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Falha que permitia manipulação de mensagens e roubo de arquivos pelo WhatsApp Web é corrigida

  • 06 Fev 2020
  • 20:03h

(Foto: Reprodução/Gal Weizman)

O Facebook eliminou vulnerabilidades em mensagens com link no WhatsApp Web, que poderiam manipular o navegador de internet para roubar informações, levar o usuário para um site malicioso ou até instalar um vírus no sistema.O problema se baseia em códigos executados pelos navegadores e, por essa razão, não atingia o aplicativo do WhatsApp usado em smartphones Android ou iOS. No entanto, o risco era ainda maior no WhatsApp Desktop, que é baseado no WhatsApp Web. A brecha foi encontrada pelo pesquisador de segurança Gal Weizman. Ele investigava o comportamento do WhatsApp que permite "colocar palavras na boca de outras pessoas" e descobriu que o filtro do WhatsApp apresentava outras deficiências. Weizman encontrou um meio de adulterar a prévia do link que aparece quando mensagens desse tipo são enviadas pelo WhatsApp, inserindo uma prévia para um site diferente do especificado pelo link. Mas o truque ainda permite a manipulação dos próprios links — inclusive para links que executam códigos diretamente no navegador. Nesses casos, em vez de levar o usuário para um site como um link comum faz, o "link", ao ser clicado, roda diversos comandos especificados pela pessoa que o enviou.

WhatsApp: os celulares em que o app não funcionará mais a partir de fevereiro

  • 01 Fev 2020
  • 08:04h

(Foto: Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp deixará de funcionar em milhões de smartphones a partir de 1º de fevereiro.Os dispositivos Android e iPhone que suportam apenas sistemas operacionais desatualizados não poderão mais executar o app, de propriedade do Facebook.O WhatsApp disse que a medida é necessária para proteger a segurança de seus usuários.Os smartphones com Android 2.3.7 e versões mais antigas e iPhone iOS 8 ou versões mais antigas serão os afetados pela atualização.Os sistemas operacionais para os quais o WhatsApp está descartando o suporte são sistemas operacionais herdados, que não são mais atualizados ou instalados em novos dispositivos.A maioria dos usuários simplesmente pode atualizar seus sistemas operacionais para continuar usando o serviço de mensagens.No entanto, certos dispositivos, como o iPhone 4, que suportam apenas o iOS 7, não serão maiscompatíveis."O WhatsApp claramente não tinha alternativa a não ser garantir a segurança de seu serviço, mas enfrenta o difícil efeito colateral de o aplicativo não ser mais compatível com smartphones mais antigos", diz Ben Wood, analista da consultoria CCS Insight."É provável que isso tenha um impacto numa parte de seus usuários, principalmente nos mercados emergentes, onde há uma alta proporção de dispositivos mais antigos."O WhatsApp, que foi o quarto aplicativo mais baixado da década, alertou os usuários pela primeira vez que essas mudanças aconteceriam em 2017."Foi uma decisão difícil para nós, mas a decisão certa", disse um porta-voz da empresa.É a mais recente de uma série de decisões desse tipo — como quando o aplicativo de mensagens, por exemplo, retirou o suporte para vários dispositivos em 2016 e, mais tarde, também de todos os telefones Windows em 31 de dezembro de 2019.

Como saber se seu celular será afetado?

Se você usa Android, acesse o menu "Configurações" de seu aparelho e procure a seção "Sobre o dispositivo" e depois "Info.software", onde encontrará a versão do sistema operacional que está instalada.Se tiver um iPhone, procure a opção "Geral" no menu "Ajustes" e clique em "Sobre" para verificar sua versão do iOS.Você pode tentar atualizar o sistema, embora isso não seja possível em todos os casos.a é necessária para proteger a segurança de seus usuários.

