BUSCA PELA CATEGORIA "Saúde"

SUS vai distribuir novo medicamento para tratar tuberculose a partir de maio

  • 24 Mar 2018
  • 17:00h

Um novo medicamento para tratar tuberculose deve chegar à rede pública de saúde em maio. O medicamento isoniazida, de 300 miligramas permitirá a substituição de três comprimidos por apenas um. A expectativa é que a mudança garanta mais conforto aos pacientes. Segundo o Ministério da Saúde, foram adquiridas cinco mil caixas do remédio, que correspondem a 2,5 milhões de comprimidos. A implantação do medicamento será acompanhada por uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Os estudos terão apoio de pesquisadores externos nos estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal, que receberão, inicialmente, o medicamento. Em 2017, foram registrados 69,5 mil novos casos e 13.347 casos de abandono do tratamento de tuberculose. No mesmo ano, o percentual de cura de casos novos foi 73%, sendo que os estados do Acre (84,2%), de São Paulo (81,6%) e do Amapá (81,7%) alcançaram os maiores percentuais de cura. Para estimular o tratamento da doença, neste sábado (24) Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o ministério lança a campanha Tuberculose Tem Cura. Todos juntos contra a tuberculose. A campanha vai ao ar entre os dias 23 e 30 de março e visa a conscientizar as pessoas a procurarem unidades de saúde para o diagnóstico, e os pacientes a realizarem o tratamento completo para atingir a cura.

Vacina contra o zika tem potencial para prevenir doença na gestação, diz estudo

  • 24 Set 2017
  • 10:09h

(Foto: Reprodução)

Um estudo científico, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), detectou que a dengue pode representar um risco à vida do feto. Com isso, a zika, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, deixa de ser a única infecção por arbovirose a ser considerada letal para um bebê em desenvolvimento. Conforme a pesquisa, publicada na edição de setembro do periódico The Lancet, ter dengue durante a gestação quase dobra a probabilidade de um bebê nascer morto ou morrer durante o parto, enquanto a dengue severa aumentaria em cinco vezes as chances de um natimorto – nome dado à morte do feto acima de 500g dentro do útero ou durante o parto. Os pesquisadores chegaram a essa constatação a partir da análise dos registros de sistemas de informações brasileiros. Para chegar a tais resultados, os pesquisadores cruzaram os dados de mais de 162 mil natimortos e 1,5 milhão de nascidos vivos, sendo que, desses, 275 natimortos e 1.507 nascidos vivos tinham sido expostos a dengue. Apesar de, desde os anos 1980, o Brasil passar por sistemáticas epidemias de dengue, a doença era considerada letal apenas quando atingia sua forma hemorrágica, que agravava o quadro do infectado podendo levar a morte. 

No entanto, com a epidemia de anomalias congênitas associadas à zika ocorrida em 2015, a investigação científica se voltou para os efeitos das infecções virais durante a gestaçãoEste é o primeiro estudo realizado em larga escala a demonstrar a associação, segundo a Fiocruz. Apenas um estudo anterior, com uma pequena amostra de um hospital, indicou a relação entre a infecção e natimorto. A autora principal do estudo é a pesquisadora do Cidacs Enny Paixão, doutoranda da London School of Hygiene & Tropical Medicine, em Londres. O artigo com o resultado da pesquisa contou com a autoria dos pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) Enny Paixão, Mauricio Barreto, Maria Glória Teixeira e Laura Rodrigues, em parceria com pesquisadores do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Universidade de São Paulo (USP) e da London School of Hygiene & Tropical Medicine, no Reino Unido.

CONTINUE LENDO

Conviver com animais desde criança reduz o risco de asma

  • Veja
  • 21 Set 2017
  • 09:10h

Foto: Reprodução

Se você acha que um ambiente livre de animais é a melhor forma de evitar alergias, temos uma contraprova. De acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Allergy and Clinical Immunology, ter animais em casa (até mesmo baratas e ratos!) durante os três primeiros anos de vida pode prevenir o desenvolvimento da asma. 

O estudo

No estudo, os pesquisadores acompanharam 442 crianças, sendo 130 delas asmáticas, durante os sete primeiros anos de vida . Depois de coletarem amostras de poeira de suas casas, procurando por alérgenos, eles descobriram que a exposição a gatos, ratos e baratas até os 3 anos reduzia a probabilidade de a criança ter asma. Algumas bactérias também podem desencadear o desenvolvimento da asma, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor essa associação. Resultados semelhantes foram associados aos alérgenos de cachorros, entretanto, não foram estatisticamente relevantes na pesquisa.

