BUSCA PELA CATEGORIA "Saúde"

Como evitar enjoos e tontura durante a viagem?

  • 01 Jul 2017
  • 18:09h

Muita gente enjoa em viagem, mas por que isso acontece? Pra evitar, é bom comer antes ou viajar em jejum? O Bem Estar tirou essas dúvidas no programa desta quinta-feira (29), que teve a participação da consultora e pediatra Ana Escobar e a otorrinolaringologista Juliana Duarte. Segurar uma chave, cheirar limão, cheirar a palma da mão... Nada disso tem comprovação científica de que evita o enjoo. Os especialistas sugerem medidas mais eficazes, como evitar álcool e refeições pesadas antes de viajar, ficar o mais parado possível, olhar algo estável como o horizonte ou fechar os olhos. Temperatura agradável e a ventilação no carro, por exemplo, também podem ajudar. De acordo com a otorrinolaringologista, enjoo e tontura estão relacionados a várias situações. A tontura pode ocorrer após uma crise de vômito causado pelo movimento ou com origem no sistema digestivo. Quem tem problemas do labirinto, como a labirintite, pode sentir enjoo, assim como quem tem enxaqueca. É preciso investigar a causa do vômito ou tontura e ficar alerta aos sinais como: vômito verde ou com sangue, vômito que não cessa sozinho, desmaios, alterações no nível de consciência, visão dupla, alterações de força muscular e alterações na fala. E nada de se automedicar. Alguns medicamentos podem provocar graves efeitos colaterais. Uma das reações é a extrapiramidal, uma sensação de que você está fora do mundo. Essa reação tá na bula de remédios que têm na composição as substâncias bromoprida e metaclopramida, e acontece porque age na dopamina, responsável por manter o equilíbrio. Quem tem esse tipo de reação deve sempre avisar ao médico ou enfermeiro.

Cientistas identificam proteína que controla metástase do câncer de pele

  • Bem Estar
  • 29 Jun 2017
  • 12:08h

Foto: Ilustração

Cientistas identificaram uma proteína do câncer que controla a disseminação da doença a partir da pele para outros órgãos e sugeriram, nesta quarta-feira (28), que bloqueá-la pode ser um tratamento efetivo para combater a metástase. Trabalhando com camundongos geneticamente modificados para desenvolver câncer de pele humana, a equipe descobriu que a proteína desempenha um papel importante na promoção, ou inibição, da metástase - quando o câncer se espalha de uma área (ou órgão) para outra. Chamada de Midkine, a proteína é secretada por melanomas, o tipo mais grave de câncer de pele, antes de se transportar para uma parte diferente do corpo do rato e iniciar ali a formação do tumor, disseram os pesquisadores. Em observações subsequentes em humanos, níveis elevados de Midkine nos linfonodos de pacientes com câncer de pele eram preditivos de resultados "significativamente piores", informou a equipe na revista científica "Nature". Isso aconteceu mesmo quando não havia células tumorais nos linfonodos. "Na Midkine encontramos uma possível estratégia que merece ser considerada para o desenvolvimento de medicamentos", disse Marisol Soengas, do Centro Nacional de Pesquisa do Câncer em Madri, coautora do estudo. A detecção precoce é importante no melanoma. Depois que ele começa a se espalhar, o prognóstico do paciente geralmente é desfavorável.

Doenças respiratórias e cardíacas requerem atenção especial no inverno

  • 28 Jun 2017
  • 08:02h

Foto: Ilustração

Com a chegada do inverno, que teve início na última quarta-feira (21), algumas doenças requerem atenção especial. A mais comum delas é a infecção respiratória. Resfriados, rinite e bronquite costumam ser mais frequentes com as mudanças de temperatura e o tempo seco. Mas o estilo de vida mais sedentário e as alterações no organismo por conta da estação também aumentam os riscos de doenças do coração. O otorrinolaringologista Thiago Bezerra explica que a menor umidade e o resfriamento do ar deixam a mucosa nasal mais suscetível a infecções. A tendência de um maior confinamento em lugares fechados também aumentam a circulação de germes. “Daí vem aquela principal medida para evitar a difusão dessas infecções de vias aéreas superiores: lavar as mãos regularmente”, destacou o médico, que é membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ele destaca ainda outra medida simples, como o não compartilhamento de utensílios domésticos – como copos, pratos e talheres – quando um integrante da família estiver gripado. Para os quadros de rinossinusite, é fundamental lavar o nariz com soro fisiológico ou solução salina, que ajuda a desobstruir as vias e a diminuir a possibilidade de infecção.

