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Mourão diz que tem 'opiniões' e não é 'vice anencéfalo'

  • G1
  • 10 Out 2018
  • 08:07h

Foto: Rickardo Marques/G1 AM

O general Hamilton Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro, conversou nesta segunda-feira (8) com o candidato do PSL à Presidência após a entrevista que Bolsonaro concedeu ao Jornal Nacional na qual desautorizou declarações do vice, como a defesa de um autogolpe e de críticas à Constituição. Mourão disse ao blog que "Bolsonaro foi colocado numa emboscada" porque quando deu a declaração do autogolpe, em entrevista à Globonews em setembro, Bolsonaro estava "hospitalizado" e não "acompanhou direito" a repercussão. O blog disse ao vice que a entrevista foi amplamente divulgada e repercutida, inclusive nas redes sociais, principal canal acessado por Bolsonaro para se comunicar com seus eleitores. O vice afirmou à reportagem que não defende um autogolpe, como admitiu, mas que é, sim, "um crítico da Constituição". "A nossa abrange muita coisa. Defendo uma de princípios e valores, mas é minha opinião pessoal, tenho minha personalidade. E já fiz mea culpa das minhas escorregadas. Não sou político, aí eu falo o que penso", afirmou Mourão. Nesta segunda-feira (8), Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) reafirmaram compromisso com a democracia e com a Constituição, na entrevista ao Jornal Nacional. Bolsonaro disse que, se eleito, será "escravo" da Constituição. "Falei para ele proceder com sua visão. Tenho minhas críticas. Agora, o presidente, como ele disse, é ele. Só não sou um vice anencéfalo. Tenho minhas opiniões", disse Mourão. Bolsonaro confundiu o nome de Mourão duas vezes na entrevista, chamando-o de Augusto. Perguntado se ficou chateado, o vice riu: "Foi um ato falho. Mas falei para ele: 'Vê se acerta nossos nomes! Eu sou o Hamilton, o Heleno é o Augusto'", referindo-se ao general Heleno, outro aliado de Bolsonaro. Mourão segue nas conversas com empresários para tentar atrair apoio para a campanha de Bolsonaro. Ele acredita na vitória no segundo turno, mas voltou a colocar em dúvida o resultado, citando "a teoria da conspiração de fraude". "Fora isso, não tem como a gente não ganhar".

PSB decide apoiar Haddad no segundo turno das eleições presidenciais

  • G1
  • 09 Out 2018
  • 19:15h

Foto: Fernanda Calgaro/G1

A Executiva Nacional do PSB decidiu nesta terça-feira (9) que o partido irá apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno das eleições presidenciais. A cúpula da legenda também resolveu liberar os diretórios regionais de São Paulo e do Distrito Federal, onde os candidatos do PSB, Márcio França e Rodrigo Rollemberg, respectivamente, disputarão o segundo turno ao governo estadual. Ele disse ainda ter "confiança absoluta" na decisão que os diretórios em SP e no DF tomarão. "No estado de São Paulo e no Distrito Federal, os diretórios poderão examinar as suas coligações e decidir o que devem fazer, tendo em consideração que temos confiança absoluta no Márcio França e no Rodrigo Rollemberg em que eles precisam ter a liberdade para conduzir as suas campanhas e conquistar uma vitória nessas duas unidades importantíssimas da federação do nosso país", declarou. Questionado se França e Rollemberg poderão apoiar o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, o presidente da sigla disse que confia "plenamente" nos dois e que eles tomarão "a decisão mais correta, que tenha consonância com a história do partido". "Nós asseguramos a liberdade e sabemos que eles vão tomar a decisão correta em relação ao seu estado", afirmou o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira. Durante o primeiro turno, Rollemberg chegou a fazer ato de campanha ao lado de Ciro Gomes, que disputava a Presidência da República pelo PDT. O PSB também está no segundo turno em Sergipe, com Valadares Filho, e no Amapá, com João Capiberibe. No caso do Amapá, o PSB já está em uma aliança com o PT. O partido já elegeu no primeiro turno Paulo Câmara em Pernambuco, João Azevedo na Paraíba e Renato Casagrande no Espírito Santo. Siqueira defendeu que Haddad procure "todos os democratas" e "pessoas de bem para que a sua candidatura represente uma frente democrática. "No momento difícil em que vive o país, com essa polarização, e tendo em vista a necessidade de unidade nacional e das forças democráticas, [propomos] que a candidatura [de Haddad] se transforme em uma candidatura da frente democrática, que agregue personalidades e instituições que defendam a democracia e que o programa não seja apenas de um partido", disse.

