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Médicos dizem que desmaios mostrados em vídeos que viralizam na China não são sintomas do coronavírus

  • G1
  • 01 Fev 2020
  • 12:06h

(Foto: Reprodução)

Vídeos que mostram pessoas caindo na rua e no transporte público na China têm viralizado na internet nos últimos dias. Mensagens associadas a eles dizem que se trata de uma reação à ocorrência de casos de coronavírus em Wuhan, na província de Hubei, na China. Infectologistas consultados pelo G1, contudo, afirmam que a infecção por coronavírus não é tão agressiva e os sintomas divulgados nos protocolos internacionais não incluem desmaios. Além disso, as imagens não têm fonte, origem ou data dos registros que levem ao estabelecer uma relação direta das imagens com o vírus. O G1 também consultou intérpretes de chinês que dizem que o que é falado e mostrado nos vídeos também não fazem uma conexão específica com o surto atual. A Embaixada da China no Brasil foi consultada pelo G1, mas diz que não tem elementos que possam situar os vídeos nem dizer se eles são atuais.

China anuncia mais de 250 mortes e 11 mil casos do coronavírus

  • 01 Fev 2020
  • 11:05h

(Foto: Reprodução)

Mais de 11.821 chineses foram infectados pelo coronavírus 2019 n-CoV. Nesta sexta-feira (31), o governo da Província de Hubei anunciou que, desde esta quinta-feira (30), foram confirmados 1.347 casos. São 45 novas mortes na região, contabilizando 259 na China desde o início da epidemia. Outros 17.988 casos seguem sendo investigados.

Dados de Hubei:

  • 11,821 casos confirmados em toda a China - mais de 3.215 em Wuhan, cidade onde o primeiro caso foi detectado
  • Entre os 1,3 mil novos casos, 576 estão em Wuhan
  • 36.838 pessoas estão em observação

Mais cedo, o Reino Unido e a Espanha confirmaram os primeiros casos da doença. Já os Estados Unidos anunciaram que vão negar a entrada de qualquer estrangeiro que tenha viajado à China nas últimas duas semanas e, além disso, irão colocar em quarentena por 14 dias os cidadãos americanos que estiveram em área de risco.

Brexit: Reino Unido sai da União Europeia

  • 01 Fev 2020
  • 07:06h

(Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP)

Reino Unido já está oficialmente fora da União Europeia, após 47 anos. Às 23 horas de Londres (20 horas em Brasília) passou a valer o Brexit, aprovado em um plebiscito há mais de três anos e meio, em 23 de junho de 2016.Foram necessários 1.317 dias de espera, dois adiamentos, três primeiros-ministros e uma série de acordos rejeitados pelo Parlamento britânico até que a saída finalmente se concretizasse.Já durante a tarde, símbolos do Reino Unido foram retirados de órgãos da União Europeia, como o Parlamento e o Conselho Europeu, em Bruxelas, onde as bandeiras foram removidas horas antes da saída oficial (veja vídeo abaixo). Nesta sexta, o Reino Unido se tornou o primeiro país a deixar a UE desde sua criação.Em um pronunciamento uma hora antes da saída oficial, o primeiro-ministro Boris Johnson afirmou que o Brexit “não é um fim, mas um começo” e “um momento de renovação e mudança nacional”.“Este é o momento quando começamos a nos unir e passamos de fase”, disse ainda, em tom otimista. “Este é o início de uma nova era na qual não aceitamos mais que as chances de sua vida – as chances da vida da sua família – dependam de que parte do país você cresceu”.Segundo Johnson, é o momento de "usar esses novos poderes, essa soberania readquirida para oferecer as mudanças pelas quais as pessoas votaram"."Seja controlando a imigração ou criando portos livres, libertando nossa indústria pesqueira ou fazendo tratados de livre comércio, ou simplesmente criando nossas leis e regras para o benefício do povo deste país".O primeiro-ministro disse ainda que o bloco europeu se desenvolveu de uma forma que não serve mais para o Reino Unido, mas que a intenção é manter uma boa relação, mesmo fora da UE."Queremos que este seja o começo de uma nova era de cooperação amigável entre a UE e um Reino Unido energético, um Reino Unido que seja simultaneamente um grande poder europeu e verdadeiramente global em nosso alcance e nossas ambições", afirmou.No Dia do Brexit, britânicos saíram às ruas para comemorar (ou lamentar) a separação e lotaram a Parliament Square, em Londres, onde se concentrou a festa do movimento Leave Means Leave. Em muitos pubs, com decoração lotada de bandeiras brancas, azuis e vermelhas do Reino Unido, grandes grupos também celebraram.

