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Após críticas, WhatsApp adia mudanças nos termos de privacidade

  • Redação
  • 17 Jan 2021
  • 09:53h

A atualização, prevista para valer a partir do dia 8 de fevereiro tinha em seus pontos a obrigatoriedade do compartilhamento de dados dos usuários com o Facebook | Foto: Reprodução

O WhatsApp voltou atrás nas mudanças em sua política de privacidade após diversas críticas dos usuários nas redes sociais. Em anúncio feito na internet, a plataforma anunciou na última sexta-feira (15) que as mudanças só serão feitas daqui a três meses, no dia 15 de maio. A atualização, prevista para valer a partir do dia 8 de fevereiro tinha em seus pontos a obrigatoriedade do compartilhamento de dados dos usuários com o Facebook. A possível mudança gerou uma migração para os aplicativos rivais do WhatsApp, o Signal e o Telegram, que são conhecidos pelo maior cuidado com a privacidade dos usuários. Na nota, o WhatsApp promete esclarecer aos usuários como irá funcionar a plataforma e a privacidade dos dados.

Idec estuda medidas judiciais contra política de privacidade do WhatsApp

  • Redação
  • 11 Jan 2021
  • 10:05h

Usuários devem concordar com os termos para não ter a conta congelada em fevereiro | Foto: Reprodução

Diante da atualização dos termos de uso do WhatsApp, que começa a vigorar em fevereiro, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) decidiu estudar medidas judiciais e administrativas para garantir que usuários que não concordem com a nova política de privacidade possam permanecer no aplicativo. A mudança já aparece a brasileiros, que são notificados, solicitados a ler e a “dar ok”. A regra oficializa o compartilhamento de dados pessoais com outras empresas do grupo econômico Facebook, que ocorre desde 2016. Analisando a mudança, o Idec entendeu que é problemático não dar opções que restrinjam o compartilhamento de dados no Brasil, onde o aplicativo virou ferramenta de trabalho da população. Em e-mail enviado a advogados envolvidos no debate, o WhatsApp afirma que “usuários que não aceitarem as novas políticas até 8 de fevereiro de 2021 não perderão suas contas, mas precisarão concordar com as atualizações para usar”. Em outras palavras: a conta fica congelada até a pessoa aceitar a política. Na União Europeia e no Reino Unido, a empresa não poderá impor o a medida. Com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Excesso de videoconferências afeta a saúde mental, dizem psiquiatras

  • Agência Brasil
  • 27 Dez 2020
  • 16:27h

Encontros virtuais produzem uma espécie de “fadiga do zoom” | Foto: LNB/Divulgação

No contexto da pandemia do novo coronavírus e do isolamento imposto para conter a disseminação da Covid-19, aumentou o uso das plataformas online de videoconferência como forma de manter o contato social entre as pessoas. Mas o excesso de encontros virtuais acabou produzindo uma espécie de “fadiga do zoom”, segundo identificou a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Para mostrar o impacto das videoconferências na saúde mental dos brasileiros, a ABP realizou a primeira pesquisa sobre o tema no período de 14 de agosto a 21 de novembro. A sondagem revela a elevação das queixas de pacientes sobre o excesso de trabalho por videoconferências nos últimos cinco meses, recebidas por 56,1% dos psiquiatras associados da ABP entrevistados.

“Os pacientes relataram que a “fadiga do zoom” é um fato na vida delas, que elas de fato aumentaram o trabalho via teleconferência e adoeceram, precisaram de ajuda”, disse à Agência Brasil o presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva.

O levantamento foi feito junto aos psiquiatras associados da ABP que atendem no Sistema Único de Saúde (SUS), no sistema privado e suplementar, e mostrou também que 63,3% deles perceberam um aumento de prescrição de psicotrópicos (remédios controlados) para tratar pessoas que tinham a queixa de excesso de trabalho por videoconferência. Os médicos associados da ABP notaram ainda a elevação de 70,1% da necessidade de prescreverem psicoterapia para seus pacientes também com essa fadiga.

