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Instagram e Facebook têm instabilidade; usuários não estão conseguindo carregar fotos, vídeos e áudios

  • Redação
  • 03 Jul 2019
  • 12:01h

O Instagram apresenta erro ao postar Stories ou foto no feed, segundo relatos de brasileiros nesta quarta-feira (3). A rede social não permite fazer posts na ferramenta de Stories nem pelo feed. O Facebook também enfrenta instabilidade hoje, e exibe erro ao carregar imagens na linha do tempo ou em perfis. Além destes, o WhatsApp opera com bugs em fotos e áudios. O problema afeta os apps para celular Android e iPhone (iOS), além da versão web.No Instagram, ao tentar publicar fotos, o app exibe uma mensagem de erro: “Falha ao carregar. Tentar novamente”. De acordo com notificações do Downdetector, site que reúne problemas em serviços digitais, o bug na rede social de foto começou a partir das 10h, e está focado no Brasil, Estados Unidos e Europa.Segundo reclamações no Twitter, o Instagram está instável, e não permite postar fotos no feed ou no Stories. O Downdetector registrou pico de mais de 500 notificações de erro a partir das 10h, e regiões do Brasil, Estados Unidos e Europa enfrentam problemas. Mensagens de erro de conexão na rede social acusam que é impossível subir imagens no momento.

540 milhões de dados de usuários do Facebook ficam expostos em servidores da Amazon

  • G1
  • 07 Abr 2019
  • 07:07h

Foto: Richard Drew/AP

Usuários do Facebook tiveram 540 milhões de dados pessoais de expostos em servidores do serviço da Amazon na nuvem, sem qualquer tipo de senha para acesso. O vazamento foi revelado pela empresa de cibersegurança UpGuard na última quarta-feira (3). A rede social não divulgou o número de usuários atingidos.Os dados, requisitados por desenvolvedores de aplicativos para o Facebook, continham curtidas, comentários, fotos, músicas, informações sobre amigos, eventos e até reservas de voos e hotéis. A maior parte foi colocada no servidor pela empresa mexicana Cultura Criativa, segundo a UpGuard. "Os dados sobre os usuários do Facebook se espalharam muito além dos limites", escreveu a empresa de cibersegurança em comunicado. O Facebook, também por meio de nota, informou que, após ser avisado, trabalhou com a Amazon para retirar as bases de dados e ressaltou o compromisso de atuar com os desenvolvedores para proteger os dados dos usuários da plataforma. A empresa garante que os dados já estão seguros. Ainda segundo a empresa, os usuários serão informados em caso de "mau uso" dos dados e o incidente será investigado para descobrir o motivo de as informações terem sido expostas de forma pública, o que é proibido segundo as políticas do Facebook. O novo vazamento de dados é apenas mais um capítulo nos escândalos de privacidade envolvendo a rede social. No ano passado, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, assumiu no Senado dos Estados Unidos a responsabilidade pelo uso inadequado de informações pela Cambridge Analytica e afirmou que a segurança é uma prioridade da empresa.

WhatsApp cria nova regra de privacidade para entrada em grupos

  • 03 Abr 2019
  • 17:08h

WhatsApp anunciou novas regras de privacidade para que o usuário possa ser adicionado em grupos, novos ou já existentes. As mudanças começam a valer a partir desta quarta-feira (3) em atualizações para Android e iOS.De acordo com o aplicativo, que faz parte do grupo do Facebook, as novas configurações possibilitam ao usuário escolher qual tipo de contato pode ou não adicioná-lo aos grupos.

Como aplicar

Para ativar, é necessário ir no campo "Configurações" no aplicativo, depois em "Conta > Privacidade > Grupos" e selecionar uma das três opções: "Ninguém", "Meus contatos", ou "todos"."Ninguém" significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e "Meus contatos" significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada. O usuário terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Rede social Google+ é encerrada após vazamentos de dados de usuários

  • 03 Abr 2019
  • 10:05h

Foto: Reprodução

Foi encerrada nesta terça-feira (2) a rede social Google+. Ao acessar a página do serviço, aparece uma mensagem de que todas as contas pessoais não estão mais disponíveis. Usuários que quiserem fazer download dos dados do perfil podem acessar este endereço.O Google anunciou a data do fim da ferramenta no fim de janeiro. No entanto, a decisão já havia sido tomada em outubro do ano passado. O Google+ foi criado para concorrer com o Facebook. Pessoas que criavam um endereço no Gmail eram inscritas automaticamente na rede, mas ela teve poucos usuários ativos em comparação com o Facebook. A situação ficou ainda mais delicada após escândalos de vazamentos de dados de usuários. Entre 2015 e 2018, meio milhão de pessoas tiveram suas informações expostas.

