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Brumado: Dia D de vacinação contra sarampo e poliomielite acontece neste sábado (18)

  • 17 Ago 2018
  • 10:03h

(Foto: Reprodução)

Postos de saúde em todo o país abrem as portas amanhã (18), sábado, para o chamado Dia D de Mobilização Nacional contra o sarampo e a poliomielite. Todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos devem receber as doses, independentemente de sua situação vacinal. A campanha segue até 31 de agosto. A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até a última terça-feira (14), no entanto, 84% das crianças que integram o público-alvo ainda não haviam recebido as doses. Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, o que significa que mesmo as crianças que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço. No caso da pólio, as que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida vão receber a vacina injetável e as que já tomaram uma ou mais doses devem receber a oral.  Para o sarampo, todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos vão receber uma dose da Tríplice Viral, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Bahia só vacinou pouco mais de 12% das crianças contra sarampo e poliomielite

  • 15 Ago 2018
  • 15:04h

(Foto: Reprodução)

Mais de uma semana após o início da Campanha Nacional de Vacinação, apenas 12,18% das crianças foram imunizadas contra sarampo na Bahia, enquanto o número de imunizações contra poliomielite equivale a 12,43% do público-alvo. De acordo com balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (14), foram aplicadas 3,6 milhões de doses em todo o país (cerca de 1,8 milhão para cada doença), ou seja, cerca de 16% das crianças. A campanha deste ano é indiscriminada, ou seja, devem ser vacinadas todas as crianças com idade de um a cinco anos incompletos até 31 de agosto, data de encerramento da iniciativa. A expectativa da pasta é imunizar pelo menos 11,2 milhões de crianças em todo o país.  Entre os estados com melhor cobertura vacinal neste momento estão: Rondônia, com 45,01% para a pólio e 43,84% para o sarampo, seguido por São Paulo com 28,35% pólio e 27,91% sarampo. Entre as coberturas mais baixas, destacam-se: Amazonas, com 3,23% do público-alvo vacinado para pólio e 3,24% para sarampo e Roraima, que tem 4,98% pólio e 3,60% sarampo.

Campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite continua

  • 14 Ago 2018
  • 16:07h

(Foto: Reprodução)

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite está acontecendo por todo o país, a meta é imunizar 11 milhões de crianças com idade entre um e cinco anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de Mobilização Nacional  já aconteceu em varias cidades, mas a campanha segue até o dia 31 de agosto. Não deixe de levar as crianças. A vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança recebe um reforço. A campanha ocorre em meio a pelo menos dois surtos de sarampo no Brasil, em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o público-alvo da ação, tanto para polio como para sarampo, na Bahia, é de 849.361 crianças. A meta é vacinar 95% dessa população, ou seja, mais de 806 mil crianças, até o dia 31 de agosto.

Condeúba: Criança de 1 ano está com grave suspeita de sarampo

  • 14 Ago 2018
  • 12:03h

Alerta na saúde da Bahia. A região Sudoeste registra o primeiro caso de sarampo da região, esse seria o segundo caso em todo o estado neste ano. O paciente é uma criança de apenas 1 ano de idade, morador da cidade de Condeúba distante 150 quilômetros de Vitória da Conquista. O Ministério da Saúde divulgou que o número de infecções passou de 677 para 822 no país – dados contabilizados até 17 de julho. Os estados do Amazonas e de Roraimas são os mais afetados, com dois surtos da doença. Os outros cinco estados são “casos isolados”, segundo o governo. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite.

Espírito Santo registra surto de malária com mais de 100 casos e uma morte pela doença

  • 11 Ago 2018
  • 20:02h

Mais de cem casos de malária já foram confirmados no Espírito Santo de julho até esta sexta-feira (10). Somente no município de Vila Pavão, a Secretaria de Saúde do Espírito Santo confirmou 92 casos. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença. Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária. As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a malária é considerada endêmica. De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito. A maioria dos casos no Brasil se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica. Os sintomas incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais. A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão. Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e de telas em portas e 

