BUSCA PELA CATEGORIA "Tecnologia"

Robôs 'indestrutíveis' dão saltos mortais e até jogam futebol

  • G1
  • 16 Nov 2019
  • 10:08h

(Foto: BBC)

O laboratório de robótica do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) testou um novo tipo de protótipo no campus da universidade, nos Estados Unidos. São os robôs chamados pelos pesquisadores de mini cheetah (ou mini-guepardo). Com 9 kg, eles podem dar cambalhota e correr a até 8 km/h – apesar de impressionante para um robô, no entanto, ainda está muito longe da velocidade máxima de um guepardo real, que pode atingir até 120 km/h. Nove deles foram testados. No futuro, eles vão poder ser usados em situações de emergência. Mas agora, servem para pesquisas – e para divertir pesquisadores e alunos.

Ataque com laser pode enganar assistentes virtuais

  • G1
  • 12 Nov 2019
  • 17:07h

( Foto: Light Commands/YouTube)

Uma equipe de cinco pesquisadores da Universidade de Eletrocomunicações do Japão e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriu que é possível enviar comandos de "voz" por meio de lasers disparados diretamente no microfone de caixas de som inteligentes ou automatizadores residenciais como o Google Home e o Amazon Echo.Os assistentes virtuais são configurados para uso em curta distância, com comandos de voz, e em geral não exigem senha de acesso ou outros meios de autenticação. Eles também funcionam como uma "central" que coordena os demais sistemas inteligentes em uma residência, podendo abrir uma porta de garagem, ligar e desligar as luzes ou configurar o ar-condicionado. Mesmo que seja configurado um mecanismo de autenticação no dispositivo, os especialistas alertam que seria possível utilizar um microfone a laser para medir vibrações acústicas no vidro de uma janela, por exemplo, para capturar a senha. Em outros casos, não há limite de tentativas para a senha, sendo viável tentar todas as combinações possíveis até descobri-la. O trabalho foi conduzido por Takeshi Sugawara, Benjamin Cyr, Sara Rampazzi, Daniel Genkin e Kevin Fu. Eles publicaram um site (em inglês) com os detalhes da descoberta. Microfone reage à luz como se fosse som. A façanha é possível porque os microfones usam sistemas microeletromecânicos (MEMS) que reagem à luz como se ela fosse som. Embora não seja um comportamento intencional do equipamento, os especialistas descobriram que um laser modulado corretamente pode fazer o microfone "ouvir" coisas que nunca foram ditas — o sinal elétrico gerado pelo microfone ao receber o laser será semelhante àquele que resultaria da captura do som. Os lasers podem ser disparados de distâncias de até 110 metros e são capazes de atravessar obstáculos de vidro. Qualquer dispositivo que possa ser visto de fora de um ambiente está em risco de ser atacado. Os pesquisadores publicaram uma série de vídeos que demonstram o ataque na prática em curta distância, a 110 metros e com uma janela entre o disparador e o Google Home.De acordo com um artigo publicado pelos pesquisadores, o ataque também funcionou contra carros da Ford e da Tesla. Eles conseguiram abrir as portas e o porta-malas dos veículos — inclusive no modelo da Ford, que exigia uma autenticação por PIN —, mas não foi possível dar partida no motor sem a chave.

WhatsApp traz função de desbloqueio com biometria para o Android

  • 31 Out 2019
  • 15:22h

(Foto: Reprodução/G1)

WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (31) que vai trazer para os celulares Android uma função de bloquear a tela e fazer o desbloqueio com reconhecimento de impressão digital do aparelho. A função já estava disponível para iPhones desde fevereiro. Apesar disso, diferente do iPhone, que permite que o desbloqueio seja feito com biometria de rosto (que a Apple chama de Face ID), a função nos Androids está limitada à biometria por impressão digital. Ativando esse mecanismo, é possível determinar uma quantidade de tempo desde a última vez que o aplicativo for utilizado e, depois desse tempo, será necessário usar a credencial de biometria pra desbloquear o acesso ao aplicativo. É uma função de segurança adicional. Por exemplo, caso alguém consiga acessar ao aparelho do usuário, precisaria necessariamente de uma confirmação de biometria para conseguir ler as conversas do aplicativo. Para ativar, siga os seguintes passos: Abra o WhatsApp e clique nos três pontinhos no canto superior direito; Em seguida, clique em "Configurações"; Depois clique em "Conta" e na opção "Privacidade"'; Se o seu aplicativo estiver atualizado, haverá a opção "Bloqueio por impressão digital".

