Decisões judiciais podem provocar alterações significativas no cenário pré-eleitoral em Brumado

  • Daniel Simurro | Brumado Urgente
  • 23 Set 2019
  • 09:42h

As decisões da justiça eleitoral poderão provocar mudanças no cenário político brumadense (Fotocomposição: Brumado Urgente)

O período pré-eleitoral em Brumado está sendo muito mais intenso do que nos anteriores, tanto que existem aqueles que chegam a dizer que parece que as eleições irão acontecer no próximo mês de outubro. Elucubrações à parte, o que se pode dizer é que existe uma forte movimentação nos corredores políticos, as quais, começaram a tomar rumos diferentes após a publicação da decisão da Justiça Eleitoral que cassou, em primeira instância, os mandatos do prefeito e do vice, mas os mesmos permanecerão nos cargos até decisão de um colegiado. O que parecia estar definido como embate principal, começa a ter um novo desenho, já que os “rabiscos”, principalmente nos grupos de oposição, começam a criar uma nova forma, numa espécie de mutação endógena que pode criar um novo personagem para ir para o confronto final. O protagonista destas mudanças, não é “Thanos” e o filme não é os Vingadores, Guerra Infinita, mas o cenário é a realidade e o que está em jogo é o futuro de Brumado. O principal personagem desta trama intermediária é o presidente do Poder Legislativo, vereador Léo Vasconcelos que, caso a decisão em segunda instância acompanhe a primeira, assumirá o Executivo até que seja dada a decisão de última instância, leia-se TSE, o que, naturalmente o credencia a ser um pré-candidato a prefeito. Com isso o “quadro mudará de figura”, já que pelo seu histórico e influências, ele deverá entrar na “briga”, se tornando um novo elemento na composição do mosaico pré-eleitoral. As especulações de bastidores estão divididas e ninguém tem “bola de cristal” para prever a decisão que será tomada pelo TRE, mas, caso ela mantenha a da primeira instância, inegavelmente, o quadro terá novas pinceladas. Para encerrar, o ambiente nervoso entre o grupo de situação no Legislativo está ainda mais tenso, onde já é dado como certa uma debandada de no mínimo 4 vereadores, o que, caso ocorra, vai solidificar as mudanças e fazer com que os “arquitetos” tenham que rever os seus projetos, especialmente na área de construções de futuras alianças.