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Coleção de dados vazados tem 773 milhões de endereços de e-mail; descubra se o seu foi comprometido

  • 18 Jan 2019
  • 09:03h

Foto: Reprodução/G1

Um vazamento de dados, chamado de Collection #1, foi divulgado nesta quinta-feira (17) pelo pesquisador australiano Troy Hunt. Ele tem cerca de 773 milhões de e-mails comprometidos, além de mais de 20 milhões de senhas. Desse total, 140 milhões são de novos e-mails e 10 milhões de novas senhas, inéditos na base de dados do Have I Been Pwned (HIBP), site de Troy Hunt que permite consultas de senhas e e-mails registrados em vazamentos de dados conhecidos. Os outros e-mails já constavam em vazamentos anteriores. Para saber se seu endereço de e-mail e senhas foram comprometidos, é possível utilizar as consultas do HIBP, aqui aqui. Essas informações estavam disponíveis na internet. Hunt descobriu os dados em um fórum de hackers, mas elas foram hospedadas num famoso serviço de computação em nuvem. De acordo com Hunt, como essas contas estavam circulando com facilidade fica mais fácil que sejam utilizadas para fins maliciosos. Os arquivos vazados nesta quinta-feira apresentam mais de 2,69 bilhões de e-mails e senhas, em quase 90GB de informação. Mas muitos endereços de e-mails estão repetidos. Os 773 milhões de e-mails e 20 milhões de senhas foram descobertos por Hunt depois de limpar a base de dados. Eles foram incluídos no cadastro do HIBP — é o maior número de dados já colocados para consulta no site.

Bandidos clonam contas de WhatsApp para aplicar golpes

  • Alfredo Henrique | Folhapress
  • 15 Jan 2019
  • 19:07h

Criminosos estão clonando contas de WhatsApp para se passar por parentes ou amigos das vítimas e pedir a transferência de dinheiro para conta de laranjas.Uma professora de 51 anos que preferiu não se identificar levou um susto. "Temos um grupo de amigas, de mais de duas décadas. Nos falamos muito em grupo. No começo do mês passado [6 de dezembro] uma delas que é 'super certinha' me chamou no privado para pedir dinheiro emprestado". Segundo a vítima, o perfil da amiga afirmou que precisava de R$ 2.270 para pagar uma conta com urgência. "Ela me garantiu que depositaria o valor no dia seguinte. Como a conheço e sei que é uma pessoa correta, fiz a transferência", relata. A professora não desconfiou que a conta passada pela "amiga" estivesse no nome de um homem. A polícia conseguiu identificar o responsável pela conta: um adolescente de 17 anos. Quando pensava que havia ajudado a amiga, o perfil falso pediu mais R$ 2.000. "Ai fiquei desconfiada. Entrei no Facebook da minha amiga e nele havia uma mensagem afirmando que o Whatsapp dela havia sido clonado e estavam pedindo dinheiro em nome dela", conta. A amiga que teve a conta clonada, também professora, descobriu que estava sem seu WhatsApp quando criminosos tentaram extorquir dinheiro da filha dela. "Minha filha me ligou umas 20h perguntando se eu estava bem. Aí, falou que eu havia pedido dinheiro, mas ela desconfiou e, aí, percebemos que minha linha havia sido clonada." A professora tentou cancelar sua linha de celular imediatamente. O procedimento, no entanto, só pôde ser feito no dia seguinte. Enquanto a linha da professora não era bloqueada, a quadrilha entrou em contato com mais três amigas dela, que não caíram no golpe.

GOLPE DE CLONAGEM DE WHATSAPP

O QUE É?

Após o bandido obter dados pessoais de um usuário, ele liga na companhia telefônica se passando pelo cliente e habilita um novo chip de celular com o mesmo número, apesar de não ter roubado o aparelho; O criminoso se passa por parente ou amigo da vítima, para facilitar a transferência de dinheiro para contas de laranja; Depois de ter conseguido o número da conta corrente ou do cartão de crédito, utilizando outro método fraudulento, o golpista consegue evitar que o correntista receba alertas de compras ou códigos de segurança (ex. Token SMS), enviados pelo banco; Um indício deste golpe é quando o celular para de funcionar repentinamente.

COMO EVITAR?

