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O governador da Bahia, Rui Costa (PT), voltou a permitir a realização de eventos com até 50 pessoas na Bahia. Desde 4 de dezembro do ano passado, ssas atividades estavam proibidas, independentemente do número de pessoas, para evitar aglomerações e, assim, conter a contaminação pelo novo coronavírus. A nova regra está em decreto publicado na edição desta terça-feira do Diário Oficial do Estado. Ao fixar o limite máximo de 50 pessoas, a norma diz que ficam vedados "os eventos e atividades com a presença de público superior a 50 (cinquenta) pessoas, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas, tais como: eventos desportivos, religiosos, cerimônias de casamento, feiras, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica." A medida vem na esteira de uma série de flexibilizações que o governo estadual e prefeituras vêm fazendo nas medidas restritivas de combate à Covid-19. Em Salvador e Região Metropolitana, por exemplo, atividades econômicas não essenciais como comércio de rua, shoppings e centros comerciais e bares e restaurantes estão com funcionamento liberado deste o último dia 5, com anuência do estado. As liberações, no entanto, acontecem em um momento de quantidade de casos e óbitos ainda alta na Bahia. Nesta manhã, a ocupação de leitos de UTI adulto está em 84% no estado - o governo argumenta ter aberto uma quantidade maior de UTIs do que o existente na primeira onda, o que dá maior segurança para flexibilizações. Entre domingo e segunda (12), a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) registrou 1.581 novas contaminações pelo novo coronavírus e 95 novos óbitos. O número de internados com casos graves da Covid-19 voltou a crescer na Bahia e atingiu um novo recorde: são 1.316 pacientes com a doença ocupando leitos de terapia intensiva no estado, o maior número de toda a pandemia.
- Redação
- 12 Abr 2021
- 16:28h
(Foto: Reprodução)
A China reconheceu, neste sábado (10), que a eficácia da vacina CoronaVac, produzida no país para enfrentar a Covid-19, pode ser melhorada. Segundo o diretor dos Centros de Controle de Doenças da China, Gao Fu, o governo do país considera misturar as vacinas de Covid-19 produzidas por lá para aumentar a taxa de efetividade delas. As informações são do G1.
A Eficácia da CoronaVac chegou a ser avaliada em 50,4% por pesquisadores. O limite estabelecido por especialistas em saúde é de 50%. A mais eficaz, produzida pela Pfizer/BioNTech, tem taxa de 97%. No Brasil, o Instituto Butantan adquiriu o imunizante chinês, que já é aplicado na população.
Estudos indicam que a mistura de vacinas, ou imunização sequencial, pode ser fator determinante no aumento da eficácia. Na Inglaterra, já se estuda a combinação entre o imunizante de Oxford/AstraZeneca com a Pfizer/BioNTech.
Uma das possibilidades citadas por Gao para mudar a estratégia seria a tecnologia de mRNA, utulizada na Pfizer/BioNTech. “Todos deveriam considerar os benefícios que as vacinas de mRNA podem trazer para a humanidade. Devemos seguir com atenção e não ignorar só porque já temos vários tipos de vacinas”, pontuou.
Antes, ele havia questionado a segurança deste tipo de imunizante, pois eles estavam sendo utilizados pela primeira vez em pessoas saudáveis.
Porta-voz da Sinovac, Liu Peicheng entende os vários níveis de eficácia encontrados, e justifica que isso pode ocorrer por causa da idade das pessoas em estudo, os tipos de cepa analisados e outros fatores.
Vacinas da Sinovac e Sinopharm, além de terem vindo ao Brasil, foram exportadas para outros 21 países.
O imunizante que usa o processo de mRNA leva para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus. A CoronaVac usa o vírus inativado e a vacina de Oxford usa o chamado vetor viral.
- Redação
- 12 Abr 2021
- 12:31h
Há promessa de 20 milhões de doses da Oxford-AstraZeneca por 4 euros por unidade (cerca de R$ 26,5) | Foto: Reprodução
Em plena disputa global por vacinas para a Covid-19 é possível receber, via WhatsApp, uma proposta de 20 milhões de doses da Oxford-AstraZeneca por 4 euros por unidade (cerca de R$ 26,5), informa o jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo a publicação, o preço e o cronograma de entrega, em até 30 dias, são melhores do que o governo federal obteve em grandes negociações. A oferta que parece de ouro, porém, não tem garantia de entrega ou aval da fabricante: é um retrato do mercado paralelo de vacinas, que levanta alertas sobre risco de golpe.
