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75 integrantes de facção criminosa brasileira fogem de presídio no Paraguai

  • 19 Jan 2020
  • 18:04h

( Foto: Marciano Candia/AP)

Setenta e cinco integrantes de uma facção criminosa brasileira fugiram por um túnel da Penitenciária Regional de Pedro Juan Cabellero, no Paraguai, que fica na fronteira com a cidade brasileira de Ponta Porã (Mato Grosso do Sul), na madrugada deste domingo (19).A ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Perez, informou pela manhã que 91 presos conseguiram escapar da prisão por volta das 4h (3h, em Ponta Porã) e disse que eles são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Mais tarde, a procuradora Reinalda Palacios declarou que o número de fugitivos foi atualizado para 75, de acordo com o jornal "ABC Color".Uma lista de foragidos brasileiros e paraguaios foi divulgada pelo Ministério da Justiça. Entre eles, estão o brasileiro Timóteo Ferreira, apontado como líder da facção dentro do presídio, e seis supostos integrantes do grupo de matadores de aluguel ligados ao tráfico "Minotauro". Eles atuam na fronteira e na semana passada buscavam deixar a prisão com uma ordem judicial.O Ministério Público informou que vídeos das câmeras de segurança do presídio mostram uma movimentação intensa desde as 4h deste domingo. Para a promotora, é impressionante que os guardas não tenham agido diante das imagens que tinham à disposição.Cinquenta dos detidos estavam em um piso superior e 25 no inferior, onde o túnel foi cavado. Para ter acesso ao piso inferior, os detentos devem passar por um portão, que deve permanecer trancado.O que chamou a atenção dos promotores foi que esse portão estava trancado no momento em que Ministério Público foi visitar o local após a fuga.As autoridades paraguaias investigam se houve uma rede de corrupção que facilitou a fuga. A ordem de captura dos foragidos deve ser emitida em algumas horas. Até a última atualização dessa matéria, nenhum deles havia sido recapturado.

Harry e Meghan deixarão de usar o título de 'alteza real'

  • 18 Jan 2020
  • 19:09h

(Foto: Reuters/Toby Melville)

O Palácio de Buckingham anunciou neste sábado (18) que o príncipe Harry e sua mulher, Meghan Markle - duque e duquesa de Sussex - não irão mais utilizar o título de "alteza real". Além disso, deixarão de receber dinheiro público para os chamados "deveres reais".No comunicado deste sábado, o Palácio de Buckingham afirmou que as mudanças valem a partir do final de março deste ano.A nota possui um trecho assinado pela rainha Elizabeth, de 93 anos. Ela afirma que "Harry, Meghan e Archie sempre serão membros muito amados da minha família". A monarca ainda agradeceu "por todo o trabalho dedicado em todo o país, na Commonwealth e além dela", e diz que está "particularmente orgulhosa de como Meghan se tornou tão rapidamente um membro da família."O trecho assinado pelo Palácio de Buckingham reforça que "embora não possam mais representar formalmente a rainha, os Sussex deixaram claro que tudo o que fizerem continuará a defender os valores de Sua Majestade", e que "são gratos à Sua Majestade e à família real por seu apoio contínuo enquanto embarcam no próximo capítulo de suas vidas". Harry e Meghan ainda deverão reembolsar o governo britânico pelos custos da reforma da residência na qual viviam. As obras foram orçadas em 2,4 milhões de libras, ou R$ 11,6 milhões.Por fim, o Palácio de Buckingham não esclareceu como será o esquema de segurança para o duque e a duquesa de Sussex.

Argentina tira foto com cachorro, toma mordida, leva pontos na cara e publica imagens em rede social

  • 17 Jan 2020
  • 09:03h

(Foto: Reprodução/Twitter)

Laru Sanson, uma jovem de Tucumán, na Argentina, publicou, na terça-feira (14), uma sequência de fotos em uma rede social em que aparece ao lado de um cachorro que a morde no rosto. As imagens estavam acompanhadas do seguinte texto: "Sessão de fotos com Kenai dá errado".Em entrevista ao canal Todo Notícias nesta quinta-feira (16), Sanson disse que está bem. "Eu estava na casa de um amigo meu, havia várias pessoas, e tinha um cachorro muito lindo. Eu gosto dos cachorros. Eu quis tirar uma foto e me dei mal. Eu já o conhecia, mas não frequento muito a casa", disse ela.Sanson afirma que pensa ter intimidado o bicho: "Eu o abracei, coloquei a cara muito perto do cachorro, ele ficou intimidado; é um cachorro que nunca mordeu ninguém, ele tem 10 anos, é um pouco velhinho. Foi uma reação dele, ele se sentiu invadido".A jovem diz ter ficado incomodada com os comentários que seria preciso sacrificar o cachorro. "Não guardo nenhum rancor, não estou incomodada."

