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(Foto: Reprodução)
O radialista Humberto Pinheiro, do programa Sudoeste Agora, da Rádio Clube FM, atualizou, no seu editorial desta terça-feira (05) o estado de saúde do prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão. “Um quadro de franca recuperação, a tendência é que Herzem deixe a UTI no prazo de 48 a 72 horas. Ele, em nenhum momento, foi intubado, muito menos sedado”, explica Humberto. Ainda segundo o âncora do programa, Herzem nesse momento luta devido a complicações causadas pelo coronavírus. “É claro, Herzem está no grupo de risco, idoso, 73 anos, já teve pancreatite, então ele segue no Hospital Sírio Libanês e em boa recuperação”, revela Pinheiro.
- Redação
- 05 Jan 2021
- 08:26h
(Foto: Reprodução)
O Governo do Estado prorrogou o decreto que suspende as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada e os shows em toda a Bahia. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (5) e vale até o dia 15 de janeiro de 2021. O decreto, que venceria nesta segunda (4), ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos. Shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes. Cerimônias de casamento e solenidades de formatura podem ser realizadas desde que limitadas a até 200 pessoas. A parte festiva desses eventos não está permitida.
- Redação
- 05 Jan 2021
- 07:53h
(Foto: Reprodução)
A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista divulga nesta segunda-feira (04) novas determinações sobre as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela Covid-19 no município, baseado no Decreto N.º 20.707, publicado no Diário Oficial do Município (DOM).
Segundo o Decreto, a Prefeitura considera os indicadores utilizados para o plano de reabertura do comércio de Vitória da Conquista que recomendam a manutenção da quinta fase do protocolo que reabertura, visto que a situação está controlada e que medidas de prevenção estão sendo adotas em todas as atividades comerciais sendo devidamente fiscalizadas pelo poder público municipal.
Desta forma, a quinta fase de reabertura gradual das atividades econômicas dos estabelecimentos comerciais ficará mantida, até 18 de janeiro de 2021. Além disso, foi renovada por mais 30 (trinta) dias a suspensão das aulas da Rede Municipal de Educação e das Instituições Privadas de Ensino, inclusive as de ensino superior. As empresas do setor Industrial do Município poderão funcionar devendo observar, no que couber, os protocolos de segurança e enfrentamento à covid-19 elencados no Protocolo de reabertura.
O Decreto prevê ainda a prorrogação, até o dia 18 de janeiro de 2021, do Regime Excepcional de Teletrabalho para serviços essenciais no âmbito da Administração Pública do Município de Vitória da Conquista, para os servidores que integram o grupo de risco.
- Redação
- 04 Jan 2021
- 18:13h
(Foto: Reprodução Redes Sociais)
A vizinha cidade de Nova Canaã está em luto. O coronavírus tirou a vida de duas personalidades bastante queridas. A primeira foi noticiada na manhã de hoje (04) que foi da ex-vereadora e tesoureira da Prefeitura Municipal, Patrícia Reis Peixoto. Poucas horas depois chegou a confirmação de mais um óbito pelo vírus: o secretário de Administração de Nova Canaã, Adriano Silva Caetité. Ele estava internado no Hospital de Base há cerca de 30 dias, infelizmente não resistiu e faleceu.
- Redação
- 04 Jan 2021
- 17:42h
(Foto: Reprodução)
A ordem de prioridade do Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 terá que ser respeitadas por clínicas privadas. O alerta foi dado nesta segunda-feira (4), pelo ministério da Saúde, depois que Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) informar que negocia a comprada Covaxin, da farmacêutica Bharat Biotech (IND).
“Os grupos prioritários, propostos pelo Ministério da Saúde em parceria com Conass e Conasems, devem, a princípio, ser obedecidos mesmo que haja integração de clínicas particulares de vacinação ao processo de imunização”, informou o ministério em nota. O Conass e o Conasems reúnem os secretários estaduais e municipais de Saúde.
A iniciativa da ABCVAC gerou reação adversas dos governos. Para o secretário de Saúde do governo baiano, Fábio Vilas-Boas, a vacinação tem que ser democrática.”O compromisso dos fabricantes mundiais é vender inicialmente apenas para governos. Mesmo na hipótese de o governo federal não adquirir em tempo, havendo registro na Anvisa, os Estados o farão”.
