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Anatel convoca clientes baianos com celulares pré-pagos para fazer recadastramento

  • Redação
  • 04 Set 2019
  • 11:52h

(Foto: Reprodução)

Baianos com celulares pré-pago devem ficar atentos para as mensagens recebidas da operadora a partir de segunda-feira (2). Por determinação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), as empresas de telefonia móvel que atuam na Bahia estão convocando seus clientes para participar de um processo de atualização cadastral. O recadastramento precisa ser feito por todos os clientes que forem acionados pelas operadoras. O consumidor que receber o aviso deverá entrar em contato com a central de atendimento da operadora e atualizar os dados pessoais, como nome, CPF e endereço completo com CEP. Segundo a Anatel, após o período de recadastramento, o cliente que estiver com pendência terá a linha bloqueada até que atualize seus dados.  A medida já havia sido implantada no mês de abril em outros dez estados, como Acre, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Brasília. Agora, vale para todo o Brasil. Esse processo, segundo a Agência, é o primeiro passo para a implantação de um novo projeto. A partir de 2020, as operadoras de telefonia deverão adotar um novo modelo de cadastro para as atividades dos pré-pagos. À reportagem, o universitário Caique Miranda, de 24 anos, comentou sobre a medida. “É bom fazer essa atualização, até mesmo para liberar novas linhas. Acho que muita gente troca de chip e acaba abandonando o número antigo. Eu já fiz isso. Atualização cadastral eu sempre vejo como positivo. Recentemente a gente também teve o bloqueio de celulares piratas, acho que a Anatel está passando por um processo interno de organização”, opinou.  A ação envolvendo celulares piratas, citado por Caique, começou a ser implementada no estado no início do ano, quando a reguladora informou que produtos sem o selo da Anatel que “indica a certificação do aparelho e garante ao consumidor a compatibilidade com as redes de telefonia celular brasileiras, a qualidade dos serviços e a segurança do consumidor”, seriam retirados de circulação. 

Marcos Pontes sobre CNPQ: ‘Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar’

  • Redação
  • 27 Ago 2019
  • 15:03h

Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, disse que o governo só tem dinheiro para pagar bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) até o final do mês de agosto. A informação do blog do programa Em Foco, da GloboNews. “A gente tem o recurso agora até o final desse mês, que a gente vai fazer pagamento, em 1º de setembro, e a gente vai ter que achar para outro mês”, afirmou o ministro. Perguntado se as bolsas podem acabar, o ministro disse que se não houver orçamento, não terá como pagar. “Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar. São 84 mil bolsas. Isso é difícil, se for pensar, tem várias implicações”, afirmou.

Facebook vai contratar jornalistas para fazer curadoria de notícias

  • Redação
  • 22 Ago 2019
  • 15:52h

(Divulgação)

O Facebook divulgou hoje (20) que pretende contratar uma equipe de editores para trabalhar no chamado News Tab, um esforço de notícias. De acordo com a rede social, jornalistas serão responsáveis por fazer a curadoria da página. A ideia da nova aba que será lançada pela companhia é mostrar reportagens mais recentes e relevantes para os usuários.  A empresa quer reunir profissionais de diferentes meios e já está fazendo os primeiros anúncios de vagas para o trabalho. A ferramenta será separada do Feed de Notícias do Facebook.

Instagram passa a contar com ferramenta que permite que usuários denunciem fake news

  • Redação
  • 17 Ago 2019
  • 08:57h

(Foto: Divulgação)

O Instagram passou a contar, nesta quinta-feira (15), com uma ferramenta que permite que os usuários denunciem quando uma informação divulgada na rede social seja falsa. Segundo reportagem da IstoÉ a novidade ainda está em fase de testes e consiste em um botão de “denunciar” para ser acionado quando a publicação for suspeita. Em seguida a publicação é analisada pela equipe de verificadores de dados do Instagram. A expectativa é de que a ferramenta esteja disponível para todos os usuários do Instagram até o fim do mês de agosto. À reportagem do IstoÉ, a porta-voz do Facebook Stephanie Otway ressaltou os investimentos da empresa no combate às Fake News.  “A partir de hoje, as pessoas poderão nos informar sobre postagens no Instagram que podem ser falsas”, disse Otway. Estamos investindo muito para limitar a propagação de informação errônea em nossos aplicativos, e planejamos compartilhar mais atualizações nos próximos meses”, acrescentou.