Alérgenos

Por outro lado, como já foi apontado por estudos anteriores, a exposição pré-natal à fumaça do cigarro, ao stress e à depressão materna, são fatores que podem aumentar o risco da condição nas crianças. “Estamos aprendendo cada vez mais sobre como o ambiente na primeira fase da vida pode influenciar o desenvolvimento de certas condições de saúde”, disse Anthony Fauci, um dos pesquisadores e diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, nos Estados Unidos. “Se pudermos desenvolver estratégias para prevenir a asma antes de seu desenvolvimento, podemos ajudar a aliviar as crises que a doença provoca em milhões de pessoas pelo mundo."Sabe-se que, uma vez que a pessoa possui asma, certos alérgenos podem piorar os sintomas, causando crises respiratórias. A exposição a certos alimentos, substâncias, como o pólen, e microrganismos, como ácaros, deve ser evitada. No entanto, novas pesquisas sugerem que a convivência com animais de estimação, e algumas pestes e bactérias, desde cedo pode ter um preventivo.

Planos de saúde populares podem estar disponíveis ainda este ano

  • R7
  • 20 Set 2017
  • 16:01h

Foto: Ilustração

Planos de saúde populares podem começar a ser vendidos ainda este ano, anunciou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. O início da comercialização depende da conclusão de análise técnica da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) sobre a flexibilização da regulamentação de planos de saúde no País. Na semana passada, o grupo de trabalho inicial responsável por analisar o tema publicou seu relatório final. Segundo Barros, com o aumento do acesso privado, o SUS (Sistema Único de Saúde) poderá oferecer melhor atendimento a quem não pode pagar por um plano, um contingente de 150 milhões de brasileiros. Ao Ministério de Saúde compete dar saúde a todos os brasileiros, que tem ou não tem plano de saúde. É isso que determina a Constituição. Evidentemente, quanto mais brasileiros tiverem cobertura de planos pagos por seus patrões, patrocinadores ou pagos individualmente, esses brasileiros diminuem a pressão sobre a fila do SUS, que atende aqueles que só dependem do SUS, não tem capacidade financeira ou a sua empresa não pode ofertar um plano de saúde para aqueles trabalhadores.

A declaração foi feita durante a abertura da 8ª Conseguro (Conferência Brasileira de Seguros), que discute até quinta-feira (21) “o desafio da retomada do crescimento”. O ministro explicou que o objetivo do Projeto de Plano de Saúde Acessível é ampliar ao máximo a cobertura de planos de saúde à população “para que esta responsabilidade de financiamento da saúde seja dividida”. Já é hoje 55% do investimento em saúde do setor privado e 45% do setor público. Então, quanto mais nós tivermos a cooperação de empresários financiando a saúde de seus funcionários, de planos individuais, mais qualidade nós podemos oferecer a quem depende do SUS. Para tanto, Barros informa que estão sendo analisadas alternativas como flexibilizar o rol mínimo de atendimento, regionalizar a cobertura para os procedimentos e a co-participação do beneficiário no pagamento dos serviços utilizados. Segundo ele, “na maioria dos casos, a ANS diz que aquela opção já está disponível no mercado”.

CONTINUE LENDO

Campanha Nacional de Multivacinação já imunizou 77 mil crianças e adolescentes na Bahia

  • 19 Set 2017
  • 17:10h

(Foto: Reprodução/TV Bahia)

Campanha Nacional de Multivacinação, que começou em 11 de setembro e segue até sexta-feira (22), imunizou até esta segunda-feira (18) 77.308 crianças e adolescentes em toda a Bahia. A Secretaria de Saúde do Estado da bahia (Sesab) informou que não há uma meta ou estimativa do prúblico-alvo, já que a campanha tem o objetivo de ampliar a cobertura vacinal da população, bem como proteger crianças e adolescentes que possam estar com alguma dose atrasada. Estão disponíveis 14 vacinas para crianças e cinco para adolescentes. No último sábado (16), quando foi realizado o Dia-D da campanha, o movimentos nos postos de vacinação foi tranquilo em todo o estado. Segundo a Sesab, das 77.308 doses aplicadas até o momento durante a campanha, 55.808 foram direcuionadas a crianças e 21.500 a adolescentes. Crianças (0 a 5 anos; e 9 anos) e adolescentes (10 a 14 anos) devem ser levadas para complementar o cartão de vacinação ou tomar uma vacina que ainda não foi aplicada. Segundo informações da Sesab, todos os 417 municípios participam da campanha. A população deve ser dirigir aos postos e centros de saúde municipais, levando a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes.