Primeira mulher indígena é eleita para Câmara dos Deputados

  • 09 Out 2018
  • 18:15h

(Foto: Divulgação)

Foi eleita a primeira mulher indígena para um cargo de deputada federal no Brasil. Joênia Wapichana, da Rede Sustentabilidade, em Roraima, recebeu 8.267 votos computados até às 22h30, deste domingo, quando havia 98,21% das urnas apuradas. É a segunda vez que um indígena chega à Câmara dos Deputados. O primeiro foi Mário Juruna, pelo PDT, em 1982. Primeira mulher brasileira de origem indígena formada em Direito, Joênia Batista de Carvalho, de 43 anos, se apresenta como Joênia Wapixana, nome de sua etnia. Ela também foi a primeira indígena do Brasil a exercer a profissão de advogada.

TSE manda Facebook tirar do ar 33 links com notícias falsas contra Manuela D’Ávila

  • O Globo
  • 09 Out 2018
  • 14:17h

O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), determinou nesta segunda-feira que o Facebook retire do ar em até 24 horas 33 links por conterem mensagens difamatórias a Manuela D’Ávila(PCdoB), candidata vice-presidente na chapa de Fernando Haddad(PT), e à campanha petista. Segundo a defesa do partido, somados, o alcance das notícias falsas chega a 146.480 compartilhamentos e 5.190.942 visualizações. As notícias falsas vinculavam a imagem de Manuela a condutas ofensiva aos cristãos, além de atribuir à candidata a entrega de materiais pornográficos para crianças. O ministro do TSE reconheceu que foram feitas montagens nas imagens com o objetivo de manchar a imagem de Manuela.“No caso dos autos, entendo viável a concessão da liminar, porquanto o conteúdo ora questionado mancha a imagem da candidata representante perante o público católico e cristão, com o objetivo evidente de interferir no pleito eleitoral. Ademais, a mídia foi claramente editada com uso de montagem – por meio da qual se desvirtuou o conteúdo original do vídeo produzido pela candidata representante para combater a homofobia nas escolas –, contendo agressão e ataque à imagem da candidata, atribuindo-lhe conceito sabidamente inverídico”, escreveu Sérgio Banhos. O ministro pediu ao Facebook a disponibilização dos dados pessoais dos responsáveis pelas publicações, para eventual responsabilização dos autores. O site terá de enviar ao TSE em 48 horas a identificação do número de IP da conexão usada para realização do cadastro inicial no Facebook dos autores das páginas e os dados pessoais dos criadores e dos administradores dos perfis. Em caso de descumprimento, o ministro afirmou que poderá ser aplicada multa diária à rede social, sem especificar o valor. No fim de semana, Sérgio Banhos e o ministro Carlos Horbach já tinham dado outras decisões ordenando a remoção de notícias falsas contra Manuela e Fernando Haddad, candidato a presidente do PT. Também determinaram que Facebook e Youtube informem o número de IP, que serve de identificação a um computador na rede. Horbach mandou remover 33 postagens no Facebook e dois vídeos no Youtube. O pedido do PT era mais amplo, mas o ministro negou tirar do ar o restante. Em alguns casos, Horbach notou que havia "conteúdos de matérias jornalísticas ou que expressam opinião dos usuários de redes sociais, o que não caracteriza irregularidade eleitoral". Banhos mandou remover conteúdos contrários a Manuela. Cinco páginas no Facebook teriam atribuído a ela uma declaração sobre o desaparecimento do cristianismo e de que seria mais popular que Jesus. O ministro entendeu que "o conteúdo ora questionado mancha a imagem da candidata representante perante o público cristão, com o objetivo de interferir no pleito eleitoral".

