BUSCA PELA CATEGORIA "Mundo"

Irã convoca representante do Brasil em Teerã após nota em apoio aos EUA

  • 07 Jan 2020
  • 07:07h

(Foto: Reprodução)

Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda-feira (6) que a encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, Maria Cristina Lopes, foi convocada pela chancelaria iraniana. Segundo o Itamaraty, o teor da conversa é reservado e não será divulgado.A informação sobre a convocação foi publicada pelo site do jornal "O Globo" e confirmada pela TV Globo. Na semana passada, o principal general iraniano, Qassem Soleimani, foi morto em um ataque ordenado pelo governo dos Estados Unidos. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, o ataque serviu para "parar" uma guerra, não iniciar uma.Um dia após o ataque, o Itamaraty divulgou uma nota na qual disse apoiar a "luta contra o flagelo do terrorismo". Na nota, o governo brasileiro condenou um ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, cidade onde Soleimani foi morto, mas não condenou a morte do general iraniano."Informamos que a Encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, assim como representantes de países que se manifestaram sobre os acontecimentos em Bagdá, foram convocados pela chancelaria iraniana. A conversa, cujo teor é reservado e não será comentado pelo Itamaraty, transcorreu com cordialidade, dentro da usual prática diplomática", informou o Ministério das Relações Exteriores nesta segunda.

Trump diz que tropas dos EUA só deixam o Iraque se Bagdá pagar por base militar

  • 06 Jan 2020
  • 09:31h

( Foto: Reuters/Leah Millis)

O Presidente dos EUA Donald Trump disse neste domingo (5) que as tropas americanas só vão sair do Iraque se Bagdá pagar pela base aérea construída pelos EUA no país. A resposta foi uma reação do republicano após o Parlamento iraquiano aprovar uma resolução pela saída e encerramento das atividades de tropas estrangeiras no país.A decisão foi tomada dias depois que um ataque dos Estados Unidos matou o segundo homem mais importante do Irã, o general Qassem Soleimani, em Bagdá. Trump também ameaçou impor ao Iraque sanções ainda mais pesadas do que aquelas que adotou contra o Irã. "Temos uma base aérea extraordinariamente cara que está lá. Custou bilhões de dólares para ser construída, muito antes de mim [na Presidência] . Não vamos embora a menos que nos paguem", afirmou Trump a repórteres no Air Force One, o avião presidencial americano. Trump ainda rebateu as críticas contra possíveis ataques ao Irã. "Eles podem matar o nosso povo, torturar, lançar bombas, mas a gente não pode tocar nos lugares históricos deles? Não funciona assim", disse. O presidente se referiu ao post de sábado, onde afirmou que os EUA tinham 52 alvos na mira caso o Irã atacasse bases ou cidadãos americanos. A resolução aprovada pelos parlamentares, ao contrário de leis, não obriga o governo a cumprir o texto, mas foi aprovada a pedido do próprio primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul Mahdi. Durante a sessão, Mahdi considerou a morte de Soleimani um "assassinato político". Milhares de pessoas acompanharam o velório do general neste domingo (5) no Irã e, no sábado (4), no Iraque. O texto pede, ainda, que sejam cancelados quaisquer pedidos de ajuda do Iraque ao governo dos Estados Unidos. As tropas americanas estão no país a convite de Bagdá. Também neste domingo (5), os EUA, que lideram a coalizão de 74 nações e 5 organizações contra o Estado Islâmico, anunciaram a suspensão da maior parte das operações contra o grupo terrorista, e, também, dos treinamentos de forças iraquianas que participam do esforço conjunto. "O governo se compromete a revogar seu pedido de assistência da coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico devido ao fim das operações militares no Iraque e à conquista da vitória", diz o texto aprovado no Iraque. Cerca de 5,2 mil soldados dos Estados Unidos estão nas bases militares iraquianas para treinar e apoiar as forças de segurança locais e combater o Estado Islâmico. Como as tropas estão lá a convite do governo iraquiano, a decisão de cancelar o pedido de ajuda, teoricamente, as forçaria a sair do país, diz o "The New York Times". Os soldados americanos já lutaram lado a lado das milícias iraquianas - algumas delas financiadas pelo Irã - contra o grupo terrorista entre 2014 e 2017. A perda territorial sofrida pelo Estado Islâmico desde então causou, entretanto, novas dinâmicas de poder entre Washington e Teerã, com o aumento da tensão entre os dois nos últimos dois anos. Mesmo antes da morte de Soleimani, havia uma pressão crescente vinda das milícias xiitas e aliados do Irã para que as tropas americanas deixassem o Iraque, segundo a Deutsche Welle. Os Estados Unidos começaram a presença militar no Iraque em 2003, quando invadiram o país para derrubar Saddam Hussein. Os soldados americanos deixaram o país gradativamente ao longo dos anos, com a saída definitiva em dezembro de 2011 - antes da volta para combater o Estado Islâmico, três anos depois, a pedido do Iraque.

