BUSCA PELA CATEGORIA "Bahia"
Foto: Reprodução/TV Santa Cruz
Um bebê de sete meses, com Atrofia Muscular Espinhal (AME) morreu na segunda-feira (25), em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia. Emannuel de Jesus Cinza precisa de um remédio que custa R$ 370 mil para tratar a doença. A Justiça determinou, em novembro do ano passado, que o Ministério da Saúde fornecesse a medicação à criança, mas a ordem não foi cumprida. O G1 solicitou posicionamento do Ministério da Saúde sobre o caso, que deve se manifestar ainda nesta terça-feira (26). Segundo o pai do bebê, Welinton Cinza, a criança faleceu por conta de complicações da doença. Emannuel de Jesus foi diagnosticado com a atrofia quando tinha um mês de vida. Não há detalhes de quais foram as complicações que levaram a criança a óbito. O corpo de Emannuel foi velado na casa dos pais na cidade de Mucuri, também no sul da Bahia, e o enterro está previso para 16h desta terça-feira (26) no cemitério municipal de Mucuri.A família do pequeno Emannuel tem casa em Mucuri, mas estava morando em Teixeira de Freitas, pois na cidade tem melhor estrutura para cuidar da criança. Inclusive, no imóvel eles contavam com uma home care para a criança e o espaço era mantido com ajuda de amigos, parentes e doações. Os pais de Emannuel tinham esperança que uma medicação que custa R$ 370 mil, a dose, prolongasse a vida do pequeno. Em 2018, os pais da criança entraram com uma ação na Justiça para conseguir o remédio que eles não tinham como comprar. Conforme explicou o advogado da família, Cesar Barbosa Martins, ainda em 2018, a Justiça determinou que a União entregasse o remédio, para a criança. Barbosa explicou que o custo do medicamento para o governo é R$ 209 mil casa dose e, no primeiro ano de tratamento, a criança precisava de seis doses, conforme recomendação médica. "No dia 23 de novembro a União foi intimada, e a decisão foi no dia 26. O prazo para cumprimento começou a contar dia 27 e a decisão tinha de ser cumprida dentro de 90 dias corridos. A união chegou a recorrer, mas o efeito suspensivo foi negado pela Justiça. O MPF se manifestou para que mantivesse a decisão a favor da família e o prazo final para a União terminou em 24 de fevereiro. Em 1º de março eu acionei a Justiça novamente e no dia 12 deste mês o juiz mandou que a União se manifestasse", explicou Barbosa.
Foto: Rodrigo Cunha/Arte G1/Climatempo
A tempestade tropical 'Iba'apresentou, às 15h desta segunda-feira (25), intensidade máxima dos ventos de 101 km/h em alto-mar, em um círculo de 185 km em torno da posição de seu centro, informou a Marinha.A tempestade se localiza a cerca de 260 km (140 milhas náuticas) da cidade de Linhares (ES), estendendo-se entre o litoral sul do estado da Bahia e norte do Espírito Santo — a região costeira não foi atingida pelo fenômeno climático.Conforme a Marinha, os efeitos do Iba, termo em tupi-guarani que significa "ruim", podem continuar a ser sentidos no litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo até a noite de terça-feira (26), quando se espera que deixe de influenciar o litoral sul baiano e passe a influenciar também o litoral norte do Rio de Janeiro.A Marinha informou que o deslocamento da tempestade continua previsto predominantemente para o Sul, com leve componente para Oeste até a noite desta segunda, quando se espera que passe a se deslocar com leve componente para Leste, até a noite de terça, afastando-se da costa.A Marinha disse que são esperados ventos fortes entre o litoral norte do estado do Rio de Janeiro e o litoral sul da Bahia, podendo atingir 101 km/h (55 nós) em alto-mar, no setor Leste do ciclone, e 61 km/h (33 nós) junto à costa, entre a noite desta segunda e a noite de terça.Há previsão de mar grosso a muito grosso no mesmo trecho do litoral, com alturas de ondas entre 3 e 5 metros em alto-mar. Há possibilidade de ocorrência de ressaca atingindo a costa entre Vitória (ES) e Caravelas (BA), com ondas de até 2,5 metros, até o dia 25 à noite, e entre Marataízes (ES) e Linhares (ES). A condição de tempo severo provocada pelo sistema ocorrerá principalmente em alto-mar, associada à chuva intensa, disse a Marinha.A Marinha informou que mantém todos os avisos de mau tempo em vigor na internet.