Alckmin indica que não vai apoiar nem Haddad nem Bolsonaro

  • Bruno Santos / Folhapress
  • 09 Out 2018
  • 09:03h

Protagonista da pior derrota já sofrida pelo PSDB em uma eleição presidencial, Geraldo Alckmin começou a fazer um saldo do desempenho do partido – atingido em cheio pela onda de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a coluna Painel, da Folha, aos que insinuam que ele deveria deixar o comando da sigla, mandou avisar que não há chance: fica até março de 2019. Aliados também garantem que ele não vai declarar apoio nem ao deputado nem a Fernando Haddad (PT). Deve liberar diretórios estaduais e se opor a ambos. Ainda segundo a Painel, a madrugada desta segunda (8) foi de ressaca para o tucanato, especialmente o paulista. A ala mais antiga da sigla chegou a dizer que o “PSDB acabou” e que é preciso reconstruí-lo do zero. 

No primeiro turno, 2,4 mil urnas apresentaram defeito

  • 08 Out 2018
  • 20:06h

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, em seu último boletim deste domingo (7), que 2,4 mil urnas eletrônicas apresentaram defeito e precisaram ser substituídas em todo o país. O número representa 0,46% do total de urnas utilizadas no pleito deste ano. O número de urnas substituídas no primeiro turno deste ano, segundo a Agência Brasil, foi 54,5% menor do que em 2014, quando 5.446 equipamentos apresentaram defeito. Os estados que tiveram maior número de urnas com defeito foram Minas Gerais (487), Pernambuco (257), São Paulo (232), Rio de Janeiro (219), Santa Catarina (205), Rio Grande do Sul (139) e Sergipe (115). A Justiça Eleitoral também registrou a prisão de cinco candidatos: dois no Rio de Janeiro, um em São Paulo; um no Rio Grande do Sul; outro na Paraíba. Ao todo, 149 pessoas foram presas por praticar irregularidades no primeiro turno, segundo o TSE. A votação se encerrou às 17h, conforme horário local de cada estado.  São 147.302.357 brasileiros aptos a escolher o presidente da República, os governadores de 26 estados e do Distrito Federal, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. De acordo com o TSE, 29.719.056 pessoas não compareceram às seções eleitorais - uma taxa de 20,32%. Esse é o maior índice desde 2002.  

Abstenções, brancos e nulos representam 38,7% dos votos no 1º turno na Bahia

  • 08 Out 2018
  • 18:10h

Foto: Reprodução/ TV Bahia

As abstenções somadas aos votos brancos e nulos na Bahia, no 1º turno das eleições 2018, representam 38,7% dos eleitores, segundo os números da apuração divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 2.154.937 milhões de pessoas deixaram de votar neste ano no estado, número que equivale a 20,74%. Além disso, 314.605 mil (3,82%) pessoas que compareeram às urnas votaram em branco e outros 1.170.405 milhão (14,21%) anularam o voto. Com mais de 14 milhões de habitantes, a Bahia tem 10.393.170 milhões de eleitores. Deste total, 8.235.310 milhões compareceram às urnas. Os votos válidos são 6.749.554 milhões, o que equivale a 81,96%.

Alexandre Frota, Tiririca e namorado de Fátima Bernardes estão entre famosos eleitos

  • Bocão News
  • 08 Out 2018
  • 16:07h

As eleições 2018 reuniu uma lista de famosos derrotados nas urnas, inclusive os baianos Acelino Popó Freitas e a ex-vereadora Léo Kret, que tentavam uma vaga na Câmara dos Deputados. No entanto, alguns conseguiram se eleger em diferentes estados brasileiros para cargos como de deputado federal e estadual, e senador.