Sobe para 23 número de mortos nos incêndios florestais na Austrália

  • 04 Jan 2020
  • 16:07h

(Foto: Governo Estadual de Victoria)

Subiu para 23 o número de mortos em decorrência dos incêndios florestais na Austrália, de acordo com as novas atualizações feitas neste sábado (04). O primeiro-ministro Scott Morrison informou que foram convocados 3 mil reservistas das Forças Armadas para combater as chamas que devastam o país.Segundo a agência de notícias France Presse, neste sábado, as autoridades alertaram que em Sydney, a maior cidade do país, pode haver problemas no fornecimento de eletricidade, e pediram aos habitantes que reduzissem o consumo de energia. Na sexta-feira (3), o exército da Austrália iniciou uma operação para resgatar cerca de 4.000 pessoas refugiadas no litoral sudeste, segundo jornal britânico The Guardian. Moradores e turistas foram resgatados pelo mar, muitos estavam bloqueados nas praias desde 31 de dezembro. Com altas temperaturas durante os meses de janeiro e fevereiro no país, não há previsão iminente do fim dos incêndios.

'O Irã nunca ganhou uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação', diz Trump

  • 03 Jan 2020
  • 13:10h

(Foto: Reprodução)

Donald Trump publicou, nesta sexta-feira (3), um texto em uma rede social em referência ao ataque americano que matou um líder militar do Irã, Qassem Soleimani."O Irã nunca ganhou uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação", escreveu o presidente dos Estados Unidos. "O general Qassem Soleimani matou ou feriu gravemente milhares de americanos em um longo período de tempo, e estava planejando matar muitos mais...mas foi pego! Ele foi diretamente ou indiretamente responsável pelas mortes de milhões de pessoas, inclusive um recente grande número de manifestantes assassinados no próprio Irã.""Enquanto o Irã nunca poderá admitir apropriadamente, Soleimani era tanto odiado como temido dentro do país. Eles não estão nem um pouco entristecidos como os líderes permitirão o resto do mundo acreditar. Ele deveria ter sido morto muitos anos atrás!"Esses textos são a segunda manifestação de Trump desde o ataque no aeroporto de Bagdá, no Iraque: antes, ele havia publicado uma bandeira dos EUA. O presidente dos Estados Unidos ainda não deu entrevista sobre o tema. Soleimani era chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país. Ele morreu em um ataque com drone dos Estados Unidos na quinta-feira (2) em Bagdá, no Iraque. O exército dos EUA informou que o bombardeio tinha a missão de matar o general iraniano e foi uma ordem do presidente Donald Trump. Mike Pompeo, o secretário de Estado dos EUA, afirmou que Soleimani foi executado para desarmar um ataque iminente que teria colocado em risco americanos no Oriente Médio. A ação foi planejada com base em relatórios de inteligência. "Ele estava planejando ativamente para realizar ações na região –uma ação grande, como ele descrevia– que colocaria em risco dúzias, se não centenas, de vidas americanas. Nós sabemos que era iminente." Ele disse que os EUA estão comprometidos a distensionar a relação com o Irã, mas, ao mesmo tempo, preparados para se defender. A crise poderá ter desfecho sem precedentes na região, de acordo com especialistas. Pompeo confirmou somente a morte de Soleimani, e não de outras autoridades.

