Brumado: Zona Azul se torna “persona non grata” do comércio

  • Brumado Urgente
  • 14 Ago 2019
  • 09:36h

Os comerciantes brumadenses reclamam que após a implantação da Zona Azul o movimento caiu sensivelmente (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Após cerca de 3 semanas de sua implantação, a Zona Azul de Brumado se tornou “persona non grata” do comércio local, que vem realizando constantes reuniões para buscar uma solução para o impasse que, segundo inúmeros comerciantes, está à beira do insustentável. “Já buscamos estancar a sangria, mas não teve jeito, pois a sociedade local, num possível ato de protesto, decidiu se afastar da área comercial da cidade e, com isso, as lojas foram rapidamente afetadas com uma queda nas vendas, tanto que esperávamos uma melhora para o Dia dos Pais, mas, por conta desse movimento contra a Zona Azul, isso não ocorreu”, destacou um comerciante ao Brumado Urgente não escondendo a sua preocupação. A base de argumentação dos comerciantes não está propriamente no fato da Zona Azul, mas sim na forma como está sendo operacionalizada e também nos valores cobrados. “A zona azul é necessária em qualquer cidade em desenvolvimento, mas acredito que ainda não era a hora, deveria se esperar chegarmos aos 100 mil habitantes e, além do mais, a área de abrangência foi exagerada, indo até as ruas residências. Outro fator negativo é o valor cobrado que é muito fora da nossa realidade”, observou outro comerciante que também pediu para ter a sua identidade preservada. Segundo a CDL, Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, o movimento que já estava muito aquém das expectativas, agora, ficou ainda pior e o risco de demissões é cada vez mais factível. Então, diante dessa crise, espera-se que a administração municipal, a empresa responsável pelos serviços e os representantes dos comerciantes se sentem na mesa das negociações para achar uma saída para esse imbróglio visando que as demissões sejam evitadas.

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Comentários

  1. Jean

    "Quem mais ocupava os estacionamentos eram os comerciantes. Fato..."

  2. João

    "'Persona Non Grata' deveria ser o prefeito."