Mesmo com 142 mil voluntários inscritos para doação de medula óssea, BA tem 47 pessoas na espera por transplante

  • 17 Set 2017
  • 07:06h

(Foto: Reprodução)

Mesmo com 142 mil voluntários inscritos para doação de medula óssea, o estado da Bahia possui atualmente 47 pessoas na espera por um transplante, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (15) pelo Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), véspera do "Dia Mundial do Doador de Medula Óssea". O órgão foi criado em 1993 para reunir informações de doadores e receptores. A médica do Redome, Danielli Oliveira, explica que a falta de compatibilidade entre os doadores cadatrados como voluntários e os receptores, ou mesmo a não realização de atualização cadastral por parte de quem se disponibiliza a doar podem ser fatores determinantes para que os transplantes não sejam realizados. Além disso, segundo ela, a falta de informações sobre o processo de doação pode atrapalhar. "Quando a pessoa entra para buscar um doador, ela pode achar de forma rápida ou não. Isso vai vai depender da característica genética. Tem pessoas que se cadastram para receber um transplante e conseguem encontrar um doador compatível em um mês e, em outros casos, infelizmente, as pessoas podem ter que ficar anos esperando", destaca.

 

Após a retirada de amostras de sangue do doador e do receptor, são realizados testes laboratoriais específicos, os chamados exames de histocompatibilidade, para saber se os indivíduos apresentam semelhanças genéticas. Conforme o Redome, as chances de o paciente encontrar um doador compatível são de 1 em cada 100 mil pessoas, em média. Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em cerca de 25% das famílias brasileiras – para 75% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores voluntários, bancos públicos de sangue de cordão umbilical ou familiares parcialmente compatíveis (haploidênticos). "Além dessa falta de compatibilidade, uma segunda barreira é a não atualização do cadastro por parte da pessoa que quer doar. O cadastro das pessoas fica ativo até quando ela completa 60 anos, e a pessoa pode mudar de casa, de telefone e esquecer de atualizar os dados no Redome. Então, as vezes a gente consegue encontrar uma pessoa compatível com um paciente à espera de doação, mas não consegue localizá-lo por falta de atualização do cadastro. Hoje, nosso trabalho é no sentido de conscientizar os doadores para que estejam de fato disponíveis quando solicitado e também de informar as pessoas sobre o processo de doação, já que muitas ainda têm dúvidas", destaca.

CONTINUE LENDO

Planos de saúde populares já podem ser vendidos, diz Ministério da Saúde

  • 16 Set 2017
  • 15:08h

(Foto: Reprodução)

Mais baratos e com cobertura mais restrita, os planos de saúde acessíveis já podem ser comercializados, de acordo com o Ministério da Saúde. De acordo com o jornal O Globo, a pasta adotou este atendimento após analisar o relatório divulgado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre planos populares. Segundo a agência, grande parte das sugestões encaminhadas já são praticadas no mercado, como a cobrança de participação em exames e consultas, exigência de passar primeiro em clínicos antes de consultar especialistas e segunda opinião médica. O ministério diz, ainda, que é “livre escolha do consumidor optar pela adesão”. A venda de planos acessíveis é uma bandeira do ministro Ricardo Barros. Em nota, a ANS informou que o relatório é apenas um “documento descritivo”, sem haver “produto resultante desse trabalho”. Para a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde),  apesar de o relatório ser um aceno positivo aos planos acessíveis, ainda não se pode falar em lançamento do produto no mercado. 

A entidade pede que haja regulação específica, que deixem claras as normas do novo produto. “Há algumas regulamentações espalhadas que já são adequadas ao que se pretende do plano popular. Mas é preciso regra específica para dar maior transparência quanto às regras. Isso é importante para dar segurança às operadoras e ao consumidor e reduzir a judicialização. Os juízes muitas vezes alegam que a regra não ficou clara para o usuário”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da federação.

