Partido acredita que Mandetta manchará sua história como médico e parlamentar caso endosse as recomendações de Bolsonaro | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
A avaliação na cúpula do DEM, partido do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é que o pronunciamento de Jair Bolsonaro não deixou escolha ao comandante do enfrentamento ao coronavírus. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época. Segundo a publicação, o partido acredita que Mandetta manchará sua história como médico e parlamentar caso endosse as “recomendações anticientíficas e que colocam em risco a saúde da população”. Nas palavras de um dos principais líderes do partido, Mandetta iria contra sua honra pessoal, caso o fizesse. “Mandetta não pode aviltar sua honra pessoal e endossar isso. Ele tem uma história”. Ainda de acordo com a coluna, a sigla espera que Mandetta tente permanecer no cargo sem “resvalar para o radicalismo irresponsável de Bolsonaro, o que a sigla sabe ser difícil, diante da personalidade autoritária e avessa ao contraditório de Bolonaro”. Bolsonaro já anunciou nesta quarta-feira (25), na porta do Palácio da Alvorada, que irá pedir ao Ministério da Saúde que recomende o isolamento apenas para pessoas em grupos de risco ou já contaminadas. Caso isso se cumpra, o DEM defende que Mandetta deve se recusar e, se não for compreendido, deve pedir demissão.
O Ministério da Saúde anunciou que vai liberar a partir de sexta-feira 3,4 milhões de unidades do medicamento cloroquina para que os médicos possam avaliar seu uso em pacientes graves do novo coronavírus, que já matou 57 pessoas no Brasil. Foi elaborado um protocolo, que prevê cinco dias de tratamento, sempre dentro do hospital e monitorado por um médico, em razão de seus efeitos colaterais. O remédio já é utilizado no tratamento de malária, lúpus e artrite. — O que o Ministério da Saúde está fazendo é deixar no arsenal, deixar à mão do profissional médico. Se ele entender que o paciente grave pode se beneficiar, o que vamos fazer é deixar esse remédio ao alcance dele — disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Denizar Viana, destacou que o uso será restrito. Ele disse que, no caso dos pacientes graves, os benefícios podem superar os riscos.
— Esse medicamento não é indicado para prevenção. Não é indicado para os sintomas leves — disse Denizar.
Segundo o Ministério da Saúde, a cloroquina demonstrou ter ação contra o vírus em laboratório. Também há indicação de melhora nos pacientes graves. Por outro lado, o Ministério da Saúde ressaltou que ainda é preciso evidências clínicas mais robustas. "A única evidência mostra aparente redução da carga de vírus em secreções respiratórias", informou a pasta.
Número de infectados chega a 2.433
O número de pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus no Brasil subiu para 2.433 e o total de mortes chega a 57. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde desta quarta-feira, junto com a informação sobre o uso da cloroquina. No último balanço do governo, na terça-feira, o total de infectados chegava a 2.201, com 46 mortes confirmadas. O crescimento no número de casos confirmados foi de 10,5%. No de mortos, o avanço foi de 23,9%.
O balanço desta quarta-feira mostra as primeiras mortes decorrentes da Covid-19 fora da região Sudeste. Das 11 mortes novas registradas, três foram fora da região Sudeste. Uma no Amazonas, uma em Pernambuco e uma no Rio Grande do Sul.
O Rio de Janeiro continua a ser o segundo estado com os maiores números de casos confirmados e de mortes. Na terça, o estado tinha 305 casos e seis mortes. No balanço divulgado nesta quarta-feira, o Rio de Janeiro tem 370 casos. O número de mortes permanece o mesmo. Em relação ao dia anterior, o crescimento no número de casos foi de 21%.
São Paulo é o estado com o maior número de casos e de mortes. Na terça, o estado tinha 810 casos confirmados e 40 mortes. Nesta quarta-feira, o estado tem 862 casos e 48 mortes. Em relação ao dia anterior, o número de casos em São Paulo cresceu 6%. O número de mortes aumentou 20%.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que os números estão crescendo num ritmo parecido ao dos últimos dias. Mas ele chamou a atenção para alguns estados.