Fato novo
“É uma situação nova, é um fato novo. Mas estamos percebendo que há um cansaço das pessoas em usar a videoconferência, porque ela retira de você toda privacidade, aumenta sua carga de trabalho e sua carga de descanso fica comprometida e isso é, realmente, adoecedor”, disse Silva.

De acordo com o presidente da ABP, as pessoas passaram a trabalhar em casa e os horários rotineiros foram rompidos. “Os chefes passaram a entender que as pessoas estão disponíveis 24 horas”. No teletrabalho, muitas vezes, as pessoas entram em uma videoconferência às 8h e saem somente ao meio-dia”, disse Silva. “Houve uma perda dos limites relacionais”.

Na avaliação do presidente da ABP, o cuidado com a saúde mental da população deve ser abrangente e direcionado a todos para haver uma mudança de pensamento e comportamento. Enfatizou que as preocupações com a onda de consequências à saúde mental derivadas da pandemia permanecem com tendência ascendente.

Segundo Silva, a agenda da saúde mental “é urgente e será um dos pilares para o bom enfrentamento às demais consequências trazidas pela pandemia. A saúde mental é a chave para enfrentarmos o cenário atual e seus desdobramentos”.

A ABP estima que há 50 milhões de pessoas com algum tipo de doença mental no Brasil. O país engloba o maior número de pessoas com casos de transtornos de ansiedade do mundo. São cerca de 19 milhões de casos, que correspondem a 9% da população. Além disso, o Brasil ocupa o segundo lugar no mundo e o primeiro na América Latina em pessoas com quadros depressivos.

Filtro
Na avaliação do psiquiatra Jorge Jaber, da Associação de Psiquiatria do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), o excesso de informações pode provocar um certo cansaço mental. Ele recomenda que as pessoas utilizem um filtro, uma seleção das fontes, buscando instituições tradicionais para obter conhecimento ou tirar dúvidas.

Sobre prescrição de remédios, Jaber vê uma tendência comum nos pacientes psiquiátricos de conseguir mais receitas do que seria necessário. Neste momento de pandemia, ele atribui esse movimento a três fatores: o custo muitas vezes inacessível das consultas; a redução da capacidade do atendimento público aos pacientes psiquiátricos; e o receio do paciente de não ter o remédio à mão, em um momento de crise.

82% das empresas estão atrasadas com adaptações à Lei Geral de Proteção de Dados

  • Redação
  • 01 Dez 2020
  • 09:01h

Sancionada em setembro, a norma tem o objetivo de proteger informações pessoais dos cidadãos | Foto: Reprodução

Um estudo feito pela consultoria ICTS Protiviti junto à 296 empresas brasileiras revelou que 82% delas ainda estão atrasadas em ações de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em setembro deste ano. De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, a lei tem o objetivo de proteger informações pessoais dos cidadãos e atinge sobretudo as companhias que armazenam dados de clientes e funcionários. Infringir a norma pode resultar em multa, mas as penalidades só começarão a ser aplicadas em 2021.

WhatsApp quer permitir que empresas façam vendas direto no aplicativo

  • 22 Out 2020
  • 18:21h

(Foto: Reprodução)

O WhatsApp quer permitir que empresas façam vendas direto pelo aplicativo. O serviço, ainda em fase de testes, prevê que as companhias montem catálogos e que o consumidor escolha o produto e pague pelo próprio aplicativo, de modo que a venda seja concluída diretamente na conversa entre empresa e cliente. 

Oi ativa sinal 5G no Brasil e acirra disputa com rivais

  • Informações do Correio
  • 07 Out 2020
  • 17:23h

(Foto: Divulgação)