- Marinha do Brasil
- 25 Mar 2019
- 16:59h
A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) e em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), participa que a Tempestade Tropical “Iba” se localiza em alto-mar, com centro na posição geográfica 19,0ºS 037,0ºW, na altura da costa referente à cidade de Linhares (ES), estendendo-se entre o litoral sul do estado da Bahia e norte do Espírito Santo e apresentando intensidade máxima dos ventos de 83 km/h (45 nós) às 9h do dia 25. Seu deslocamento é previsto predominantemente para Sul, com leve componente para Oeste nas próximas 12 horas, sem previsão de atingir a costa nesse período. Seus efeitos poderão ser sentidos no litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo, até o dia 27. Será emitida nova atualização até o final do dia 25. São esperados ventos fortes nas proximidades do litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo, podendo atingir 87 km/h (47 nós) em alto-mar, no setor Leste do ciclone, e 61 km/h (33 nós) junto à costa, durante todo o período de atuação do ciclone. Há previsão de mar grosso a muito grosso, com alturas de ondas entre 3,0 e 5,0 metros em alto-mar e possibilidade de ocorrência de ressaca atingindo a costa entre Vitória (ES) e Caravelas (BA), com ondas de até 2,5 metros, até a noite do dia 25. A condição de tempo severo provocada por esse sistema ocorrerá principalmente em alto-mar, associada à chuva intensa. A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico (clique)
Foto: Rodrigo Cunha/Arte G1/Climatempo
Cidades do sul da Bahia como Mucuri e Nova Viçosa precisaram adotar medidas preventivas por conta da tempestade tropical que se aproxima da região e da costa do estado do Espírito Santo. A previsão é de que os efeitos da tempestade sejam sentidos pela população até terça-feira (26).Segundo informou o superintendente da Defesa Civil da Bahia, Paulo Sérgio Luz, nesta segunda-feira (25), a tempestade perdeu força e já se afasta das cidades do sul da Bahia."A boa notícia é que a tempestade se encontra na direção do município de Conceição da Barra [cidade no Espírito Santo], a cerca de 200 km da cidade de Mucuri. A previsão é que ela se dissipe amanhã. Hoje ainda é o dia mais intenso dela. O risco são as ondas que podem chegar a 2,5 metros. São ondas consideradas muito altas para essas cidades", explicou.Ainda que a tempestade tenha perdido força, as aulas foram suspensas nas escolas de Mucuri e Nova Viçosa. Além disso, a energia dos postes de iluminação pública foi cortada para que, em caso de queda de fios, não ocorram curtos-circuitos.A Marinha do Brasil já tinha anunciado que o ciclone marítimo previsto para a região sul da Bahia no último final de semana foi reclassificado para tempestade tropical.Conforme a Marinha, a depressão tropical que se formou no litoral sul do estado apresentou, por volta das 9h de domingo (24), intensidade dos ventos de 65 km/h (35 nós) e foi reclassificada como tempestade tropical "Iba". O previsto, inicialmente, era que o ciclone atingisse ventos de até 89 km/h no sul e baixo sul baiano."Nos preocupamos mais com os municípios de Nova viçosa e Mucuri, por conta da erosão costeira. Esses municípios vêm sendo afetados nos últimos 20 anos [pela erosão]. Mucuri já perdeu nove ruas e duas praças. De quinta-feira [21] até hoje, já se perdeu quatro a cinco metros de faixa de praia. Qualquer anormalidade, aumento na velocidade do vento, representa risco grande", explicou o superintendente da Defesa Civil.Paulo Sérgio aproveitou para chamar atenção da população sobre os riscos da tempestade. "Pedimos que a população evite, caso os ventos acelerem hoje, ficar debaixo de árvores, próximo a muros e postes. Procure ficar em suas casas, feche as portas, janelas", alertou.O fenômeno natural é monitorado pela Marinha por meio do Centro de Hidrografia (CHM) e em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE).
