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Karina Bacchi incentiva doação de leite materno: 'Crise difícil de atravessar'

  • 06 Mai 2018
  • 14:00h

Karina Bacchi, mãe do pequeno Enrico, que com oito meses de vida já tem mais de um milhão de seguidores em seu Instagram, fez uma postagem na rede social para ressaltar a importância da doação de leite materno. "Quem acompanhou meu dia a dia no nascimento do Enrico viu que amamentei em livre demanda. Sei que foi super importante para a saúde do Enrico, tanto que o amamento até hoje. Essa é a vontade de muitas mães, mas que, por diversos motivos, algumas não conseguem amamentar. É uma crise difícil de atravessar e que, com a ajuda de outras mães e do trabalho maravilhoso dos bancos de leite, muitas mulheres conseguem acesso a leite materno para dar aos seus bebês!", escreveu. A atriz está à frente de uma campanha acerca do tema, chamada Conserve o Amor, que incentiva a doação de leite materno e ressalta a importância de mantê-lo em refrigeração adequada. Atualmente, no Brasil, existem 221 unidades de bancos de leite e 186 postos de coleta, espalhados por todos os Estados. Mesmo assim, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano supre apenas cerca de 60% da demanda para recém-nascidos internados em unidades de terapia intensiva. Toda mulher que amamenta é uma possível doadora, desde que esteja saudável e não tome nenhum medicamento que interfira no processo. É possível encontrar mais informações por meio do Disque Saúde, 136.

Mulheres que comem muito fast food podem ter mais dificuldades em engravidar, diz pesquisa

  • 05 Mai 2018
  • 18:00h

Mulheres que comem fast food com regularidade e deixam de lado o consumo de frutas têm maior probabilidade de desenvolver dificuldades para engravidar, segundo um estudo recém-publicado no periódico "Human Reproduction". A conclusão é de que uma dieta nutritiva aumenta a capacidade reprodutiva. Uma pesquisa com 5.598 mulheres identificou que as que se alimentam de fast food quatro ou mais vezes por semana tendiam a demorar quase um mês a mais para engravidar do que as que comiam raramente ou nunca. É importante ressaltar, porém, que o estudo tem limitações: foi baseado na lembrança do que as mulheres entrevistadas (de Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Irlanda) comeram antes de no mês anterior ao início de suas gestações dos primeiros filhos. Parteiras visitaram as entrevistadas entre a 14ª e a 16ª semanas de gravidez e perguntaram a elas a frequência com que comiam frutas, vegetais verdes e peixe - e também hambúrgueres, pizzas, frangos e batatas fritas e outras refeições de lanchonetes fast food. Os pesquisadores descobriram que as mulheres que haviam comido fruta menos do que uma a três vezes em um mês levava, em média, um mês adicional para engravidar do que as que tinham o hábito de ingerir frutas três ou mais vezes por dia. Avaliando as chances de as mulheres não engravidarem no período de um ano, os pesquisadores identificaram que, na média geral, essa possibilidade era de 8% entre as entrevistadas. Mas essa porcentagem subia para 12% entre as mulheres que comiam poucas frutas e 16% das que consumiam fast food excessivamente (quatro ou mais vezes por semana). "Os resultados mostram que uma dieta de qualidade, com muitas frutas e mínimo consumo de fast food, melhora a fertilidade e reduz o tempo de se engravidar", afirmou Claire Roberts, líder do estudo e professora da Universidade de Adelaide, na Austrália.

