Presidente do Sindsemb convoca categoria para uma assembleia nesta quinta-feira (18)
- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 16 Jun 2015
- 18:47h

O presidente do Sindsemb, Edilson Costa, afirma que o sucesso das negociações passa por uma mobilização ativa dos servidores (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
Assim como acontece todos os anos, a negociação salarial dos servidores públicos acaba tendo uma duração maior do que o esperado e, neste ano de 2015, devido à crise financeira as negociações podem se arrastar mais do que nos anos anteriores. Visando buscar esclarecimentos sobre a situação, o Brumado Urgente ouviu na tarde desta terça-feira (16) o presidente do Sindsemb – Sindicato dos Servidores Públicos de Brumado – Edilson Costa (Dinda) que fez um apanhado da atual situação. “Na verdade as negociações se iniciaram nestes dias, onde, pela primeira vez sentamos com o secretário municipal da Fazenda e com o procurador geral, os quais nos passaram a proposta do Executivo de 4%”, explicou e, num tom mais incisivo, complementou que “não demos nenhuma resposta, porque não decidimos nada sozinhos, somente em assembleia, por isso convocamos a categoria para nos reunirmos em assembleia, onde serão feitas as deliberações em acatar ou rejeitar a proposta”. Questionado sobre a sua análise sobre o índice oferecido, ele prontamente respondeu que “claro que não, pois não recuperaria nem a perda com a inflação”. Em seguida foi perguntado qual seria um índice pretendido pelo sindicato e ele citou que “buscamos bem mais que 4%, mas o índice almejado será discutido na assembleia”. Já sobre os professores ele abordou que “para os professores foi oferecido 6%, o que também está bem abaixo das expectativas”. No final ele fez uma convocação à categoria para estar presente na Assembleia para comparecer em peso à Biblioteca Jarbas Passarinho na próxima quinta-feira (18), às 18 horas. “Servidor compareça a assembleia e vamos mostrar a nossa força para que alcancemos êxito nas negociações”, destacou Costa. Sobre a possibilidade de uma paralisação, caso a proposta não seja aceita, ele foi taxativo ao dizer que “ainda é muito cedo para falarmos em paralisação, pois acreditamos no bom senso e que a mesa de negociações será exitosa para os servidores”.

