rígidas adotadas pelos governos têm surtido efeito, mas “lockdowns” devem ser determinados em “último caso”. Por outro lado, as escolas podem continuar abertas. “O fechamento das escolas não é uma medida eficaz para o controle da Covid-19. As crianças não são consideradas os principais fatores de transmissão”, acrescentou.

Nem terminou a 1ª ainda e MS já começa a adotar medidas contra 2ª onda

  • Redação
  • 19 Nov 2020
  • 16:54h

(Foto: Reprodução)

A cúpula do Ministério da Saúde deve esperar alta consistente no número de mortes por coronavírus para adotar medidas contra a segunda onda de contaminação no Brasil. Nesta semana, o Imperial College alertou que a taxa de transmissão da Covid-19 passou para 1,10, três dias após ser estimado em 0,94. De acordo com informações do Estado de S.Paulo, o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) tem dito a interlocutores que, apesar do aumento de casos em alguns locais, não é esperada proporção de mortes semelhante àquela registrada no início da pandemia. O general defende que primeiro seja observado o comportamento do “novo ciclo” da doença na Europa para então compreender como a contaminação se passará a se comportar no Brasil. Pazuello teria argumentado também que ainda não há motivos para reforçar medidas de proteção, já que o aumento de contaminação seria normal após a flexibilização das medidas de distanciamento social. Apenas a curva de óbitos seria o indicador de que é preciso agir. Apesar da postura da pasta, secretários de estados e municípios têm pressionado o Ministério da Saúde para ajudar no controle da pandemia. Os gestores pedem reforço na estratégia de testes e garantia de que renovação do custeio de leitos exclusivos para tratar pacientes com a doença. A preocupação é que o estado de calamidade pública decorrente de crise sanitária causada pelo novo coronavírus só tem validade até 31 de dezembro, e o Orçamento de 2021 não prevê dinheiro extra para financiar o combate ao vírus.

Nas redes sociais, cantor Tierry anuncia que está com coronavírus

  • Redação
  • 19 Nov 2020
  • 13:42h

Artista disse que está se sentindo bem e segue em isolamento social |

O cantor Tierry, autor do hit “Rita”, revelou nas redes sociais que foi diagnosticado com Covid-19. O músico contou que não apresenta nenhum sintoma grave e que está cumprindo o isolamento social. Na postagem realizada nesta quarta-feira (18), Tierry disse que resolveu fazer um teste rápido após apresentar uma congestão nasal há aproximadamente cinco dias. O resultado, entretanto, deu negativo. Ainda preocupado, o cantor realizou o exame PCR, mais detalhado, e dessa vez, ele testou positivo para a doença. Devido a contaminação, dois shows que estavam agendados para este fim de semana, em Altamira e Novo Repartimento, no Pará, precisaram ser adiados para os dias 4 e 11 de dezembro, respectivamente.

Organizações Sociais e SESAB são alvo de operação da PF na Bahia nesta quinta (19)

  • BN
  • 19 Nov 2020
  • 08:39h

(Foto: Reprodução)

Organizações Sociais de Saúde (OSs) e a Secretaria de Saúde da Bahia, em Salvador, são alvos de uma operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (19). Foram expedidos seis mandados de prisão, cinco de preventiva e um de temporária, e outros 16 de busca e apreensão. Além da capital baiana, eles são cumpridos nos municípios de Castro Alves, Guanambi e Juazeiro. O Bahia Notícias apurou que um dos alvos é o setor responsável por contratos.

De acordo com a PF, a operação batizada de Metástase conta com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e visa a desarticular um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos destinados à gestão do Hospital Regional de Juazeiro. Por lá, um dos alvos é o IBDAH. Já em Castro Alvez, o foco é o IPI.

Os agentes apuraram que a organização criminosa investigada passou a dominar a gestão de inúmeras unidades da rede estadual de saúde sob gestão indireta. Com fraudes nas licitações públicas, eles usavam diferentes Organizações Sociais de Saúde (OSs), que, na verdade, são controladas pelo mesmo grupo empresarial. Ou seja, eram registradas em nome de "laranjas".

De acordo com a apuração da PF, essas OSs passaram a contratar empresas de fachada ligadas ao mesmo grupo investigado, com contratos feitos de forma direcionada e com superfaturamento. Através desse esquema, "os recursos públicos destinados à administração hospitalar eram escoados, sem que muitos dos serviços fossem efetivamente prestados ou os produtos dossem fornecidos", diz a corporação.

A medida é decorrente de um inquérito instaurado em setembro pelo Ministério Público Federal (MPF) para apurar supostos desvios na unidade de saúde

Vilas-Boas pede que população redobre atenção sobre uso de máscaras em ambientes coletivos

  • Rayllanna Lima
  • 19 Nov 2020
  • 07:25h

Principalmente os pouco ventilados, como ônibus, metrô e estabelecimentos comerciais", disse o secretário de Saúde da Bahia | Foto: Reprodução/Twitter