Bombardeio ordenado por Trump mata principal general iraniano

  • 03 Jan 2020
  • 07:02h

( Foto: Office of the Iranian Supreme Leader via AP, Arquivo)

Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque aéreo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (2) em Bagdá.O Pentágono confirmou o bombardeio e disse que a ordem partiu do presidente Donald Trump. Em nota, o órgão culpou Soleimani por mortes de americanos no Oriente Médio e afirmou que o objetivo foi deter planos de futuros ataques iranianos.O bombardeio ocorreu no Aeroporto Internacional de Bagdá e matou também Abu Mahdi al-Muhandis, chefe das Forças de Mobilização Popular do Iraque, milícia apoiada pelo Irã, e pelo menos mais 5 pessoas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou uma bandeira americana em uma rede social. Ele não falou sobre o episódio.Um porta-voz da milícia iraquiana culpou também Israel pelas mortes. Até agora, o governo de Israel não se pronunciou.

Mollie Fitzgerald, atriz de 'Capitão América', é presa nos EUA acusada de matar a própria mãe, diz site

  • G1
  • 02 Jan 2020
  • 14:46h

(Foto: Reprodução/Instagram)

A atriz foi presa na terça-feira (31), pela polícia de Olathe, em Kansas, EUA, segundo informações do site TMZ. De acordo com a publicação, a atriz está detida sob fiança de US$ 500 mil (cerca de R$ 2 milhões).A prisão aconteceu após a polícia encontrar Patricia, mãe de Mollie, de 68 anos, morta por um golpe de facada que, supostamente aconteceu em 20 de dezembro. Policiais disseram que responderam um chamado por distúrbio. Moli foi encontrada no local e levada ao hospital com ferimentos leves. A polícia informou que o caso está sob investigação, mas não pode dar mais detalhes. Além de participar de “Capitão América: o primeiro vingador” (assista trailer abaixo), lançado em 2011, e ter outros trabalhos em sua carreira como atriz, Mollie também tem trabalhos como produtora e diretora. Entre os trabalhos mais recentes, está o filme "The Creeps".

Cientista chinês que criou bebês geneticamente modificados é condenado a três anos de prisão

  • G1
  • 30 Dez 2019
  • 14:08h

(Foto: Reprodução)

O cientista chinês de 35 anos que provocou polêmica mundial ao anunciar os primeiros bebês geneticamente modificados foi condenado nesta segunda-feira (30) a três anos de prisão e ao pagamento de multa de de três milhões de yuanes (R$ 1,73 milhão). He Jiankui anunciou em novembro de 2018 o nascimento de gêmeas com o DNA modificado para que pudessem resistir ao vírus da Aids que o pai havia contraído. Um tribunal da cidade de Shenzhen (província de Guangdong), onde ficava o seu laboratório, condenou He Jiankui por "ter realizado ilegalmente a manipulação genética de embriões com fins reprodutivos", informou a agência estatal Xinhua. Três bebês geneticamente modificados nasceram no projeto de Jiankui, de acordo com a agência. As autoridades chinesas anunciaram em janeiro de 2019 que outra mulher estava grávida de uma criança com o DNA modificado, além das gêmeas, mas o nascimento deste bebê não foi confirmado. Outras duas pessoas foram condenadas, mas a Xinhua não informou que funções elas desempenharam no processo. Zhang Renli recebeu a sentença de dois anos de prisão e terá que pagar multa de um milhão yuanes, enquanto Qin Jinzhou ficará um ano e meio em liberdade condicional e pagará multa de 500.000 yuanes (R$ 290 mil). Os dois pertencem a institutos médicos da província de Guangdong, segundo a agência. O julgamento aconteceu a portas fechadas porque o caso "afeta a vida privada", afirmou a Xinhua.

Explosão de carro-bomba deixa pelo menos 90 mortos na Somália

  • G1
  • 28 Dez 2019
  • 13:08h

( Foto: REUTERS/Feisal Omar)