Facebook promete explicar como escolhe o que é exibido no feed do usuário

  • Reuters
  • 02 Abr 2019
  • 11:10h

(Foto: Divulgação)

Facebook vai explicar como decide quais postagens aparecem no feed de notícias de cada perfil, como parte de uma campanha para ser mais transparente e oferecer maior controle aos usuários.O recurso "Por que estou vendo este post?", lançado nesta segunda-feira (1º), promete uma maior compreensão sobre as dezenas de milhares de dados usados pela rede social para classificar histórias, fotos e vídeos no feed de notícias, que é a base da plataforma. "A coisa básica que essa ferramenta faz é permitir que as pessoas vejam por que estão vendo um post específico em seu feed de notícias, e isso ajuda a acessar as opções de ações que elas podem tomar se quiserem mudar isso", disse John Hegeman, executivo responsável pelo feed de notícias da rede social. O novo recurso mostrará aos usuários os dados que os conectam a um tipo específico de post. Por exemplo, que eles são amigos de quem postou e que deram mais likes em seus posts do que outros, comentaram com frequência neste tipo de postagem antes, ou que a postagem é popular entre usuários com os mesmos interesses. Ele vai detalhar algumas das interações que levam o algoritmo a chegar à sua conclusão, porém não mostrará todos os milhares de dados que influenciam a decisão - que formam o misterioso algoritmo.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, pede mais regulação na internet

  • 01 Abr 2019
  • 11:14h

Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez

O CEO do FacebookMark Zuckerberg, pediu que governos e outras autoridades ampliem a regulação da internet. Em texto publicado no sábado (30), o executivo afirmou ser necessário atualizar as normas em quatro áreas:

  • Conteúdos nocivos;
  • Transparência em eleições;
  • Privacidade;
  • Portabilidade de dados.

"Ao atualizar as regras da internet, nós podemos preservar o que há de melhor nela – liberdade para que as pessoas se expressem e que empresários construam novidades – enquanto também protegemos a sociedade de maiores perigos", escreveu. Zuckerberg publicou o texto meses depois de se envolver em polêmicas sobre compartilhamento de dados dos usuários do Facebook. A rede social também admitiu, em novembro, ter contratado uma companhia para investigar senadores e o bilionário George Soros – que acusou a empresa de ser "uma ameaça à sociedade".

Confira abaixo, ponto a ponto, o que Zuckerberg escreveu sobre nova regulação da internet:

Conteúdos nocivos

Zuckerberg considera como nocivo os conteúdos como propaganda terrorista e discurso de ódio. O CEO do Facebook disse que a empresa já trabalha com governos para "assegurar a eficiência dos sistemas de revisão de conteúdo". Além disso, o executivo afirmou que organismos independentes podem traçar parâmetros de avaliação dos materiais nocivos. "Uma regulação pode definir bases sobre o que é proibido e, portanto, exigir das empresas que construam sistemas para diminuir ao máximo o conteúdo nocivo", escreveu Zuckerberg. "Uma vez que entendermos a prevalência do conteúdo nocivo, poderemos ver quais empresas estão melhorando e onde deveremos traçar os parâmetros de base", acrescentou.

Transparência em eleições

O chefe do Facebook também pediu por leis que "protejam as eleições", sobretudo em relação à propaganda política impulsionada pelas redes. Zuckerberg, no entanto, ponderou sobre a dificuldade em traçar parâmetros sobre o tema. "Definir se uma propaganda é ou não política nem sempre é algo simples. Nossos sistemas seriam mais eficazes se houver regulação que crie padrões comuns para verificar os atores políticos", analisou. Candidatos a diversos cargos nas eleições de 2018 impulsionaram propagandas políticas pelo Facebook. Três dos 13 presidenciáveis pagaram por anúncios na rede no início da campanha – algo permitido por lei. No entanto, alguns candidatos a deputado fizeram impulsionamentos do tipo para atacar outros concorrentes, estratégia considerada polêmica por especialistas em direito eleitoral. No entanto, Zuckerberg alertou que há campanha considerada política mesmo fora do período eleitoral, especialmente em temas polêmicos e divisivos. "Acreditamos que a legislação deve ser atualizada para refletir a realidade das ameças e definir padrões para toda a indústria [da internet]", afirmou.