WhatsApp vai liberar opção para impedir que usuário seja colocado em grupo sem ter autorizado

  • G1
  • 31 Out 2019
  • 09:08h

(Foto: Reprodução)

Um dos recursos mais populares do WhatsApp — e também um dos mais controversos — recebeu um incremento no gerenciamento de privacidade. Até então não era possível impedir que administradores de grupos adicionassem livremente outros usuários aos grupos. Para evitar ser incomodado com adições indesejadas, o aplicativo agora disponibiliza um filtro em que o usuário pode configurar quem poderá adicioná-lo aos grupos. São três opções: Todos: Essa opção equivale ao modelo atual, que permite que qualquer administrador de grupo inclua novos membros no grupo sem que eles tenham solicitado o convite; Meus contatos: Essa opção requer que o administrador esteja na lista de contatos de quem será adicionado ao grupo; Meus contatos, exceto: Essa opção limita as opções aos contatos e ainda permite a criação de uma lista de pessoas impedidos de adicionar membros sem o consentimento do contato; Por enquanto, o novo recurso de privacidade em grupos está disponível apenas na versão beta. Para ativar, é preciso seguir os seguintes passos: Acesse as configurações do WhatsApp; Toque na opção “Conta”; Clique na opção “Privacidade”; Toque na opção “Grupos”; Selecione a opção de privacidade em grupos conforme a sua vontade; Na lista de contatos impedidos, é preciso incluir um a um. Nesse caso, os contatos selecionados não são impedidos de enviar mensagens individuais, essa restrição só impede a adição em grupos.

Twitter anuncia fim de publicidade política na rede social

  • G1
  • 30 Out 2019
  • 19:30h

(Foto: Reprodução)

O presidente do Twitter, Jack Dorsey, afirmou nesta quarta-feira (30) que não vai mais permitir que publicidade política seja veiculada na plataforma. Segundo Dorsey, a decisão foi motivada porque uma mensagem política ganha alcance quando as pessoas decidem seguir uma conta ou compartilhar conteúdo político. Pagar por esse alcance remove o aspecto de decisão do usuário, forçando as pessoas a ver mensagens políticas direcionadas. Segundo o executivo, essa não é uma decisão que deve ser comprometida pelo dinheiro. "Publicidade política na internet é um desafio totalmente novo para o discurso cívico: otimização baseada em aprendizado de máquina, micro-direcionamento, informações sem checagem e vídeos falsos. Tudo isso em grande velocidade, sofisticação e escala arrebatadoras", disse Dorsey em sua conta no Twitter. O executivo afirmou que, embora a publicidade na internet seja algo muito poderoso e efetivo para os anunciantes, esse poder traz riscos significativos para a política, já que poderia ser usado para influenciar votos e afetar as vidas de milhões de pessoas. Dorsey afirmou ainda que esses desafios vão afetar toda a comunicação na internet, não apenas as publicidades políticas. "É melhor focar nos problemas básicos, sem ter que adicionar o fardo que o dinheiro traz." A decisão final de como a plataforma irá lidar com isso será divulgada no dia 15 de novembro. Dorsey disse que haverá exceções, como publicidade que incentive as pessoas a se registrar para votar — nos EUA o voto não é obrigatório e um registro prévio é requerido para participar. O fim das publicidades políticas entrará em vigor no dia próximo dia 22.

Chrome agora pode avisar se a sua senha vazou na internet; saiba como ativar

  • G1
  • 25 Out 2019
  • 16:17h

(Foto: Reprodução)

