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WhatsApp libera chamada de vídeo a todos os usuários; saiba usar

  • 16 Nov 2016
  • 09:31h

(Foto: Reprodução)

Depois de quase um mês testando o recurso, o WhatsApp está liberando as videochamadas para todos os usuários, em todos os sistemas operacionais. "Dentro dos próximos dias, mais de um bilhão de usuários do WhatsApp poderão fazer chamadas de vídeo nas plataformas Android, iPhone e Windows Phone", diz texto publicado no blog da empresa. Ou seja, a novidade está chegando gradualmente. Para fazer as chamadas com vídeo, é preciso ir na aba chamadas, ir em contatos, selecionar o amigo com quem deseja falar e apertar o ícone em formato de filmadora. Durante a chamada, é possível alternar entre as câmeras frontal e traseira e silenciar a chamada.  O recurso só funciona se o contato em questão também já esteja com a nova versão do WhatsApp. Se não for o caso, a pessoa vai receber uma mensagem de erro: "Chamada não completada. Não foi possível realizar a chamada. O usuário precisa atualizar o WhatsApp para receber chamadas de vídeo". "Nosso objetivo é de que este recurso esteja disponível indiscriminadamente para todos, e não somente para aquelas pessoas que podem comprar aparelhos mais caros ou que residam em um país com excelente serviço de cobertura de telefonia celular", completa o WhatsApp.

Facebook diz que vai trabalhar mais para eliminar notícias falsas

  • Olhar Digital
  • 14 Nov 2016
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

As notícias falsas seguem aumentando no Facebook, mesmo depois de a empresa ter anunciado que trabalharia para resolver o problema. Nesta semana, o presidente Barack Obama chegou a reclamar da "nuvem de 'poeira do absurdo'" criada pelas mentiras. Nesta quinta-feira, 10, Adam Mosseri, vice-presidente de gerenciamento de produtos da rede social, reconheceu que há muito trabalho a ser feito. Segundo o executivo, o Facebook está trabalhando para combater a propagação das notícias falsas. "Apesar destes esforços, entendemos que há muito mais que precisamos fazer, e é por isso que é importante que nós continuemos a melhorar nossa capacidade de detectar a desinformação", explicou. Mosseri ressaltou que a rede social usa diversos sinais, com base na comunidade, para determinar quais postagens do Feed de Notícias contêm informações imprecisas. O trabalho, no entanto, deverá ser aprimorado nos próximos meses.

MPF pede que Google pare de analisar conteúdo de mensagens do Gmail no país

  • 14 Nov 2016
  • 09:03h

(Foto: Reprodução)

O MPF (Ministério Público Federal) no Piauí informou nessa quarta-feira (10) que ajuizou ação civil pública contra o Google para que a empresa pare imediatamente de fazer o monitoramento e a análise dos e-mails dos usuários do serviço Gmail. Se acolhido o pedido, a suspensão valerá para todo o país. Há também um pedido de indenização por danos morais coletivos. A ação alega que a empresa norte-americana descumpre normas para proteção de dados previstas no Brasil e pede a análise do caso em caráter de urgência, por meio de concessão de liminar. O caso será analisado pela 2ª Vara da Justiça Federal no Piauí. "O Google só poderia analisar o conteúdo dos e-mails por ordem judicial, ou mediante autorização expressa do titular da conta de e-mail. Porém, o Google analisa o conteúdo dos e-mails sem ordem judicial ou autorização expressa, violando direitos da personalidade dos usuários", afirma o procurador da República Alexandre Assunção e Silva, que assina a ação.