CONTINUE LENDO

Hoje (16) é Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação

  • 16 Set 2017
  • 12:56h

(Foto: Reprodução)

Os pais de crianças e adolescentes menores de 15 anos devem levar seus filhos aos postos de saúde para atualizar a caderneta de vacinas. Este sábado (16) é o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, quando os locais de imunização estarão abertos em todo o país. A campanha começou no dia 11 de setembro e vai até o dia 22 em cerca de 36 mil postos fixos de vacinação. A meta é resgatar todas as crianças e adolescentes não vacinados e, com isso, iniciar ou completar os esquemas de imunização. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, é o momento de avaliar se alguma vacina foi incluída no calendário desde a data que a criança e adolescente esteve pela última vez no posto de saúde. “Tivemos várias modificações no calendário do Programa Nacional de Imunizações [PNI], tanto em inclusão de vacinas como em expansão da faixa etária”, explicou. Os dados do Ministério da Saúde apontam que, das cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes menores de 15 anos convocados a comparecer, mais da metade (53%) não estão com a vacinação em dia. Em 2016, o Brasil registrou a menor cobertura vacinal dos últimos 10 anos. Para Isabella, não há um único motivo para essa baixa cobertura e eles são diferentes para as várias faixas etárias. 

A médica explica que o maior problema é mesmo entre os adolescentes. “Nesse caso, o motivo maior é a questão cultural, a falta de informação e a dificuldade de levar o adolescente à sala de vacinação. Isso não é um problema brasileiro, é mundial”, disse. Segundo ela, a vacinação só não é menor em países que adotam a imunização nas escolas, uma maneira de aumentar a adesão de adolescentes. Este ano, o Ministério da Saúde também vai eleger um Dia D de vacinação nas escolas durante a campanha. A data ainda vai ser definida com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Já no caso das crianças, na faixa etária de 4 e 5 anos, segundo Isabella, a baixa na cobertura vacinal acontece porque elas já não frequentam o pediatra como rotina e as famílias acabam esquecendo os reforços necessários nessa fase. Ela ressalta ainda que algumas vacinas precisam de um trabalho mais focado dos órgão de saúde, por isso a importância das campanhas, e outras apresentam baixa cobertura por problemas pontuais de desabastecimento. “Então, é multifatorial”, ressaltou, segundo a Agência Brasil.

CONTINUE LENDO

O que é síndrome de Hoffa?

  • Saúde é Vidal
  • 14 Set 2017
  • 16:38h

Foto: Ilustração

Marcada por uma inflamação no tecido gorduroso que envolve a parte dianteira do joelho, a síndrome de Hoffa causa muita dor e, consequentemente, prejudica a mobilidade. A leitora Andrea Feltrin, por exemplo, nos procurou para obter mais informações sobre esse problema, que há algum tempo a impede de praticar atividade física.Ainda não há uma causa definida para o quadro. No entanto, a prevalência mais elevada entre corredores e ciclistas leva a crer que está ligada à repetição de certos movimentos e traumas. “Só que esses casos são pouco comuns”, tranquiliza o ortopedista Rene Abdalla, diretor do Instituto do Joelho do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo.  O principal sintoma é a dor excruciante ao flexionar e estender totalmente o joelho. Para diferenciar a condição de uma tendinite, porém, só passando por um exame de ressonância magnética. Importante: o incômodo e a dificuldade de locomoção só tendem a aumentar sem o tratamento adequado. “Em média, o resultado das sessões de fisioterapia, dos anti-inflamatórios e das faixas de compressão e alinhamento aparece depois de dois meses, quando os pacientes são considerados completamente curados”, explica Abdalla. Injeções e cirurgia, só em última instância. “Remover a gordura dessa região causaria ainda mais dor em médio e longo prazo”, arremata o expert. Ou seja, via de regra é melhor ter paciência e investir nos recursos não-invasivos. Durante o período de recuperação, o exercício não precisa sair da rotina. Basta não forçar demais o joelho e, em conjunto com um profissional, definir alguns pontos. Para quem não abre mão de correr ou andar de bicicleta, vale optar por calçados com amortecedor e respeitar as orientações estipuladas pelos profissionais quanto a intensidade, terreno e distância.