No Norte, houve a primeira morte, no Amazonas. Segundo Mandetta, era esperado que o estado, com uma metrópole como Manaus, fosse afetado. Ele preferiu destacar a situação de outro estado da região.
As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 19h de quarta-feira (25), 2.517 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil com 59 mortos. O Rio de Janeiro registra oito mortos e São Paulo, 48. Amazonas, Pernambuco e Rio Grande do Sul registraram mortes pela Covid-19. O Ministério da Saúde atualizou seus números na tarde desta quarta-feira (25), informando que o Brasil registra 2.433 casos confirmados do novo coronavírus e que já foram registradas 57 mortes - os dados ainda não foram atualizados por todas as secretarias de saúde estaduais. Na manhã desta quarta-feira (25), Pará chegou a sete casos confirmados e Minas Gerais registrou mais três casos, contabilizando 133 infectados. Já a Bahia tem 84 casos confirmados. O Distrito Federal registrou cinco novos casos e totaliza 182 infectados. O Rio de Janeiro, agora, registra um total de 270 casos da doença e, São Paulo, 862. Também na quarta, a prefeitura de Porto Alegre confirmou a primeira morte pela Covid-19 no Rio Grande do Sul. Paciente era uma mulher de 91 anos que estava na UTI. O caso foi confirmado pela secretaria de saúde do estado e pelo Ministério da Saúde.
A SESAU - Secretaria Municipal de Saúde, divulgou, no último boletim nesta quarta-feira (25), 65 novas casos suspeitos da Covid-19 em Brumado. Com isso, o total de casos notificados sobe para 94 de pessoas com suspeitas da infecção. De acordo com o boletim, 05 casos estão aguardando resultado do Lacen, o que pode acontecer a qualquer momento. O caso que mais preocupada é da senhora de 86 anos que está sob investigação. Ela, que era moradora da Malhada Branca, deu entrada na segunda-feira (23) e acabou falecendo hoje com sintomas da doença. Segundo as informações ela tinha diabetes, o que pode ter aumentados os riscos de infecção, caso haja confirmação. Por isso a população que está observando na sua grande maioria o isolamento social tem que continuar tomando todas as medidas protetivas.
O primeiro paciente grave internado no Hospital da Bahia com coronavírus está bem e tem alta prevista para amanhã. O paciente é um idoso de 72 anos, que apresentou excelente evolução e deve sair da unidade de terapia intensiva direto para casa.
O Hospital da Bahia ainda possui mais três pacientes internados com a doença. Um idoso de 74 anos que está intubado em estado grave, uma mulher de 57 anos sem necessidade de suporte ventilatório mecânico e um homem de 88 anos que também não apresentou necessidade de suporte ventilatório mecânico.
O prefeito ressaltou que o momento é de sacrifício de todos (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
O momento atual requer sacrifícios de todos nós e o isolamento dos grupos de risco é essencial para que as vidas humanas sejam preservadas. Vamos manter em funcionamento às atividades vitais na saúde e na economia, tão essenciais à vida. Por isso, importa, como nunca, que o bom senso impere, então nesse sentido a Administração Educar para Libertar está reduzindo, pela metade, os salários do prefeito, vice-prefeito e secretários. Temos que economizar em tudo, menos no asseio doméstica e na higiene pessoal. Que o Bom Jesus continue protegendo a todos.
O falecimento ocorreu na Sala Vermelha do HMPMN (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
A SESAU - Secretaria Municipal de Saúde de Brumado, divulgou no final desta manhã que uma paciente de 86 anos, a qual deu entrada no HMPMN na última segunda-feira (23), trazida pelo SAMU192, acabou falecendo hoje (25). Ela tinha diabetes e estava com um quadro respiratório agudo. Segundo o secretário, o município deu toda a assistência, isolando-a na Sala Vermelha, onde ele recebeu todos os cuidados. Não está descartada a possibilidade de ela ter sido vítima da Covid-19, por isso, contatos incessantes estão sendo feitos junto ao Lacen em Salvador, que está sobrecarregado, para que o resultado dos exames seja divulgado o mais rápido possível. O histórico da paciente está sendo levantado, especialmente se ela veio de outra cidade, pois caso não tenha ocorrido, se confirmada a causa pela Covid-19, os riscos da transmissão comunitária aumentam.