A pedido de Trump, Bolsonaro quer MP para mudar lei de TV paga no país

  • Redação
  • 11 Ago 2019
  • 14:17h

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro determinou que o Ministério da Economia e o da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação preparem uma medida provisória modificando a lei da TV paga no país para atender a um pedido do presidente dos EUA. Donald Trump quer a aprovação da compra da Time Warner pela gigante AT&T no Brasil.  O negócio de US$ 85 bilhões (R$ 334,5 bilhões) foi anunciado em outubro de 2016 e envolve 18 países. No Brasil, já passou pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A transação foi aprovada porque, segundo o Cade, a concentração de canais decorrentes dessa operação não será maior que 20%. O grupo Time Warner controla canais como CNN, HBO, Cartoon Network, DC Comics, dentre outros.

Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no entanto, não há como a transação prosperar porque a legislação vigente desde 2011 restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T) e grupos de conteúdo (Time Warner).

A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele.

No passado, essa restrição impôs à Globo retirada do controle da Sky, empresa de TV e internet por satélite. Hoje, ela permanece na empresa como acionista minoritário (cerca de 5% de participação).

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) acompanhava esse assunto desde as primeiras conversas entre seu pai e Trump em torno de um projeto de alinhamento estratégico entre os dois países.

Prestes a ser sabatinado no Senado para ocupar o posto de embaixador nos EUA, o deputado publicou um vídeo na quarta-feira (7), no YouTube, defendendo o fim das restrições na TV paga.

"Há quem diga que essa lei foi criada para reduzir a concorrência e favorecer uma famosa emissora de TV", disse.

"Dentro do governo Bolsonaro existem pessoas que dão como certa uma medida provisória a fim de acabar com essa proibição. Quem for operador vai poder ser produtor de conteúdo, e você vai poder assistir à sua série."

Consultado, não respondeu até a conclusão deste texto.

Apesar das desavenças de Trump com a CNN, o presidente americano decidiu encampar o pleito da gigante AT&T, que só aguarda a aprovação da Anatel para que a junção das duas companhias seja finalizada. Outros 17 países já aprovaram a operação.

Assessores de Bolsonaro afirmam que esse negócio entrou na lista de exigências do governo americano entregue ao Brasil como parte da parceria estratégica.

Executivos da AT&T também pressionaram diretamente o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, Marcos Pontes, que delegou a seus auxiliares uma solução para o impasse.

Em parceria com o Ministério da Economia, é preparada uma medida provisória que, até o momento, nada mais faz do que revogar dois artigos da legislação vigente.

A reportagem teve acesso à minuta da MP. Caso fosse enviada a Bolsonaro da forma como está, acabaria com as restrições à propriedade cruzada e permitiria que operadora de telefonia adquirisse direitos de transmissão de eventos esportivos, por exemplo.

Cientes desse plano, emissoras como Globo, Band e Record, e gigantes da internet como Facebook, Google e Netflix foram ao ministério.

A Abert, associação que representa o setor, disse que não fechou um posicionamento sobre o assunto. Mas, ao ministério, esses grupos disseram concordar com o fim da restrição acionária entre produtores e distribuidores.

Em troca, a nova lei deveria enquadrar, explicitamente, a transmissão de canais ou a distribuição de pacotes de TV via internet como um serviço de internet e não como um serviço de TV paga.

O ministério concedeu mais dez dias para receber as contribuições oficiais antes de enviar a MP para a Casa Civil.

Para os grupos de mídia, essa será a nova fronteira de difusão de conteúdo.

A Globo vem investindo pesado na oferta de seus programas pelo Globoplay. A Record também oferece canais, como a ESPN, pelo PlayPlus. Estrangeiros, como a Disney, se preparam para disponibilizar mais canais no Brasil.

Por isso, os produtores de conteúdo querem apaziguar o clima de insegurança jurídica deflagrado pelo caso AT&T. Pretendem evitar o que ocorreu recentemente com a Fox.

Após reclamação da operadora Claro, a Fox foi alvo de medida cautelar da área técnica da Anatel exigindo que houvesse uma operadora autenticando os acessos de usuários que buscassem canais do grupo americano pela internet.

A Justiça cassou a decisão afirmando que os dois serviços não se confundem e, na internet, não pode existir regulação. O conselho da Anatel ainda não tinha julgado o mérito da medida cautelar de sua área técnica. Com o revés na Justiça, avisou o governo que nada poderia ser feito sem mudança legal.

No Congresso, três projetos de lei propõem o fim das restrições de propriedade cruzada na TV paga. Até o momento, o mais aceito pelos setores envolvidos é o do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Nele, a difusão de conteúdo pela internet é tratada como querem os radiodifusores, e as operadoras poderiam produzir e transmitir conteúdo.