A Oi está inaugurando nesta quarta-feira a sua primeira operação comercial de internet móvel de quinta geração (5G). O lançamento é no Plano Piloto de Brasília, com a promessa de cobrir 80% da cidade com o sinal. Com isso, a Oi se junta às rivais Claro e Vivo, que começaram a ativar o 5G em São Paulo, Rio e mais algumas capitais do país desde julho, e à TIM, que está começando por algumas cidades do interior. A Vivo também está inaugurando a sua rede 5G nesta semana em Brasília. As teles estão oferecendo o 5G por meio da tecnologia DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, da sigla em inglês), que pega "emprestado" um pedaço das faixas de radiofrequência nas quais já trafegam os sinais do 4G. O 5G DSS representa um avanço na conexão, mas ainda está abaixo da velocidade alta de navegação e da latência baixa, principais vantagens do 5G "definitivo".Para isso acontecer, as operadoras dependem do leilão das faixas de radiofrequência a ser realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na metade do ano que vem. Só a partir daí o 5G "definitivo" vai deslanchar. Para viabilizar o 5G, a Oi conectou cerca de 300 sites (pequenas antenas, no formato de caixas de sapato, em cima dos postes) e os ancorou numa banda dedicada da frequência de 2,1 Ghz. O serviço que está sendo lançado hoje oferece velocidade na transmissão de dados que podem chegar a 500 Mbps, segundo a Oi.

Documentário O Dilema das Redes aumenta busca no Google por formas de deletar perfil no Facebook

  • Redação
  • 02 Out 2020
  • 12:20h

A mesma busca referente ao Instagram também teve um aumento considerável desde o lançamento do filme | Foto: Reprodução

O documentário ‘O Dilema das Redes’, lançado pela Netflix no começo de setembro vem mudando a forma como os internautas enxergam as plataformas digitais. Desde o boom do longa dirigido por Jeff Orlowski, a busca pelos termos “excluir/ desativar Facebook”, cresceram em 250% no Google. A produção do especialista em tecnologia que envolve profissionais da área, debate o impacto das redes sociais na vida, sociedade e democracia. A busca por excluir, desativar notificações e desativar temporariamente o Instagram também estão entre o top das pesquisas, marcando 100%, 110% e 120%. O levantamento feito pela Decode, empresa de análise e pesquisa em big data, diz que não há como afirmar com certeza que existe uma relação direta entre os termos e o documentário, mas o aumento nas buscas se tornaram mais fortes na semana seguinte ao lançamento da produção da Netflix, o que faz crer que exista uma influencia. “Tentamos levantar dados que possam indicar novas tendências de comportamento e há uma crescente procura por formas de desativar perfis nas redes. Se levarmos em conta que a própria Netflix se beneficia dos mesmos algoritmos sociais para investir em seus produtos, essa onda também pode estar tendo efeitos previsíveis e desejáveis”, diz Lucas Fontelles, analista da Decode.

'Dilema das Redes': os 5 segredos dos donos de redes sociais para viciar e manipular

  • Ricardo Senra | BBC NEWS
  • 01 Out 2020
  • 15:50h

Descrito como uma janela para as distantes mesas de decisões de gigantes do Vale do Silício, filme narra estratégias controversas para manter usuários conectados e expostos a anunciantes | Foto: NETFLIX

"Dois tipos de indústria chamam clientes de usuários: a das drogas ilegais e a de softwares." A frase aparece em um dos momentos mais comentados do filme "O Dilema das Redes", que foi lançado em fevereiro de 2020 no festival de Sundance, nos Estados Unidos, mas só virou assunto no resto do mundo após entrar para o catálogo da Netflix, sete meses depois. Costurado por depoimentos de ex-executivos das maiores empresas do Vale do Silício e acadêmicos, o roteiro descreve o vício e os impactos negativos das redes sociais sobre pessoas e comunidades como resultados de estratégias criadas para manipular emoções e comportamentos e manter usuários conectados. Assim, segundo “O Dilema das Redes”, experiências digitais aparentemente banais como recomendações automáticas, notificações e publicações sugeridas funcionariam como iscas lançadas bilhões de vezes por dia pelos apps mais populares do planeta. O alvo seria o tempo das pessoas – uma moeda valiosa para empresas, políticos, organizações ou países que queiram vender produtos ou ideias para audiências vulneráveis e hiper-segmentadas.

Classificado como docudrama – fórmula que mescla depoimentos do documentário tradicional a cenas dramatizadas –, o filme tem sido descrito como uma janela para as mesas de decisões de gigantes do Vale do Silício como Facebook, Twitter e Google.

