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OAB lança aplicativo gratuito do cadastro nacional dos advogados

  • 11 Jan 2016
  • 19:53h

(Foto: Reprodução)

Com o objetivo de facilitar a pesquisa sobre profissionais da advocacia, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançou o aplicativo gratuito do Cadastro Nacional dos Advogados.  A ferramenta, compatível para os sistemas IOS e Android, está disponível para celulares e tablets na Apple Store e no Google Play. Assim como na ferramenta do site da OAB, o aplicativo traz todos os profissionais inscritos nos quadros da OAB, com informações práticas sobre os advogados e sua situação para o exercício da advocacia. Os interessados podem fazer as consultas por nome, seccional, número da inscrição e tipo de inscrição, se estagiário, advogado ou suplementar.

A internet caiu? Veja dicas para melhorar o sinal da conexão wi-fi

  • 10 Jan 2016
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

Além de estarem nas casas e apartamentos, as redes wi-fi já estão presentes em lojas, shopping centers, restaurantes e até em alguns ônibus. Entretanto, a rede sem fio falha de vez em quando, tornando-se um incômodo para os usuários que dependem dela. Confira  algumas dicas práticas que ajudam o usuário a aprimorar o sinal de internet emitido pelo roteador. Dependendo do caso, elas ajudam a melhorar a velocidade da conexão e evitam que o sinal wi-fi fique caindo o tempo todo. Confira:

1. Canais

Um dos problemas que pode influenciar na qualidade do sinal wi-fi é a quantidade de redes que trabalham na mesmo canal de frequência, o que provoca interferência entre elas. A frequência mais usada é a de 2,4 Ghz, suportada por todos os dispositivos. Em um prédio onde a maioria dos apartamentos conta com uma conexão wi-fi, provavelmente alguns canais de frequência estarão sendo usados por várias pessoas ao mesmo tempo. "Para melhorar isso, basta configurar corretamente seu Access Point (AP), que geralmente é o roteador wireless, escolhendo o melhor canal desejado. Existem programas que identificam o canal utilizado por cada rede sem fio disponível", explica Michel Mikolajuniene, professor da faculdade Impacta.

2. Antenas e repetidores 

O usuário também pode optar por roteadores com mais antenas, fazendo com que o sinal seja distribuído de uma forma melhor e mais ampla. Outra boa opção para quem usa uma rede wi-fi em um espaço muito grande é investir em equipamentos repetidores (clique aqui para saber mais). Os dispositivos replicam o sinal, assim é possível espalhá-lo por vários cômodos e expandir a área de conexão disponível. "Vale lembrar que é importante garantir que o AP esteja atualizado, pois o fabricante geralmente disponibiliza uma versão mais eficiente em termos de desempenho e segurança para o sistema que controla e gerencia seu equipamento”, conta Mikolajuniene.

3. Localização

O local em que o roteador fica localizado também pode influenciar na qualidade do sinal emitido. Para o professor, o posicionamento do dispositivo é muito importante para obter bons resultados, já que vários fatores podem diminuir o alcance da conexão, como por exemplo a espessura das paredes. "O melhor local é o mais centralizado possível dentro da residência. Dessa forma, é mais fácil alcançar um número maior de cômodos. Entretanto, tem que estar longe de outros dispositivos que também emitem ondas eletromagnéticas”, explica Mikolajuniene. O especialista ressalta que dispositivos como microondas e telefones sem fio, por exemplo, podem ser vilões para as conexões wi-fi, por isso, não devem ficar próximos ao roteador. Se estiverem operando na mesma frequência que o AP, esses eletrônicos podem atrapalhar no desempenho.

4. Latinha de refrigerante

Alguns usuários optam pelo truque de usar parte de uma latinha de refrigerante (posicionada atrás da antena) para aumentar a potência do sinal wi-fi. O especialista explica que a “gambiarra” pode até funcionar em casos específicos, mas normalmente não muda muita coisa. “A latinha concentra a potência do sinal apenas na direção em que ela está apontando”, explica.

