BUSCA PELA CATEGORIA "COVID-19"
- Redação
- 05 Abr 2021
- 13:17h
Profissionais integra grupo de trabalhadores formais que não puderam ficar em casa em nenhum momento da pandemia | Foto: Bruno Concha/Secom
Uma reportagem do jornal El País revela que trabalhadores formais que não puderam ficar em casa em nenhum momento da pandemia exercem algumas das ocupações que mais registraram aumento de mortes por coronavírus no Brasil. Segundo a publicação, o dado é resultado de um levantamento exclusivo feito pelo estúdio de inteligência de dados Lagom Data, com base em informações do Ministério da Economia.
De acordo com a reportagem, frentistas de posto de gasolina, por exemplo, tiveram um salto de 68% na comparação dos óbitos entre janeiro e fevereiro de 2020, pré-pandemia, e dois dos piores meses da crise sanitária, no início de 2021. Operadores de caixa de supermercado perderam 67% mais colegas no mesmo período. Motoristas de ônibus tiveram 62% mais mortes. Entre os vigilantes, que incluem os profissionais terceirizados que monitoram a temperatura de quem entra em shoppings centers, houve 59% de mortes a mais.
As conclusões vêm de uma análise do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Novo Caged, ligado ao Ministério da Economia. O sistema coleta, mês a mês, informações sobre contratos formais de emprego, inclusive o motivo de encerramentos. Morte é um deles, embora não seja informada a causa. Por isso, não é possível saber se todo o contingente de óbitos se deve apenas à covid-19, mas é possível adaptar o conceito de “excesso de mortes” com base neste banco de dados.
Em tempos de pandemias, os epidemiologistas costumam usar o conceito de “excesso de mortes” para tentar avaliar o impacto da doença sobre a vida da população. Mesmo que uma pessoa não morra diretamente da enfermidade da vez, ela pode morrer por outras complicações decorrentes de sua existência, como a falta de vagas no hospital num caso de urgência. Então, o procedimento normalmente usado é calcular a média de mortes esperada para um dado período e comparar esse dado ao total de mortes registradas por quaisquer causas na pandemia.
Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Brasil teve mais de 275.500 mortes por causas naturais a mais que o esperado para o país em 2020, um excesso de óbitos de 22%. O que a análise dos dados do Caged sinaliza ?de maneira inédita? é o custo da covid-19 para os trabalhadores de atividades consideradas essenciais. O levantamento mostra taxas de excesso de mortes bem superiores à média da população. São números fortes, principalmente considerando que o cadastro do Ministério do Trabalho só capta dados do mercado formal. Ou seja, não estão contabilizadas aqui as mortes de autônomos e microempresários individuais.
O Sivep-Gripe, sistema do Ministério da Saúde que organiza informações sobre cada paciente que esteve internado para tratar a Covid-19, até tem um campo para informar a ocupação do paciente, mas na maior parte dos casos ele não é preenchido. Caso fosse, seria possível avaliar até mesmo as ocupações de pacientes sem emprego formal. A exposição profissional ao risco de infecção é um ponto cego na maioria dos sistemas de saúde do mundo.
Entre os dois primeiros meses de 2020, quando a pandemia ainda não havia causado nenhuma morte no país, e os dois primeiros de 2021, quando grande parte das UTIs brasileiras já não dava conta de tratar de todos os pacientes que chegavam em estado grave, um terço a mais de mortes foi registrado considerando a soma de todas as atividades profissionais.
O salto é de 8.633 em 2020 para 11.424 em 2021.
A análise mostra que a mortalidade foi mais alta nas atividades mais claramente essenciais, como comércio de víveres e transportes. Olhando os aumentos de maneira proporcional, as ocupações com os maiores aumentos de mortes são as que dependem de contato direto com o público e não pararam durante a pandemia.
- Adriano Villela
- 05 Abr 2021
- 07:08h
Boletim registoru 1.855 novos casos; Central de Regulação organiza 130 leitos por pedidos para UTI adulto | Foto: divulgação Sesab
Depois dos 61 registros no sábado, o número de mortes confirmadas diariamente voltou a cair neste domingo (4). O boletim da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) informou 51 óbitos no estado causados pela Covid-19. No total, 15.660 pessoas perderam a vida para o novo coronavírus. Os falecimentos ocorrem em datas diversas. O número do boletim se refere ao total confirmado em 24hs. No domingo, mais 1.855 novos diagnósticos foram cadastrados e 2.587 pessoas se recuperaram. São 15.069 casos ativos. Em toda a pandemia, a secretaria confirmou 813.794 infecções e 783.065 curados. Existem 183.161 suspeitas em investigação e testagem. Na Central Estadual de Regulação, às 15hs deste domingo 130 pacientes esperavam uma vaga em UTI Adulto Covid-19 e 50 pedidos se destinavam a leitos de enfermaria. A Bahia chegou a 1.715.592 vacinados contra o coronavírus (Covid-19), dos quais 332.610 receberam também a segunda dose. O estoque do estado é suficiente para 1.931.662 pessoas.
