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WhatsApp limita reenvio de mensagens a 1 destinatário por vez em meio à crise do novo coronavírus

  • Informações do G1
  • 07 Abr 2020
  • 17:19h

Mudança foi anunciada para evitar compartilhamento de informações falsas. Seta dupla indicará que mensagem não foi criada por quem a enviou | Foto: Reprodução

O WhatsApp informou nesta terça-feira (7) que adotou novas medidas para evitar o compartilhamento de informações falsas pela plataforma em meio à pandemia do novo coronavírus. Agora uma mensagem que não foi criada pela pessoa que irá reenviá-la só poderá ser encaminhada para um destinatário por vez. Por meio de nota divulgada em seu site, o aplicativo informou que também passará a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou.  "Geralmente, as mensagens encaminhadas muitas vezes podem conter informações falsas e não são tão pessoais quanto as mensagens típicas enviadas pelos seus contatos no WhatsApp. Agora, atualizamos o limite de encaminhamento para que essas mensagens só possam ser encaminhadas para uma conversa por vez", diz comunicado. Segundo o WhatsApp, não é ruim que os usuários encaminhem informações úteis, vídeos divertidos, pensamentos ou orações. "Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas."

Receita Federal da Bahia faz operação em lojas que vendem celulares chineses da marca Xiaomi

  • Redação
  • 12 Mar 2020
  • 11:58h

A Receita Federal realizou durante toda a manhã desta quinta-feira (12), em Salvador e Vitória da Conquista, uma operação para apreensão de celulares com importação irregular. De acordo com a Receita, em publicação no portal G1, além dos sete alvos em Salvador, a operação ocorre simultaneamente em um estabelecimento da cidade de Vitória da Conquista, quatro em Recife e 10 em Fortaleza, com a participação de 70 servidores da Receita Federal. Não há detalhes de quantos aparelhos já foram apreendidos nas cidades baianas. A operação, conforme apontou a Receita, é para apreensão de celulares chineses da marca Xiaomi, que estavam sendo comercializados em 22 pontos de venda, nas cidades de Salvador, Vitória da Conquista, Recife e Fortaleza. Segundo as investigações, a Divisão de Repressão da Receita Federal em Salvador verificou que não havia nenhuma entrada de importação de celulares da marca na Bahia. Todos os celulares da marca Xiaomi encontrados nesses estabelecimentos serão apreendidos. Apesar dos produtos serem originais, que poderiam ser importados legalmente, entraram no país de forma irregular sem o pagamento dos tributos devidos.

RHI Magnesita cria Hub Digital para desenvolver projetos 4.0 para a indústria de refratários

  • Cristiano Borges | RC
  • 26 Fev 2020
  • 11:43h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

A RHI Magnesita, líder global em produtos e soluções refratárias, deu início à quarta revolução da indústria de refratários com o desenvolvimento dos primeiros sistemas de otimização de processos baseados em dados para temperaturas a partir de 1.200 °C.  A empresa criou um Hub Digital em Viena (Áustria), onde está localizada sua sede, especificamente para desenvolver e aplicar esses sistemas. Com instalações de última geração, o Hub abriga três equipes que irão trabalhar em projetos da indústria 4.0 no mercado de refratários usando os sistemas: Otimização de Processos Automatizados (APO, na sigla em inglês), Quick (QCK) e Termômetro Espectral de Banda Larga (BST, na sigla em inglês).

 

Usando dados para prever o futuro

Uma grande quantidade de dados é coletada em cada etapa de produção dos clientes da RHI Magnesita, como as temperaturas no Convertedor LD e a composição química do aço fundido e da escória, informações valiosas sobre como certos processos de alta temperatura ocorrem nas plantas. É aí que entra o sistema de Otimização de Processos Automatizados (APO).