Com a tensão sobre a possibilidade de uma segunda onda de Covid-19 no Brasil, o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, voltou a pedir que a população se atente sobre os cuidados com os protocolos sanitários, sobretudo o uso de máscaras, utensílio considerado como maior arma contra o novo coronavírus. “É preciso redobrar atenção à cobrança do uso de máscaras em ambientes coletivos, principalmente os pouco ventilados, como ônibus, metrô e estabelecimentos comerciais”, escreveu em seu perfil no Twitter, ao compartilhar um artigo da Folha de S.Paulo, cujo título é ‘Segunda onda’ ainda não está nos números, mas onda de relaxamento está na cara. Responsável pelo Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o pesquisador Domingos Alves, contudo, fez outro tipo de alerta: “O Brasil já está na segunda onda do novo coronavírus“. A afirmativa foi feita com base no acompanhamento de dados do laboratório, que monitora o desenvolvimento do vírus há oito meses

‘Provável que a média móvel se mantenha alta na Bahia’, alerta secretário da saúde

  • Redação
  • 18 Nov 2020
  • 15:08h

Vilas-Boas reafirmou o pedido para que as pessoas mantenham as medidas sanitárias de distanciamento social e o uso de máscaras para conter a disseminação da doença

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, fez um alerta na manhã desta quarta-feira (18) sobre a média móvel do número de casos de Covid-19 na Bahia, que segundo ele, deve se manter alta nas próximas semanas.

Para Fábio, a infecção pela doença agora está sendo mais recorrente entre os jovens, por conta das festas e eventos sociais que estão acontecendo de forma ilegal e de um modo geral. Segundo ele, tais eventos geram um grande risco de as pessoas mais novas levarem o coronavírus para as mais velhas.

“Precisa que a gente mantenha essa média móvel elevada ao longo de pelo menos uma semana para confirmar que está havendo uma tendência e não apenas um fenômeno espúrio e que aconteceu pontualmente. Mas o curioso do que estamos enfrentando agora, a respeito de haver um aumento no número de casos, ele não vem se acompanhado ao aumento de mortalidade e também na Bahia, na nossa população como um todo, não vem se acompanhando um aumento expressivo de internações. Diferente do que aconteceu no começo, que acabou pegando muita gente mais velha e mais frágil, nessa, quem está saindo para se expor, são os mais jovens. Quem está indo para a rua e agindo de forma menos responsável são os mais jovens que tendem a ser infectados e sobreviverem e evoluir melhor que os mais velhos e mais frágeis”, disse o secretário.

Vilas-Boas reafirmou o pedido para que as pessoas mantenham as medidas sanitárias de distanciamento social e, principalmente, do uso de máscaras para conter a disseminação da doença.

“Por isso que nós não estamos tendo ainda na Bahia esse aumento dessa taxa de internação, porém, esses mais jovens convivem com os mais velhos, tem pai, tios, parentes mais velhos e é por isso que a gente precisa insistir para que as pessoas continuem usando máscaras e para que os jovens não frequentem essas festas clandestinas que tem acontecido, se regozijando de estarem fazendo a festa sem ninguém saber em plena pandemia. Alguém vai se contaminar e vai passar para outra pessoa”, disse.

Rui Costa proíbe festa de Réveillon na Bahia: ‘Só quando tiver a vacina’

  • Bianca Andrade / Matheus Morais
  • 18 Nov 2020
  • 11:36h

Não haverá eventos grandiosos no Estado da Bahia enquanto não houver vacina, nós não vamos brincar com isso", garantiu o governador | Foto: Divulgação

O governador Rui Costa (PT) foi categórico em sua declaração sobre a possibilidade da realização de eventos de fim de ano na Bahia com o apoio do Governo.

Para o petista, não é pertinente realizar eventos enquanto não houver a distribuição de uma vacina contra a Covid-19. A declaração foi dada pelo governador durante a entrega de novas moradias à 54 famílias de baixa renda no bairro do Costa Azul, em Salvador nesta quarta-feira (18).

“Se não tiver vacina, no estado da Bahia não vai ter festa com aglomeração porque nós não vamos permitir. Qualquer festa com aglomeração só com a vacina. Então não vai ter Réveillon com 5 mil pessoas, com 10 mil, com o apoio, a participação e o consentimento do estado. Nós não permitiremos”, disse Rui.

O governador garante que seu posicionamento não tem ligação com a corrida eleitoral municipal, e alertou para os novos casos na Europa e em São Paulo.

“Vamos manter as restrições, não podemos brincar com a vida alheia, as ações continuam. A minha postura não era pré ou pós eleitoral, minha postura é pela vida das pessoas. Não mudarei a minha forma de encarar a pandemia porque passou a eleição. Então não haverá eventos grandiosos no Estado da Bahia enquanto não houver vacina, nós não vamos brincar com isso. Voltou a morrer gente na Europa, em São Paulo os hospitais estão lotados”.

Festas de Réveillon confirmadas na Bahia
Um dos destinos mais procurados por turistas e nativos durante o período de final de ano, a Costa do Sauípe confirmou que irá realizar a tradicional festa de Réveillon em 2020. Os hotéis Sauípe Premium Brisa e Terra serão palcos de uma grande celebração com direito a shows de Gab Ferreira e Alan Bês, além da queima de fogos.

O Nano Beach Club, que fica localizado na Praia de Subaúma, também confirmou que preparou uma programação especial para receber 2021. Ao todo serão 6 dias de festa, iniciando no dia 28 de dezembro e finalizando no dia 2 de janeiro. Entre as apresentações estão um show da banda Atitude 67, o Luau 3030, os DJs DUBDOGZ & HUVÍ e uma atração surpresa.