 Os cuidados com o coração também são necessários nessa época de frio mais intenso em algumas partes do país. De acordo com o cardiologista Américo Tângari Júnior, a alimentação pesada, a maior probabilidade de abandono dos exercícios físicos e até mesmo uma gripe, favorecem as doenças do coração. “As mortes por enfarte do miocárdio aumentam 30% durante o inverno, segundo estudos feitos em todo o mundo há pelo menos 50 anos”, disse. Em relação às infecções respiratórias, ele aponta que o risco de ataque cardíaco aumenta 17 vezes após doenças como pneumonia, gripe ou bronquite, segundo pesquisa da Universidade de Sydney, publicada no Internal Medicine Journal. Tângari Júnior destaca que, segundo o estudo, uma das hipóteses “para que a exposição a infartos seja maior após o registro de infecções respiratórias é a ocorrência de alterações no fluxo sanguíneo”. “A pessoa deve manter no inverno a frequência, o volume e a intensidade da atividade física costumeira”, indica.

CONTINUE LENDO

Azeite ajuda a combater Alzheimer

  • Tribuna da Bahia
  • 24 Jun 2017
  • 11:07h

Foto: Ilustração

O consumo rotineiro de azeite de oliva extravirgem protege da demência e do Alzheimer: esta é a principal conclusão de um estudo realizado por italianos recém publicado na revista científica "Annals of Clinical and Translational Neurology". Conduzida pelo professor Domenico Praticò, da Lewis School of Medicine da Universidade de Temple, nos Estados Unidos, a pesquisa também teve a colaboração de Luigi Iuliano, da Universidade Sapienza de Roma. Os estudiosos chegaram à conclusão que o azeite de oliva extravirgem ativa os processos de proteção do interior do cérebro e assim consegue combater doenças degenerativas além de ajudar na preservação da memória. Para isso, os pesquisadores usaram como cobaias ratos que iriam desenvolver Alzheimer. Os animais foram divididos em dois grupos e em um deles foi adicionado o azeite na dieta. Tempos depois, os ratos que tinham consumido o produto, de origem italiana, cotidianamente estavam com um cérebro mais saudável e lúcido do que os mamíferos que não tiveram o azeite na sua alimentação. Em particular, no cérebro dos primeiros, as sinapses (pontos de comunicação entre os neurônios) ainda estavam íntegras e o mecanismo de proteção chamado "autofagia", no qual as células "limpam" o cérebro de detritos tóxicos, estava mais ativo. Assim, no primeiro grupo estavam presentes no cérebro um número menor de peptídeos beta amiloide e de proteínas tau que, em grande quantidade, indicam demência. 