O volume de doses que poderiam imunizar uma cidade do porte de São Paulo foi proposto ao Estadão pela empresa alemã GB Trading, que vende luvas, máscaras e álcool em gel pela internet. A exigência é pagar metade do valor antecipadamente. Cobrado sobre provas de que a compra é segura, o vendedor se esquivou, ficou irritado e negou ser um golpista.
Apesar de caricata, a oferta foi uma das que atraíram Christian Faria, empresário do setor de aluguel de trio elétrico em Vila Velha (ES). Ele procurou por meses fornecedores de vacinas na internet, repassou a proposta da GB Trading ao Ministério da Saúde e chegou a se reunir com a cúpula da pasta, em fevereiro.
Neste encontro, apresentou a oferta de outro parceiro, mas de doses da mesma fabricante. No fim de março, Faria se tornou alvo de investigação da Polícia Federal (PF) justamente por entregar documentos falsos nessas negociações. O empresário nega a acusação.
- Redação
- 12 Abr 2021
- 07:50h
(Foto: Reprodução)
Segundo novo boletim médico, o estado de saúde do ator Paulo Gustavo apresentou nas últimas horas "sinais de gravidade". "A situação clínica do paciente é crítica e todos os profissionais têm se empenhado incessantemente pela sua recuperação", diz a nota divulgada hoje (11), através do Instagram, pelo marido do ator, o dermatologista Thales Bretas. O boletim aponta que, "as diversas complicações pulmonares já demandaram procedimentos invasivos como broncoscopias, pleuroscopias e colocação de dispositivos intrapulmonares". "Às fístulas bronco-pleurais identificadas e tratadas somaram-se a complicações hemorrágicas, mas que vêm respondendo, de certa forma satisfatória, à reposição dos fatores da coagulação deficitários", explica a nota. O ator e humorista está internado desde o dia 13 de março em um hospital do Rio de Janeiro, após receber diagnóstico de Covid. Desde o dia 21 de março, ele também estava respirando com ajuda de ventilação mecânica.
- Redação
- 12 Abr 2021
- 06:59h
(Foto: Reprodução)
O Governo do Estado decidiu prorrogar o toque de recolher, a proibição das aulas presenciais e a suspensão de eventos em toda a Bahia. As medidas, que venceriam nesta segunda-feira (12), passam a valer até 19 de abril. A prorrogação será publicada ainda neste domingo (11), na versão on-line do Diário Oficial do Estado (DOE).
Também fica vedada a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, no período das 18h do dia 16 até as 5h de 19 de abril. No período das 20h às 5h, em toda a Bahia, segue restrita a locomoção de pessoas, sendo vedados a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas.
Segue proibida ainda, em todo o território baiano, a prática de quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras até 19 de abril, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações. Continua autorizado o funcionamento de academias e estabelecimentos voltados para a realização de atividades físicas, desde que limitada a ocupação ao máximo de 50% da capacidade do local, observados os protocolos sanitários estabelecidos.
Transporte
A circulação dos meios de transporte metropolitanos deverá ser suspensa das 20h30 às 5h, até 19 de abril. A circulação dos ferry boats também será suspensa das 20h30 às 5h do dia 12 a 16 de abril, ficando vedado o funcionamento nos dias 17 e 18 de abril.
A circulação das lanchinhas fica proibida das 20h30 às 5h, até 19 de abril, limitada a ocupação ao máximo de 50% da capacidade da embarcação nos dias 17 e 18 de abril.
Aulas presenciais e eventos
Continuam suspensas, até 19 de abril, as aulas presenciais nas unidades de ensino, públicas e particulares, ressalvados os estágios curriculares obrigatórios dos cursos da área de saúde.
Permanecem proibidos também os eventos e atividades, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas, como eventos desportivos coletivos e amadores, cerimônias de casamento, eventos recreativos em logradouros públicos ou privados, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica.