Privacidade

Zuckerberg sugeriu que mais países adotassem legislação semelhante à aprovada pela União Europeia no ano passado – o GPDR. Entre outros pontos, a lei determina que a coleta e uso de dados pessoais só podem ser feitas com consentimento explícito do usuário, que passa a ter direito de ver, corrigir e mesmo deletar informações guardadas por empresas. "[A lei] deve proteger seu direito de escolher como sua informação é utilizada, enquanto dá permissão às empresas de usarem essa informação por questões de segurança e para oferecer serviços", analisou Zuckerberg. Por isso, o CEO do Facebook afirmou que uma legislação mundial – e não diferente para cada país – garantira a mesma proteção para todos. "Nós precisamos de regras claras sobre quando a informação pode ser utilizada para servir o interesse público e como deve se aplicar a novas tecnologias como inteligência artificial", completou.

Portabilidade de dados

O executivo também disse que a rede deve facilitar a transferências de dados de um serviço para outro, caso o usuário deseje. "Isso dá poder de escolha às pessoas e permite que desenvolvedores inovem e entrem em competição", justificou. Zuckerberg se referia à possibilidade de o usuário entrar em diferentes plataformas com o mesmo login – por exemplo, o perfil pessoal no Facebook."Isso, no entanto, requer regras claras sobre quem é responsável por proteger a informação que circula entre os serviços", alertou.

Facebook anuncia que vai banir nacionalismo e separatismo branco da rede social

  • 28 Mar 2019
  • 16:07h

Foto: Alejandro Alvarez/News2Share via Reuters

Facebook anunciou nesta quarta-feira (27) que irá remover qualquer tipo de suporte, apoio e representação de conteúdo nacionalistas e separatistas brancos da rede social. "Está claro que esses conceitos estão profundamente ligados a grupos de ódio organizados e não têm espaço nos nossos serviços", disse a empresa em nota. O Instagram, que é do Facebook, também está sujeito à nova regra e passará pelo mesmo filtro. Segundo a rede social, há muito tempo as políticas internas proíbem tratamento de ódio com base em características como raça, etnia e religião — e isso incluía supremacistas brancos. Mas, segundo o próprio Facebook, essa lógica não era aplicada para outras questões, como separatismo e nacionalismo. "Nos últimos 3 meses, nossas conversas com membros da sociedade civil e acadêmicos especializados em relações de raça confirmaram que nacionalismo branco e separatismo não podem significativamente serem separados da supremacia branca e de grupos de ódio organizados", afirmou a companhia, que percebeu uma sobreposição dos grupos de ódio catalogados na política interna de "indivíduos perigosos" com os temas em questão. O Facebook também afirma que as pessoas ainda poderão demonstrar orgulho de sua herança étnica, mas que o apreço por ideias supremacistas e separatistas não serão mais tolerados. A rede social também afirmou que, a partir de hoje, quem fizer buscas por conteúdo supremacista branco será direcionado para páginas com recursos que ajudam a "deixar o ódio para trás". Essa atitude envolve uma parceria com a organização Life After Hate (Vida Depois do Ódio, em tradução livre), fundada por antigos extremistas que agora trabalham com educação, intervenção e grupos de apoio. O Facebook já havia tido problemas com neonazistas em 2017, quando lidou com compartilhamento de sites e notícias por parte desse grupo de ódio durante protestos em Charlottesville, no estado norte-americano da Virgínia.

Anatel inicia bloqueio de celulares 'piratas' na Bahia neste domingo (23)

  • 24 Mar 2019
  • 15:09h

A partir de domingo (24) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começa o bloqueio dos celulares sem certificação, conhecidos como "celulares pirata", em estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste.Confira a lista dos estados que começam a receber o bloqueio de aparelhos:

  • Amapá
  • Amazonas
  • Roraima
  • Pará
  • Maranhão
  • Piauí
  • Ceará
  • Rio Grande do Norte
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Alagoas
  • Sergipe
  • Bahia
  • Minas Gerais
  • São Paulo

Os celulares considerados piratas são aqueles não certificados pela Anatel ou então que tenham o chamado IMEI (International Mobile Equipment Indentity) — que é o número de identificação do aparelho — adulterado, clonado ou que tenha passado por outras formas de fraude.A Anatel consegue identificar celulares irregulares porque tem um sistema informatizado, em parceria com operadoras de telefonia e fabricantes, que identifica os celulares irregulares em uso na rede.Atualmente o bloqueio já está valendo em toda a região Centro-Oeste e em toda a região Sul, em 3 estados da região norte (Acre, Tocantins e Rondônia) e em 2 estados da região Sudeste (Rio de Janeiro e Espírito Santo).A ação faz parte do projeto Celular Legal, que está em sua última etapa. Já foram bloqueados 244.217 celulares em todo o país e foram enviadas 531.446 mensagens de aviso a celulares irregulares até o momento. Essas mensagens estavam sendo enviadas para usuários nesses estados desde o início do ano. De acordo com a Anatel, o bloqueio dos celulares irregulares dá mais segurança ao usuário e também reduz o número de roubos e furtos de aparelhos, combatendo a falsificação e clonagem de IMEIs.

