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Mais de 1,2 mil juristas e ex-ministros declaram apoio a Haddad por manter democracia

  • BN
  • 17 Out 2018
  • 14:01h

Foto: Reprodução google

Mais de 1,2 mil juristas, advogados, ex-ministros e professores de Direito assinaram um manifesto em favor do candidato à presidência Fernando Haddad (PT), diante do atual cenário político. O manifesto pela vitória do petista foi divulgado nesta terça-feira (16). O manifesto destaca uma frase de Martin Luther King: “O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons”. “Todos os povos têm momentos de união em torno de temas civilizatórios. A união se dá em torno de assuntos que transcendem para além dos interesses individuais, corporativos e partidários”, diz o texto. Entre os signatários do ofício, estão o ex-ministro da Justiça do governo FHC, José Carlos Dias; Eugênio Aragão, José Eduardo Cardozo, Tarso Genro; ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Sepúlveda Pertence;  Marcelo Lavenère, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Alberto Toron, advogado ligado ao PSDB; e Belisário dos Santos Júnior, ex-secretário de Justiça no governo de Mário Covas (PSDB). Os juristas afirmam que Haddad é “o único, nesse segundo turno, capaz de garantir a continuidade do regime democrático e dos direitos que lhe são inerentes, num ambiente de paz, de tolerância e de garantia das liberdades públicas”. “Pensamos diferentemente sobre tantos temas. Temos crenças, valores, ideias sobre tantos assuntos, mas em alguns pontos chegamos ao mesmo lugar e isto é inegociável. Este lugar, este ponto sobre o qual não discordamos, é algo chamado democracia, que engloba a preservação daquilo pelo qual todos nós lutamos há tantas décadas — a dignidade das pessoas, o respeito aos direitos humanos e a justiça social”, informa os signatários. Os assinantes do documento destacam que os “avanços civilizatórios são como degraus”. “Subimos um a um. Unimo-nos para ajudar a todos nessa subida. Tolerância, solidariedade, direitos iguais e respeito às diferenças. É isso que nos move e é o combustível de todos os povos e nações que vivem e convivem em democracia. A democracia não existe sem pluralismo político, social e moral, algo inevitável numa sociedade complexa como a nossa. A democracia só aceita disputas entre adversários, não entre inimigos, só admite a política, não a guerra, formas pacíficas de disputa, não violentas. A democracia só existe limitada pelos direitos dos indivíduos e das minorias, para que não se torne uma ditadura da maioria. Democracia é a paz com voz”, declara os juristas.

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

  • 15 Out 2018
  • 19:28h

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos. Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 59%
  • Fernando Haddad (PT): 41%

    Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

    Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 52%
  • Fernando Haddad (PT): 37%
  • Em branco/nulo: 9%
  • Não sabe: 2%

Bolsonaro diz que debaterá com Haddad se não houver 'terceiros'

  • Talita Fernandes | Folhapress
  • 14 Out 2018
  • 09:36h

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado (13) que pode ir a debates se tiver garantias de que não haverá interferência de terceiros sob Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno. "Se for um debate, eu e ele, sem interferência externa, eu to pronto para comparecer", afirmou, sem explicar a quem se referia ao falar em interferência externa. A declaração foi feita em meio às gravações do programa de TV, no Rio de Janeiro. Bolsonaro deixou sua casa na manhã deste sábado, na Barra da Tijuca, e foi ao Jardim Botânico, onde grava vídeos para horário eleitoral, na casa de Paulo Marinho, seu aliado. Desde que sofreu uma facada, no início de setembro, ele não participou mais dos debates e foi criticado por seus adversários. Bolsonaro aguarda liberação médica para fazer atos de campanha e deve passar por nova avaliação na quinta-feira (18). Esta semana ele havia indicado que não iria aos programas mesmo se fosse liberado. "Se for eu e ele estou pronto para debater sim. Eu não quero ir a debate se houver a participação de terceiros. Quem está disputando a eleição sou ele e eu." Ele voltou a criticar o PT e disse que, se for eleito, vai acabar com o toma lá dá cá na política. "Não adianta você ter boas propostas, mas após uma possível eleição quem vai colocar em prática vai ser um time de ministros que quem vai escalar não vai ser o Haddad, vai ser o Lula." Bolsonaro voltou a negar que proporia uma Constituinte se for eleito, ao contrário do que defendeu seu vice, o general Hamilton Mourão. Ele disse que seu norte é a Constituição, da qual afirmou ser "escravo", mas reconheceu discordar de alguns pontos da Carta, sem dizer quais. "Tem uns artigos que eu discordo. Vamos propor emendas e se o parlamento concordar, tudo bem. Uma nova constituinte, não."

