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MEC divulga gabarito do Enem

  • 09 Nov 2016
  • 10:53h

(Foto: Reprodução)

Já estão disponíveis os gabaritos oficiais dos dois dias de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos podem conferir as respostas clicando aqui. No último fim de semana, cerca 8 milhões de estudantes tiveram de responder 180 questões de múltipla escolha e fazer uma redação. No sábado, os candidatos fizeram as provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Já no domingo, foi a vez das provas de Linguagens, Matemática e Redação. Segundo professores do curso online QG do Enem e da rede Eleva Educação, que corrigiram as provas a pedido do GLOBO, o nível de dificuldade do exame foi semelhante ao de anos anteriores. Apesar das provas do primeiro dia terem sido mais difíceis, os alunos foram compensados no segundo dia com questões mais parecidas com o que costuma ser cobrado. 

Para os professores, a prova de Linguagens foi mais interpretativa e não exigiu tantos conhecimentos específicos como na edição passada. A surpresa veio no uso de textosdramáticos nas questões, gênero textual que não apareceu muito anteriormente. Os textos longos da prova de matemática foram apontados como um desafio a mais para os estudantes. O exame manteve a tradição de abordar temas do cotidiano com questões sobre spray de pimenta, identidade de gênero, refugiados e democracia. O Enem deste ano teve a maior taxa de abstenção desde quando foi reformado, em 2009. Considerando os participantes de locais em que a prova não foi adiada, nesta edição, 30% dos 8,6 milhões de inscritos não compareceram à prova. O número de candidatos eliminados também aumentou em relação ao ano passado. No total, foram 768 pessoas contra 740 em 2015. Dentre elas 641 foram desclassificadas por descumprimento de normais gerais, 120 foram flagradas no detector de metais e sete por recusa da coleta do dado biométrico. 

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Enem: administrar bem o tempo é fundamental na hora da prova

  • 04 Nov 2016
  • 20:06h

(Foto: Reprodução)

Além do estudo, ter um bom planejamento e administrar o tempo são fundamentais na hora de fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nos dias 5 e 6 de novembro, 8,6 milhões de candidatos devem fazer as provas do Enem que têm, no primeiro dia, 90 questões de múltipla escolha para serem respondidas em quatro horas e 30 minutos. No segundo dia são mais 90 questões e a prova de redação, e o tempo aumenta para cinco horas e 30 minutos. Equilibrar o tempo entre as provas objetivas e a redação e começar pelas matérias em que o estudante tem mais facilidade são algumas dicas de professores. O diretor do Colégio Concórdia, de São Paulo, Edson Wander Eller, sugere que o estudante comece a prova pela área em que tem mais facilidade, para assim avançar mais rapidamente no início do exame. “Ele vai dar uma atenção diferenciada para os itens que domina, vai conseguir evoluir mais na resolução da prova e deixa o restante do tempo para a área que domina menos”, diz o professor. Outra dica de Edson Wander é que o aluno não permaneça tempo demais em cada pergunta. 

Se uma questão está tomando muito tempo do estudante, o melhor é passar para a próxima e retornar a ela no fim da prova. Para ele, o ideal é não estabelecer um tempo mínimo para a resolução de cada questão, mas ir balanceando o tempo ao longo da prova. Um ponto importante, segundo o diretor do Colégio Concórdia, é reservar cerca de 30 minutos para preencher o cartão de respostas. “Se ele esquecer de responder, perder o tempo ou, principalmente, responder errado, a prova dele acaba sendo cancelada”, lembra. A coordenadora de ensino médio do Colégio Batista Mineiro, de Belo Horizonte, Júnia Batista Tavares, também alerta os estudantes para que não passem tempo demais em uma única pergunta. “Nesse exame a administração do tempo é muito importante. A orientação é ir resolvendo as questões e se sentir um pouquinho mais de dificuldade, pular aquele item e depois retornar a ele, que vai exigir tempo maior”. Se durante a prova a ansiedade e o nervosismo começarem a atrapalhar o desempenho, Júnia Batista recomenda uma pausa para respirar e recuperar a calma. “Tá ansioso, o coração bateu, está mais pesado? Respira e dá uma pausa. Às vezes, essa pausa durante a realização da prova vai ajudar o estudante a ir desenvolvendo com calma a tarefa que ele tem que fazer”.