Facebook confirma que senhas de usuários podiam ser lidas por funcionários

  • 22 Mar 2019
  • 14:09h

Foto: Dado Ruvic/Reuters

Facebook confirmou nesta quinta-feira (21) uma denúncia de que a empresa salvava senhas em arquivos de texto que podiam ser lidas por funcionários. A rede social disse que uma investigação em andamento, até agora, não revelou nenhum sinal de que algum funcionário tenha abusado do acesso a esses dados.Em nota, o Facebook disse ter percebido o problema em janeiro deste ano e que, na ocasião, tomou as medidas necessárias para resolver a questão. A empresa também afirmou que não é necessário efetuar a troca de senhas, mas que vai notificar milhões de usuários sobre a falha. Os principais afetados foram usuários do serviço Facebook Lite, aplicativo da rede social para aparelhos antigos e conexões lentas. "Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram", disse a empresa em nota. Pedro Canahuati, vice-presidente de Engenharia, Segurança e Privacidade da rede social afirmou que essas senhas nunca estiveram visíveis para alguém fora do Facebook e que a empresa não encontrou nenhuma evidência de abuso interno. "Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, disse. De acordo com Altieres Rohr, autor do blog Segurança Digital no G1, não há razão para trocar a senha do próprio Facebook, pois quem teria acesso a elas eram funcionários da própria rede social. "Não confiar neles acarretaria em uma desconfiança no próprio serviço. A mudança de senha seria importante se há alguma suspeita de que essas informações saíram do Facebook, o que não foi divulgado até o momento", disse. Apesar disso, ele afirma que, quem estivesse usando a senha do Facebook em outros serviços, deve trocar essa senha porque há um potencial de abuso.O caso foi trazido à tona pelo site especializado em segurança “Krabs on Security”, que entrevistou ex-engenheiros do Facebook. De acordo com uma fonte citada pelo site, entre 200 milhões e 600 milhões de usuários do Facebook podem ter tido suas senhas salvas em texto plano e disponível para busca por mais de 20 mil funcionários da rede social.

Facebook terá inteligência artificial para combater 'pornô de vingança'

  • 16 Mar 2019
  • 10:05h

Foto: Dado Ruvic/Reuters

Facebook informou nesta sexta-feira que pretende utilizar inteligência artificial para combater a disseminação na rede social de fotos íntimas compartilhadas sem a permissão das pessoas com o intuito de ofender ou humilhar — o que às vezes chamada de 'pornografia de vingança'.A nova tecnologia é adicional a um programa piloto que exigiu representantes treinados para rever imagens ofensivas. "Usando o aprendizado de máquina e a inteligência artificial, agora podemos detectar proativamente imagens ou vídeos íntimos que são compartilhados sem permissão", disse o Facebook em um post no blog da empresa. "Isso significa que podemos encontrar este conteúdo antes que alguém o denuncie." Um membro da equipe de operações da comunidade do Facebook deverá rever o conteúdo encontrado pela nova tecnologia, e se for considerada uma imagem ofensiva, irá removê-la ou desativar a conta responsável por espalhá-la, acrescentou a empresa. A empresa tinha cerca de 15 mil pessoas trabalhando como revisoras de conteúdo, entre terceirizados e funcionários, em dezembro do ano passado. O Facebook também lançará uma central de suporte chamada "Não Sem Meu Consentimento" (em tradução livre) em sua página do centro de segurança para pessoas cujas imagens íntimas foram compartilhadas sem o seu consentimento.