5. Proteção

Proteger a rede com uma senha também pode ser essencial para garantir uma conexão mais consistente. Quando a wi-fi é liberada, qualquer um pode usufruir dele, e consequentemente, os intrusos podem fazer operações que exigem muito da rede. Isso pode comprometer o desempenho e a rapidez da internet.

 

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Apple vende mais US$ 1 bilhão em aplicativos em duas semanas

  • 06 Jan 2016
  • 20:24h

(Foto: Reprodução)

A gigante da tecnologia Apple registrou mais um recorde no início de 2016. A empresa informou esta semana que vendeu em aplicativos US$ 1,1 bilhão em apenas duas semanas. Período que foi do fim de dezembro de 2015 até o primeiro domingo de 2016. Apenas no dia do Réveillon, os clientes da Apple gastaram mais de 144 milhões de dólares em aplicativos, quebrando o recorde anterior em um único dia, que havia sido registrado no Natal. A empresa informou ainda que as vendas de 2015 em dos programas para iPhone, iPad, Mac, a Apple Watch e Apple TV superaram os US$ 20 bilhões na App Store. Desde 2008, a loja virtual gerou cerca de 40 bilhões de dólares para desenvolvedores em todo o mundo, sendo um terço deles produzido em 2015.

Internet: Atualização do protocolo 'https' pode desconectar 40 milhões de navegadores

  • TechTudo
  • 23 Dez 2015
  • 14:44h

Navegadores de versões antigas do Windows (XP e anteriores) e Android serão os principais afetados. Criptografia SHA-1 começará a ser rejeitada em 1º de janeiro. (Foto: Reprodução)

Uma mudança na forma como a conexão segura através de protocolo “https” é feita pelos servidores de Internet pode banir da Web até 40 milhões de usuários em todo o mundo a partir de 2016. O problema ocorre por que a tecnologia usada para criar a conexão criptografada – chamada SHA-1 – será substituída por uma nova e mais segura, mas que não é suportada por versões mais antigas de navegadores, principalmente para dispositivos móveis, o que os tornaria inúteis para navegação. O problema com o padrão SHA-1 é que os computadores ficam cada vez mais rápidos e, por isso, são capazes de calcular e quebrar suas chaves criptográficas em um espaço de tempo menor. Isto faz com que seja necessário sua substituição por uma versão mais moderna. A transição para um padrão novo não é novidade no mundo dos navegadores. Em 2008, o padrão mais comum para a criptografia era o MD5, que passou pelo mesmo problema do SHA-1. A diferença é que, naquela época, esta tecnologia era suportada em conjunto com a outra, o que facilitou a transição.

Skype libera tradutor de conversas para usuários brasileiros

  • 12 Dez 2015
  • 07:02h

(Foto: Reprodução)

Uma ferramenta no Skype que procura facilitar as conversas entre pessoas que não falam o mesmo idioma agora está disponível para usuários brasileiros. Trata-se do Skype Translator, criado para realizar a tradução de conversas em tempo real. Antes disponível para outros seis idiomas (Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Chinês Mandarim e Espanhol), o recurso agora conta com o português do Brasil. Além disso, é possível traduzir mensagens de texto para 50 idiomas. O Skype Translator reconhece o que a outra pessoa na conversa diz e exibe na tela do computador a transcrição das falas para o idioma desejado. As versões mais recentes do programa passam a exibir um novo botão para que o usuário possa habilitar a ferramenta. Para melhorar a experiência, o programa recomenda que o usuário utilize fones de ouvidos e fale com clareza. Atualmente, o Skype Translator está disponível para Windows 7 e versões mais recentes.