N° de mortos por coronavírus passa de 200 na China; OMS declara emergência global

  • 31 Jan 2020
  • 10:05h

(Foto: Reprodução)

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do coronavírus 2019 n-CoV, registrou 42 novas mortes e mais 1.220 casos confirmados. Com esses registros, 213 pessoas morreram devido à doença na China, com 9.720 infecções.Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde internacional. Os Estados Unidos tiveram a primeira transmissão local do vírus. ItáliaÍndia e Filipinas registraram os primeiros casos confirmados, totalizando 20 países. No Brasil, o Ministério da Saúde monitora 9 pacientes com suspeita da doença.

Casos confirmados de coronavírus na China chegam a 7,7 mil, com 170 mortos

  • G1
  • 30 Jan 2020
  • 12:04h

(Foto: Patrick Ngugi/AP)

O número de mortes devido ao novo coronavírus na China é de 170, com 7.736 casos confirmados, conforme balanço divulgado pela agência chinesa CGTN nesta quarta-feira (29). A maioria das vítimas está na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro do surto.A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai realizar uma nova reunião do seu comitê na quinta-feira (30) para analisar se será declarada situação de emergência global para o novo coronavírus, segundo o diretor-executivo do programa de emergências, Michael Ryan.O diretor elogiou os esforços da China para conter o surto e disse que ainda há oportunidade de parar o vírus. "Temos que basear nossas ações em evidências imperfeitas para criar uma estratégia de bloqueio da doença com um impacto mínimo na sociedade e economia", disse o diretor.

China confirma 132 mortes; nº de infectados chega a 6 mil

  • 29 Jan 2020
  • 09:10h

(Foto: Reprodução)

A província de Hubei, na China, confirmou nesta terça-feira (28) mais 25 mortes. A agência estatal CGTN elevou para 132 o número total de mortes pelo novo coronavírus, sendo 125 apenas na província, que tem a cidade de Wuhan, considerada o epicentro da doença. Com o novo balanço, mais 1.401 casos foram confirmados, elevando para 5.997 infectados no mundo.

Destaques do surto:

 

Número de mortos por coronavírus na China chega a 106

  • G1
  • 28 Jan 2020
  • 07:07h

A China confirmou nesta terça-feira (28) (horário local) que chegou a 106 o número de mortes pelo novo coronavírus, sendo 100 apenas na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan. Nesta segunda-feira, também foi confirmada a primeira morte por complicações respiratórias causadas por coronavírus em Pequim. Segundo a rede estatal CCTV, a vítima é um homem de 50 anos diagnosticado com a doença na quarta-feira (22) após viagem para Wuhan, cidade considerada como epicentro da doença. Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar de casa.

OMS corrige e eleva a avaliação de risco internacional do coronavírus

  • G1
  • 27 Jan 2020
  • 14:27h

(Foto: Getty Images )

A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar como "elevado" o risco internacional de contaminação pelo novo coronavírus. O novo status, divulgado nesta segunda-feira (27), é uma correção na avaliação feita anteriormente pela própria OMS. A organização esclareceu que, por um "erro de formulação", havia apontado o risco como moderado. Até o começo da tarde desta segunda, os dados oficiais apontavam 81 mortes e mais de 2,7 mil pacientes infectados. Pela primeira vez, uma morte foi registrada em Pequim. Em seu relatório sobre a situação, a OMS indica que sua "avaliação de risco (...) não mudou desde a última atualização (22 de janeiro): muito alto na China, alto no nível regional e em todo o mundo".Em relatórios anteriores, o órgão das Nações Unidas apontou que o risco global era "moderado". "Foi um erro de formulação nos relatórios de 23, 24 e 25 de janeiro, e nós o corrigimos", explicou à AFP uma porta-voz da instituição com sede em Genebra.Na quinta-feira (23), a OMS considerou "muito cedo para falar de uma emergência de saúde pública de alcance internacional"."Ainda não é uma emergência de saúde global, mas pode vir a ser" - Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS.A OMS só utiliza esse termo para epidemias que exigem certa reação global, como a gripe suína H1N1 em 2009, o vírus zika em 2016 e a febre ebola, que atingiu parte da África Ocidental entre 2014 e 2016 e a República Democrática do Congo desde 2018.Da família dos coronavírus, como o SARS, o vírus 2019-nCoV causa sintomas gripais em pessoas que o contraíram e pode levar à síndrome respiratória grave.