Netflix sobe preço do serviço no Brasil; veja novos valores

  • G1
  • 14 Mar 2019
  • 18:07h

Foto: Divulgação/Netflix

A Netflix anunciou nesta quinta-feira (14) que irá reajustar o preço do serviço de streaming de vídeos oferecido no Brasil. O aumento irá variar entre 10,05% e R$ 21,10%. São 3 planos no país, que a partir de agora terão os seguintes preços:

Veja os novos preços do Netflix no Brasil

Serviços Valor mensal Novo valor Reajuste
Tela única e sem HD R$ 19,90 R$ 21,90 10,05%
Duas telas simultâneas e conteúdo HD R$ 27,90 R$ 32,90 17,92%
Quatro telas simultâneas e Ultra HD R$ 37,90 R$ 45,90 21,10%

É o primeiro aumento dos preços da Netflix no país desde 2017, quando a empresa mudou os preços dos planos Padrão e Premium, mas manteve os custos do plano básico. Antes disso, os preços do serviço passaram por mudanças em 2015 e também em 2013. "Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil", disse a empresa em comunicado. Paralelamente, a empresa informou que também está reajustando os preços do serviço no México. Nos Estados Unidos, os preços já tinham sido elevados em janeiro, entre 13% e 18%. Lá, o plano mais popular aumentou de US$ 10,99 para US$ 12,99 por mês. Segundo a empresa divulgou em seu último balanço trimestral, a Netflix conseguiu 9 milhões de novos assinantes nos últimos 3 meses de 2018. Atualmente, são 139 milhões de assinantes do serviço de streaming no mundo todo. A empresa não divulga o número de assinantes no Brasil. Foram mais de US$ 8 bilhões investidos em conteúdo no ano passado.

Facebook, Instagram e Whatsapp apresentam instabilidade

  • 13 Mar 2019
  • 18:04h

Facebook e no Instagram estão apresentando instabilidade no Brasil e outros países desde o início da tarde desta quarta-feira (13). Também há relatos dificuldades de uso do Whatsapp.Todos esses apps pertencem ao Facebook e a empresa afirmou que está ciente dos problemas e trabalha para solucioná-los. O Facebook admite que está com uma "instabilidade temporária" que, entre outros efeitos, inclui a impossibilitando postar. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão com dificuldade para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver a questão o mais rápido possível." , disse a companhia ao G1. Usuários relatam dificuldades para postar conteúdos nos perfis do Facebook e do Instagram. As tentativas resultam em uma mensagem de problema para atualizar o status. Alguns também afirmam que não conseguem sequer logar nessas redes sociais. Outros reclamam que não é possível enviar fotos ou áudios no Whatsapp. Hashtags #FacebookDown , #instagramdown e #WhatsApp estão entre os trending topics do Twitter no Brasil e do mundo durante a tarde desta quinta.

Samsung lança Galaxy S10 no Brasil a partir de R$ 4.299

  • 12 Mar 2019
  • 17:05h

Foto: Divulgação/Samsung

Samsung lançou nesta terça-feira (12) os novos aparelhos da linha Galaxy S10 no Brasil. Até a chegada do novo Galaxy Note, o que só deve acontecer no 2º semestre deste ano, eles serão os aparelhos topo de linha da marca sul-coreana. A vinda ao Brasil acontece apenas algumas semanas depois dolançamento oficial, feito em São Francisco, no último dia 20. Por aqui, os modelos ficarão em pré-venda e as primeiras unidades serão entregues em abril.

Preços

Nos Estados Unidos, os valores ficam em torno de US$ 899. No Brasil, chegam por preços um pouco mais salgados, mas ainda menores do que os cobrados pelos novos iPhone. Veja quanto custa cada um:

  • Galaxy S10e: R$ 4.299
  • Galaxy S10: R$ 4.999 (128 GB) e R$ 6.199 (512 GB)
  • Galaxy S10+: R$ 5.499 (128 GB), R$ 6.699 (512 GB) e R$ 8.999 (1 TB)

Durante a pré-venda, quem comprar um S10e ou um S10 ganha os fones de ouvido Galaxy Buds (que saem por R$ 999 nas lojas), enquanto os compradores do S10+ levam para casa o relógio Galaxy Whatch Active (de R$ 1.499).