Febre amarela: Brasil registra 394 mortes e 1257 casos nos últimos dez meses

  • 04 Mai 2018
  • 18:00h

Entre julho de 2017 e 2 de maio de 2018, o Brasil registrou 394 mortes por febre amarela, informa o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. No boletim anterior, que contabilizou dados até o dia 17 de abril, o país registrava 342 mortes. As mortes no país vêm aumentando desde que o vírus da febre amarela passou a circular em outras regiões, principalmente no Sudeste -- antes, a doença no Brasil só ocorria mais frequentemente em áreas da região amazônica. Também nos últimos dez meses a pasta confirma 1257 casos da doença. Em relação ao número de casos, houve um incremento de 100 novos em relação aos dados do dia 17 de abril: quando 1157 infectados foram confirmados. Uma ressalva é que o Ministério da Saúde não confirma os casos e os óbitos na mesma hora em que ocorrem; e, por isso, esses dados de agora podem ser referentes a dias anteriores. A data se refere à divulgação do Ministério da Saúde. Com isso, a pasta informa ainda que outras 1499 notificações estão sendo investigadas e podem ser confirmadas ou descartadas nos próximos boletins.

Brumado: Minicurso sobre Primeiros Socorros foi realizado na UBS - Dr. Antônio Luiz G. Trindade

  • 26 Abr 2018
  • 10:00h

Foto: Divulgação

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (25), na UBS Dr. Antônio Luiz G. Trindade (posto da Urbis 1), o minicurso no grupo de saúde e beleza da unidade, sobre Primeiros Socorros. Com o apoio do médico Dr. Lívio Almeida e do SAMU 192 Brumado, foram realizadas demonstrações de socorros para: Engasgamento/ Queimaduras/ Desmaio/ Convulsões e Ataque epiléptico. O grupo funciona toda quarta-feira às 08:00h da manhã e é coordenado pela Farmacêutica do NASF Bruna Santos.

Novo implante vaginal pode ajudar na proteção de mulheres contra HIV

  • 21 Abr 2018
  • 10:00h

Um novo dispositivo pode ajudar a proteger mulheres da infecção por HIV. Desenvolvida por cientistas da Universidade de Waterloo, no Canadá, a ferramenta é um implante vaginal que diminui o número de células que podem ser atacadas pelo vírus no trato genital da mulher. Segundo o jornal O Globo, o implante utiliza a imunidade natural de algumas pessoas contra o vírus. "Sabemos que algumas drogas, quando tomadas oralmente, nunca chegam ao trato vaginal, então este implante pode ser uma maneira mais confiável de encorajar as células T a não responderam à infecção, e assim também prevenir a transmissão de forma mais barata e confiável", explicou Emmanuel Ho, professor da Escola de Medicina da universidade canadense e um dos pesquisadores responsáveis pela descoberta. "O que não sabemos ainda é se isso pode ser uma opção única para a prevenção da transmissão do HIV ou se pode ser melhor usada em conjunção com outras estratégias de prevenção. Pretendemos responder a essas questões em futuras pesquisas". O implante é formado por um tudo oco e dois "braços" flexíveis. Lentamente, ele libera hidroxicloroquina (HCQ), que é absorvida pelas paredes do trato vaginal. Os testes foram feitos em um modelo animal.

Bahia tem 4 mortes por H1N1; campanha de vacinação contra a gripe começa dia 23 de abril

  • 16 Abr 2018
  • 07:25h

A Bahia teve quatro mortes provocadas pela gripe H1N1, até o dia 7 de abril, conforme dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Não foram divulgados dados das vítimas, como sexo, nome e idade. Até a data informada pela Sesab foram notificados 215 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG ), com 18 mortes. Conforme a Sesab, dentre esses casos, 43 foram confirmados para influenza, sendo 36 pelo subtipo A H1N1 e desses, quatro foram a óbito. Ainda conforme a Secretaria de Saúde, três mortes ocorreram em Salvador e uma em Lauro de Freitas, na região metropolitana. A Sesab informou que a capital concentra o maior número de casos da H1N1, 26. Camaçari, também na região metropolitana, tem dois; Dias D´Ávila, Governador Mangabeira, Itabuna, Jacobina, Juazeiro, Lauro de Freitas, São Miguel das Matas e Ubatã com um caso cada um. Segundo o Núcleo Regional de Saúde de Feira de Santana, um bebê de 1 ano e três meses morreu em decorrência da gripe H1N1, na terça-feira (10), na cidade que fica a 100 km de Salvador. Outros dois casos da doença já foram confirmados pelo Núcleo Regional de Saúde. Apesar do município já ter confirmado a morte pela doença, a Secretaria de Estado da Saúde da Bahia (Sesab) informou que ainda investiga as causas.