Google lançou a versão 78 do navegador Chrome e, entre as novidades, o programa agora pode verificar as senhas digitadas na web e informar o usuário caso alguma delas já tenha aparecido em vazamentos de dados. Nesses casos, o navegador recomendará a troca da senha. Um vazamento de dados ocorre quando um serviço on-line ou aplicativo é atacado por hackers ou deixa os dados de seus usuários expostos na web. Essas informações depois são comercializadas no submundo da rede e aproveitadas por hackers para a realização de ataques. Senhas vazadas precisam ser trocadas, mas nem sempre é possível lembrar qual senha era usada em cada serviço que foi atacado. Em muitos casos, vazamentos de senhas nem identificam a origem dos dados. Com os alertas no navegador, o usuário é informado do problema assim que uma senha vulnerável for usada. O recurso foi inicialmente apresentado em uma extensão para o Chrome chamada "Check-up de senha". Como o recurso no navegador ainda está em fase de testes, a extensão ainda é a maneira preferida para receber esses alertas. Ela pode ser baixada na loja oficial de extensões do Chrome. Apesar de terem a mesma função, o alerta interno do navegador é diferente do alerta exibido pela extensão, que traz uma janela vermelha no canto da tela. O navegador, por sua vez, abre uma janela no centro da tela — e a cor respeitará o tema do sistema operacional (claro ou escuro). Segundo o Google, a ferramenta consulta um banco de dados com mais de quatro bilhões de registros. Essa consulta é realizada de uma maneira que protege a privacidade do usuário e impede abusos — ou seja, um hacker não pode roubar as senhas que o Google reuniu para gerar esses alertas. Caso as senhas sejam salvas e sincronizadas na conta Google, o Gerenciador de senhas do Google também pode informar se há alguma senha insegura em uso. Como habilitar no navegador Quem não quiser instalar a extensão Check-up de senha pode ativar o novo recurso, que foi astreio correios

adicionado ao Chrome 78. Basta seguir estes três passos:

  1. Abra uma nova aba no navegador;
  2. Cole o seguinte endereço: chrome://flags/#password-leak-detection
  3. Ao lado da opção Password Leak Detection, troque a opção para Enable

Japoneses prometem moto voadora para 2020

  • G1
  • 24 Out 2019
  • 15:48h

(Foto: Reprodução/G1)

O Salão de Tóquio 2019 mostra algumas ideias de inovações para o futuro do transportes. Não apenas em carros elétricos e patinete, algumas empresas estão apostando em carros e motos voadoras, como é o caso da Xturismo que teve sua apresentação mundial no evento. Como o governo japonês está dando incentivos para tornar veículos leves voadores uma realidade, empresas estão investindo no desenvolvimento dessa tecnologia, com é o caso da Ali Technologies, especializa em drones, que revelou o protótipo. A empresa afirma que o modelo será lançado em 2020, fora do Japão, ainda sem o preço divulgado, mas as reservas começam ainda em 2019. Nesta primeiro momento serão vendidas unidades limitadas, e a produção em larga escala começaria em 2021 para que pudesse chegar ao mercado japonês em 2022. Apesar de o posicionamento do piloto lembrar o de uma moto, a Xturismo teve seu visual inspirado em carros esportivos.Como voa? Como a Ali é uma empresa que fabrica drones, a XTurismo parece bastante com esse tipo de máquina. Ela tem o total de 10 hélices, mas os detalhes de sua motorização ainda é um segredo."Ainda não podemos falar sobre os detalhes dos motores, mas a propulsão será mista de eletricidade e gasolina", disse Takafumi Oba, porta voz da Ali, ao G1.Em março passado, a "moto voadora" da Ali fez um teste em março passado, ainda com uma versão anterior do protótipo, e o veículo levantou apenas alguns centímetros do solo.

Google Pay agora permite usar débito para compras on-line

  • G1
  • 14 Out 2019
  • 20:26h

Foto: Thiago Lavado/G1

Google anunciou nesta segunda-feira (14) que está expandindo os cartões que são aceitos no aplicativo de pagamentos Google Pay. A partir de hoje, o usuário poderá escolher, no momento do pagamento de uma compra on-line, se quer pagar no débito ou no crédito. Com essa opção, é possível comprar na internet sem ter que pagar com boletos ou cartões de crédito. A novidade vale para sites e aplicativos que aceitam o Google Pay como forma de pagamento e para cartões que têm uma ou ambas funções — crédito e débito. Neste início de projeto, o número de parceiros ainda é limitado, mas o Google aposta em um processo de adesão simples para atrair mais lojas e aplicativos. Antes do anúncio, era possível usar cartão de débito para pagar com o Google Pay, mas somente na forma de pagamento sem contato em uma loja física, com a aproximação do celular que conta com um chip NFC. De acordo com João Felix, líder de operações do Google Pay na América Latina, o Brasil é um mercado prioritário para o Google, que vê no país parte da estratégia de alcançar o próximo 1 bilhão de usuários. Dados apresentados por Felix mostram que das 110 milhões de pessoas que têm conta bancária no Brasil, apenas 50 milhões têm acesso a cartão de crédito. Os outros 60 milhões de bancarizados contam apenas com cartão de débito. "É uma solução focada nessas pessoas, para simplificar a experiência de compra no débito", disse. A Apple já permitia o pagamento com débito no Apple Pay, para compras em aplicativos e no navegador Safari. A função também depende de bancos, operadoras de cartões e parceiros.