O sistema recebe todos os dados disponíveis sobre determinado processo de produção, como mudanças de temperatura, processos químicos, medições óticas, ciclos de pedidos e manutenções programadas. Com base nessas informações, valores empíricos e resultados de medições anteriores, o APO usa inteligência artificial para fazer previsões sobre como os materiais refratários devem ser mantidos e quando deverão ser substituídos.

Por outro lado, o cliente também pode inserir no sistema quando deseja fazer manutenções e monitoramentos programados, com o objetivo de otimizar o tempo entre os picos de produção, por exemplo. Nesse caso, o APO calcula como os processos devem ser ajustados para atender a esses requisitos. O APO também pode ajudar os clientes a selecionar produtos do portfólio da RHI Magnesita com base nos dados, garantindo sua adequação, máxima segurança e eficiência de recursos.

Melhores dados otimizam as etapas de produção

A área de aplicação do APO é ampla, mas assim como em qualquer simulação com base em dados, quanto melhores os inputs recebidos pelo novo sistema, melhores serão as previsões geradas por ele. Nesse sentido, duas das iniciativas 4.0 desenvolvidas no novo Digital Hub lidam com sistemas que podem aprimorar ainda mais o fornecimento de dados de qualidade para o APO.

Um deles é o Quick (QCK), sistema baseado em tecnologia de processamento de imagens de ponta, capaz de escanear de forma precisa e em 3D sistemas com altas temperaturas operacionais dentro de poucos segundos, mesmo  acima de 1.200 °C. Todo o processo não demora mais do que tempo de tirar uma foto. Até pouco tempo, a análise era feita com o uso de laser, o que demora muito mais e fornece uma resolução muito menor.

Informações adicionais serão fornecidas pelo Termômetro Espectral de Banda Larga (BST, na sigla em inglês), processo de medição capaz de avaliar continuamente a temperatura, com potencial de eliminar as medições mais simples que são comumente usadas hoje. Dessa maneira, será possível ajustar a temperatura do aço fundido para que ele tenha exatamente a temperatura certa, evitando aquecimento desnecessário.

“Nosso objetivo é otimizar os processos de alta temperatura de nossos clientes no futuro, para que eles possam cortar custos e adaptar sua produção com mais flexibilidade. Ao mesmo tempo, medições mais precisas nos permitirão descobrir problemas que eles ainda desconhecem”, explica Stefan Borgas CEO da RHI Magnesita.

“Também esperamos que isso traga grandes mudanças na empresa. No futuro, pretendemos minerar matérias-primas, processá-las em produtos refratários e entregá-los aos clientes exatamente no momento em que são necessários. Isso significa que também continuamos a otimizar nossa logística e produção, a fim de torná-la mais eficiente e, portanto, com menores impactos ao meio ambiente”, afirma Borgas.

Sobre RHI Magnesita

A RHI Magnesita é líder global em produtos refratários de alta qualidade, sistemas e soluções, indispensáveis para processos industriais de alta temperatura que excedam 1.200 ° C em diversos setores industriais, incluindo aço, cimento, metais não-ferrosos e vidro. Utilizando uma cadeia de valor verticalizada, da matéria prima à produção de refratários e soluções completas baseadas em performance, a RHI Magnesita atende clientes em praticamente todos os países. A empresa tem um alto nível de diversificação geográfica, com mais de 14 mil funcionários em 35 unidades produtivas e mais de 70 escritórios ao redor do mundo.  A RHI Magnesita pretende alavancar sua liderança global em termos de receita, escala, portfólio de produtos e presença geográfica diversificada focando estrategicamente em países e regiões com maiores perspectivas de crescimento.

Suas ações estão listadas na bolsa de Londres (RHIM) e somos parte do índice FTSE 250. 

