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Mudança no algoritmo do Google prioriza internet móvel

  • Informações de Paul Armstrong
  • 02 Mai 2015
  • 09:11h

(Imagem: Reprodução)

O Google atualizou o algoritmo de sua ferramenta de busca para priorizar resultados de sites adaptados à leitura e visualização em dispositivos móveis. Desta forma, quando pesquisas forem realizadas através de telefones celulares, os primeiros resultados serão os de páginas formatadas para estes aparelhos. Tal alteração acabará por punir os sites que não foram pensados para aparelhos móveis. Especialistas da área batizaram a medida de “mobilegeddon” por causa dos efeitos apocalípticos que ela poderá ter para milhões de sites. Nos últimos anos, o tráfego online proveniente de celulares e tablets tem aumentado em números substanciais, e a ação tomada pelo Google tem em vista essa realidade. “À medida que mais pessoas utilizam aparelhos móveis para acessar a internet, o nosso algoritmo tem que se adaptar a esses padrões de utilização”, dizia uma declaração, postada em fevereiro, no blog da empresa. Uma das consequências da mudança será que sites com texto muito pequeno para ler em telas de celulares, ou cujos links não abrem facilmente com um toque na tela, serão obrigados a se adaptar se quiserem aparecer nas primeiras páginas de resultados do Google, algo necessário para conseguir um bom número de acessos. De acordo com o Google, a mudança não afetará pesquisas feitas a partir de tablets e desktops, apenas através de celulares. Porém, atualmente, a quantidade de tráfego gerado a partir de aparelhos móveis consiste em cerca de 50% do tráfego mundial, número que tende a crescer nos próximos anos. Para facilitar a adaptação à medida, o Google anunciou os planos para alterar a forma como o algoritmo funciona há dois meses e postou um guia explicando como os desenvolvedores poderiam se adaptar a tempo para a mudança.

ONU pede à Indonésia para não executar brasileiro e outros condenados

  • 26 Abr 2015
  • 10:25h

Foto: Reprodução

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apelou hoje (25) ao governo indonésio para nãoexecutar dez pessoas, entre as quais o brasileiro Rodrigo Gularte, condenadas à morte por tráfico de drogas, reiterando a tradicional oposição à pena capital. Os dez condenados são um indonésio e nove estrangeiros oriundos da Austrália, Brasil, Filipinas, Nigéria e França. Nove destes condenados foram informados da sua execução iminente, tendo o francês Serge Atlaoui sido excluído da lista das próximas execuções.  Ban Ki-moon “apelou ao governo indonésio para não executar, como anunciou, os dez prisioneiros que se encontram no corredor da morte pelos crimes alegadamente ligados à droga”, diz um comunicado da ONU. “Segundo a legislação internacional, em casos onde a pena de morte está em vigor, esta apenas deve ser aplicada em crimes graves, como mortes com premeditação”, diz a ONU. Acrescenta ainda que “as infrações ligadas à droga não estão normalmente incluídas nesta categoria de crimes muito graves”.Gularte foi preso em julho de 2004 após entrar na Indonésia com seis quilos de cocaína dentro de pranchas de surf, tendo sido condenado à morte em 2005. Pelas leis indonésias, os presos e seus representantes devem ser comunicados com 72 horas de antecedência da execução. A convocação dos representantes das embaixadas gerou especulação entre quem acompanha o caso e os envolvidos de que, neste sábado (25), as autoridades do país podem definir a data da execução por fuzilamento. Em janeiro, a Indonésia executou seis traficantes de drogas, incluindo o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, o que causou uma crise diplomática entre a Indonésia e o Brasil. O país asiático, que retomou as execuções em 2013 após cinco anos de moratória, tem 133 prisioneiros no corredor da morte, dos quais 57 condenados por tráfico de drogas, dois por terrorismo e 74 por outros crimes.

Homem mata namorada e se suicida por não querer dividir prêmio de loteria

  • 02 Abr 2015
  • 17:15h

(Foto: Reprodução)

Um homem que tinha ganhado US$ 500 na loteria se suicidou após atirar na namorada, com a qual tinha brigado por não querer dividir o prêmio, segundo informou nesta quarta-feira a polícia de Fort Worth, no estado americano do Texas. O incidente ocorreu no sábado, quando Terry Martin, de 46 anos, atirou no peito de Laurice Hampton, de 48, e com a mesma arma se matou com um tiro na cabeça, de acordo com o jornal local 'The Fort Worth Star-Telegram'. Ferida, a mulher conseguiu chamar a polícia. Quando os agentes chegaram ao apartamento, encontraram Martin morto e Laurice gravemente ferida. A mulher morreu pouco depois no hospital, segundo as autoridades. 'O suspeito tinha ganhado US$ 500 com um bilhete da loteria do Texas e a mulher queria a metade do prêmio', explicou o porta-voz da polícia, Joe Loughman, que acrescentou que o homem 'não queria compartilhar o dinheiro com ela'. Martin já havia sido condenado em 2012 a pagar uma indenização por agredir Laurice.