A adaptação foi feita de forma muito positiva e a rede agora conta com 10 novos leitos (Foto: Brumado Urgente)
A Administração “Educar para Libertar” vem adotando uma postura muito proativa no enfrentamento à crise provocada pela Covid-19. Visando a segurança médica e a constante ampliação do atendimento, foram instalados 10 leitos com os devidos respirados na capela do HMPMN, que foi totalmente adaptada. Com a efetivação da UPA24h que está sendo efetivado em parceria com o governo do estado, a rede de atendimento estará ampliada e poderá, pelo menos nesse primeiro momento, fornecer o atendimento previsto. Outro fator é garantir também o atendimento das equipes que estão na linha de frente do combate, os quais, acabam sendo mais suscetíveis ao contágio. Outras medidas serão adotadas, mas o isolamento social ainda é uma das mais efetivas, pelo menos durante a próxima semana, onde se terá uma nova avaliação dos desdobramentos da crise. O surgimento ou não de novos casos confirmados da infecção também poderá ser o diferencial para as medidas que serão criadas.
A atualização das regulamentações, orientações e esclarecimentos devido à crise provocada pela Covid-19 vem sendo realizando com o máximo de empenho pela Administração Municipal, que por meio da SESAU, vem divulgando sistematicamente os comunicados. Desta feita, a norma técnica visa a ampliação das medidas de combate e, com isso, profissionais da área de saúde terão que vir de outros municípios, então diante, disso está sendo comunicado aos proprietários de hotéis/pousadas para fazer o a hospedagem nesse caso excepcional.
"Vendedor acumula 17 mil garrafas de álcool em gel, mas não pode mais vendê-las", diz a manchete do jornal. Nos Estados Unidos, os irmãos Matt e Noah Colvin compraram milhares de garrafas de álcool em gel e outros itens, como lenços antibacterianos, em diversas lojas. A ideia era lucrar com a lei de oferta e demanda em tempos de COVID-19. Os dois anunciaram esses produtos na Amazon e, em uma hora, conseguiram vender 300 garrafas de álcool em gel a um preço exorbitante. Depois foram obrigados pela própria Amazon a retirar esses produtos, já que ela segue orientações do governo americano para coibir excessos de especulação em tempos de desespero generalizado.
Na Califórnia, é proibido aumentar preços em mais de 10% em casos de emergência. Nova York proíbe aumentos excessivos e, em Washington, há possibilidade de aplicar leis de defesa dos consumidores nesses casos. A França decidiu tabelar o preço do álcool em gel e coibir preços abusivos. Por lá, a marca mais comercializada aumentou em 700%. Aqui no Brasil, o preço do álcool em gel e das máscaras subiu até 161%.
Sou a favor da liberdade de mercado, acredito que quanto menos intervencionismo, os mercados fluem melhor, na maioria dos casos. Porém, eventualmente existem falhas. Na economia, a falha de mercado é uma situação específica na qual a alocação de bens e serviços por um mercado livre às vezes é ineficiente. Como no caso dos irmãos Matt e Noah, houve uma perda líquida de bem-estar social e beneficiamento às custas de uma das piores crises sanitárias mundiais das últimas décadas.
O momento atual, pelo qual o mundo todo está passando, foge de qualquer condição de previsibilidade. A incerteza e o medo fazem com que os mercados ajam de forma irracional e oportunista. É só ver a quantidade de circuit breaker - interrupções de negociações na bolsa brasileira - realizada nas duas últimas semanas. Portanto, pensar que, nesses momentos, o auto equilíbrio de mercado funcionará, é ingenuidade. Preços altos de produtos de primeira necessidade – para fazer frente à pandemia da COVID-19 – impedem que pessoas de baixa renda e de grupos de risco tenham acesso a eles. Além disso, uma inflação desses produtos ocasiona prejuízos coletivos, já que hospitais e centros de saúde comunitários podem ter problemas de abastecimento. Benefício de alguns, prejuízo de quase toda a economia. Além do mais, esse tipo de especulação pode ocasionar uma corrida intervencionista e de limitação de lucros por parte dos Governos em outros setores que não precisam ser regulados.