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Falha que permitia manipulação de mensagens e roubo de arquivos pelo WhatsApp Web é corrigida

  • 06 Fev 2020
  • 20:03h

(Foto: Reprodução/Gal Weizman)

O Facebook eliminou vulnerabilidades em mensagens com link no WhatsApp Web, que poderiam manipular o navegador de internet para roubar informações, levar o usuário para um site malicioso ou até instalar um vírus no sistema.O problema se baseia em códigos executados pelos navegadores e, por essa razão, não atingia o aplicativo do WhatsApp usado em smartphones Android ou iOS. No entanto, o risco era ainda maior no WhatsApp Desktop, que é baseado no WhatsApp Web. A brecha foi encontrada pelo pesquisador de segurança Gal Weizman. Ele investigava o comportamento do WhatsApp que permite "colocar palavras na boca de outras pessoas" e descobriu que o filtro do WhatsApp apresentava outras deficiências. Weizman encontrou um meio de adulterar a prévia do link que aparece quando mensagens desse tipo são enviadas pelo WhatsApp, inserindo uma prévia para um site diferente do especificado pelo link. Mas o truque ainda permite a manipulação dos próprios links — inclusive para links que executam códigos diretamente no navegador. Nesses casos, em vez de levar o usuário para um site como um link comum faz, o "link", ao ser clicado, roda diversos comandos especificados pela pessoa que o enviou.

WhatsApp: os celulares em que o app não funcionará mais a partir de fevereiro

  • 01 Fev 2020
  • 08:04h

(Foto: Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp deixará de funcionar em milhões de smartphones a partir de 1º de fevereiro.Os dispositivos Android e iPhone que suportam apenas sistemas operacionais desatualizados não poderão mais executar o app, de propriedade do Facebook.O WhatsApp disse que a medida é necessária para proteger a segurança de seus usuários.Os smartphones com Android 2.3.7 e versões mais antigas e iPhone iOS 8 ou versões mais antigas serão os afetados pela atualização.Os sistemas operacionais para os quais o WhatsApp está descartando o suporte são sistemas operacionais herdados, que não são mais atualizados ou instalados em novos dispositivos.A maioria dos usuários simplesmente pode atualizar seus sistemas operacionais para continuar usando o serviço de mensagens.No entanto, certos dispositivos, como o iPhone 4, que suportam apenas o iOS 7, não serão maiscompatíveis."O WhatsApp claramente não tinha alternativa a não ser garantir a segurança de seu serviço, mas enfrenta o difícil efeito colateral de o aplicativo não ser mais compatível com smartphones mais antigos", diz Ben Wood, analista da consultoria CCS Insight."É provável que isso tenha um impacto numa parte de seus usuários, principalmente nos mercados emergentes, onde há uma alta proporção de dispositivos mais antigos."O WhatsApp, que foi o quarto aplicativo mais baixado da década, alertou os usuários pela primeira vez que essas mudanças aconteceriam em 2017."Foi uma decisão difícil para nós, mas a decisão certa", disse um porta-voz da empresa.É a mais recente de uma série de decisões desse tipo — como quando o aplicativo de mensagens, por exemplo, retirou o suporte para vários dispositivos em 2016 e, mais tarde, também de todos os telefones Windows em 31 de dezembro de 2019.

Como saber se seu celular será afetado?

Se você usa Android, acesse o menu "Configurações" de seu aparelho e procure a seção "Sobre o dispositivo" e depois "Info.software", onde encontrará a versão do sistema operacional que está instalada.Se tiver um iPhone, procure a opção "Geral" no menu "Ajustes" e clique em "Sobre" para verificar sua versão do iOS.Você pode tentar atualizar o sistema, embora isso não seja possível em todos os casos.a é necessária para proteger a segurança de seus usuários.

Modo escuro no WhatsApp já está disponível para os usuários de versão beta

  • G1
  • 22 Jan 2020
  • 16:11h

( Foto: Reprodução/G1)

modo escuro ou modo noturno proporciona mais conforto visual e também ajuda a economizar energia da bateria. Para habilitá-lo, siga os passos descritos abaixo:

  1. Abra o WhatsApp e acesse as "Configurações";
  2. Toque na opção "Conversas" para alterar o modo de exibição;
  3. Toque na opção "Tema" e altere para "Escuro". Essa configuração será permanente. No entanto, se você preferir usar o modo escuro somente quando o celular estiver com pouca carga na bateria, marque a opção "Definido pelo Modo de Economia de bateria".

