Sindsemb/APLB: ‘Só iremos ter sucesso nas negociações se houver uma maior mobilização da categoria’
- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 22 Jul 2015
- 16:39h

Os membros da comissão Sindsemb/Aspromub ainda estão confiantes no sucesso das negociações (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Imediatamente ao término da nova rodada de negociações salariais dos servidores públicos municipais de Brumado no início da tarde desta quarta-feira (22), o Brumado Urgente entrou em contato com os representantes do Sindsemb e APLB para obter explicações se aconteceram avanços no processo de negociação. Falando em nome da categoria, o assessor jurídico Dr. Tadeu Cincurá explanou que “podemos dizer que avanços aconteceram na reunião de hoje, mas ainda existe um longo caminho para que cheguemos ao lugar comum, já que a prefeitura afirmou que está à beira de atingir o limite prudencial, o que impediria um reajuste maior do que 4,5% para os servidores e 6,5% para os professores”. Questionado sobre o índice que seria considerado satisfatório para a categoria, ele respondeu que “seria de 10% para os servidores e 13% para os professores, então, isso quer dizer que ainda temos muito que conversar” e emendou alegando que “mas acredito que isso será possível, já que os repasses do Fundeb aumentaram esse ano, além do aumento do fundo de participação dos municípios e agora do IPTU, então não vejo barreiras para que a nossa meta de negociação não seja atingida, já que o limite prudencial cairá e se terá dinheiro em caixa para que seja dado um aumento salarial justo, já que a inflação até o momento já está em 9%”. Sobre a possibilidade de greve caso não haja acordo, ele disse que “não está descartada, mas, antes vamos buscar, de todas as formas, que a negociação seja positiva. Espero que da próxima vez que sentarmos para conversarmos o prefeito e a secretária de Educação também estejam presentes, pois em todos os municípios isso acontece, mas aqui é diferente, talvez seja isso que emperre o processo, pois temos conhecimento que todos os anos é dessa forma”. E finalizou frisando que “como já destacamos anteriormente somente com a adesão maciça da categoria (servidores e professores) poderemos alcançar êxito nas negociações, então que se saia da zona de conforto e venha para a luta que é de todos”.