Pelo menos 90 pessoas morreram e mais de 90 ficaram feridas depois que um carro-bomba explodiu, na manhã deste sábado (28), na Somália, segundo informações da agência Reuters citando uma organização internacional. A explosão foi em um posto alfandegário, na capital Mogadíscio. De acordo com fontes médicas, o número de mortos pode subir. As vítimas foram encaminhadas ao hospital Medina, na capital somali. Mais cedo, a Associated Press informava a morte de 76 pessoas e 50 pessoas feridas. "Outros pacientes, familiares e até médicos, enfermeiros e funcionários do hospital foram acionados para doar sangue com urgência para ajudar as vítimas. A situação é ruim", disse o médico Yahye Ismai. Entre os mortos estão dois engenheiros turcos, que no momento da explosão realizavam obras na estrada que liga Mogadíscio a Afgoye, e vários estudantes universitários que estavam dentro de um micro-ônibus que cruzava a fronteira. Testemunhas disseram que um carro pertencente aos engenheiros foi destruído instantaneamente na explosão. A Turquia é um dos principais doadores da Somália desde a fome que assolou o país em 2011 e, juntamente com o governo do Qatar, está financiando uma série de projetos de infraestrutura e levando médicos ao país. O ataque ocorreu às 8h (2h no horário de Brasília), quando um suposto homem-bomba explodiu seu veículo perto do posto de controle da fronteira, que também é um ponto de coleta de impostos para o governo, segundo Ali Abdi Ali Hoshow, funcionário do Ministério de Relações Exteriores. Nenhum grupo terrorista assumiu a responsabilidade pelo ataque, embora o grupo jihadista Al Shabab tenha se posicionado contra a construção da estrada entre as duas cidades. Após o som de uma enorme explosão no posto de controle, Sabdow Ali, de 55 anos, que mora nas proximidades, disse que saiu de casa e contou pelo menos 13 pessoas mortas. "Dezenas de feridos estavam gritando por socorro, mas a polícia imediatamente abriu fogo e eu corri de volta para minha casa", disse ele à Reuters. Os feridos foram transportados para o Hospital Medina, onde uma testemunha da Reuters viu dezenas chegando de ambulância do local. Em entrevista a repórteres no local da explosão, o prefeito de Mogadíscio, Omar Muhamoud, disse que o governo confirmou que pelo menos 90 civis, a maioria estudantes, foram feridos na explosão.

 

Mundo: Homem rouba banco e distribui dinheiro na rua dizendo 'feliz Natal'

  • G1
  • 25 Dez 2019
  • 15:07h

(Foto: Colorado Springs Police Department/Handout via REUTERS)

Um homem de barba branca roubou um banco dois dias antes do Natal, mas, em vez de guardar o dinheiro, jogou-o no ar desejando aos transeuntes um feliz Natal em Colorado Springs, informou a imprensa americana. A polícia confirmou em um comunicado que um "homem branco idoso" roubou o Academy Bank em Colorado Springs, depois de ameaçar os funcionários com uma arma não identificada e sair com uma quantia indeterminada de dinheiro na segunda-feira ao meio-dia. "Ele começou a tirar dinheiro da sacola e jogá-lo e disse 'Feliz Natal'!", contou Dion Pascale, uma testemunha, à rede local KKTV 11 News. Um homem, identificado pela polícia como David Wayne Oliver, 65 anos, foi preso sem incidentes em um Starbucks próximo após o evento, confirmou o departamento de polícia do Colorado. Os agentes também disseram à imprensa local que não havia indicação de que o homem estava armado no momento de sua prisão. Os transeuntes tentam devolver parte do dinheiro roubado ao banco, segundo uma testemunha. No entanto, milhares de dólares ainda estão desaparecidos, disse um policial ao Denver Post.

Mundo: Câmara dos EUA aprova impeachment de Trump; processo segue para o Senado

  • G1
  • 19 Dez 2019
  • 10:06h

( Foto: Reuters/Leah Millis)