Foto: Reprodução/TV Bahia
O sonho de ser mãe da fotógrafa baiana Mel Paranhos se tornou real há quatro anos, quando ela ficou grávida da pequena Lis através de uma inseminação artificial caseira. Mel, que é lésbica, escolheu a técnica caseira após buscar pela inseminação artificial em uma clínica e descobrir que o procedimento custava entre R$ 20 e 30 mil.A inseminação caseira é feita toda em casa. O doador retira o sêmen, coloca em um vaso esterilizado - normalmente aqueles de fazer exames de urina -, e, com uma seringa, a mulher retira o sêmen para injetar no próprio corpo. O método, que é bastante polêmico, está sendo mais comentado pelas pessoas nas redes sociais, onde também há busca por conhecimento sobre o assunto. A técnica caseira é mais barata, mas também diferente da inseminação feita em uma clínica, onde sêmen coletado passa por um processo de separação dos espermatozoides, com retirada de células imaturas e restos celulares, por exemplo. A mulher deve passar por exames e até tomar medicamentos para indução da ovulação. Em seguida, é marcada a colocação dos espermatozoides dentro do útero da mulher. A inseminação caseira, assim como a que é realizada em uma clínica, precisa de um doador, que pode ser anônimo. No caso de Mel, ela descobriu que um amigo compartilhava do mesmo sonho dela de ter um filho e, juntos, eles planejaram "engravidar" com a inseminação caseira. O amigo fez alguns exames, repetiu os testes meses depois e só então os dois decidiram fazer a inseminação. "Ele comentou essa vontade de ser pai. Depois de tudo [exames e inseminação] surgiu Liz, essa coisa linda aqui. A criança sente quando o amor é verdadeiro e vai construir sua personalidade através dessa educação, desse contato e do amor que vem dos cuidadores", disse Mel. O amigo de Mel, que foi o doador de sêmen, quis registrar Lis como pai. Os dois dividem a criação da menina.
Foto: Rodrigo Cunha/Arte G1/Climatempo
O ciclone marítimo previsto para a região sul da Bahia neste fim de semana se aproxima do estado e foi reclassificado para tempestade tropical, segundo informações divulgadas pela Marinha do Brasil, neste domingo (24).O monitoramento é do fenômeno natural é feito pela Marinha por meio do Centro de Hidrografia (CHM) e em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE). Conforme a Marinha, a depressão tropical que se formou no litoral sul da Bahia apresentou, por volta das 9h deste domingo, intensidade dos ventos de 65 km/h (35 nós) e foi reclassificada como tempestade tropical “Iba”, com centro na posição geográfica 18.5ºS 036ºW, em alto-mar, nas proximidades da cidade de Conceição da Barra (ES). O previsto, inicialmente, era que o ciclone atingisse ventos de até 89 km/h no sul e baixo sul baiano.A expressão “Iba” significa “ruim” em tupi-guarani. Ainda de acordo com a Marinha, o deslocamento da tempestade é previsto para a direção sudoeste e os efeitos do fenômeno poderão ser sentidos no litoral sul baiano e do Espírito Santo até a terça-feira (26). Por conta da tempestade, são esperados ventos fortes nas proximidades do litoral sul da Bahia e do Espírito Santo, podendo atingir 87 km/h (47 nós) em alto-mar, no setor Leste do ciclone, e 61 km/h (33 nós) junto à costa, durante todo o período de atuação do ciclone. A Marinha informou, também, que há previsão de mar grosso a muito grosso, com alturas de ondas entre 3 e 5 metros em alto-mar e possibilidade de ocorrência de ressaca atingindo a costa entre Vitória (ES) e Caravelas (BA), com ondas de até 2,5 metros, até a noite de segunda-feira (25). A condição de tempo severo provocada por esse sistema ocorrerá principalmente em alto-mar, associada à chuva intensa. A Marinha orienta que navegantes consultem as previsões para as condições marítimas antes de qualquer atividade de pesca, esporte e recreio. A consulta pode ser feita nos canais disponibilizados pelo órgão, como o site da Marinha.