O projeto do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO) é o que está mais avançado porque foi o primeiro a ser apresentado, no início de julho. 

O projeto altera os dois artigos da lei da TV paga para permitir que teles e grupos de mídia possam cruzar participações societárias, sem teto definido. Uma tele poderia deter o controle de um estúdio de cinema ou uma produtora de seriados.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) desagradou o setor ao propor que, mesmo na internet, os canais devem seguir regras da TV paga, com cumprimento de cotas para conteúdo nacional, por exemplo.

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Maioria das empresas brasileiras não tem como atender à Lei de Proteção de Dados

  • Redação
  • 08 Ago 2019
  • 15:30h

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A maioria das empresas ainda não está pronta para atender às exigências da Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (8) pela Serasa Experian. A LGPD disciplina como empresas e entes públicos podem coletar e tratar informações de pessoas, estabelecendo direitos, exigências e procedimentos nesses tipos de atividade. De acordo com o levantamento, 85% das empresas brasileiras afirmaram que ainda não estão preparadas para garantir os direitos e deveres em relação ao tratamento de dados pessoais, que começará a vigorar no Brasil em agosto de 2020.  A maioria pretende estar pronta em até um ano. A pesquisa foi realizada em março deste ano e ouviu executivos de 508 companhias de 18 ramos de atividades, com diferentes portes e segmentos, em todas as regiões do país. Os resultados mostram, ainda, que 72% das companhias com mais de 100 funcionários pretendem contratar uma pessoa de mercado especializada, uma consultoria ou assessoria para atender à primeira lei federal voltada exclusivamente à proteção de dados. Ainda segundo a pesquisa, com a chegada da lei, quase 73% das empresas esperam algum impacto, ou um impacto muito significativo, na atual infraestrutura de tecnologia de informação. De acordo com a Serasa, outro aspecto evidenciado pela pesquisa é a maneira como as empresas coletam dados e permissões de uso de informações pessoais de consumidores e usuários de serviços. Na média de todos os segmentos, as companhias preferem investir mais no relacionamento pessoal (reuniões, feiras, eventos etc.) e nas mídias sociais.

Golpe no WhatsApp que simula consulta ao FGTS alcança 100 mil pessoas

  • Redação
  • 31 Jul 2019
  • 13:45h

(Foto: Reprodução)

O link da página falsa de saque do FGTS circula no WhatsApp em apenas dois dias teve alcance expressivo A liberação de saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) só começa em setembro, mas já levou a um golpe que se espalha pelo WhatsApp. Em nova campanha maliciosa, cibercriminosos prometem às vítimas meios de consultar o saldo e solicitar o saque do benefício. Segundo o dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe, o golpe circula há somente dois dias no WhatsApp e já tem um alcance significativo. Nesse período, 100 mil pessoas receberam, acessaram ou compartilharam o link que promete o saque do FGTS.

 

É mesmo perigoso? Desenvolvedor do FaceApp tranquiliza usuários

  • Ciência e Tecnologia
  • 18 Jul 2019
  • 11:07h

(Foto: Divulgação)

Enquanto as redes sociais estão cheias de fotos de usuários e celebridades "envelhecidos" feitas com o aplicativo russo FaceApp, mídias de diferentes países advertem que a privacidade dos usuários corre riscos. Mídias dispararam alarmes sobre os riscos e perigos de usar o aplicativo russo FaceApp após o boom de popularidade desse programa em muitos países do mundo, incluindo em vários países latino-americanos. O aplicativo permite, entre outras coisas, envelhecer os rostos que aparecem nas fotos carregadas pelos usuários. Uma das maiores preocupações gerada pelos jornalistas prende-se com o fato de a aplicação ser russa, pelo que os dados partilhados pelos utilizadores são armazenados na Rússia.