Jornais: entregando os anéis para salvar os dedos

  • Carlos Castilho | OI
  • 30 Mar 2015
  • 09:34h

(Imagem Ilustrativa)

Caso avancem as negociações entre um grupo de jornais, revistas e páginas noticiosas na Web com pelo menos duas grandes redes sociais virtuais, cairá por terra um dos mais tradicionais valores da imprensa mundial e estaremos cada vez mais próximos da possibilidade de o Facebook se transformar numa outra internet. Um número ainda não revelado de empresas jornalísticas, algumas delas bem tradicionais como o The New York Times, estuda a possibilidade de publicar notícias, reportagens e análises em redes sociais como o Facebook. Esta possibilidade, que rompe a histórica tradição de cada veículo possuir também a sua própria plataforma de publicação, é estimulada pelo desejo de pegar carona nas redes sociais que são hoje o grande ponto de encontro de pessoas na internet. É um esforço para ampliar audiências visando aumentar o faturamento com publicidade online, mesmo perdendo parte importante da autonomia corporativa. Seria o equivalente a entregar os anéis para não perder os dedos.

 

A lógica econômica faz sentido para um segmento corporativo que ainda não encontrou um modelo de negócios compatível com a nova realidade digital no consumo de informações jornalísticas. A publicação de conteúdos jornalísticos em redes sociais equivale ao surgimento de franquias noticiosas na internet (o que os marqueteiros chamam de conteúdos distribuídos) e à institucionalização da figura do jornalista terceirizado.


A mudança é muito grande e pode não acontecer da forma como esperam tanto as redes sociais como os jornais que namoram a fórmula dos conteúdos distribuídos. Para o The New York Times, por exemplo, o interesse óbvio é comercial e financeiro. Só a ampliação das receitas online poderia explicar por que o jornal decide alterar uma cultura secular em matéria de produção jornalística e independência editorial.


Embora os detalhes do projeto ainda não tenham sido divulgados oficialmente, experiências feitas por outros sites, como o Snapchat, indicam que as redes compartilhariam o faturamento resultante do aumento de visitações com as empresas jornalísticas responsáveis pela produção dos conteúdos informativos.


O fenomenal crescimento dos usuários de redes sociais (só o Facebook tem quase 1,4 bilhão de usuários frequentes em todo mundo) está levando empresas produtoras de conteúdos a pegar carona no sucesso o alheio. Em termos de negócio é atraente usar a popularidade alheia em vez de gastar rios de dinheiro para cativar e fidelizar internautas. Para as redes, é um atrativo a mais para manter as pessoas conectadas, sem trocar de endereço na Web. Em princípio seria um bom negócio para ambas partes.


Acontece que as redes sociais na internet não são algo permanente e sólido. O fenômeno das redes vai continuar, mas a volatilidade dos usuários em matéria de marcas é muito grande. Uma pesquisa do instituto Pew Research Center mostrou que os norte-americanos estão, em média, vinculados a cinco redes sociais virtuais diferentes. Também é histórico o processo de migração de usuários de uma rede para outra.


O Facebook cresceu à custa da importação de usuários do MySpace e do Orkut. Hoje, já ocorre uma migração similar em relação ao Facebook, com a redução acentuada do público mais jovem e um sensível “envelhecimento” da média da audiência. Redes como Instagram, Snapchat, Whatsapp, Pinterest e Linkedin, e até mesmo projetos mais recentes como a Ello e a Kik, são hoje o principal alvo dos anunciantes online, o que deixou os jornais numa situação difícil porque sua participação no bolo publicitário deixou de crescer desde 2013.


Estabelecer uma aliança estratégica com as redes sociais significa importar também a sua volatilidade e a cultura do risco permanente que elas trazem no seu DNA corporativo. A imprensa tradicional tem como um de seus principais valores a preocupação em errar o menos possível. Já as redes assumem os revezes como uma consequência inevitável da necessidade da inovação permanente, para manter-se num mercado em constante ebulição. Para analistas da imprensa digital, como o norte-americano Jeff Jarvis, “é como se o The New York Times, de repente abandonasse uma cultura centenária para incorporar o espírito da garotada do Whatsapp”.