Pronto! O WhatsApp teve o seu tema alterado. Para desfazer a configuração basta repetir os passos indicados acima e ativar o modo "Claro".

Príncipe saudita hackeou celular do dono da Amazon, diz jornal

  • G1
  • 22 Jan 2020
  • 05:06h

(Foto: AFP)

O homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, teve seu celular hackeado em 2018 depois de receber uma mensagem no WhatsApp, enviada por Mohammed bin Salman, príncipe e herdeiro do trono da Arábia Saudita. A informação foi dada nesta terça-feira (21) pelo jornal britânico "The Guardian", que teve acesso a uma investigação sobre o caso.A embaixada da Arábia Saudita nos Estados Unidos não comentou a reportagem, e um advogado de Bezos afirmou que não iria dar declarações, mas que o executivo estava cooperando com investigações".De acordo com o "Guardian", uma análise mostrou que "é altamente provável" que a invasão teria acontecido quando Salman enviou um vídeo infectado ao executivo. O jornal afirma que os dois estavam tendo uma conversa amigável e que o príncipe enviou o arquivo no dia 1º de maio de 2018.Segundo o especialista em segurança digital e colunista do G1, Altieres Rohr, é possível que um vírus seja executado por meio de um vídeo ou pelo link para um vídeo, mas trata-se de uma situação rara: "Essas falhas são muito difíceis de explorar em celular", afirma. Em novembro passado, o WhatsApp disse que corrigiu uma falha que podia atacar celulares com arquivos de vídeo, mas afirmou que não havia qualquer informação que indicasse que esta brecha foi utilizada em ataques reais (veja como atualizar seu celular).

Usuários relatam instabilidade no WhatsApp neste domingo

  • 19 Jan 2020
  • 14:04h

(Foto: Reprodução/G1)

Usuários do WhatsApp usaram as redes sociais para relatar problemas no funcionamento da plataforma neste domingo (19). Entre as principais reclamações citadas por internautas eram as falhas no envio de mídias como áudios e figurinhas. O site Down Detector, que aglomera relatos de consumidores sobre o status de serviços online, apresentou uma alta no nível de reclamações a partir das 7h49, atingindo seu pico por volta das 10h.O G1 tentou contato com a assessoria da plataforma, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.A falha no funcionamento acabou rendendo memes criados por internautas no Twitter. 

Galaxy Fold, celular com tela dobrável da Samsung, chega ao Brasil por R$ 12.999

  • 17 Jan 2020
  • 18:10h

(Foto: Kelvin Chan/AP)

Samsung anunciou nesta quinta-feira (16) a chegada no Brasil do Galaxy Fold, smartphone com tela dobrável da empresa. O aparelho, que é o primeiro do tipo a ser vendido no Brasil, sai por R$ 12.999 e começa a ser vendido no dia 22 de janeiro.O Galaxy Fold foi anunciado globalmente durante um evento da Samsung em fevereiro de 2019 e chamou atenção por ser o primeiro telefone desse tipo lançado pela empresa. O aparelho tem com 6 câmeras e uma tela de 7,3 polegadas na parte de dentro— quase um tablet pequeno —, além de uma tela menor de 4,6 polegadas, na parte externa, para tarefas mais cotidianas.Por causa das duas telas, existe uma função de continuidade de aplicativo: quando o celular é aberto, a função que estava sendo utilizada na tela menor é transferida automaticamente para a tela maior.O Galaxy Fold também vem com uma “super bateria”, de 4.380mAh com carregamento super rápido. Ele conta também com um processador Snapdragon 855 de oito núcleos, 12GB de memória RAM e 512GB de armazenamento.Nas câmeras, são 6 — uma na frente, duas no meio e três atrás. Veja as especificações:

  • Câmera frontal: 10MP com abertura f/2.2;
  • Câmeras do interior: 10MP com abertura f/2.2 e 8MB com abertura f/1.9, para efeito desfocado em selfies;
  • Câmeras traseiras: ultra-grande angular com 16MP, grande angular com 12MP e tele com 12MP, para zoom óptico de 2x.