O impeachment do presidente dos Estados UnidosDonald Trump, foi aprovado nesta quarta-feira (18) pela Câmara dos Deputados. Trump foi considerado culpado por duas acusações. Mas o presidente continuará no cargo, enquanto espera o resultado do julgamento no Senado, que deve acontecer em janeiro. Ele é o terceiro presidente na história dos EUA a sofrer um impeachment. A votação foi precedida por um debate que durou mais de dez horas, no qual discursaram deputados dos partidos Democrata e Republicano, expondo seus pontos de vista a favor e contra o impeachment. Enquanto seu impeachment era aprovado, Trump participava de um comício em Battle Creek, Michigan. "Não parece que estamos sofrendo impeachment", disse Trump à multidão. “O país está indo melhor do que nunca. Não fizemos nada de errado. Temos um tremendo apoio no Partido Republicano como nunca tivemos antes", discursou. Na abertura da sessão, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, afirmou que os deputados estavam ali para "defender a democracia pelo povo". "Eu abro solene e tristemente o debate sobre o impeachment do presidente dos Estados Unidos", disse. No Twitter, Trump respondeu indignado, falando em "mentiras atrozes da esquerda radical". "Isto é um ataque à América, e um ataque ao Partido Republicano", escreveu. Em sua defesa, alguns deputados republicanos se exaltaram e até exageraram nas comparações. Mike Kelly, da Pensilvânia, disse que 18 de dezembro de 2019 seria lembrado da mesma forma como o dia do ataque japonês a Pearl Harbor, na II Guerra Mundial. “Em 7 de dezembro de 1941, um ato horrível aconteceu nos Estados Unidos, sobre o qual o presidente Rooselvelt disse ‘esta é uma data que viverá na infâmia’. Hoje, 18 de dezembro de 2019, é outra data que irá viver na infâmia”, disse. Já Barry Loudermilk, do estado da Georgia, chocou diversos colegas ao comparar o inquérito com o julgamento de Jesus, dizendo que Cristo teve mais direitos antes de sua crucificação do que o presidente. “Antes de vocês realizarem essa votação histórica hoje, uma semana antes do Natal, quero que vocês tenham isso em mente: quando Jesus foi falsamente acusado de traição, Pôncio Pilatos deu a Jesus a oportunidade de encarar seus acusadores. Durante esse falso julgamento, Pôncio Pilatos concedeu mais direitos a Jesus do que os democratas concederam a este presidente neste processo", afirmou.

 

Mundo: Casados por 70 anos, marido e mulher morrem com 20 minutos de diferença

  • G1
  • 17 Dez 2019
  • 13:07h

(Foto: Leah Smith/Reprodução/Via AP)

O homem e a mulher norte-americanos que viveram juntos durante 70 anos morreram com 20 minutos de diferença entre os dois no estado de Michigan, nos Estados Unidos, no começo deste mês. Les e Freda Austin, ambos de 90, deram entrada em uma casa de repouso no dia 6 de dezembro e estavam em camas vizinhas quando faleceram no dia seguinte. Os dois haviam se conhecido na escola e se casaram em 1949. Os dois haviam comemorado os 70 anos de casamento em novembro. O velório vai acontecer na terça-feira (24), na cidade de Mason, no estado do Michigan. Les foi um sargento de polícia, e Freda foi gerente de uma lavanderia na cidade de Jackson. Os dois deixam dois filhos, quatro netos e oito bisnetos. Um outro casal de norte-americanos que havia convivido durante mais de 70 anos em junho de 2019 –naquela ocasião, a mídia do país noticiou que podia se tratar da "síndrome do coração partido": uma notícia impactante que causa estresse e gera um ataque do coração.

Mundo: Joias no valor de R$ 274 mi são roubadas na casa de filha de Bernie Ecclestone, ex-chefe da Fórmula 1

  • G1
  • 16 Dez 2019
  • 12:06h

(Foto: Reprodução)

Tamara Ecclestone, filha do ex-chefe da Fórmula Um Bernie Ecclestone, teve sua casa em Londres, no Reino Unido, furtada e levaram joias no valor de 50 milhões de libras (cerca de R$ 274 milhões), de acordo com o jornal inglês “The Sun”. O tabloide disse que três ladrões entraram na mansão da mulher de 35 anos. A rua, conhecida como “fileira de bilionários”, tem uma equipe de segurança, e a própria casa de Ecclestone tem sistemas de alerta, mas eles não funcionaram. A segunda filha do ex-chefe comercial da Fórmula Um mora no bairro de Kensington Palace Gardens, perto das residências de embaixadores da França e da Rússia e perto do Palácio de Kensington, onde moram o príncipe William e sua mulher Kate. Ecclestone é uma modelo e celebridade no Reino Unido. Ela havia viajado para passar o Natal em outro país quando os ladrões entraram na sua residência pelo jardim e roubaram joias que estavam escondidas no quarto dela, de acordo com o “The Sun”. Uma fonte próxima da família confirmou que o roubo aconteceu, mas não deu detalhes. Uma porta-voz da polícia metropolitana disse que eles não iriam confirmar nenhum detalhe específico, mas que a polícia tinha sido chamada para uma ocorrência. “Os policiais compareceram e foi reportado que joias de alto valor foram roubadas. Não houve prisões. As investigações continuam”, ela afirmou.