Instagram vai desativar recurso que permite ver atividades de usuários

  • Redação
  • 08 Out 2019
  • 07:53h

A ferramenta foi lançada pela plataforma em 2011, quando a função era a melhor maneira de descobrir as curtidas dos amigos | Foto: Reprodução

A rede social Instagram decidiu desabilitar a função “seguindo”, que permite aos usuários visualizarem as atividades, a exemplo de curtidas e comentários, dos perfis que eles seguem. A ferramenta foi lançada pela plataforma em 2011, quando a função era a melhor maneira de descobrir as curtidas dos amigos. Contudo, o “explorar” virou a principal ferramenta para navegar pelo aplicativo. “As pessoas não sabiam que suas atividades ficavam sempre disponíveis. Então, você está deixando as pessoas surpresas quando elas descobrem que suas atividades estão aparecendo”, disse Vishal Shah, vice-presidente de produto do Instagram, ao BuzzFeed News.

Facebook: começa teste de não mostrar a usuários as curtidas de publicações

  • Redação
  • 28 Set 2019
  • 07:38h

experiência começou na Austrália e poderá ser estendida a outras nações; não há, ainda, previsão de quando poderá ser implantada no Brasil | Foto: Reprodução

Depois do Instagram, é a vez do Facebook ocultar para os usuários a quantidade de curtidas de cada publicação. A plataforma começou nesta sexta-feira (27) um teste envolvendo a marcação da reação, o famoso like, que é uma de suas principais ferramentas. A experiência começou na Austrália e poderá ser estendida a outras nações. Não há, ainda, previsão de quando poderá ser implantada no Brasil. A curtida é um dos principais recursos de engajamento com uma mensagem difundida na rede social, permitindo que os usuários demonstrem uma avaliação positiva sobre determinado conteúdo. Em 2016, a empresa passou a disponibilizar outras reações por meio de símbolos gráficos, como expressões de amor, tristeza, raiva e surpresa. “Estamos fazendo um teste limitado em que as contagens de curtidas e reações, além do número de visualizações de vídeos se tornam privados no Facebook e apenas visíveis para o autor do post. A partir disso, vamos reunir feedbacks para entender se essa mudança irá melhorar a experiência das pessoas”, declarou a empresa por meio de nota.

 

Potenciais prejuízos – Estudos indicaram possíveis impactos do uso de redes sociais no bem-estar de pessoas, especialmente jovens. Pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, estabeleceu uma relação entre o uso do Facebook e comportamentos de vício.

A lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

Já outra investigação acadêmica realizada por pesquisadores das universidades de Stanford e de Nova York identificou efeitos positivos em pessoas que deixaram de navegar na rede social, como aumento de bem-estar e redução da polarização política. De outro lado, dirigentes da empresa, entre eles o CEO (diretor executivo) Mark Zuckerberg, em diversas ocasiões sugeriram o intento de buscar experiências mais positivas na rede social.

Instagram – Em julho, a empresa implementou teste semelhante no Brasil em outra rede social de sua propriedade, o Instagram. A mudança já havia sido testada em outros países e chegou aos usuários brasileiros.

O teste fez parte de diversas iniciativas anunciadas pela plataforma para combater práticas nocivas na internet, como discurso de ódio, ou bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.

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Anatel convoca clientes baianos com celulares pré-pagos para fazer recadastramento

  • Redação
  • 04 Set 2019
  • 11:52h

(Foto: Reprodução)