Chrome tinha brecha que permitia instalação de vírus

  • G1
  • 28 Dez 2019
  • 12:03h

(Foto: Reprodução)

Especialistas de segurança do Tencent Blade revelaram que o Google Chrome possuía uma série de brechas que teriam permitido que sites instalassem vírus no computador dos visitantes – o tipo de problema mais grave que pode existir em um navegador web. Os problemas foram corrigidos em 11 de dezembro, com o lançamento do Chrome 79.0.3945.79. Quem ainda não atualizou o Chrome desde o dia 11 deve realizar essa atualização o quanto antes para instalar a versão mais recente. Todas as versões mais novas que a 79.0.3945.79 devem incluir essa correção. Batizado de "Magellan 2.0", o conjunto de cinco falhas decorre de um problema em bancos de dados do tipo SQLite, que são embutidos em diversos tipos de programas – o que significa que a vulnerabilidade também está presente em dispositivos de internet das coisas e muitos outros aplicativos de celulares, Windows e macOS. No entanto, mesmo com o código vulnerável presente, a falha não pode ser explorada diretamente por hackers na maioria dos casos. Não é comum expor os comandos ao banco de dados de forma direta. O Google Chrome, no entanto, expõe o sistema de banco de dados para que programadores possam criar páginas mais avançadas. O problema foi relatado ao Google no dia 16 de novembro de forma reservada pelos especialistas do Tencent Blade. Não há qualquer indício de que sites maliciosos tenham aproveitado essa falha para realizar ataques. A descoberta das falhas foi um desdobramento de uma pesquisa divulgada pelo Tencent Blade em dezembro de 2018. Na época, a equipe encontrou a brecha "Magellan" (agora chamada de "Magellan 1.0") e afirmou que o problema foi confirmado no Google Home e em navegadores baseados no Chromium (como Brave, Opera e Chrome). Desenvolvedores de aplicativos que usam SQLite em seus projetos também precisam ficar atentos para atualizar o código referente ao banco de dados. Sem essa atualização, qualquer exposição do canal de comunicação com o banco de dados – durante o recebimento de uma mensagem ou notificação, por exemplo – pode resultar em uma falha grave.

Facebook afirma que consegue saber localização de usuários mesmo com função desativada

  • G1
  • 18 Dez 2019
  • 15:08h

(Foto: Reprodução)

Facebook admitiu que é capaz de saber a localização de seus usuários, mesmo com a função de geolocalização desativada, por razões de segurança, mas também com objetivos publicitários. Segundo a empresa afirmou em documentos enviados a senadores dos Estados Unidos, isso acontece porque as pessoas enviam informações usando os serviços da empresa e por meio de dados atreladas ao endereço IP e à conexão. Em um dos casos que o Facebook cita nos documentos, a empresa diz que é possível saber uma localização caso um amigo marque o usuário no check-in de um restaurante, por exemplo. A empresa também diz que o endereço de IP fornece uma localização, como "o endereço do remetente em uma carta". A carta foi enviada pela rede social em 12 de dezembro aos senadores Chris Coons e Josh Hawley, do Congresso dos EUA. O documento foi divulgado nesta terça-feira (17) no Twitter de uma jornalista do portal The Hill, especializado em política dos EUA. Hawley retuitou a publicação da jornalista e escreveu: "Facebook admite. Você desliga os serviços de localização e eles ainda rastreiam você para fazer dinheiro". "Não há opção de saída. Não há controle sobre sua informação pessoal. Isto são as gigantes de tecnologia. É por este motivo que o Congresso precisa agir", disse o senador. O Facebook obtém dados pessoais dos mais de 2 bilhões de usuários frequentes em ao menos uma das plataformas do grupo: Instagram, Messenger, WhatsApp ou Facebook. As informações são utilizadas como a base do modelo de negócios da empresa, que se sustenta com o faturamento em publicidade ultra-segmentada em grande escala.