Chegam a 80 as mortes por coronavírus na China

  • G1
  • 27 Jan 2020
  • 09:04h

( Foto: Chinatopix via AP)

Subiu para 80 o número de mortos por coronavírus na China, segundo as autoridades locais. Neste domingo (26), foram relatadas mais 24 mortes na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan - local mais afetado.O país anunciou ainda que chegou a 2.761 casos, sendo 2.744 na China e 17 nos territórios de Hong Kong, Macau e Taiwan.Também neste domingo, o ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, disse que o novo coronavírus pode se espalhar antes mesmo do aparecimento de sintomas.Segundo a Reuters, Ma afirmou ainda durante a coletiva que a capacidade de transmissão do coronavírus está se fortalecendo e reforçou as ações de contenção, que até agora incluem restrições de transporte e viagens e o cancelamento de grandes eventos, serão intensificados.Ma disse também que o período de incubação do coronavírus pode variar de um a 14 dias, e que o vírus é infeccioso durante a incubação, o que não foi o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), um coronavírus que se originou na China e matou quase 800 pessoas globalmente em 2002 e 2003.Como medida de prevenção do surto, o governo chinês anunciou que vai estender o recesso de Ano Novo até o dia 2 de fevereiro em todas as escolas do país.Ainda neste domingo, a China anunciou uma proibição nacional da venda de animais silvestres em mercados, restaurantes e plataformas de comércio eletrônico. Acredita-se que o vírus tenha se originado no final do ano passado em um mercado na cidade chinesa de Wuhan, que vendia ilegalmente animais selvagens.Enquanto isso, os Estados Unidos confirmaram mais três casos da doença, chegando agora a cinco. Segundo o Departamento de Saúde Pública, as pessoas retornaram de viagens a Wuhan e, ao apresentar sintomas, foram a hospitais - duas na Califórnia e uma no Arizona - onde estão recebendo tratamento. Seus nomes e localizações exatas não foram divulgados. Os dois primeiros casos tinham sido registrados em Washington e Illinois.

Acidente de helicóptero em Los Angeles mata Kobe Bryant, ex-jogador da NBA

  • 27 Jan 2020
  • 07:09h

(Foto: Harry How/Getty Images via AFP/Arquivo)

O ex-jogador da NBA Kobe Bryant, astro do Los Angeles Lakers, morreu aos 41 anos neste domingo (26), vítima de um acidente de helicóptero nos arredores de Los Angeles, na Califórnia, nos EUA. Além de Bryant, morreram ainda outras oito pessoas que também estavam no helicóptero – entre elas, a filha de 13 anos do ex-jogador da NBA, Gianna Maria. A informação foi publicada originalmente pelo site americano "TVZ" e foi confirmada posteriormente.Nenhum tripulante do helicóptero sobreviveu. Entre os outros tripulantes mortos, além de Bryant e da filha Gianna, estão o piloto do helicóptero, uma colega do time de Gianna e um parente dessa colega. Eles estavam a caminho de um centro de treinamento, no Norte de Los Angeles. Bryant tinha quatro filhas.A informação de que nove pessoas estavam no helicóptero, incluindo Kobe Bryant, é da polícia local. Anteriormente, a informação era que cinco pessoas estavam na aeronave. A polícia local ainda falou na coletiva de imprensa que a equipe encontrou destroços do helicóptero e agiu para acabar com o incêndio no local, além de preservar o ambiente para as investigações. A identificação por DNA ainda será feita para ter uma confirmação oficial da identidade das pessoas.A mulher de Bryant, Vanessa, não está na lista de vítimas. O modelo do helicóptero era Sikorsky S-76, do ano de 1991, segundo o porta-voz da Administração Federal de Aviação, Allen Kenitzer. O acidente foi às 9h47 da manhã no fuso horário local (14h47 em Brasília). Havia nuvens e nevoeiros naquele momento, mas ainda não está claro se o tempo teve alguma relação com o acidente. O fogo na aeronave só foi apagado aproximadamente uma hora depois, já que houve dificuldade em razão do elemento químico magnésio."Nós estamos agora investigando esse acidente. Vamos transferir essa investigação para a agência federal responsável por aeronaves. Vamos recuperar tudo que resta. Não tivemos sobreviventes. Nove pessoas estavam a bordo: o piloto e mais oito [pessoas]. Não podemos identificar ninguém neste momento. Não seria adequado fazer isso agora, seria desrespeitoso", disse Alex Villanueva, xerife do Condado de Los Angeles, em coletiva de imprensa neste domingo (26)."É com tristeza que nós descobrimos a morte de Kobe Bryant e outras quatro pessoas em um acidente de helicóptero em Calabasas [arredores de Los Angeles]. A aeronave caiu em um campo remoto perto de Las Virgenes por volta das 10h desta manhã. Ninguém no chão se feriu. A FAA e a NTSB estão investigando", diz uma nota oficial do município de Calabasas.