Foto: Reprodução/ TV Subaé
O abate de frangos cresceu mais uma vez na Bahia e chegou a um total de 114,2 milhões de animais abatidos em 2018, cerca de 6,5 milhões a mais do que no ano anterior. O número, que representa 6%, bateu o próprio recorde do estado, segundo informações do IBGE.Esse foi o quarto crescimento anual consecutivo no abate de frangos no estado e o quarto maior aumento do país em termos absolutos (número de cabeças).Em 2018, o desempenho do abate de frangos no Brasil como um todo foi no sentido contrário e caiu 2,5%, segunda retração consecutiva. Foram abatidas 5,7 bilhões de cabeças de frango, 144,23 milhões a menos que em 2017.O Paraná continua o líder no abate de frangos, com 31,4% de participação nacional. A produção baiana representa 2% do total, com um leve crescimento em relação a 2017, quando o estado respondia por 1,8%.A aquisição de leite foi outro recorde da produção pecuária da Bahia, em 2018, segundo o IBGE. No ano passado, ela cresceu novamente de forma significativa (18,6%) e chegou a 427,7 milhões litros captados pelos estabelecimentos de laticínios sob algum tipo de inspeção sanitária no estado, 67 milhões a mais que em 2017.Esse foi o segundo resultado positivo consecutivo para a aquisição de leite na Bahia e o terceiro maior aumento absoluto (em litros) dentre os estados produtores. No país como um todo, foram captados 24,45 bilhões de litros, um acréscimo de 0,5% em relação a 2017, mantendo certa estabilidade de um ano para o outro.Minas Gerais mantém a liderança na produção nacional de leite, com 24,8% do total captado. A Bahia respondeu, no ano passado, por 1,7% do leite adquirido no país, um pouco mais do que em 2017 (1,5%).
- Correio24h
- 24 Mar 2019
- 11:12h
(Foto: Reprodução)
O mau tempo e os efeitos do ciclone tropical no litoral Sul da Bahia devem permanecer até terça-feira (26), conforme o último boletim divulgado pela Marinha no final da tarde deste sábado (23).Foram observados ventos de 46 km/h na região do litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo. A formação do ciclone classificado como Depressão Tropical foi identificada às 9h da manhã deste sábado em alto-mar, nas proximidades da cidade de Porto Seguro (BA) e até então, está sendo acompanhado pelo Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) e em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos.Caso a intensidade dos ventos superem a marca de 61 km/h, o fenômeno será reclassificado como Tempestade Tropical Iba, expressão em tupi-guarani que significa ‘ruim’. Ainda de acordo com a Marinha, em alto mar, os ventos podem chegar a atingir 88 km/h junto à costa durante o período de atuação do ciclone. As ondas podem variar entre 3 a 4 metros atingindo a costa da cidade de Porto Seguro e 2,5 e 3 metros, na costa da capital baiana.