Elogiado por detalhar ferramentas e estratégias sofisticadas em linguagem acessível para grandes públicos, o filme também recebe críticas por não oferecer soluções aos problemas enumerados e por ser apresentado por pessoas com características parecidas: boa parte dos entrevistados são ex-executivos, jovens, brancos, ricos e do sexo masculino.

A seguir, conheça 5 pontos-chave expostos pelo filme – e, ao fim, leia uma série de recomendações simples para proteger seus dados e combater o vício em redes sociais.

1 - "Se você não estiver pagando pelo produto – você é o produto"

Em agosto, segundo o Índice de Bilionários da agência de notícias financeiras Bloomberg, a fortuna de Mark Zuckerberg ultrapassou US$ 100 bilhões. Só durante a pandemia do novo coronavírus, o fundador do Facebook teria ganhado mais de US$ 30 bilhões.

Como Zuckerberg seria capaz de oferecer serviços gratuitos e ficar cada dia mais rico?

Segundo os entrevistados de “O Dilema das Redes”, o americano e seus colegas CEOs fariam dinheiro a partir do tempo.

Eles explicam que, quanto mais horas um usuário passa conectado às suas redes sociais, mais informações detalhadas sobre hábitos, gostos e características de consumo ele acaba expondo.

Esses dados são recolhidos e organizados por algoritmos que mapeam curtidas e comentários, analisam tempos de leitura e exposição a imagens e alimentam enormes servidores (alguns deles hospedados em submarinos).

As informações sobre os usuários são então oferecidas a clientes – de marcas de cosméticos e universidades a políticos e governos – que pagam milhões de dólares para mostrarem produtos ou ideias a públicos pré-dispostos a se engajar.

A engrenagem só funciona, no entanto, se os usuários se mantiverem conectados a seus perfis e, assim, puderem ser expostos ao máximo de anúncios.

Muitas vezes, segundo o filme, isso aconteceria a qualquer preço.

2 – Ferramentas desenhadas para viciar e manipular

Tristan Harris diz que redes treinariam "geração inteira de indivíduos que, sempre que se sentem desconfortáveis, sozinhas ou amedrontadas, recorrem a 'chupetas digitais' para se acalmar"

O principal personagem do filme é Tristan Harris, um ex-engenheiro do Google que tentou alertar os companheiros sobre o risco de viciar usuários – e diz ter sido ignorado.

Em “O Dilema das Redes”, ele descreve ferramentas que seriam criadas para manter usuários "vidrados" e "distraídos" enquanto anunciantes ganham dinheiro.

Um dos mais claros seria a rolagem automática – estratégia desenvolvida para que a experiência na rede não tenha fim e o usuário siga conectado.

As notificações, por sua vez, são descritas como uma das ferramentas mais eficazes para trazer quem está fora e manter quem já está conectado.

Já a dinâmica de curtidas e comentários com elogios ou criticas seria estimulada para manipular e tornar usuários dependentes, segundo os entrevistados.

Nas palavras de Harris, as redes treinariam "uma geração inteira de indivíduos que, sempre que se sentem desconfortáveis, sozinhos ou amedrontados, recorrem a 'chupetas digitais' para se acalmar".

Essas "chupetas" seriam as validações recebidas por elogios e que trazem sensação de felicidade ou conquista aos usuários.

"Isso vai atrofiando nossa habilidade de lidar com as coisas", alerta o especialista.

3 - Falsas recompensas

Em agosto, segundo a Bloomberg, a fortuna de Mark Zuckerberg ultrapassou US$ 100 bilhões

Os profissionais por trás das redes sociais trabalhariam, segundo o filme, construindo pontes entre psicologia e tecnologia.

Além de Harris, o "Dilema das Redes" traz depoimentos de Aza Raskin, inventor do sistema de rolagem infinita usado pela maioria dos sites, e Guillaume Chaslot, um dos desenvolvedores do algoritmo de vídeos recomendados no YouTube.