Também na Bahia, o deputado independente Hílton Coelho (Psol) criticou a iniciativa da associação de clínicas. “Clínicas privadas estão comprando 5 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Ela é e deve ser direito de todos”.
- Redação
- 04 Jan 2021
- 10:21h
As cirurgias eletivas estão suspensas por tempo indeterminado | Foto: Brumado Urgente
As cirurgias eletivas nos hospitais estaduais da Bahia estão suspensa por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, na manhã desta segunda-feira (4). Segundo a Sesab, todos os leitos, além dos recursos, estão voltados para o atendimento de pacientes com coronavírus. Vilas-Boas afirma que a decisão foi adotada em outros estados brasileiros e havia sido tomada na semana passada. “Precisamos redirecionar esforços, redirecionar anestésicos, medicamentos, respiradores – que estão começando a faltar em todo o país -, leitos, recursos humanos, técnicos, para poder atender aos leitos de Covid. Como essas não são cirurguias urgentes, eles podem tranquilamente ser remarcadas”, diz o secretário em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia
- Informações do G1/BA
- 03 Jan 2021
- 13:37h
oto sem data divulgada em 23 de novembro mostra frasco da vacina da Universidade de Oxford contra a Covid-19. — Foto: John Cairns / University of Oxford / AFP
A Anvisa aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca.
No dia 23 de outubro, a Anvisa já tinha autorizado a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan.
No pedido feito pela Fiocruz, a indicação é que as vacinas cheguem ao país ainda em janeiro. A importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.
Segundo a agência, a aprovação ocorreu no dia 31 de dezembro de 2020, mesmo dia que o pedido de importação foi protocolado pela Fiocruz — que é a responsável pela produção da vacina.
VACINA DE OXFORD: Veja o cronograma de produção da Fiocruz
Ainda de acordo com a Anvisa, por se tratar da importação de vacina que ainda não foi aprovada no país, a entrada do material no país deve seguir algumas condições. O principal deles, diz a agência, que as vacinas importadas fiquem sob a guarda específica da Fiocruz até que a Anvisa autorize o uso do produto no país.
Na sexta-feira, a Anvisa afirmou que terminou a análise dos documentos já apresentados pela AstraZeneca sobre a vacina. Na prática, isso quer dizer que a agência "está em dia" com o que foi apresentado até agora.
- Redação
- 03 Jan 2021
- 06:19h
(Foto: Reprodução)
Um médico morreu na madrugada deste sábado (02), em Vitória da Conquista, vítima do coronavírus. Ele estava internado na UTI em uma unidade hospitalar da Suíça Baiana. O médico era natural da cidade de Guanambi. Trata-se de João Tertuliano Cardoso, de 80 anos. O clima na região é de grande comoção devido a morte do profissional.
- Rafhael Minho
- 30 Dez 2020
- 15:33h
Governador da Bahia criticou a condução do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia do novo coronavírus |(Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Governador da Bahia, Rui Costa (PT), voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela condução do país durante a pandemia do novo coronavírus. Em viagem no município de Catu, na região metropolitana de Salvador, Rui responsabilizou o governo federal pelo Brasil ter o segundo maior número de mortes pela doença no mundo. “Se o governo federal atrapalhar menos, a gente está perto de acabar com essa agonia com a vacina. Eu digo atrapalhar menos, porque se o Brasil hoje, pelo desastre da condução do governo federal, é o segundo país em número de mortes [por Covid-19], nós corremos o risco de ser o último a começar a vacinação. Porque o país campeão em número de mortes, que é os Estados Unidos, já começou a vacinar”, criticou Rui Costa. O chefe do Executivo estadual também pontuou que outros países da América do Sul, como Argentina e Chile, também já iniciaram as campanhas de imunização e lamentou que “o país esteja ficando para trás”. “É uma vergonha. Por que isso está acontecendo? Por que nós temos um governo federal incapaz de governar o país e um governo federal que se sustenta na base da polêmica, e eu diria, na pregação da ignorância, da negação da ciência, e está levando a um desastre, não só do ponto de vista de saúde, ao desastre econômico e social”, completou.