Campanha de vacinação contra pólio e sarampo é iniciada em todo o país

  • 07 Ago 2018
  • 19:06h

Crianças com idade entre 1 ano e menos de 5 anos devem ser levadas, a partir desta segunda-feira (6), aos postos de saúde para receber a vacina contra poliomielite e sarampo. A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O Dia D de mobilização nacional foi agendado para 18 deste mês, quando mais de 36 mil postos estarão abertos, mas a campanha segue até 31 de agosto. Neste ano, a campanha de vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, para todas as crianças da faixa etária preconizada, mesmo as que já receberam o imunizante. Para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a VIP. Já os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a VOP, a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias. "Às vezes enfrentamos uma situação como essa de baixa cobertura vacinal que nos traz um alerta, porque temos uma falsa impressão de que a doença foi eliminada do país. Mas é a cobertura vacinal elevada que faz a doença desaparecer. E é por isso que devemos continuar vacinando nossos filhos, para manter essas doenças longe do Brasil", ressaltou o ministro da Saúde Gilberto Occhi, durante o lançamento da campanha.  Nos estados que registraram surtos de sarampo, a vacinação foi antecipada como medida de bloqueio para interromper a circulação do vírus. Em Roraima, a campanha iniciou em março e envolveu pessoas de 6 meses a 49 anos. Já em Manaus (AM), aconteceu em abril e o público vacinado foi de 6 meses a 29 anos de idade. E, em Rondônia, a vacinação está em andamento para crianças de 6 meses a menores de cinco anos.

São Paulo confirma 17 mortes por febre maculosa apenas neste ano

  • 05 Ago 2018
  • 14:03h

Foto: Wikimedia Commons

Transmitida por carrapatos, a febre maculosa já causou 17 mortes no estado de São Paulo desde o início de 2018. No entanto, o Ministério da Saúde informou que não houve aumento, já que foram registradas 58 mortes em todo o ano de 2017. Neste ano, segundo a Agência Brasil, foram confirmados 60 casos da doença, ante 165 casos registrados no ano passado. O Ministério da Saúde ressaltou que, quanto antes a pessoa é diagnosticada e começa o tratamento, maior o sucesso. A doença se manifesta com febre de início súbito, dor de cabeça, dores no corpo, manchas vermelhas na pele, começando nos pés e mãos e lesão no local onde o carrapato ficou preso. É importante avisar o médico também se a pessoa frequentou área sabidamente de transmissão de febre maculosa nos 15 dias anteriores. No Brasil, a doença ocorre predominantemente nas regiões Sudeste e Sul e, de acordo com o ministério, nas áreas onde estão ocorrendo casos já foram adotadas as medidas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde, como avisar as unidades de saúde locais e colocar placas de alerta à população. De acordo com a pasta, foram capacitados 550 profissionais da área de vigilância epidemiológica e vigilância de ambientes para identificar áreas reconhecidamente endêmicas.

ANS marca nova audiência pública sobre franquias em planos de saúde

  • 05 Ago 2018
  • 08:00h

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) marcou para o dia 4 de setembro uma nova audiência pública para debater a regulação dos planos de saúde com coparticipação e franquia. Segundo a entidade, o objetivo é receber as propostas da sociedade, entidades de defesa do consumidor e representantes do setor. A resolução que determinava mudanças na regulação foi revogada na última segunda-feira (30), após uma ação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) questionar a mudança que, segundo a ANS, feria o direito do consumidor ao estabelecer um limite de até 40% de coparticipação dos consumidores nas despesas médicas e hospitalares. O edital de convocação para a audiência da entidade foi publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU). A agência disponibilizou para consulta o regimento com as regras de participação na audiência e os principais documentos sobre o tema.  Os interesasdos em participar como ouvinte ou expositor devem fazer a inscrição prévia pelo e-mail: [email protected]

Brasil já tem mais de mil casos de sarampo em 2018

  • 02 Ago 2018
  • 15:08h

Foto: Ilustrativa

O Brasil já tem mais de mil de casos confirmados de sarampo em 2018. O número foi atualizado pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (1º). São 1053 casos confirmados até o dia 1º de agosto, um aumento de 232 casos desde o dia 17 de julho. Segundo o boletim, o país enfrenta dois surtos de sarampos no Amazonas e em Roraima e em ambos os casos os surtos estão relacionados à importação do vírus. Estes estados concentram 97% dos casos confirmados. "Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela", diz o Ministério. O número de casos que estão investigados no Amazonas chama atenção: 4.470. Enquanto em Roraima, 106 casos são analisados. Outros 5 estados brasileiros também registraram casos da doença. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tiveram 14 casos confirmados. Segundo o Ministério, estes casos também estão relacionados à importação do vírus. Em 2016, o país ganhou certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana de Saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o país luta para manter este certificado. "Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo, e atualmente empreende esforços para manter o certificado, interromper a transmissão dos surtos e impedir que se estabeleça a transmissão sustentada. Para ser considerada transmissão sustentada, seria preciso a ocorrência do mesmo surto por mais de 12 meses", diz a nota. Segundo a pasta, desde 2001 não há registros de transmissão autóctone (quando ela ocorre dentro do território). Entre 2013 e 2015, houve surtos de casos importados, sendo a maioria nos estados de Pernambuco e no Ceará. Foram registrados 1.310 casos da doença no período.