- Redação
- 04 Abr 2021
- 09:52h
Ex-presidente foi imunizado com a CoronaVac | Foto: Reprodução/Instagram Lula
O ex-presidente Lula (PT) recebeu a segunda dose da vacina contra a Covid-19, em São Bernardo do Campo (SP), neste sábado (3). O petista transmitiu a sua vacinação ao vivo pelo Twitter. Lula foi vacinado com a CoronaVac, que é produzida pelo Instituto Butantan através de uma parceria com Sinovac. Além dele, outros ex-presidentes também já se vacinaram contra a doença, como Michel Temer (MDB), Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Sarney (PT) e Dilma Rousseff (PT).
- Informações do Blog do Sena
- 04 Abr 2021
- 09:06h
(Foto: Reprodução)
Após se despedir do prefeito Herzem Gusmão, Vitória da Conquista se despede agora de mais uma figura ilustre, o médico Clóvis Assis, de 84 anos. Ele faleceu neste sábado (03), no Hospital IBR em Vitória da Conquista, em decorrência de complicações causadas pelo Coronavírus. Clovis era médico pediatra, ex-deputado federal e ex-vice-prefeito do município. Ele compôs a chapa na primeira gestão do prefeito Guilherme Menezes, em 1997, pelo PSDB. Clóvis também foi Presidente da Associação Médica Brasileira Regional de Vitória da Conquista, entre 1980-1983; e proprietário do hospital pediátrico Cupe (Clínica de Urgência Pediátrica), um dos mais importantes do município.
- Redação
- 03 Abr 2021
- 18:49h
(Foto: Reprodução)
O cantor Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19 e morreu neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos. Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio. No último dia 27, Agnaldo precisou ser intubado para “ser tratado de forma mais segura” contra a doença. “É com imenso pesar que comunicamos o FALECIMENTO do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu as complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje às 10:45 horas. Temos a convicção que Timóteo deu o seu Melhor para vencer essa batalha e a venceu! Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha”, disse a família, em nota.
- MF Press Global
- 03 Abr 2021
- 13:22h
Foto: Divulgação / MF Press Global
A arqueóloga Joana Freitas tem vindo a analisar o contexto epidêmico em termos de mudança social, acreditando, numa primeira etapa, que alguma mudança ia ocorrer.
"Tendo decorrido cerca de sete de meses desde o início da pandemia, escrevia que as ilusões sobre possíveis aprendizagens se iam desvanecendo. Esta pandemia que começou por ser entendida como um ponto de ruptura, como algo que anunciava um novo normal, uma paragem forçada que nos daria refletir; rapidamente se perdeu pelas expectativas.”, refere Joana Freitas.
Trilhavam-se os primeiros desafios epidêmicos e, como refere a própria, talvez por ingenuidade ou por alguma réstia de esperança pensou que o mundo ia finalmente mudar de paradigma. Se pouco acreditava nisso no final do ano, neste momento não tem qualquer dúvida: "não mudou, não quer sequer mudar e o que mudou foi para pior.", refere.
O esquecimento dos ensinamentos passados parece ser recorrente no percurso da humanidade.
” A nossa sociedade, ainda mais depressa do que o normal, revelou que a sua capacidade de “esquecer” se processa de forma muito veloz. A vontade de voltar à velha rotina rapidamente matou a esperança do nascimento de uma nova consciência coletiva. Arranjamos todos os meios para nos adaptarmos e dessa forma possamos retomar os velhos hábitos. Vivemos num mundo doente mas que parece querer continuar nele. Vivemos a pandemia da covid-19 e outras em simultâneo, principalmente de egoísmo e ignorância.”, referiu a arqueóloga em setembro passado.
Um ano depois do início da covid-19, Joana Freitas refere que "tem a noção absoluta que falhamos mais uma vez. Ao mundo e a nós próprios. Falhamos com a mudança necessária, falhamos com a aprendizagem. Apenas não falhamos com o egoísmo e com o esquecimento. Mais uma vez.", concluí.