Modo escuro no WhatsApp já está disponível para os usuários de versão beta

  • G1
  • 22 Jan 2020
  • 16:11h

( Foto: Reprodução/G1)

modo escuro ou modo noturno proporciona mais conforto visual e também ajuda a economizar energia da bateria. Para habilitá-lo, siga os passos descritos abaixo:

  1. Abra o WhatsApp e acesse as "Configurações";
  2. Toque na opção "Conversas" para alterar o modo de exibição;
  3. Toque na opção "Tema" e altere para "Escuro". Essa configuração será permanente. No entanto, se você preferir usar o modo escuro somente quando o celular estiver com pouca carga na bateria, marque a opção "Definido pelo Modo de Economia de bateria".

Pronto! O WhatsApp teve o seu tema alterado. Para desfazer a configuração basta repetir os passos indicados acima e ativar o modo "Claro".

Príncipe saudita hackeou celular do dono da Amazon, diz jornal

  • G1
  • 22 Jan 2020
  • 05:06h

(Foto: AFP)

O homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, teve seu celular hackeado em 2018 depois de receber uma mensagem no WhatsApp, enviada por Mohammed bin Salman, príncipe e herdeiro do trono da Arábia Saudita. A informação foi dada nesta terça-feira (21) pelo jornal britânico "The Guardian", que teve acesso a uma investigação sobre o caso.A embaixada da Arábia Saudita nos Estados Unidos não comentou a reportagem, e um advogado de Bezos afirmou que não iria dar declarações, mas que o executivo estava cooperando com investigações".De acordo com o "Guardian", uma análise mostrou que "é altamente provável" que a invasão teria acontecido quando Salman enviou um vídeo infectado ao executivo. O jornal afirma que os dois estavam tendo uma conversa amigável e que o príncipe enviou o arquivo no dia 1º de maio de 2018.Segundo o especialista em segurança digital e colunista do G1, Altieres Rohr, é possível que um vírus seja executado por meio de um vídeo ou pelo link para um vídeo, mas trata-se de uma situação rara: "Essas falhas são muito difíceis de explorar em celular", afirma. Em novembro passado, o WhatsApp disse que corrigiu uma falha que podia atacar celulares com arquivos de vídeo, mas afirmou que não havia qualquer informação que indicasse que esta brecha foi utilizada em ataques reais (veja como atualizar seu celular).

Usuários relatam instabilidade no WhatsApp neste domingo

  • 19 Jan 2020
  • 14:04h

(Foto: Reprodução/G1)

Usuários do WhatsApp usaram as redes sociais para relatar problemas no funcionamento da plataforma neste domingo (19). Entre as principais reclamações citadas por internautas eram as falhas no envio de mídias como áudios e figurinhas. O site Down Detector, que aglomera relatos de consumidores sobre o status de serviços online, apresentou uma alta no nível de reclamações a partir das 7h49, atingindo seu pico por volta das 10h.O G1 tentou contato com a assessoria da plataforma, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.A falha no funcionamento acabou rendendo memes criados por internautas no Twitter. 

Galaxy Fold, celular com tela dobrável da Samsung, chega ao Brasil por R$ 12.999

  • 17 Jan 2020
  • 18:10h

(Foto: Kelvin Chan/AP)

Samsung anunciou nesta quinta-feira (16) a chegada no Brasil do Galaxy Fold, smartphone com tela dobrável da empresa. O aparelho, que é o primeiro do tipo a ser vendido no Brasil, sai por R$ 12.999 e começa a ser vendido no dia 22 de janeiro.O Galaxy Fold foi anunciado globalmente durante um evento da Samsung em fevereiro de 2019 e chamou atenção por ser o primeiro telefone desse tipo lançado pela empresa. O aparelho tem com 6 câmeras e uma tela de 7,3 polegadas na parte de dentro— quase um tablet pequeno —, além de uma tela menor de 4,6 polegadas, na parte externa, para tarefas mais cotidianas.Por causa das duas telas, existe uma função de continuidade de aplicativo: quando o celular é aberto, a função que estava sendo utilizada na tela menor é transferida automaticamente para a tela maior.O Galaxy Fold também vem com uma “super bateria”, de 4.380mAh com carregamento super rápido. Ele conta também com um processador Snapdragon 855 de oito núcleos, 12GB de memória RAM e 512GB de armazenamento.Nas câmeras, são 6 — uma na frente, duas no meio e três atrás. Veja as especificações:

