'Só teremos o Esgotamento se colocarmos a Embasa no canto da parede', afirma vereador Weliton Lopes
- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 04 Ago 2014
- 08:58h

O vereador Weliton Lopes em seu gabinete reunindo uma farta documentação que servirá para a base de suas cobranças contra a Embasa (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
As discussões que já se tornaram históricas sobre a implantação do Sistema de Esgotamento do município de Brumado ganharam um novo componente muito sólido com a afirmação do vereador Weliton Lopes (SDD) que garantiu em entrevista ao Brumado Urgente que “temos que colocar a Embasa no canto da parede, ou seja, fazer uma pressão muito forte sobre ela, assim como fizeram outros municípios como Caetité e Jaguaquara, pois só assim teremos o esgotamento sanitário em Brumado”. Ele, que disse que irá ter uma postura ainda mais rígida nessa questão, a partir do segundo semestre legislativo, que se inicia nesta segunda-feira (04), ainda explanou a sua linha de argumentação citando que “vêm sendo muito recorrentes indicações dos vereadores solicitando do Executivo a realização de obras de esgotamento, o que, a partir de agora, vou votar contra” e complementou “pois está se cobrando da pessoa errada, pois a obrigação de fazer o esgotamento não é do prefeito, existe um contrato, uma concessão onde fica muito claro que a obrigação é da Embasa. Até entendia que o prefeito tinha que fazer essas obras mais emergenciais, já que é uma questão de saúde pública, mas temos que dar um basta nessa situação, pois Brumado já chegou a gastar cerca de R$ 1 milhão por ano em obras de esgotamento, dinheiro que poderia ser utilizado em outras obras estruturantes que tanto precisamos”. E finalizou destacando que “são 40 anos que estamos cobrando da pessoa errada que é o prefeito, então, agora eu resolvi fazer diferente, vamos cobrar da Embasa, se não foi em vão termos aprovado uma Lei aqui no Legislativo que deu o direito a este órgão de explorar os serviços de água e esgotos em nossa cidade. Só assim Brumado terá o seu tão sonhado esgotamento sanitário”.