- Thais Pimentel, G1
- 03 Abr 2021
- 11:27h
‘Queremos ser incluídas como grupo prioritário. Nossa profissão é de risco’, diz presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira. (Foto: O TEMPO)
Quase duas mil prostitutas de Belo Horizonte paralisaram suas atividades nesta semana. Com hotéis da zona boêmia da capital fechados, e tendo que se arriscar nas ruas para trabalhar, elas querem ser incluídas no grupo prioritário para vacinação contra a Covid-19. Com onda roxa, hotéis da zona boêmia de BH são fechados, afetando mais de três mil profissionais do sexo Coronavírus: crise afeta mercado do sexo em BH e mais de 3 mil prostitutas ficam sem trabalho "Nossa profissão é de risco. Muitas estão afastadas com medo”, disse a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira. Segundo Cida, a vacina é fundamental para que elas possam voltar ao trabalho com segurança. “Muitas de nós estão sem ajuda e nenhum benefício. A sociedade hipócrita precisa dos nossos serviços, mas nos repele. Muito preconceito e estigma. O que aumentou com a pandemia”, disse ela. Com a onda roxa, que entrou em vigor no dia 17 de março, os hotéis da região da Rua Guaicurus, no centro de Belo Horizonte, foram fechados, deixando mais de três mil mulheres cis e trans sem trabalho. Muitas tinham conseguido o auxílio emergencial de R$ 600 no ano passado. Agora, elas tentam receber o novo benefício, menos da metade do disponibilizado no ano passado. “Muitos filhos de trabalhadoras sexuais estão necessitando de leite, fraudas, cestas básicas, itens de higiene. Muito triste”, disse Cida.
- Redação
- 03 Abr 2021
- 10:48h
(Foto: Reprodução)
O estado de saúde do humorista Paulo Gustavo, 42, se agravou nesta sexta-feira (2). Por causa do agravamento, o artista passou a utilizar no tratamento a Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), espécie de pulmão artificial. O humorista está internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital no Rio de Janeiro.
Leia a íntegra do comunicado enviado pela equipe dele à imprensa:
Internado desde 13 de Março, Paulo Gustavo precisou passar por reajustes terapêuticos para combate à Covid-19. Em ventilação mecânica desde domingo (21), no Rio de Janeiro, o ator chegou a apresentar sinais de melhora, mas devido ao agravamento do quadro clínico, teve que evoluir à terapia por ECMO - Oxigenação por Membrana Extracorpórea. Paulo Gustavo segue em terapia intensiva.
A equipe médica informa que:
"Optamos pelo início da terapia coadjuvante com ECMO, com o objetivo de permitir uma melhor recuperação da função pulmonar. Após o agravamento ocorrido, a situação permanece estável nas últimas horas."
A família do ator segue agradecendo aos fãs pelo carinho e pede que continuem a enviar boas energias e orações para sua recuperação e para de todos os que se encontram na mesma situação.
- Redação
- 03 Abr 2021
- 09:27h
(Foto: Reprodução)
A morte do prefeito de Hortolândia (SP), Angelo Perugini (PSD), 65, na quinta-feira (1º), em decorrência de complicações provocadas pela Covid-19, chamou atenção por ter ocorrido apenas três meses depois do início da atual gestão.
A morte do político, que estava em seu quarto mandato à frente da cidade na região metropolitana de Campinas (2005-2012 e desde 2016), faz parte de um cenário comum a ao menos dez cidades de oito estados brasileiros que perderam seus principais governantes para a Covid-19 logo nos primeiros meses do ano. Desses, quatro estavam em sua primeira gestão. Os governantes tinham entre 42 e 73 anos.
Perugini, que completaria 66 anos na próxima terça-feira (6), ficou dois meses internado, com as últimas semanas em um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em São Paulo, intubado.
Uma de suas últimas agendas foi o recebimento do primeiro lote de vacinas contra a Covid-19, que chegou à cidade em 20 de janeiro.
Hortolândia, que agora será comandada em definitivo pelo até então vice, Zezé (PL), decretou luto de sete dias pela morte do prefeito. "Seu carisma e sua fé serão sempre lembrados, com carinho, pelos amigos que fez ao longo da jornada", disse, por meio de nota, a prefeitura.
Sete das mortes ocorreram a partir de 14 de março, mês em que os óbitos causados pela pandemia se aceleraram em todo o país.
