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Foto: Reprodução site governo da Bahia
A Comissão Intergestores Bipartite (CIB) autorizou neste sábado (1º), dia do Trabalhador, a inclusão de pessoas com doenças crônicas e deficiência permanente nos grupos a serem vacinados contra a Covid-19. Em sintonia com o Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, ela será escalonada, por faixa etária. A CIB é uma instância deliberativa do SUS, na qual reúne representantes dos 417 municípios baianos e o estado.
De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a decisão será publicada no Diário Oficial da próxima terça-feira (4), mas já vale para todo o território baiano neste domingo (2) . “Esses grupos representam mais de 1,7 milhão de baianos e, no Brasil, 28 milhões de pessoas. Diante desse quantitativo expressivo, se faz necessário escalonar, por faixa etária, a imunização desse público”, afirma o secretário.
Na primeira fase, a vacinação ocorrerá em pessoas com doenças crônicas de 59 a 55 anos e pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 59 a 55 anos. Também está autorizada a imunização das gestantes e puérperas que comprovem a existência de comorbidades, independentemente da idade, ressalvada a indicação clínica dos fabricantes dos imunobiológicos, que são para maiores de 18 anos.
É importante ressaltar que a gestante com comorbidade deverá comprovar a condição de risco, conforme recomendações do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde, a exemplo de exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, dentre outros. Adicionalmente, poderão ser utilizados os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde. A vacinação poderá ocorrer independentemente da idade gestacional. No caso da puérpera, ao ser vacinada, na condição de lactante deverá ser orientada a não interromper o aleitamento materno.
Ainda ficou pactuado que a ampliação da faixa etária de outros públicos anteriormente aprovados, como trabalhadores da educação, forças de segurança, rodoviários, dentre outros, se dará na medida que forem vacinadas todas as pessoas com doenças crônicas e deficiência permanente com mais de 40 anos.
- por Mário Guedes I Brumado Urgente
- 01 Mai 2021
- 16:28h
Fotomontagem: Laércio de Morais I Brumado Urgente
Brumado fechou o mês de abril com uma redução de 85% no número de casos de Covid quando comparado a março. Abril teve 1.107 casos, o que significa 938 a menos que março que teve 2.045 casos.
Em relação aos óbitos, foram registradas 39 mortes, uma queda de 59% em relação a março que teve 62 mortes.
Apesar da redução no número de infectados e óbitos, Brumado permanece na liderança quando comparado com Guanambi e Vitória da Conquista é o que demonstra os indicadores:
Os indicadores mais citados no acompanhamento da pandemia são as taxas de infecção e a de mortalidade por 100 mil habitantes. A projeção, que reflete o impacto do coronavírus em determinado local é feita dividindo-se o número de contaminados e de mortes pela quantidade de habitantes de certa localidade e multiplicando o resultado por 100 mil. Usando a fórmula, projetamos para um universo de 67.195 pessoas, população de Brumado.
Em infecção, Brumado fechou abril com 1.107 casos contra 723 de Guanambi e 751 de Vitória da Conquista, ou seja, Brumado terminou 53% acima de Guanambi e 47% acima de Vitória da Conquista.
E em mortes Brumado fechou abril com 39 óbitos contra 14 de Guanambi e 11 de Vitória da Conquista, ou seja, Brumado terminou 179% acima de Guanambi e 255% acima de Vitória da Conquista.
No quesito “Casos Ativos” observou-se um número alarmante em Brumado, média diária de 651 pessoas contaminadas contra 151 de Guanambi e 92 de Vitória da Conquista.
O elevado número de Brumado credita-se a alta Taxa de Positividade que atingiu em abril o percentual de 67,1%, número bem acima do recomendado pela OMS que considera a pandemia controlada quando este valor é inferior ou igual a 5% .
Número alto de pessoas contaminadas é “combustível" para novas infecções, gerando aumento do número de casos e mortes.