Redação

A redação é aplicada no segundo dia de prova do Enem. De acordo com a habilidade que tenha para a escrita, o estudante precisa planejar o tempo gasto entre as provas objetivas e a de redação. A professora Júnia diz que não dá para passar ao estudante uma fórmula pré-definida sobre o melhor momento para escrever o texto, se no início ou no final na prova. Segundo ela, o estudante deve decidir o que considera melhor de acordo com o seu perfil. “A recomendação de fazer a redação primeiro é interessante, mas depende do perfil do estudante. Um estudante da área de exatas pode preferir fazer a prova de matemática primeiro por achar que vai ganhar mais tempo. Então, as orientações não são para todos, elas estão aí para cada um adotar a que mais lhe der conforto”.

Lanche

Como as provas têm duração longa, levar água e lanche é bom para encarar a maratona do exame. Os educadores recomendam lanches leves e frutas. “Um aluno com fome ou muita sede não vai conseguir ficar quatro horas e meia concentrado na prova para terminá-la de forma adequada”, afirma o diretor do Colégio Concórdia. Neste ano, o Ministério da Educação informou que vai fiscalizar o lanche dos estudantes.

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MEC implanta impressão digital para evitar fraudes no ENEM

  • 04 Nov 2016
  • 07:00h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Educação (MEC), no próximo final de semana (5 e 6 de novembro), irá recorrer à biometria para fazer o reconhecimentos individuais dos estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O MEC, no entanto, não divulgou se o cadastramento de impressões digitais será feito no primeiro ou no segundo dia, ou se em ambos. De acordo com o Ministério, o objetivo é que os participantes sejam surpreendidos e não possam enviar outra pessoa em seu lugar para fazer as provas. É esperado que oito milhões de jovens passem pela experiência, destes, 2,2 milhões estão no último ano do Ensino Médio. Com o exame, o candidato pode tentar ingressar em uma das 500 universidades que utilizam a prova como seleção.  De acordo com Phil Scarfo, especialista em biometria e vice-presidente global de vendas e marketing da HID Biometrics, a autenticação da ‘impressão digital’ tem o mais alto valor de uso no nosso dia a dia, já que se trata de um atributo físico inviolável, que não pode ser alterado por criminosos. “ Num futuro próximo, não vamos precisar de bolsa nem carteira, apenas dos nossos dedos para fazer uma série de atividades, incluindo as acadêmicas. 

Por isso, é uma grande ideia usar a impressão digital para autenticar pessoas que estão participando de um grande processo de seleção. Quando os leitores de impressão digital de alta qualidade e segurança estiverem disponíveis nos smartphones, meios de transporte, locais de trabalho, caixas eletrônicos, escolas, hospitais, academias de ginástica etc., tudo o que fizermos terá um nível de segurança imensamente maior do que hoje”, pontuou. O especialista destaca ainda que a maioria dos documentos expedidos atualmente conta com registros de impressão digital: documento de identidade (RG), passaporte, título de eleitor, carteira de motorista etc. “O Brasil está fazendo um enorme banco de dados de impressões digitais, o que permitirá em breve cruzar informações que serão muito úteis para agilizar processos e aumentar a segurança dos cidadãos. A possibilidade de saber ‘quem’ está fazendo ‘o quê’ evita um número enorme de fraudes e ações mal-intencionadas. Além disso, finalmente as pessoas começam a aposentar as senhas alfanuméricas usadas nos últimos 60 anos”, completou. No aspecto acadêmico, Scarfo diz que o uso de autenticação de impressão digital não é importante somente no controle de acesso dos estudantes às escolas e universidades, mas em tantas outras situações em que é fundamental haver maior supervisão. 

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Entenda a ação judicial que pode suspender o Enem 2016 deste fim de semana

  • 03 Nov 2016
  • 08:11h

A edição 2016 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) acontece neste sábado (5) e domingo (6), mas, desde terça-feira (1º), uma série de eventos afeta a realização das provas. Na terça, o Ministério da Educação anunciou que a prova foi adiada para 191 mil candidatos de 18 estados e do Distrito Federal. Mas, na quarta-feira, o Ministério Público Federal do Ceará entrou com uma ação civil pública para suspender o exame deste fim de semana para todos os 8,6 milhões de candidatos. O MEC afirmou que já acionou a Advocacia Geral da União (AGU) para derrubar a ação na Justiça. Veja abaixo as perguntas e respostas sobre o que pode acontecer com o Enem 2016:

O Enem 2016 está cancelado?