A morte de Perugini ocorreu apenas um dia após o prefeito de Pitimbu (PB), Jorge Luiz (PDT), 43, perder a vida depois de passar três dias internado com Covid-19. O prefeito estava se recuperando em sua casa, mas sentiu falta de ar e procurou atendimento hospitalar em João Pessoa, a 58 km de distância.
Dois dias antes da morte do prefeito paraibano, Tarek Dargham (PTB), 68, que governava Guararapes, na região de Araçatuba, morreu em São Paulo, onde estava internado. O político tinha sido reeleito em novembro do ano passado com 51,56% dos votos.
No último dia 23, a prefeita de Coremas (PB), Francisca das Chagas Andrade de Oliveira, a Chaguinha de Edilson (PDT), 62, morreu em João Pessoa, onde estava internada.
Chaguinha --que também estava em seu segundo mandato, já que tinha sido eleita pela primeira vez em 2016-- tinha manifestado no último dia 2 o interesse de a cidade aderir a um consórcio público para comprar vacinas.
No dia 9, ela foi internada na capital e intubada. Seu quadro se agravou e ela morreu na manhã do dia 23. Neste domingo (4), haverá uma missa virtual pelos 67 anos de emancipação política de Coremas e em memória de Chaguinha.
Na posse, o novo prefeito da cidade paraibana, Irani Alexandrino (Republicanos), chorou ao discursar e disse que o momento estava sendo muito difícil para ele.
"Não tenho palavras suficientes para expressar a dor que estamos passando. Coremas está de luto e ainda chora a partida precoce, trágica, da doutora Chaguinha [...] Para mim vai ser sempre a nossa prefeita. Era uma grande amiga, líder."
O prefeito de Campanário (MG), Luiz Antônio Souza Campos (PSC), 65, morreu na madrugada do dia 20 de março no hospital Mater Dei, em Belo Horizonte.
Em 18 de março, foi a vez de o prefeito licenciado de Vitória da Conquista (BA), Herzem Gusmão (MDB), 72, ter sido vítima do coronavírus. Ele morreu na noite daquele dia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Gusmão estava internado desde 26 de dezembro e tomou posse virtualmente em 1º de janeiro.
Treze dias antes de morrer, o prefeito gravou um áudio para informar a população da cidade baiana que retornaria para a UTI. "Quero dizer para minha terra que, por necessitar de mais oxigênio, a equipe médica indicou o meu retorno para tratamento na UTI", disse na ocasião.
Ele estava iniciando seu segundo mandato, em quatro tentativas de chegar à prefeitura --disputou o cargo também em 2008 e 2012, antes de ser eleito pela primeira vez em 2016. Com a morte de Gusmão, sua vice, Sheila Lemos (DEM), assumiu a função.
A primeira das sete mortes de março foi a de Jorge Postal (MDB), 73, que governava São Jorge (RS) e morreu no último dia 14. O prefeito, que já tinha governado a cidade entre 2009 e 2012, teve diagnóstico de Covid-19 no fim de fevereiro e logo teve de ser internado. Após alguns dias no hospital São João Batista, em Nova Prata, onde foi intubado, foi transferido para a UTI do hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, no dia 7.
Outros três óbitos ocorreram ainda em janeiro. O primeiro prefeito a morrer dentro do atual mandato foi Marcelo Puppi (DEM), 61, de Campo Largo (PR), no dia 7 daquele mês. Ele estava internado desde 25 de novembro, dez dias após ter sido reeleito prefeito do município de 133 mil habitantes.
Apenas três dias após ter sido internado, Puppi foi transferido para a UTI, mas não conseguiu se recuperar e estava no hospital na data em que deveria iniciar um novo mandato. Em seu lugar, assumiu Maurício Rivabem (PSL).
A situação foi a mesma enfrentada por Maguito Vilela (MDB), 71, de Goiânia, que não chegou a administrar a capital de Goiás.
Ele tomou posse no hospital, onde estava internado desde outubro devido a complicações decorrentes da Covid-19. Isso significa que ele não participou da reta final da sua campanha eleitoral, tampouco foi às urnas para votar nele próprio nos dois turnos da eleição goiana.
Vilela morreu na madrugada do dia 13 de janeiro no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Com isso, Rogério Cruz (Republicanos), 56, assumiu o governo na capital.