- Digital Trix
- 30 Dez 2020
- 10:36h
2020 foi um turbilhão, mas deixará um legado importante para o dia das pessoas | Imagem Ilustrativa
Depois de nove meses de pandemia da Covid-19, a vacina contra o vírus já é uma realidade bastante próxima, com países como Inglaterra, Canadá e Estados Unidos sendo os primeiros a iniciar a imunização de seus habitantes.
No Brasil, por enquanto, apenas o estado de São Paulo divulgou um cronograma de vacinação que terá início em 25 de janeiro. Já o Governo Federal anunciou que prevê iniciar vacinação contra a Covid cinco dias após aval da Anvisa e entrega das doses, mas não especificou nenhuma data. Nas declarações mais recentes do Ministério da Saúde, fevereiro foi apontado como mês provável para esse início de processo.
Mesmo que ainda não haja uma certeza de quando haverá o início de uma vacinação em massa por aqui, agora as pessoas já conseguem vislumbrar uma luz no fim do túnel, mas, é importante reforçar que o coronavírus segue infectando milhares de pessoas por dia e tirando centenas de vidas Brasil afora. Não podemos, portanto, agir como se a doença não fosse mais uma ameaça, pois, o considerável aumento do número de casos no País e o surgimento de uma segunda onda de contágio na Europa nos comprovam justamente o contrário.
E quando a pandemia passar, alguns hábitos que foram construídos e mudanças que foram implementadas na vida das pessoas devem permanecer. Até porque, após toda população ser vacinada, ainda demorará algum tempo para termos dados confiáveis ??sobre como será a vida pós-pandemia. De acordo com especialistas, a vacina impedirá que a pessoa adoeça, mas não se sabe se impedirá a infecção e transmissão a outra pessoa não vacinada.
Isso significa que os mesmos protocolos preventivos que todos seguiram ao longo de 2020 - do distanciamento físico ao uso de máscaras de proteção - ainda devem ser seguidos. Além disso, outras mudanças que se instalaram neste período vieram para ficar de vez e, acreditem, isso é algo bastante positivo. Veja quais são eles e a opinião de especialistas:
Home Office - Trabalhando do sofá
Durante a pandemia, a tecnologia também permitiu que qualquer pessoa que trabalha sentada atrás de um computador pudesse se manter distante da sede da empresa e, este novo formato será adotado permanentemente por muitas companhias. No Brasil, os dois mil atendentes do call center da Tim permanecerão em home office. No Magazine Luiza cerca de 1.500 funcionários — de um total de 40 mil— não precisarão mais ir ao escritório. Até mesmo a Prefeitura de São Paulo implementou o trabalho remoto de forma definitiva para os seus mais de 120 mil servidores.
Com esta mudança, empresas podem reduzir os custos de infraestrutura abrindo mão de espaços físicos ou mesmo alugando lugares menores, além de fazer uma economia considerável com energia elétrica, internet, manutenção e suprimentos. Já para os colaboradores, o home office possibilitou, sobretudo, qualidade de vida sem a exaustiva jornada que incluía horas perdidas no trânsito, diminuição de gastos com transporte, alimentação e roupas e também maior convivência com a família.
"A pandemia acelerou a implementação de um sistema de trabalho que levaria ainda muitos anos para ser adotado de forma abrangente. Havia muitas dúvidas sobre a eficiência do home office e se as pessoas manteriam a performance devido às distrações de casa - de filhos à televisão - mas passados nove meses, muitas empresas relatam que a produtividade permaneceu nos níveis anteriores à pandemia, ou até mesmo aumentou. Portanto, esta é uma mudança trazida pela pandemia que, daqui pra frente, deve se estabelecer e fazer parte da vida das pessoas", explica o consultor em gestão, governança corporativa e planejamento estratégico, Uranio Bonoldi.
"Anywhere Office" - Meu escritório é onde eu estiver
A pandemia desmistificou o home Office comprovando às empresas que as pessoas podem produzir ainda mais de suas próprias casas e agora está entrando em cena um novo conceito: o "Anywhere Office", ou, ‘escritório em qualquer lugar’. Esta nova modalidade vai se estabelecer como uma grande guinada com relação à dinâmica de como muitos trabalham atualmente: se com internet e um laptop podemos trabalhar, o escritório será onde estivermos.
