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- Redação
- 09 Jul 2021
- 09:53h
(Foto: Reprodução)
O Governo do Estado decidiu prorrogar a restrição de locomoção noturna até o dia 23 de julho, em todo o território baiano. A partir desta sexta-feira (9), a medida passa a valer das 24h às 5h. Além do toque de recolher, decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta sexta-feira (9), autoriza a realização de eventos e atividades com público inferior a 100 pessoas.
A partir de 15 de julho, os eventos com até 200 pessoas poderão ocorrer somente nos municípios integrantes de região de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid permaneça, por cinco dias consecutivos, igual ou inferior a 60%. Os shows e festas, públicas ou privadas, independentemente do número de participantes, continuam proibidos até 23 de julho.
Também em toda a Bahia, os estabelecimentos comerciais que funcionem como restaurantes, bares e congêneres deverão encerrar o atendimento presencial às 23h, permitidos os serviços de entrega em domicílio (delivery) de alimentação até as 24h.
Espaços culturais
Os eventos desportivos coletivos e amadores estão autorizados, mas sem a presença de público. Já os espaços culturais como cinemas e teatros funcionarão obedecendo a limitação de 50% da capacidade do local.
Os museus, parques de exposições e espaços congêneres também podem funcionar, desde que seja garantido o distanciamento mínimo de 1,5m, sendo vedada a realização de excursões para visitações desses equipamentos.
O decreto mantém os atos religiosos litúrgicos com a ocupação limitada a 50% da capacidade do local. Academias também podem manter o funcionamento, desde que limitem a ocupação a 50% da capacidade.
Transporte
De 9 de julho até 23 de julho, a circulação dos meios de transporte metropolitanos fica suspensa no período das 0h30 às 5h. Também de 9 a 23 de julho, os ferry boats não circulam das 23h às 5h, respeitadas as normas editadas pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba).
Aulas
Conforme o decreto, as unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde. A realização das atividades letivas semipresenciais fica condicionada à ocupação máxima de 50% da sala de aula.
- Redação
- 08 Jul 2021
- 13:50h
(Foto: Divulgação)
O Município de Rio de Contas registrou na última quarta-feira (08) o 5º óbito em decorrência da Covid-19. "A Secretaria lamenta a perda de mais um paciente vítima da Covid-19, em nosso município, e solidariza-se pedindo a Deus que conforte os familiares e amigos neste momento de dor". O município conta com 05 casos ativos da doença e 596 casos confirmados.
- por Renato Machado e Washington Luiz | Folhapress
- 08 Jul 2021
- 07:59h
(Foto: Portal Paraná)
O ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias foi liberado no fim da noite desta quarta-feira (7), após pagar fiança de R$ 1.100.
Dias permaneceu mais de cinco horas detido na sede da Polícia Legislativa, no subsolo do Congresso Nacional (saiba mais aqui). Ele saiu em um carro, no banco de trás do veículo, acompanhado de sua advogada, sem falar com a imprensa.
Agentes da Polícia Legislativa não explicaram se o ex-diretor da pasta mudou em seu depoimento as falas que proferiu durante a sessão da CPI da Covid, que levaram a sua detenção.
Mais cedo, em audiência no colegiado, o senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI, deu voz de prisão a Dias. Segundo ele, o depoente mentiu em diversos pontos de sua fala e por isso determinou que a Polícia Legislativa recolhesse o ex-diretor do ministério.
"Ele está mentindo desde a manhã, dei chance para ele o tempo todo. Pedi por favor, pedi várias vezes. E tem coisas que não dá para... Os áudios que nós temos do [Luiz Paulo] Dominghetti [vendedor de vacinas] são claros", afirmou Aziz. "Ele vai estar detido agora pelo Brasil, pelas vítimas que morreram."
Ao justificar a ordem de prisão, Aziz citou áudios revelados pela CNN Brasil que contradizem a versão do ex-diretor sobre o encontro com o policial militar Luiz Paulo Dominghetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply.
Dominghetti disse ao jornal Folha de S.Paulo que o então diretor de Logística da Saúde cobrou propina de US$ 1 por dose em um jantar em um restaurante de Brasília, em 25 de fevereiro deste ano. A negociação envolveria 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra a Covid,
Apresentados na CPI, os áudios são de 23 de fevereiro, dois dias antes do jantar. No áudio, Dominghetti afirma a um interlocutor que "a compra vai acontecer", o processo está "na fase burocrática" e Dias irá assinar. Ele ainda afirma que faria reunião no dia 25 --data do jantar--, para "finalizar com o ministério".