As redes tentam seduzir os jornais com outras vantagens, como a maior rapidez no acesso a uma informação online. Atualmente quem está no Facebook e clica numa notícia tem que esperar de cinco a oito segundos para sair da rede social e entrar na página do jornal. Com o conteúdo distribuído, o acesso passa a ser de milissegundos porque o usuário não sai da página da rede social. No Brasil, esta perda de tempo não é notada por conta da lentidão de nossa internet, mas nos Estados Unidos e Europa a velocidade de acesso conta muito na hora de fazer negócios.


A grande imprensa perdeu há tempos o controle dos acessos à suas páginas noticiosas na Web. O Facebook é responsável por 40% dos acessos à página do The New York Times. O Google teria outros 40%, o que limitaria a magros 20% o total de leitores que acessam diretamente a página do NYT. Caso a aliança jornais/redes sociais na Web avance, a imprensa perderá o controle sobre seus leitores e também sobre a publicidade, já que os dados sobre acessos de usuários e o relacionamento com anunciantes deve ser assumido pelas redes. É a quebra de um modelo histórico na imprensa mundial, que sempre foi muito ciosa dos segredos envolvendo o relacionamento com público e anunciantes.


Outra consequência relevante é o fato de os jornais publicados numa rede socialperderem também o controle do fluxo das notícias e informações. Numa rede social, as pessoas têm uma postura diferente da que têm diante de um jornal. No impresso, a leitura é sequencial, causal e reflexiva. Na internet, as pessoas só leem os dois ou três primeiros parágrafos e depois passam adiante, preocupando-se mais em elogiar ou criticar a notícia ou comentário. O elogio ou crítica é em seguida passado sucessivas vezes adiante, com a incorporação de novas observações. Geralmente depois de um certo número de compartilhamentos, o contexto da notícia é bem diferente do original. 

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Promotoria francesa diz que copiloto teria derrubado avião deliberadamente

  • 26 Mar 2015
  • 16:11h

O copiloto Andreas Lubitz (Foto: Reprodução)

A Promotoria francesa disse nesta quinta-feira (26) que o copiloto do avião da Germanwings que caiu na terça-feira (24) nos alpes franceses assumiu o controle da aeronave e teria derrubado o avião de maneira deliberada. Segundo a autoridade, ele estava respirando normalmente até o momento em que a aeronave bateu nas montanhas. O copiloto foi identificado como Andreas Lubitz, de 28 anos, de nacionalidade alemã. Segundo o jornal "Bild", ele seria de Montabaur, em Rhineland-Palatinate, na Alemanha. Ele não estava em lista de suspeitos de terrorismo, e por enquanto não há base para afirmar que tenha sido um incidente terrorista. O promotor de Marselha, Brice Robin, afirmou em uma entrevista coletiva que os registros de áudio mostram que o piloto deixou a cabine e que o copiloto se recusou a abrir a porta para a volta do tripulante. Robin também afirmou que o copiloto acionou o mecanismo de descida do avião de maneira voluntária quando estava sozinho na cabine. Não houve alerta de emergência vindo do avião, segundo o promotor.

Equipes acham caixa-preta de avião que caiu com 150 pessoas na França

  • Correio
  • 24 Mar 2015
  • 19:31h

Estudantes que voltavam de intercâmbio estavam em voo que caiu na França e matou 150 pessoas. (Foto: Lluis Gene/AFP)

Uma das caixas-preta do avião Airbus A320 da companhia alemã Germanwings, que caiu nesta terça-feira (24), nos Alpes franceses, já foi encontrada. O objeto, responsável por registrar dados e gravações de voz do voo, é decisivo para entender o motivo para o acidente que deixou 150 pessoas mortas. De acordo com Gilbert Sauvan, maior autoridade na região de Haute Provence, no sul do país, não há sinal de nenhuma peça da aeronave no solo que seja maior do que um pequeno carro. Ele afirmou ainda que as autoridades não devem conseguir retirar os corpos nesta terça devido ao gelo no solo. A situação provavelmente permanecerá semelhante na quarta-feira (25), quando deve nevar na região.  A aeronave se dirigia do aeroporto internacional de Barcelona ao de Düsseldorf, na Alemanha, com 150 pessoas a bordo - 144 eram passageiros, entre eles dois bebês. O primeiro-ministro Manuel Valls afirmou que equipes no local não constataram haver sobreviventes. O avião desapareceu na região dos Alpes da Alta Provença, área de resorts de esqui, mas altamente isolada. A queda ocorreu na montanha de L'Estrop, na comuna de Méolans-Revel, a menos de 200km de Nice e do Principado de Mônaco.

