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“Não é momento de pânico”, diz diretor do presídio sobre ‘saidão’ do feriado de 02 de Julho

  • BRF
  • 01 Jul 2019
  • 18:10h

(Foto: Reprodução)

Alexsandro Oliveira, o Alex Bombeiro, diretor do presídio Nilton Gonçalves, foi entrevistado no Bahia Meio Dia, da TV Sudoeste, para falar sobre o ‘saidão’ de pouco mais de 150 detentos da unidade. Segundo o diretor, não é momento para ‘pânico’, já que os presos possuem esse direito, concedido pela Justiça 5 vezes ao ano. “São presos que estão próximos de finalizar as suas penas. Eles não estão aqui para sempre. A gente percebe que durante o saidão não existe um aumento da violência, pelo contrário, na última saída mesmo não houve um número grande de crimes”, destacou. Alex ainda acrescenta que o número de presos que não retornam é mínimo. “No último saidão mesmo apenas 3 não voltaram, as vezes são detentos que possuem familiares enfermos, com câncer, outros são ameaçados por facções criminosas, mas muitos a polícia acaba capturando”, finaliza.

Serviço do Disque-Denúncia passa a ser disponibilizado na internet e permite envio de fotos e vídeos de suspeitos

  • SECOM | BA
  • 26 Jun 2019
  • 11:41h

Divulgação

O Disque-Denúncia, vinculado à Superintendência de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), passa, a partir desta terça-feira (25), a receber informações da população também pela internet, em site criado para disponibilização do serviço. Com isso, conforme a SSP-BA, a população poderá, a partir de agora, enviar, de forma anônima, fotos e vídeos de de criminosos e situações ilegais para ajudar nas investigações da polícia. O Disque-Denúncia recebe há 13 anos informações da população por telefone, através do 181, no interior — os números continuam disponíveis para relatos de denúncias. Agora, também com o serviço online, segundo a SSP, o canal deverá auxiliar ainda mais o trabalho investigativo policial. No site (Clique Aqui) do Disque-Denúncia, ao clicar no ícone “Denuncie Aqui”, o cidadão escolhe o tipo de crime que ele quer relatar e preencher um formulário com as informações solicitadas. Dentre elas, estão local, referência, pessoas envolvidas, características, entre ourtos. Quanto maior a quantidade de informações a pessoa obtiver da situação, maior será a ajuda à polícia para investigar e solucionar o caso. No entanto, há alguns cuidados que o cidadão tem que tomar na hora de coletar essas informações, ressaltando que “as pessoas só devem produzir as imagens se estiverem seguras, sem se expor”.

Bahia tem maior número de homicídios do país em 2017, diz Atlas da Violência

  • Redação
  • 05 Jun 2019
  • 14:47h

(Foto: Reprodução)

Dos 65.602 homicídios registrados no Brasil em 2017, 7.487 foram na Bahia. Em números absolutos, o estado possui o maior índice de assassinatos entre todos os 26 estados e o Distrito Federal. A variação demonstra um aumento de 4,4%, se comparado aos registros baianos de 2016. Esses dados são do Atlas da Violência 2019. Divulgado na manhã desta quarta-feira (5), o documento é feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde De acordo com o estudo, o perfil das vítimas é o seguinte: - 49.524 pessoas negras no Brasil e 6.798 na Bahia; - 35.783 pessoas jovens (com idades entre 15 e 29 anos) no Brasil e 4.522 na Bahia - 4.936 mulheres no Brasil e 487 na Bahia; - 3.288 mulheres negras no Brasil e 417 na Bahia.;O estudo destaca ainda os crimes contra a população LGBTI+, mas salienta que a invisibilidade do problema prejudica a produção oficial de dados e estatísticas. "Por exemplo, não sabemos sequer qual é o tamanho da população LGBTI+ (o que inviabiliza qualquer cálculo de prevalência relativa de violência contra esse grupo social), uma vez que o IBGE não faz qualquer pergunta nos seus surveys domiciliares sobre a orientação sexual. Por outro lado, as polícias (em geral), nos registros de violência, também não fazem qualquer classificação da vítima segundo a orientação sexual, assim como não existe tal característica nas declarações de óbito. Portanto, torna-se uma tarefa extremamente árdua dimensionar e traçar diagnósticos para produzir políticas públicas que venha a mitigar a violência contra a população LGBTI+", diz o texto. Dessa forma, o Atlas traz dois dados diferentes, mas apenas um com o número de homicídios. Com base nas denúncias feitas através do Disque 100, ele mostra que o Brasil registrou 193 assassinatos de LGBTs - em 2016, foram 85. Já na Bahia, o sistema registrou 18 mortes, 11 a mais do que no ano anterior.