Após a prisão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que não irá tornar nula a prisão de Dias. Segundo Pacheco, essa decisão deverá ser tomada no âmbito da própria comissão.
"A CPI tem uma existência autônoma, tem um presidente, que tem sua autoridade. Segundo eu soube, houve a decretação da prisão em flagrante pelo presidente da CPI a uma testemunha que lá estava. Foi encaminhada à Polícia Legislativa para as providências de praxe e não há o que a Presidência do Senado tenha o que fazer neste instante", afirmou.
Mais cedo, durante a sessão do Senado, senadores governistas pediram para Pacheco anular a prisão, pois ela teria ocorrido após os trabalhos no plenário serem iniciados.
"O presidente da CPI, em ato arbitrário, e a meu ver, clássico caso de abuso de autoridade, determinou a prisão do depoente sem um fato que justifique e em momento absolutamente ilegal, face o funcionamento da CPI concomitantemente com o funcionamento do plenário do Senado Federal. Peço a Vossa Excelência que, em razão do caráter de ilegalidade desse ato arbitrário, determine o seu desfazimento", afirmou o senador Marcos Rogério (DEM-RO).
Pacheco respondeu que iria aguardar a Secretaria-Geral da Mesa se posicionar sobre o ocorrido para definir o que seria feito. Após, a sessão, ele disse que, como a prisão não foi deliberada pelo plenário da CPI, não caberia à Presidência do Senado anular o ato.
"Eu tenho recomendado sempre que, ao se iniciar a sessão do Senado, é importante que se interrompam as comissões que funcionam na Casa, inclusive a CPI. Esse foi um ponto de questionamento. No entanto, não foi algo deliberado pelo plenário da CPI, foi uma decisão do presidente Omar Aziz, e isso deverá ser aferido no próprio âmbito da CPI. Não há nada, de previsão regimental, que eu possa tomar pé em relação a isso", afirmou.
- Imprensa Fenae
- 07 Jul 2021
- 09:55h
(Foto: Sindicato dos Bancários)
Em reunião com representantes dos bancários e dos trabalhadores dos Correios, nesta terça-feira (6), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a inclusão das categorias na prioridade para vacinação contra a Covid-19.
A decisão foi comemorada pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), que desde o início da imunização no país vem lutando, junto à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e demais entidades em defesa da categoria, pela vacinação dos trabalhadores.
“É uma notícia muito importante, principalmente quando o Governo anuncia a prorrogação do Auxílio Emergencial. A gente sabe o quanto esse recurso é essencial para a população e com os bancários vacinados diminuem os riscos também para as pessoas que buscam atendimento presencial na Caixa”, disse o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
Segundo o Ministério, até o final da semana será produzido um parecer técnico para formalizar a inclusão da categoria e, na próxima semana, de posse das informações sobre a distribuição dos trabalhadores em cada estado, vai encaminhar as doses para as unidades de saúde para realizar a vacinação.
A coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Uehara Prosholdt, esteve na reunião e comemorou a notícia. “Agradecemos a sensibilidade do ministro, que já havia recebido os representantes dos bancários para tratar do assunto. Esse reconhecimento é fruto da mobilização dos trabalhadores bancários e das entidades representativas.
Auxílio emergencial prorrogado – A notícia de inclusão dos bancários na prioridade do Plano Nacional de Imunização (PNI) coincide com o anúncio de prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses.
Os valores das parcelas são de R$ 150,00 para pessoas que moram sozinhas; de R$ 375,00 para mulheres que são chefes de família e de R$ R$ 250,00 para demais beneficiários. As parcelas serão pagas em agosto, setembro e outubro. O calendário de pagamento ainda será divulgado pela Caixa Econômica Federal.
- Redação
- 06 Jul 2021
- 18:32h
Secretaria da Saúde do município informou que o paciente já se recuperou e está curado da doença | Foto: Effelle/Pixabay/Divulgação Agência Fapesp
A Secretaria da Saúde do município de Candeias, na região metropolitana de Salvador, confirmou na segunda-feira (5) o primeiro caso positivo da variante Gama do coronavírus, anteriormente chamada de P.1, que surgiu em Manaus. Segundo o órgão, o paciente já se recuperou e está curado da doença.