Airbus cai nos Alpes franceses; tripulação de 148 passageiros pode ter morrido

  • Agência France Presse e Redação
  • 24 Mar 2015
  • 09:43h

Aeronave que fazia trajeto entre Barcelona e Dusseldorf era da empresa Germanwings | Agência Reuters

Um Airbus A320 que transportava 148 pessoas, incluindo seis tripulantes, entre Barcelona e a cidade alemã de Dusseldorf caiu nesta terça-feira, 24, nos Alpes franceses. O avião decolou da cidade espanhola às 9h45 (6h45 no horário de Brasília) e fez uma escala em Marselha, na França, antes de seguir para a Alemanha. De acordo com uma fonte das forças de segurança, o avião pertence à companhia Germanwings, filial da Lufthansa. O ministério o Interior francês informou ter encontrado destroços da aeronave na região de Barcelonnette (sudeste da França). Antes da queda, um sinal de socorro foi enviado pela aeronave. No momento do acidente, as condições climáticas eram boas. Equipes de resgate ainda não conseguiram chegar ao local, que é considerado de difícil acesso.

Médico chora após perder paciente de 19 anos e comove internet

  • 21 Mar 2015
  • 17:41h

(Foto: Reprodução)

Uma foto compartilhada no site Reddit que mostra o momento em que um médico chora após perder um paciente de apenas 19 anos despertou a compaixão dos internautas. Na imagem, compartilhada pelo usuário 'NickMoore911' nesta sexta-feira (20), o médico na Califórnia aparece ajoelhado tentando se recompor para voltar ao pronto-socorro. “O homem na foto não conseguiu salvar um de seus pacientes", escreveu Moore. "Embora este seja uma situação comum no nosso campo de trabalho, os pacientes que perdemos são tipicamente velhos, doentes, ou uma combinação dos dois. O paciente que morreu tinha 19 anos e, para ele, foi como uma daquelas ligações que atingem você". Após a divulgação, o médico que aparece na foto recebeu milhares de mensagens de apoio de seguidores que ficaram emocionados com a história. Moore disse que teve autorização para compartilhar a imagem e que ela ajuda a mostrar como é estar em uma profissão que lida diariamente com a vida e a morte. O colega, que não disse onde o médico trabalhava ou quem ele era, disse que o médico voltou para o hospital com a cabeça erguida após chorar por alguns minutos.

Indonésia decide adiar execução de brasileiro condenado por trafico de drogas

  • 20 Mar 2015
  • 06:32h

(Foto: Divulgação)

O governo da Indonésia decidiu adiar por tempo indeterminado a execução do brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, condenado por trafico de drogas no país asiático. Além de Gularte, outras nove pessoas também tiveram execução adiada por conta de recursos apresentados à justiça pelos condenados. De acordo com o procurador-geral HM Prasetyo, as execuções acontecerão de forma simultânea e, portanto, enquanto houver pendências na justiça indonésia ninguém será punido com pena capital. Para evitar que Rodrigo Gularte tenha o mesmo destino de Marco Acher, executado por um pelotão de fuzilamento em janeiro deste ano, a família do brasileiro tenta transferi-lo da prisão para um hospital psiquiátrico.

WhatsApp testa serviços de chamadas de voz para o aplicativo

  • 03 Fev 2015
  • 07:18h

Usuários do sistema Android relataram que uma ferramenta de chamada de voz em fase de teste apareceu em seus aplicativos, segundo o site TechCrunch. O assunto surgiu no Reddit durante o fim de semana e a maioria dos posts foram deletados na sequência, por exibir informações pessoais dos usuários. Um vídeo no Youtube postado por um usuário continua no ar e mostra como funciona a ferramenta (veja abaixo). De acordo com informações do Blog Link, do Estado de S. Paulo, tudo começou quando uma pessoa comentou no Reddit que o ícone do serviço de chamadas de voz apareceu no seu aplicativo ao ter iniciado uma conversa com alguém que já tinha a versão do WhatsApp com o serviço instalada. Como essa pessoa está na Índia, a especulação é que os usuários do país sejam os primeiros a testar o serviço. Hoje, o Viber e o Skype permitem que seus usuários façam chamada de voz dentro do aplicativo.