  • Câmera frontal: 10MP com abertura f/2.2;
  • Câmeras do interior: 10MP com abertura f/2.2 e 8MB com abertura f/1.9, para efeito desfocado em selfies;
  • Câmeras traseiras: ultra-grande angular com 16MP, grande angular com 12MP e tele com 12MP, para zoom óptico de 2x.

Chrome tinha brecha que permitia instalação de vírus

  • G1
  • 28 Dez 2019
  • 12:03h

(Foto: Reprodução)

Especialistas de segurança do Tencent Blade revelaram que o Google Chrome possuía uma série de brechas que teriam permitido que sites instalassem vírus no computador dos visitantes – o tipo de problema mais grave que pode existir em um navegador web. Os problemas foram corrigidos em 11 de dezembro, com o lançamento do Chrome 79.0.3945.79. Quem ainda não atualizou o Chrome desde o dia 11 deve realizar essa atualização o quanto antes para instalar a versão mais recente. Todas as versões mais novas que a 79.0.3945.79 devem incluir essa correção. Batizado de "Magellan 2.0", o conjunto de cinco falhas decorre de um problema em bancos de dados do tipo SQLite, que são embutidos em diversos tipos de programas – o que significa que a vulnerabilidade também está presente em dispositivos de internet das coisas e muitos outros aplicativos de celulares, Windows e macOS. No entanto, mesmo com o código vulnerável presente, a falha não pode ser explorada diretamente por hackers na maioria dos casos. Não é comum expor os comandos ao banco de dados de forma direta. O Google Chrome, no entanto, expõe o sistema de banco de dados para que programadores possam criar páginas mais avançadas. O problema foi relatado ao Google no dia 16 de novembro de forma reservada pelos especialistas do Tencent Blade. Não há qualquer indício de que sites maliciosos tenham aproveitado essa falha para realizar ataques. A descoberta das falhas foi um desdobramento de uma pesquisa divulgada pelo Tencent Blade em dezembro de 2018. Na época, a equipe encontrou a brecha "Magellan" (agora chamada de "Magellan 1.0") e afirmou que o problema foi confirmado no Google Home e em navegadores baseados no Chromium (como Brave, Opera e Chrome). Desenvolvedores de aplicativos que usam SQLite em seus projetos também precisam ficar atentos para atualizar o código referente ao banco de dados. Sem essa atualização, qualquer exposição do canal de comunicação com o banco de dados – durante o recebimento de uma mensagem ou notificação, por exemplo – pode resultar em uma falha grave.

Facebook afirma que consegue saber localização de usuários mesmo com função desativada

  • G1
  • 18 Dez 2019
  • 15:08h

(Foto: Reprodução)

Facebook admitiu que é capaz de saber a localização de seus usuários, mesmo com a função de geolocalização desativada, por razões de segurança, mas também com objetivos publicitários. Segundo a empresa afirmou em documentos enviados a senadores dos Estados Unidos, isso acontece porque as pessoas enviam informações usando os serviços da empresa e por meio de dados atreladas ao endereço IP e à conexão. Em um dos casos que o Facebook cita nos documentos, a empresa diz que é possível saber uma localização caso um amigo marque o usuário no check-in de um restaurante, por exemplo. A empresa também diz que o endereço de IP fornece uma localização, como "o endereço do remetente em uma carta". A carta foi enviada pela rede social em 12 de dezembro aos senadores Chris Coons e Josh Hawley, do Congresso dos EUA. O documento foi divulgado nesta terça-feira (17) no Twitter de uma jornalista do portal The Hill, especializado em política dos EUA. Hawley retuitou a publicação da jornalista e escreveu: "Facebook admite. Você desliga os serviços de localização e eles ainda rastreiam você para fazer dinheiro". "Não há opção de saída. Não há controle sobre sua informação pessoal. Isto são as gigantes de tecnologia. É por este motivo que o Congresso precisa agir", disse o senador. O Facebook obtém dados pessoais dos mais de 2 bilhões de usuários frequentes em ao menos uma das plataformas do grupo: Instagram, Messenger, WhatsApp ou Facebook. As informações são utilizadas como a base do modelo de negócios da empresa, que se sustenta com o faturamento em publicidade ultra-segmentada em grande escala.