 

Instagram vai começar a avisar usuários quando legendas de fotos forem ofensivas

  • G1
  • 16 Dez 2019
  • 16:02h

(Foto: Thiago Lavado/G1)

Instagram anunciou nesta segunda-feira (16) que vai começar a avisar usuários quando uma legenda para uma foto for considerada ofensiva, antes mesmo de ela ser publicada. A rede social irá utilizar uma inteligência artificial para enviar uma mensagem, pedindo que o usuário repense o texto da legenda. Esse recurso está disponível para comentários, que também enviam uma notificação caso o conteúdo seja ofensivo, e funciona com base em conteúdos e termos denunciados com frequência. Consultado pelo G1, o Instagram afirmou que esse recurso ainda não está disponível no Brasil e que começa a funcionar apenas em alguns países. Segundo o Instagram, a iniciativa é parte dos esforços de "combate ao bullying". A empresa anunciou oficialmente essa postura durante a F8, a conferência para desenvolvedores do Facebook, que aconteceu em maio. De lá pra cá, a empresa já retirou a contagem de curtidas em diversos países e também removeu outras funções da plataforma, como a possibilidade de ver o que os amigos haviam curtido. "Esse aviso ajuda a educar as pessoas sobre o que nós não permitimos no Instagram, e quando uma conta possa estar sob risco de quebrar as nossas regras", disse a empresa em um comunicado oficial.

Confira em quais celulares o WhatsApp vai parar de funcionar em breve

  • UOL
  • 10 Dez 2019
  • 10:05h

(Foto: Reprodução)

De tempos em tempos o WhatsApp anuncia quais modelos de celular não serão mais compatíveis com o aplicativo. Como o ano está chegando ao fim, nada mais justo do que darmos uma organizada na vida e verificar se os nossos telefones entram na "lista da morte" da empresa. Os usuários que usam modelos de smartphones novos não precisam se preocupar. Mas os que possuem celulares mais antigos ou que estão há muito tempo sem receber atualizações oficiais de seus fabricantes devem ficar ligados.A lista conta com aparelhos como Samsung Galaxy S3 e iPhone 4. Os celulares com o sistema operacional Windows Phone, por exemplo, só vão ser compatíveis com o WhatsApp até 31 de dezembro deste ano. Depois disso, já era e o aplicativo não vai mais funcionar. Quem tiver um celular com a versão Android 2.3.7 ou iOS 8 (e anteriores) já não consegue criar novas contas nem reverificar contas existentes, mas pode usar o app até 1º de fevereiro de 2020. Após a data, o WhatsApp vai deixar de rodar nestas versões do sistema.Confira a seguir os modelos atuais compatíveis 100% com o WhatsApp: Android com sistema operacional 4.0.3 e mais recentes. iPhone com iOS 9 e mais recentes. Alguns modelos com KaiOS 2.5.1 e mais recentes, incluindo JioPhone e JioPhone 2. Como saber a versão do meu sistema operacional No Android, é preciso abrir as "Configurações". Em seguida, selecione o item "Sobre o Telefone" e vá em "Informações do Software". Lá os detalhes com a versão do sistema operacional vão aparecer —o nome das opções ou o caminho podem variar dependendo do modelo. Se você tiver um iPhone, entre nos "Ajustes" e vá no item "Geral". Procure a opção "Sobre" para verificar a versão do iOS.