Quando a audiência é mais importante que as vidas por trás de um crime

  • Raphael Vitoriano
  • 04 Jun 2019
  • 16:39h

(Imagem Ilustrativa)

O que parecia ser um belo domingo em família na praça principal da pacata cidade de Bento Costa, em Minas Gerais, se transformou em um terrível pesadelo. Eram por volta das nove da noite quando sete tiros são ouvidos, vindos de uma rua próxima à praça lotada, espalhando pânico e terror. Sete corpos são encontrados em uma rua sem saída e, aparentemente, a única coisa em comum entre as vítimas é que todos tinham 26 anos. Inspirada em casos de comoção nacional, a obra Lentes Avulsas, do jornalista e administrador de empresas Raphael Vitoriano, tem como ponto de partida o mistério que envolve uma chacina que comoveu o país: quem é (ou são) o assassino? Bento Costa, que antes era quase esquecida, se vê diante dos holofotes da imprensa nacional que noticiou tudo sobre o caso, menos a verdade. Sob a pressão da mídia, a polícia se vê obrigada a dar uma solução imediata à tragédia, vendo uma saída fácil ao atribuir o crime à uma quadrilha famosa por realizar assaltos a postos de gasolina e casas lotéricas na cidade do que buscar a fundo os verdadeiros culpados. Pelas perspectivas das próprias vítimas e do assassino, a obra destrincha a fundo os fatos que envolvem cada personagem: suas vidas, relações, qualidades, defeitos e a motivação do crime. Aos poucos, o leitor constrói o quebra-cabeças sobre as conexões que existem entre as vítimas e a relação entre elas e o assassino. O autor ainda provoca uma discussão sobre as problemáticas éticas e morais da sociedade, expondo como cada pessoa é uma peça dentro de um jogo muito maior e a influência que a ação de cada um pode ter na vida do outro. A cada capítulo é explícito como o sensacionalismo que envolve as grandes coberturas jornalísticas de tragédias se sobressai ao simples fato de noticiar. Tudo pela audiência. E quem está errado nesse ciclo vicioso? O público que quer consumir cada vez mais esse tipo de matéria ou os veículos de comunicação que também precisam dessa audiência? Em meio a muito suspense e mistério, Lentes Avulsas convida os leitores a se permitirem analisar todos os ângulos de um fato, por maiores que sejam as evidências. Atual e crítica, a obra traz questionamentos necessários sobre a sociedade contemporânea e questiona: será que tudo o que vemos nos noticiários é realmente a verdade?

Delegado da 20ª Coorpin vai ao Poder Legislativo e ressalta a importância do Iº Encontro do Conseg e Comunidade

  • Brumado Urgente
  • 31 Mai 2019
  • 11:26h

O delegado Rafael Araújo fez uso da tribuna livre da Câmara de Vereadores de Brumado (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)