Proteja seus dados pessoais, sem revelar senhas e número de documentos para desconhecidos;

Quando perceber qualquer movimentação estranha em sua conta corrente, poupança, ou celular para de funcionar repentinamente, avise seu gerente ou contate a operadora do seu celular;

Desconfie de ligações ou mensagens inesperadas;

Comunique às empresas responsáveis assim que desconfiar de qualquer ação em seu nome; 

Registre boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

Aplicativos falsos para Android acumularam 17 milhões de downloads no Google Play

  • 13 Jan 2019
  • 20:02h

Foto: Reprodução/Trend Micro

Pesquisadores de segurança das fabricantes de antivírus Eset e Trend Micro divulgaram alertas sobre a presença de mais de 90 aplicativos falsos no Google Play Store. Juntos, os programas somaram mais de 17 milhões de downloads na loja oficial do sistema Android. O Google retirou os aplicativos do ar, mas esses números mostram que é preciso tomar cuidado até com programas aparentemente populares. Quando são executados, esses aplicativos mostram uma série de anúncios em tela cheia. Caso a vítima continue interagindo com o aplicativo, ele acabará se fechando automaticamente, sem apresentar qualquer função. Mesmo depois de fechado, o programa seguirá em execução em segundo plano e poderá mostrar anúncios sempre que a tela for desbloqueada. A Trend Micro encontrou 85 aplicativos que tiveram 9 milhões de downloads. Alguns deles tinham nomes em português, como "TV do Brasil Canais" e "TV Brasil Sat Live" (os golpistas utilizaram o mesmo nome traduzido para vários idiomas). Outros ofereciam funcionalidade de controle remoto universal ou de simulações de carro. A principal função verdadeira do aplicativo era exibir anúncios publicitários. Os aplicativos estavam cadastrados por desenvolvedores com nomes como "Kodev", "Algar Games" e "Big Fishes". Lukas Stefanko, da Eset, foi responsável por descobrir outro conjunto de aplicativos que prometia oferecer a funcionalidade controle remoto para televisores e até condicionares de ar. Os programas, todos cadastrados na Play Store por um desenvolvedor chamado 'tools4TV", não cumpriam o prometido e ainda deixavam um código que mostrava anúncios no aparelho. Esses aplicativos somaram 8 milhões de downloads até serem removidos da loja pelo Google. Embora a descoberta de aplicativos falsos no Google Play não seja incomum, é mais raro que programas falsos consigam acumular tantos downloads. Quando códigos maliciosos ganham popularidade, as próprias vítimas deixam comentários negativos avisando sobre o golpe e recomendado evitar o aplicativo. Alguns dos programas já tinham esse tipo de comentário, mas mesmo assim não foram detectados pelo Google antes dos alertas dos especialistas.

Empresa oferece R$ 350 mil para quem passar um ano sem usar smartphone

  • 29 Dez 2018
  • 18:18h

Uma empresa lançou um desafio nos Estados Unidos e promete pagar US$ 100 mil, o equivalente a cerca de R$ 350 mil, para quem aceitar ficar sem smartphone por um ano. As inscrições para concorrer ao prêmio da Vitaminwater vão até o dia 8 de janeiro.Os interessados devem enviar uma mensagem no Twitter ou no Instagram da empresa usando as hashtagas #nophoneforayear e #contest. Além disso, é necessário enviar um texto dizendo como aproveitar o ano sem smartphone. Apenas moradores dos Estados Unidos podem participar da promoção. No período sem smartphone, os participantes do desafio vão poder usar um celular de 1996 para se comunicar. O uso de notebooks e computadores tradicionais é permitido durante o ano de "restrição".

Instagram libera posts na horizontal, mas desfaz mudança horas depois

  • 27 Dez 2018
  • 17:13h

O Instagram liberou na tarde desta quinta-feira (27) uma atualização em que o feed de posts passou a ser visualizado na horizontal, e não mais na vertical. A mudança foi alvo de reclamações nas redes sociais. Horas mais tarde, no entanto, a alteração foi revertida e a lista de postagens voltou a aparecer na vertical.Na nova versão, o usuário recebia a recomendação de passar para os posts seguintes tocando a lateral direita das fotos, igual ao que já acontece na ferramenta do Stories.Em nota enviada ao G1, a assessoria de imprensa do Instagram disse que houve um "bug", e pediu desculpas. "Devido a um bug, alguns usuários viram uma mudança na maneira como o Feed aparece hoje. Nós corrigimos o problema rapidamente e o Feed voltou ao normal. Pedimos desculpas por quaisquer transtornos."Pelo Twitter, o diretor do Instagram, Adam Mosseri, disse que a atualização "deveria ser um teste muito pequeno", mas foi "ampliado por acidente". Ele recomendou que as pessoas que tenham recebido a atualização reiniciem o aplicativo para que ele volte ao normal.