 

Instagram vai começar a avisar usuários quando legendas de fotos forem ofensivas

  • G1
  • 16 Dez 2019
  • 16:02h

(Foto: Thiago Lavado/G1)

Instagram anunciou nesta segunda-feira (16) que vai começar a avisar usuários quando uma legenda para uma foto for considerada ofensiva, antes mesmo de ela ser publicada. A rede social irá utilizar uma inteligência artificial para enviar uma mensagem, pedindo que o usuário repense o texto da legenda. Esse recurso está disponível para comentários, que também enviam uma notificação caso o conteúdo seja ofensivo, e funciona com base em conteúdos e termos denunciados com frequência. Consultado pelo G1, o Instagram afirmou que esse recurso ainda não está disponível no Brasil e que começa a funcionar apenas em alguns países. Segundo o Instagram, a iniciativa é parte dos esforços de "combate ao bullying". A empresa anunciou oficialmente essa postura durante a F8, a conferência para desenvolvedores do Facebook, que aconteceu em maio. De lá pra cá, a empresa já retirou a contagem de curtidas em diversos países e também removeu outras funções da plataforma, como a possibilidade de ver o que os amigos haviam curtido. "Esse aviso ajuda a educar as pessoas sobre o que nós não permitimos no Instagram, e quando uma conta possa estar sob risco de quebrar as nossas regras", disse a empresa em um comunicado oficial.

Confira em quais celulares o WhatsApp vai parar de funcionar em breve

  • UOL
  • 10 Dez 2019
  • 10:05h

(Foto: Reprodução)

De tempos em tempos o WhatsApp anuncia quais modelos de celular não serão mais compatíveis com o aplicativo. Como o ano está chegando ao fim, nada mais justo do que darmos uma organizada na vida e verificar se os nossos telefones entram na "lista da morte" da empresa. Os usuários que usam modelos de smartphones novos não precisam se preocupar. Mas os que possuem celulares mais antigos ou que estão há muito tempo sem receber atualizações oficiais de seus fabricantes devem ficar ligados.A lista conta com aparelhos como Samsung Galaxy S3 e iPhone 4. Os celulares com o sistema operacional Windows Phone, por exemplo, só vão ser compatíveis com o WhatsApp até 31 de dezembro deste ano. Depois disso, já era e o aplicativo não vai mais funcionar. Quem tiver um celular com a versão Android 2.3.7 ou iOS 8 (e anteriores) já não consegue criar novas contas nem reverificar contas existentes, mas pode usar o app até 1º de fevereiro de 2020. Após a data, o WhatsApp vai deixar de rodar nestas versões do sistema.Confira a seguir os modelos atuais compatíveis 100% com o WhatsApp: Android com sistema operacional 4.0.3 e mais recentes. iPhone com iOS 9 e mais recentes. Alguns modelos com KaiOS 2.5.1 e mais recentes, incluindo JioPhone e JioPhone 2. Como saber a versão do meu sistema operacional No Android, é preciso abrir as "Configurações". Em seguida, selecione o item "Sobre o Telefone" e vá em "Informações do Software". Lá os detalhes com a versão do sistema operacional vão aparecer —o nome das opções ou o caminho podem variar dependendo do modelo. Se você tiver um iPhone, entre nos "Ajustes" e vá no item "Geral". Procure a opção "Sobre" para verificar a versão do iOS.