Alexandre Frota (PSL)
O ator Alexandre Frota (PSL) elegeu-se deputado federal em São Paulo com mais de 155 mil votos.

Bebeto (PODE)
O ex-jogador Bebeto se reelegeu deputado estadual pelo Rio de Janeiro, com 25.917 votos. Ele ficou em 54º lugar. Ao todo, 70 deputados compõem a Assembleia Legislativa do estado.

Danrlei (PSD)
O ex-goleiro foi eleito para o terceiro mandato como deputado federal pelo Rio Grande do Sul, com 102.662 votos. Ele foi o 13º mais votado. Havia 31 cadeiras em disputa.

Igor Kannário (PHS)
A coligação encabeçada pelo PSL na Bahia elegeu o cantor de pagode e vereador em Salvador Igor Kannário (PHS) como deputado federal. Kannário é defensor da legalização da maconha e tem um histórico de atritos com a Polícia Militar da Bahia.

Jean Wyllys (PSOL)
Jean Wyllys (PSol) conseguiu se reeleger deputado federal pelo Rio de Janeiro nos últimos momentos da apuração dos votos. Wyllys foi o menos votado no Rio entre os deputados eleitos, com 24.295 votos, e garantiu mais quatro anos na Câmara graças ao quociente eleitoral.

Joice Hasselmann (PSL)
A jornalista Joice Hallelmann elegeu-se deputada federal por São Paulo com mais de 1 milhão de votos. Foi a segunda mais votada no estado, atrás apenas de Eduardo Bolsonaro, do mesmo partido.

Jorge Kajuru (PRP)
Eleito para o Senado por Goiás com mais de 1,3 milhão de votos.

Leci Brandão (PCdoB)
A cantora elegeu-se para o terceiro mandato como deputada estadual por São Paulo, desta vez com mais de 60 mil votos.

Leila do Vôlei (PSB)
Eleita para o Senado pelo Distrito Federal com mais de 437 mil votos.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL)
Tataraneto do imperador Dom Pedro II (1825-1891) e sobrinho do atual chefe da Casa Imperial do Brasil, dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, aquele que seria o imperador, caso o Brasil voltasse a ser uma monarquia, Luiz Philippe elegeu-se deputado federal por São Paulo com mais de 118 mil votos.

Tiririca (PR)
Com mais de 440 mil votos, o humorista foi o 5º mais votado dentre os candidatos a deputado federal por São Paulo. Elegeu-se para o terceiro mandato. No final do ano passado, ele subiu à tribuna da Câmara e fez um discurso no qual disse estar com “vergonha” da política e, por isso, estava “abandonando a vida pública”.

Túlio Gadelha (PDT)
Túlio Gadelha, namorado da apresentadora Fátima Bernardes, foi eleito deputado federal por Pernambuco com 75.642 votos. Foi 19º mais votado. Ao todo, havia 25 vagas em disputa.

Haddad vence em 411 das 417 cidades da Bahia

  • G1
  • 08 Out 2018
  • 15:12h

Foto: Dan Figliuolo

O candidato Fernando Haddad (PT) venceu em 411 das 417 cidades da Bahia, no 1º turno das eleições 2018. Jair Bolsonaro (PSL) ganhou em apenas 6 municípios. Nenhum outro candidato conquistou uma cidade além dos dois candidatos que irão ao 2º turno. Haddad só perdeu nas apurações de Luís Eduardo Magalhães, Buerarema, Itabuna, Eunápolis, Teixeira de Freitas e Itapetinga. As cidades pertecem às regiões oeste, sul e sudoeste do estado. Ao todo, no estado, Haddad teve 60,26% dos votos válidos e Bolsonaro 23,43%.