Número de mortos em vulcão na Nova Zelândia sobe para 8

  • 11 Dez 2019
  • 18:06h

(Foto: Reprodução)

Policiais neozelandeses confirmaram nesta quinta-feira (12) (horário local) duas novas mortes após a erupção de um vulcão na Nova Zelândia. Com isso, o número de pessoas que morreram no incidente subiu para oito. As duas pessoas que morreram nesta madrugada na Nova Zelândia estavam internadas. Ainda há 30 pessoas em hospitais em diferentes cidades neozelandesas. Um dos feridos, de nacionalidade australiana, deve voar ainda desta quinta-feira rumo à Austrália para ser tratado lá. As operações recomeçaram no início desta manhã na região da Ilha Branca, onde ocorreu a erupção na segunda-feira. Ainda há nove pessoas desaparecidas ou, como diz o jornal "NZ Herald", "presumidamente mortas". Ainda pode haver nova erupção vulcânica na Ilha Branca nas próximas horas, segundo autoridades locais, que estimam um risco de 60%.  Ainda de acordo com o "NZ Herald", havia 47 pessoas na ilha ou próximo dela no momento da erupção vulcânica. As nacionalidades eram as seguintes:

Greta Thunberg é escolhida 'pessoa do ano' pela Revista Time

  • G1
  • 11 Dez 2019
  • 13:09h

(Foto: Cristina Quicler/AFP)

A ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, foi eleita a 'pessoa do ano' pela revista "Time" nesta quarta-feira (11). Ela ganhou fama e inspirou movimentos estudantis na luta contra o aquecimento global e em defesa da natureza. A estudante é a mais jovem a ser indicada individualmente ao título. Em 2018, Greta deixou de ir a aulas nas sextas-feiras em Estocolmo para protestar contra o aquecimento global. O ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e se tornou uma campanha mundial conhecida como "Fridays For Future" (ou 'Sexta-feiras pelo Futuro', em tradução livre). Ela já discursou eventos internacionais como a Cúpula do Clima (Nova York)Conferência do Clima da ONU e o Fórum Econômico Mundial. Em março deste ano, em entrevista ao G1, Greta afirmou que poucos adultos estão escutando as demandas dos jovens. "Eles estão ocupados fazendo outras coisas para serem reeleitos", disse ela. Até 2019, a pessoa mais jovem a ser indicada ao título de 'pessoa do ano' tinha sido o pioneiro americano da aviação Charles Lindbergh que, em 1927, tinha 25 anos. Greta apareceu na lista de termos mais procurados no Google em 2019. Ela ficou sétimo lugar na categoria "nomes" mais buscados no mundo.

 

Greta se define como 'pirralha' em rede social após fala de Bolsonaro

  • G1
  • 10 Dez 2019
  • 15:09h

( Foto: Reproduçaõ/Twitter)

A ativista sueca Greta Thunberg mudou na manhã desta terça-feira (10) a sua descrição biográfica no Twitter para "Pirralha" após declaração do presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro se referiu à Greta como "pirralha" quando foi questionado por jornalistas, nesta terça, se estava preocupado com as mortes de dois indígenas da etnia Guajajara em um atentado ocorrido no sábado (7) no Maranhão. "A Greta já falou que os índios morreram porque estavam defendendo a Amazônia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí, pirralha" – Jair Bolsonaro, presidente do Brasil. Em seguida, Bolsonaro afirmou que "qualquer morte preocupa" e que seu governo deseja "cumprir a lei", posicionando-se contra desmatamento e queimadas ilegais. No mesmo dia das mortes, Greta compartilhou um vídeo nas redes sociais sobre o crime e escreveu que os indígenas estavam sendo assassinados ao tentarem proteger a floresta do desmatamento ilegal. "Indígenas estão sendo mortos por tentar proteger a floresta do desmatamento ilegal. De novo e de novo. É uma vergonha que o mundo permaneça calado sobre isso" – Greta Thunberg, ativista. De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o número de mortes de lideranças indígenas em 2019 é o maior em pelo menos 11 anos. Das 27 pessoas que morreram por conflitos no campo neste ano, 7 eram líderes indígenas, contra 2 em 2018, segundo a entidade. Para o coordenador da CPT, Paulo Moreira, os crimes estão relacionados ao acirramento da violência na disputa pela terra, embora nem todas as mortes tenham ocorrido em territórios indígenas. Ele também avalia que o assassinato de lideranças têm um impacto ainda maior: envolve a tentativa de enfraquecer o grupo.