- Alexandre Santos
- 30 Abr 2021
- 11:19h
Governador cobrou realização de testes para investigar suspeita de que imunizante possui adenovírus replicante | Rui Costa (PT), governador da Bahia, em entrevista à GloboNews
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), pediu na manhã desta sexta-feira (30) que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) analise “com boa vontade” as suspeitas sobre a presença de adenovírus replicante em lotes da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto russo Gamaleya em parceria com a farmacêutica brasileira União Química. Na última segunda (26), a agência rejeitou, por unanimidade, a importação e o uso do fármaco russo pelo Brasil. Um dos técnicos do órgão apontou “falta de documentação” e possíveis riscos do imunizante à saúde, dentre os quais a presença ou não de adenovírus com capacidade de replicação no corpo dos pacientes que receberem doses da vacina.
“O que nós queremos é um pouco de boa vontade da Anvisa e de determinação para fazer a pesquisa. Sobre esse debate [da presença do adenovírus], eu não sou cientista biológico. Eu assisti recentemente ao CTNBio, que é o órgão brasileiro para cuidar da biossegurança, um vídeo longo, de mais de 30 minutos, em que ele ratifica que não tem o vírus replicante e autoriza, legitima o uso da vacina. É um órgão federal responsável por biossegurança no Brasil”, declarou Rui Costa em entrevista à GloboNews.
Ao mencionar a CTNbio, o governador refere-se à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, que aprovou requisitos de biossegurança da Sputnik V. Embora o aval da CTNBio seja condição para a inserção de qualquer organismo geneticamente modificado no mercado brasileiro, a exemplo da vacina russa, o uso do imunizante dependerá de aprovação também da Anvisa.
Por isso, avalia Rui Costa, o ideal é que a própria agência realize os testes. “Recentemente, depois do contraponto do Instituto Gamaleya, ela [a Anvisa] disse que não testou a vacina. Então, ao invés de ficar com polêmicas, o que nós esperamos da Anvisa é que ela pegue um lote de vacinas e faça o teste. Ou ela própria ou encomende um laboratório isento que faça os testes pra saber se tem ou não esse vírus replicante, ao invés de ficar num debate sem sentido. Quem está precisando da vacina urgentemente somos nós, os brasileiros. Nós queremos uma posição técnica da Anvisa, com boa vontade de analisar e dizer ao povo brasileiro ‘está aqui, peguei um lote de vacina aleatório, testei e tem ou não tem o vírus replicante”, afirmou.
O governador disse não acreditar que a Sputnik possa causar eventos graves em que recebê-la. “Aqui, na Argentina, eles já vacinaram milhares de pessoas. Aqui, no México, já vacinaram milhares. São 62 países que estão aplicando essa vacina. Mais de 20 milhões de pessoas já tomaram essa vacina. Então alguém haveria de reportar se algum fato relevante tivesse ocorrido. É preciso que a Anvisa ajude a alertar a humanidade do risco que está se correndo com essa vacina.”
Diante do impasse, Rui Costa diz ter cobrado da Agência cópias dos documentos que balizaram seu parecer sobre sua negativa. “Nós protocolamos dois pedidos essa semana à Anvisa. Primeiro: que ela nos dê cópia dos documentos que ela utilizou para dar o parecer. Segundo: nós anexamos toda a resposta que recebemos essa semana do Instituto Gamaleya, pois queremos que a Anvisa se posicione sobre esse documento denso”, explicou.
Senador Otto Alencar (PSD-BA) conduz escolha de presidente e vice-presidente do colegiado (Imagem: Reprodução/TV Senado)
Titular da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, o senador Otto Alencar (PSD-BA), relatou em entrevista ao portal UOL que passou a receber ameaças até de grupos evangélicos pelo seu papel no colegiado. “Foram várias mensagens [com ameaças]. De homens, de mulheres, de jovens… Inclusive, alguns desses casos eram de igrejas evangélicas”, contou ele, durante programa Baixo Clero, podcast de política do site.