Dirigida pelo americano Jeff Orlowski, vencedor do Emmy e indicado ao Oscar em 2013, a produção também entrevistou Bailey Richardson, desenvolvedora que trabalhou nos primórdios do Instagram, Tim Kendall, ex-diretor de monetização do Facebook, Alex Roetter, ex-vice presidente de engenharia do Twitter e Justin Rosenstein, um dos co-criadores do botão 'Curtir' no Facebook.

Os entrevistados descrevem métodos de manipulação de emoções por meio da dopamina - um neurotransmissor ligado ao prazer, à alegria e ao bem-estar.

Por meio de sistemas de "recompensa imediata", como curtidas ou comentários positivos, as redes sociais teriam criado métodos de navegação capazes de estimular a circulação de dopamina em níveis sem precedentes.

Como cada validação recebida online gera novos impulsos artificiais de dopamina, as redes manteriam conectada uma legião de usuários cada vez mais solitários e carentes.

4 – Segurança x Insegurança

O psicólogo social Jonathan Haidt diz no filme que as redes têm relação direta com a explosão de casos de depressão e ansiedade – especialmente em crianças e adolescentes.

No filme, isso é ilustrado pelo caso de uma menina que cai em depressão depois de receber uma crítica sobre uma característica física.

A tendência se reflete nos recordes de suicídios infantis registrados nos últimos anos.

Nos EUA, segundo dados oficiais, o suicídio se tornou a segunda principal causa de mortes de crianças e jovens em idade escolar (12 a 18 anos), ficando atrás apenas de acidentes.

As mortes de meninas entre 15 e 19 anos por suicídio atingiram um recorde em 40 anos - e dobraram entre 2007 e 2015, com 5,1 casos para cada 100 mil.

O fenômeno atinge também crianças e adolescentes do sexo masculino, cujas mortes ainda acontecem em maior número, mas crescem em ritmo menos acelerado: 30% no mesmo período (são 14,2 casos para cada 100 mil).

Segundo o filme, esse cenário não é resultado do uso irresponsável das redes sociais – mas da forma irresponsável como as redes lidam com seus usuários.

5 - Fake news se espalham seis vezes mais rápido do que notícias verdadeiras

A frase aparece como citação a um estudo publicado em 2018 pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos.

Segundo o filme, as notícias falsas têm alcance amplificado nas redes graças à "paranoia" em manter usuários expostos a anúncios.

“Criamos um sistema que privilegia as informações falsas (...) porque as informações falsas rendem mais dinheiro às empresas do que a verdade", diz um dos entrevistados.

Ele completa, em uma das frases do filme que mais viralizaram nas últimas semanas:

"A verdade é chata."

Dicas para se proteger

a) As notificações, segundo o filme, seriam a principal ferramenta de manipulação das redes. A sugestão dos entrevistados é desativá-las – assim, você vai até a rede social quando quiser, e não o contrário.

b) Não embarque nas recomendações de vídeos ou conteúdos sem refletir. De preferência, faça você mesmo as buscas pelo que você se interessa. As indicações costumam seguir uma lógica criada para chamar anunciantes, e não necessariamente para informar, segundo o filme.

c) Siga pessoas ou páginas com as quais você não concorda. Assim, você "fura a bolha" e é estimulado a a aprofundar conhecimentos, se questionar sobre as certezas absolutas e aprender com a diferença – mesmo que ela desagrade.

d) Desconecte-se uma hora antes de ir pra cama. Deixe o celular, o tablet e o laptop em outro cômodo e em modo avião.

e) Valorize os seus cliques e o seu tempo. A maneira como você se relaciona com uma publicação vale "ouro". É assim que as redes ganham dinheiro, portanto leve isso em conta antes de clicar em um anúncio ou publicação indicada.