Menina é achada viva após ficar 18 horas soterrada no Paquistão

  • 16 Jan 2020
  • 16:00h

(Foto: Abu Arqam Naqash/Reuters)

Uma menina de 12 anos foi encontrada viva na terça-feira (14) após passar 18 horas soterrada por uma avalanche na Caxemira que destruiu a casa da família, informou a mãe da criança na quarta-feira (15).Samina Bibi disse ter gritado muito por socorro enquanto estava deitada sob a neve, após a avalanche ocorrida na região da Caxemira controlada pelo Paquistão.O número de mortos pelas avalanches de segunda-feira (13) no Vale do Neelum, no Paquistão, na região do Himalaia disputada pelo Paquistão e a Índia, subiu para 74, segundo autoridades paquistanesas, enquanto as equipes de resgate continuam recuperando corpos.Além disso, também há vítimas em avalanches no Afeganistão.Samina teve sorte. "Eu pensei que morreria lá", disse ela de uma cama de hospital em Muzaffarabad, onde a menina e dezenas de outras pessoas feridas estavam recebendo tratamento após serem transportadas de avião.Para a mãe de Samina, Shahnaz Bibi, que perdeu um filho e outra filha na tragédia, o resgate foi simplesmente um milagre. Depois de ter sido ela própria retirada da neve, Shahnaz disse que ela e seu irmão, Irshad Ahmad, haviam perdido a esperança de encontrar Samina viva.Samina disse que não conseguia dormir enquanto esperava ser resgatada. A perna dela estava fraturada e sangue escorria da boca.Para a família, o desastre aconteceu muito rápido. "Não ouvimos nenhum estrondo", disse Shahnaz, lembrando os momentos antes da avalanche soterrar a casa de três andares onde ela e sua família estavam abrigadas com outras pessoas da vila. Pelo menos 18 delas morreram. Samina e sua família estavam reunidos em volta de uma fogueira quando a avalanche atingiu o local. "Aconteceu num piscar de olhos", disse Shahnaz. A Caxemira está dividida entre a Índia e o Paquistão desde a independência em 1947. Em 2012, uma avalanche atingiu um quartel-general do Exército paquistanês perto da fronteira indiana, matando pelo menos 124 soldados e 11 civis.

Em carta, EUA formalizam apoio à entrada do Brasil na OCDE

  • 16 Jan 2020
  • 07:05h

(Foto: Reprodução)

Os Estados Unidos apoiaram nesta quarta-feira (15), em uma reunião da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, a entrada do Brasil na organização. Os EUA entregaram uma carta aos demais membros, defendendo o ingresso do Brasil.Integrantes do Ministério da Economia e do Ministério das Relações Exteriores brasileiros haviam sido avisados com antecedência sobre a decisão.Na terça-feira, a embaixada dos EUA em Brasília já havia dito que "os Estados Unidos querem que o Brasil seja o próximo país a iniciar o processo de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)"."Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil, agora, como próximo país a iniciar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado [Mike Pompeo] e pelo presidente Trump em outubro de 2019", acrescentou a embaixada.O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou em uma rede social que a decisão mostra a construção de uma "parceria sólida" na relação Brasil-Estados Unidos, "capaz de gerar resultados de curto, médio e longo" prazos.Em outubro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, enviou uma carta à OCDE manifestando apoio à entrada da Argentina e da Romênia na organização. Mas a mudança de governo na Argentina, com a vitória de Alberto Fernández sobre Mauricio Macri - que Trump considerava um aliado -, fez com que o país vizinho perdesse a posição de prioridade.

EUA e China assinam fase 1 de acordo para aliviar guerra comercial

  • 15 Jan 2020
  • 19:01h

( Foto: Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, assinaram nesta quarta-feira (15) a fase 1 do acordo comercial. Os dois países travam uma batalha no comércio global há 18 meses.O ponto central do acordo é uma promessa da China de comprar mais US$ 200 bilhões em produtos dos EUA ao longo de dois anos para reduzir o déficit comercial bilateral com os norte-americanos que chegou a US$ 420 bilhões em 2018.O documento de 86 páginas prevê que a China aumente a compra de produtos manufaturados, agrícolas, energia e serviços dos EUA."Hoje demos um passo crucial, que nunca tínhamos dado antes com a China", disse Trump durante a cerimônia na Casa Branca. Ele também anunciou que visitará o país em um "futuro não muito distante".A guerra comercial tem sido marcada por aumento tarifas dos dois lados que atingiram centenas de bilhões de dólares em mercadorias, prejudicando mercados financeiros, afetando cadeias de fornecimento e desacelerando o crescimento global.

O que acordo prevê:

  • A China deve comprar US$ 12,5 bilhões em produtos agrícolas dos EUA no primeiro ano e US$ 19,5 bilhões no segundo ano;
  • O governo chinês se comprometeu a comprar US$ 18,5 bilhões em produtos de energia no primeiro ano e US$ 33,9 bilhões no segundo ano;
  • A China terá de comprar US$ 32,9 bilhões em manufaturadas dos EUA no primeiro ano e US$ 44,8 bilhões no segundo ano;
  • O governo chinês se comprometeu a adquirir US$ 12,8 bilhões em serviços dos EUA no primeiro ano e US$ 25,1 bilhões no segundo ano.