E não se trata de nomadismo digital que é quando a pessoa trabalha de um hostel em Bora Bora ou de um café em Berlim, mas de adequar as necessidades profissionais à vida em um local que contribua para a realização pessoal com saúde física e mental. Por exemplo: por quê viver em apartamentos minúsculos em uma grande cidade se há possibilidade de morar e trabalhar em espaços maiores no interior ou mesmo no litoral? Segundo uma pesquisa da plataforma de comércio OLX, a procura por imóveis em cidades do interior cresceu cerca de 30% no mês de julho. Ao que tudo indica ao observarmos metrópoles pelo mundo, este pode ser o início de um verdadeiro êxodo urbano.
"A partir deste novo formato de trabalho, quando não mais for preciso se deslocar diariamente para ir ao escritório, as pessoas passaram a desejar viver em lugares mais espaçosos para trabalhar e ainda conviver de forma mais harmoniosa com a família. Agora, a prioridade é uma vida mais confortável em lugares onde o custo de vida é mais baixo e com mais segurança - os grandes centros urbanos não são compatíveis com esta nova realidade. Consigo identificar esta mudança como o início de uma nova tendência de comportamento", comenta Dante Seferian, CEO da construtora e incorporadora Danpris.
Produtos que aumentam a proteção? Queremos (precisamos)!
Com o início da vacinação que se aproxima no Brasil, sabemos que em alguns meses a pandemia de coronavírus pode ser apenas uma lembrança pra lá de desagradável. No entanto, ainda não se pode dizer com certeza qual é o futuro do COVID-19. Com base em outras infecções, há poucos motivos para acreditar que o coronavírus SARS-CoV-2 irá embora em breve, mesmo quando as vacinas estiverem disponíveis. Um cenário mais realista é que ele será adicionado à (grande e crescente) família de doenças infecciosas que são conhecidas como "endêmicas" na população humana.
Além disso, especialistas vêm afirmando que mesmo que vacinadas, as pessoas ainda podem carregar e espalhar o vírus e, por conta disso, o uso de máscaras e outras medidas de proteção, como lavar as mãos com frequência e manter distanciamento social, serão necessárias até que a maioria da população seja inoculada. Sendo assim, produtos surgidos com a pandemia com propriedades antibactericidas e antivirais devem fazer parte de nossas vidas de maneira permanente daqui pra frente.
E não estamos falando apenas de máscaras, mas de plásticos que inativam o coronavírus e vem sendo utilizados para cobrir superfícies diversas, tecidos que por possuírem propriedades anti Covid-19 estão ajudando o setor hoteleiro a expandir as medidas para a segurança de seus hóspedes e até de pisos e tintas de parede que intensificam a proteção das pessoas contra esta doença e outras infecções.
"A pandemia da Covid-19 deflagrou uma nova etapa na guerra com os micróbios. Uma luta histórica contra várias doenças de origem viral ou bacteriana, entre elas a gripe, que reaparece todo ano e, segundo alguns cientistas, poderá vir ainda mais forte. De olho nisso, precisamos criar e aperfeiçoar barreiras contra esses patógenos. E, quanto mais combatermos esses problemas pela raiz, mais evitaremos novos surtos e pandemias. Usar máscaras, lavar as mãos e utilizar produtos com ação antiviral seguirão mesmo após a aprovação da vacina contra o coronavírus. São hábitos que não têm mais volta. Até porque, quando uma epidemia for embora, podemos ter outra batendo à nossa porta", explica Daniel Minozzi, químico e fundador da Nanox, empresa brasileira de nanotecnologia.
Eventos híbridos - O mundo ao alcance das mãos
Dizer que os últimos meses foram um turbilhão seria um eufemismo. Em questão de dias, eventos ao vivo e conferências planejadas com meses de antecedência foram repentinamente adiadas ou canceladas. Os eventos virtuais se tornaram parte da rotina e, rapidamente, o segmento teve que reaprender a ser eficaz neste novo formato.
Durante este período, uma das lições mais importantes que a indústria de eventos aprendeu foi que, embora os eventos virtuais certamente tenham seus benefícios, os eventos ao vivo sempre serão uma parte importante de qualquer programação de eventos. Sendo assim, os eventos híbridos - aqueles que combinam experiências presenciais e virtuais - serão uma parte essencial na indústria de eventos daqui em diante e serão responsáveis por uma verdadeira transformação na interação do público.
