BUSCA PELA CATEGORIA "COVID-19"
- Redação
- 28 Dez 2020
- 13:20h
Pneumologista Margareth Dalcolmo afirma que uso da proteção facial será necessário ao menos pelos próximos dois anos | Imagem: Reprodução/TV Cultura
Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que os cuidados como uso de máscara de proteção, distanciamento social e evitar locais fechados deverão permanecer pelos próximos dois anos, mesmo após a chegada da vacina. “Vamos ter de manter os cuidados por muito tempo. Esse vírus não vai desaparecer da nossa vida nunca mais. Nada foi tão pandêmico quanto ele. No Brasil, não há um município que não tenha caso registrado. O vírus vai ficar endêmico. Portanto, o fato de ser vacinado não nos isenta de andar de máscara pelos próximos dois anos, por exemplo. De termos cuidado com ambientes fechados, de solicitarmos testes negativos para embarcar em voos internacionais”, declarou ela, que notabilizou-se como uma das profissionais de saúde mais atuantes durante a pandemia. “Quando alguém ingenuamente diz que não vai se vacinar, também não vai viajar. Nem vai matricular criança na escola. São medidas que não são, ao meu juízo, coercitivas. Eu vejo essas medidas como civilizatórias. Pelos próximos dois anos, os cuidados precisarão ser mantidos”, acrescentou a pneumologista. Na entrevista, a pesquisadora também foi categórica ao afirmar que o país está atrasado na organização da vacinação, o que vai estender o prazo para imunização da população brasileira. Ela criticou ainda o obscurantismo do discurso oficial a respeito da gravidade da pandemia, destaca o trabalho dos pesquisadores e diz que é obrigação de toda a comunidade acadêmica vir a público para esclarecer as dúvidas da população, inclusive em relação aos imunizantes.
- Brumado Urgente
- 28 Dez 2020
- 11:18h
(Fotocomposição: Brumado Urgente)
A taxa de transmissão da Covid-19 em Brumado continua alta e, agora, com as festas de final de ano, assim como em todo o país, as previsões apontam que ela vai aumentar ainda mais. Um fato ocorrido numa agremiação da cidade, que teria sediado um babá de confraternização na semana passada poderá comprovar essa tese dos estudiosos. Segundo informações passadas à nossa redação, vários integrantes do baba, inclusive, um garçom, acabaram sendo infectados. Buscando apurar o fato, obtivemos contato com o presidente da entidade, que imediatamente fez questão de refutar as informações e ainda comunicou que “o garçom em questão sentiu realmente dores no corpo e foi orientado para ir ao hospital e de lá foi enviado para a UPA” e ainda complementou que “foi feito a notificação e ele foi enviado para casa, já que fez o teste rápido e deu negativo, mas marcaram o outro, então, até lá ele permanecerá isolado”. Mesmo se as informações não tiverem procedência, fica o alerta para as confraternizações de final de ano, já que as mesmas são acompanhadas de bebida e comida, o que inviabiliza o uso de máscaras.
- Redação
- 28 Dez 2020
- 09:24h
Segundo assessoria, vice-presidente ficará em isolamento no Palácio do Jaburu | Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, foi diagnosticado com Covid-19. A informação foi divulgada neste domingo por meio de nota enviada pela assessoria de comunicação da Vice-Presidência, segundo o jornal O Globo. Ainda de acordo com a nota, Mourão ficará em isolamento na residência oficial do vice-presidente, o Palácio do Jaburu. O comunicado, no entanto, não traz informações sobre o atual estado de saúde de Mourão. Em maio, Mourão e sua mulher, Paula, foram submetidos a exames, mas testaram negativo para a Covid-19. Na época, o vice-presidente se manteve em quarentena até que o resultado dos exames ficasse pronto.
- Redação
- 28 Dez 2020
- 08:30h
O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, segue internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo a prefeitura, em contato com a nossa reportagem, os boletins médicos serão divulgados a partir de amanhã (segunda-feira). Até o momento nenhuma informação oficial foi divulgada sobre o estado de saúde do gestor da Suíça Baiana.