'Na Indonésia não tem jeitinho', diz jornalista Rachel Sheherazade

  • 20 Jan 2015
  • 08:04h

(Foto: Reprodução)

A jornalista Rachel Sheherazade comentou, na Rádio Jovem Pan FM, o fuzilamento de um traficante brasileiro em decorrência de uma condenação judicial na Indonésia. Sheherazade classificou o resultado jurídico como consequência de um país sério, ironizou o “jeitinho brasileiro” e afirmou que os criminosos brasileiros estão acostumados com uma Justiça condescendente, fraca e “compreensiva”, além de ineficiente.

Filme sobre brasileiro executado na Indonésia será repensado; cineasta não acredita em morte

  • 19 Jan 2015
  • 06:37h

Foto: Reprodução

O filme que estava sendo produzido sobre o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, executado neste sábado (17) pelo governo da Indonésia, terá que ser repensado. Isso porque o cineasta Marcos Prado não acreditava que ele seria morto e sim, liberado. "Um 'filme de personagem' com um final trágico como esse não vai funcionar. Talvez tenhamos que mudar um pouco o foco, para, quem sabe, um filme sobre pena de morte, diferenças culturais e legais entre os países, diplomacia, corrupção, enfim, algo mais abrangente do que simplesmente a vida do Curumim", disse o cineasta à Folha de S. Paulo, se referindo a Archer pelo seu apelido no Rio de Janeiro. O projeto do documentário, explicou Prado, surgiu em 2012 por vontade do próprio Archer, que fez contato por meio de seu advogado. O cineasta chegou a visitar o brasileiro na prisão em julho de 2013 para conversar sobre o filme. Depois de ter sua execução adiada uma vez, o brasileiro acreditava que poderia ser solto alguns anos mais tarde.

Jornalistas têm passaportes apreendidos na Indonésia

  • Estadão Conteúdo
  • 18 Jan 2015
  • 09:23h

Foto: Reprodução

O repórter da TV Globo, Márcio Gomes, e um cinegrafista da mesma empresa, tiveram seus passaportes apreendidos pelas autoridades da Indonésia, segundo informações do Itamaraty. Os jornalistas estavam em Cilape, no local onde balsas saem para a ilha de Nusakambangan, onde o brasileiro Marco Archer e outras cinco pessoas seriam executados neste sábado, condenados por tráfico de drogas. "Os diplomatas em Jacarta estão negociando a normalização da situação", informou o Itamaraty. O Ministério das Relações Exteriores não soube informar se os profissionais poderão continuar trabalhando após receberem de volta seus passaportes. "Depende do que as autoridades indonésias vão determinar", informou o Ministério. Os jornalistas brasileiros foram abordados quando faziam filmagens no porto, sob a justificativa de que se tratava de uma área restrita. Segundo o Itamaraty, as autoridades indonésias farão um briefing a advogados e parentes dos sentenciados sobre a execução.

Em ataque hacker no Twitter, Papa anuncia terceira guerra falsa

  • Terra
  • 17 Jan 2015
  • 08:13h

(Foto: Reprodução)

A agência de notícias United Press International e o jornal New York Post sofreram um ataque hacker em seus perfis no Twitter, nesta sexta-feira. O invasor publicou notícias falsas em nome das duas empresas, informa o site americano Mashable. Dentre elas, uma guerra naval entre Estados Unidos e China foi anunciada. Em seguida, o Papa Francisco teria anunciado a “Terceira Guerra Mundial”.

Edu Pitoresco compõe charge sobre o atentado ao Charlie Hebdo

  • Daniel Simurro | Brumado Urgente
  • 08 Jan 2015
  • 08:01h

(Charge de Edu Pitoresco)

O chargista brumadense Edu Pitoresco fez questão de retratar o horror do ato terrorista contra o Jornal Satírico Francês Charlie Hebdo, onde vários cartunistas e jornalistas acabaram sendo mortos por terroristas implacáveis de um grupo islâmico fundamentalista. Com muito sutiliza e com sua imaginação sempre criativa, Pitoresco conseguiu retratar com muita intensidade em sua charge "Rip Charlie Hebdo" esse ato de barbárie contra a liberdade de expressão. A essência da imprensa, talvez o grande pilar da democracia no mundo, acabou sendo atingida em nome de uma religiosidade exacerbada, que mata, que destrói, que causa dor e muita tristeza. Infelizmente 2015 se iniciou com um duro golpe que mostra a irracionalidade de grupos extremistas covardes, que não dão o mínimo valor a vida, em troca de um fanatismo religioso que defende um profeta vingativo e cruel.