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Mais de 12 mil contas no WhatsApp são clonadas diariamente no país, mostra pesquisa

  • Redação
  • 21 Set 2020
  • 16:33h

Entre os estados mais afetados pelo golpe cibernético, São Paulo contabiliza ao menos 68,5 mil casos | Foto: Reprodução

Uma pesquisa do dfndr lab, laboratório de segurança da startup brasileira PSafe, apontou que mais de 12 mil contas de brasileiros no WhatsApp são clonadas por dia. Somente no mês de agosto, 377,3 mil contas foram atingidas — número 90% maior do que o registrado em janeiro deste ano. Os números são de uma reportagem do site da revista Exame. De acordo com a publicação, o estado brasileiro mais atingido pelas clonagens foi São Paulo, com 68,5 mil afetados. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 41,4 mil e, depois, Minas Gerais, com 28,2 mil. Na publicação do blog do laboratório de segurança, a PSafe afirma que “os golpistas sempre se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas. Já identificamos golpes em que pessoas mal-intencionadas tentam se passar por pesquisadores do TeleSUS e até do Instituto DataFolha, alegando que estão fazendo pesquisas sobre a covid-19, e solicitando um suposto código de confirmação enviado para o celular do respondente para validar a pesquisa. O código, na verdade, trata-se do PIN do WhatsApp, um código de segurança único que não deveria ser informado a terceiros, e é de posse desse código que os cibercriminosos conseguem acessar e sequestrar a conta de WhatsApp das vítimas”. Para evitar golpes no aplicativo de mensagens é importante não passar dados pessoais e nem o código PIN do WhatsApp para terceiros e tomar cuidado com os links recebidos.

Google lança função que promete bloquear chamadas chatas

  • Isabele Scavassa | TT
  • 14 Set 2020
  • 17:44h

(Foto: Reprodução)

O Google lançou uma função para celulares Android que promete bloquear chamadas classificadas como spam e reduzir o incômodo das ligações chatas. Com a tecnologia de Chamada Verificada, as empresas que entrarem em contato com clientes deverão se identificar e informar o motivo da ligação. Os dados vão aparecer na tela e o usuário poderá decidir se atende ou não, o que em última análise permitiria bloquear telemarketing.

A gigante da tecnologia já havia divulgado que iria testar o recurso no Brasil, mas até então a ferramenta não havia chegado ao público. Os celulares da linha Google Pixel e modelos equipados com o Android One, como alguns da Nokia, já vem com o aplicativo nas configurações de fábrica. Aqueles que não possuem o app poderão baixá-lo pela Google Play Store. A função está sendo implementada gradativamente tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, México, Espanha e Índia. Em breve outros países também poderão fazer o uso dessa ferramenta. A previsão é de que a maior parte dos modelos com sistema Android a partir da versão 9 (Pie) possam usufruir da funcionalidade, o que inclui produtos das marcas Samsung e LG. A página de suporte do Google explica que as chamadas verificadas funcionam a partir do registro de informações por parte das empresas. À medida que uma empresa realiza a conexão e fornece os dados, as chamadas passam a ser certificadas com um selo especial. Além disso, elementos como o nome, a marca e o motivo da ligação serão informados ao usuário que receber a chamada. As tentativas de comunicação frequentemente rejeitadas por serem interpretadas como spam estavam dificultando o contato das empresas com alguns destinatários, justamente por não serem reconhecidas e não terem como informar o motivo daquela ligação. O Google afirma que os testes feitos até aqui comprovaram benefício para os negócios que aderiram à tecnologia.

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Presidente do BC diz que deve autorizar pagamento pelo Whatsapp

  • Jonas Valente
  • 05 Set 2020
  • 08:08h

À rede de TV estadunidense Bloomberg, o presidente Roberto Campos Neto disse que banco analisa competição e proteção de dados | Imagem Ilustrativa

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a instituição deverá autorizar o funcionamento do recurso de pagamentos e transferências pelo Whatsapp. “Projetos como estes devem passar por um processo de aprovação. Quando o Whatsapp propôs o arranjo, entendemos que era um arranjo grande. Dissemos que como era grande e tinha várias dimensões, pedimos que entrassem no rito de aprovação como ocorre normalmente. E será aprovado”, afirmou o presidente do BC, em entrevista à rede de TV estadunidense Bloomberg. Segundo ele, a análise do banco envolve a identificação de eventuais problemas que a operação possa trazer em sua implantação no país, tanto no aspecto concorrencial quanto nos direitos dos usuários.