- Redação
- 11 Abr 2021
- 11:36h
No cenário mais provável, o país deve contabilizar 591,9 mil óbitos no mesmo período | COVID-19 Publicado em 11/04/2021 às 07h18. Instituto nos EUA projeta que Brasil terá mais de 650 mil mortes até agosto No cenário mais provável, o país deve contabiliza
O Brasil pode chegar a 653,8 mil mortes no dia 1º de agosto no pior cenário projetado pelo Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação (IHME) da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, informa o colunista Leonardo Sakamoto, do portal UOL. Isso se refere a uma situação em que os vacinados deixam de usar máscaras e voltam a adotar o mesmo nível de deslocamento que antes da Covid — o imunizante te protege de desenvolver a doença, não de transmitir o coronavírus. O instituto publicou atualização das projeções na sexta (9).
O país atingiu, neste sábado (10), o total de 351.469 óbitos, dos quais 2.535 registrados nas últimas 24 horas, em meio a críticas do presidente Jair Bolsonaro contra a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, de ordenar a instalação da CPI da Pandemia no Senado, para avaliar as ações e omissões do governo federal.
De acordo com Skamoto, no cenário mais provável, o país deve contabilizar 591,9 mil óbitos no mesmo período. Isso se refere a uma situação em que as variantes conhecidas continuam a circular, mas o governo consegue aumentar a distribuição de vacinas em um prazo de 90 dias. Os sistemáticos atrasos no cronograma de vacinação por parte do Ministério da Saúde, por falta de imunizantes, contudo, podem afetar essa projeção negativamente.
Da mesma forma, quanto mais tempo o país vive uma situação de contágio intenso, maior é a probabilidade de gerar variantes mais transmissíves e mais violentas.
- Redação
- 11 Abr 2021
- 10:28h
(Foto: Reprodução)
O escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil emitiu nota na última sexta-feira (09) sobre a situação da covid no país. A entidade aponta que o Brasil caminha para uma catástrofe, e que medidas rigorosas de isolamento social são urgentes. O país é o epicentro da pandemia no mundo e, oficialmente com 348 mil mortes e mais de 13 milhões de infectados, está a menos de um dia de passar das 350 mil vítimas desde o início do surto, em março do ano passado. 7
“As Nações Unidas instam os governos a adotar estratégias de restrição da circulação de pessoas e a prover o apoio necessário à população para que essas medidas possam de fato ser cumpridas”, afirma a ONU. O alerta veio no mesmo dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) comparou a situação brasileira a um inferno furioso. Inúmeras instituições nacionais e internacionais clamam por medidas que protejam as pessoas da covid-19, que mata mais de 3 mil pessoas por dia no Brasil.
Entretanto, o presidente Jair Bolsonaro rejeita a ciência e reafirma sua posição contrária ao salvamento de milhares de vidas brasileiras. Ao contrário, ele incentiva e promove aglomerações, e rejeita ações básicas de proteção à vida como o uso de máscaras. Neste cenário, o Brasil vive o colapso dos sistemas de saúde nos estados e municípios, com falta de leitos para internar doentes graves em todas as regiões. Pessoas morrem em casa sem conseguir atendimento hospitalar.
“O Sistema ONU acompanha com preocupação o recrudescimento da pandemia de covid no Brasil e ressalta a necessidade de adoção de medidas preventivas para diminuir a curva de transmissão do coronavírus e garantir o direito humano à saúde”, alerta a mensagem. Por fim, a entidade reafirma que o Brasil representa um perigo para todo o mundo.
Com o vírus circulando livremente e em grande intensidade, são maiores as chances de mutações do vírus para cepas mais agressivas e resistentes. “O aumento persistente no número de casos e de óbitos deve servir de alerta para todos – governos, população, sociedade civil, academia, setor privado, instituições religiosas, entre outros – quanto à urgência de interromper a escalada da doença no país, sobretudo para evitar o surgimento de novas variantes do vírus”, aponta.
- por Matheus Caldas
- 10 Abr 2021
- 18:18h
Foto: Paula Fróes / GOVBA
A Bahia registrou diminuição no número óbitos e de novos casos da Covid-19 neste sábado (10). O boletim da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) aponta que foram registrados 3.213 novos casos e 98 mortes nas últimas 24h.
O número é menor que o apresentado na última sexta-feira (9), quando a Sesab divulgou ao público mais 4.283 casos do novo coronavírus, com 115 óbitos.
Dos 835.962 casos confirmados desde o início da pandemia, 805.347 já são considerados recuperados, 14.170 encontram-se ativos e 16.445 tiveram óbito confirmado.