Confira a lista dos 39 deputados federais eleitos pela Bahia

  • 08 Out 2018
  • 13:07h

Foto: Agência Câmara

Os eleitores baianos elegeram, neste domingo (7), os 39 deputados federais que irão compor a Câmara dos Deputados em Brasília, a partir de janeiro de 2019. Os três deputados mais votados foram: Pastor Sargento Isidório (AVANTE), Otto Alencar Filho (PSD) e Bacelar (PODE). Juntos, eles tiveram um total de 657.966 mil votos.

Veja a relação dos deputados federais eleitos:

  • Pastor Sargento Isidório (AVANTE): 323.264
  • Otto Alencar Filho (PSD): 185.428
  • Bacelar (PODE): 149.274
  • Prof. Dayane Pimentel (PSL): 136.742
  • Jorge Solla (PT): 135.657
  • Afonso Florence PT: 130.548
  • Zé Neto (PT): 129.196
  • Antonio Brito (PSD): 127.716
  • Alice Portugal (PC do B): 126.595
  • Caetano (PT): 124.647
  • Waldenor Pereira (PT): 121.278
  • Valmir Assunção (PT): 118.313
  • Ronaldo Carletto (PP): 118.097
  • Josias Gomes (PT): 115.571
  • Marcelo Nilo (PSB): 115.277
  • Daniel Almeida (PC do B): 114.213
  • Cacá Leão (PP): 106.592
  • Sérgio Brito (PSD): 105.427
  • Lídice da Mata (PSB): 104.348
  • Claudio Cajado (PP): 104.322
  • Elmar (DEM): 103.823
  • Adolfo Viana (PSDB): 102.603
  • Mário Negromonte Jr (PP): 102.512
  • Pelegrino (PT): 101.476
  • José Nunes (PSD): 99.535
  • Marcio Marinho (PRB): 95.204
  • Felix Mendonça (PDT): 91.913
  • Arthur Maia (DEM): 88.908
  • João Bacelar (PR): 84.684
  • João Roma (PRB): 84.455
  • Paulo Azi (DEM): 84.090
  • Jose Rocha (PR): 84.016
  • Leur Lomanto Jr (DEM): 82.110
  • Uldúrico Júnior (PPL): 66.343
  • Alex Santana (PDT): 62.922
  • Igor Kannario (PHS): 54.858
  • Pastor Abilio Santana (PHS): 50.345
  • Tito (AVANTE): 48.899
  • Raimundo Costa (PRP): 38.829

Filho de Frota desabafa após eleição do pai: 'Defende a família, mas queria me abortar'

  • Júnior Moreira Bordalo
  • 08 Out 2018
  • 12:01h

Foto: Reprodução / RD1

O ex-ator pornô Alexandre Frota (PSL-SP)  foi eleito deputado federal por São Paulo com 155.522 votos, entrado assim para a lista dos 20 mais votados do Estado. No Twitter, o filho do político, Maya Frota, ficou surpreso com o resultado das urnas. "Eu sou filho de um ex-ator pornô, ex-viciado em cocaína, que defende a família, mas queria me abortar. Como ele virou atual deputado federal de São Paulo, não sei", atacou o herdeiro. O rapaz é fruto de um breve relacionamento do pai com a personal trainer Samantha Lima Gondim. Os dois se conheceram em 1998. Após o nascimento de Mayã, a mãe brigou na Justiça durante um ano e meio pleiteando pensão para a, até então, criança.Nascido no Rio, Alexandre Frota tem 54 anos e já se aventurou por diversas carreiras: ator, diretor, modelo, comediante, jogador de futebol americano, além de estrelar filmes pornôs. Nos últimos anos se destacou pelas críticas ao Partido dos Trabalhadores. Em maio de 2016, entrou com pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. Em maio deste ano, ele se filiou ao PSL, com a benção de Jair Bolsonaro, depois de rápida passagem pelo Patriota.