Aplicativo gratuito cria rede social para sua família

  • 09 Dez 2015
  • 12:44h

(Foto: Reprodução)

Um aplicativo gratuito  permite que você possa criar uma rede social para compartilhar fotos com a sua família e montar sua árvore genealógica. O Life3 tem versões para Android e iOS e não tem limite para o armazenamento de imagens, que ficam na nuvem da desenvolvedora Moby Softwares. A ideia do app é diferente de redes como o Facebook, investir em um ambiente digital  restrito à família.  Uma versão para iPad deve chegar no fim do primeiro semestre de 2016.Outras redes sociais, como o Facebook, são mais amplas, na visão da Mobby. Por isso, a empresa investiu na criação de um espaço digital seguro e restrito para a família.

Empresa do Japão cria 1º celular que pode ser lavado com água e sabão

  • 03 Dez 2015
  • 19:01h

Smartphone Digno Rafre, da Kyocera, pode ser lavado com água e sabão. (Foto: Divulgação/Kyocera)

A empresa japonesa Kyocera começará a vender na próxima semana o primeiro smartphone do mundo que pode ser lavado com água e sabão, anunciou a companhia nesta quinta-feira (3). Batizado como Digno Rafre, o aparelho será posto à venda no dia 11 de dezembro com um preço de 57 mil ienes (cerca de R$ 1,7 mil). Por ter "funcionamento impermeável", tela e carcaça podem ser lavados "à mão" com sabão. A impermeabilidade do telefone Digno Rafre permitirá ao usuário limpá-lo em uma torneira, tal como mostra seu vídeo promocional, ou que o aparelho não estrague se acidentalmente cair em um recipiente cheio de água, como em uma banheira ou um vaso sanitário. Além disso, a tela tátil pode ser utilizada enquanto está molhada. Segundo a Kyocera, o smartphone é voltado a famílias com crianças pequenas ou para aqueles que queiram consultar receitas enquanto cozinham. Este aparelho conta com uma bateria que permite utilizá-lo durante 21 horas sem interrupção e uma câmera de alta qualidade. Com este lançamento, o fabricante japonês pretende "ajudar" os usuários dos smartphones a manter limpos seus aparelhos limpos, cujas telas podem conter até 600 tipos de bactérias (30 vezes mais que as que existem em um vaso sanitário), segundo um estudo recente da Universidade de Barcelona.

Campanha que promete novos emoticons no WhatsApp é maliciosa

  • 01 Dez 2015
  • 20:21h

(Foto: Divulgação)

Uma campanha que vem sendo disseminada entre usuários do Whatsapp busca forçar a instalação de aplicativos no smartphone. O texto da mensagem pede que o usuário compartilhe a novidade com dez contatos e três grupos para conseguir um suposto pacote de emoticons. Depois do compartilhamento, o usuário é redirecionado para uma página e um scareware é oferecido em um alerta que diz que o navegador atual está quase sem memória. Um scareware é um software suspeito ou com benefícios limitados que o usuário instala por engano. A mensagem sugere a atualização para um novo navegador. Mesmo que o usuário não aceite a instalação, novas mensagens aparecem constantemente na tela para que a atualização seja feita.

 

Segundo Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, o navegador UC Browser, oferecido nos alertas, é um software legítimo. Para ele, a ação é uma prática antiética para conquistar novos usuários. A mensagem é feita para causar surpresa e passar a percepção de uma ameaça muitas vezes inexistente para que o programa seja instalado. Para casos assim é importante que o usuário não acredite nas mensagens de erro exibidas pela página má intencionada e não instale nenhum programa que seja oferecido. Outra dica da Kaspersky Lab é manter o navegador móvel sempre atualizado e instalar apenas softwares das lojas oficiais.