Alencar citou uma mensagem enviada a partir de um número que seria da Igreja Batista Internacional Monte Sinai, em Minas Gerais. “[A mensagem era] de uma senhora, eu não tenho como publicar, era de uma agressividade, com palavras de baixo calão, coisas que não têm nenhum cabimento, até porque eu apenas iniciei a sessão preparatória para a escolha dos nomes”, lamentou (assista a partir de 5:35).
“Eram mensagens muito agressivas, ameaçadoras”, disse. O senador fazia referência à reunião que ele convocou, para a terça-feira passada (27), como sessão preparatória para decidir os nomes de presidente e vice-presidente da CPI (assista a partir de 3:33). “Eu publiquei a convocação para dia 27 [de abril] às 10h. A partir daí, foram incontáveis mensagens, tive dificuldade até de deletar porque era uma quantidade grande.”
Ele disse que as ameaças vinham “de todos os estados do Brasil, sobretudo do Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais” (assista a partir de 4:21). Aos 73 anos, Alencar convocou a sessão por ser o parlamentar mais velho entre os membros da CPI. Ele contou que algumas mensagens faziam menção inclusive ao endereço em que mora em Brasília.
Aos 73 anos, Alencar convocou a sessão por ser o parlamentar mais velho entre os membros da CPI. Ele contou que algumas mensagens faziam menção até mesmo ao endereço em que mora em Brasília.
Segundo ele, os números de origem de mensagens com ameaças foram encaminhados à Polícia Legislativa. O órgão tem como atribuições a garantia da segurança, fazendo o policiamento das áreas do Senado, e de investigação de crimes. Na quarta-feira, Alencar revelou as ameaças ao dizer que o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem tentado intimidar a CPI. “O governo tem apelado de todas as formas para desestabilizar a CPI”, afirmou então o senador em entrevista à CNN Brasil
- Redação
- 29 Abr 2021
- 08:56h
(Foto: Reprodução)
Os imbróglios envolvendo a vacinação contra a Covid-19 no Brasil têm gerado muitas dúvidas à população, sobretudo aos que aguardam a segunda dose da vacina.
Pensando nisso, o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, publicou em seu perfil no Instagram, nesta quinta-feira (29), uma lista com perguntas e respostas que podem ajudar com alguns esclarecimentos.
Na publicação, Vilas-Boas explica a motivação da falta de vacina, as implicações disso e o que fazer caso o tempo estipulado para a aplicação da segunda dose seja ultrapassado. Confira abaixo:
1) Por que está faltando vacinas para a segunda dose?
De acordo com o Ministério da Saúde, os fabricantes não estão conseguindo entregar as vacinas conforme contrato estabelecido, sobretudo, por dificuldades na importação do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), que é a base da produção da vacina. Deste modo, o cronograma de entregas previsto pelo Ministério da Saúde não está sendo cumprido, ocasionando o desabastecimento da segunda dose na maioria dos municípios baianos.
Cabe esclarecer 60% das segundas doses a serem aplicadas a partir de 1º de maio já foram enviadas aos municípios. Os 40% restantes aguardam envio do Ministério da Saúde. Vale ressaltar que neste período foram identificados frascos que embora indicassem conter 10 doses, apresentavam nove e em alguns casos oito doses.
2) O Governo do Estado e as prefeituras não deveriam provisionar 50% do que fosse entregue pelo Ministério da Saúde a fim de garantir as duas doses?
Até a sétima entrega realizada pelo Ministério da Saúde, o Estado provisionava 50% do carregamento a fim de garantir a imunização completa com a segunda dose. Entretanto, por determinação do Ministério da Saúde, as remessas posteriores foram integralmente distribuídas sem que existisse a retenção habitual. Na prática, isso significa que o Ministério da Saúde tem a obrigação de garantir a segunda dose em tempo hábil, sob risco de reduzir o efeito da primeira dose.