Investigação

As investigações do MPF foram realizadas durante um Inquérito Civil Público e apontaram que o Google "analisa o conteúdo dos e-mails enviados por meio do seu aplicativo Gmail, com objetivos comerciais (produzir publicidade específica para determinado usuário)."A ação do MPF lembra que o sigilo dos internautas é garantido pelo "direito à privacidade, nos termos do art. 5º, X, da Constituição" e que o Marco Civil da Internet veta a prática. "Pela lei brasileira, os dados pessoais são invioláveis e só podem ter seu sigilo levantado por ordem judicial ou consentimento expresso e destacado do interessado, que deverá ocorrer de forma destacada, deixando clara a necessidade de um consentimento específico do usuário para o tratamento de seus dados pessoais", diz o texto. O procurador ainda acredita que falta transparência ao internauta que usa o serviço. "A grande maioria dos usuários do Gmail provavelmente não sabe que seus e-mails são analisados, pois esta informação não é prestada de maneira destacada, clara e precisa, durante o procedimento da criação da conta", diz a ação. Por fim, o MPF ainda pede indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão, que será revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. Essa não é a primeira vez que o assunto vem à tona. Em julho de 2013, em meio à crise diplomática causada pela espionagem americana, o então ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que, ao enviar uma mensagem pelo Gmail,uma cópia é enviada e arquivada pela empresa em servidores próprios.

Explicação

A assessoria de imprensa do Google enviou ao UOL nesta sexta-feira (11) a seguinte resposta: "Não podemos comentar casos específicos". Em resposta ao MPF, o Google havia argumentado que "a análise do conteúdo de e-mail decorre da necessidade de se otimizar a experiência e aumentar a proteção dos usuários no uso do Gmail, para se filtrar mensagens indesejadas, tais como spam, phishing, vírus e outros tipos de malware". Disse também que "utiliza este escaneamento para oferecer produtos e anúncios relevantes aos seus usuários. Por exemplo, os usuários do Gmail podem ter o seu e-mail classificado automaticamente, de forma que mensagens promocionais sejam entregues em uma aba enquanto as comunicações com amigos e famílias vão para outra aba."

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Instagram lança três novos recursos; veja as novidades

  • 13 Nov 2016
  • 15:00h

(Foto: Reprodução)

O Instagram lançou nesta quinta-feira (10) uma nova atualização para Android e iOs, que traz novas funções para o Stories, recurso que mantém fotos e vídeos por 24 horas. Ao todo, foram lançadas três novidades. O anúncio foi feito no perfil oficial da empresa. A primeira novidade é que agora é possível fazer vídeos no estilo do aplicativo Boomerang no próprio Instagram, sem que seja necessário instalar outro aplicativo. A segunda, ao publicar uma história, no Instagram Stories, o usuário poderá mencionar (marcar) outras pessoas, como se fosse uma foto publicada no feed. Quando marcado, o usuário recebe uma notificação, como já acontece nas demais do aplicativo.  A terceira é voltada para os donos de contas verificadas. Agora estes perfis podem inserir links em suas histórias. O recurso é uma forma de a empresa divulgar um produto ou o próprio site nas histórias. O Instagram tem lançado ferramentas semelhantes ao Snapchat, com objetivo de competir com o app de mensagens instantâneas. 

Facebook anuncia função que facilita busca por empregos

  • 10 Nov 2016
  • 14:15h

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O Facebook divulgou uma nova ferramenta dentro da rede social que vai otimizar a busca de empregos e a relação entre recrutadores e candidatos. Com o recurso,  as empresas vão poder publicar vagas de emprego nas suas páginas oficiais, e até pagar para dar mais visibilidade aos seus anúncios.  O formato anunciado lembra o esquema do LinkedIn, segundo informou a revista "Exame". A rede deve começar a servir também para que os profissionais se inscrevam nos processos seletivos divulgados pelas fanpages, de acordo com o site TechCrunch. As vagas vão incluir detalhes como salário e carga horária, além do botão “Candidate-se agora” — que abrirá um formulário de inscrição previamente preenchido com as informações do seu perfil no Facebook. A aparência das vagas de emprego deve permitir uma visualização mais clara desse tipo de anúncio no feed de notícias. As páginas oficiais das empresas também poderão contar com uma aba especial de carreiras, como uma espécie de painel de informações sobre as oportunidades profissionais disponíveis. 