Ciro Gomes sinaliza apoio a Haddad e diz que tem uma certeza: 'ele não, sem dúvida"

  • G1
  • 08 Out 2018
  • 11:03h

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou na noite deste domingo (7), após a confirmação do segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que vai se reunir com a direção do partido antes de decidir sobre a posição a ser adotada na nova etapa da eleição. Mas excluiu a hipótese de apoiar Bolsonaro: "Ele não, sem dúvida". Ciro Gomes terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com mais de 13 milhões de votos, menos da metade dos mais de 30 milhões de Fernando Haddad (PT), segundo colocado – Bolsonaro teve quase 50 milhões. O candidato do PDT afirmou que vê “com muitas angústia e preocupação” a divisão do país, mas ressalvou que combate o “fascismo”. "Uma coisa eu posso adiantar logo, como vocês já viram: minha história de vida é uma história de vida de defesa da democracia e contra o fascismo", declarou. Questionado por um repórter se alguma hipótese estava descartada, respondeu: "Ah, ele não, sem dúvida". Ciro ainda declarou que discutirá com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, a situação do segundo turno. O candidato do PDT afirmou que encerrou o primeiro turno da eleição presidencial com sentimento de “profunda gratidão ao povo brasileiro” e fez um agradecimento especial aos eleitores do Ceará, sua base eleitoral. No estado, o irmão Cid Gomes foi eleito senador, e o governador Camilo Santana (PT), apoiado por Ciro, se reelegeu. “Eu vou agora comemorar a vitória do Camilo, que é uma vitória superlativa, uma vitória do senador Cid Gomes, que é o meu orgulho. Fizemos uma extraordinária maioria na Assembleia Legislativa do Ceará”, disse o candidato.

Ao agradecer votos, Bolsonaro sugere fraude em votação e diz que vai exigir solução do TSE

  • Rebeca Menezes
  • 08 Out 2018
  • 09:11h

O candidato a presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) agradeceu aos eleitores que garantiram sua vaga no segundo turno das eleições, que acontecerá no próximo dia 28 de outubro. Durante uma transmissão ao vivo no Facebook, Bolsonaro sugeriu que houve fraude na eleição ao criticar os problemas enfrentados em votações por todo país neste domingo (7) “Vamos exigir do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] uma solução para tudo que aconteceu, porque aconteceu muita coisa. Se nós tivéssemos segurança, já teríamos o nome do presidente da República decidido no dia de hoje”, apontou. Ele comentou ainda sobre as dificuldades que enfrentou na campanha. “Andamos em praticamente todos os estados, se não me engano só no Amapá. Nós não tínhamos personalidades, grandes aparatos ao nosso lado, mas tínhamos sim bons políticos e o apoio da população, porque afinal a verdade estava acima de tudo. Para quem não tem tempo de televisão, com um partido ainda muito pequeno, sem fundo partidário, e hospitalizado por 30 dias, não deixa de ser grande vitória”, avaliou. Bolsonaro também comentou sobre a região Nordeste ser a única em que não apareceu à frente do seu concorrente no segundo turno, Fernando Haddad (PT). Segundo ele, “a votação no Nordeste foi muito boa e tenho certeza que melhorará no segundo turno”, porque o povo “humilde, conservador e trabalhador” da região sofre com o “terrorismo” praticado pelo Partido dos Trabalhadores. “Restam dois caminhos: o da prosperidade, o da verdade, o da família... e do outro, o caminho da Venezuela. Não queremos isso para o Brasil”.  Em seu discurso, o candidato do PSL teceu duras críticas ao PT, e afirmou que o país “viu os valores familiares desgastados” e “afundou na mais grave crise ética, moral e econômica” já vista. Sem citar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o capitão alertou aos seus eleitores sobre Haddad: “nós sabemos quem o cerca, quem o aconselha, e não queremos esse tipo de gente pra ocupar o Palácio do Planalto”. O candidato ainda prometeu aproximar o Brasil das “grandes nações”, investir nas riquezas do país como a natureza e o turismo, e “jogar pesado” na segurança pública. Garantiu ainda que vai “colocar um fim em todo ativismo” no país e acabar com a “indústria de multas do Ibama”, além de “reduzir a corrupção o máximo possível”.  “Não podemos esmorecer, o que está em jogo é a nossa liberdade, é a manutenção da operação Lava Jato, é ter certeza que o trabalho da Polícia Federal, do juiz Sérgio Moro, não vai ser jogado na lata do lixo”. Por fim, convidou seus eleitores a continuarem mobilizados até o segundo turno. “Nós somos um só povo, temos uma só bandeira, um só coração. A nossa união fará com que tenhamos um governo decente”. 