 

 

 

 

 

 

Com câncer, Marcelo Rezende é internado com pneumonia grave

  • R7
  • 14 Set 2017
  • 10:10h

Foto: Reprodução

 Lutando contra o câncer, o apresentador da Record, Marcelo Rezende, foi levado para um hospital da Zona Sul de São Paulo, onde está sendo medicado e acompanhado por uma equipe de profissionais, segundo o Purepeople. "Ele está muito ruim, péssimo... Ninguém está tendo acesso, os familiares proibiram. Trancaram tudo", contou uma fonte ao site, nesta quarta-feira (13). Ele sentiu fortes dores antes de ir para unidade de saúde. "Não sabemos se o Marcelo vai sair de lá, ele está até com pneumonia grave", revelou uma pessoa próxima ao apresentador, namorado de Luciana Lacerda, de quem tem recebido apoio. Recentemente, ela esteve nos Estados Unidos comprando remédios para o âncora do jornal Cidade Alerta. Após abandonar o tratamento com a medicina tradicional, Marcelo demonstrou tranquilidade neste difícil momento. Ele trocou a quimioterapia por dieta, e reiterou sua fé. "Fiquei alguns dias sem dar notícias, mas é que eu estava em pleno tratamento. É assim mesmo. Estou em casa, continuo o tratamento. Quero dizer uma coisa, que é a mais importante, a primeira é o quanto eu sou grato a você por estar orando por mim. Segundo é o que não duvido e não tenho medo. Vou seguir cada passo que Deus mandar. É ele quem sempre me guiou e guiará minha vida. Um novo momento vem aí. Um momento de cura e de amor", disse na oportunidade.

 

 

Novo teste detecta ação do HPV no corpo

  • Estadão
  • 13 Set 2017
  • 11:15h

Vacina contra o HPV Foto: JF Diório/Estadão

Um novo teste desenvolvido por um laboratório brasileiro é capaz de detectar se o HPV, vírus causador do câncer de colo de útero, está ativo no organismo da mulher infectada, condição que aumenta as chances da ocorrência de tumores. Hoje, os exames existentes analisam se a mulher já tem lesões iniciais que lentamente podem transformar-se em um câncer - caso do papanicolau - ou se, mesmo quando este tem resultado normal, o material genético do vírus está presente na região genital - situação verificada pelos testes PCR e captura híbrida. O que os exames mais utilizados hoje não são capazes de detectar é se o vírus, quando presente, está ativo ou adormecido. Isso porque, embora o HPV esteja relacionado com diversos tipos de câncer, a maioria das pessoas contaminadas por ele nunca desenvolverá a doença, pois as próprias células de defesa do corpo eliminarão o vírus antes que ele aja e cause um tumor. 

 

 

Comer na hora certa é o segredo para não engordar, diz estudo

  • Veja
  • 12 Set 2017
  • 18:00h

Foto: Ilustração

Não é segredo para ninguém que o que comemos influencia diretamente na saúde e na balança. No entanto, de acordo com um novo estudo publicado no periódico científico The American Journal of Clinical Nutrition, a hora em que fazemos as refeições também tem grande impacto na digestão e na dieta. Pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, ligado à faculdade de medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, confirmaram que alimentar-se pouco antes de dormir realmente afeta o metabolismo, tornando a pessoa mais propensa a engordar.

Hora Certa

Os cientistas analisaram os índices de massa e gordura corporal e registraram o horário das refeições de 110 mulheres em idade universitária durante um mês. Esses dados foram comparados com o ciclo circadiano, ou relógio biológico, de cada participante, que pode ser determinado pelo horário de liberação da melatonina, hormônio responsável pela indução do sono. Os resultados mostraram que aquelas com maiores índices de gordura corporal consumiam a maior parte de suas calorias diárias pouco antes de dormir, quando seu nível de melatonina estava mais alto. Por outro lado, aquelas com menores taxas de gordura tendiam a fazer a última refeição do dia horas antes de ir para a cama.

 

“Descobrimos que o momento da ingestão de alimentos em relação ao início da liberação de melatonina está associado a maiores índices de gordura e massa corporal do que uma hora do dia específica, quantidade ou composição dos alimentos consumidos”, concluiu McHill, no estudo. Por isso, se você costuma dormir cedo, o ideal é jantar ainda mais cedo, independente da hora do dia – o mesmo vale para o almoço e o café da manhã. “O momento em que você consome calorias em relação ao seu relógio biológico pode ser mais importante para a saúde do que a hora marcada no relógio”, disse Andrew McHill, líder da pesquisa. 