Mensagem falsa chega a 300 mil usuários prometendo 'retrospectiva' no WhatsApp

  • G1
  • 21 Dez 2018
  • 10:09h

A fabricante de antivírus PSafe, por meio do seu laboratório de cibersegurança dfndr lab, está alertando usuários sobre um link malicioso divulgado no WhatsApp que promete uma falsa retrospectiva do ano de 2018 no aplicativo. De acordo com a empresa, o principal objetivo dos criminosos com este golpe é lucrar com a exibição de peças publicitárias nos sites falsos e, em alguns casos, obter dados pessoais das vítimas. Para convencer a vítima a acessar o link, a mensagem promete relembrar "fotos antigas, status e conversas". Em 16 horas de circulação, o link malicioso foi detectado 339 mil vezes pela ferramenta de segurança da companhia.  A página falsa pede que a vítima clique em um botão para "gerar" sua retrospectiva. Quando a retrospectiva está supostamente pronta, é necessário compartilhar a página com amigos antes de poder vê-la. A página exibe uma série de comentários falsos com o visual do Facebook para dar credibilidade ao golpe. De acordo com Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, os criminosos tentam se aproveitar de datas relevantes – como a Black Friday, as eleições ou fim do ano - como "gancho" para enganar os usuários. "Por isso é muito importante checar com as empresas se qualquer promoção, serviço ou ação de marketing de fato é verdadeira", explica ele. Com exceção dos links que podem atacar o roteador de internet, os golpes divulgados por WhatsApp em geral não representam risco imediato ao celular, nem aos dados armazenados no aparelho. Nesse caso do golpe do WhatsApp, por exemplo, a página exibe até uma barra de progresso enquanto "gera" a retrospectiva. Porém, isso é apenas uma animação e nenhum dado do celular é acessado pela página. Ainda assim, compartilhar esses links pode gerar receita publicitária para os criminosos a partir do tráfego para o site falso, o que alimenta outros golpes e mensagens falsas. Quando um conteúdo exige um compartilhamento para ser visto, é altamente suspeito de que esse conteúdo seja falso, de baixa qualidade ou nem sequer exista, como é o caso da "retrospectiva".

Facebook vendeu dados de usuários para gigantes da tecnologia, diz jornal

  • 19 Dez 2018
  • 15:08h

Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez

Facebook compartilhou mais dados pessoais de seus usuários com gigantes tecnológicos como MicrosoftAmazon e Netflix do que tinha revelado até agora, segundo informou nesta quarta-feira (19) o jornal "The New York Times". O jornal nova-iorquino teve acesso a centenas de documentos internos da companhia de Mark Zuckerberg que revelam como compartilhou os dados sem o consentimento dos usuários e gerou assim seu modelo de negócio através da publicidade. Durante o ano, outras investigações apontaram que dados de usuários do Facebook haviam sido usados pela empresa britânica Cambridge Analytica para fazer análise política e influenciar as eleições americanas de 2016. No primeiro momento, as informações davam conta do vazamento de dados de 50 milhões de pessoas, mas o próprio Facebook confirmou, posteriormente, que cerca de 87 milhões de contas foram atingidas.

Facebook afirma que nova falha permitiu acesso a fotos de 6,8 milhões de usuários

  • 14 Dez 2018
  • 17:06h

Foto: Reuters/Stephen Lam

Facebook revelou nesta sexta-feira (14), em um post na página voltada para desenvolvedores, que um erro na plataforma teria permitido que aplicativos terceiros tivessem acesso a fotos de 6.8 milhões de usuários. O 'bug' inclusive daria acesso a fotos que foram postadas na rede social, mas que não haviam sido compartilhadas com amigos ou o público. A falha já foi corrigida. Segundo a postagem, feita por um funcionário da empresa, o erro permitiu o acesso durante um período de 12 dias em setembro deste ano. A notícia é mais uma na lista de erros do Facebook, que em setembro deste ano revelou uma falha que permitiu acesso a dados de mais de 50 milhões de usuários. Segundo a postagem, o Facebook irá notificar as pessoas que foram afetadas por essa falha via mensagem na rede social. De acordo com as informações, o erro acontecia quando alguém dava permissão de acesso a um aplicativo terceiro para que visualizasse as fotos do usuário na rede social. "Nós geralmente só permitimos acesso às fotos que são postadas na linha do tempo. Neste caso, o bug potencialmente deu a desenvolvedores acesso a outras fotos, como as postadas no Marketplace ou nas Stories. O erro também afetou fotos postadas e não compartilhadas", afirma o autor. Sob maior escrutínio público de suas ações e vazamento de dados, o Facebook aumentou recentemente a recompensa que paga a pessoas que encontram bugs na plataforma. Só em 2018, foram pagos US$ 1,1 milhão em prêmios e o maior valor individual, US$ 50 mil. A rede social foi uma das primeiras grandes empresas do setor de tecnologia a trabalhar com o sistema de "caça de erros" (bug bounty, em inglês) , que premia terceiros que encontrem bugs e notifiquem a plataforma. O programa já pagou mais de US$ 7,5 milhões desde que foi instaurado em 2011.