Conselho Nacional de Saúde defende adiamento de mudança no Programa Farmácia Popular

  • 13 Abr 2018
  • 18:00h

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou nesta quinta-feira (12) recomendação para que o governo prorrogue por 30 dias a entrada em vigor da portaria que reduz o valor pago para as farmácias credenciadas no programa Farmácia Popular. A medida foi publicada no final de março, e está prevista para entrar em vigor no dia 30 de abril. Segundo a Agência Brasil, a principal preocupação do CNS é que possa haver um desabastecimento de medicamentos disponibilizados por meio do programa, por causa da redução do repasse do governo. "O setor apresenta a possibilidade de não ter condições de sustentabilidade, pois, no caso de alguns produtos, o valor que o varejo vai adquirir é superior ao valor que o medicamento será vendido", diz o presidente do conselho, Ronald Santos. Santos acredita que o governo deve aceitar a recomendação, que foi aprovada por unanimidade no conselho. "Entendemos que as mudanças não podem gerar um conflito dessa natureza, que possam afetar a população que já é tão sofrida", diz. O CNS também pediu uma reunião entre o Ministério da Saúde e entidades representativas dos setores produtivo, varejista e atacadista de medicamentos para discutir o impacto dos novos valores de referência dos medicamentos do Programa Farmácia Popular e os possíveis riscos de desabastecimento nas farmácias e drogarias credenciadas. O Ministério da Saúde garante que a portaria não prejudica o usuário e não ameaça a continuidade do programa. "A medida tomada tem apenas o objetivo de eliminar as distorções de preços pagos por medicamentos às farmácias credenciadas, pelo governo federal, que chegava a pagar produtos com valores 200% acima do mercado", diz a pasta. O ministério também esclarece que foi garantida uma margem de lucro de 40% às unidades credenciadas, que representa cerca de R$ 1 bilhão. O Ministério da Saúde diz que continua à disposição do Conselho Nacional de Saúde para esclarecer todos os pontos da portaria.

Bahia confirma 36 casos de H1N1; campanha de vacinação começa no próximo dia 23

  • 12 Abr 2018
  • 10:00h

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) confirmou, em nota divulgada nesta quarta-feira (11), 43 casos de influenza, sendo 36 do subtipo A H1N1. O maior número está concentrado em Salvador (26), seguido de Camaçari (2). Os outros casos foram registrados em Dias D´Ávila, Governador Mangabeira, Itabuna, Jacobina, Juazeiro, Lauro de Freitas, São Miguel das Matas e Ubatã. Já os óbitos ocorreram em Salvador (3) e Lauro de Freitas (1). O Ministério da Saúde inicia, no próximo dia 23, a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. Com duração até 1º de junho, a ação terá o dia 12 de maio como o Dia D de mobilização nacional. A meta da ação é imunizar 90% do público-alvo, formado por 3,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários: indivíduos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a cinco anos, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Em 2017, segundo a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), o estado vacinou 2,6 milhões de pessoas, equivalente a 84,6% da cobertura vacinal. Dos 417 municípios, apenas 172 alcançaram a meta de vacinar 90%.

Brasil tem 328 mortos por febre amarela, confirma Ministério

  • 08 Abr 2018
  • 12:00h

O Ministério da Saúde divulgou dados confirmando 328 mortes em razão da febre amarela entre 1º de julho do ano passado e 3 de abril deste ano. No mesmo período, foram confirmados 1.127 casos da doença no país, um aumento em relação ao ano anterior, quando o registro era de 220 óbitos e 691 casos. De acordo com o Estadão, o ministério recebeu notificações de 4.548 casos suspeitos da doença, sendo 2.441 descartados e 980 em investigação. O atual ministro da saúde, Gilberto Occhi, destacou que "embora os casos do atual período de monitoramento tenham sido superiores à sazonalidade passada, o vírus da febre amarela hoje circula em regiões metropolitanas do país com maior contigente populacional, atingindo 35,9 milhões de pessoas que moram, inclusive, em áreas que nunca tiveram recomendação da vacina". Os informes da febre amarela seguem, desde 2017, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão.