Eleito com 100% dos votos -foi candidato único- para governar Ereré (CE), o professor Otoni Queiroz (PDT), 42, foi outro que não chegou a assumir o cargo. Internado ainda em dezembro, ele morreu em 20 de janeiro.
Em sua última postagem pública numa rede social, em 8 de dezembro, relatou quadro de dor de cabeça, febre e calafrio. A febre aumentou e ele passou a ter dor nos olhos, o que o fez ir para Fortaleza para passar por exames.
"Dentre os exames, fiz uma tomografia do tórax que apresentou 'características de imagem comumente reportadas na pneumonia por Covid-19', com envolvimento de 25-50% do parênquima pulmonar. Falta receber ainda o resultado do exame swab, mas mesmo assim o médico já confirmou que estou com o coronavírus."
- Redação
- 02 Abr 2021
- 11:53h
Decreto com as medidas será publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (2) | Foto: Reprodução
O toque de recolher em 40 municípios das regiões de Guanambi e Brumado passa a valer das 19h às 5h, no período de 5 abril a 12 de abril. O Governo do Estado e prefeituras também decidiram prorrogar a restrição na venda de bebida alcoólica nas duas regiões. O decreto com as medidas, que têm o objetivo de frear a disseminação da Covid-19, será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (2).
De 5 abril até as 5h de 12 de abril, fica vedada a comercialização de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), nas duas regiões.
A restrição vale nos municípios de Barra da Estiva, Boquira, Botuporã, Brumado, Caculé, Caetité, Candiba, Carinhanha, Caturama, Contendas do Sincorá, Dom Basílio, Érico Cardoso, Feira da Mata, Guanambi, Ibiassucê, Ibicoara, Ibipitanga, Igaporã, Ituaçu, Iuiú, Jacaraci, Jussiape, Lagoa Real, Licínio De Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Macaúbas e Malhada.
O decreto também inclui os municípios de Matina, Mortugaba, Palmas de Monte Alto, Paramirim, Pindaí, Riacho de Santana, Rio de Contas, Rio do Antônio, Rio do Pires, Sebastião Laranjeiras, Tanhaçu, Tanque Novo e Urandi.
Os estabelecimentos comerciais que funcionem como restaurantes, bares e congêneres deverão encerrar o atendimento presencial às 18h, sendo permitido o delivery de alimentação até as 24h. Seções, corredores e prateleiras nos quais estejam expostas bebidas alcoólicas devem ser isolados.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP), por meio das polícias Militar e Civil, apoiará as gestões municipais para garantir o cumprimento das medidas restritivas adotadas.
- Redação
- 02 Abr 2021
- 09:40h
‘A Bahia brocou’: estado se torna o primeiro lugar em vacinação no Brasil | Foto: Camila Souza/GOVBA
Com 11,15% de sua população vacinada, a Bahia alcançou na noite de quinta-feira (1º) o primeiro lugar no ranking de estados que mais aplicaram a primeira dose da vacina contra Covid-19. Na sequência, levando em consideração a aplicação de vacinas em relação à sua população, aparecem Mato Grosso do Sul (11,06%), Rio Grande do Sul (10,26%), Amazonas (10,22%), Paraíba (10,10%) e São Paulo (10,10%). “Motivo de orgulho pra todos nós. A guerra é longa e só vamos vencê-la com seriedade, trabalho e a colaboração de todos”, disse o governador da Bahia, Rui Costa (PT). Em publicação no Twitter, ele agradeceu a equipe que ajudou o estado a alcançar a marca. “Meu agradecimento a todos os prefeitos e prefeitas da Bahia. Meu agradecimento a todos os profissionais da saúde e de apoio, que trabalharam exaustivamente para a Bahia conquistar o primeiro lugar em vacinação no Brasil”.
- Informações do G1/BA
- 02 Abr 2021
- 07:42h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O toque de recolher em 40 municípios das regiões de Guanambi e Brumado valerá das 19h às 5h a partir de segunda-feira (5). A medida é válida até 12 de abril, segundo informações do governo do estado.
O governo estadual e as prefeituras também decidiram prorrogar a restrição na venda de bebida alcoólica nas duas regiões. O decreto com as medidas, que têm o objetivo de frear a disseminação da Covid-19, será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de sexta-feira (2).
De 5 abril até as 5h de 12 de abril, fica vedada a comercialização de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), nas duas regiões.
Os estabelecimentos comerciais que funcionam como restaurantes, bares e congêneres deverão encerrar o atendimento presencial às 18h, sendo permitido o delivery de alimentação até as 24h. Seções, corredores e prateleiras nos quais estejam expostas bebidas alcoólicas devem ser isolados.