Na mira: MP vai investigar integração do WhatsApp, Instagram e Messenger

  • Uol
  • 12 Mar 2019
  • 10:07h

Imagem: Getty Images

O Ministério Público do Distrito Federal abriu nesta segunda-feira (11) uma investigação para acompanhar as consequências aos titulares dos dados pessoais da integração de suas comunicações por meio das plataformas Messenger, Instagram e WhatsApp, segundo portaria de instauração da apuração obtida pela Reuters. O procedimento administrativo foi aberto pelo promotor de Justiça Frederico Meinberg Ceroy após decisão do presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, de que a empresa planeja integrar as três plataformas de comunicação.O representante do MP, que coordena a Unidade Especial de Proteção de Dados de Inteligência Artificial (Espec), pretende acompanhar esse processo e verificar se ele está de acordo com as normas brasileiras de proteção de dados. Após a autuação, o MP vai notificar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informando a instauração do procedimento administrativo.Não é só o Brasil que está de olho nessa movimentação do Facebook: autoridades europeias também anunciaram que vão supervisionar a integração das plataformas.  Na última semana, Zuckerberg deu mais ênfase ainda aos planos ao anunciar que mensagens criptografadas e privadas serão o foco principal da rede social. Isso pode acabar com o Facebook como conhecemos atualmente. É previsto que a integração entre as plataformas dificulte um possível desmembramento da companhia, como já foi pedido por políticos e reguladores. A integração entre os três aplicativos está prevista para ocorrer entre o fim deste ano e o início do próximo.  A intenção de Zuckerberg é que um usuário que esteja no WhatsApp, por exemplo, possa enviar mensagens criptografadas para outros que estejam no Messenger ou Instagram.

Com foco em criptografia, Facebook pode perder ainda mais o controle sobre os conteúdos da rede

  • 10 Mar 2019
  • 15:12h

Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, publicou nesta semana uma espécie de manifesto detalhando sua visão para um Facebook "mais focado em privacidade". O texto é uma tentativa do fundador da rede social de retomar a confiança dos usuários – que ele próprio admite, na publicação, ter se deteriorado. Porém, a aposta em comunicações mais íntimas, privativas e protegidas por criptografia tem uma consequência: o Facebook terá cada vez menos controle sobre o que circula pelas suas redes. Por mais vantagens que a criptografia e a privacidade possam trazer, as ideias de Zuckerberg tem potencial para permitir que o Facebook tire de si mesmo a responsabilidade por policiar conteúdo. Afinal, se o Facebook é incapaz de ver o que as pessoas estão publicando e compartilhando, o Facebook também é incapaz de fazer o policiamento. Na prática, Zuckerberg não está propondo uma solução para os problemas que o Facebook enfrenta em relação à privacidade e à disseminação de conteúdo falso na rede. A visão dele se resume a aplicar o molde do WhatsApp ao Facebook e outros serviços que a empresa pode estar desenvolvendo. Isso nem está escondido: o WhatsApp é citado mais de uma vez como exemplo no texto. Não se trata de criticar a criptografia. É uma questão de falta de correspondência entre o que Zuckerberg propõe e as crises que o Facebook vem enfrentando. A criptografia não é solução para a negligência da empresa no tratamento dos dados pessoais, nem para a circulação de boatos dentro da rede. É verdade que qualquer rede pode ser um veículo para notícias falsas, mas o que diferencia o WhatsApp é a escassez de ferramentas disponíveis para que esses abusos sejam coibidos. Logo, a discussão acerca do WhatsApp logo vai para um extremo: ou essa tecnologia não pode existir na escala em que existe, ou o WhatsApp (ou seja, o Facebook) não tem culpa dos abusos que lá ocorrem. O motivo disso é a criptografia ponta a ponta disponível no WhatsApp. Embora seja um recurso muito interessante para certos tipos de comunicação, a criptografia, por impedir que o Facebook veja o conteúdo das mensagens trocadas, impede o bloqueio da circulação de links, sejam estes de fraudes ou notícias falsas. Em outras palavras, não há muito o que fazer. Não é à toa que o WhatsApp se transformou em um canal popular para fraudes, inclusive algumas envolvendo serviços do próprio governo, como no caso do benefício do PIS e da CNH gratuita. O comunicado de Zuckerberg reconhece essa dificuldade e afirma que a rede social pretende manter conversas com especialistas e com governos para descobrir o melhor meio de adotar a tecnologia, equilibrando os interesses de segurança pública e privacidade individual. Por mais sincera que essa declaração de Zuckerberg possa ser, ela não torna a posição de Zuckerberg mais confiável, especialmente diante da já demonstrada inabilidade do Facebook de coibir abusos no WhatsApp. O anúncio de Zuckerberg ocorre na mesma semana em que o Facebook desmantelou uma rede de desinformação que focava em internautas da Inglaterra e da Romênia. Os operadores mantinham páginas com conteúdo supostamente de extrema direita e, ao mesmo também, também páginas contrárias a essa mesma posição política. Com mais opções de criptografia, o Facebook teria dificuldade em realizar esse tipo de ação.