Baianos com celulares pré-pago devem ficar atentos para as mensagens recebidas da operadora a partir de segunda-feira (2). Por determinação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), as empresas de telefonia móvel que atuam na Bahia estão convocando seus clientes para participar de um processo de atualização cadastral. O recadastramento precisa ser feito por todos os clientes que forem acionados pelas operadoras. O consumidor que receber o aviso deverá entrar em contato com a central de atendimento da operadora e atualizar os dados pessoais, como nome, CPF e endereço completo com CEP. Segundo a Anatel, após o período de recadastramento, o cliente que estiver com pendência terá a linha bloqueada até que atualize seus dados.  A medida já havia sido implantada no mês de abril em outros dez estados, como Acre, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Brasília. Agora, vale para todo o Brasil. Esse processo, segundo a Agência, é o primeiro passo para a implantação de um novo projeto. A partir de 2020, as operadoras de telefonia deverão adotar um novo modelo de cadastro para as atividades dos pré-pagos. À reportagem, o universitário Caique Miranda, de 24 anos, comentou sobre a medida. “É bom fazer essa atualização, até mesmo para liberar novas linhas. Acho que muita gente troca de chip e acaba abandonando o número antigo. Eu já fiz isso. Atualização cadastral eu sempre vejo como positivo. Recentemente a gente também teve o bloqueio de celulares piratas, acho que a Anatel está passando por um processo interno de organização”, opinou.  A ação envolvendo celulares piratas, citado por Caique, começou a ser implementada no estado no início do ano, quando a reguladora informou que produtos sem o selo da Anatel que “indica a certificação do aparelho e garante ao consumidor a compatibilidade com as redes de telefonia celular brasileiras, a qualidade dos serviços e a segurança do consumidor”, seriam retirados de circulação. 

Marcos Pontes sobre CNPQ: ‘Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar’

  • Redação
  • 27 Ago 2019
  • 15:03h

Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, disse que o governo só tem dinheiro para pagar bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) até o final do mês de agosto. A informação do blog do programa Em Foco, da GloboNews. “A gente tem o recurso agora até o final desse mês, que a gente vai fazer pagamento, em 1º de setembro, e a gente vai ter que achar para outro mês”, afirmou o ministro. Perguntado se as bolsas podem acabar, o ministro disse que se não houver orçamento, não terá como pagar. “Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar. São 84 mil bolsas. Isso é difícil, se for pensar, tem várias implicações”, afirmou.

Facebook vai contratar jornalistas para fazer curadoria de notícias

  • Redação
  • 22 Ago 2019
  • 15:52h

(Divulgação)

O Facebook divulgou hoje (20) que pretende contratar uma equipe de editores para trabalhar no chamado News Tab, um esforço de notícias. De acordo com a rede social, jornalistas serão responsáveis por fazer a curadoria da página. A ideia da nova aba que será lançada pela companhia é mostrar reportagens mais recentes e relevantes para os usuários.  A empresa quer reunir profissionais de diferentes meios e já está fazendo os primeiros anúncios de vagas para o trabalho. A ferramenta será separada do Feed de Notícias do Facebook.

Instagram passa a contar com ferramenta que permite que usuários denunciem fake news

  • Redação
  • 17 Ago 2019
  • 08:57h

(Foto: Divulgação)

O Instagram passou a contar, nesta quinta-feira (15), com uma ferramenta que permite que os usuários denunciem quando uma informação divulgada na rede social seja falsa. Segundo reportagem da IstoÉ a novidade ainda está em fase de testes e consiste em um botão de “denunciar” para ser acionado quando a publicação for suspeita. Em seguida a publicação é analisada pela equipe de verificadores de dados do Instagram. A expectativa é de que a ferramenta esteja disponível para todos os usuários do Instagram até o fim do mês de agosto. À reportagem do IstoÉ, a porta-voz do Facebook Stephanie Otway ressaltou os investimentos da empresa no combate às Fake News.  “A partir de hoje, as pessoas poderão nos informar sobre postagens no Instagram que podem ser falsas”, disse Otway. Estamos investindo muito para limitar a propagação de informação errônea em nossos aplicativos, e planejamos compartilhar mais atualizações nos próximos meses”, acrescentou.

A pedido de Trump, Bolsonaro quer MP para mudar lei de TV paga no país

  • Redação
  • 11 Ago 2019
  • 14:17h

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro determinou que o Ministério da Economia e o da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação preparem uma medida provisória modificando a lei da TV paga no país para atender a um pedido do presidente dos EUA. Donald Trump quer a aprovação da compra da Time Warner pela gigante AT&T no Brasil.  O negócio de US$ 85 bilhões (R$ 334,5 bilhões) foi anunciado em outubro de 2016 e envolve 18 países. No Brasil, já passou pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A transação foi aprovada porque, segundo o Cade, a concentração de canais decorrentes dessa operação não será maior que 20%. O grupo Time Warner controla canais como CNN, HBO, Cartoon Network, DC Comics, dentre outros.

Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no entanto, não há como a transação prosperar porque a legislação vigente desde 2011 restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T) e grupos de conteúdo (Time Warner).