De acordo com a prefeitura, a cidade tem registrado aumento no número de casos de Covid-19 desde fevereiro e houve uma mudança no comportamento da doença. Em nota, a secretaria pede que a população siga as medidas preventivas e reafirma o pedido para utilização de máscaras, que as pessoas conservem as mãos e ambientes higienizados e mantenham o distanciamento social.
Conforme o último boletim da Secretaria de Saúde de Candeias, na segunda-feira, a cidade possui 138 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 6.584 pessoas do município tiveram Covid-19 e 178 morreram.
A variante encontrada em Candeias está presente na Bahia desde março deste ano. Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), divulgada em 18 de junho, detectou que pessoas assintomáticas também apresentaram a variante no município.
Em junho, o Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen-BA) identificou um aumento da prevalência de circulação da variante do novo coronavírus em todas as regiões da Bahia,
- Redação
- 06 Jul 2021
- 07:56h
(Foto: Divulgação)
O cantor sertanejo Kleber Oliveira, da dupla Kleber e Kaue, morreu nesta segunda-feira (5), no Hospital Estadual de Américo Brasiliense (HEAB), onde estava internado com Covid-19. Ele estava intubado desde maio.
Kleber, também conhecido como Klebinho, tinha 37 anos e era de Araraquara (SP). Desde 2011 fazia dupla com o cantor Kaue Tamburus, de Ribeirão Preto.
Ele deixa esposa e filha. Ainda não há informações sobre velório ou sepultamento.
Entre os sucessos da dupla estão as músicas ‘Tô Vendo que Você Tá Bem’, ‘Troféu Solidão’, ‘Ela não é Você’ e ‘Garrafa Vazia’.
A empresa responsável pelo direcionamento e estratégia de marketing da dupla lamentou a morte em postagem no Facebook.
- Redação
- 05 Jul 2021
- 18:16h
(Foto: Reprodução)
Relator do processo que discute a vacinação de jornalistas na Bahia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, negou seguimento à reclamação apresentada pelo Ministério Público estadual (MP-BA). O órgão é contra a imunização da categoria, que foi autorizada pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância deliberativa da Saúde, para os profissionais da área a partir dos 40 anos.
Com a recusa de Toffoli, segue mantida a decisão da CIB, que inclusive já foi executada nos municípios do estado. A vacinação da categoria é um pleito do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba), junto a outras entidades da área, como a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
Em nota enviada à imprensa, o Sinjorba defendeu que, diante dessa decisão, as prefeituras têm que baixar a idade para vacinação de profissionais de imprensa. Alguns municípios, como Lauro de Freitas e Jaguaquara já fizeram isso, mas outros tantos pararam no grupo com idade mínima de 40 anos.
“Com a posição do STF, os gestores estão amparados juridicamente para ampliarem a vacinação dos profissionais de imprensa, reduzindo a idade para abaixo dos 40 anos, como aconteceu com outras categorias que foram imunizadas prioritariamente, a exemplo de professores, policiais e caminhoneiros”, diz o presidente do Sinjorba, Moacy Neves.
Ele fez um apelo ao prefeito Bruno Reis e ao secretário de Saúde de Salvador, Leo Prates, além de buscar gestores de outros municípios para que jornalistas com idade menor também sejam imunizados prioritariamente. “Nossos colegas continuam adoecendo e morrendo por estarem trabalhando, levando à população informação de qualidade sobre a covid-19 e ajudando as autoridades de saúde no combate à pandemia”, lembra Neves.
Para o sindicato, todo o movimento do MP-BA e do Ministério Público Federal (MPF) no sentido de barrar a vacinação da categoria foi injusto.
- Anderson Ramos
- 05 Jul 2021
- 16:13h
Preocupação do governador é de que ainda possa acontecer um repique de casos por conta dos festejos de São João | Foto: Reprodução
A volta às aulas presenciais na rede estadual de ensino podem estar próximas. Nesta segunda-feira, durante entrevista coletiva com a imprensa de Brumado, o governador Rui Costa disse que vai analisar a situação da pandemia na Bahia nos próximos dias para fazer o anúncio.
“Vamos monitorar até o dia 10 e se não houver aumento de casos e nem de taxa de ocupação, vamos anunciar em ato contínuo o retorno das aulas no modelo híbrido [com aulas presenciais em dias alternados]”, afirmou o governador.