Preocupações da mídia

Por exemplo, a Agência Brasil afirma que o aplicativo FaceApp pode abrir a porta para uso abusivo dos dados dos usuários. A agência, citando um especialista, indica que o app "gera um poderoso banco de dados, não só de fotos dos usuários como de outras pessoas para as montagens (como de amigos ou de celebridades)". E isso "resulta em um problema grave, uma vez que as tecnologias de reconhecimento facial têm se mostrado abusivas, como nas aplicações de segurança pública". Além disso, o tema também não passou ao lado dos políticos de alto nível. Por exemplo, em uma carta aos chefes do Departamento Federal de Investigação (FBI) e da Comissão Federal de Comércio, o líder democrata no Senado dos EUA, Chuck Schumer, disse que a aplicação russa FaceApp pode representar uma ameaça à segurança nacional dos EUA. "O FaceApp usa inteligência artificial para alterar as fotos dos usuários, tornando-os mais jovens ou mais velhos ou escolhendo o sexo oposto. No entanto, para usar o aplicativo, os usuários devem permitir à empresa acesso total e incondicional às suas fotos e dados pessoais", disse Schumer em uma mensagem que publicou em seu blog no Twitter. De acordo com o senador, quaisquer fotos retiradas do aplicativo podem ser usadas no futuro sem o consentimento do usuário. Ele declarou que o FaceApp "pode representar uma ameaça à segurança nacional e à privacidade dos dados de milhões de cidadãos americanos". Declaração do desenvolvedorNo entanto, "embora o núcleo da equipe de P&D esteja localizado na Rússia, os dados do usuário não são transferidos para a Rússia", diz o comunicado enviado à Sputnik por Yaroslav Goncharov, desenvolvedor do FaceApp e diretor do Wireless Lab.

Instagram e Facebook têm instabilidade; usuários não estão conseguindo carregar fotos, vídeos e áudios

  • Redação
  • 03 Jul 2019
  • 12:01h

O Instagram apresenta erro ao postar Stories ou foto no feed, segundo relatos de brasileiros nesta quarta-feira (3). A rede social não permite fazer posts na ferramenta de Stories nem pelo feed. O Facebook também enfrenta instabilidade hoje, e exibe erro ao carregar imagens na linha do tempo ou em perfis. Além destes, o WhatsApp opera com bugs em fotos e áudios. O problema afeta os apps para celular Android e iPhone (iOS), além da versão web.No Instagram, ao tentar publicar fotos, o app exibe uma mensagem de erro: “Falha ao carregar. Tentar novamente”. De acordo com notificações do Downdetector, site que reúne problemas em serviços digitais, o bug na rede social de foto começou a partir das 10h, e está focado no Brasil, Estados Unidos e Europa.Segundo reclamações no Twitter, o Instagram está instável, e não permite postar fotos no feed ou no Stories. O Downdetector registrou pico de mais de 500 notificações de erro a partir das 10h, e regiões do Brasil, Estados Unidos e Europa enfrentam problemas. Mensagens de erro de conexão na rede social acusam que é impossível subir imagens no momento.

540 milhões de dados de usuários do Facebook ficam expostos em servidores da Amazon

  • G1
  • 07 Abr 2019
  • 07:07h

Foto: Richard Drew/AP

Usuários do Facebook tiveram 540 milhões de dados pessoais de expostos em servidores do serviço da Amazon na nuvem, sem qualquer tipo de senha para acesso. O vazamento foi revelado pela empresa de cibersegurança UpGuard na última quarta-feira (3). A rede social não divulgou o número de usuários atingidos.Os dados, requisitados por desenvolvedores de aplicativos para o Facebook, continham curtidas, comentários, fotos, músicas, informações sobre amigos, eventos e até reservas de voos e hotéis. A maior parte foi colocada no servidor pela empresa mexicana Cultura Criativa, segundo a UpGuard. "Os dados sobre os usuários do Facebook se espalharam muito além dos limites", escreveu a empresa de cibersegurança em comunicado. O Facebook, também por meio de nota, informou que, após ser avisado, trabalhou com a Amazon para retirar as bases de dados e ressaltou o compromisso de atuar com os desenvolvedores para proteger os dados dos usuários da plataforma. A empresa garante que os dados já estão seguros. Ainda segundo a empresa, os usuários serão informados em caso de "mau uso" dos dados e o incidente será investigado para descobrir o motivo de as informações terem sido expostas de forma pública, o que é proibido segundo as políticas do Facebook. O novo vazamento de dados é apenas mais um capítulo nos escândalos de privacidade envolvendo a rede social. No ano passado, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, assumiu no Senado dos Estados Unidos a responsabilidade pelo uso inadequado de informações pela Cambridge Analytica e afirmou que a segurança é uma prioridade da empresa.

WhatsApp cria nova regra de privacidade para entrada em grupos

  • 03 Abr 2019
  • 17:08h

WhatsApp anunciou novas regras de privacidade para que o usuário possa ser adicionado em grupos, novos ou já existentes. As mudanças começam a valer a partir desta quarta-feira (3) em atualizações para Android e iOS.De acordo com o aplicativo, que faz parte do grupo do Facebook, as novas configurações possibilitam ao usuário escolher qual tipo de contato pode ou não adicioná-lo aos grupos.