Facebook e Instagram sofrem instabilidade em vários países

  • 20 Nov 2018
  • 15:06h

Vários usuários do Facebook relataram nesta terça-feira dificuldades para acessar seus perfis na rede social. A instabilidade e lentidão para o carregamento dos conteúdos não ocorre somente no Brasil. Segundo a ferramenta "Downdetector" foram reportados problemas principalmente nos Estados Unidos,  Europa e alguns países da América Latina.Internautas reclamam também do funcionamento do Instagram, que apresenta lentidão no carregamento do conteúdo. A rede social para o compartilhamento de fotos pertence ao Facebook. Como costuma acontecer nesses casos, o Twitter é o site utilizado por alguns usuários para relatar a dificuldade de acesso na outra rede social. Utilizando até memes, vários internautas brincaram com a instabilidade. "MAS QUE  INTERNET É ESSA? / Ah não, foi só o facebook e instagram que caiu hihi", publicou um internauta.   "Fiz o post todo bonitinho aqui do meu trabalho, era uma novidade top pra lançarmos na rede, tava organizado lindo de emoticon e a gramática impecável, cliquei em publicar e os Facebook caiu. Não salvei e perdi o post", relatou outro usuário. Até o momento, a rede social não informou o motivo da instabilidade.

Facebook fica fora do ar e usuários reclamam

  • 12 Nov 2018
  • 18:54h

O Facebook está fora do ar na tarde desta segunda-feira (12). Ao tentar entrar no site, uma mensagem informa ao internauta que o site está com erro e que a plataforma está trabalhando para que o acesso seja reestabelecido. Não há informações se o erro atinge todos os usuários. Algumas pessoas utilizaram o Twitter para reclamar da dificuldade de acessar a rede social de Mark Zuckerberg, enquanto outros fizeram brincadeiras sobre a situação. 

Inteligência Artificial tem impacto na produção empresarial e industrial

  • iBahia
  • 09 Nov 2018
  • 17:11h

Antes realidade apenas em roteiro de filmes de ficção científica, a Inteligência Artificial (IA) vem ganhando cada vez mais destaque na rotina de empresas e na produção industrial. Então, já é possível ver robôs executando as funções que, anteriormente, eram exclusivas dos seres humanos? Ainda não chegamos lá, mas a tecnologia tem evoluído em ritmo cada vez mais acelerado e que nos leva a crer que é possível.  Para entender como a IA está inserida atualmente nas empresas, é preciso conhecer melhor o conceito. Segundo o especialista em análise de dados e professor de Ciência de Dados da Unifacs, Felipe Torres, a Inteligência Artificial é um tipo de programação que possui a capacidade de aprender.“Podemos fazer um comparativo com uma criança que está aprendendo a andar. No início, ela vai engatinhar, vai cair, ganhar resistência e vai aprendendo e quebrando os seus limites com esse aprendizado. A IA vai aprendendo da mesma maneira que uma criança. Ela vai sendo testada e desafiada, e assim vai ampliando os seus limites de conhecimento”, explica o professor.  As tecnologias atuais de IA são desenvolvidas e treinadas para um objetivo específico, devido à limitação de hardware. Mas há exceções. “Também temos projetos grandes, como o Watson, da IBM. Watson é uma Inteligência Artificial que foi treinada com todo o conteúdo disponível na internet. Ela tem vários segmentos, consegue auxiliar desde médicos até o atendimento aos clientes de uma empresa. Mas ele também tem as suas limitações de aprendizado”, esclarece Torres. 

Twitter teve 2,7 milhões de mensagens sobre ataques motivados por política

  • 13 Out 2018
  • 18:56h

(Foto: Pixabay)

O Twitter teve 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas entre as 19h de domingo (7) e as 15h de quinta-feira (11). De acordo com o levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres. O ápice do número de publicações com esse teor foi registrado já na primeira hora de análise, quando foi identificada uma média de 3,2 mil tweets por minutos. Segundo a Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), a maioria das publicações mencionavam o medo diante dos resultados do primeiro turno.  No dia seguinte, a morte do capoeirista Mestre Moa em Salvador foi citada em 112 mil publicações no Twitter. Também foram identificados conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores.