De qualquer forma, o momento atual exige que o Governo use recursos públicos para disponibilizar bens e serviços que o mercado não dá conta. Com a possível declaração de Estado de Calamidade Pública, que poderá ser decretada pelo Governo nos próximos dias, espera-se uma maior participação do investimento público, principalmente para ajudar a combater a pandemia e diminuir as falhas de mercado. Se Adam Smith, pai do liberalismo econômico, estivesse vivo, não aprovaria especulação de preços às custas da saúde humana. Existe um ditado que diz: “em tempos de crise, uns choram e outros vendem lenços”. A frase não está errada, só que os lenços não precisam ser vendidos excessivamente acima do preço.
Não se trata do que é, ou como foi criado, mas como se propaga. O COVID-19, ou corona vírus não tem vontade própria de locomoção, Ou seja, não voa, não anda, não se teletransporta. Obrigatoriamente precisa de um hospedeiro, mais especificamente um hospedeiro humano. Neste ponto, mesmo com a divulgação inicial de sua agressividade e fatalidade em curtíssimo espaço de tempo, a possibilidade de se tornar uma pandemia global, sem fronteiras foi tratado com descaso pleno, como histeria coletiva, como sendo uma notícia fantasiosa e exagerada, como sendo um problema do vizinho, e que somos imunes, super-heróis.
Esta atitude colocou vulnerável uma população que não se encontrava em contado com o vírus. Assim sendo, o COVID-19, tomou as proporções atuais devido ao comportamento da própria humanidade. Enfim, a saúde pública em polvorosa, a economia em abalo real, empresas em risco de falência, empregos a beira da extinção, e tudo decorrente de um ato insano da humanidade, o frenesi de se locomover, a falta de solidariedade e respeito pelo próximo, atitudes que nos levam a acreditar que o maior perigo para a humanidade é a própria humanidade, o ser humano é seu maior inimigo.
há 48 minutos Correio do Povo Sociedade de Infectologia relata preocupação com pronunciamento do presidente | Foto: Reprodução
Entidades de saúde condenaram o pronunciamento, na noite desta terça-feira (24), do presidente Bolsonaro sobre a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Na fala, veiculada em rede nacional, o presidente chamou a doença de "resfriadinho", contrariou especialistas e pediu o fim do "confinamento em massa". Ele também fez um apelo pela "volta à normalidade" e culpou a imprensa por "espalhar pavor". A Sociedade Brasileira de Infectologia se disse preocupada com a fala de Bolsonaro, e considerou que as declarações podem dar a falsa impressão de que as medidas de contenção social são inadequadas. Os infectologistas classificaram a pandemia como "grave", e disseram que é temerário associar que as cerca de 800 mortes por dia causadas pela doença na Itália, a maioria entre idosos, esteja relacionada apenas ao clima frio do inverno europeu.Veja abaixo o manifesto:
Fundo Nacional de Emergência de R$ 100 bilhões para Estados e Municípios | Imagem Ilustrativa
A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), em conjunto com Auditores Fiscais pela Democracia (AFD), Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP) e Instituto Justiça Fiscal (IJF), apresenta um manifesto em que propõe mudanças na tributação nacional para enfrentar os efeitos econômicos e sociais da pandemia da Covid-19. O manifesto, intitulado “Tributar os ricos para enfrentar a crise”, apresenta quatro princípios básicos: o aumento da progressividade da tributação brasileira, medidas para aumentar a eficácia da arrecadação, medidas não tributárias, além da composição do Fundo Nacional de Emergência (FNE). Com a criação do FNE, aponta o documento, é possível gerar R$ 100 bilhões em receitas para atender as demandas de estados, municípios e do Distrito Federal no enfrentamento da crise sanitária que se aproxima e contribuir para a retomada do crescimento econômico. Conheça as ações propostas:
Medidas de legislação tributária – Aumento da progressividade
Criação da Contribuição Social sobre Altas Rendas das Pessoas Físicas (CSPF), instituição de alíquota adicional extraordinária de 30%, com vigência temporária, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para as instituições financeiras. Além de aumento de alíquota da CSLL para as empresas do setor extrativo mineral, bem como de outros setores que apresentem alta lucratividade e baixo nível de empregos.