Passar várias horas no celular pode causar dores de cabeça e tendinite

  • 06 Nov 2016
  • 16:01h

(Foto: Reprodução)

O celular se tornou um item inseparável no cotidiano, mas muitos desconhecem os danos que o uso excessivo do aparelho pode causar na coluna, nos pulsos e, principalmente, nos polegares. Segundo o ortopedista de São Carlos (SP) Luís Phelipe Cardinalli, há pessoas que chegam a trocar 500 mensagens de texto por dia, com uma média de 30 caracteres cada, ou seja, dão 15 mil toques diários na tela, 105 mil por semana ou 420 mil por mês. Quando não são as mensagens, os jogos ocupam o lugar. “Esses jogos são a forma que achei para me distrair, aí acaba acalmando um pouco”, contou Lucimara Ana Gerônimo, auxiliar de serviços gerais. Com tantos movimentos repetitivos, podem surgir problemas de saúde como os casos conhecidos por "pescoço de texto", em que a pessoa relata dores na cabeça ligadas a tensões na nuca, pescoço, braços e ombros. De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a "deitar" o pescoço em até 60 graus. 

"Na medida do possível, [é recomendado] manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli. Outro problema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de "Tenossinovite de Quervain". “É interessante procurar digitar com outros dedos também, não ó com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo", orientou. Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes a recomendação é procurar um especialista. “No começo, é importante repouso, proteção e bolsas de gelo, o uso de uma órtese para conseguir descansar o dedo em uma posição boa. E, naqueles casos em que a dor é persistente, a sugestão é procurar um ortopedista para que ele faça um diagnóstico completo e aí, sim, o tratamento, que pode ter alguns anti-inflamatórios, fisioterapia e, em alguns poucos casos, até uma cirurgia”, explicou.

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Novos emojis vão chegar em breve no seu celular; veja lista completa

  • 04 Nov 2016
  • 19:01h

Quantas vezes você quis "dar de ombros" em uma conversa no WhatsApp, mas nenhum emoji te representava? Isso acabou! O "shrug", uma das expressões mais famosas da internet, está na lista de 72 novos emojis que em breve estarão no seu celular. Agora é possível "dar de ombros", estar indiferente, ou mesmo questionar "fazer o quê, né?" ao seus amigos. A lista de novos emojis faz parte da próxima atualização do sistema operacional móvel da Apple e já está disponível para desenvolvedores. Há imagens de um coração preto, morcegos, gorila, croissant, selfie (sinal dos tempos!), de uma pessoa fazendo estrela entre outros. Emojis relacionados às profissões ganharam versões masculina e feminina, como bombeiros e bombeiras. O próprio "shrug", por exemplo, também está disponível nas duas versões. A Unicode, organização que padroniza códigos de emojis no mundo inteiro, autorizou os novos ícones em junho, mas só agora eles foram criados, já que na última atualização a Apple incluiu novidades focadas em gênero. Não há informações sobre quando a novidade chega no Android.

Novo vírus no WhatsApp afeta mais de 100 mil usuários; saiba como se proteger

  • 03 Nov 2016
  • 16:21h

Quem nunca desejou saber com quem seu parceiro ou os seus amigos estão conversando no WhatsApp, e o que estão falando? Cuidado! Essa é a proposta do novo vírus no WhatsApp, identificado pela PSafe. A empresa brasileira de segurança na web conta que a ameaça finge oferecer a funcionalidade de espionagem para os usuários do aplicativo de mensagens.  “Já é possível espiar as conversas de seus contatos do WhatsApp e ver com quem eles conversam”, oferta o link que é compartilhado via mensagem no próprio aplicativo. “Realmente funcionou, e acabei descobrindo quem é amigo de verdade”, completa a proposta falsa. O gerente de segurança da empresa, Emilio Simoni, afirma que a ameaça foi identificada após o bloqueio automático no aparelho de 100 mil usuários que já possuíam o antivírus do PSafe baixado. “100 mil foi o número de vezes que o PSafe defendeu e bloqueou o vírus nos celulares. O índice pode ser muito maior”, diz Emilio. 