Hepatites virais são responsáveis por 1,4 milhões de mortes no mundo ao ano

  • 29 Jul 2018
  • 14:00h

Foto: Ilustrativa

“Julho Amarelo” é o nome dado ao mês escolhido para intensificar a Campanha Mundial de Prevenção e Controle de Hepatites Virais, doenças que afetam o fígado, atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas e são responsáveis por 1,4 milhões de mortes no mundo ao ano. Existem diversos tipos de hepatites, porém as mais comuns são as do tipo A, B e C. A hepatite do tipo A é a forma mais comum da doença adquirida, geralmente, pela ingestão de água e alimentos contaminados com coliformes fecais. “Os sintomas da hepatite A se assemelham a uma virose. O tratamento é bastante simples e consiste na ingestão de líquido, uma dieta equilibrada e repouso”, diz o Coordenador Geral do Curso de Medicina da FTC, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hepatologia e Doutor em Medicina pela Universidade de Barcelona, André Nazar. Segundo Nazar, implantação de redes de água e esgoto adequadas, alimentação cozida, lavagem das mãos antes das refeições e sempre que for ao banheiro são medidas básicas de higiene que contribuem para a prevenção da doença. Já a hepatite do tipo B pode levar à forma crônica da doença e tem sua forma de contágio através da relação sexual sem proteção ou contato com sangue de pessoas contaminadas, além da transmissão de mãe para filho durante o parto. “A vacina contra a hepatite B faz parte do programa nacional imunizações e toda população tem acesso porque é dada, gratuitamente, nos postos de saúde. O ideal é que a criança seja vacinada nas primeiras doze horas após o nascimento e a imunização é válida por toda vida”, destaca o médico. Apesar da facilidade de acesso à vacinação, Nazar destaca que ao ser infectado o paciente precisará de acompanhamento médico mesmo após o controle da proliferação do vírus no corpo. “O tratamento, da forma crônica da doença tem resposta favorável, na maior parte dos casos, mas o paciente necessitará utilizar medicação para o resto da vida, assim como ser acompanhado por um hepatologista para sempre”, afirma ele. Considerado mais novo, em termos de conhecimento científico que os tipos A e B, o vírus da hepatite tipo C foi descoberto em 1989 e é um dos mais prevalentes na atualidade, apesar do tratamento, pois seus sintomas só se manifestam nos casos em que já está em fase avançada. A transmissão está relacionada ao contato direto com sangue. “A utilização de alicates de unhas não esterilizados ou esterilizados de maneira incorreta, agulhas utilizadas para fazer tatuagens e a manipulação de objetos perfuro cortantes são alguns dos meios mais comuns de contágio”, relata o professor Nazar. O tratamento para o vírus tipo C é realizado com drogas potentes e duram em média três meses, com uma resposta ao tratamento considerada muito boa pelos especialistas. “Há cinco anos surgiu um arsenal de drogas que revolucionou o mercado proporcionando êxito no tratamento com chance de resposta virológica de 98%. Apesar do preço elevado, os medicamentos são disponibilizados gratuitamente pelo Ministério da Saúde para os pacientes em tratamento. A expectativa é que tenhamos uma queda abrupta na quantidade de indivíduos infectados, em poucos anos, graças aos avanços terapêuticos”, destaca André Nazar.