“As duas dimensões que estamos focando é promover competição e proteger os dados dos cidadãos. Queremos competição, queremos que todas as big techs [nome em inglês dado às grandes empresas de tecnologia] entrem no Brasil. Você pode ter um sistema que comece competitivo, mas no fim acabe não tendo esta característica”, alertou na entrevista.

Em seu anúncio, realizado em junho, a empresa declarou que o novo recurso permitiria transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay.

No dia 23 de junho, o Banco Central suspendeu o início do projeto argumentando que teria de estimar os riscos. De acordo com o órgão, sem uma avaliação, o serviço poderia trazer prejuízos ao mercado brasileiro.

Em nota à Agência Brasil, o Whatsapp afirmou que está em diálogo com o BC. Quando o recurso for autorizado, os usuários que desejarem deverão ativar o Facebook Pay no smartphone, informando o cartão de crédito e débito e definindo uma senha (um PIN). Para enviar o dinheiro, será preciso clicar em um contato e acionar a ferramenta “anexar”. A transação será uma das alternativas de anexo.

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O uso do meio de pagamento foi anunciado no dia 15 de junho. No primeiro momento, a novidade estaria disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações seriam processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento. Foi então que o Banco Central travou o lançamento da empreitada.

“Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp.

Na ocasião, a Agência Brasil ouviu especialistas e pesquisadores no tema que destacaram os impactos da entrada desse agente econômico no mercado e os cuidados a serem tomados por correntistas e usuários da plataforma.

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WhatsApp testa função que esconde conversas da lista principal do aplicativo

  • Redação
  • 03 Set 2020
  • 08:14h

Funcionalidade permite que o usuário arquive conversas privadas ou em grupo sem que apareçam na lista geral diante de nova mensagem | Foto: Reprodução/ Wa Beta Info/ UOL

O WhatsApp voltou a testar a função que esconde as conversas da janela principal do aplicativo em definitivo. A funcionalidade permite que o usuário arquive conversas privadas ou em grupo sem que elas apareçam na lista geral diante de uma nova mensagem. As informações são da coluna Tilt, do UOL. De acordo com a publicação, a mudança havia aparecido pela primeira vez em 2018, como fase de testes. No ano seguinte, ela foi modificada em novos testes, mas nunca mais reapareceu. Com as novas mudanças, disponíveis na versão beta do WhatsApp para Android, os chats arquivados vão aparecer diretamente no topo dos chats dos usuários no aplicativo. Ao clicar na função, o botão “notificações” apresentará opções de configurações referentes às conversas e aos grupos arquivados. Entre as alternativas, o usuário poderá escolher por receber ou não notificações dos chats arquivados. Ainda de acordo com o Tilt, também chama a atenção o recurso que arquivará um chat ou grupo automaticamente, caso não haja interação nova em seis meses. No entanto, ainda não há um prazo para que a atualização chegue para todos os usuários.

Operadoras começam a testar tecnologia 5G no país

  • Redação
  • 24 Jul 2020
  • 07:33h

Em Salvador, tecnologia de quinta geração, está disponível, em fase experimental, nas regiões da Pituba e do Itaigara | Foto: Reprodução

O 5G, tecnologia de quinta geração, começou a ser testado nos aparelhos móveis do Brasil neste mês de julho, ainda em fase experimental. Neste primeiro momento, o 5G compartilhará as faixas de transmissão já existentes do 3G e do 4G, com o uso da tecnologia chamada DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, na sigla em inglês). Com a tecnologia DSS é possível compartilhar, com o 5G, a faixa do 3G e 4G não utilizada. No entanto, como esse espectro não possui uma banda contínua e dedicada, a experiência do 5G ainda não poderá ser utilizada em sua totalidade. Isso ocorre porque o leilão do espaço do espectro, destinado exclusivamente ao 5G (a faixa de 3,5GHz), só deverá ocorrer no início de 2021. Em sua máxima potência, a nova tecnologia deverá oferecer altíssimas velocidades de internet, maior confiabilidade e disponibilidade, além da capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo. Para poder utilizar o serviço, porém, o usuário terá de ter em mãos um aparelho celular que seja compatível com a tecnologia 5G. Há apenas um modelo disponível com a tecnologia no mercado brasileiro atualmente, que é o Motorola Edge, com valor acima de R$ 4,9 mil na loja oficial da fabricante. São oito cidades brasileiras que recebem a nova modalidade nesse momento, incluindo Salvador, nas regiões da Pituba e do Itaigara. As outras cidade são São Paulo, Brasília , Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre.