- por Ana Estela de Sousa Pinto | Folhapress
- 10 Abr 2021
- 07:15h
Foto: Reprodução / Poder360
O Brasil não vai conseguir domar a pandemia de coronavírus se priorizar apenas a vacinação, afirmou nesta sexta (9) a OMS (Organização Mundial da Saúde).
"Temos que parar de pensar que a crise se resolve com uma ou outra medida. A vacina é apenas um componente, e é preciso adotar ações amplas, apoiadas por líderes, apoiadas pelos governos", disse a líder técnica para Covid-19 da entidade, Maria van Kerkhove.
Ela afirmou que, apesar do avanço nas campanhas de vacinação, "a trajetória desta pandemia está indo na direção errada": "Estamos há seis semanas com os números de casos e de mortes em alta."
Segundo a OMS, embora seja crucial imunizar idosos e profissionais de saúde para reduzir mortes desnecessárias, continua sendo essencial identificar pessoas infectadas e isolá-las rapidamente. Além disso, é preciso evitar contatos entre as pessoas para segurar a transmissão e evitar o aparecimento de novas variantes que escapem da vacina.
O conselheiro sênior da direção-geral da OMS Bruce Hayward também afirmou que a vacinação pode proteger pessoas mais vulneráveis e reduzir hospitalizações, mas não vai afetar a dinâmica da pandemia na população. "São as medidas básicas de distanciamento físico que seguram a transmissão", disse ele.
Isso ocorre porque, até agora, não há informação suficiente sobre a capacidade da vacina de reduzir o contágio nem sobre a duração da imunidade provocada por ela. Além disso, faltam no mundo imunizantes para acelerar a proteção das populações.
De acordo com Van Kerkhove, nos países em que as medidas não estão sendo adotadas, é necessário entender por quê: "É um problema das políticas públicas? Falta apoio para que as pessoas possam ficar em casa?".
Os diretores da OMS voltaram a descrever o quadro brasileiro como "muito grave" e afirmaram que a organização está em contato com equipes de saúde pública em todos os níveis para tentar ajudar a reduzir infecções e mortes por Covid-19 no Brasil.
O Brasil vive uma situação crítica, com recordes trágicos se acumulando. O ano atual concentra os 32 dias com mais vidas perdidas em 24 horas. Desses, 30 dias ocorreram em março ou abril.
Na quinta, pelo segundo dia na mesma semana e na pandemia, o Brasil registrou mais de 4.000 mortes em 24 horas. Foram 4.190 óbitos. O recorde de mortes, alcançado na última terça, é de 4.211.
Além dos EUA, que tem uma população consideravelmente maior, é o único país no mundo com registros mais regulares a atingir essa marca.
No estado de São Paulo, metade dos municípios registrou mais mortos do que nascidos em março deste ano, segundo os números de certidões de óbito e nascimento emitidas pelos cartórios locais. De acordo com especialistas, o impacto da pandemia do novo coronavírus foi fundamental para a ocorrência desse fenômeno.
- Redação
- 09 Abr 2021
- 18:21h
(Foto: G1 | BA)
Um acidente na manhã desta sexta-feira (9), envolvendo um carro e duas profissionais da área da Saúde em um drive-thru de vacinação da Covid-19, em São Sebastião do Passé, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), causou angustia em quem estava no local. Por causa do acidente, a imunização foi suspensa no local. Conforme divulgou o Portal G1, a secretaria de saúde da cidade informou que um idoso perdeu o controle da direção do veículo que estava dirigindo e atingiu as mulheres. Uma das vítimas ficou com as pernas presas embaixo do veículo enquanto populares tentavam tirar o carro de cima da profissional. Ainda de acordo com a secretaria de saúde da cidade, as duas mulheres foram socorridas e levadas ao Hospital Municipal Albino Leitão. Elas tiveram apenas escoriações e estão em observação. O homem que dirigia o veículo recebeu atendimento médico e passa bem.