TSE lança página para esclarecer informações falsas sobre eleições

  • 13 Out 2018
  • 12:13h

(Foto: Reprodução / YouTube)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta quinta-feira (11) uma página para ajudar a esclarecer os eleitores sobre informações falsas que circulam nas redes sociais sobre o processo eleitoral brasileiro. Além de desmentir os boatos, o tribunal apresenta links de agências de checagem de notícias sobre o assunto, alertando para os riscos da desinformação. Veja a página. Até a tarde desta sexta, a página contava com cinco boatos desmentidos. Entre eles, estão o de que 7,2 milhões de votos foram anulados pelas urnas e o de que a urna autocompleta o voto para presidente quando o eleitor seleciona a tecla "1". As duas informações não são verdadeiras, como reportagens do Fato ou Fake, a seção de checagem de informações falsas do Grupo Globo, já haviam mostrado. O TSE afirma que encaminha todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte de órgãos de investigação, como o Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal. O objetivo é garantir a verificação de eventuais atos ilícitos e responsabilizar quem difunde conteúdo falso. Ainda de acordo com o tribunal, até o momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições de 2018 foi confirmada ou comprovada.

Meirelles diz que ficará independente no 2º turno e revela desejo de virar 'youtuber'

  • Estadão
  • 13 Out 2018
  • 11:03h

Candidato derrotado à Presidência da República, Henrique Meirelles (MDB) não vai apoiar nem Jair Bolsonaro (PSL) e nem Fernando Haddad (PT) no segundo turno.  Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ex-ministro da Fazenda não disse qual candidato lhe agrada mais sob o ponto de vista do plano econômico, mas avaliou o que, na ótica dele, seria benéfico na gestão econômica do país.  “Depende de saber qual é. O programa do Haddad é o que está no plano de governo do PT ou o que foi o Lula no primeiro mandato? Se for o Lula 1, foi um bom governo do ponto de vista econômico. Se for o que foi a Dilma, é péssimo, um desastre. Do lado do Bolsonaro, se for o que está dito pelos economistas liberais, é um bom plano. Agora, se for produto mais direto do que o candidato tem dito, algumas vezes com conteúdo estatizante, aí é mais questionável”, afirmou.  Ele ainda falou sobre seu futuro. Disse que não tem planos, nesse momento, de continuar na política, mas revelou que quer se tornar uma espécie de “youtuber”.  “A minha primeira medida concreta será a criação de um canal digital no qual vamos veicular conteúdos, com uma série de especialistas de diversas áreas para falar com todo esse público. Nas pesquisas que fiz, saí com boa imagem da eleição. Isso, de fato, me dá uma possibilidade muito grande de influenciar o debate”, contou.  Meirelles também negou que tenha sido abandonado pelo MDB durante a campanha e afirmou que a primeira medida que o futuro presidente deve tomar na área econômica é “promover o equilíbrio fiscal”.  “É insustentável a presente situação. Precisamos ter um programa de eliminação do déficit primário num espaço de tempo realista, de três anos. E o equilíbrio fiscal passa pela reforma da Previdência. Não adianta tentar fazer mágica. São duas reformas fundamentais, a da Previdência e a tributária”, recomendou. O ex-candidato também negou ter se arrependido de gastar R$ 53,2 milhões na campanha, do próprio bolso, para terminar a eleição com apenas 1,2% dos votos. “Não me arrependo de nada”, assegurou.