Mas não espere simplesmente uma transmissão ao vivo de uma webcam em um canto, pois é preciso manter os participantes engajados. Agora, do mesmo jeito que os organizadores têm uma equipe de produção para eventos presenciais, precisarão também de uma equipe de produção focada exclusivamente na experiência virtual. "Desde que a pandemia de COVID-19 começou, os eventos virtuais se tornaram a nova opção para empresas e marcas que buscam manter seus clientes engajados durante o longo período de bloqueio. Agora que o mercado lentamente começa a retornar, é preciso se adaptar novamente e os eventos híbridos permitirão aumentar o seu alcance com a transmissão para um público maior do que jamais seria possível pessoalmente", explica Natasha de Caiado Castro, especialista em inteligência de mercado e CEO da Wish International.
Telemedicina - Saúde através do celular
Com o Covid-19, a medicina despontou como um dos segmentos que mais se valeram da tecnologia para assegurar que a população mantivesse seus fluxos de controle sem comprometer ainda mais o sistema de saúde. No início da pandemia, o Governo Federal autorizou que a prática de consultas virtuais pudesse ser realizada. Desta forma, muitos casos não emergenciais puderam ser tratados sem que os Pronto-Socorro ficassem lotados de casos que podiam ser facilmente orientados à distância com o devido suporte especializado. Passado este momento crítico, este avanço apoiado por recursos tecnológicos que fazem parte do dia a dia das pessoas, permitirá fechar todo o ciclo do atendimento: do telediagnóstico ao acompanhamento contínuo do paciente, facilitando o processo, salvando mais vidas e garantindo que um número muito maior de pessoas tenha acesso à devida opinião médica ao alcance de um clique. "As plataformas de atendimento virtual são um legado positivo para a saúde. A telemedicina estimula a busca por diagnóstico preciso, evita a automedicação e promove a tomada de decisões com respaldo clínico especializado. Esse acesso correto aos serviços de saúde melhora a eficiência do setor como um todo. E olhando para o bem estar do paciente, promove melhores desfechos clínicos, garantindo diagnósticos precoces, orientações e encaminhamento correto", afirma Vitor Moura, CEO da startup de saúde VidaClass.
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- Redação
- 30 Dez 2020
- 08:28h
Farmacêuticas precisam antes obter o registro na Anvisa | Foto: Reprodução
O Plano Nacional de Imunização (PNI) do Brasil contra a Covid-19 deve ser inciado entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, conforme anunciou o Ministério da Saúde nesta terça-feira (29). De acordo com a pasta é necessário, contudo, que as farmacêuticas obtenham o registro de vacinas previamente com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Em coletiva, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, reforçou o que já havia sido dito pelo ministro Eduardo Pazuello de que a vacinação em janeiro será iniciada “na melhor das hipóteses”. Ele frisou, no entanto, que antes da data ser definida é necessário cumprir as exigências da Anvisa, logística e fornecimento das doses.
“Nós precisamos que os fabricantes obtenham o registro junto à Anvisa, e que eles entreguem doses suficientes para que sejam distribuídas. Se o distribuidor obter o registro e eventualmente não tiver dose para distribuir… entenda: o Ministério da Saúde enquanto Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano [nacional de imunização], estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro”, disse.
Até o momento, as vacinas que serão disponibilizadas para os brasileiros ainda não foram definidas. Uma das possíveis candidatas, a produzida pela Pfizer em parceria com a BioNTech, já não será submetida a avaliação para uso emergencial no país.
De acordo com o jornal Estadão, a farmacêutica afirmou em nota divulgada na segunda-feira (28) que “condições estabelecidas pela agência [Anvisa] requerem análises específicas para o Brasil, o que leva mais tempo de preparação”.
- Redação
- 29 Dez 2020
- 16:39h
(Reprodução)
O Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) já identificou pelo menos 40 linhagens diferentes do Sars-CoV-2 desde março.
De acordo com matéria do Estadão, duas dessas variantes, a B.1.1.28 e a B.1.1.33, são predominantes.
A pesquisadora Paola Cristiana Resende, que faz parte do grupo, explica que a base de dados EpiCov reúne 1.768 genomas brasileiros, e a partir dela foi possível verificar que essas duas linhagens principais predominam no Brasil e são específicas daqui. A especialista destaca que elas são encontradas em baixíssima frequência em outros países.