Jovem cria sistema que purifica água no sertão usando a luz do sol

  • UOL
  • 03 Dez 2019
  • 11:09h

(Imagem: ONU Meio Ambiente)

Quando escreveu "Vidas Secas", o autor alagoano Graciliano Ramos traçou um retrato da migração nordestina causada pela seca no sertão. Em 2013, após 75 anos da publicação, foi por meio da obra literária que a soteropolitana Anna Luísa Beserra, com 15 anos à época, descobriu os danos que a falta de água pode causar a uma população. Seis anos depois, em setembro de 2019, Anna, 21, tornou-se a primeira brasileira a ganhar o Jovens Campeões da Terra, principal premiação da ONU (Organização das Nações Unidas) para pessoas entre 18 e 30 anos que estão desenvolvendo projetos relacionados à melhoria do meio ambiente. Isso porque, ainda por influência do livro, ela criou o Aqualuz, um aparelho de estrutura simples que purifica água através de raios solares. "A literatura nos faz mergulhar na realidade, né? Com 'Vidas Secas' aprendi que a falta de água está ligada a problemas como a fome ou a impossibilidade de continuar vivendo em determinadas regiões", explica. Juntando a recém-descoberta ao sonho de ser cientista que a acompanhava desde a infância, Anna decidiu tentar encontrar uma solução para o problema. Na escola, um colégio particular de Salvador (BA), havia um cartaz convidando os alunos a submeterem projetos no Prêmio Jovem Cientista, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Logo se inscreveu para participar. Coincidentemente, o tema da edição de 2015 era "Água: Desafios da Sociedade". Assim, ela começou a pesquisar sobre tecnologias relacionadas ao tratamento da água. Encontrou o método SODIS, desenvolvido pelo Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática. Basicamente, é um processo em que garrafas plásticas são preenchidas com água e deixadas sob o sol por, no mínimo, seis horas e, no máximo, dois dias, para que os raios solares UV eliminem possíveis bactérias. Anna Luísa, então, pensou que poderia adaptar a tecnologia para a realidade de famílias sertanejas. "Durante minhas pesquisas, descobri pessoas que estavam sofrendo com problemas relacionados à água. Muita gente com diarreia, febre, fraqueza... E começamos a identificar que talvez isso tivesse ligação com as cisternas que eles tinham em casa", conta. Assim, juntou o processo de matar bactérias por meio de alta incidência solar com a criação de um filtro que fosse responsável por separar possíveis impurezas externas que caíssem no reservatório.

Banco de dados com 1,2 bilhão de registros está exposto na internet

  • G1
  • 27 Nov 2019
  • 17:09h

(Foto: Stanislav Skopal/Freeimages.com)

Os pesquisadores de segurança Bob Diachenko e Vinny Troia identificaram um banco de dados completamente exposto na web com 1,2 bilhão de registros. O servidor foi encontrado sem nenhuma proteção de senha ou limitação de acesso, o que caracteriza um vazamento de dados. O servidor foi retirado do ar após uma denúncia ao FBI, mas o órgão policial não comentou sobre nenhuma medida. O servidor estava alocado na plataforma do Google Cloud, que qualquer empresa pode contratar para armazenar ou processar informações — em outras palavras, não é possível afirmar que os dados pertenciam ao Google. O banco de dados possuía cerca de 622 milhões de endereços de e-mail e 50 milhões de números de telefone. Cada registro podia ou não trazer outras informações, entre as quais a localização geográfica, o campo de atuação profissional, uma minibiografia e links para perfis em redes sociais, principalmente do LinkedIn. No total, 4 terabytes de informações estavam expostas. Acredita-se que o servidor reunia quatro conjuntos de dados, sendo três da People Data Labs (PDL) e um da OxyData. Ambas são empresas especializadas no fornecimento de informações para marketing e recrutamento. As duas empresas negaram responsabilidade sobre o servidor. A PDL admitiu, porém, que um de seus produtos pode ter sido usado para abastecer o banco de dados exposto. Os detalhes da coleta desses dados são desconhecidos. Acredita-que que os cadastrados correspondem a informações de perfis redes sociais, que podem ser extraídas com uma técnica conhecida como "scraping" ou "raspagem de dados".