A restrição vale nos municípios de Barra da Estiva, Boquira, Botuporã, Brumado, Caculé, Caetité, Candiba, Carinhanha, Caturama, Contendas do Sincorá, Dom Basílio, Érico Cardoso, Feira da Mata, Guanambi, Ibiassucê, Ibicoara, Ibipitanga, Igaporã, Ituaçu, Iuiú, Jacaraci, Jussiape, Lagoa Real, Licínio De Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Macaúbas e Malhada.
O decreto também inclui os municípios de Matina, Mortugaba, Palmas de Monte Alto, Paramirim, Pindaí, Riacho de Santana, Rio de Contas, Rio do Antônio, Rio do Pires, Sebastião Laranjeiras, Tanhaçu, Tanque Novo e Urandi.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP), por meio das polícias Militar e Civil, apoiará as gestões municipais para garantir o cumprimento das medidas restritivas adotadas.
- Redação
- 01 Abr 2021
- 17:23h
Nosso trabalho é de contato físico diário e com várias pessoas", disse a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira | Foto: Reprodução/Facebook
Um grupo de profissionais do sexo de Minas Gerais decidiu suspender os atendimentos por tempo indeterminado após o agravamento da pandemia do coronavírus no estado, que registrou seu pior mês em março. Além disso, elas pedem para o grupo ser incluído entre os prioritários na vacinação contra a Covid-19. Ao portal UOL, a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira, confirmou a paralisação do expediente e informou que não há previsão de retorno. “Nosso trabalho é de contato físico diário e com várias pessoas. Somos muito vulneráveis e tínhamos que ser incluídas em algum grupo de risco. Não queremos que nos passem na frente de ninguém, mas que nos vejam com olhos de humanidade”, afirmou Cida, que disse que, apesar dos cuidados tomados, não há condições agora de que os atendimentos continuem sem que haja uma perspectiva de vacinação das trabalhadoras. “Vamos aguardar a vacinação e a recomendação oficial da entidade é que o serviço seja suspenso. Fazemos essa interface com as meninas via redes sociais, e-mail e telefone em nosso banco de dados. No entanto, sabemos que é difícil controlar cada uma. A gente só quer ter suporte justo e poder ser consideradas como pessoas que precisam de ajuda, muitas vezes mais que outras, mas não nos colocamos acima nem abaixo de ninguém”, explicou.
- Redação
- 01 Abr 2021
- 15:37h
Eduardo Benke, de 61 anos, ficou internado durante 27 dias em um hospital de Blumenau-SC |
Internado por 27 dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em um hospital de Blumenau-SC, devido a complicações da Covid-19, o paciente Eduardo Benke, de 61 anos, recebeu alta da unidade médica e fez um pedido especial para a equipe médica que estava cuidando dele: poder tomar uma cerveja bem gelada. As informações são do portal NSC Total. Segundo o site da revista IstoÉ, uma semana antes de receber alta do Hospital Santo Antônio, os profissionais do local se mobilizaram para atender a vontade de Benke, que com a ajuda da nutricionista Ligia Batiston pode tomar uma cerveja sem álcool. Após tomar a bebida, Benke comemorou em alemão: “das ist sehr heiß”, que traduzindo para o português é “essa é muito gostosa”. O paciente ganhou alta no último dia 30 de março. De acordo com o hospital, Benke saiu da unidade de saúde “feliz por estar indo para casa e rever toda a família”.
- Redação
- 01 Abr 2021
- 13:42h
(Foto: Reprodução)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quarta-feira (31), que não recomenda o uso da ivermectina no tratamento de pacientes diagnosticados com a Covid-19. A recomendação foi divulgada em um comunicado em que a agência internacional afirma que o uso do medicamento em infectados pelo Sars-CoV-2 deve ser feito somente em ensaios clínicos, dentro de protocolos de pesquisa. O órgão orienta que o antiparasitário não seja administrado “independentemente do nível de gravidade ou de duração dos sintomas” da Covid-19. É importante lembrar que o uso indiscriminado de remédios pode causar problemas sérios de saúde. O Brasil já registra casos de pessoas que entraram na fila do transplante em São Paulo por problema hepáticos devido ao uso de medicamentos do "kit Covid" O consumo exagerado da ivermectina, por exemplo, vem resultando em casos de hepatite medicamentosa, uma grave inflamação do fígado.