- Redação
- 27 Dez 2020
- 11:46h
(Foto: Whatsapp)
Faleceu na noite da última sexta-feira (25), aos 91 anos, o ex-delegado e vereador do município de Dom Basílio, Aristides Cambui. Segundo informações passadas ao site Livramento Manchete, Sr. Aristides faleceu em decorrência de complicações do novocoronavírus (Covid-19). Ele estava internado na UTI de um Hospital em Vitória da Conquista. O sepultamento ocorreu ontem à noite no cemitério São João Batista, em Dom Basílio, por conta das recomendações das leis que implicam a proteção contra a Covid-19. Aristides Cambui é oriundo de Livramento de Nossa Senhora e radicado em Dom Basílio desde o ano de 1970 e casado com a Srª. Rita Pereira Oliveira, conhecida carinhosamente por “Ritinha de Aninha”. Durante sua trajetória, Cambui atuou por quatorze anos na Delegacia de Polícia do próprio município onde morava e foi vereador de 1982 a 1988. Ele deixa esposa, filhos e netos.
- Informações do G1/BA
- 27 Dez 2020
- 10:33h
(Foto: G1)
O secretário de Saúde de Salvador, Léo Prates, revelou, neste domingo (27), um crescimento no número de crianças com suspeita de Covid-19, na capital baiana.
Segundo Léo Prates, há três dias, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) têm recebido um aumento de entradas de crianças com suspeita da doença. O ápice, de acordo com ele, foi neste domingo.
O secretário de Saúde afirmou que neste domingo, oito crianças aguardam leitos de Covid-19 na pediatria e duas na Unidade de terapia intensiva (UTI) pediátrica.
"Peço aos papais e mamães que ampliem os cuidados com seus filhos, há 3 dias as UPAS têm recebido um número cada vez maior de crianças com suspeita de COVID, com ápice hoje: 10 crianças, sendo que 2 necessitando de UTI. Os cuidados todos já sabemos: máscara, limpeza das mãos e distanciamento", disse o secretário de Saúde de Salvador.
Casos de Covid-19 na Bahia
No final da tarde de sábado (26), a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que o estado registrou 1.349 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h.
Segundo a Sesab, são 482.113 casos confirmados desde que a pandemia começou. Desses, 466.189 já são considerados recuperados e 6.941 encontram-se ativos. O número total de mortes, desde o início da pandemia, é 8.983 o que representa uma letalidade de 1,86%.
- Renato Machado | Folhapress
- 27 Dez 2020
- 09:22h
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (26) que não se sente pressionado pelo fato de outros países já terem começado a vacinar sua população contra o novo coronavírus, argumentando que não dá "bola pra isso".
As declarações foram dadas após um longo passeio na manhã deste sábado por Brasília, no qual ele parou em diversos momentos para falar com apoiadores. Em nenhum deles usou máscara.
"Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso", disse após ser questionado por jornalistas, se havia pressão pelo fato de outros países terem começado a imunizar a população.
"É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo você não pode aplicar qualquer coisa no povo", completou.
Países como Estados Unidos, Reino Unido, Chile, entre outros, começaram a aplicar vacinas contra a Covid-19 em sua população.
O presidente também voltou a afirmar que os laboratórios não se responsabilizam por efeitos colaterais das vacinas. Esse vem sendo um dos argumentos para justificar sua decisão de não assumir responsabilidade por eventuais reações adversas das imunizações.
"Tudo que eu vi até agora em vacina que poderão ser disponíveis tem uma cláusula que diz o seguinte, tá? Eles não se responsabilizam por qualquer efeito colateral", disse.
O presidente provocou aglomeração em praticamente todas suas paradas. Inicialmente, Bolsonaro parou em uma padaria e uma casa lotérica, no bairro Cruzeiro.
Depois seguiu para o Setor Militar Urbano, mas não visitou nenhuma autoridade. Parou rapidamente em uma quadra de futebol fechada, mas permaneceu poucos minutos. Em seguida, parou o comboio em uma rua, para conversar com o público.
No Sudoeste, parou em uma papelaria, onde voltou a tirar fotos com apoiadores. Saiu sem nenhum produto nas mãos.
No setor de oficinas do Sudoeste, provocou novamente aglomeração na chamada praça das Motos, quando tirou novamente fotos e cumprimentou apoiadores.