A preocupação do governador é de que possa acontecer um repique de casos por conta dos festejos de São João. Um dos parâmetros para o retorno, é a queda no número de casos ativos, que em fevereiro eram 8 mil, em março 22 mil e agora se encontra em 12 mil. Já a taxa de ocupação em leitos de UTI adulto está em 70%.
Rui falou também da possibilidade do retorno 100% presencial ainda nesse ano. “Se o número continuar caindo por uns três meses, a gente volta com a sala com todos os alunos no ciclo normal”.
- Redação
- 05 Jul 2021
- 08:58h
Secretaria de saúde registrou, ontem (4), 24 mortes por Covid-19 no estado | Foto: Reprodução
O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), no último domingo (4), registrou 24 mortes por Covid-19 no estado. Foi o menor número de óbitos pela doença em território baiano desde o dia 13 de dezembro de 2020, quando 21 pessoas morreram.
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia é de 24.259 desde o início da pandemia, representando uma letalidade de 2,13%. Dentre os óbitos, 55,75% ocorreram no sexo masculino e 44,25% no feminino.
Vacinação
No estado, mais de 5 milhões e 47 mil pessoas já foram vacinadas contra o coronavírus com a primeira dose, das quais cerca de 1 milhão e 890 mil receberam também a segunda aplicação, e mais 81.429 foram vacinados com o imunizante de dose única, até às 17h deste domingo (4).
- Agência Brasil
- 05 Jul 2021
- 07:10h
Desinformação compartilhada em redes sociais afeta ritmo da vacinação | Foto: Reprodução
Usuários de redes sociais estão compartilhando, em todo o mundo, vídeos em que pessoas que foram imunizadas contra a Covid-19 fixam moedas e outros pequenos objetos metálicos no braço.
Segundo afirmam os usuários, o fato de conseguirem firmar objetos sobre o local onde é aplicada a vacina comprovaria a existência de um campo magnético contido no imunizante.

As teorias são muitas: desde microchips de identificação e nanorobôs de monitoramento a uma fantasiosa conexão com a rede 5G que permitirá o rastreio em tempo real de cidadãos. O bilionário e filantropista criador da Microsoft, Bill Gates, estaria por trás da suposta nova tecnologia, acreditam alguns internautas.
Mas é possível que a vacina esteja relacionada a alguma dessas afirmações? A Agência Brasil explica.
Desinformação
Segundo o imunologista Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o que acontece na verdade é uma onda de desinformação que se propaga rapidamente nas redes sociais.
O médico informa que não há qualquer componente magnético na composição das vacinas, e que não é fisicamente possível criar um campo magnético no corpo ao ser imunizado. “Todas as vacinas disponíveis no mundo, e as quatro disponíveis aqui no Brasil, têm em comum a alta segurança. São vacinas extremamente seguras, não relacionadas a efeitos colaterais graves. Todas têm uma excelente eficácia na prevenção das formas graves da covid-19”, afirma Kfouri.
O Ministério da Saúde esclareceu à Agência Brasil que é normal que algumas vacinas multidose – aquelas que vêm em frascos que são utilizados para mais de uma pessoa – usem timerosal – um conservante à base de mercúrio, que tem sido utilizado durante décadas para evitar a contaminação por bactérias e fungos. A quantidade, entretanto, é insignificante e não tem capacidade de gerar os efeitos mostrados nos vídeos.
Mas porque as vacinas geram sintomas?
Na verdade, os sintomas são causados pela resposta imunológica do corpo. Ao reconhecer o antígeno presente na vacina, o corpo automaticamente aciona as defesas naturais para lutar contra o inimigo presumido.
Isso quer dizer que as moléculas presentes na vacina acionam um alarme de perigo. O corpo não consegue diferenciar um vírus ativo das partículas imunizantes contidas na vacina, seja ela baseada na tecnologia de vírus inativado, proteína encapsulada ou de RNA mensageiro – as três principais tecnologias de fabricação de vacinas contra Covid-19.
Ao perceber a presença do “invasor”, o corpo dá início a uma cascata complexa de reações. Várias moléculas de defesa são despejadas imediatamente no sistema imunológico. O metabolismo acelera, e o corpo corre para que os monócitos – as células que atuam como soldados para defender o organismo de vírus e bactérias – cheguem ao campo de batalha o mais rápido possível.
“Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos das reações temporárias”, informa o Ministério da Saúde.