O delegado plantonista 20ª Coorpin em Brumado, Dr. Rafael Araújo, participou da sessão da Câmara de Vereadores de Brumado para explanar e ressaltar a importância do Iº Encontro do Conseg Comunidade que terá a sua abertura às nesta sexta-feira às 18h desta sexta-feira (31) na Sala de Treinamento da Prefeitura Municipal de Brumado. Ele explicou que primeiramente será feito o credenciamento, para, em seguida, serem apresentadas as autoridades e os membros do Conseg, culminando na palestra do renomado conferencista professor doutor Robertto Cappi que abordará a temática “O papel da comunidade na construção da segurança: do antagonismo ao protagonismo”. Durante o seu pronunciamento o delegado aproveitou para convocar os vereadores e a sociedade em geral para participarem do evento e também dar sugestões para melhorar ainda mais o sistema de segurança de Brumado, o qual teve um grande salto de qualidade que pode ser representado pela instalação do CICOM, que vem sendo uma ferramenta muito produtiva no combate à criminalidade. Por fim ele também comentou o segundo dia do evento, que acontecerá no auditório do IFBA no sábado (01) a partir das 08h30m, onde serão realizados vários círculos de diálogos que culminaram na apresentação das propostas da comunidade. Às 17h será realizada a cerimônia de encerramento.

Região Sudoeste: Madrugada de terror na BR-116

  • Com informações do Blog do Ari Moura
  • 31 Mai 2019
  • 07:26h

Caminhoneiros que passavam pela BR-116 (Rio-Bahia), na madrugada da última terça-feira (28.05.) entre os Kms 540 e 552 passaram momentos de terror, foram obrigados a parar seus veículos por uma quadrilha de assaltantes cujo número de elementos não foram identificados pela Policia Rodoviária Federal, que foi comunicado do fato no posto que fica localizado no município de Milagres já por volta das 4 horas da manhã por um dos motoristas.  A informação de um caminhoneiro foi de que os elementos obrigaram eles a pararem no acostamento da BR-116  foi iniciado um “arrastão”levando pertences e dinheiro dos motoristas . Um motorista teria tentando escapar tirando o caminhão do local quando foi atingido por um disparo de arma de fogo que teria atingido sua cabeça, ele foi socorrido após os assaltantes deixarem o local e teria sido levado para um hospital do município de Itatim e depois levado para Santo Antonio de Jesus (130 Km) que seria o local mais próximo para este tipo de atendimento. Até as 10 horas da manhã de quarta-feira (29.05.) a Delegacia da PRF em Jequié não tinha nenhuma informação sobre o paradeiro dos assaltantes sendo essa uma nova modalidade de ação neste trecho da BR-116. O inspetor Florentino informou a reportagem deste blog que elementos vem praticando pequenos furtos as margens da BR-116 o que já vem sendo levantando pela PRF, mas este acontecimento de terça-feira a policia vai intensificar as investigações até chagar aos elementos. 

CONSEG realizará Encontro para discutir questão da Segurança Pública em Brumado

  • Brumado Urgente
  • 28 Mai 2019
  • 11:05h

(Divulgação)

O tema “Segurança Pública” nunca esteve tão atual, já que é uma preocupação nacional, já que o avanço da criminalidade chegou a um ponto extremo e, devido a isso, os setores organizados da sociedade têm que se reunir para achar saídas e formas de se lidar com essa crise se avolumou nos últimos anos. Em Brumado, apesar de ainda do conceito de “cidade pacata”, ser compatível com diversas correntes ideológicas, a criminalidade teve um crescimento significativo, o que foi uma tendência regional, o que vem obrigado o governo e as autoridades a se mobilizarem para a criação de mecanismos eficientes de combate. Nesse contexto, um dos mais eficientes foi a criação do CONSEG - Conselho de Segurança de Brumado, que é composto por vários órgãos privados e governamentais. Dentro do escopo das ações da entidade, irá ser realizado nestes dias 31 de maio e 1º de junho o Iº Encontro Conseg e Comunidade. A abertura acontecerá às 18h desta sexta-feira (31) no auditório da Prefeitura Municipal, onde será feito primeiramente o credenciamento, para em seguida serem apresentadas as autoridades e às 20h30m ser realizada a Palestra: O Papel da Comunidade na Construção da Segurança: Do Antagonismo ao Protagonismo, a qual será ministra pelo experiente e renomado professor doutor Riccardo Cappi. Já no sábado (01), no auditório do IF-BA acontecerá o Círculo de Diálogos, onde serão colhidas as propostas da comunidade brumadense para otimizar o setor da segurança pública.