Remédio em fase de teste é capaz de retardar avanço do Alzheimer

  • 28 Jul 2018
  • 20:04h

Foto: Reprodução / Opas

Ainda em fase de teste, o anticorpo monoclonal BAN2401 pode retardar a perda inevitável de clareza de raciocínio e de memória, características comuns ao Alzheimer. As empresas Eisai e Biogen, que desenvolveram a droga, afirmam que o medicamento foi de 26% a 30% mais eficaz em reduzir o declínio neurológico de pacientes com a forma leve da doença em comparação com o placebo. Esses dados foram apresentados, nesta quarta-feira (25), durante o encontro anual da Alzheimer’s Association, nos Estados Unidos. Segundo informações da Veja, o BAN2401 também reduziu em cerca de 70% as placas beta-amiloides existentes no cérebro dos voluntários e impedir a formação de novas placas - elas são a principal evidência da doença, além de serem responsáveis pela destruição de neurônios. Para analisar o medicamento, os pesquisadores administraram cinco doses, a cada 15 dias, em 856 pacientes nos estágios de declínio cognitivo leve ou Alzheimer inicial. De acordo com a publicação, os resultados mostraram que a dose mais alta do tratamento, com 10 miligramas por quilo, foi a mais efetiva em retardar os sintomas da doença ao longo de 18 meses de acompanhamento. O principal efeito colateral foi o inchaço cerebral, provocado em 10% dos participantes. Assim, os pesquisadores destacam que o remédio não é capaz de impedir a perda de memória e da lucidez, ele apenas adia intensificação desses sintomas. A partir de agora, as empresas vão dar início à fase III das pesquisa, que inclui um número maior de pacientes. Na sequência, o medicamento deve ser submetido à aprovação da Food and Drug Administration (FDA), agência americana que regulamenta medicamentos.

Ministério da Saúde lança Campanha de Aleitamento Materno

  • Agência Brasil
  • 27 Jul 2018
  • 20:04h

Foto: Ilustrativa

A nutricionista Maria Rosa Rodrigues, 32 anos, é mãe do Leonardo, de 4 anos, e da Beatriz, de 1 ano e 11 meses. Pouco antes do primogênito completar 30 dias de vida, ela perdeu o pai em um acidente de trânsito. E, mesmo em meio à tristeza e às dificuldades, decidiu que não desistiria de amamentar o bebê. “Resolvi focar no meu amor pelo meu filho. E, naquele momento da amamentação, eu era feliz”, contou. Leonardo mamou até quase 2 anos, quando parou por conta própria, sem ter de passar pelo chamado desmame forçado. A irmã caçula, Beatriz, segue mamando até hoje, às vésperas do segundo aniversário. A história de superação de Maria Rosa se repete em cada uma das mães que participaram da cerimônia de lançamento da Campanha de Aleitamento Materno, na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A atriz e madrinha da campanha, Sheron Menezzes, compareceu ao evento acompanhada do filho Benjamin, de 9 meses. “É importante para mim estar aqui, emprestando a nossa imagem e conscientizando pessoas”, disse. “Amamento o Ben em qualquer lugar. Se meu filho tem fome, eu amamento. Não é vergonha não. É saúde para ele”, reforçou. O representante da Opas no Brasil, Joaquín Molina, descreveu a amamentação como um dos gestos mais generosos que podem existir, ao se dirigir às mães reunidas no salão principal da entidade. “Nunca esse auditório esteve tão lindo como hoje. Elas trazem uma mensagem de vida, de saúde e de bem-estar”, disse, ao destacar que o aleitamento funciona como uma primeira vacina para o bebê, já que protege de doenças potencialmente perigosas. Molina alertou, entretanto, que, nas Américas, pouco mais da metade das crianças é amamentada nas primeiras horas de vida, enquanto apenas 39% seguem mamando até os 2 anos. “Amamentar é doar aquilo que é seu, que é gratuito, que é amor e que ajuda a salvar vidas”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Durante a cerimônia, ele lembrou que, na próxima semana, mais de 150 países – incluindo o Brasil – participam da Semana Mundial da Amamentação, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os desafios no país, Occhi citou a ampliação de salas para amamentação dentro de empresas, instituições e nos próprios órgãos de governo.