3) Qual a implicação disso?
Pode acontecer uma menor proteção em virtude da aplicação de apenas uma dose.
4) Se eu não tomar a segunda dose dentro do prazo estabelecido, perco a primeira dose?
Não há evidências de que se perca o efeito protetor. O que pode acontecer é uma menor proteção em virtude da aplicação de apenas uma dose. E assim que possível, deve-se completar o esquema vacinal com a segunda dose.
5) Terei que tomar uma terceira dose?
Não. Similar ao que ocorre com a vacina contra a gripe, o Programa Nacional de Imunização (PNI) deve incluir a vacina contra o coronavírus no calendário vacinal permanente, sendo necessário o reforço da imunização anualmente.
6) Quantos dias pode atrasar?
O fabricante da Coronavac, que é o Instituto Butantan, determina que o prazo máximo entre as duas doses seja de 28 dias. No entanto, o Ministério da Saúde tem sinalizado que este prazo deve ser ampliado para 40 dias, sem que haja redução da eficácia.
- Redação
- 29 Abr 2021
- 08:17h
(Foto: Reprodução)
Os moradores de Itapé, no sul da Bahia, foram surpreendidos com a notícia de que cerca de 20 vacinas que deveriam ser aplicadas na população, contra a Covid-19, foram roubadas dentro de um posto de saúde do município. O caso está sob investigação. Os moradores que necessitam do imunizante cobram do prefeito e dos vereadores rigor nas apurações e que responsáveis sejam punidos.
- Redação
- 29 Abr 2021
- 08:03h
(Foto: Reprodução)
Vitória da Conquista registrou, até esta quarta-feira (28), o total de 26.343 casos confirmados da Covid-19. Destes, 25.302 estão recuperados e 620 continuam em recuperação – 75 internados e 545 internados em tratamento domiciliar. Desde o mês de março de 2020, 421 pessoas foram a óbito por complicações causadas pela doença. No momento, são investigados outros 1.485 casos notificados com suspeita de Síndrome Gripal/Covid-19, que aguardam por classificação final (definição de caso como positivo, descartado ou Síndrome gripal não especificada). A Secretaria de Saúde também confirmou o óbito de quatro pacientes por complicações causadas pela Covid.
- Redação
- 28 Abr 2021
- 18:44h
(Foto: Reprodução)
A Secretaria Municipal de Saúde de Livramento de Nossa Senhora comunicou que foi registrado 01 óbito em pessoa residente do município, terça-feira, 27 de abril de 2021, na UTI, em Caetité. Com essa confirmação o município chega a 45 óbitos pela doença até a tarde desta quarta-feira (28). São 70 pacientes em tratamento e 2.133 casos registrados.
(Foto: Reprodução)
O município de Cravolândia, no Vale do Jiquriçá, registrou a primeira morte causada pela Covid-19. A informação foi divulgada em boletim desta terça-feira (27). Com isso todos os municípios do estado já registraram casos de mortes em decorrência do novo coronavírus, segundo base de dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). No mesmo boletim, a prefeitura informou que já há 236 casos confirmados da doença, sendo que 25 estão ativos, ou seja, em condições de transmitir o vírus. No município, 48 casos são considerados suspeitos e aguardam resultado de exames., e outros 160 moradores fazem isolamento domiciliar. O total de recuperados da doença é de 211.