Novo tipo de tatuagem muda de cor para controlar a diabetes

  • G1
  • 24 Jun 2017
  • 07:20h

Foto: Ilustração

Em um futuro não muito distante, pode ser que símbolos, desenhos, palavras e frases não sejam mais tatuados no corpo apenas por vaidade estética. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e de Harvard desenvolveram uma tatuagem biossensorial. Feito com uma tinta especial, o desenho permanente promete atuar como uma espécie de aparelho portátil para portadores de diabetes, mudando de cor em tempo real para alertar sobre o nível de glicose no sangue. A tinta hi-tech, batizada pelos cientistas de Dermal Abyss, contém componentes químicos que avisam que algo está fora de equilíbrio toda vez que a tatuagem mudar de cor – não apenas o nível de glicose, mas também de sódio e pH. Em nota, o MIT explica que as "tatuagens inteligentes" são úteis para detectar diabetes, desidratação ou aumento do nível de pH no sangue. É verdade que a nova tecnologia ainda é invasiva, mas, uma vez tatuada, a pessoa não vai ter mais de passar pelo processo diário de picar a ponta dos dedos ou usar um equipamento para monitorar a glicose. E isso para o resto da vida. Quando o nível de glicose no sangue aumenta, a tinta muda de azul para marrom, indicando a necessidade de insulina. Um efeito similar acontece com o sensor do pH. Ao medir a alcalinidade do fluido intersticial, solução presente entre as células do corpo, a tinta muda de roxo para rosa. Já o sensor de sódio, iluminado por luz negra, mostra o verde mais vibrante de acordo com a concentração do sal. Até agora, a tinta só foi testada na pele de porcos, a qual é muito similar à do corpo humano. Os pesquisadores afirmam que o procedimento funciona, mas salientam que ainda há muitas incógnitas para realizar o teste em animais vivos, como alergia, precisão e durabilidade.

Nova resolução pode liberar aplicação de vacinas em farmácias

  • G1
  • 21 Jun 2017
  • 15:10h

Foto: Ilustração

Uma nova resolução que trata dos requisitos mínimos para serviços de vacinação no país está em fase de análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, caso seja aprovada, permitirá que farmácias apliquem vacinas. Atualmente, somente clínicas de vacinação, que têm um médico como responsável técnico, estão autorizadas a oferecer o serviço fora do sistema público de saúde. Entidades que representam os farmacêuticos defendem que a medida ampliará o acesso da população às vacinas. Já entidades médicas expressam temor de que a nova resolução possa reduzir as exigências atualmente aplicadas aos serviços de vacinação, o que acarretaria risco para a população. A proposta já passou por uma consulta pública, em maio, e agora está na última etapa do processo de regulamentação antes da decisão final. O texto submetido à consulta não menciona as farmácias especificamente, mas abre essa possibilidade ao não limitar o serviço de aplicação de vacinas às clínicas. A regra estabelece como deve ser a estrutura física do estabelecimento que aplicará a vacina e determina que as vacinas que não estão contempladas pelo Programa Nacional de Vacinação do SUS somente poderão ser aplicadas mediante prescrição médica. Em nota enviada ao G1, a Anvisa observa que a aplicação de vacinas em farmácias já estava prevista desde 2014, por meio da Lei 13.021/2014, que dispõe sobre os exercícios das atividades farmacêuticas. Porém, até hoje, a atividade não era colocada em prática por falta de um regulamento que tratasse do assunto.

Viciados em redes sociais têm mais chances de desenvolver depressão

  • 11 Jun 2017
  • 16:07h

Foto: Ilustração

Passar muitas horas nas redes sociais pode ser um forte indicativo de depressão e, em alguns casos, agrava o quadro da doença em pacientes diagnosticados. “As pessoas publicam apenas as coisas boas de suas vidas, como viagens, idas a bons restaurantes e momentos de festa com os amigos. Isso gera sentimentos de frustração, insegurança e pode desencadear depressão em quem acompanha a vida dos outros nas redes sociais, uma vez que a pessoa passa a acreditar que a sua vida é menos interessante que a dos outros”, explica a psicóloga  Ana Luíza Martins. Segundo estudo realizado pela Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que entrevistou 1.787 adultos com idades entre 19 e 32 anos, os “heavy users” (usuários que passam grande parte do tempo na Internet) têm quase três vezes mais chance de sofrer de depressão do que aqueles que conferem suas redes sociais com menos frequência. Considerada uma doença silenciosa, a depressão é, muitas vezes, ignorada pela falta de conhecimento. Mas, segundo Ana Luíza Martins, familiares e amigos próximos podem observar sinais de que algo errado está acontecendo. “É importante ficarmos atentos às pessoas que estão ao nosso redor. Mudanças em hábitos, como comer, beber ou dormir, oscilações de humor como mais tristeza e/ou mais irritabilidade, forçar um semblante feliz, falar de maneira mais filosófica do que o normal, sentir as coisas de forma mais intensa e ter um ponto de vista menos otimista são alguns sintomas”, explica. Segundo a OMS, a doença afeta 4,4% da população mundial. O Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina, afetando 11,5 milhões de brasileiros (5,8% de sua população).