- Redação
- 27 Dez 2020
- 08:29h
Herzem Gusmão foi diagnosticado com a doença no dia 7 de dezembro | Foto: Reprodução
O prefeito de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, Herzem Gusmão (MDB), foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no fim da tarde deste sábado (26). Gusmão está internado para tratar o coronavírus. O emedebista foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de dezembro e foi internado 11 dias depois. De acordo com a assessoria do prefeito, em nota, o quadro de saúde dele é “estável com boa performance hemodinâmica, recuperando a função pulmonar após pneumonia secundária, em ventilação espontânea com necessidade de oxigênio suplementar”
- Lula Bonfim
- 26 Dez 2020
- 13:49h
(Foto: Reprodução)
Em amostragem do instituto Paraná Pesquisas, 56,6% dos 2.218 brasileiros entrevistados responderam que o resultado da pandemia de Covid-19 foi pior do que esperavam. Outros 22,9% avaliaram que os efeitos do novo coronavírus foram iguais aos esperados, enquanto 15,7% disseram que foram melhores. A região Nordeste foi a que pior avaliou os efeitos da pandemia. Segundo o Paraná Pesquisas, 60,6% dos nordestinos avaliaram que os resultados foram piores do que os esperados, enquanto 12,4% disseram que foram melhores. Disseram que foram iguais aos esperados, 23,3%. Mulheres e desempregados também se destacam entre os grupos que avaliam a pandemia como pior do que o esperado, com 59% e 60,5%, respectivamente. A margem de erro foi de 2%, para mais ou para menos.
- Lula Bonfim
- 26 Dez 2020
- 09:39h
(Foto: Reprodução)
O prefeito reeleito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (MDB), segue internado no Hospital Samur, na maior cidade do sudoeste baiano. O emedebista foi diagnosticado com Covid-19 no último dia 7 de dezembro, sendo hospitalizado 11 dias depois com uma lesão pulmonar. Segundo o boletim médico emitido pelo Samur na noite desta sexta-feira (25), Herzem segue com quadro de saúde estável, dependente de suplementação de oxigênio. Além disso, o prefeito tem feito fisioterapia. Enquanto Herzem se recupera da Covid-19, Vitória da Conquista tem sido administrada pela vice-prefeita Irma Lemos. Caso o emedebista não esteja recuperado até o dia 1º de janeiro, o município deve iniciar 2021 governado pela futura vice-prefeita, Sheila Lemos (DEM), filha de Irma.
- por Eduardo Cucolo | Folhapress
- 25 Dez 2020
- 18:57h
Foto: Reprodução / FGV
Da mesma forma que a pandemia escancarou ainda mais as desigualdades no país, a recuperação da economia e a retomada das atividades também será desigual, principalmente por conta do que os economistas chamam de "efeito cicatriz" para alguns segmentos da população.
Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, as restrições impostas pela pandemia aceleraram uma transição em direção à economia digital, o que dificulta ainda mais a recolocação de pessoas com menor escolaridade e empresas com menos acesso à novas tecnologias.
Os dados mostram que pessoas com empregos formais sofreram menos que os informais e estão recuperando mais rapidamente seus postos de trabalho. A população mais jovem foi a que mais perdeu renda e horas de estudo. Famílias de regiões mais pobres que dependiam de idosos perderam sua principal fonte de renda.
"A mãe de todas as desigualdades é a desigualdade de educação, que vinha caindo há 40 anos. Isso não só foi interrompido, mas revertido pela pandemia. É uma cicatriz, que tem efeitos permanentes. O vento que soprava a favor começa a soprar contra. Isso vai deixar sequelas", afirma Marcelo Neri, diretor da FGV Social.
Segundo a instituição, o tempo de estudo dos brasileiros caiu de 4 horas por dia para 2 horas e 23 minutos. Essa queda foi maior entre os alunos de escolas públicas, entre os alunos mais pobres, mais jovens e periféricos.
Alunos de escola pública de 6 a 15 anos estudaram 2 horas e 18 minutos na pandemia, enquanto os de instituições privadas tiveram 3 horas e 6 minutos de aulas. Entre as pessoas que recebem Bolsa Família, foram 2 horas e 1 minuto.
No Pará, 42% dos estudantes do ensino médio não estudaram porque não receberam material. Em Santa Catarina, eram 2%.