Não. Até a noite desta quarta-feira (2), a única decisão oficial sobre o Enem 2016 era o adiamento das provas apenas para 191.014 estudantes, que estão sendo alertados por e-mail, SMS e pelo site oficial do Enem. Esse grupo de estudantes representa 2,2% do total de candidatos. A razão do adiamento do Enem apenas para eles são ocupações estudantis em escolas e universidades. Esses 191 mil candidatos farão o Enem 2016 nos dias 3 e 4 de dezembro. Para todos os demais candidatos, a decisão, até a noite desta quarta, era que eles deverão realizar o Enem neste sábado (5) e domingo (6). Veja perguntas e respostas sobre esse adiamento parcial. Existe uma ação civil pública na Justiça que pede a suspensão do Enem. A ação foi ajuizada nesta quarta-feira (2) pelo MPF-CE, mas, até a noite desta quarta, não havia decisão judicial sobre o assunto.

O que diz a ação judicial que pede a suspensão do Enem?

O procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, pediu nesta quarta a suspensão do Enem porque considera que adiar as provas para um grupo de pessoas pode ferir a isonomia do exame, ou seja, não oferecer as mesmas condições a todos os candidatos. "O MEC aplica a teoria da resposta ao item (TRI) na prova objetiva, o que equilibra o nível de dificuldade da prova para todos os candidatos, o que significa que mesmo os que fazem uma segunda prova com questões de conteúdo diferente, elas têm em comum o mesmo grau de dificulldade. Nesse caso, o princípio da igualdade está preservado. O mesmo não se dá com a redação, porque tendo temas diferentes você não tem como dizer que o nível de dificuldade seja o mesmo"

O que o MEC diz sobre essa ação judicial?

Assim que foi informado sobre a ação, o Ministério da Educação anunciou que tentaria derrubar o pedido do MPF-CE. Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira, o MEC diz que há um "grave equívoco na argumentação apresentada pelo procurador do Ceará", e que "é lamentável qualquer tentativa que venha gerar insegurança e tumultuar um Exame que afeta a vida de 8,6 milhões de estudantes e seus familiares". A AGU afirmou que "atuará judicialmente para defender a regularidade das medidas adotadas pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e na manutenção do calendário de provas". Na terça-feira, a presidente do Inep, Maria Inês Fini, afirmou que a nova prova do Enem, a ser aplicada em dezembro, já foi elaborada e não vai afetar o equilíbrio entre os participantes, pois descarta a possibilidade de uma prova ser mais "difícil" que a outra. "A prova é equivalente", afirmou ela. A base dessa argumentação é a chamada de Teoria de Resposta ao Item, ou TRI, que é a metodologia usada na correção.

Quando essa ação será julgada?

A ação será julgada pelo juiz Ricardo Cunha Porto, titular da 8ª Vara da Justiça Federal no Ceará. Caso a Justiça aceite os argumentos do procurador, a mudança no calendário do Enem é válida para todo o Brasil. Devido à urgência, o pedido deve ser julgado até sexta-feira (4), de acordo com a Justiça Federal.

Como essa decisão pode afetar os candidatos?

Para os 191 mil candidatos que já tiveram a prova adiada, a decisão não tem valor imediato, a não ser que a data mude novamente. Porém, já é certo que nenhum deles poderá fazer o Enem neste fim de semana, pois o Inep afirmou que não vai rever o adiamento desses 303 locais de prova, mesmo que eles sejam desocupados até esta sexta-feira. Para os demais candidatos, as provas deste fim de semana seguem confirmadas até que a Justiça avalie a ação. Caso o juiz decida suspender o Enem deste fim de semana, a prova será realizada em outra data. Porém, caso o juiz negue o pedido, e mantenha a data do exame, os candidatos que não fizerem a prova neste fim de semana serão eliminados do Enem 2016.

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Total de federais entre as melhores escolas do Enem 2015 mais que dobra

  • 02 Nov 2016
  • 07:02h

A divulgação da nota da edição 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 961 escolas fez com que o número de instituições federais entre as mil melhores saltasse de 30 para 65. No total, o número de escolas públicas nesse ranking subiu de 49 para 92. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta segunda-feira (31) a lista de escolas que tinham ficado de fora daprimeira divulgação dos dados, feita no dia 4 de outubro, por causa do que o governo chamou, dois dias depois, de um "equívoco na interpretação da legislação". Considerando as novas escolas incluídas na lista, o ranking das mil escolas com as maiores médias nas quatro provas objetivas (linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza) do Enem 2015 muda de configuração. Agora, as escolas públicas respondem por 92 dessas mil escolas. No Enem 2014, entre as mil melhores escolas, 93 eram públicas. No Enem 2013, 78 das mil melhores escolas eram da rede pública. As notas obtidas por esses colégios fez a média geral do Enem 2015 por escola subir de 515,82 para 516, 28. Metade deles está acima dessa média.