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'Netflix pirata', Popcorn Time volta ao ar

  • 01 Dez 2015
  • 18:33h

(Foto: Reprodução)

Após ter sido retirado do ar, o Popcorn Time está de volta com uma vasta “biblioteca” de vídeos e séries. O serviço de streaming gratuito é comparado com o Netflix pela facilidade de acesso. Cliente do BitTorrent, ele busca filmes em vários sites de torrent e pode reproduzi-los enquanto eles são baixados, o que não agrada nenhum pouco os donos dos direitos autorais dessas produções. Há alguns meses, o popcorntime.io acabou sendo fechado há alguns meses por pressão da MPAA (Motion Picture Association of America), mas agora está volta em outros endereços. Os atuais desenvolvedores da Community Edition, última versão do programa que agora pode ser encontrada sob nova hospedagem, optaram por não mostrar suas caras por segurança, mas anunciaram o retorno do aplicativo “PTCE é o substituto oficial (por ora) para o Popcorn Time. Você sabe, aquele com o domínio .io. Este funciona basicamente da mesma forma, mas utiliza uma API diferente e algumas coisas podem não funcionar corretamente até que tenhamos a chance de atualizá-lo (inclusive, você pode receber notificações dos novos updates)”, avisaram. 

iPhone 6s e iPhone 6s plus começam a ser vendidos no Brasil

  • 13 Nov 2015
  • 11:14h

iPhone 6S chega hoje ao Brasil com preços a partir de R$ 3 mil

O iPhone 6S chega às lojas do Brasil nesta sexta-feira (13). Quem quiser comprar o novo aparelho da Apple vai precisar desembolsar uma boa quantia. De acordo com o site oficial da empresa, o celular desbloqueado e sem plano de fidelidade tem valores que vão de R$ 3.999 a R$ 4.899.O iPhone 6S tem tela de 4,7" e o iPhone 6 Plus tem o display de 5,5". As diferenças entre o iPhone 6 e o 6S não são muitas, mas as mais notáveis são o tamanho dos aparelhos e o 3D Touch, sensor de pressão na tela que aciona atalhos especiais.

 

Quanto à câmera, mudou de 8 MP para 12 MP e os vídeos podem ser gravado em 4K, resolução a qual é pouco compatível com as TVs e notebooks. Confira os preços tabelados divulgados pela Apple:

– iPhone 6S com 16 GB: R$ 3.999;

– iPhone 6S com 64 GB: R$ 4.299;

– iPhone 6S com 128 GB: R$ 4.599;

– iPhone 6S Plus com 16 GB: R$ 4.299;

– iPhone 6S Plus com 64 GB: R$ 4.599;

– iPhone 6S Plus com 128 GB: R$ 4.899.

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Praga para Android 'quase impossível de remover' infecta usuários no Brasil

  • 07 Nov 2015
  • 18:04h

(Foto: Reprodução)

A empresa de segurança Lookout Security alertou que o Brasil está entre os dez países mais afetados por uma família de pragas para Android capaz de se instalar em locais reservados ao sistema. Os vírus utilizam falhas de segurança no Android para copiar seus arquivos para uma pasta especial e garantir a persistência do vírus mesmo após uma restauração das configurações de fábrica. De acordo com a Lookout, os dez países mais infectados pelo vírus são Estados Unidos, Alemanha, Irã, Rússia, Índia, Jamaica, Sudão, Brasil, México e Indonésia. O código chega aos celulares por meio de aplicativos falsos em lojas de aplicativos de terceiros (fora do Google Play). A companhia de segurança afirmou que está rastreando três códigos com comportamento semelhante, o que indica que pode haver uma relação entre eles: ShiftyBug ou Kemoge, Shuanet e Shedun. A semelhança de programação entre os três vírus varia de 71 a 82%. Uma vez que a vítima baixa o aplicativo falso, o programa parece funcionar exatamente como o app original. Os criminosos disfarçam o vírus com apps famosos, como Twitter, Facebook e New York Times. Junto do aplicativo original, porém, o pacote inclui um dos códigos maliciosos. Quando ele finaliza sua instalação, a praga exibe anúncios publicitários indesejados (como na foto).