A luta geralmente acontece na região onde o imunizante penetrou a corrente sanguínea, ou seja, no braço. A ardência, dor local e a sensação de temperatura aumentada indicam onde a resposta imunológica está sendo aplicada.
É comum que os sintomas pós-vacina sejam idênticos aos da doença, já que o propósito do imunizante é exatamente simular uma invasão bacteriana ou viral (no caso da covid-19) para “treinar” a resposta do corpo contra a doença. A resposta, portanto, condiz com os efeitos que seriam causados pelo vírus vivo, mas sem o risco da replicação descontrolada do agente invasor.
Algumas tecnologias de vacina, no entanto, geram reações mais fortes do que outras devido à quantidade de material viral contido nas doses.
Alimentos contra Covid-19?
Segundo informa o Ministério da Saúde, a gravidade da pandemia é proporcional à quantidade de fake news e desinformação. Outro boato recente combatido pelo ministério é o que trata sobre alimentos que teriam efeitos positivos sobre a doença, o que não é fundamentado por nenhuma pesquisa ou estudo até o momento.
“A população deve tomar ainda mais cuidado com as informações que recebe e compartilha no celular e nas redes sociais, principalmente aquelas que garantem uma solução milagrosa, sem evidência científica. Por isso, vale reforçar que qualquer tratamento deve ser indicado por profissional médico”, alerta a pasta.
O Ministério da Saúde também adverte para o fato da vacina contra gripe não ter absolutamente nenhum efeito imunizante sobre a Covid-19 – desinformação também propagada em redes sociais.
- Redação
- 03 Jul 2021
- 08:44h
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde informou hoje (2), em Brasília, que nenhuma dose vencida de vacina contra a covid-19 é repassada aos estados e o Distrito Federal. Acrescentou que o prazo de validade dos imunizantes é rigorosamente acompanhado desde o recebimento até a distribuição. 

A divulgação da informação foi motivada pela publicação de uma matéria do jornal Folha de S.Paulo. Segundo a publicação, cerca de 26 mil doses de vacinas da AstraZeneca teriam sido aplicadas após o vencimento em 1.532 municípios.
Segundo o ministério, os estados são orientados a distribuírem imediatamente os imunizantes recebidos, sendo obrigação dos gestores locais do Sistema Único de Saúde (SUS) fazer o armazenamento correto e a aplicação das doses dentro do prazo de validade.
Divergências no preenchimento de dados
Em nota, a prefeitura de Maringá (PR), apontada pela reportagem como o município que mais teria aplicado doses vencidas, afirmou que nenhuma dose fora da validade foi usada. Segundo o secretário de Saúde, Marcelo Puzzi, há divergências no preenchimento de dados no sistema eletrônico do SUS.
“O lançamento no Sistema Conect SUS está diferente do dia da aplicação da dose. Isso porque, no começo da vacinação, a transferência de dados demorava a chegar no Ministério da Saúde, levando até dois meses. Portanto, os lotes elencados são do início da vacinação e foram aplicados antes da data do vencimento. Concluindo, não houve vacinação de doses vencidas em Maringá e sim erro no sistema do SUS”, explicou.
A Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal também disse que é improcedente a informação sobre aplicação de vacinas vencidas.
“Ocorre que nem sempre a vacina aplicada é registrada no sistema do Ministério da Saúde na mesma data em que foi administrada no paciente. Caso o digitador não altere esta data de aplicação na hora de fazer o registro no sistema, corre-se o risco de a vacina ser registrada como uma aplicação fora do prazo de validade”, afirmou a secretaria.
A secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro declarou que recebeu do Ministério da Saúde todos os lotes de vacinas dentro do prazo de validade. Informou, também, que está verificando se houve aplicações de doses vencidas.
Segundo o Ministério da Saúde, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 (PNO) orienta que doses aplicadas fora do prazo de validade não podem ser consideradas para imunização, sendo recomendado recomeçar o ciclo vacinal, respeitando intervalo de 28 dias entre as doses.
Fiocruz
Em nota, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou que os lotes que estariam com prazo de validade expirado não foram feitos no Brasil. O órgão pertence ao Ministério da Saúde e é responsável pela produção nacional dos imunizantes da AstraZeneca contra a covid-19.
Segundo a Fiocruz, os lotes sob suspeita foram importados da Índia e são do tipo do imunizante da AstraZeneca chamado de Covishield. Os demais carregamentos foram enviados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS).