Foto: Reprodução/TV Subaé
Mais de 50 pessoas caíram em um golpe envolvendo cartas contempladas de consórcio de automóveis, na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. O proprietário da empresa que concedia o crédito alega também ser vítima na situação.Um dos compradores das cartas é o autônomo Fabrício Santana, que precisa do carro para trabalhar. Ele conta que há cinco meses resolveu trocar de veículo e ficou sabendo que uma empresa da cidade de Santo Estevão, que tem escritório em Feira de Santana, fazia o negócio.Ele fechou a transação com a firma, dando uma entrada de R$ 8 mil. Nos contratos assinados pelas partes, a empresa prometeu entregar a carta e crédito em 45 dias, mas não cumpriu o acordo."Eu estou tendo que alugar um carro para trabalhar, porque eu dependo do veículo para poder atender meus clientes hoje. Estou tendo muita dificuldade depois dessa situação. Vendi meu carro antigo para comprar um melhor e agora estou sem nada. Sem carro, sem dinheiro e tendo despesas com o carro de aluguel", disse Fabrício.O escritório fechou e o proprietário continuou falando com Fabrício por um aplicativo de celular, depois desapareceu sem dar notícias.As outras vítimas do golpe também possuem contratos assinados e comprovantes de depósito feitos, para assegurar a compra das cartas. O advogado Luiz Gustavo Amaral, que representa parte das pessoas envolvidas no caso, disse que as vítimas entrarão com processo contra a empresa."Vamos entrar com uma ação no âmbito cível, buscando indenização por danos materiais e danos morais, haja vista que todos foram lesados diante dessa situação de estelionatário. Vamos entrar também [com ação] no âmbito penal", afirmou o advogado.O proprietário da empresa chegou a ir na delegacia de Feira de Santana, para responder sobre as acusações feitas pelas vítimas, mas preferiu não gravar entrevista com a equipe da TV Subaé.A delegada Bianca Torres, que está à frente do caso, informou que o homem alegou que também sofreu um golpe da pessoa que repassava as cartas contempladas consórcio pra ele. Segundo o proprietário, essa pessoa é do estado de São Paulo."Segundo ele, ele comprou cartas de crédito na mão dessa pessoa, mas a pessoa não repassou para ele, e aí ele teve um prejuízo de R$ 70 mil e não teve como pagar as pessoas que compraram as cartas na mão dele", disse a delegada.
Foto: Radar64
Um homem foi assassinado no município de Eunápolis, na região sul da Bahia, nesta sexta-feira (22), e o cachorro da vítima ficou ao lado do corpo até a chegada da polícia para remoção.De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu na Avenida ACM, próximo ao Hospital Regional do município. O corpo foi encontrado por volta das 7h. A suspeita é de que o homicídio tenha ocorrido durante a madrugada, enquanto a vítima, que era um morador de rua, dormia.Ainda não há informações sobre a autoria e a motivação do crime. A PM disse que policiais militares da 7ª Companhia Independente foram acionados após informações de que o homem tinha sido vítima de agressão sendo atingida por uma pedra. A pedra usada para cometer o homicídio estava ao lado do corpo e tinha marcas de sangue. Quando os policiais chegaram, conforme a PM, uma equipe do Serviço Móvel de Urgência (Samu) já estava no local e constatou o óbito da vítima. Os PMs fizeram o isolamento da área e solicitaram os agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para remoção do corpo. Enquanto a remoção não ocorria, o cachorro vira-lata ficou por perto. Pessoas que moram na região e que conheciam a vítima disseram que o homem e o cãozinho andavam sempre juntos.O corpo do homem foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). O crime será investigado pela Polícia Civil.