Das 48 escolas que entraram na lista das mil maiores médias após a atualização, 35 são federais, oito são estaduais (colégios de aplicação ligados a universidades estaduais, colégios militares ou escolas técnicas estaduais) e cinco são privadas. Veja abaixo a lista dessas escolas, incluindo sua posição no ranking e sua média nas provas objetivas:

  • 37ª) Escola Técnica Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – São Paulo/SP – privada - média objetiva 689,28
  • 70ª) Colégio Visconde Porto Seguro Unidade II – Valinhos/SP – privada – média objetiva 672,72
  • 101ª) Instituto de Tecnologia ORT – Rio de Janeiro/RJ – privada – média objetiva 661,28
  • 119ª) Cefet-MG Campus I BH – Belo Horizonte/MG – federal – 657,03
  • 124ª) Ifes – Campus Vitória – Vitória/ES – média objetiva 656,44
  • 155ª) Etec de São Paulo – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 652,70
  • 211ª) IFSP – Campus São Paulo – São Paulo/SP - federal – média objetiva 645,12
  • 238º) Coltec – Colégio Técnico da UFMG – Belo Horizonte/MG – federal – média objetiva 642,17
  • 273ª) Colégio Visconde Porto Seguro Unidade III – São Paulo/SP – privada – média objetiva 638,65
  • 394ª) Cefet-MG – Uned Divinópolis – Divinópolis/MG – federal – média objetiva 628,35
  • 403ª) Ifes – Campus Aracruz – Aracruz/ES - federal – média objetiva 627,90
  • 409ª) Cefet-MG Campus 11 Contagem – Contagem/MG – federal – média objetiva 627,57
  • 418ª) UTFPR Campus Pato Branco – Pato Branco/PR – federal – média objetiva 626,88
  • 436ª) Cefet-RJ Unidade Maracanã – Rio de Janeiro/RJ – federal – média objetiva 625,99
  • 449ª) Ifes – Campus Cachoeiro de Itapemirim – Cachoeiro de Itapemirim/ES – federal – média objetiva 625,48
  • 465ª) Colégio Pedro II Campus Realengo II – Rio de Janeiro/RJ – federal – média objetiva 624,65
  • 497ª) IFMG Campus Governador Valadares – Governador Valadares/MG – federal – média objetiva 622,78
  • 526ª) Colégio Singular – Santo André/SP – privada – 621,52
  • 537ª) Colégio Pedro II Campus São Cristóvão III – Rio de Janeiro/RJ – federal – média objetiva 620,87
  • 553ª) Cefet-MG Uned Araxá – Araxá/MG – federal – média objetiva 620,40
  • 565ª) IFMG Campus Congonhas – Congonhas/MG – federal – média objetiva 619,86
  • 577ª) IFTM Campus Uberaba – Uberaba/MG – federal – média objetiva 619,33
  • 590ª) Cefet-MG – Uned Varginha – Varginha/MG – federal – média objetiva 618,53
  • 606ª) Ifes Campus Cariacica – Cariacica/ES – federal – média objetiva 617,72
  • 650ª) IFSP Campus Cubatão – Cubatão/SP – federal – média objetiva 615,76
  • 665ª) Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha – Novo Hamburgo/RS – Estadual – média objetiva 614,73
  • 696ª) UFSM Colégio Técnico Industrial – Santa Maria/RS – federal – média objetiva 613,49
  • 710ª) IFF Campus Cabo Frio – Cabo Frio/RJ – federal – média objetiva 613,04
  • 749ª) Cefet-MG Campus 3 Leopoldina – Leopoldina/MG – federal – 611,67
  • 757ª) Etec Irmã Agostina – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 611,48
  • 768ª) Etec Guaracy Silveira – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 610,72
  • 777ª) IFRS Campus Farroupilha – Farroupilha/RS – federal – média objetiva 610,36
  • 779ª) Ifes Campus Colatina – Colativa/ES – federal – média objetiva 610,33
  • 803ª) Cefet-MG Uned Curvelo – Curvelo/MG – federal – média objetiva 609,71
  • 807ª) IF Sudeste MG Campus Barbacena – Barbacena/MG – federal – média objetiva 609,58
  • 864ª) Colégio Pedro II Campus Engenho Novo II – Rio de Janeiro/RJ – federal – média objetiva 607,61
  • 875ª) Colégio Estadual José Leite Lopes – Rio de Janeiro/RJ – estadual – média objetiva 607,37
  • 881ª) Etec Martin Luther King – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 607,19
  • 905ª) IFPR Campus Foz do Iguaçu – Foz do Iguaçu/PR – federal – média objetiva 606,05
  • 921ª) Etec Takashi Morita – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 605,57
  • 929ª) UTFPR Campus Campo Mourão – Campo Mourão/PR – federal – média objetiva 605,37
  • 935ª) Ifes Campus Guarapari – Guarapari/ES – federal – média objetiva 605,08
  • 942ª) Etec Conselheiro Antonio Prado – São Paulo/SP – estadual – média objetiva 604,73
  • 968ª) Ifes Campus Nova Venécia – Nova Venécia/ES – federal – média objetiva 604,34
  • 985ª) IF Sudeste MG Campus Muriaé – Muriaé/MG – federal – média objetiva 603,72
  • 994ª) IF Farroupilha Campus Santa Rosa – Santo Rosa/RS – federal – média objetiva 603,55