'Se um homem entrar na minha casa, é para meter chumbo mesmo', afirma Bolsonaro

  • Redação
  • 13 Mai 2019
  • 18:29h

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender o direito legítimo de defesa pessoal do cidadão, ao comentar o decreto de porte de armas assinado na última semana. "Eu, por exemplo, como homem, tenho que defender a minha mulher. Sei que se um homem entrar na minha casa, é para barbarizar, então é para meter chumbo mesmo", afirmou, em entrevista à rádio Bandeirantes. "Se alguém entrar na sua casa, tem que descarregar nele", aconselhou. Bolsonaro ainda voltou a argumentar que, em referendo em 2005, a maioria da população disse que era a favor do comércio de armas, mas que não foi atendida pelo governo.

Congresso retoma projeto que pune abuso de autoridade

  • Redação
  • 10 Mai 2019
  • 11:39h

Dirigentes de partidos articulam submeter a votação, no curto prazo, do projeto que pune o abuso de autoridade, após a série de derrotas impostas ao governo, e em especial ao ministro da Justiça, Sergio Moro. A ideia é, com o aval dos presidentes das duas Casas do Congresso, trabalhar texto que está no Senado sob a relatoria de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e incluir na proposta medidas de combate ao crime organizado–esvaziando ainda uma das bandeiras do ex-juiz. A articulação para reabilitar projeto que trata do abuso de autoridade cresceu nos últimos dias como forma de reagir à imensa pressão das redes e de grupos de WhatsApp contra a retirada do Coaf das mãos de Moro.

Isidório diz que Bolsonaro quer ‘genocídio’ e promete derrubar decreto de armas

  • bahia.ba
  • 09 Mai 2019
  • 19:34h

Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba

Integrante da bancada evangélica da Câmara dos Deputados, o baiano Sargento Isidório (Avante) confirmou que irá liderar a articulação na Casa parar barrar o decreto presidencial que flexibiliza o porte de armas. O deputado, que também é capitão da Polícia Militar, acusa Jair Bolsonaro (PSL) de querer fazer “um genocídio no país” e “derramar sangue do povo inocente” ao facilitar o acesso às armas para alguns grupos, como políticos, caminhoneiros e jornalistas. “Você acha que todo caminhoneiro tem equilíbrio para usar arma? Imagine no parlamento todo mundo armado. Eu até admito que um juiz de direito possa usar arma, porque são pessoas preparadas psicologicamente, mas liberar arma pra advogado, deputado, motorista de caminhão…? Eu entendo que existem profissões de risco, mas se liberar arma pra todo mundo, vamos viver em um cemitério ambulante”, defende. Para ele, o presidente “está a serviço de empresas de armas, que terão grandes lucros” e a decisão transformará policiais em “fantoches”. “Se todo mundo estará armado, o que a polícia vai fazer mais?”, questiona. Isidório também cita o fato de crianças e adolescentes poderem praticar tiro esportivo sem uma autorização judicial, conforme estabelece o decreto assinado por Bolsonaro. “Pra que alguém quer que criança aprenda a dar tiros?”. Por fim, o parlamentar prometeu união da bancada evangélica para barrar o decreto: “Se a gente deixar passar uma desgraça dessa aqui tempo, estamos cometendo um crime. Na disputa eleitoral ficamos distantes. Um pastor foi para um lado, o outro pastor foi para o outro, mas agora nesta luta estaremos juntos, liderando a frente”.