Tabaco mata mais de 7 milhões por ano, diz OMS

  • Veja
  • 30 Mai 2017
  • 20:00h

Foto: Ilustração

O tabaco mata, por ano, mais de sete milhões de pessoas no mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira, em razão do Dia Mundial Sem Tabaco. No documento, a instituição avaliou o impacto do consumo da substância na saúde, na economia e no meio ambiente e defendeu a proibição da propaganda e o aumento dos preços e impostos sobre o produto, como forma de reduzir seus males. “O tabaco é uma ameaça para todos. Agrava a pobreza, reduz a produtividade econômica, afeta negativamente a escolha dos alimentos consumidos nas residências e polui o ar em ambientes fechados”, afirmou Margaret Chan, diretora geral da OMS, em um comunicado. No início do século, o tabagismo beirava um índice de mortalidade de quatro milhões. Hoje, ele atinge mais de sete milhões de pessoas, matando metade dos fumantes e custando aos governos e populações cerca de 1,4 trilhão de dólares anuais em gastos com saúde e perda de produtividade. Segundo a OMS, o cigarro e as doenças relacionadas afetam principalmente pessoas pobres. Até o final do século, a agência da ONU estima que o tabaco irá contabilizar mais de um bilhão de mortes no mundo.

Benefícios do sono depois do almoço

  • 28 Mai 2017
  • 18:00h

Foto: Ilustração

Os médicos confirmam: aquela vontade irresistível de tirar uma soneca depois do almoço faz bem. Mas atenção – são só 40 minutos. E o que comer antes de dormir? Quanto tempo esperar para dormir depois do jantar? Para tirar todas as dúvidas, convidamos o endocrinologista Bruno Halpern e a nutricionista Lara Natacci ao Bem Estar desta sexta-feira (26). Segundo o endocrinologista, quanto menos comermos à noite, melhor é para o organismo e também para ter uma boa noite de sono. Isso porque o corpo é feito para trabalhar durante o dia e descansar à noite. Se por um lado comer e dormir em seguida à noite não é legal, comer e tirar uma soneca depois do almoço traz muitos benefícios, como a melhora da atenção e até da performance. Essa cochilada de 15 a 40 minutos é reparadora para o organismo. Não prejudica a digestão porque o metabolismo está funcionando normalmente e também porque não dá tempo de entrar em sono profundo.

Risco de câncer de mama cresce com uso de bebida alcoólica

  • Tribuna da Bahia
  • 28 Mai 2017
  • 10:00h

Foto: Ilustração

Um copo de vinho todos os dias, ou de qualquer outra bebida com mais de 10 gramas de álcool, aumenta o risco de ter câncer de mama pré e pós-menopausa em 5% e 9%, respectivamente, de acordo com relatório do Instituto Americano para Pesquisas do Câncer (AICR) e do Fundo Mundial de Pesquisas do Câncer (WCRF). A revisão informou que o exercício de alta intensidade, como correr ou andar de bicicleta com uma velocidade alta, diminui o risco do câncer de mama pré-menopausa em 17% e em 10% no pós. “Com este relatório abrangente e atualizado, a evidência é clara: ter um estilo de vida fisicamente ativo, manter um peso saudável e limitar o álcool são passos que as mulheres devem tomar para reduzir o risco do câncer”, disse Anne McTiernan, autora principal do relatório. O texto analisou 119 estudos, somando dados de 12 milhões de mulheres e 260 mil casos da câncer de mama. Veja outros fatores apontados pelo levantamento como risco para o câncer de mama: Estar acima do peso aumenta o risco de ter câncer de mama pós-menopausa, tipo mais comum. Mães que amamentaram têm menos risco de contrair o tumor no seio. Maior ganho de peso durante a vida adulta aumenta a chance de câncer. O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, com mais de 252 mil casos por ano. O instituto americano afirma que um em cada três casos poderiam ser evitados com limitação do uso de álcool, atividades físicas e peso saudável.