Jovem cria sistema que purifica água no sertão usando a luz do sol

  • UOL
  • 03 Dez 2019
  • 11:09h

(Imagem: ONU Meio Ambiente)

Quando escreveu "Vidas Secas", o autor alagoano Graciliano Ramos traçou um retrato da migração nordestina causada pela seca no sertão. Em 2013, após 75 anos da publicação, foi por meio da obra literária que a soteropolitana Anna Luísa Beserra, com 15 anos à época, descobriu os danos que a falta de água pode causar a uma população. Seis anos depois, em setembro de 2019, Anna, 21, tornou-se a primeira brasileira a ganhar o Jovens Campeões da Terra, principal premiação da ONU (Organização das Nações Unidas) para pessoas entre 18 e 30 anos que estão desenvolvendo projetos relacionados à melhoria do meio ambiente. Isso porque, ainda por influência do livro, ela criou o Aqualuz, um aparelho de estrutura simples que purifica água através de raios solares. "A literatura nos faz mergulhar na realidade, né? Com 'Vidas Secas' aprendi que a falta de água está ligada a problemas como a fome ou a impossibilidade de continuar vivendo em determinadas regiões", explica. Juntando a recém-descoberta ao sonho de ser cientista que a acompanhava desde a infância, Anna decidiu tentar encontrar uma solução para o problema. Na escola, um colégio particular de Salvador (BA), havia um cartaz convidando os alunos a submeterem projetos no Prêmio Jovem Cientista, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Logo se inscreveu para participar. Coincidentemente, o tema da edição de 2015 era "Água: Desafios da Sociedade". Assim, ela começou a pesquisar sobre tecnologias relacionadas ao tratamento da água. Encontrou o método SODIS, desenvolvido pelo Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática. Basicamente, é um processo em que garrafas plásticas são preenchidas com água e deixadas sob o sol por, no mínimo, seis horas e, no máximo, dois dias, para que os raios solares UV eliminem possíveis bactérias. Anna Luísa, então, pensou que poderia adaptar a tecnologia para a realidade de famílias sertanejas. "Durante minhas pesquisas, descobri pessoas que estavam sofrendo com problemas relacionados à água. Muita gente com diarreia, febre, fraqueza... E começamos a identificar que talvez isso tivesse ligação com as cisternas que eles tinham em casa", conta. Assim, juntou o processo de matar bactérias por meio de alta incidência solar com a criação de um filtro que fosse responsável por separar possíveis impurezas externas que caíssem no reservatório.

Banco de dados com 1,2 bilhão de registros está exposto na internet

  • G1
  • 27 Nov 2019
  • 17:09h

(Foto: Stanislav Skopal/Freeimages.com)

Os pesquisadores de segurança Bob Diachenko e Vinny Troia identificaram um banco de dados completamente exposto na web com 1,2 bilhão de registros. O servidor foi encontrado sem nenhuma proteção de senha ou limitação de acesso, o que caracteriza um vazamento de dados. O servidor foi retirado do ar após uma denúncia ao FBI, mas o órgão policial não comentou sobre nenhuma medida. O servidor estava alocado na plataforma do Google Cloud, que qualquer empresa pode contratar para armazenar ou processar informações — em outras palavras, não é possível afirmar que os dados pertenciam ao Google. O banco de dados possuía cerca de 622 milhões de endereços de e-mail e 50 milhões de números de telefone. Cada registro podia ou não trazer outras informações, entre as quais a localização geográfica, o campo de atuação profissional, uma minibiografia e links para perfis em redes sociais, principalmente do LinkedIn. No total, 4 terabytes de informações estavam expostas. Acredita-se que o servidor reunia quatro conjuntos de dados, sendo três da People Data Labs (PDL) e um da OxyData. Ambas são empresas especializadas no fornecimento de informações para marketing e recrutamento. As duas empresas negaram responsabilidade sobre o servidor. A PDL admitiu, porém, que um de seus produtos pode ter sido usado para abastecer o banco de dados exposto. Os detalhes da coleta desses dados são desconhecidos. Acredita-que que os cadastrados correspondem a informações de perfis redes sociais, que podem ser extraídas com uma técnica conhecida como "scraping" ou "raspagem de dados".