 

De acordo com uma análise da empresa de segurança FireEye, um desses vírus, o Kemoge, chega a baixar 8 códigos de ataque diferentes para tentar explorar vulnerabilidades no sistema Android e obter o acesso máximo, chamado de "root", para modificar os aplicativos da "raiz" do Android. Se o celular for vulnerável, o código então escreve seus arquivos na pasta "/system". Para o especialista em segurança Michael Bentley, da Lookout, a praga é "quase impossível de remover". As companhias de segurança não deram orientações para usuários infectados. Segundo a Lookout, a maioria dos usuários terá que procurar um técnico especializado ou até adquirir um aparelho novo. O blog Segurança Digial acredita que um "reflash" completo deve ser capaz de eliminar o vírus, porque a pasta "/system" é reformatada nesse procedimento, mas a realização de um reflash pode ser complicada para alguns usuários. A dica é a prevenção: os aplicativos falsos foram encontrados fora do Google Play. A FireEye disse que encontrou uma versão do código no Google Play, mas essa versão não tinha as funcionalidades mais agressivas do código e não era capaz de explorar vulnerabilidades. Sendo assim, quem baixa apps apenas no Google Play parece estar livre desta ameaça específica. Manter o sistema do celular atualizado também impede que o vírus consiga o acesso "root", porém, as correções de segurança não são repassadas pelos fabricantes ou operadoras para todos os aparelhos.

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Carregador de celular que se 'auto-desliga' faz sucesso na internet e arrecada R$ 2 milhões

  • 07 Nov 2015
  • 12:12h

Com a função de desligamento automático do UsBidi, é possível não só evitar que o celular fique viciado, como também economizar energia. (Foto: Divulgação)

UsBidi, um simples carregador para smartphones e tablets, já arrecadou o equivalente a mais de R$ 2 milhões em uma campanha de crowdfunding no Kickstarter.É provável que o dispositivo faça ainda mais sucesso, afinal ele tem mais 26 dias disponíveis no projeto de arrecadação, e os números não param de subir. Criado por desenvolvedores australianos, o UsBidi promete chegar ao mercado como o “carregador mais inteligente do mundo”. Tudo começa com o recurso de desligar o sistema assim que o aparelho alcançar os 100% de bateria, evitando que o gadget fique “viciado”. Além disso, ele tem um cabo resistente e bonito, colorido, disponível em três tamanhos (0,3 ou 0,9 ou 1,8 metros) e indicador de LED para mostrar como está sendo realizada a recarga. O acessório possui duas versões, uma para aparelhos da Apple, com um conector Lightning, e outra para Android, com porta microUSB. Com a função de desligamento automático do UsBidi, é possível não só evitar que o celular fique viciado, como também economizar energia.

iPhone 6S chegará ao Brasil com preço a partir de R$ 3.999, diz site

  • 23 Out 2015
  • 20:03h

iPhone 6S chegará ao Brasil por R$ 3.999 no dia 13 de novembro (Foto: Divulgação/Apple

O iPhone 6S deve chegar ao Brasil custando a partir R$ 3.999, segundo informação do site brasileiro especializado em Apple MacMagazine. De acordo com o divulgado pelo site, a pré-venda do modelo será feita no país a partir do dia 13 de novembro, com lançamento oficial na semana seguinte. A princípio, chegam todos os modelos - versões de 16, 64 e 128 GB de armazenamento e nas cores cinza, prata, dourada e ouro rosé. O iPhone 6S será vendido por R$ 3.999 (16 GB),  R$ 4.299 (64 GB) e R$ 4.599 (128 GB). Já o iPhone 6S Plus, de 5,5 polegadas, custará R$ 4.299 (16 GB), R$ 4.599 (64 GB) e R$ 4.899 (128 GB), ainda de acordo com o site. Com a alta do dólar, os valores estão acima dos praticados na época do lançamento do iPhone 6 - ele chegou a R$ 3.199. À vista, a Apple Brasil oferece desconto de 10% e à prazo é possível parcelar em até 12 vezes.