Hipertensão: a importância de conhecer, evitar e controlar

  • VEJA
  • 21 Mai 2017
  • 15:05h

Foto: Ilustração

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). A hipertensão resulta em complicações em órgãos vitais como coração, cérebro, rins e vasos sanguíneos e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares, muitas vezes fatais. Hipertensão é fator de risco modificável. A HAS é muito comum na população e é considerada um dos principais fatores de risco (FR) modificáveis e um dos mais importantes problemas de saúde pública. A mortalidade por doença cardiovascular (DCV) aumenta progressivamente com a elevação da PA a partir de 115/75 mmHg. Atualmente, cerca de 10 milhões de mortes no mundo são atribuídas à elevação da PA (secundárias a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais isquêmicos e hemorrágicos e a doença coronária), sendo mais da metade em indivíduos entre 45 e 69 anos. Em nosso país, as DCV têm sido a principal causa de morte nos últimos anos, e estratégias para detecção da HAS, de controle e de prevenção são fundamentais para a redução de mortes cardiovasculares. A HAS resulta na ocorrência de acidente vascular (derrame cerebral), doença coronária (angina e infarto), cardiomiopatia (doença do músculo cardíaco), retinopatia (podendo resultar em cegueira) e doença renal terminal, resultando em um número elevado de pacientes com necessidade de diálise. Inquéritos populacionais em cidades brasileiras nos últimos 20 anos apontaram uma prevalência de HAS acima de 30%, com mais de 50% entre 60 e 69 anos e 75% acima de 70 anos, com proporção semelhante entre homens e mulheres.

Alerta: novo teste indica 40% de contaminação em medicamento para leucemia importado pelo governo

  • Brumado Urgente
  • 04 Mai 2017
  • 16:07h

Foto reprodução

De acordo com o site G1, o teste encomendado pelo Centro Boldrini, referência no tratamento do câncer infantil, para verificar a eficácia da Leuginase -medicamento chinês importado pelo Ministério da Saúde desde o início do ano para tratamento da Leucemia Linfóide Aguda (LLA),  apresentou resultados preocupantes para os pacientes. O laudo apontou que 40% do produto está contaminado por proteínas, o que, segundo especialistas, não garante a eficiência do remédio. De acordo com especialistas, cerca de 4 mil crianças precisam de um componente chamado asparagina, que tira o alimento das células malignas da LLA. Até o início deste ano, o Ministério da Saúde importava a Asparaginase de laboratórios alemães e americanos, cuja eficiência é de 90% e possui apenas três impurezas, segundo testes. No entanto, o impasse começou quando, no início do ano, a pasta decidiu comprar o remédio do fabricante chinês.

Mulher supera depressão e síndrome do pânico após adotar mais de 50 animais

  • 30 Abr 2017
  • 09:02h

Uma paulista cuidadora de 53 gatos e sete cachorros, Katiusca Angélica Lopes Ribeiro, de 38 anos, afirmou ter sido curada da síndrome do pânico e da depressão por conta de seus animais. "Tudo começou quando eu ainda estava noiva e encontrei um cachorro da raça Perdigueiro, que estava abandonado. Na época, meu marido morava em uma casa de dois cômodos e lá acolhemos esse cão que tinha quase o meu tamanho. Em dezembro de 2016 fui diagnosticada com síndrome do pânico e começo de depressão por ser muito nervosa. Alguns dias não tinha vontade de sair da cama, mas sempre levantava, pois sabia que eles dependiam de mim. Eles me salvaram", afirmou. Para ela, o desenvolvimento da síndrome foi ocasionada por uma sobrecarga de tarefas. Para ela, o que a ajuda é cuidar todos os dias de seus animais. "É graças a eles que eu tenho vontade de sair de casa", afirmou.