Jaques Wagner, do PT, e Ângelo Coronel, do PSD, são eleitos senadores pela Bahia

  • 07 Out 2018
  • 22:21h

Jaques Wagner, do PT, e Ângelo Coronel, do PSD, foram eleitos senadores pela Bahia, neste domingo (7), para os próximos oito anos. Com 86% das urnas apuradas, por volta das 21h20, Wagner tinha 35,58% dos votos (3.618.917 votos) e Ângelo Coronel, segundo colocado, 32,76% (3.331.625). O candidato Irmão Lázaro (PSC), com 15,52% dos votos (1.578.926), aparecia na terceira colocação. Neste ano, o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado. O mandato dos senadores é de oito anos, mas as eleições para o cargo ocorrem de quatro em quatro anos. A cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país, duas delas na Bahia. Nascido no Rio de Janeiro, e um dos fundadores do PT na Bahia, Jaques Wagner foi diretor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica-BA) e fundador e o primeiro presidente do PT e da CUT na Bahia. Em 1990, foi eleito deputado federal e reeleito em 1994 e 1998. Em 2006, foi eleito governador da Bahia e reeleito em 2010. Foi ainda ministro da Defesa, da Casa Civil e do Gabinete Pessoal de Presidência da República no governo Dilma Na campanha desse ano, Wagner visitou dezenas de municípios da Bahia, sempre ao lado do candidato ao governo Rui Costa. Na redes sociais e nos discursos pelo interior durante comícios e carreatas, ele sempre exaltava ações que executou durante os seus dois mandatos como governador do estado. A internet foi o principal lugar onde Wagner apresentou suas propostas. Entre elas, prometeu trabalhar "por um sistema tributário mais justo". O senador defendeu também a taxação de grandes fortunas e a isenção de imposto de renda para quem ganha até cinco salários mínimos. Apareceu sempre na liderança para a primeira vaga do senado em todas as pesquisas eleitorais divulgadas pelo Ibope. No levantamento feito um dia antes das eleições, por exemplo, ele aparecia com 33% dos votos.

Rui Costa, do PT, é reeleito governador da Bahia com mais de 75% dos votos

  • 07 Out 2018
  • 22:09h

Rui Costa, do PT, foi reeleito em primeiro turno, neste domingo (7), governador do estado da Bahia para os próximos quatro anos. Com 86% das urnas apuradas, por volta das 21h20, o petista tinha 4.370.082 votos, o que correspondia a 75,71% dos votos válidos, contra 21,99% de Zé Ronaldo (DEM), o que correspondia a 1.269.197 votos, ficando em segundo lugar. [Confira no final da matéria a apuração completa no estado] "Quero dedicar essa vitória a Deus, ao povo da Bahia e a minha mãe e a meu pai, onde eles estiverem. Essa Vitória é pra vocês dois, que formaram todos os meus valores para eu chegar aqui. Sei que vocês estão orgulhosos de ver alguém que nasceu na favela chegar até aqui e receber esse carinho da Bahia", disse o governador logo após chegar para comemoração no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A reeleição faz com que Costa, eleito pela primeira vez para o governo do estado em 2014, na eleição para a sucessão do também petista Jaques Wagner (que governou também por dois mandatos), permaneça no cargo até 2022. Com isso, o PT se consolida no comando do executivo estadual por 16 anos consecutivos.