Instagram estuda lançar versão do aplicativo proibida para menores

  • 08 Out 2015
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

Famoso por censurar imagens que contenham nudez, o Instagram, ao que tudo indica, começa a considerar a hipótese de liberar conteúdo mais adulto em sua plataforma. Durante a Vanity Fair’s New Establishment Summit, na terça-feira (6), em San Francisco (EUA), o cofundador da rede social Kevin Systrom disse que a empresa discute a possibilidade de criar uma nova versão do serviço, com censura para menores de idade. O debate coincidiu com o aniversário de cinco anos da plataforma. O evento, que também contou com a atriz da série “Girls” Lena Dunham e com Katie Couric, do Yahoo!, começou com um debate sobre o que a dupla pensa sobre o Instagram e, rapidamente, passou a abordar a política a rede social sobre nudez, tópico cada vez mais presente, conforme a base de usuários da plataforma aumenta. Katie, então, perguntou a Systrom se ele consideraria criar uma versão do app proibida para menores.“Tivemos diversas discussões sobre o assunto”, disse o cofundador, que ressaltou que um dos problemas seria decidir “o que seria censurado” na rede. “Não somos do negócio pornográfico”, acrescentou, “nós focamos em as pessoas poderem se expressar de diversas formas”. Nudez têm sido um tópico bastante controverso para o Instagram conforme a empresa tenta achar o equilíbrio apropriado para a livre-expressão. Críticos acusam a rede social de priorizar a censura a fotos de corpos femininos. A plataforma também depende de sua própria comunidade para reportar conteúdos inapropriados. Systrom afirmou que a nudez em si não é banida dentro do Instagram, embora não tenha especificado os critérios utilizados, o que torna a política da plataforma pouco claras.

CCJ aprova projeto que permite pedir à justiça remoção de conteúdos da internet

  • 07 Out 2015
  • 16:28h

(Foto: Ilustração)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou ontem (6) o projeto de lei (PL) 215/20125 que modifica o Marco Civil da Internet. Apesar das polêmicas, os deputados mantiveram o chamado direito ao esquecimento e a remoção de conteúdos da internet. Os deputados aprovaram o substitutivo do relator, deputado Juscelino Filho (PRP-MA), sem mudanças. O texto permite a qualquer pessoa requerer na Justiça a remoção de conteúdo que “associe o seu nome ou imagem a crime de que tenha sido absolvido, com trânsito em julgado, ou a fato calunioso, difamatório ou injurioso”.O projeto também dobra a pena no caso de crimes que tenham o “emprego de equipamento, aparelho, dispositivo ou outro meio necessário à realização de telecomunicação, ou por aplicação de internet”. Para qualquer um desses crimes, não caberá fiança, ou seja, a pessoa acusada vai presa e não pode responder em liberdade. Quando o crime resultar na morte da vítima, a pena será ampliada cinco vezes.

Para relator do Marco Civil na Câmara, deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), o projeto representa um risco para a construção da memória e da história brasileira. Molon argumenta que essas informações sobre processados criminalmente, mesmo que absolvidos, são importantes para a construção da memória nacional. O deputado usou como exemplo o caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que foi afastado pelo Congresso Nacional, mas absolvido no Supremo Tribunal Federal. “A informação de que ele foi processado no Supremo, mesmo que tenha sido absolvido, é uma informação relevante do ponto de vista histórico e você não pode apagar e fingir que isso não existiu”, ponderou Molon. O Conselho de Comunicação do Congresso Nacional se posicionou contra o projeto, assim como o Comitê Gestor da Internet no Brasil que, na semana passada editou uma resolução que diz que o projeto subverte “os princípios e conceitos fundamentais da Internet” ao propor o estabelecimento de “práticas que podem ameaçar a liberdade de expressão, a privacidade dos cidadãos e os direitos humanos em nome da vigilância, bem como desequilibrar o papel de todos os atores da sociedade envolvidos no debate”.

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