Decreto abre precedente perigoso mesmo para repórter desarmado

  • Igor Gielo | Folhapress
  • 09 Mai 2019
  • 09:50h

(Imagem Ilustrativa)

O decreto permitindo que jornalistas em coberturas policiais portem armas abre precedentes perigosos mesmo para profissionais que não tenham interesse na proposta. A objetividade jornalística é um preceito fluido, isso é certo, e ao longo da história o papel do repórter no campo dos conflitos humanos sempre foi marcado por ambiguidades. Dos primeiros correspondentes de guerra da era moderna, que ganharam tal denominação no conflito entre russos e a aliança ocidental-otomana na Crimeia em 1853-56, até os atuais repórteres que “sobem morro”, a tendência em ação sempre é ser visto por um lado como aliado do adversário —não menos porque é impossível ser onipresente, seja na Sebastopol do século 19, seja no Haiti dos anos 2000. Com efeito, nos conflitos do século 20 surgiu a figura do repórter combatente. Basicamente, se trata de um soldado cuja função primordial era escrever relatos ou retratar em imagens o que acontecia nos campos de batalha. Como o cinema cansou de mostrar, como em “Nascido para Matar” (Stanley Kubrick, 1987), havia conflitos evidentes no papel de jovens aspirantes a jornalista carregando fuzis nos ombros, mas a filiação sempre foi inequívoca.

A analogia com as possibilidades abertas pelo decreto é óbvia. O jornalista que subir o morro com uma arma na cintura ou no ombro é um alvo evidente dos criminosos sendo combatidos pela polícia. Não será um colete à prova de balas escrito “Imprensa” ou “TV” que o salvará de ser associado aos agentes de segurança atirando. É óbvio que isso já acontece em certa medida, dado que boa parte da cobertura de conflito, seja na Síria ou no Vidigal, parte do princípio que você terá de escolher um terreno para operar. Logo, o risco de ser atingido sempre existe, faz parte do jogo. Essa linha borrada dificulta a caracterização do status de jornalistas sob as Convenções de Genebra, por exemplo, mas certamente carregar armas não irá fazer nada além do que ampliar o alvo nas costas de repórteres. E quem não o fizer, no calor do confronto, poderá ser abatido pela simples possibilidade de estar armado. O argumento da autodefesa fica prejudicado em um tiroteio: ou você estará de um lado, ou de outro. Levando a interpretação ao limite, o decreto quase impõe que repórteres policiais sejam “embedded”, ou seja, acompanhem as tropas do Estado, como acontece em quase todas as guerras. Isso seria fatal para a diversidade de pontos de vista necessária a uma cobertura de conflito urbano no Brasil. Hipoteticamente, um repórter policial portando arma decide acompanhar a ação no morro do lado dos traficantes ou da população local. Desnecessário dizer o que ocorrerá quando ele estiver sob fogo policial —o que, desarmado, é um risco ocupacional, mas ninguém o acusará de ter uma arma na cintura para ameaçar PMs. Há outros pontos. Digamos que o jornalista carrega uma carteira funcional consigo e é abordado em um assalto, ao qual não reage. O bandido poderá se sentir compelido a agir com mais violência, considerando que ele pode estar escondendo uma arma. Acontece isso justamente com policiais fora de serviço, com grande frequência, no Brasil. Segundo a ONG Repórteres sem Fronteiras, morreram no país ao menos 4 dos 80 jornalistas assassinados no mundo nos 11 primeiros meses de 2018. Nenhum ao acompanhar ação policial, todos devido a investigações sobre corrupção, geralmente em rincões.

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Com números alarmantes, governo prepara campanha de combate à violência contra a mulher

  • Redação
  • 02 Mai 2019
  • 17:14h

(Divulgação)

Com números alarmantes, o governo da Bahia prepara campanha de combate à violência contra a mulher, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo. De acordo com a publicação, dados preliminares “alarmaram” o governador da Bahia, Rui Costa (PT). Só nos primeiros 95 dias de 2019, as delegacias de atendimento à mulher de Brotas e Periperi, dois bairros de Salvador, registraram 3.020 denúncias. Filme produzido pelo governo baiano traça uma espécie de linha do tempo do feminicídio. “Antes do tiro, o tapa. Antes do tapa, o grito. Antes do grito, o controle. Antes do controle, o machismo”, pontua.