Eleitor que não votou no primeiro turno tem 60 dias para justificar ausência

  • 12 Out 2018
  • 08:43h

O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral. As informações são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o TSE, há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação. Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito. Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o “Sistema Justifica” nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar. O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral. O TSE informa ainda que quem não votou no primeiro turno e nem justificou não fica impedido de votar no segundo turno, dia 28 de outubro.

Haddad questiona por que Bolsonaro pode dar entrevistas, mas não pode ir a debate

  • G1
  • 11 Out 2018
  • 19:06h

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, ironizou nesta quinta-feira (11) o fato de o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, ter desistido de participar de debate na TV alegando que foi proibido por seus médicos. O petista ressaltou, em entrevista à Rádio Baiana, que, apesar de justificar a ausência em debates com o atestado médico, o adversário está concedendo várias entrevistas a rádios e emissoras de TV. Estava agendado para esta quinta debate entre Bolsonaro e Haddad na TV Band. No entanto, a assessoria de imprensa do candidato do PSL confirmou que ele não participará do debate. Bolsonaro foi submetido nesta quarta (10) a uma nova avaliação médica em sua casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. Segundo o cardiologista Leandro Echenique, um dos médicos do Hospital Albert Einstein que atendem o presidenciável do PSL, ele está se recuperando, mas ainda não está liberado para fazer campanha. O capitão da reserva do Exército sofreu um atentado à faca em 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Ele teve que ser submetido a duas cirurgias após o ataque. Por esse motivo, abandonou a campanha de rua na reta final do primeiro turno. "Essa entrevista que estou fazendo com vocês é um debate. Vocês estão perguntando, e eu estou respondendo. Por que entrevista pode e debate não? Entrevista é um debate com jornalista. Debate é debate entre candidatos", ponderou o candidato petista na entrevista a rádio nordestina, referindo-se ao atestado médico do adversário. "Fico curioso para saber por que ele está dando tanta entrevista. Pode debater com jornalista e não pode debater comigo. De onde saiu essa prescrição médica? Gostaria de entender melhor. Eu sou leigo, não sou médico, mas gostaria de entender melhor. Pode debater com jornalista, mas não pode debater com adversário", complementou Haddad.

Recomeça nesta sexta-feira a propaganda eleitoral no rádio e na TV

  • 11 Out 2018
  • 16:06h

As eleições deste ano ainda continuam acontecendo e com ela também, a  propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.  As propagandas irão recomeça a partir desta sexta-feira (12), e seguem até o dia 26 de outubro, antevéspera da votação do 2º turno. Os programas serão transmitidos de segunda-feira a sábado, em dois horários por dia. Na Bahia a propaganda se concentrará entre os candidatos a  presidência, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). No 2º turno para o governo a Bahia está fora, pois o candidato Rui Costa candidato ao governo do estado venceu no primeiro turno. Os horários dos candidatos a presidente serão de 5 minutos. No rádio: das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na TV: das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40; Os candidatos ao governo também terão 5 minutos cada um; No rádio: das 7h10 às 7h20 e das 12h10 às 12h20. Na TV: das 13h10 às 13h20, e das 20h40 às 20h50; Nos estados onde há apenas 2º turno para presidente, a propaganda eleitoral dura 10 minutos. Naqueles em que há 2º turno também para governador, 20 minutos.

Partido de Marina Silva, Rede decide recomendar a filiados 'nenhum voto' em Bolsonaro