Foto: Reprodução/TV Bahia
Seis pessoas foram atropeladas e uma delas morreu na rotatória do Mercado do Produtor em Juazeiro, cidade no norte da Bahia, no início da manhã deste sábado (23). A suspeita da polícia é de que o motorista do carro que atingiu as vítimas estava alcoolizado.Testemunhas contaram à Polícia Militar que o condutor do veículo perdeu o controle do carro na BA-210 e atingiu o grupo que estava em um ponto de ônibus, próximo a uma feirinha de uma central de abastecimento. O veículo atingiu também uma barraca de feira e chegou a capotar. As vítimas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para hospitais de Juazeiro e Petrolina (PE). Populares que estavam no local tentaram agredir o motorista, mas foram contidos por policiais. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das cinco pessoas hospitalizadas. A PM não informou se o condutor fez o teste de alcoolemia. Ele foi levado para a delegacia da cidade, onde deve prestar depoimento. A polícia não divulgou a identidade da vítima que morreu no atropelamento.
Foto: Arquivo pessoal
A baiana Ione Nascimento, de 37 anos, vislumbra o sonho de ser mãe desde que era adolescente. Casada há 10 anos, a eletrotécnica viu o desejo se desfazer ao descobrir um mioma – tumor benigno – na parte externa do útero. A solução veio da casa ao lado: a irmã se ofereceu para ser "barriga solidária" dela.A doença foi descoberta enquanto Ione tentava engravidar. Moradora do bairro do Saboeiro, em Salvador, ela e o marido, Alexandre Nascimento, começaram um tratamento clínico na trajetória em busca de ter o filho."Começamos em uma clínica especialista em reprodução humana, onde ficamos quatro anos. Nosso tão sonhado positivo [para gravidez] não chegava, e nossa aflição só aumentava. Durante esse período gastamos com procedimentos e medicamentos fortes para estimular a reprodução de óvulos. Eu realmente acreditava que esses tratamentos iriam dar certo, porém não tivemos sucesso. Fiz três procedimentos cirúrgicos incluindo a retiradas de pólipos", lembra Ione."Às noites me pegava pensando: 'Será que não vou ter o prazer de carregar meus filhos no colo? De colocar eles na cama? De cuidar quando doentinhos?' E o sonho cada vez mais distante de uma realidade escapava por entre os dedos"Ione conta que chegou a cogitar que o problema de fertilização fosse com o marido. O casal passou por vários exames, mas os resultados eram sempre positivos."Em conversa com algumas amigas, fui indicada a ir a uma nutricionista, pois precisava esgotar todas as possibilidades que tinha. Fiz a consulta e todos os exames. Em um deles houve uma alteração e foi constatada anemia e prolactina [hormônio] alta. A nutricionista me orientou a procurar um mastologista e ginecologista, e assim fiz", conta a eletrotécnica.Ela então marcou consulta com as especialistas, que fizeram diversos exames. Em um deles foi detectado um mioma, um tipo de tumor benigno, que estava no útero."Marquei a ginecologista, cheia de esperanças. Mais uma vez fiz todos os exames que me pediram, quando foi detectado um mioma. A médica sugeriu a retirada do mioma, por conta do tamanho dele. Eu pensava: 'como essa situação não foi detectada antes?'. Durante a cirurgia, descobrimos que ele estava na parte externa do útero, comprometendo a minha saúde. A saída foi a retirada por completo do útero".Sem útero e sem a possibilidade de ter o filho, Ione passou pelo que chama de "momento mais difícil da vida". Em meio ao sofrimento de não poder realizar o sonho de adolescência, ela contou com o apoio de uma das pessoas mais importantes da vida dela: a irmã."Percebi que as minhas esperanças estavam perdidas. Meu mundo desabou, ao ponto de não me sentir mulher mais e não desejo isso a ninguém. Foi quando a minha irmã, diante a todo meu sofrimento, se compadeceu e se ofereceu a fazer o procedimento de “barriga solidária”, disse. "Fiquei emocionada com o gesto. Nosso sonho ainda será realizado, eu poderei carregar e amamentar meu filhinho" A segunda parte da trajetória de Ione e Alexandre em busca do filho começou a partir daí. Depois de fazer orçamentos para o procedimento de fertilização in vitro (FIV), ela se deparou com outra barreira: o preço. "Onde conseguiríamos o valor para realizar o procedimento, já que a fertilização não é barata, e precisaríamos, no mínimo, de três tentativas? Foi aí que descobrimos o site Vakinha. Pensei e repensei mil vezes, antes de decidir lançar a campanha. Eu realmente não sei como conseguir o valor em tão pouco tempo, já que tenho 37 anos", pondera ela. Para fazer a FIV, Ione e Alexandre precisam de R$ 48 mil. Até este sábado (24), o casal havia arrecadado pouco mais de R$ 9.200, que representa cerca de 19,30% do valor total. A campanha deles dois pode ser acessada aqui."Estou contanto com o total apoio de toda a família e amigos. Pude sentir que eles estão acreditando na realização deste sonho e começaram abraçar a causa. Meus amigos criaram um grupo de WhatsApp, chamado “Mulheres Guerreiras”, para ajudar na divulgação [da vaquinha]. Fiquei surpresa com a quantidade de pessoas disposta a ajudar". Juro que diante de tudo que vejo nas redes de comunicação não imaginava que no mundo ainda existiriam pessoas com tanto amor no coração, me emocionei com várias histórias.