China diz que novo coronavírus pode se espalhar antes do aparecimento de sintomas

  • 26 Jan 2020
  • 16:36h

(Foto: Thomas Peter/Reuters)

O ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, disse neste domingo (26) que o novo coronavírus pode se espalhar antes mesmo do aparecimento de sintomas. A infecção causada pelo vírus matou 56 pessoas no país.Segundo a Reuters, Ma afirmou ainda durante a coletiva que a capacidade de transmissão do coronavírus está se fortalecendo e reforçou as ações de contenção, que até agora incluem restrições de transporte e viagens e o cancelamento de grandes eventos, serão intensificados.Como medida de prevenção do surto, o governo chinês anunciou no domingo que vai estender o recesso de Ano Novo até o dia 2 de fevereiro em todas as escolas do país;Ma disse também que o período de incubação do coronavírus pode variar de um a 14 dias, e que o vírus é infeccioso durante a incubação, o que não foi o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), um coronavírus que se originou na China e matou quase 800 pessoas globalmente em 2002 e 2003.Também neste domingo, a China anunciou uma proibição nacional da venda de animais silvestres em mercados, restaurantes e plataformas de comércio eletrônico. Acredita-se que o vírus tenha se originado no final do ano passado em um mercado na cidade chinesa de Wuhan, que vendia ilegalmente animais selvagens.

Terremoto mata mais de 20 pessoas na Turquia

  • 25 Jan 2020
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

Um terremoto ocorrido no leste da Turquia, nessa sexta-feira (24), provocou a morte de pelo menos 22 pessoas. Com magnitude de 6,8 graus, o tremor de terra atingiu a província de Elazig, a cerca de 550km da capital Ancara, e foi seguido por mais de 390 tremores secundários. Desse total, 14 registraram magnitude acima de 4 graus.Com isso, prédios desabaram, matando duas pessoas em Elazig e mais quatro na província vizinha de Malatya. A informação é da Autoridade de Emergência e Desastres da Turquia (Afad), segundo o portal Terra. O órgão acrescenta que 1.103 pessoas estavam feridas em hospitais da região. Equipes de resgate buscam por sobreviventes em meio aos destroços dos imóveis.De acordo com a publicação brasileira, o ministro do Interior de Elazig, Suleyman Soylu, disse que a estimativa é de que outras 22 pessoas ainda estejam presas sob os escombros. Até o momento, mais de 40 vítimas foram resgatadas.

China suspende viagens turísticas para o exterior; Xi Jinping diz que coronavírus se espalha de maneira acelerada

  • G1
  • 25 Jan 2020
  • 15:08h

(Foto: Kin Cheung/AP)