Uma adolescente é infectada pelo vírus HIV a cada três minutos, diz Unicef

  • 26 Jul 2018
  • 17:06h

A cada três minutos, uma adolescente de 15 anos a 19 anos é infectada com o vírus HIV. Elas representam dois terços das infecções em todo o mundo nesta faixa etária. Esses dados foram divulgados pela Unicef, nesta quarta-feira (25), durante a 22ª Conferência Internacional da Aids, que acontece em Amsterdã. "Na maioria dos países, mulheres e meninas não têm acesso às informações e serviços necessários, nem têm a oportunidade de recusar sexo desprotegido", explicou a diretora-geral da entidade, Henrietta Fore. De acordo com o G1 Bem Estar, em 2017, 130 mil mortes de pessoas com menos de 20 anos tiveram ligação com a Aids. Outras 430 mil novas infecções por HIV ocorreram nessa faixa etária. "Sabemos que isso está ligado ao status de inferioridade conferido às mulheres e meninas em todo o mundo", comentou a atriz sul-africana Charlize Theron. Ele esteve presente na conferência, onde a Unicef apresentou um relatório, citando "relações sexuais precoces, inclusive com homens mais velhos, relações forçadas, a relação de força que não permite dizer não, a pobreza e falta de acesso aos serviços de aconselhamento e exames" como fatores que colocam meninas em posição de risco. A Sociedade Internacional sobre a Aids pontua ainda que quatro em cada 10 adolescentes africanas já sofreram violência física ou sexual por parte de um homem. De acordo com o G1, essa ONG denuncia a ausência de uma política de prevenção contra essas violências, além de trabalhar para proteger os jovens.

Saúde atinge meta de 90% de vacinados contra gripe; Brasil confirma 839 mortes pela doença

  • 20 Jul 2018
  • 20:09h

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (18) que atingiu a meta de vacinar 90% do público-alvo da campanha de vacinação contra gripe. De acordo com o último boletim, 51,4 milhões de pessoas estão imunizadas contra a doença, o que representa 90,2% da população prioritária.  As regiões Centro-Oeste (99,45%) e Nordeste (94,71%) foram as únicas que ultrapassaram a meta. No entanto, a Bahia registra 89,6% de imunizados, o que corresponde a 3,4 milhões de doses aplicadas. Em todo o país, os grupos de gestantes e crianças continuam com cobertura vacinal contra a gripe de 77,8% e 76,5%, respectivamente. "Temos que continuar avançando, principalmente em gestantes e crianças. Esses públicos ainda podem procurar um posto e vacinar contra a gripe. Lembrem-se que vacinar, é proteger", reforçou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues. O boletim mostra ainda que, até 16 de julho, foram confirmadas 839 mortes por gripe no país e 4.680 casos. Do total, 2.813 casos e 567 óbitos foram por H1N1.

Brasil tem 839 mortes por gripe em 2018; vacinação atinge 90% do público-alvo

  • 19 Jul 2018
  • 18:07h

Foto: Divulgação

O Brasil registrou em 2018 aumento de 194,4% no número de mortes por gripe em relação ao mesmo período de 2017: foram 839 mortes por influenza esse ano, contra 285 mortes no ano anterior. Ambos os períodos consideram dados contabilizados pela Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde até a segunda quinzena de julho. O número de mortes vai na esteira do aumento do número de casos em 2018. No total, foram 4.680 infecções em todo o país até 16 de julho, contra 1.782 em 2017. Além dos números, uma diferença entre os dois anos pode ser observada nos tipos e subtipos de vírus que estão sendo a causa das infecções: em 2018, a maioria dos casos (60%) foram provocados pelo subtipo H1N1 do vírus influenza; já em 2017, a maior parte dos casos (73,7%) foi provocada pelo influenza A (H3N2). O vírus influenza é dividido em tipos, subtipos e linhagens. Todas essas variações correspondem a diferenças encontradas no material genético do vírus. O influenza também sofre mutações muito frequentemente; por isso, a vacina é atualizada todos os anos com novos vírus.  Além da temporada, o especialista explica que três fatores podem contribuir para um maior número de mortes: uma mutação grande do vírus, a não imunização da população mais vulnerável, e o tratamento tardio, que geralmente começa a ser feito após quatro ou cinco dias de infecção no Brasil. "Após esse período, o tratamento vai ter baixa efetividade", diz Kfouri. Ele destaca que mais efetividade em campanhas de imunização, com maior rapidez em atingir a meta pode contribuir para diminuir o número de mortes. Em 2016, por exemplo, a meta foi atingida em três semanas, diz ele. Agora, foram necessários mais de três meses para vacinar 90% do público-alvo. Em 2018, o H1N1, além do número de casos, o subtipo foi responsável pela maior parte das mortes (67,5%): com 567 óbitos. A pasta também registrou 335 casos e 46 mortes por influenza B em 2018. Já o influenza A não subtipado, foi responsável por 541 casos e 86 óbitos. Entre os estados, diz o ministério, o maior número de casos em 2018 ocorreu em São Paulo (1.702), Ceará (376), Paraná (432) e Goiás (378).