Mensagens de grupos de WhatsApp poderão ser programadas para sumirem

  • Uol
  • 27 Nov 2019
  • 14:06h

(Foto: Reprodução)

O WhatsApp está trabalhando novamente o recurso de excluir mensagens após tempo determinado em sua nova versão. Recentemente, o aplicativo de mensagem enviou uma nova atualização através do Programa Beta do Google Play, chegando à versão 2.19.348. As informações são do WABetaInfo, site especializado em antecipar lançamentos do mensageiro. A função já vinha sendo trabalhada desde a atualização 2.19.348 e agora teve avanços nos testes. O objetivo da ferramenta é permitir ao usuário enviar mensagens que serão apagadas automaticamente pelo aplicativo com tempo pré-estabelecido pelo autor do conteúdo. Inicialmente, a função estaria disponível apenas para grupos, mas o site acredita que será estendida para conversas privadas. Na versão mais antiga dos testes, o tempo programado para a mensagem desaparecer era de 5 segundos a uma hora. Agora, as opções aparecem entre uma hora e um ano. 

Twitter lança para todos os usuários recurso que esconde respostas a tuítes

  • G1
  • 22 Nov 2019
  • 11:02h

(Foto: Marisa Allegra William/Twitter/Divulgação)

Twitter anunciou nesta quinta-feira (21) que vai expandir para todos os usuários um recurso que permite esconder respostas a tuítes, o que dá mais controle sobre as conversas que acontecem na rede social. O recurso já estava sendo testado nos Estados Unidos, Canadá e Japão, e é parte de estratégia do Twitter para se livrar de conteúdo abusivo e tornar a plataforma mais amigável aos usuários. Para usa basta clicar no ícone em forma de seta no canto superior de tuíte e escolher para esconder as respostas de um usuário. Durante os testes, a companhia descobriu que as pessoas esconderam mais respostas que eram consideradas como "irrelevantes, desconexas com o assunto ou irritantes", disse Suzanne Xie, diretora de gestão de produto do Twitter. Segundo ela, 85% das pessoas que usaram o recurso preferiram esconder respostas a bloquear alguém. Xie disse ainda que, no Canadá, 27% das pessoas que tiveram suas respostas escondidas por outros usuários disseram que iriam repensar a maneira como interagem no Twitter. Usuários ainda podem ver e se engajar com respostas escondidas ao pressionarem um ícone que aparece sobre os tuítes. A diretora afirmou que algumas pessoas não querem esconder as respostas diante de receio de retaliação e afirmou que o Twitter vai continuar recolhendo opiniões sobre a ferramenta. Xie afirmou que embora as pessoas estejam curiosas sobre como figuras públicas — como políticos e jornalistas — vão usar o novo recurso estas pessoas não estão escondendo respostas "com muita frequência". Ela também afirmou que o Twitter vai avaliar inserção de novos controles, incluindo opções sobre quem pode responder ou ver certas conversas para identificar se isso vai gerar discussões mais saudáveis.

Robôs 'indestrutíveis' dão saltos mortais e até jogam futebol

  • G1
  • 16 Nov 2019
  • 10:08h

(Foto: BBC)

O laboratório de robótica do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) testou um novo tipo de protótipo no campus da universidade, nos Estados Unidos. São os robôs chamados pelos pesquisadores de mini cheetah (ou mini-guepardo). Com 9 kg, eles podem dar cambalhota e correr a até 8 km/h – apesar de impressionante para um robô, no entanto, ainda está muito longe da velocidade máxima de um guepardo real, que pode atingir até 120 km/h. Nove deles foram testados. No futuro, eles vão poder ser usados em situações de emergência. Mas agora, servem para pesquisas – e para divertir pesquisadores e alunos.