Pressão alta é a doença que mais mata no Brasil

  • 29 Abr 2017
  • 17:11h

(Foto: Reprodução)

Um dos grandes e mais comuns problemas de saúde no mundo todo é a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), popularmente conhecida como pressão alta. Seu diagnóstico consiste no paciente apresentar níveis de pressão arterial superiores a 140x90 mm hg, acima dos 120x80 mm hg, considerados padrão.  De acordo com o clínico geral do Hospital e Maternidade São Cristóvão em São Paulo, Vagner Sanches Nakayama, os portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica têm um significativo aumento de risco quanto a eventos cardiovasculares a curto ou longo prazo, devendo o quanto antes iniciar tratamento. “Uma grande preocupação com relação ao diagnóstico da pressão alta é sua traiçoeira natureza assintomática em grande parte da população hipertensa. Então, demora para ser diagnosticada e tratada. Normalmente, só é descoberta quando há uma primeira complicação cardiovascular, normalmente um Acidente Vascular Cerebral (geralmente um AVC isquêmico, gerando uma espécie de obstrução ao fluxo arterial, impedindo a passagem de oxigênio e nutrientes para as células cerebrais)”, explica o especialista.  

No entanto, nos pacientes sintomáticos, alguns indícios podem ser observados como suspeita de pressão alta, são eles: cefaleia, tonturas, fadiga, alterações visuais, palpitações, sudorese, perda ou ganho de peso, entre outros sintomas. Segundo Vagner, cerca de 95% dos casos têm causa desconhecida e são chamados de Hipertensão Primária ou Hipertensão Essencial. Os outros 5% com causa conhecida são chamados de Hipertensão Secundária.  “Acredita-se que a Hipertensão Primária seja uma consequência de fatores genéticos associados a diversos fatores ambientais, como ingestão excessiva de sal na dieta, obesidade, estresse, entre outros. Já na Hipertensão Secundária, é mais comum que a causa seja por doenças renais, uso de anticoncepcional oral, doenças das glândulas adrenais, doenças cardíacas, doenças da tireoide, doenças hematológicas, uso de drogas ou determinadas medicações”, esclarece. No Brasil, estudos de prevalência estimam que a pressão alta acometa aproximadamente 35% da população adulta, chegando a cerca de 75% naqueles acima de 75 anos. As consequências da pressão alta não controlada ocorrem no corpo todo, como: lesão vascular nos vasos sanguíneos (que dificulta a passagem do sangue e afeta a irrigação de todos os órgãos e tecidos) e no coração (insuficiência cardíaca, infarto, morte súbita); doença cerebrovascular (afeta os vasos cerebrais, sendo a maior causa de óbito no Brasil); nefropatia (alteração da função renal); retinopatia (lesão das pequenas artérias e arteríolas da retina, gerando o comprometimento da visão); além de outras lesões, como risco de surgimento de aneurisma da aorta (dilatação) e trombose arterial nos membros inferiores (coágulo sanguíneo). 

CONTINUE LENDO

Mais Médicos: Governo abre edital com 2.394 vagas voltadas para profissionais brasileiros

  • 23 Abr 2017
  • 14:05h

(Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (20), um novo edital do Programa Mais Médicos, com a oferta de 2.394 vagas, voltadas prioritariamente para profissionais com registro no Brasil. As oportunidades fazem parte do processo de reposição e substituição de médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), por brasileiros. Neste processo serão repostas também vagas provenientes de desistências e de encerramento de contrato. Os interessados em ocupar um posto de trabalho no programa devem se inscrever até o dia 26 de abril, por meio do sistema do Programa Mais Médicos, podendo escolher quatro municípios de preferência. A seleção seguirá critérios, como experiência em Saúde da Família ou especialização na área. O resultado das inscrições validadas deve ser divulgado no dia 10 de maio, e a escolha de município está prevista para os dias 11 e 12. Caso nem todas as vagas sejam ocupadas com profissionais formados no país, as oportunidades remanescentes serão ofertadas a brasileiros com diploma estrangeiro (clique aqui para acessar o edital).