  • G1
  • 11 Out 2018
  • 11:12h

Foto: Iriá Rodrigues / G1

A Rede Sustentabilidade, partido da candidata derrotada à Presidência Marina Silva, anunciou na madrugada desta quinta-feira (11) a recomendação aos filiados de não votar em Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno a ser disputado entre ele e Fernando Haddad (PT). Em nota, divulgada após reunião da Comissão Executiva Nacional, o partido critica o "projeto de poder" e a "corrupção sistemática" do PT, diz que não apoiará a candidatura Haddad e que será oposição ao futuro governo, seja qual for o vencedor da eleição. Mas ressalva que, frente às "ameaças imediatas e urgentes à democracia", recomenda a filiados e simpatizantes que não destinem "nenhum voto" a Bolsonaro e que escolham no segundo turno, "de acordo com sua consciência, votar da forma que considerem melhor para o país". "Os dois postulantes no segundo turno representam projetos de poder prejudiciais ao país, atrasados do ponto de vista da concepção de desenvolvimento, autoritários em relação ao papel das instituições de Estado, retrógrados quanto à visão do sistema político e questionáveis do ponto de vista ético", afirma o texto da nota, assinado pela Executiva da legenda. No começo da campanha, Marina Silva chegou a aparecer em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, mas caiu gradativamente e terminou o primeiro turno em oitavo, com pouco mais de 1 milhão de votos – na eleição de 2014, ela ficou em terceiro lugar, com 22 milhões de votos.

Cabo Daciolo pede anulação do primeiro turno ao TSE

  • 11 Out 2018
  • 07:08h

Cabo Daciolo (Patriota) pediu nesta quarta-feira (10) a Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a anulação do primeiro turno das eleições e a adoção do sistema de cédulas para o registro do voto. O candidato que concorreu à Presidência da República, aponta que no último domingo (7) "inúmeras denúncias de mau funcionamento" e de "adulteração de grande contingente de urnas" surgiram em todas as regiões do País. O parlamentar encerrou o primeiro turno da eleição presidencial em sexto lugar, com 1,3 milhão de votos (1,26% do total), à frente do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) e da ambientalista Marina Silva (Rede). Ao chegar ao TSE para protocolar o pedido, Daciolo provocou um frenesi entre servidores da Corte Eleitoral, que largaram o trabalho para tirar fotos com o parlamentar. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, Daciolo atendeu aos pedidos de cada servidor e repetiu diversas vezes "Glória a Deus" em vídeos gravados dos celulares dos funcionários do TSE. "A imprensa noticia que foram substituídas 2.400 urnas no primeiro turno, este número é exemplificativo de grave falha no sistema, seja por irregularidade técnica ou seja pelo indício de fraude, haja vista que certamente essas urnas que foram recolhidas refletem uma irregularidade sistêmica de grandes proporções que certamente não foi detectada", alega o parlamentar em sua petição.

Pesquisa: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%

  • Veja
  • 10 Out 2018
  • 17:50h

Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pela consultoria de pesquisa Ideia Big Data em parceria com VEJA. A pesquisa ouviu presencialmente 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018. Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos).

Presidente nacional do DEM, ACM Neto decide apoiar Jair Bolsonaro no segundo turno

  • Bruno Luiz / Lucas Arraz
  • 10 Out 2018
  • 16:53h

Prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto anunciou que irá apoiar Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno das eleições presidenciais deste ano. Durante uma coletiva de imprensa no Hotel Golden Tulip, nesta quarta-feira (10), o ex-coordenador da campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) declarou sua posição individual em favor do adversário de Fernando Haddad (PT) no pleito.  Como presidente nacional da legenda, Neto conduziu o processo dentro do partido que optou pela neutralidade no segundo turno (veja aqui). O DEM não escolheu nem Haddad, nem Bolsonaro e liberou os líderes e militantes da sigla para escolherem livremente entre as opções.  Ao declarar seu voto, o prefeito falou sobre o que esperam seus eleitores. "A população espera tudo de mim, menos que eu me omita. Quem me conhece sabe que toda minha história foi marcada por ter posições e defender as posições que adoto. Não vai ser deferente agora", declarou. "Num momento tão importante para a história do Brasil, esse é o momento em que as pessoas na vida pública precisam adotar suas posições, justifica-las e defendê-las. Dada a circunstância, nesse segundo turno eu irei votar em Jair Bolsonaro", continuou Neto. Durante a campanha, no primeiro turno, o prefeito de Salvador chegou a gravar um vídeo para a campanha “Eles Não”, puxando voto contra Haddad e Bolsonaro e fez duras críticas contra o capitão de reserva. No período de tessitura das alianças do centrão, Neto também não teria descartado um apoio do DEM à candidatura de Ciro Gomes (PDT).