Governo deve editar decreto para facilitar transporte de armas para atiradores

  • FolhaPress
  • 01 Mai 2019
  • 08:42h

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse nesta terça-feira (30) que o governo deve editar na próxima semana um decreto que flexibiliza as regras de transporte de armas para caçadores, colecionares e atiradores esportivos. "Desde a campanha o presidente vem imaginando permitir uma certa abertura no transporte para caçadores, atiradores e colecionadores de armas. Especialmente dos atiradores, da sua casa para o estande de tiro, onde ele vai realizar o seu treinamento esportivo", disse o porta-voz.  Segundo o porta-voz, tem por objetivo o transporte das armas registradas da residência dos colecionadores e dos atiradores esportivos, por exemplo, para os estandes de tiro. O próprio presidente Jair Bolsonaro já havia dito que pretendia criar novas regras para colecionadores, atiradores e caçadores (conhecidos pela siga CAC) em meados de abril, durante uma live nas redes sociais. Uma das primeiras medidas do seu governo foi a edição de um decreto facilitando a posse de armas de fogo.

Bolsonaro defende isenção de punição para proprietários rurais que atirarem em invasores

  • Redação
  • 29 Abr 2019
  • 19:48h

(Foto: Extra)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pretende enviar à Câmara dos Deputados um projeto a fim de isentar de punição os proprietários rurais que atirarem em invasores de suas terras. A informação foi revelada pelo  presidente durante a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), em Ribeirão Preto. “Vai dar o que falar, mas é uma maneira que nós temos de ajudar a combater a violência no campo é fazer com que, ao defender a sua propriedade privada ou a sua vida, o cidadão de bem entre no excludente de ilicitude. Ou seja, ele responde, mas não tem punição. É a forma que nós temos que proceder. Para que o outro lado, que desrespeita a lei, tema vocês, tema o cidadão de bem, e não o contrário”, disse o presidente à plateia formada por ruralistas.

Presídios da Bahia estão 29,5% acima da capacidade; estado possui 3º menor índice de superlotação do país

  • G1 | BA
  • 26 Abr 2019
  • 08:44h

(Foto: Reprodução)

Um levantamento feito pelo G1 em todo o Brasil aponta que os presídios da Bahia estão 29,5% acima da capacidade total, índice que coloca o estado como o terceiro menos superlotado do país e menos superlotado do Nordeste. Na Bahia, somando todos os regimes de prisão, 15.660 pessoas estão encarceradas no sistema prisional, que dispõe de 12.095 vagas. O levantamento, realizado dentro do Monitor da Violência, foi feito com base nos dados dos 26 estados e do Distrito Federal. Os dados foram levantados pelo G1 via assessorias de imprensa e por meio da Lei de Acesso à Informação e são referentes a março/abril, os mais atualizados do país. O último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), do governo, é de junho de 2016 – uma defasagem de quase três anos. 

O índice de superlotação carcerária na Bahia é menos da metade da média nacional, que registra excedente de 70%. Os dados deixam a Bahia atrás apenas de Santa Catarina, que tem superlotação em 23,1%, e do Paraná, que tem o menor índice excedente do país: 15,4%.

Atualmente, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Bahia tem população estimada de 14.812.617 pessoas. A partir desse número, é possível afirmar que, a cada 945 baianos, um está encarcerado.

O estado com a maior superlotação da população carcerária do Brasil é Pernambuco, com 178,6% dos detentos excedendo a capacidade dos presídios, que é de 11.767 vagas, 328 a menos que a Bahia.

Em comparação com o número total de presos e a estimativa populacional, é possível afirmar ainda que a Bahia tem população carcerária maior que a do estado pernambucano, mesmo tendo menor índice de superlotação nos presídios: a cada 5.187 pessoas do PE, uma está presa.

Das 15.660 pessoas encarceradas na Bahia, 7.898 são presos provisórios, ou seja: aguardam algum tipo de decisão judicial.

Percentualmente, os presos provisórios representam cerca de 50,4% do total de detentos do estado. A Bahia não tem um número de quantos desses presos estão em delegacias ou cadeias comuns.

Além dos números gerais referentes à população carceraria, o levantamento traz ainda informações sobre ocupação dos presos. Dos 15.660 encarcerados, 2.306 (14,7%) trabalham e 3.060 (19.5%) estudam.

 

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