"Elas circulam desde março e estão por todo o território nacional. E, é claro, estão evoluindo, ganhando novas mutações, pois é esperado que um vírus com um genoma de RNA evolua de forma rápida", explicou.
Em relação as mais de 40 variações encontradas no Brasil, os pesquisadores sinalizam que são provenientes de diversas partes do mundo, em especial da Europa.
O IOC/Fiocruz participa diretamente da vigilância epidemiológica do novo coronavírus no Brasil. Referência em covid-19 para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o órgão faz o sequenciamento genético do genoma viral, lembra a reportagem do Estadão.
A partir do trabalho é possível determinar as rotas de circulação do vírus no país. Além disso, o rastreamento também permite identificar as mutações.
À reportagem a pesquisadora ressaltou que uma nova mutação não significa estritamente uma mudança nas características do vírus. "Investigações e análises complementares que vão além do genoma precisam ser feitas para afirmar isso. Adicionalmente, ao longo do ano, detectamos também outras linhagens em diferentes estados, muitas associadas a casos de viajantes retornando de outros países e que circularam em menor proporção internamente. Entretanto, estas linhagens estão mais associadas a uma circulação local em determinados Estados e não representam um expressivo número para lançarmos alguma hipótese sobre elas", disse.
- Informações do G1
- 29 Dez 2020
- 15:57h
Plano de imunização, que adota a SputnikV, começou a ser implantado nesta terça, com prioridade para a Saúde | Foto: reprodução Globo News
A Argentina começou nesta terça-feira (29) seu plano de imunização contra a Covid-19. O país vizinho é o primeiro da América do Sul a iniciar a vacinação. O governo argentino adota o imunizante Sputnik V, da Rússia, e neste primeiro momento vai priorizar os profissionais de saúde.
Do lote entregue na semana passada, 123 mil doses – o equivalente a 41% – foram para a província de Buenos Aires, vizinha à capital. A cidade de Buenos Aires recebeu 23,1 mil doses. O restante foi dividido entre Santa Fé (24,1 mil), Córdoba (21,9 mil), Tucumán (11,5 mil), Mendoza (11 mil), Entre Ríos (10,1 mil) e Salta (8,3 mil).
O laboratório russo vai enviar um total de 25 milhões de doses para a Argentina. O país sul-americano espera receber ainda, até abril, 22,4 milhões de doses da Astrazeneca/Universidade Oxford.
Também nesta terça, Belarus começou a aplicar a Sputnik V. Com a vacinação nestes dois países, já são ao menos 44 países vacinando a população contra a Covid-19.
- Redação
- 29 Dez 2020
- 15:12h
O coordenador do comitê gestor de crise da Covid-19, em Vitória da Conquista, falou em entrevista ao vivo para a TV Sudoeste, nesta terça-feira (29), sobre a situação da pandemia no município de Vitória da Conquista.
Segundo o coordenador, que também é secretário municipal de administração, Kairan Rocha, o aumento de casos da doença no município é reflexo das eleições, do afrouxamento do funcionamento da economia em diversos setores, e ainda atribuiu que muitos comércios não estariam seguindo as normas de segurança contra o coronavírus a risca.
Ainda sobre aglomerações, o coordenador disse que a iluminação de Natal da Praça Tancredo Neves pode ser desligada antecipadamente devido as aglomerações.
E ressaltou que as equipes de fiscalizações continuam trabalhando e devem aumentar o quantitativo, juntamente com a polícia militar, na fiscalização de comércios e bares que estão provocando maiores aglomerações.
- Redação
- 28 Dez 2020
- 17:45h
(Foto: Reprodução)
O senhor Herzem Gusmão, prefeito da cidade de Vitória da Conquista (BA), deu entrada no Hospital Sírio-Libanês no dia 26 de dezembro, diagnosticado com Covid-19. Ele se encontra na unidade semi-intensiva, onde recebe medicação e apresenta um quadro clínico estável. O senhor Gusmão não tem previsão de alta e está sob os cuidados das equipes dos médicos Prof. Dr. Roberto Kalil, Prof. Dr. Carlos Carvalho e Prof. Dr. David Uip.