“Todas as doses das vacinas importadas da Índia (Covishield) foram entregues pela Fiocruz em janeiro e fevereiro dentro do prazo de validade e em concordância com o MS [Ministério da Saúde], de modo a viabilizar a antecipação da implementação do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, diante da situação de pandemia. A Fiocruz está apoiando o PNI [Programa Nacional de Imunização] na busca de informações junto ao fabricante, na Índia, para subsidiar as orientações a serem dadas pelo programa àqueles que tiverem tomado a vacina vencida”, informou a Fiocruz.
- Ailma Teixeira / Jade Coelho
- 01 Jul 2021
- 17:33h
(Foto: Reprodução)
Os municípios que já atingiram 55%, 70% ou 90% na cobertura vacinal contra a Covid-19 em relação a população alvo acima de 18 anos passarão a receber menos doses para que outras cidades menos avançadas possam acompanhar o ritmo.
Para cada percentual, um tipo de “freio” será implementado. A nova deliberação partiu da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que inclui gestores dos municípios e do governo da Bahia, e consta no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (1º).
De acordo com a publicação, os municípios com cobertura maior do que 55% de sua população alvo acima de 18 anos receberão metade das doses que forem calculadas, até que a média da cobertura estadual chegue a 55%.
As cidades com cobertura maior do que 70%, receberão 33% das doses até que a média da cobertura estadual chegue a 70%; e os municípios que já atingiram 90% de sua população alvo acima de 18 anos imunizada não receberão vacinas até que a média da cobertura estadual chegue a 90%.
A mesma resolução prevê que a distribuição de doses levará em conta a proporcionalidade de da população adulta em geral, definida por faixa etária decrescente de 59 a 18 anos. Serão 90% das doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde para esse público geral, e os 10% recentes para os grupos prioritários.
A distribuição vai considerar a população alvo acima de 18 anos de cada município, em relação ao total da população da Bahia, conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o ano 2019 e 2020.
O documento ainda prevê que para comprovação, no ato da vacinação da população adulta em geral e suas respectivas idades, deve ser apresentado documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência.
Ao Bahia Notícias, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), destacou que a nova deliberação busca reverter distorções, uma vez que o Ministério da Saúde não envia doses com base na população, mas com base nos grupos prioritários. "Os municípios que já concluíram os grupos prioritários poderão utilizar 100% das doses de forma escalonada, por idade", afirmou.
"Não é uma questão de preterir o município mais eficiente na vacinação. O critério de distribuição não era populacional, mas por grupos-prioritários e agora, o critério visa reequilibrar a vacinação nos municípios", destacou a Sesab.
- Livramento Hoje
- 01 Jul 2021
- 16:16h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Livramento de Nossa Senhora registrou mais uma morte por covid-19, nesta quinta-feira (1º). Segundo a secretaria de saúde, trata-se de paciente residente do município, ele faleceu no dia 30 de junho na unidade avançada de saúde na cidade de Vitória da Conquista, onde estava internado. Nas últimas 24h, mais de 18 livramentenses foram infectados com o coronavírus totalizando 2.778 pessoas confirmadas com a doença, até a tarde desta quinta-feira (1º). 2.557 pacientes encontram-se recuperados e não apresentam mais os sintomas da doença.
- Redação
- 01 Jul 2021
- 08:41h
Comunicado foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que se reuniu com a associação de promotores de eventos para falar sobre o retorno de festas e shows | Foto: Alan Santos/PR
O governo de Jair Bolsonaro (sem partido) está estudando criar um protocolo nacional para liberar eventos com aglomerações no Brasil. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que se reuniu com integrantes do setor para debater retorno de shows e festas.
Na terça-feira (29), segundo a coluna Painel, da Folha, o ministro se encontrou com o deputado Felipe Carreras (PSB-PE) e com representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape).
“É um ramo muito importante para nossa economia e que precisa ser reativado fortemente agora que podemos vislumbrar um controle da pandemia”, declarou Queiroga, em vídeo divulgado após o encontro.
O ministro disse ainda que o governo vai analisar a sugestão da Abrape e estudar um protocolo nacional que possa trazer seguranças aos eventos. Entre as ideias sugeridas pela associação, está a organização de eventos testes e a definição de regras sanitárias nacionais.
- Divulgação
- 30 Jun 2021
- 09:48h
(Foto: Reprodução Whatsapp)
(Divulgação)