Já pensou acessar o mesmo login do WhatsApp em vários aparelhos? App testa função

  • Redação
  • 23 Jul 2020
  • 17:19h

magens da versão beta são vazadas e mostram como o recurso deve funcionar | foto: reprodução

Para quem desejava acessar o WhatsApp com o mesmo login em vários aparelhos, em breve poderá utilizar o recurso. Finalmente o aplicativo está sendo testado com a nova função, é o que revela imagens que foram vazadas da versão beta.O recurso poderá ser utilizado simultaneamente em quatro aparelhos. Em um print da interface da versão beta, é possível ver a opção “Linked Devices”, que, em tradução livre para o português, significa “Dispositivos Vinculados”.No entanto, o recurso passa por desenvolvimento e que estar na versão beta não é garantia de que se tonará uma novidade oficial futuramente.

Função de pagamentos do WhatsApp chega ao Brasil a partir de hoje (15)

  • Redação
  • 15 Jun 2020
  • 11:35h

Transações poderão ser feitas usando cartões de débito ou crédito de instituições financeiras parceiras | Foto: Reprodução

O WhatsApp Pay, função de pagamentos do WhatsApp, chega ao Brasil nesta segunda-feira (15). A informação é da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.  Segundo a publicação, a funcionalidade permite transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo do mensagens. As transações poderão ser feitas usando cartões de débito ou crédito de instituições financeiras parceiras. Inicialmente, a lista inclui Banco do Brasil, Nubank e Sicredi nas bandeiras Mastercard e Visa. Os pagamentos serão processados pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento. Segundo o diretor de operações do WhatsApp, Matt Idema, a expectativa é ajudá-las a impulsionar as vendas. “O pagamento digital torna as vendas mais fáceis e convenientes, especialmente agora, com o isolamento social”, disse ele à publicação. A função de pagamentos funcionará por meio do Facebook Pay. Segundo Idema, o lançamento abre caminho para que, no futuro, usuários brasileiros também possam fazer transações por outros aplicativos da empresa, como o Messenger. A função será disponibilizada gradualmente aos usuários nas próximas semanas.  Será necessário cadastrar ou criar uma conta da Cielo pelo Facebook Pay, fornecendo dados como CNPJ, endereço e conta bancária da empresa.

Após o cadastro, o aplicativo levará até três dias para liberar a função. As empresas não precisam ter uma conta em uma das instituições parceiras para receber pagamentos. Cada transação terá uma taxa de 3,99% e o dinheiro será recebido em até dois dias úteis. Não há limite de transações desse tipo. Já os clientes que quiserem pagar pelo WhatsApp precisarão ter um cartão de uma das instituições parcerias. Serão aceitos cartões de crédito e débito sem nenhum custo extra para o consumidor.  Entre pessoas físicas Para realizar transferências, é necessário que as duas pessoas tenham conta em alguma das instituições financeiras credenciadas. As transações não têm taxa e são concluídas no mesmo dia, se respeitado o horário de funcionamento da instituição, ou no próximo dia útil. Na função, apenas cartões de débito serão aceitos. É possível enviar até R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia, respeitando o limite de R$ 5 mil por mês. Cada transação realizada deverá ser liberada com uma senha (PIN) ou por biometria. Segundo a empresa, o mecanismo garante que nenhuma ação seja realizada sem o consentimento do usuário, mesmo que o smartphone seja perdido ou roubado. Segundo o diretor de operações do WhatsApp, o objetivo é continuar aumentando o número de instituições parceiras para levar a ferramenta a mais usuários. “O Brasil é um grande e importante mercado. Queremos ajudar mais pessoas a aderir aos serviços de pagamento digitais e aumentar a consciência sobre eles”, diz ele.

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