Facebook diz que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

  • G1
  • 12 Out 2018
  • 18:49h

Foto: Ben Margot/AP

O Facebook disse, nesta sexta-feira (12), que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários. Para checar se sua conta foi afetada acesse a Central de Ajuda do Facebook (disponível somente em inglês). A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas. Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram nomes e detalhes de contato (incluindo número de telefone, e-mail ou ambos), dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis. Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ??para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

Facebook lança 'botão de contexto' no Brasil

  • 10 Out 2018
  • 09:09h

Foto: Divulgação/Facebook

Facebook lançou nesta terça-feira uma nova ferramenta que permitirá que usuários no Brasil, México, Argentina e Colômbia chequem mais informações quando um artigo é compartilhado na rede social. Segundo a empresa, em artigo oficial, a ideia por trás da ferramenta é “proporcionar mais contexto às pessoas, para que elas possam decidir por si mesmas o que ler, confiar e compartilhar.” Chamado de “botão de contexto”, o novo recurso permite que os usuários do Facebook possam checar mais informações sobre um artigo compartilhado, como descrição do veículo na Wikipedia, artigos relacionados sobre o mesmo tópico e informações de dados de compartilhamento daquele artigo específico. Recentemente o Facebook passou por forte escrutínio de legisladores nos Estados Unidos e na Europa, depois que a rede social foi usada para influenciar resultados em eleições americanas. O escrutínio é resultado do escândalo da empresa Cambridge Analytica, que acessou indevidamente os dados de 87 milhões de usuários. Com essas informações em mãos, a firma, que trabalhava para a campanha de Donald Trump à presidência dos EUA em 2016, criou mecanismos para rastrear o posicionamento político dessas pessoas e conseguir mudá-lo. Desde então, o Facebook tem investido em ferramentas que aumentem a segurança na rede e ajudem a diminuir a difusão de boatos. A nova ferramenta já estava em teste nos EUA desde o ano passado e agora foi expandida para os países da América Latina. Além dos recursos testados originalmente, o Facebook está disponibilizando duas novas informações: "compartilhado por amigos", que mostrará quais amigos compartilharam o artigo; e "mais sobre este link", que dará uma amostra de outras histórias publicadas pelo mesmo veículo. “Também iniciamos um pequeno teste nos EUA para ver se é mais fácil avaliar a credibilidade de um artigo quando fornecemos mais informações sobre o autor dele”, dizia o artigo, que foi assinado por Taylor Hughes, engenheiro de software, Jeff Smith, designer de produto, e Alex Leavitt, pesquisador de experiência de usuário.

Caixa lança novo aplicativo que permite consultar extrato completo de FGTS; Confira

  • 05 Out 2018
  • 20:06h

Como forma de facilitar ainda mais a vida dos clientes, a CAIXA lançou, uma  nova versão do App FGTS com quantidade ampliada de serviços. Agora o trabalhador pode consultar o extrato com os lançamentos ocorridos nos últimos 25 anos em sua conta de FGTS, o que permite acompanhar e fiscalizar todos os depósitos realizados na sua conta FGTS. Com mais comodidade ao trabalhador, o app  deve informar valores de FGTS na declaração de imposto de renda, como saques ocorridos no ano de 2017. Os saques de FGTS devem ser informados em linha específica da ficha Rendimentos Isentos e não Tributáveis. O trabalhador tem ainda vários outros serviços à sua disposição por meio do novo App FGTS, como aderir ao serviço de informações via SMS, atualizar seu endereço, consultar o Certificado de Regularidade do FGTS (CRF) do empregador, verificar o histórico do CRF e sua renovação automática, caso a empresa esteja apta. O aplicativo está disponível para download na Apple Store e Google Play. Caso o trabalhador já possua o App FGTS instalado em seu celular, basta atualizá-lo para que tenha acesso aos novos serviços. O acesso ao App FGTS é realizado com o número do NIS (Número de Informação Social PIS/PASEP) e senha internet. O NIS pode ser obtido no extrato do FGTS, carteira de trabalho, Cartão do Cidadão ou junto ao próprio empregador. Para o trabalhador que realizar o primeiro acesso, a senha pode ser criada no próprio App FGTS, bastando clicar no botão “Primeiro Acesso” e incluir seus dados pessoais. Para os que já são usuários dos serviços do FGTS na Internet ou na versão anterior do próprio aplicativo, a senha é a mesma utilizada anteriormente e não é necessário novo cadastramento