Revogação imediata da isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) sobre lucros e dividendos distribuídos, ou remetidos ao exterior, e modificação da Tabela Progressiva e da possibilidade de dedução dos juros sobre o capital próprio na apuração do lucro tributável da pessoa jurídica.
Estabelecimento de regra para que o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL das pessoas jurídicas exportadoras, cujas receitas de exportação sejam superiores a 80% da receita bruta, não possam ser inferiores ao valor obtido pela aplicação das regras da tributação pela modalidade de lucro presumido.
Aumento da alíquota máxima do Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) para 30% e instituição do Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).
Medidas para aumentar a eficácia arrecadatória
Exigência de pagamento ou de prestação de garantia do crédito tributário como condição para interposição de recurso administrativo contra decisão de primeira instância de julgamento.
Medidas que permitam a indisponibilização de bens, de ativos financeiros, habilitação em créditos a receber de terceiros, e o impedimento de distribuição de lucros de empresas devedoras com débitos tributários em fase de cobrança administrativa, desde que inscritos em dívida ativa.
Alteração da Lei 8.137, de 1990, que trata dos Crimes Contra a Ordem Tributária, para evitar a extinção da punibilidade nos casos de pagamento ou parcelamento dos débitos tributários que deixaram de ser pagos mediante conduta fraudulenta e revogação normas que prevejam a possibilidade de apropriação de créditos tributários que não tenham sido comprovadamente pagos na etapa anterior.
Medidas não tributárias
Instituição de Participação Especial à atividade de extração mineral, nos moldes do que se aplica à exploração de petróleo e a criação FNE para atender as demandas dos Estados, Distrito Federal e Municípios, voltadas ao enfrentamento da crise sanitária que se aproxima e retomada do crescimento econômico.
Composição de Fundo Nacional de Emergência
• 50% da arrecadação da CSPF;
• 50% da arrecadação da CSLL incidente sobre os setores financeiro e extrativo;
• 20% do valor arrecadado de IR decorrente da revogação da isenção de lucros e dividendos distribuídos;
• 50% do valor arrecadado de Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).
O momento é de apreensão e exige propostas efetivas de enfrentamento dos danos imediatos previstos para a saúde pública, para a população pobre e para a economia. Com este manifesto, as entidades signatárias visam a subsidiar o Congresso Nacional, os governos e a sociedade na busca de soluções para superar a tragédia humanitária que vivemos.
O cantor Xand Avião, ex-vocalista do Aviões do Forró, é mais uma das estrelas infectadas com o novo coronavírus. Em um anuncio feito nas redes sociais na última terça (24), o forrozeiro revelou que não só ele como a esposa, Isabele Timóteo, também foi contaminada. No vídeo, o artista explica que deu início a quarentena na última sexta (20), quando Isabela começou a sentir dores no corpo e febre. Logo em seguida se submeteram ao teste. “Fizemos o exame na segunda-feira, dia 16. Ela sentiu um pouco de febre e eu não senti nada. Nossa filha também amanheceu com o nariz escorrendo e não deixamos ela ir para a escola. O Enzo não sentiu nada”, o teste da filha de Xand deu negativo.
O Ministério da Saúde divulgou na tarde desta terça-feira (24) seu mais recente balanço dos casos de coronavírus Sars-Cov-2, vírus responsável pela doença Covid-19. Os principais dados são:
46 mortes, eram 34 na segunda-feira
2.201 casos confirmados
São Paulo tem 810 casos e 40 mortes
Rio de Janeiro tem 305 casos e 6 mortes
O número de mortos por causa do novo coronavírus subiu 35% em relação ao balanço do dia anterior. Já o total de casos subiu 16%. Segundo o Ministério da Saúde, a atual taxa de letalidade da doença no país é de 2,1%, com base nos dados registrados até 16h desta terça-feira.
O dobro a cada três dias
O aumento nos casos já era previsto. De acordo com o secretário-executivo do ministério da Saúde, João Gabbardo, o governo espera que o total de casos dobre a cada três dias. Este cenário considera que as recomendações sugeridas pelo governo federal (isolamento em casos suspeitos ou confirmados) surtam resultados esperados para frear a disseminação do surto no país.