SUS vai distribuir novo medicamento para tratar tuberculose a partir de maio

  • 24 Mar 2018
  • 17:00h

Um novo medicamento para tratar tuberculose deve chegar à rede pública de saúde em maio. O medicamento isoniazida, de 300 miligramas permitirá a substituição de três comprimidos por apenas um. A expectativa é que a mudança garanta mais conforto aos pacientes. Segundo o Ministério da Saúde, foram adquiridas cinco mil caixas do remédio, que correspondem a 2,5 milhões de comprimidos. A implantação do medicamento será acompanhada por uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Os estudos terão apoio de pesquisadores externos nos estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal, que receberão, inicialmente, o medicamento. Em 2017, foram registrados 69,5 mil novos casos e 13.347 casos de abandono do tratamento de tuberculose. No mesmo ano, o percentual de cura de casos novos foi 73%, sendo que os estados do Acre (84,2%), de São Paulo (81,6%) e do Amapá (81,7%) alcançaram os maiores percentuais de cura. Para estimular o tratamento da doença, neste sábado (24) Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o ministério lança a campanha Tuberculose Tem Cura. Todos juntos contra a tuberculose. A campanha vai ao ar entre os dias 23 e 30 de março e visa a conscientizar as pessoas a procurarem unidades de saúde para o diagnóstico, e os pacientes a realizarem o tratamento completo para atingir a cura.

Vacina contra o zika tem potencial para prevenir doença na gestação, diz estudo

  • 24 Set 2017
  • 10:09h

(Foto: Reprodução)

Um estudo científico, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), detectou que a dengue pode representar um risco à vida do feto. Com isso, a zika, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, deixa de ser a única infecção por arbovirose a ser considerada letal para um bebê em desenvolvimento. Conforme a pesquisa, publicada na edição de setembro do periódico The Lancet, ter dengue durante a gestação quase dobra a probabilidade de um bebê nascer morto ou morrer durante o parto, enquanto a dengue severa aumentaria em cinco vezes as chances de um natimorto – nome dado à morte do feto acima de 500g dentro do útero ou durante o parto. Os pesquisadores chegaram a essa constatação a partir da análise dos registros de sistemas de informações brasileiros. Para chegar a tais resultados, os pesquisadores cruzaram os dados de mais de 162 mil natimortos e 1,5 milhão de nascidos vivos, sendo que, desses, 275 natimortos e 1.507 nascidos vivos tinham sido expostos a dengue. Apesar de, desde os anos 1980, o Brasil passar por sistemáticas epidemias de dengue, a doença era considerada letal apenas quando atingia sua forma hemorrágica, que agravava o quadro do infectado podendo levar a morte. 

No entanto, com a epidemia de anomalias congênitas associadas à zika ocorrida em 2015, a investigação científica se voltou para os efeitos das infecções virais durante a gestaçãoEste é o primeiro estudo realizado em larga escala a demonstrar a associação, segundo a Fiocruz. Apenas um estudo anterior, com uma pequena amostra de um hospital, indicou a relação entre a infecção e natimorto. A autora principal do estudo é a pesquisadora do Cidacs Enny Paixão, doutoranda da London School of Hygiene & Tropical Medicine, em Londres. O artigo com o resultado da pesquisa contou com a autoria dos pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) Enny Paixão, Mauricio Barreto, Maria Glória Teixeira e Laura Rodrigues, em parceria com pesquisadores do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Universidade de São Paulo (USP) e da London School of Hygiene & Tropical Medicine, no Reino Unido.