Quando devo comer?

e acordo com o estudo, se você acorda às sete da manhã e vai dormir às onze da noite, por exemplo, para que o metabolismo funcione de forma saudável o ideal é tomar o café da manhã às oito da manhã, almoçar ao meio dia, fazer um lanche por volta das 15 e 16 horas e jantar até as 20 horas, no máximo. Dessa forma, a hora de cada refeição deve variar proporcionalmente conforme o horário em que você acorda e dorme.

CONTINUE LENDO

Sintomas, remédios e prevenção da infecção urinária

  • 10 Set 2017
  • 14:10h

(Foto: Reprodução)

Responsável pela internação da atriz Rogéria, que acabou morrendo posteriormente, a infecção urinária é muito mais frequente do que parece. Entre as variações do problema, destaca-se a cistite, que é deflagrada por bactérias e causa dor e ardência ao urinar. Na maior parte dos casos, os causadores desse problema são bactérias do grupo coliformes fecais que habitam o intestino. Esses germes migram para os órgãos genitais e de lá para a uretra e a bexiga graças a descuidos de higiene. Nesses locais, eles encontram um ambiente perfeito para se multiplicar, desencadeando a infecção. Além da limpeza inadequada, a infecção também pode ser transmitida durante o sexo, quando os micróbios presentes na área perianal podem chegar até a uretra. O desconforto aparece quando a mulher segura a urina por muito tempo, quando fica cheia, ela se torna o lugar ideal para as bactérias se propagarem. De acordo com o site da revista saúde, a cistite é bastante incomum entre os homens. Em geral, ela só aparece na maturidade, quando um aumento da próstata dificulta o esvaziamento da bexiga, proporcionando o acúmulo de urina. Propensão genética, baixa imunidade ou bactérias mais agressivas podem fazer com que a cistite se estenda para a pelve do rim. Nesse caso, ela pode causar uma insuficiência renal ou até uma septicemia, complicação em que o processo infeccioso se espalha pelo corpo, podendo levar a vítima a morte.

Ministério decreta fim de surto de febre amarela

  • Estadão
  • 09 Set 2017
  • 09:48h

O Ministério da Saúde anunciou o fim do maior surto de febre amarela da história do País, com 777 casos e 271 mortes até 1.º de agosto. Mas a preocupação continua - sobretudo com a morte de macacos -, e o programa de vacinação será ampliado. São Paulo, por exemplo, vai aumentar a área de imunização. Para conter o avanço da doença neste ano, o Ministério da Saúde intensificou a vacinação em 1.121 municípios nos Estados de Minas, Rio, São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Do total, no entanto, apenas 205 cidades estão com a cobertura vacinal acima de 95%, considerada ideal. A média nos Estados ainda é considerada baixa, em 60,3%. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu ser necessário esforço para que os índices de imunização aumentem. Mesmo com os baixos índices de cobertura vacinal, ele avaliou, porém, que o risco de uma epidemia de febre amarela no próximo verão é menor. “A expectativa é de que não haja um novo ciclo com grande número de casos”, disse. Além da leve melhora na cobertura vacinal, ele atribuiu a maior tranquilidade ao fato de que a febre amarela ocorre tradicionalmente em ciclos. Epidemias costumam ser registradas a cada sete ou oito anos.

Número de mortes por conta do vírus da gripe tem queda expressiva no Brasil

  • 08 Set 2017
  • 17:08h

(Foto: Reprodução)

O número de pessoas infectadas pelo vírus da gripe caiu 81% este ano em relação ao ano passado, com 2.070 casos e 361 óbitos até 28 de agosto. No mesmo período de 2016, foram registrados 11.062 casos, com 2.007 mortes por influenza.  Segundo o Ministério da Saúde, até agora o vírus com maior circulação é o H3N2. No ciclo anual anterior foi o H1N1. Em 2017, foram vacinadas 51,8 milhões de pessoas, uma cobertura de 87,5% do público-alvo definido pelo Órgão. A campanha foi realizada de 17 de abril a 26 de maio e prorrogada até 9 de junho. Os dados foram divulgados pelo Ministério nesta quarta-feira (6).