Médicos vetam ida de Bolsonaro a debates; Haddad diz que vai até enfermaria

  • Uol
  • 10 Out 2018
  • 14:59h

Os médicos que acompanham o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, não autorizaram a ida do paciente a debates eleitorais na TV e a eventos de campanha de rua pelo país. Bolsonaro disputa o segundo turno da eleição presdencial com Fernando Haddad (PT) e o primeiro debate entre eles estava marcado inicialmente para ocorrer nesta sexta (12), na Band.Bolsonaro passou por uma avaliação médica na manhã desta quarta-feira (10) na sua casa, na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Segundo o cirurgião Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Echenique, o candidato ainda está fraco para os compromissos eleitorais. Ainda de acordo com os médicos, o tratamento está focado na recuperação de peso e reposição de vitaminas.  "Por enquanto ele não está liberado [para eventos de campanha]. Não sei a respeito do debate, sei que na quinta-feira [dia 18] ele estará conosco no [Hospital Albert] Einstein", disse Macedo. O candidato passará por uma nova avaliação médica na próxima semana. Enquanto a equipe médica de Bolsonaro falava com a imprensa na porta da casa de Bolsonaro, Fernando Haddad dava entrevista coletiva para veículos estrangeiros. Ele criticou o fato de Bolsonaro não comparecer ao evento e disse que "irá na enfermaria em que ele estiver" para "debater o Brasil". "Eu vou até uma enfermaria, na boa, fazer o debate porque nós temos que passar a limpo muita coisa", disse o petista a jornalistas estrangeiros em São Paulo. 

TSE conclui apuração do primeiro turno; 79,6% dos eleitores foram às urnas

  • 10 Out 2018
  • 11:06h

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na manhã desta terça-feira (9) os números consolidados da votação de 1º turno nas eleições deste ano, com todas as urnas apuradas. Segundo a Corte, do total de 147.306.295 eleitores aptos, 117.364.560 (79,67%) foram às urnas neste domingo, no Brasil e no exterior. A abstenção foi de 29.941.265 (20,33%) – maior percentual desde 1998, quando a abstenção chegou a 21,5% Outros 470 eleitores, embora aptos, não puderam votar, porque não foram disponibilizadas urnas nas cidades do exterior onde estão cadastrados. Do montante de votos, 107.050.673 (91,21%) foram válidos. Votos nulos somaram 7.206.205 (6,14%) e brancos 3.106.936 (2,65%). Há ainda 746 votos pendentes de análise, porque foram registrados em urnas retiradas da seção por determinação do juiz para averiguar possíveis irregularidades. No total, foram apurados os resultados da votação efetuada em 454.490 urnas. Na disputa presidencial, o TSE totalizou 49.276.990 votos (46,03% dos válidos) para Jair Bolsonaro (PSL); e 31.342.005 (29,28% dos válidos) para Fernando Haddad (PT). Ambos disputarão o segundo turno no próximo dia 28 de outubro; o que conseguir mais votos será eleito o próximo presidente da República.

Mais de 33% de eleitores que não optaram por Haddad e Bolsonaro estão em jogo no 2º turno

  • Bahia Notícias
  • 10 Out 2018
  • 10:09h

O total de eleitores cujo os candidatos escolhidos não foram para o segundo turno representam 33,48% dos votos válidos do dia 7 de outubro. Esses eleitores terão que escolher no dia 28 deste mês entre aqueles candidatos que não eram os seus preferidos. Quanto aos candidatos, eles terão que conquistar e convencer esses eleitores. Esses eleitores podem ainda contribuir para o índice de abstenções. Historicamente esse número aumenta em segundos turnos, segundo a Folha de S. Paulo. A eleição em dois turnos contribui, ainda, para que os mais votados também façam as suas composições com os não eleitos, em busca de um maior fortalecimento para a nova disputa e uma futura gestão. Aqueles eleitores com inscrição regular e que por alguma razão não votaram no primeiro turno poderão participar do segundo turno do pleito, pois são eleições independentes.