- Ascom / Marinha do Brasil
- 23 Mar 2019
- 12:01h
Foto: Reprodução
Caso a intensidade dos ventos observados venha a superar 61 km/h, o fenômeno será reclassicado como Tempestade Tropical “Iba”, expressão em tupi-guarani que signica “ruim”. A nomenclatura será ocialmente estabelecida pormeio de Aviso Especial publicado no site do CHM, conforme a relação de nomes que consta nas Normas da Autoridade Marítima no 19.O fenômeno está associado a convergência dos ventos sobre uma região em que a temperatura da superfície do mar se encontra entre 29oC e 30oC, portanto acima de sua média climatológica para o mês. São esperados ventos fortes nas proximidades do litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo, podendo atingir 102 km/h em alto-mar, no setor Leste do ciclone, e 61 km/h junto à costa, durante todo o período de atuação do ciclone. A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrograa da Marinha (CHM) e em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), participa a previsão de formação de um ciclone com possíveis características tropicais, a partir deste sábado (23), quando poderá ser classicado como uma Depressão Tropical. O ciclone pode permanecer atuando no litoral sul do estado da Bahia e do Espírito Santo até o dia 26. Há previsão de mar grosso a muito grosso, com alturas de ondas entre 3,0 e 5,0 metros em alto-mar e possibilidade de ocorrência de ressaca atingindo a costa entre Linhares (ES) e Porto Seguro (BA), com ondas entre 2,5 e 3,0 metros, estendendo-se ao Sul deste trecho até Vitória (ES) e ao Norte até Salvador (BA), com ondas até 2,5 metros, entre o dia 23 pela manhã e o dia 24 à noite. A condição de tempo severo provocada por este sistema ocorrerá principalmente em alto-mar, associada à chuva intensa.A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico.
- Metro1
- 23 Mar 2019
- 10:10h
Foto : Tácio Moreira/Metropress
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, afirmou que o Governo deve inaugurar sete policlínicas no estado até o fim do primeiro semestre deste ano. Os sete municípios que vão ganhar as unidades são: Jacobina, Paulo Afonso, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Vitória da Conquista, Itabuna e Simões Filho. Ao todo, houve um investimento de R$ 160 milhões para arcar com o custo da construção dos espaços. Até o final do ano, são previstas outras cinco policlínicas, nos municípios de Escada, Narandiba, Ribeira do Pombal, São Francisco do Conde e Barreiras.