De acordo com Emilio, o golpe consiste em receber uma mensagem de um contato convidando as pessoas a instalarem a nova função. Ao clicar no link, o usuário é direcionado para uma página na web que solicita o compartilhamento com dez amigos para ativar o 'WhatsEspião'. "O WhatsApp é aberto automaticamente e uma segunda página aparece avisando que para finalizar a instalação é preciso fazer o cadastro”, explica o gerente. Após isso, a pessoa é encaminhada para outro endereço de SMS pago que solicita o número de telefone. Emilio explica que basta inserir o número para que o celular seja infectado com o vírus. Com isso, além de prejuízos financeiros, com a cobrança de tarifa automática, sem que a pessoa perceba, os usuários também correm o risco de ter seus dados expostos ou roubados.  Para evitar esse tipo de golpe, o CEO da PSafe, Marco DeMello, reforça a necessidade de possuir um antivírus instalado no celular. “Um ‘cérebro biológico’ não é capaz de se defender de um ‘cérebro eletrônico’ (ataque cibernético)”, alerta o executivo. Quem utiliza um aplicativo de antivírus que possua bloqueio de antiphishing (páginas maliciosas), é alertado sobre a ameaça assim que ele clica na URL, podendo evitar o dano.

8 formas de proteger seu WhatsApp:

1. Instale no celular um antivírus com bloqueio antiphishing. A recomendação é do gerente de segurança da PSafe, Emilio Simoni. Páginas desconhecidas são monitoradas com esse sistema de segurança específico, que alerta a ameaça assim que o usuário clica no URL, e efetua o bloqueio.

2. Sempre desconfie da origem dos conteúdos compartilhados e evite clicar em links ou ofertas de descontos e promoções. “O WhatsApp nunca iria oferecer esse tipo de funcionalidade para espiar contatos, por isso é importante ficar atento e desconfiar”, recomenda Emílio.

3. Suspeite quando um contato ou um desconhecido compartilhar endereços de web ou arquivos de uma hora para outra. Na dúvida, peça ao contato que explique mais sobre o conteúdo encaminhado.

4. Não clique em links que informam novas versões do WhatsApp, as atualizações não são indicadas através de mensagens privadas aos usuários.

5. Sempre apague as suas conversas. A dica, além de proteger a privacidade, pode liberar a memória do seu celular. 

6. Em seu WhatsApp, clique em Ajustes e vá até a opção Uso de Dados. Lá é possível travar o download automático de mída – imagens, vídeos e documentos – o que permite que você baixe o conteúdo quando e se quiser. 

7. Bloqueie o celular com senha para certificar a sua privacidade.

8. Só faça downloads de aplicativos em lojas oficiais, lá há a confiança de originalidade dos apps.

* Renata Drews é integrante da 11ª turma do programa Correio de Futuro

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Google anuncia Fact Check; recurso checa se notícia é verdadeira ou falsa

  • 02 Nov 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Google passará a sinalizar notícias com informações factuais corretas por meio do "Fact Check". A ideia é que quem navegue pelo GoogleNotícias possa separar com mais facilidade informação de qualidade de boatos e notícias falsas. O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet. Segundo a empresa, haverá o monitoramento do uso do recurso para garantir que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.No momento, apenas usuários do Reino Unido e Estados Unidos conseguem enxergar a sinalização sobre os fatos de cada notícia, e não há previsão para visualização por internautas brasileiros. Em todo caso, quem conseguir ter acesso ao novo recurso o encontrará na lista de categorias disponíveis no Google News, como notícias quentes do momento, perto de onde o leitor está e etc.Para que um site possa assinar suas notícias com o recurso, é preciso que a publicação siga alguns critérios determinados, disponíveis nas páginas de suporte do Google. Para que uma fonte de notícias tenha direito a usar o “fact check” é preciso atender a esses critérios e passar pelo crivo do Google. A intenção da companhia é combater a disseminação de notícias falsas e boatos na Internet por meio do uso de ferramentas de checagem de informações, como schema.org. Via Tech Crunch