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Conviver com animais desde criança reduz o risco de asma

  • Veja
  • 21 Set 2017
  • 09:10h

Foto: Reprodução

Se você acha que um ambiente livre de animais é a melhor forma de evitar alergias, temos uma contraprova. De acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Allergy and Clinical Immunology, ter animais em casa (até mesmo baratas e ratos!) durante os três primeiros anos de vida pode prevenir o desenvolvimento da asma. 

O estudo

No estudo, os pesquisadores acompanharam 442 crianças, sendo 130 delas asmáticas, durante os sete primeiros anos de vida . Depois de coletarem amostras de poeira de suas casas, procurando por alérgenos, eles descobriram que a exposição a gatos, ratos e baratas até os 3 anos reduzia a probabilidade de a criança ter asma. Algumas bactérias também podem desencadear o desenvolvimento da asma, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor essa associação. Resultados semelhantes foram associados aos alérgenos de cachorros, entretanto, não foram estatisticamente relevantes na pesquisa.

Alérgenos

Por outro lado, como já foi apontado por estudos anteriores, a exposição pré-natal à fumaça do cigarro, ao stress e à depressão materna, são fatores que podem aumentar o risco da condição nas crianças. “Estamos aprendendo cada vez mais sobre como o ambiente na primeira fase da vida pode influenciar o desenvolvimento de certas condições de saúde”, disse Anthony Fauci, um dos pesquisadores e diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, nos Estados Unidos. “Se pudermos desenvolver estratégias para prevenir a asma antes de seu desenvolvimento, podemos ajudar a aliviar as crises que a doença provoca em milhões de pessoas pelo mundo."Sabe-se que, uma vez que a pessoa possui asma, certos alérgenos podem piorar os sintomas, causando crises respiratórias. A exposição a certos alimentos, substâncias, como o pólen, e microrganismos, como ácaros, deve ser evitada. No entanto, novas pesquisas sugerem que a convivência com animais de estimação, e algumas pestes e bactérias, desde cedo pode ter um preventivo.

Planos de saúde populares podem estar disponíveis ainda este ano

  • R7
  • 20 Set 2017
  • 16:01h

Foto: Ilustração

Planos de saúde populares podem começar a ser vendidos ainda este ano, anunciou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. O início da comercialização depende da conclusão de análise técnica da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) sobre a flexibilização da regulamentação de planos de saúde no País. Na semana passada, o grupo de trabalho inicial responsável por analisar o tema publicou seu relatório final. Segundo Barros, com o aumento do acesso privado, o SUS (Sistema Único de Saúde) poderá oferecer melhor atendimento a quem não pode pagar por um plano, um contingente de 150 milhões de brasileiros. Ao Ministério de Saúde compete dar saúde a todos os brasileiros, que tem ou não tem plano de saúde. É isso que determina a Constituição. Evidentemente, quanto mais brasileiros tiverem cobertura de planos pagos por seus patrões, patrocinadores ou pagos individualmente, esses brasileiros diminuem a pressão sobre a fila do SUS, que atende aqueles que só dependem do SUS, não tem capacidade financeira ou a sua empresa não pode ofertar um plano de saúde para aqueles trabalhadores.

A declaração foi feita durante a abertura da 8ª Conseguro (Conferência Brasileira de Seguros), que discute até quinta-feira (21) “o desafio da retomada do crescimento”. O ministro explicou que o objetivo do Projeto de Plano de Saúde Acessível é ampliar ao máximo a cobertura de planos de saúde à população “para que esta responsabilidade de financiamento da saúde seja dividida”. Já é hoje 55% do investimento em saúde do setor privado e 45% do setor público. Então, quanto mais nós tivermos a cooperação de empresários financiando a saúde de seus funcionários, de planos individuais, mais qualidade nós podemos oferecer a quem depende do SUS. Para tanto, Barros informa que estão sendo analisadas alternativas como flexibilizar o rol mínimo de atendimento, regionalizar a cobertura para os procedimentos e a co-participação do beneficiário no pagamento dos serviços utilizados. Segundo ele, “na maioria dos casos, a ANS diz que aquela opção já está disponível no mercado”.