Os mais jovens, muitos deles estudantes, também são os que mais perderam renda do trabalho na crise atual. Para pessoas de 15 a 19 anos, a queda desses rendimentos foi de 34%.Na faixa de 20 a 25 anos, a perda foi de 25,9%. De 25 a 29 anos, 22,7%. Em todos os casos, acima da perda média de 18,7%.
"Esses jovens, que você pode chamar de geração Covid, foram os que mais perderam renda no mercado de trabalho antes da pandemia e, durante ela, continuaram sendo o grupo que perdeu mais", afirma Neri.
"Isso gera um efeito cicatriz. Para as pessoas que param os estudos e vão para o mercado de trabalho em uma época adversa, o rendimento do trabalho deles, anos depois, e outros indicadores dessa geração, como o de violência, são afetados de forma mais permanente" diz o pesquisador.
O diretor da FGV Social inclui também entre esses vulneráveis as famílias que dependiam de idosos que morreram em decorrência da Covid-19, principalmente no Nordeste e outras regiões mais pobres, onde há o fenômeno das famílias estendidas, sustentadas boa parte por aposentados.
"Os idosos são o grupo que apresenta a maior taxa de letalidade, são as principais vítimas do ponto de vista sanitário. Em muitos casos eles eram arrimos de família. As pessoas que moravam com eles, esses órfãos da terceira idade, perdem uma fonte de renda além de perder o ente querido", afirma Neri.
Kátia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, também afirma que a crise deixará sequelas para um grupo de jovens e crianças que terá mais dificuldade em ter acesso a melhores empregos no futuro.
Ela questiona ainda o conceito de recuperação econômica quando se fala na expectativa de um crescimento maior da economia no próximo ano, pois, para muitas empresas e pessoas, não haverá recuperação.
"Fala-se da recuperação da economia, mas ela não é para todos. É para aqueles que têm mais condições. Para aqueles que podem ter perdido um pouco, mas já recuperaram o que perderam e vão ganhar ainda mais, mas não para a maioria da população brasileira", afirma Maia.
"Há uma perda já cristalizada para todos esses jovens e crianças que não tiveram a oportunidade ou não tiveram o direito de estudar como aqueles que estão em situação econômica e social melhor."
A Oxfam afirma que seria importante manter e criar novos programas de apoio a essa população, que poderiam ser financiados por meio da taxação de empresas e pessoas físicas que tiveram ganhos elevados neste ano.
"Por tudo o que a gente vê do governo atual e do Congresso, a prioridade não está sendo o enfrentamento das desigualdades no próximo ano. Vamos ter muitos desafios e não há indicação do que vai ser a priorização orçamentária para tratar desses temas", afirma Maia.
O pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) Marcos Hecksher afirma que pessoas que têm problemas de empregabilidade durante crises costumam ter mais dificuldade de reinserção também.
Em muitos casos, esse retorno tende a ser mais instável, com maior probabilidade de en- tradas e saídas mais frequentes, além de dificuldade de alcançar melhores posições.
O pesquisador lembra que, pela primeira vez na história recente, o país chegou a ficar com menos da metade da população em idade de trabalhar exercendo alguma atividade.
"Fica o que a literatura tem chamado de efeito cicatriz. Tem alguns efeitos que ficam para o longo prazo, nas pessoas e nas empresas também. Essa cicatriz vai ficar para muita gente que foi afetada neste ano", afirma Hecksher.
Ele diz ainda que o Brasil enfrenta uma dificuldade adicional nessa recuperação por ter ficado entre os piores países em dois indicadores, o de mortes por habitante e de queda na população ocupada.
"A gente tem um duplo problema maior do que o resto do mundo, mais mortes por habitante e mais perda de emprego do que a maioria dos países. E nós já estávamos em um patamar ruim no ano passado, vindo de uma recuperação tênue da crise anterior", afirma Hecksher.
"Vai precisar de muita política pública para ajudar a recuperar esse espaço e evitar um aumento da pobreza e da desigualdade."
O economista Ricardo Paes de Barros, professor do Insper e um dos formuladores do programa Bolsa Família, afirma que o Brasil terá o desafio de reinserir cerca de 25 milhões de pessoas no mercado de trabalho e que isso não poderá ser feito apenas por meio da geração de novos postos.
Segundo ele, é necessário pensar em programas com recursos públicos, que podem ser executados por meio de entidades do terceiro setor, por exemplo, para recolocação desses trabalhadores, além de um apoio adicional de suporte àqueles que não vão conseguir uma nova ocupação imediatamente.