Estudo vincula uso do Facebook com maior expectativa de vida

  • 01 Nov 2016
  • 15:33h

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Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), concluiu que o uso moderado da rede social Facebook poderia ser associado com uma expectativa de vida mais longa. Publicado na segunda-feira (31) em um artigo na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS), o estudo cruzou os dados de doze milhões de usuários do Facebook na Califórnia com seus registros médicos. A principal conclusão foi que os usuários do Facebook nascidos em um determinado ano têm um risco de mortalidade 12% menor do que aqueles que nasceram no mesmo ano e que não usam a rede social. O diretor do estudo, William Hobbs, explicou em comunicado que os resultados só confirmam a teoria elaborada em 1979 pela socióloga Lisa Berkman de que as pessoas com vínculos sociais fortes têm uma expectativa de vida mais longa. Diferentemente de 1979, com base em interações pessoais, o estudo de Hobbs concluiu que aceitar solicitações de amizade ou publicar fotografias nessa rede equivale a estabelecer os vínculos sociais teorizados por Lisa. "Interagir online parece ser saudável quando a atividade é moderada e complementa interações pessoais", explicou Hobbs. No entanto, ele também reconheceu que as conclusões podem ser devido as diferenças econômicas e sociais entre usuários e não usuários do Facebook.

Aprenda a desvendar as chamadas não identificadas que ligam para o seu celular

  • iBahia
  • 31 Out 2016
  • 18:00h

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Quando ligam para o seu celular de um número não identificado é comum ficar receoso em atender. Em casos indesejáveis a ligação pode ser uma armadilha para golpes e trotes. Todavia, também pode se tratar de pessoas de nosso convívio. Pensando nessa hipótese, a BBC reuniu aplicativos que visam desvendar o mistério das chamadas desconhecidas.

Confira a lista: 

1) Trap Call: Está disponível para Android e iOS e ao receber uma chamada de número desconhecido, é possível recusá-la apertando duas vezes no botão de bloqueio. Em seguida, o app envia uma mensagem de texto com o telefone de quem fez a chamada e se ele está vinculado a um endereço específico. O aplicativo também oferece a opção de incluir os número não desejados em uma lista negra. 

2) True Caller: Disponível para iOS, Android, BlackBerry OS e Windows Phone, ele também pode ser usado por meio de sua página na internet. O aplicativo funciona com uma base de dados de milhões de números previamente identificados. Após reconhecê-los, o app permite que eles sejam bloqueados. 

3) Contative: Serve para identificar números de telefone desconhecidos e seus desenvolvedores afirmam que ele pode revelar mais de 60 milhões de números. Qualquer pessoa poderia buscas um número de telefone na internet e possivelmente poderia encontrar um nome vinculado a ele. 

4) Track Caller Location: Para utilizar não é preciso estar conectado à internet e permite descobrir a localização do autor da chamada, apenas se o celular dele use sistema GSM. 

5) Whoscall: O app filtra 20 milhões de chamadas por dia e identifica meio milhão delas como desonestas e problemáticas. Ao identificar os números não desejados, o app permite bloquear suas ligação e mensagens de texto. 

6)Whos Callin?: É capaz de detectar quem está por trás de um texto de WhatsApp e também permite reconhecer a origem dos textos enviados pelo Messenger da rede social Facebook e tem a possibilidade de configurar smartphones pra filtrar as chamadas em função dos contatos.

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Facebook mudará regras após polêmicas com foto

  • 31 Out 2016
  • 17:01h

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O Facebook permitirá mais conteúdo em sua plataforma, que havia removido fotos por violar suas regras, disse um executivo sênior da empresa nesta segunda-feira, após a controvérsia sobre a remoção de uma foto icônica da Guerra do Vietnã. Os comentários vêm após uma disputa em setembro entre a empresa e a primeira-ministra norueguesa Erna Solberg após o Facebook excluir a foto de uma menina nua fugindo de um ataque de napalm, chamado "The Terror of War". "Fizemos uma série de mudanças de regras após a foto 'O Horror da Guerra'. Temos melhorado nosso processo para garantir que imagens e casos controversos venham à tona mais rápido", disse Patrick Walker, diretor de parcerias de mídia do Facebook para a Europa, Oriente Médio e África. "Nnas próximas semanas, vamos começar a permitir mais itens que as pessoas acham interessante ou importante para o interesse público, mesmo que de certo modo possam violar nossas normas", disse Walker numa reunião da Associação de Editores noruegueses em Oslo. O Facebook readmitiu a fotografia vencedora do prêmio Pulitzer após Solberg e outros acusarem ​o Facebook de censura e de editar a história apagando a imagem de suas contas devido a restrições para nudez. O Facebook recuou, afirmando que a importância histórica da foto se sobrepunha às suas regras.