Foto: Reprodução/Facebook
Um jovem de 21 anos, que mora em Araci, na região nordeste do estado, disse que a esposa, de 20 anos, entrou em estado vegetativo após ter o útero retirado durante o parto do filho no hospital do município. A prefeitura da cidade, responsável pela unidade de saúde, nega que o órgão tenha sido retirado durante o procedimento, e afirma que os médicos se limitaram apenas a realizar o parto. Gean Guimarães da Silva diz que a mulher, Mirene Santos da Silva, teve o bebê no dia 20 de julho de 2018, quando tinha 19 anos. Ele conta que os exames de pré-natal não detectaram nenhum problema com ela e o bebê e apontaram que a gravidez seria normal. Os parentes de Mirene decidiram relatar o caso à imprensa somente agora, oito meses após o parto, porque também reclamam da assistência prestada à jovem atualmente pela prefeitura municipal. No dia do parto, segundo Gean, Mirene levou todos os documentos para o hospital e os médicos disseram que ela estava bem. "Levamos tudo, o ultrassom, os exames, todos feitos na rede particular. Ela não tinha nenhum problema de saúde. A gente chegou no hospital, às 3h40 da madrugada, após ela sentir dores, e, às 6h, eles falaram que ela estava bem. A gente não pôde acompanhar. Às 8h, a enfermeira disse que ela já estava na mesa do parto, mas, pelo que percebemos, o parto demorou muito. Toda hora eles chegavam dizendo que a criança iria nascer e nada. Somente as 10h25 informaram que ela tinha ganhado o neném. Ela passou quase 2h ou mais na sala de parto e a gente estranhou", disse o marido. Depois do parto, segundo ele, um enfermeiro foi até onde os familiares aguardavam e disse que Mirene precisava de um novo ultrassom. "O enfermeiro que ajudou o médio que fez o parto chegou para a gente e disse que tinha ficado com um pedaço da placenta na barriga e que era para fazer um novo ultrassom. Ele veio todo calmo, mas quando a gente foi até a sala de parto vimos uma correria, uma agonia toda. A gente perguntou o que tinha ocorrido e descobrimos que o médico tinha puxado a placenta dela e veio com o útero e tudo. Por conta disso, ela começou a ter uma intensa hemorragia. Na minha opinião, isso foi por negligência, porque minha mulher não tinha nenhum problema", afirmou Gean. Depois, segundo o marido, a jovem foi encaminhada às pressas para o Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana. "Antes deles colocarem ela no carro, ela disse assim para a mãe dela, que estava acompanhando a gente no dia dia parto: 'mãe, eles me machucaram muito'. Na viagem, ela foi consciente, conversando normal, mas perdendo muito sangue. Quando chegou em Feira, ela foi encaminhada direito para a sala de cirurgia. Ela deu uma parada cardíaca por 10 minutos, os médicos conseguiram reanimar ela, mas ela já não voltou a mesma pessoa", disse. Conforme Gean, Mirene entrou em estado vegetativo na unidade médica de Feira. A jovem ficou internada no HEC por seis meses. Jordan, o bebê deles, não ficou com nenhuma sequela e é uma criança saudável. "Em Feira, os médicos disseram que a gente tinha agora que esperar por um milagre, porque o quadro dela não tem volta. Aí, depois de seis meses, mandaram ela para casa. É um estado vegetativo. Hoje, ela só abre o olho e chora. Não mexe perna, não mexe braços", afirma. O G1 procurou a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para que pudesse falar sobre a internação da jovem no HEC, mas o órgão disse que, cumprindo determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Ministério Público, não fornece o estado de saúde e informações de pacientes internados na rede de assistência estadual. Gean diz que, atualmente, a jovem precisa de cuidados domiciliares durante 24h, mas que não está tendo essa assistência por parte da prefeitura. "Os cuidados que a prefeitura oferece não suficientes. Ela precisa ser acompanhada durante todo o dia, mas não é assim. A prefeitura contratou uma empresa de saúde pra fazer esse atendimento em casa, mas só tem enfermeiro três dias por semana, terapeuta três dias por semana e médico uma vez só por mês", diz Gean, que atualmente mora com a mulher em uma casa alugada pela prefeitura em Araci.