- Raphael Minho
- 28 Abr 2021
- 16:12h
(Foto: Reprodução)
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, defendeu a vacina Sputnik V e criticou mais uma vez a Anvisa. Em entrevista à TV Bahia, nesta quarta-feira (28), o secretário afirmou que a Anvisa não prova as acusações feitas contra o imunizante russo. Nesta terça-feira (27), a agência sanitária brasileira negou a autorização da importação e o uso emergencial das doses da vacina. “O que está se replicando não é o vírus do coronavírus, é o adenovirus, que é um vírus que causa resfriado. Ninguém vai morrer por ter uma replicação. Segundo, o fabricante insiste em dizer que não há replicação, e a Anvisa não demonstra de onde saiu essa informação e deverá ser interpelada para saber onde ela obteve essa informação”, afirmou o secretário. Vilas-Boas ainda recordou que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CNTBio), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), emitiu um relatório aprovando a Sputnik V, “atestando que ela não possui adenovírus replicante” e, portanto, seria “uma vacina segura”. “É algo que gera um conflito, um contrassenso. Um órgão do governo diz uma coisa, um órgão responsável por atestar a segurança da vacina diz que ela é segura, e a Anvisa que deveria avaliar a eficácia e também a segurança, diz que ela não é segura. Ela [Anvisa] não apresenta as provas. Ela faz alusões”, completa ao dizer que a agência sanitária não mostra evidências sobre a falta de segurança do imunizante.
- Redação
- 28 Abr 2021
- 13:37h
(Foto: Reprodução)
O toque de recolher (20h às 5h) foi prorrogado em algumas cidades baianas até o dia 12 de maio. A medida, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (28), tem como objetivo conter a disseminação do novo coronavírus.
A determinação desta quarta tem como foco regiões de Barreiras e Ibotirama.. O toque de recolher prevê a restrição de locomoção noturna, sendo vedados a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas, entre 20h e 5h.
Os estabelecimentos comerciais que funcionam como restaurantes, bares e congêneres, localizados nos municípios listados abaixo, deverão encerrar o atendimento presencial às 19h, permitidos os serviços de entrega em domicílio (delivery) de alimentação até as 24h.
Também para estas cidades, fica vedada até o dia 12 de maio a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery. Ainda de acordo com o decreto, cada municípios ficará responsável por estabelecer a lotação máxima de mercados, bancos e lotéricas e por realizar a devida fiscalização.
A publicação diz ainda que as feiras livres sejam realizadas, preferencialmente, em dias úteis.
Confira a lista dos municípios:
Angical, Baianópolis, Barra, Barreiras, Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Buritirama, Catolândia, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Ibotirama, Ipupiara, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Morpará, Muquém do São Francisco, Oliveira dos Brejinhos, Paratinga, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia,São Desidério, Tabocas do Brejo Velho e Wanderley.
- Alexandre Santos
- 28 Abr 2021
- 12:50h
Secretário de Saúde de Salvador estima que imunização de grupo prioritários só seja concluída em setembro (Foto: Matheus Morais/ bahia.ba)
O secretário municipal de Saúde, Leo Prates, disse nesta quarta-feira (28) que Salvador certamente terá uma vacinação muito lenta diante dos sucessivos atrasos do governo federal no envio de imunizantes contra a Covid-19. Segundo o secretário, apesar do planejamento de governo e prefeitura para acelerar o processo, o Ministério da Saúde prometeu entregar até setembro 250 doses de vacinas destinadas a atender todos os grupos prioritários — 690 mil pessoas. Uma vacinação que, em média, poderia durar seis meses, vai aí durar o ano inteiro, na nossa expectativa, na melhor das hipóteses .Realmente vai ser uma vacinação muito lenta, muito sofrida pra todos nós,”, declarou Prates em entrevista à rádio Metrópole. Tendo de lidar com a escassez de vacinas, desta vez da CoronaVac, a capital deve atrasar a aplicação da segunda dose em ao menos 31 mil pessoas, público que deveria ser vacinado no sábado (1º) e domingo (2). Na terça (27), o Ministério da Saúde prometeu enviar na próxima semana as vacinas pendentes para concluir a imunização de três grupos prioritários “A gente tem a aplicação de CoronaVac garantida até sexta-feira. O problema é que o Ministério está dizendo que só deve entregar o segundo lote de CoronaVac pra segunda dose. Mesmo se ele entregar para a primeira dose, primeiro eu vou dar prioridade e zerar esse estoque reprimido de segundas doses que devem ficar”, explicou o secretário Ele afirma, por outro lado, que a segunda dose do imunizante AstraZeneca/Oxford esta garantida até 7 de maio
- Redação
- 28 Abr 2021
- 09:03h
(Foto: Reprodução)
A variante do coronavírus de Manaus chegou a região. Municípios bem próximos a Conquista já confirmaram os casos e divulgaram situação de alerta para a comunidade. Tanhaçu, Caetanos e Poções são algumas das cidades que o executivo municipal divulgou nota oficial confirmando os casos. Em Vitória da Conquista a situação também é de alerta.