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AGU estuda cobrar Enem de estudantes que ocupam escolas

  • 23 Out 2016
  • 14:00h

(Foto: Reprodução)

A Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que poderá cobrar os prejuízos aos cofres públicos causados pela ocupação de unidades de ensino programadas para receber a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com nota divulgada pelo órgão. O último balanço do Ministério da Educação (MEC) apontou que 182 locais de prova estão ocupados por estudantes em protesto contra a Medida Provisória do Novo Ensino Médio e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que estabelece um limite de gastos para a União para os próximos 20 anos. O MEC estabeleceu prazo até 31 de outubro para os estudantes deixarem os locais. Caso isso não ocorra, o exame será cancelado nessas escolas e institutos federais. Segundo a pasta, cerca de 95 mil candidatos poderão ser afetados. Segundo a Agência Brasil, a AGU informou que a maior preocupação é com a própria realização do Enem, marcada para os dias 5 e 6 de novembro. A ideia é cobrar dos responsáveis o valor pago por cada nova prova aplicada. O Enem tem um custo de R$ 90 por participante. A AGU também estuda o ajuizamento de ações por eventual prejuízo ao patrimônio, caso seja constatada depredação das instituições de ensino. O órgão diz que, em conjunto com outros órgãos, vai trabalhar para identificar os responsáveis. Equipes de advogados públicos estarão de plantão até a realização do exame.

MEC exige identificação de alunos que ocupam locais de prova do Enem

  • 22 Out 2016
  • 17:01h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Educação encaminhou aos dirigentes das instituições federais de ensino, nesta quarta-feira (19), um ofício dando o prazo de cinco dias para que eles identifiquem e encaminhem ao governo federal os nomes de manifestantes que ocupam campi dos institutos federais pelo país. Atualmente, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), há 181 escolas ocupadas que estão listadas como locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As ocupações em diversos estados são motivadas pela rejeição à medida provisória que trata da reforma do ensino médio e também contra a PEC do teto de gastos públicos. Em nota, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) afirmou que se reuniu com o MEC para falar sobre as ocupações e que vai atender à solicitação. "Na manhã desta quinta-feira, 20/10, encerrando a 68ª Reunião Ordinária do Conselho, o Pleno abordou o assunto. Assim sendo, no prazo de cinco dias, as instituições apresentarão à Setec o levantamento de quais unidades estão ocupadas pelo movimento estudantil. Com o intuito de garantir a livre expressão dos estudantes, bem como assegurar o funcionamento das instituições, a ocupação de alguns campi também foi assunto de reunião com a secretária de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eline Nascimento, nessa terça-feira, 18/10", diz o comunicado. Procurado pelo G1 sobre quais campi de institutos federais serão locais de prova do Enem, e quais estão ocupados atualmente, o Inep afirmou que só pode divulgar o número de locais de prova ocupados em cada estado, e não pode "fazer referência aos locais de prova". No ofício, o MEC solicita "manifestação formal acerca da existência de eventual ocupação dos espaços físicos das instituições" sob responsabilidade dos dirigentes dos institutos, "procedendo, se for o caso, a respectiva identificação dos ocupantes". O ofício dá aos dirigentes o prazo de cinco dias corridos para a resposta. Em nota, o MEC afirmou que "o direito de protestar é legítimo", mas que "ninguém deve impedir o direito dos jovens ir e vir para a escola", e que espera que os dirigentes dos institutos federais cumpram "sua responsabilidade legal de zelar pela preservação do espaço público e de garantir o direito dos alunos de acesso ao ensino e dos professores, de ensinar". Além disso, o MEC disse que "há relatos que dão conta da presença de pessoas que não pertencem à comunidade dos instituto federais ocupados", mas não deu detalhes sobre casos específicos. A pasta disse ainda que, nesta semana, liberou R$ 200 milhões aos institutos e centros, além do Colégio Pedro II. "O MEC apela para o bom senso dos que participam das ocupações para que desocupem esses espaços até o dia 31/10, preservando o direito de jovens inscritos no Enem de fazer as provas visando ingressar no ensino superior", diz a nota.