A China vai suspender todas as viagens turísticas que partem do país para tentar conter o surto de coronavírus. O presidente chinês disse neste sábado (25) que o vírus está se espalhando de maneira acelerada e que o país enfrenta uma "situação grave"."Dada a grave situação de uma epidemia que se acelera, é necessário fortalecer a liderança centralizada e unificada do Comitê Central do Partido", disse em coletiva de imprensa Xi Jinping. Segundo o balanço mais recente, foram registrados ao menos 1.372 casos de infecção e 41 mortes por complicações da doença no país.As restrições de excursões para o exterior passam a valer a partir de segunda-feira (27). De acordo com a Associação de Turismo da China, as viagens domésticas já estavam sob restrição desde sexta-feira (24). Uma empresa chinesa de transporte por aplicativos informou que, a partir de domingo (26), as corridas intermunicipais, partindo ou chegando de Pequim, também serão restringidas.A região mais afetada têm, desde sexta, restrições de circulação que afetam cerca de 40 milhões de pessoas. As restrições incluem fechamento de estações de trens, rodoviárias, transportes urbanos e de circulação de carros por algumas estradas. As autoridades ainda não informaram quando essas medidas serão retiradas.

Sobe para 41 o número de mortos em surto de novo coronavírus na China

  • G1
  • 25 Jan 2020
  • 08:12h

(Foto: Martin Pollard/Reuters.)

O total de mortes causadas pelo novo coronavírus na China subiu para 41 na noite desta sexta-feira (24). De acordo com a agência estatal chinesa CGTN, agora são 39 vítimas apenas na província de Hubei, que 15 teve casos confirmados em um mesmo dia. Apenas na província, onde fica a cidade de Wuhan, há um total 729 infecções e 4.711 pessoas em observação. A província de Hubei tinha 13 cidades com restrições de circulação nesta sexta, o que afeta cerca de 40 milhões de pessoas. As restrições incluem fechamento de estações de trens, rodoviárias, transportes urbanos e de circulação de carros por algumas estradas. As autoridades ainda não informaram quando essas medidas serão retiradas. A China está em uma corrida científica e estrutural para conter o avanço de novos casos de coronavírus. Além de desenvolver pesquisas para identificar detalhes da cepa do vírus e de impor restrições de circulação e fechamento de pontos turísticos, o país está construindo um hospital para tratar exclusivamente dos infectados.O empreendimento segue o modelo de Pequim para tratamento de doenças respiratórias agudas, conhecidas como SARS. O hospital terá 1 mil leitos, uma área de 25 mil m² e deverá ser inaugurado em 3 de fevereiro.

Sobe para 25 o número de mortos por coronavírus com mais de 800 casos na China, diz agência estatal

  • G1
  • 24 Jan 2020
  • 07:06h

(Foto: AP Foto Emily Wang)

O número de mortes devido ao coronavírus na China aumentou para 25, com 835 casos confirmados e 1.072 suspeitas, segundo informações da agência estatal CGTN divulgadas na noite desta quinta-feira (23). O Ministro da Saúde do Japão confirmou o segundo caso no país – um homem de 40 anos de Wuhan, cidade mais afetada, que visitava Tóquio. A agência de notícias da Coreia do Sul "Yonhap" também noticiou mais uma infecção.Mais cedo, na manhã desta quinta-feira, a China havia atualizado o número de vítimas para 18, com mais de 600 casos. O país suspendeu a circulação de trens em ao menos três cidades da província de Hubei para tentar conter uma epidemia de coronavírus. A medida foi tomada nos municípios de Huanggang, onde vivem 7,5 milhões de habitantes, e Ezhou, com cerca de 1 milhão de moradores.Em Huanggang a circulação de trens de longa distância que partem ou chegam à cidade foi interrompida. A medida vale até o final desta quinta e poderá ser estendida pelas autoridades locais. Do outro lado do rio Yangtzé está a cidade de Ezhou, que também amanheceu com a estação central de trens fechada. Segundo o "New York Times", a medida afeta ainda duas cidades menores, Chibi e Zhijiang. Antes, o governo chinês já havia adotado medidas para isolar Wuhan, onde começou o surto da doença. O governo da capital chinesa decidiu cancelar as festas populares que estavam previstas para a celebração do Ano Novo chinês que começariam na sexta-feira (25) como medida de proteção diante do alto número de casos. Todos os anos, milhares de habitantes de Pequim se espalham por parques e espaços públicos para assistir aos tradicionais bailes do leão e do dragão.A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta da doença em 31 de dezembro de 2019, depois que as autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan. Foram, então, adotadas medidas como isolamento de pacientes e realização de exames para identificar a origem da doença.