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Campanha Nacional de Multivacinação já imunizou 77 mil crianças e adolescentes na Bahia

  • 19 Set 2017
  • 17:10h

(Foto: Reprodução/TV Bahia)

Campanha Nacional de Multivacinação, que começou em 11 de setembro e segue até sexta-feira (22), imunizou até esta segunda-feira (18) 77.308 crianças e adolescentes em toda a Bahia. A Secretaria de Saúde do Estado da bahia (Sesab) informou que não há uma meta ou estimativa do prúblico-alvo, já que a campanha tem o objetivo de ampliar a cobertura vacinal da população, bem como proteger crianças e adolescentes que possam estar com alguma dose atrasada. Estão disponíveis 14 vacinas para crianças e cinco para adolescentes. No último sábado (16), quando foi realizado o Dia-D da campanha, o movimentos nos postos de vacinação foi tranquilo em todo o estado. Segundo a Sesab, das 77.308 doses aplicadas até o momento durante a campanha, 55.808 foram direcuionadas a crianças e 21.500 a adolescentes. Crianças (0 a 5 anos; e 9 anos) e adolescentes (10 a 14 anos) devem ser levadas para complementar o cartão de vacinação ou tomar uma vacina que ainda não foi aplicada. Segundo informações da Sesab, todos os 417 municípios participam da campanha. A população deve ser dirigir aos postos e centros de saúde municipais, levando a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes.

Mesmo com 142 mil voluntários inscritos para doação de medula óssea, BA tem 47 pessoas na espera por transplante

  • 17 Set 2017
  • 07:06h

(Foto: Reprodução)

Mesmo com 142 mil voluntários inscritos para doação de medula óssea, o estado da Bahia possui atualmente 47 pessoas na espera por um transplante, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (15) pelo Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), véspera do "Dia Mundial do Doador de Medula Óssea". O órgão foi criado em 1993 para reunir informações de doadores e receptores. A médica do Redome, Danielli Oliveira, explica que a falta de compatibilidade entre os doadores cadatrados como voluntários e os receptores, ou mesmo a não realização de atualização cadastral por parte de quem se disponibiliza a doar podem ser fatores determinantes para que os transplantes não sejam realizados. Além disso, segundo ela, a falta de informações sobre o processo de doação pode atrapalhar. "Quando a pessoa entra para buscar um doador, ela pode achar de forma rápida ou não. Isso vai vai depender da característica genética. Tem pessoas que se cadastram para receber um transplante e conseguem encontrar um doador compatível em um mês e, em outros casos, infelizmente, as pessoas podem ter que ficar anos esperando", destaca.

 

Após a retirada de amostras de sangue do doador e do receptor, são realizados testes laboratoriais específicos, os chamados exames de histocompatibilidade, para saber se os indivíduos apresentam semelhanças genéticas. Conforme o Redome, as chances de o paciente encontrar um doador compatível são de 1 em cada 100 mil pessoas, em média. Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em cerca de 25% das famílias brasileiras – para 75% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores voluntários, bancos públicos de sangue de cordão umbilical ou familiares parcialmente compatíveis (haploidênticos). "Além dessa falta de compatibilidade, uma segunda barreira é a não atualização do cadastro por parte da pessoa que quer doar. O cadastro das pessoas fica ativo até quando ela completa 60 anos, e a pessoa pode mudar de casa, de telefone e esquecer de atualizar os dados no Redome. Então, as vezes a gente consegue encontrar uma pessoa compatível com um paciente à espera de doação, mas não consegue localizá-lo por falta de atualização do cadastro. Hoje, nosso trabalho é no sentido de conscientizar os doadores para que estejam de fato disponíveis quando solicitado e também de informar as pessoas sobre o processo de doação, já que muitas ainda têm dúvidas", destaca.

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