Facebook entra no clima do Dia das Bruxas e cria reaction de Halloween

  • 28 Out 2016
  • 20:01h

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A internet já está entrando no clima do Halloween. O Facebook liberou nesta quinta-feira (27) "reactions" temáticos da festa do Dia das Bruxas, comemorado na segunda-feira (31). A rede social aproveitou a ocasião em que as pessoas se fantasiam para assustar e liberou para as transmissões ao vivo o uso de máscaras. Filtros e máscaras típicos do Snapchat chegam às transmissões em vídeo ao vivo no Facebook. O emoticon "engraçado" virou uma bruxa; o "chocado", um fantasma; o "triste", um Frankenstein; e o "com raiva", uma abóbora com cara de mal. Os "reactions", botões alternativos ao "like" foram criados no fim do ano passado, a pedido dos usuários, que reclamavam que o botão "curtir" era insuficiente para interagir com determinados conteúdos.

Contato de crianças com as telas só pode ser feito após 18 meses, afirmam pediatras

  • 28 Out 2016
  • 19:01h

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A Academia Americana de Pediatria (AAP) divulgou nesta quinta-feira (27) recomendações sobre a relação de crianças com eletrônicos. Até então, a academia aconselhava que crianças menores de 2 anos não tivessem contato com esses dispositivos. A atualização feita hoje sugere que antes dos 18 meses, o contato não deve ser feito. A partir dessa idade, a AAP recomenda que os pais escolham programações para assistirem junto com a criança, explicando para elas o que estão vendo. Entre 2 a 5 anos, a recomendação é de 1 hora por dia de exposição, ainda assistida pelo pai. A partir dos 6 anos não há uma recomendação específica em relação ao tempo, apenas para limites sólidos sobre o uso da tecnologia. “O uso demasiado de mídia pode significar que as crianças não têm tempo suficiente durante o dia para brincar, estudar, falar, ou dormir”, disse Jenny Radesky, principal autor da política da AAP sobre a relação com a tecnologia.

Twitter anuncia fim do Vine

  • 27 Out 2016
  • 20:06h

Vine, do Twitter, funciona como um Instagram de vídeos (Foto: Divulgação/Twitter)

Vine, rede social de vídeos rápidos do Twitter, deixará de funcionar nos próximos meses, anunciaram nesta quinta-feira (27) as duas empresas, em um comunicado conjunto. “Hoje, nós estamos compartilhando a notícia de que nos próximos meses nós iremos descontinuar o aplicativo móvel”, informaram as companhias, que não explicitaram os motivos para o fim do serviço. O site do Vine continuará funcionando, para que os usuários possam baixar seus vídeos. As empresas informam que as pessoas que tiverem conta no app serão avisadas antes de qualquer mudança no serviço. Criado em 2013, o Vine sofreu com a competição de outras ferramentas do mesmo ramo mais atrativas, como o Snapchat, e de outras que, mesmo embarcando tardiamente na onda dos vídeos, eram mais populares, como o Instagram. Para tentar impulsionar o uso do Vine, o Twitter integrou os serviços, para que os vídeos publicados no aplicativo pudessem ser vistos diretamente na linha do tempo dos tuiteiros. Além disso, a rede social de vídeos curtos ganhou até bate-papo para que os usuários não precisassem sair dela caso quisessem conversar. A última tentativa do Vine foi flexibilizar o tempo dos vídeos, inicialmente limitados a seis segundos. Para tentar sobreviver, o app passou a permitir em junho deste ano que as publicações tivessem até 140 segundos. Essa estratégia também foi adotada pelo Twitter. O Twitter ainda mantém outro aplicativo de vídeo. Lançado em 2015, o Periscope inovou ao permitir transmissões em vídeo em tempo real. Só que o mesmo recurso foi rapidamente adotado pelo Facebook. A chegada da maior rede social aos vídeos ao vivo --o YouTube já permitia transmissões desde 2013--, eclipsou a tentativa do microblog de surfar a onda da explosão de consumo de vídeos sobre acontecimentos da vida real.