- Redação
- 09 Abr 2021
- 17:12h
(Foto: Reprodução)
Um estudo coordenado pelo Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CDTS/Fiocruz) constatou quatro casos de reinfecção por covid-19 em que os pacientes tiveram sintomas mais fortes da doença na segunda contaminação, apesar de os dois episódios terem sido considerados leves, sem hospitalização. Em ao menos um desses casos, a reinfecção foi provocada pela mesma variante do primeiro episódio. A pesquisa será publicada na forma de artigo científico na revista Emerging Infectious Disease (EID), do Centro de Controle e Prevenção de Doença dos Estados Unidos (CDC). Além da Fiocruz, participaram pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa (Idor) e da empresa chinesa MGI Tech Co. Segundo o coordenador do estudo, o virologista do CDTS/Fiocruz Thiago Moreno, a constatação reforça que uma parcela da população que tem a doença na forma branda não desenvolve memória imunológica. “Demonstramos que um grupo de pessoas com sintomatologia leve para covid-19 teve um segundo episódio de covid um pouco mais forte, porque não foi capaz de gerar uma imunidade de memória depois do primeiro episódio. Assim como vários casos brandos de covid-19, esses indivíduos tiveram o controle dessa primeira infecção pela resposta imune inata, aquela que não forma uma memória consistente e de longo prazo”.
- Redação
- 09 Abr 2021
- 16:27h
(Foto: Reprodução TV Bahia)
Em entrevista para a TV Sudoeste nesta sexta-feira (09), o médico Sandro Bahia, falou sobre a situação da Covid dentro dos hospitais, falou sobre tratamento de pacientes e a rotina de trabalho de toda equipe médica. Questionado sobre como estão os profissionais da saúde nesta altura da pandemia, ele relatou que estão bastante cansados. Disse que no início da pandemia o medo era era entrar num plantão de tratamento de paciente da Covid e alguns dias depois não saber se voltaria a trabalhar pois poderiam estar infectados. Depois foi confirmado que as medidas de prevenção nos hospitais eram eficazes. Em continuidade na entrevista ele disse que cansa muito, que é um grande estresse trabalhar no olho do furacão, no caso na UTI de tratamento de pacientes com Covid-19. No entando o ideal mesmo é todos colaborarem com as medidas de prevenção, a vacina chegar para todos e assim os casos diminuírem e essa pandemia sumir de vez.
- Redação
- 09 Abr 2021
- 09:41h
(Foto: Reprodução Redes Sociais)
Na noite desta quinta-feira (08), morreu em Itabuna, vítima de Covid-19, o cabo da Polícia Militar Ricardo Moreira Valadares, lotado na cidade de Buerarema. Durante a semana, por meio de redes sociais, familiares e amigos do policial já vinham fazendo pedidos de oração pelo estado de saúde dele, que era delicado. Na manhã desta sexta-feira (09), a corporação emitiu uma Nota de Pesar em decorrência do falecimento do policia. Cabo Valadares era considerado bom pai de família, policial dedicado, pessoa de bem, muito querido pelos familiares e amigos. Itabuna registra, de acordo com o boletim da Vigilância Epidemiológica, 480 óbitos em decorrência da Covid-19. A equipe do Verdinho Itabuna expressa profundos sentimentos a todos que perderam entes queridos ou amigos para a Covid-19.
- Redação
- 07 Abr 2021
- 16:44h
Governador afirmou, no entanto, que pretende avaliar, daqui a uma ou duas semanas, uma possível liberação para os bares e restaurantes voltarem a comercializar os produtos |
O governador Rui Costa comentou nesta quarta-feira (7), durante entrevista ao programa Balanço Geral, da RecordTv Itapoan, sobre a possibilidade de flexibilização do decreto estadual que impede a venda de bebeidas alcoólicas durante o final de semana em bares e restaurantes. O Estado tem sido pressionado por entidades e asociações do setor que cobram a liberação do comércio de bebidas aos sábados e domingos.
Para Rui, no momento, não há previsão para reverter ou editar o decreto que suspende a venda de bebidas nesses estabelceimentos, pois, segundo ele, o consumo de produtos alcoólicos nesses locais, gera aglomerações desnecessárias e dificulta o combate á Covid-19.
“Não existe nesse momento como reverter. A vida está em primeiro lugar. Eu respeito a opinião de todos, não vou contestar. Mas existe um consenso de todos que o consumo de alcoól gera aglomeração. O grau de contaminação associado ao alcoól é muito alto. Já liberamos durante a semana. Se querem beber, compra durante a semana e bebe em casa, com sua família. Hoje nós saímos de 22 mil casos ativos para 13.800 mil contmainados ativos. A abertura tem que ser gradual. Aquelas reuniões de bar só contribuem para a contmainação nos finais de semana”, explicou o govenrador.