Como aplicar

Para ativar, é necessário ir no campo "Configurações" no aplicativo, depois em "Conta > Privacidade > Grupos" e selecionar uma das três opções: "Ninguém", "Meus contatos", ou "todos"."Ninguém" significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e "Meus contatos" significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada. O usuário terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Rede social Google+ é encerrada após vazamentos de dados de usuários

  • 03 Abr 2019
  • 10:05h

Foto: Reprodução

Foi encerrada nesta terça-feira (2) a rede social Google+. Ao acessar a página do serviço, aparece uma mensagem de que todas as contas pessoais não estão mais disponíveis. Usuários que quiserem fazer download dos dados do perfil podem acessar este endereço.O Google anunciou a data do fim da ferramenta no fim de janeiro. No entanto, a decisão já havia sido tomada em outubro do ano passado. O Google+ foi criado para concorrer com o Facebook. Pessoas que criavam um endereço no Gmail eram inscritas automaticamente na rede, mas ela teve poucos usuários ativos em comparação com o Facebook. A situação ficou ainda mais delicada após escândalos de vazamentos de dados de usuários. Entre 2015 e 2018, meio milhão de pessoas tiveram suas informações expostas.

Facebook promete explicar como escolhe o que é exibido no feed do usuário

  • Reuters
  • 02 Abr 2019
  • 11:10h

(Foto: Divulgação)

Facebook vai explicar como decide quais postagens aparecem no feed de notícias de cada perfil, como parte de uma campanha para ser mais transparente e oferecer maior controle aos usuários.O recurso "Por que estou vendo este post?", lançado nesta segunda-feira (1º), promete uma maior compreensão sobre as dezenas de milhares de dados usados pela rede social para classificar histórias, fotos e vídeos no feed de notícias, que é a base da plataforma. "A coisa básica que essa ferramenta faz é permitir que as pessoas vejam por que estão vendo um post específico em seu feed de notícias, e isso ajuda a acessar as opções de ações que elas podem tomar se quiserem mudar isso", disse John Hegeman, executivo responsável pelo feed de notícias da rede social. O novo recurso mostrará aos usuários os dados que os conectam a um tipo específico de post. Por exemplo, que eles são amigos de quem postou e que deram mais likes em seus posts do que outros, comentaram com frequência neste tipo de postagem antes, ou que a postagem é popular entre usuários com os mesmos interesses. Ele vai detalhar algumas das interações que levam o algoritmo a chegar à sua conclusão, porém não mostrará todos os milhares de dados que influenciam a decisão - que formam o misterioso algoritmo.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, pede mais regulação na internet

  • 01 Abr 2019
  • 11:14h

Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez

O CEO do FacebookMark Zuckerberg, pediu que governos e outras autoridades ampliem a regulação da internet. Em texto publicado no sábado (30), o executivo afirmou ser necessário atualizar as normas em quatro áreas:

  • Conteúdos nocivos;
  • Transparência em eleições;
  • Privacidade;
  • Portabilidade de dados.

"Ao atualizar as regras da internet, nós podemos preservar o que há de melhor nela – liberdade para que as pessoas se expressem e que empresários construam novidades – enquanto também protegemos a sociedade de maiores perigos", escreveu. Zuckerberg publicou o texto meses depois de se envolver em polêmicas sobre compartilhamento de dados dos usuários do Facebook. A rede social também admitiu, em novembro, ter contratado uma companhia para investigar senadores e o bilionário George Soros – que acusou a empresa de ser "uma ameaça à sociedade".

Confira abaixo, ponto a ponto, o que Zuckerberg escreveu sobre nova regulação da internet:

Conteúdos nocivos

Zuckerberg considera como nocivo os conteúdos como propaganda terrorista e discurso de ódio. O CEO do Facebook disse que a empresa já trabalha com governos para "assegurar a eficiência dos sistemas de revisão de conteúdo". Além disso, o executivo afirmou que organismos independentes podem traçar parâmetros de avaliação dos materiais nocivos. "Uma regulação pode definir bases sobre o que é proibido e, portanto, exigir das empresas que construam sistemas para diminuir ao máximo o conteúdo nocivo", escreveu Zuckerberg. "Uma vez que entendermos a prevalência do conteúdo nocivo, poderemos ver quais empresas estão melhorando e onde deveremos traçar os parâmetros de base", acrescentou.