A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele.

No passado, essa restrição impôs à Globo retirada do controle da Sky, empresa de TV e internet por satélite. Hoje, ela permanece na empresa como acionista minoritário (cerca de 5% de participação).

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) acompanhava esse assunto desde as primeiras conversas entre seu pai e Trump em torno de um projeto de alinhamento estratégico entre os dois países.

Prestes a ser sabatinado no Senado para ocupar o posto de embaixador nos EUA, o deputado publicou um vídeo na quarta-feira (7), no YouTube, defendendo o fim das restrições na TV paga.

"Há quem diga que essa lei foi criada para reduzir a concorrência e favorecer uma famosa emissora de TV", disse.

"Dentro do governo Bolsonaro existem pessoas que dão como certa uma medida provisória a fim de acabar com essa proibição. Quem for operador vai poder ser produtor de conteúdo, e você vai poder assistir à sua série."

Consultado, não respondeu até a conclusão deste texto.

Apesar das desavenças de Trump com a CNN, o presidente americano decidiu encampar o pleito da gigante AT&T, que só aguarda a aprovação da Anatel para que a junção das duas companhias seja finalizada. Outros 17 países já aprovaram a operação.

Assessores de Bolsonaro afirmam que esse negócio entrou na lista de exigências do governo americano entregue ao Brasil como parte da parceria estratégica.

Executivos da AT&T também pressionaram diretamente o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, Marcos Pontes, que delegou a seus auxiliares uma solução para o impasse.

Em parceria com o Ministério da Economia, é preparada uma medida provisória que, até o momento, nada mais faz do que revogar dois artigos da legislação vigente.

A reportagem teve acesso à minuta da MP. Caso fosse enviada a Bolsonaro da forma como está, acabaria com as restrições à propriedade cruzada e permitiria que operadora de telefonia adquirisse direitos de transmissão de eventos esportivos, por exemplo.

Cientes desse plano, emissoras como Globo, Band e Record, e gigantes da internet como Facebook, Google e Netflix foram ao ministério.

A Abert, associação que representa o setor, disse que não fechou um posicionamento sobre o assunto. Mas, ao ministério, esses grupos disseram concordar com o fim da restrição acionária entre produtores e distribuidores.

Em troca, a nova lei deveria enquadrar, explicitamente, a transmissão de canais ou a distribuição de pacotes de TV via internet como um serviço de internet e não como um serviço de TV paga.

O ministério concedeu mais dez dias para receber as contribuições oficiais antes de enviar a MP para a Casa Civil.

Para os grupos de mídia, essa será a nova fronteira de difusão de conteúdo.

A Globo vem investindo pesado na oferta de seus programas pelo Globoplay. A Record também oferece canais, como a ESPN, pelo PlayPlus. Estrangeiros, como a Disney, se preparam para disponibilizar mais canais no Brasil.

Por isso, os produtores de conteúdo querem apaziguar o clima de insegurança jurídica deflagrado pelo caso AT&T. Pretendem evitar o que ocorreu recentemente com a Fox.

Após reclamação da operadora Claro, a Fox foi alvo de medida cautelar da área técnica da Anatel exigindo que houvesse uma operadora autenticando os acessos de usuários que buscassem canais do grupo americano pela internet.

A Justiça cassou a decisão afirmando que os dois serviços não se confundem e, na internet, não pode existir regulação. O conselho da Anatel ainda não tinha julgado o mérito da medida cautelar de sua área técnica. Com o revés na Justiça, avisou o governo que nada poderia ser feito sem mudança legal.

No Congresso, três projetos de lei propõem o fim das restrições de propriedade cruzada na TV paga. Até o momento, o mais aceito pelos setores envolvidos é o do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Nele, a difusão de conteúdo pela internet é tratada como querem os radiodifusores, e as operadoras poderiam produzir e transmitir conteúdo.

O projeto do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO) é o que está mais avançado porque foi o primeiro a ser apresentado, no início de julho. 

O projeto altera os dois artigos da lei da TV paga para permitir que teles e grupos de mídia possam cruzar participações societárias, sem teto definido. Uma tele poderia deter o controle de um estúdio de cinema ou uma produtora de seriados.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) desagradou o setor ao propor que, mesmo na internet, os canais devem seguir regras da TV paga, com cumprimento de cotas para conteúdo nacional, por exemplo.

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