Segundo o governador, aos finais de semana, 80% da conta das pessoas que frequentam bares e restaurants aos finais de semana é com bebida. Por isso, não tem como o Estado identificar quem é bar e quem é restaurante, pois os bares também vendem comidas e os restaurantes também vendem bebidas. No entanto, ele afirmou que pretende avaliar, daqui a uma ou duas semanas, uma possível liberação.
“É dificíl identificar o que é bar e o que é restaurante. Neste momento não é possível, quem sabe daqui a uma ou duas semanas, possamos liberar em alguns horários. Peço a compreensão de todos. A decisão de abrir e manter fechada vai caber a cada um sobe o seu negócio. Se agente continuar caindo o número de contaminados, quem sabe a gente não pensa em liberar alguns horários depois. Mas temos que ter cautela”, completou.
- Ailma Teixeira
- 07 Abr 2021
- 14:29h
(Foto: Reprodução)
Um dos convidados a participar do 18º Fórum Mundial de Ética nos Negócios - “Mudando Paradigmas em um Mundo Pandêmico: Como recuperar a confiança? Saúde, felicidade e ética”, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), usou sua apresentação para destacar o cenário nacional no âmbito da pandemia. Rui defendeu que, para adquirir mais confiança, como propõe o título do evento, é necessário colocar as pessoas no centro das políticas públicas e lamentou que isso não tenha sido feito no Brasil.
"Aqui no estado da Bahia, nós temos buscado fazer isso, fazendo o maior investimento do nosso estado em saúde pública. São 25 policlínicas regionais, 10 unidades hospitalares novas apenas no meu mandato, mas no plano nacional infelizmente não temos a mesma postura", criticou durante o evento transmitido ao vivo, no Youtube, na manhã desta quarta-feira (7).
Além de Rui, o evento contou com representantes de diferentes países, em uma realização da International Association for Humans Values (IAHV), fundada pelos líderes humanitários Sri Sri Ravi Shankar e Dalai Lama. A organização tem caráter educacional, social e humanitário, e atua por meio do trabalho voluntário em mais de 155 países.
Ao discursar, o governador petista apresentou alguns indicadores da pandemia no Brasil. "O Brasil vive uma tristeza muito grande, só ontem foram 4.195 óbitos, já passamos de mais de 330 mil mortes e esse número está muito acelerado, com taxa de ocupação de 80%, 90% em alguns estados", frisou.
A Bahia é um desses exemplos. Atualmente, o painel de acompanhamento da pandemia feito pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) aponta taxa de ocupação em 83% nas UTIs Covid. Mas esse índice já foi pior, o que fez diversas cidades, como Salvador, passarem por mais de um mês com restrições ao comércio.
Na capital baiana, por cinco semanas apenas os estabelecimentos ligados a serviços essenciais puderam funcionar normalmente. Com a flexibilização ocorrida agora, as atividades econômicas vêm sendo retomadas, com horários e dias de funcionamento escalonados..
VACINAÇÃO NO BRASIL
Ao longo de sua apresentação, o governador também mencionou a lentidão na campanha de vacinação e os entraves feitos pelo governo federal. Em mais essa oportunidade, ele teceu críticas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que ainda não concedeu autorização para a importação de doses da Sputnik V, imunizante russo contra a Covid-19.
"A agência reguladora brasileira, Anvisa, que é um órgão do governo federal, ainda protela e adia a compra dessas vacinas". (...) E o pior, já que estamos discutindo ética, confiança, infelizmente também conhecemos o pior do papel de empresários, políticos. Pra nossa tristeza, a Câmara Federal ontem aprovou um projeto de lei que permite aos ricos que se vacinem antes dos pobres, o que, infelizmente, vai na contramão do que é a história da saúde pública brasileira", destacou o governador.
Ele pontua que o projeto ainda vai passar pelo Senado, mas já gera repercussões e questionamentos sobre quais empresas vão querer associar sua imagem e responsabilidade social à compra de imunizantes para que a população rica seja imunizada antes das demais pessoas. Na Câmara, o texto-base do projeto foi aprovado, com a permissão para que as empresas vacinem seus funcionários antes mesmo do governo federal ter imunizado todos os públicos prioritários.