- Redação
- 28 Abr 2021
- 07:51h
(Foto: TNH1)
A segunda dose da vacina contra Covid deve ser tomada mesmo fora do prazo recomendado pelos laboratórios, informou nesta terça-feira (27) o Ministério da Saúde. A recomendação consta de nota técnica divulgada pelo Programa Nacional de Imunizações. “Essa é a orientação do Ministério da Saúde, que reforça a importância de se completar o esquema vacinal para assegurar a proteção adequada contra a doença”, informou a pasta à imprensa. A orientação ocorre em um momento em que algumas cidades já relatam falta de doses para a segunda aplicação e há preocupação sobre o risco de atraso na entrega de doses da Coronavac. Em João Pessoa, por exemplo, a Justiça determinou que a segunda dose seja aplicada dentro do prazo. A medida judicial gerou críticas do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nesta segunda (26). Em São Paulo, até o último dia 23, a estimativa era que 278 mil pessoas que tinham recebido a primeira dose ainda não tinham recebido o reforço. O Brasil oferece hoje duas vacinas contra a Covid-19, e ambas precisam de duas doses para ter eficácia completa. No caso da Coronavac, o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 28 dias (ou quatro semanas). Já para a vacina da AstraZeneca/Oxford, o intervalo é de 12 semanas.
- Redação
- 27 Abr 2021
- 17:57h
Foto: Divulgação / Pixabay
A calamidade pública causada pela Covid-19 na Índia levou o governador do estado de Karnataka, B.S. Yediyurappa, pedir que famílias queimem os mortos pela doença em suas próprias casas. "É prudente dispor rápida e respeitosamente dos corpos de forma descentralizada, para evitar aglomerações nos crematórios e cemitérios", clamou o gestor. A prática de cremação é comum no país, de maioria de religião hinduísta. Segundo a coluna de Vilma Gryzinski, na Veja, mais de 900 milhões dos 1,3 bilhão de indianos seguem o credo. A ideia é de que os mortos têm suas almas liberadas após a cremação, e isso impulsiona mais uma volta na roda da encarnação. Os muçulmanos - 200 milhões - costumam sepultar os corpos na rua. A Índia registrou, nas últimas 24 horas, 352 mil novos casos de Covid-19 e 2.812 mortes. No total, já são quase 200 mil óbitos. Com UTIs superlotadas, falta de respiradores e outros equipamentos, doentes perdem as vidas mais rápido, e piras funerárias ao ar livre são cada vez mais frequentes. Um empresário de construção civil de Bangalore revelou ao jornal The Straits Times teve de improvisar uma cova no quintal de casa para enterrar o próprio pai. “Como hinduístas, deveríamos cremá-lo, mas todos os sete crematórios da cidade disseram que havia uma espera de 48 horas”, lamentou. A posição do primeiro-ministro, Narendra Modi, é de desespero. Disse que o país está abalado pela "tempestade". Já a Suprema Corte de Delhi avisou que se houver um culpado por comprometer a distribuição de oxigênio, "nós vamos enforcar esse homem". Atualmente, o país recebe dos Estados Unidos (EUA) e da Inglaterra concentradores de oxigênio. A situação por lá acende o alerta para outros países, como Paquistão e Nigéria. Ambos são muito populosos, e sequer começaram a vacinação ou estão em estágios muito iniciais.