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Estudantes têm até este final de semana para fazer simulado do Enem

  • 22 Out 2016
  • 15:01h

(Foto: Reprodução)

Após prorrogação, este é o último fim de semana para que os estudantes que participarão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) testem os conhecimentos no simulado nacional da plataforma Hora do Enem (clique aqui). Este é o quarto e último simulado que ocorre antes das provas, marcadas para os dias 5 e 6 de novembro. O teste está dividido em duas provas, somando 180 questões. Como são testes longos, o recomendável é que sejam feitos em dois dias, assim como ocorre no Enem. No primeiro dia do simulado, os alunos responderão 90 questões, divididas igualmente entre ciências humanas e ciências da natureza. O segundo dia de provas será destinado a outras 90 questões de matemática e linguagens. Depois do simulado, segundo a Agência Brasil, os estudantes terão acesso a um ranking para comparar o seu desempenho com os outros candidatos que buscam a mesma universidade ou curso. Além do simulado, também é possível acessar boletins de notícias com informações sobre o Enem, programas de TV com dicas e conteúdos, questões resolvidas e comentadas, videoaulas e uma plataforma de estudos personalizada com planos de estudos e exercícios on-line. Os três simulados Hora do Enem anteriores registraram cerca de 1,5 milhão de avaliações realizadas. Estudantes de todo o Brasil participaram das provas, que tiveram como principal alvo os alunos de escolas públicas.

MEC prorroga prazo para o último simulado do Enem

  • 17 Out 2016
  • 19:01h

(Foto: Divulgação)

O prazo para fazer o último simulado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi prorrogado para o dia 23 de outubro. As provas ficariam disponíveis somente até esse domingo (16). Agora, os estudantes têm mais uma semana para testar os conhecimentos. O simulado pode ser acessado na plataforma Hora do Enem. Este é o quarto e último simulado que ocorre antes das provas do Enem, marcadas para os dias 5 e 6 de novembro. O simulado ficará disponível para ser inicado até as 19h59 de domingo (23), no horário de Brasília. Com o horário de verão, os participantes devem verificar qual o horário limite na localidade onde estão. O teste está dividido em duas provas, somando 180 questões. Como são testes longos, o recomendável é que sejam feitos em dois dias, assim como ocorre no Enem. No primeiro dia do simulado, os alunos responderão 90 questões, divididas igualmente entre Ciências Humanas e Ciências da Natureza. O segundo dia de provas será destinado a outras 90 questões de Matemática e Linguagens. Depois do simulado, os estudantes terão acesso a um ranking para comparar o seu desempenho com os outros candidatos que buscam a mesma universidade ou curso. A plataforma Hora do Enem pode ser acessada por computador, smartphone ou tablet. Além do simulado, também é possível acessar boletins de notícias com informações sobre o Enem, programas de TV com dicas e conteúdos, questões resolvidas e comentadas, videoaulas e uma plataforma de estudos personalizada com planos de estudos e exercícios on-line. Os três simulados Hora do Enem anteriores registraram cerca de 1,5 milhão de avaliações realizadas. Estudantes de todo o Brasil participaram das provas, que tiveram como principal alvo os alunos de escolas públicas.