Transparência em eleições

O chefe do Facebook também pediu por leis que "protejam as eleições", sobretudo em relação à propaganda política impulsionada pelas redes. Zuckerberg, no entanto, ponderou sobre a dificuldade em traçar parâmetros sobre o tema. "Definir se uma propaganda é ou não política nem sempre é algo simples. Nossos sistemas seriam mais eficazes se houver regulação que crie padrões comuns para verificar os atores políticos", analisou. Candidatos a diversos cargos nas eleições de 2018 impulsionaram propagandas políticas pelo Facebook. Três dos 13 presidenciáveis pagaram por anúncios na rede no início da campanha – algo permitido por lei. No entanto, alguns candidatos a deputado fizeram impulsionamentos do tipo para atacar outros concorrentes, estratégia considerada polêmica por especialistas em direito eleitoral. No entanto, Zuckerberg alertou que há campanha considerada política mesmo fora do período eleitoral, especialmente em temas polêmicos e divisivos. "Acreditamos que a legislação deve ser atualizada para refletir a realidade das ameças e definir padrões para toda a indústria [da internet]", afirmou.

Privacidade

Zuckerberg sugeriu que mais países adotassem legislação semelhante à aprovada pela União Europeia no ano passado – o GPDR. Entre outros pontos, a lei determina que a coleta e uso de dados pessoais só podem ser feitas com consentimento explícito do usuário, que passa a ter direito de ver, corrigir e mesmo deletar informações guardadas por empresas. "[A lei] deve proteger seu direito de escolher como sua informação é utilizada, enquanto dá permissão às empresas de usarem essa informação por questões de segurança e para oferecer serviços", analisou Zuckerberg. Por isso, o CEO do Facebook afirmou que uma legislação mundial – e não diferente para cada país – garantira a mesma proteção para todos. "Nós precisamos de regras claras sobre quando a informação pode ser utilizada para servir o interesse público e como deve se aplicar a novas tecnologias como inteligência artificial", completou.

Portabilidade de dados

O executivo também disse que a rede deve facilitar a transferências de dados de um serviço para outro, caso o usuário deseje. "Isso dá poder de escolha às pessoas e permite que desenvolvedores inovem e entrem em competição", justificou. Zuckerberg se referia à possibilidade de o usuário entrar em diferentes plataformas com o mesmo login – por exemplo, o perfil pessoal no Facebook."Isso, no entanto, requer regras claras sobre quem é responsável por proteger a informação que circula entre os serviços", alertou.

Facebook anuncia que vai banir nacionalismo e separatismo branco da rede social

  • 28 Mar 2019
  • 16:07h

Foto: Alejandro Alvarez/News2Share via Reuters

Facebook anunciou nesta quarta-feira (27) que irá remover qualquer tipo de suporte, apoio e representação de conteúdo nacionalistas e separatistas brancos da rede social. "Está claro que esses conceitos estão profundamente ligados a grupos de ódio organizados e não têm espaço nos nossos serviços", disse a empresa em nota. O Instagram, que é do Facebook, também está sujeito à nova regra e passará pelo mesmo filtro. Segundo a rede social, há muito tempo as políticas internas proíbem tratamento de ódio com base em características como raça, etnia e religião — e isso incluía supremacistas brancos. Mas, segundo o próprio Facebook, essa lógica não era aplicada para outras questões, como separatismo e nacionalismo. "Nos últimos 3 meses, nossas conversas com membros da sociedade civil e acadêmicos especializados em relações de raça confirmaram que nacionalismo branco e separatismo não podem significativamente serem separados da supremacia branca e de grupos de ódio organizados", afirmou a companhia, que percebeu uma sobreposição dos grupos de ódio catalogados na política interna de "indivíduos perigosos" com os temas em questão. O Facebook também afirma que as pessoas ainda poderão demonstrar orgulho de sua herança étnica, mas que o apreço por ideias supremacistas e separatistas não serão mais tolerados. A rede social também afirmou que, a partir de hoje, quem fizer buscas por conteúdo supremacista branco será direcionado para páginas com recursos que ajudam a "deixar o ódio para trás". Essa atitude envolve uma parceria com a organização Life After Hate (Vida Depois do Ódio, em tradução livre), fundada por antigos extremistas que agora trabalham com educação, intervenção e grupos de apoio. O Facebook já havia tido problemas com neonazistas em 2017, quando lidou com compartilhamento de sites e notícias por parte desse grupo de ódio durante protestos em Charlottesville, no estado norte-americano da Virgínia.