"Não adianta só a economia brasileira se recuperar, precisamos de programas que vão ajudar e acelerar o processo desses trabalhadores voltarem a se inserir produtivamente na economia brasileira", afirma Barros.
Ele também defende programas de apoio e assistência técnica a microempreendedores que terão de reerguer seus negócios afetados pela pandemia.
Para o economista, é necessário ainda reorganizar trabalhadores, de maneira a utilizar as capacidades que eles já possuem, mas em arranjos que sejam mais produtivos, como cooperativas certificadas por entidades públicas.
"Talvez mais importante do que dar uma nova formação para essas pessoas seja valorizar as competências que eles já têm."
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- Bahia Notícias
- 25 Dez 2020
- 17:41h
Foto: Divulgação / Assessoria
O cantor Amado Batista testou positivo para o novo coronavírus, na última segunda-feira (21), em Goiânia. A família do artista afirmou que ele está ‘ótimo’ e sem sintomas, conforme informações do portal G1.
“Ele está ótimo! Desde de quando sentiu a febre foi medicado e não teve mais, foi só no primeiro dia mesmo”, disseram os familiares.
Mesmo sem voltar a apresentar febre, Amado Batista foi a um hospital particular de Goiânia nesta quinta-feira (24), para fazer exames de sangue e raio-x do tórax para acompanhamento médico.
- Agência Brasil
- 25 Dez 2020
- 09:01h
Comunicado será veiculado em rede nacional de rádio e TV | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve falar sobre as ações de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus em pronunciamento de Natal, nesta quinta-feira (24), véspera do feriado. O comunicado será veiculado em rede nacional de rádio e TV. Além disso, a expectativa é que o mandatário agradeça aos profissionais de saúde pelo trabalho desenvolvido neste período e fale ainda sobre os programas de assistência desenvolvidos pelo governo federal ao longo do ano. A previsão é que o pronunciamento vá ao ar às 20h30. A tradicional live que o presidente realiza nas redes sociais todas as quintas-feiras também está agendada e deve acontecer às 19h.
- Redação
- 25 Dez 2020
- 08:07h
(Foto: Divulgação)
O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, segue internado no Samur em tratamento contra a Covid-19.
Boletim Médico – Prefeito Herzem Gusmão 24 de dezembro
O excelentíssimo Sr. Prefeito Herzem Gusmão, internado no hospital SAMUR em unidade de cuidados intermediários, mantém o quadro de estabilidade e necessidade de suporte de oxigênio. Mantemos fisioterapia e reabilitação, controle de imagem sem alterações, sem previsão de alta.
- Redação
- 24 Dez 2020
- 12:27h
Presidente vem questionando os possíveis efeitos dos imunizantes na população e já chegou a criticar a 'pressa' para início da campanha de vacinação | Foto: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar o uso de vacinas contra o novo coronavírus, ao dizer que o melhor imunizante para ele foi ter contraído a doença. Declaração foi feita em conversa com apoiadores em Santa Catarina, nesta quarta-feira (23).
“Eu tive a melhor vacina, foi o vírus”, afirmou o presidente que em seguida acrescentou que ela foi “sem efeito colateral”. O encontro foi transmitido pelas redes sociais do militar reformado.
Esta não foi a primeira vez que Bolsonaro questionou os efeitos dos imunizantes na população. Ele já criticou a “pressa” pela vacina e em um evento na Bahia, na última semana, o presidente chegou a fazer piada com um suposto efeito colateral do imunizante da Pfizer, produzido em parceria com a BioNTech.
“Lá no contrato da Pfizer, está bem claro: ‘nós (a Pfizer) não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral’. Se você virar um jacaré, é problema seu. Se você virar Super-Homem, se nascer barba em alguma mulher aí, ou algum homem começar a falar fino, eles (Pfizer) não têm nada a ver com isso. E, o que é pior, mexer no sistema imunológico das pessoas”, afirmou.
Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no entanto, mostrou que a pessoa ter contraído o vírus uma vez não impede que ela seja contaminada novamente. Os pesquisadores descobriram ainda que caso o paciente tenha tido sintomas brandos e contraia o vírus pela segunda vez pode apresentar um agravamento no quadro de saúde.