Em dezembro do ano passado, a fase um do acordo cancelou as tarifas programadas dos EUA sobre celulares, brinquedos e laptops de fabricação chinesa e reduziu para 7,5% a tarifa sobre cerca de US$ 120 bilhões de outros produtos chineses, incluindo televisões de tela plana, fones de ouvido sem fio e calçados.

Novo vídeo mostra que dois mísseis atingiram avião ucraniano no Irã

  • G1
  • 14 Jan 2020
  • 18:02h

Imagens de uma câmera de segurança mostram que o avião ucraniano derrubado por engano pelo Irã no dia 8 de janeiro foi atingido por dois mísseis, disparados com um intervalo de 30 segundos, a partir da mesma base militar.O jornal "New York Times" afirma ter atestado a veracidade das imagens, que circulam em redes sociais e foram veiculados por outros meios de imprensa, como a rede de TV Al Arabiya.Todos os 176 ocupantes do avião morreram. No sábado, após dias afirmando que a queda havia sido acidental, as autoridades iranianas assumiram que seus militares derrubaram sem intenção o voo 752 da Ukranian Airlines, que ia de Teerã para Kiev.O presidente iraniano, Hassan Rouhani, chamou o desastre de "erro imperdoável".Militares informaram que o avião voava perto de um local sensível e foi derrubado devido a um erro humano. O comunicado lido na TV estatal diz que as partes ??responsáveis serão punidas.

Operador tomou 'má decisão'

Amir Ali Hajizadeh, o comandante das forças aeroespaciais, afirmou que a Guarda Revolucionária aceita a responsabilidade plena pelo incidente.A Guarda Revolucionaria explicou que o operador do sistema de defesa confundiu o avião com um míssil de cruzeiro.Hajizadeh afirmou em uma declaração televisionada que o operador teve 10 segundos para decidir se iria disparar ou não, mas que ele tentou contatar seus superiores para obter a aprovação para efetuar o disparo, porém o sistema de comunicação falhou e ele tomou "uma má decisão".A Guarda Revolucionária havia pedido para que aviões comerciais não voassem, mas o pedido não foi cumprido, de acordo com ele. Hajizadeh relatou que na própria quarta (8) ele já tinha conhecimento de como se deu a derrubada.

Joaquin Phoenix, o 'Coringa', é preso em protesto nos EUA

  • 10 Jan 2020
  • 18:34h

(Foto: Joshua Roberts/Reuters)

Os atores Joaquin Phoenix e Martin Sheen estavam então entre os mais de cem ativistas presos nesta sexta-feira (10) em Washington, capital dos Estados Unidos, segundo o site Deadline. Eles participavam da manifestação contra mudanças climáticas organizada por Jane Fonda.Dessa vez, a atriz não estava entre as pessoas presas por se recusarem a deixar os degraus do Capitólio, prédio que serve como a sede do Poder Legislativo americano. Antes de ser preso, Phoenix falou na manifestação sobre o impacto da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas, um tema que já tinha abordado durante seu agradecimento no Globo de Ouro, no domingo (5). "Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra as mudanças climáticas. Há algo que vocês podem fazer hoje e amanhã, ao escolher o que vocês consomem", disse durante o protesto. "Há coisas que não posso evitar. Peguei um voo para cá hoje, ou melhor, ontem, mas uma coisa que posso fazer é mudar meus hábitos de alimentação." Com a prisão de Sheen, todo o elenco principal da série "Grace & Frankie" já foi detido durante os protestos. Além do ator e de Fonda, Lily Tomlin e Sam Waterson também enfrentaram as autoridades. Fonda se mudou para a capital dos Estados Unidos para ajudar a organizar os atos, chamados Fire Drill Fridays, inspirados por movimentos sociais e por ativistas como Greta Thunberg. O protesto desta sexta deve ser o último do tipo, já que a atriz volta em breve a gravar a série.

Canadá e Reino Unido dizem ter evidências de que míssil iraniano derrubou avião

  • G1
  • 10 Jan 2020
  • 07:05h

(Foto: Reuters/Blair Gable)

O premiê canadense Justin Trudeau disse nesta quinta-feira (9) que múltiplas fontes de inteligência apontam que o avião ucraniano que caiu em Teerã na quarta foi derrubado por um míssil iraniano. Trudeau afirmou que a derrubada pode ter sido acidental, mas apontou que a investigação do caso precisa ser completa."Temos inteligência de várias fontes, incluindo nossos aliados e nossa própria inteligência. As evidências indicam que o avião foi abatido por um míssil terra-ar iraniano. Pode ter sido não intencional", disse.Ainda durante a fala de Trudeau, o jornal americano "The New York Times" divulgou um vídeo que aparenta mostrar o momento em que o avião é atingido por um míssil. Veja abaixo:Nenhum dos 176 passageiros que estavam a bordo sobreviveu. Trudeau ainda disse que está em diálogo com a chancelaria iraniana -- 63 passageiros que estavam no avião eram canadenses, e 138 deles tinham o Canadá como destino final. Teerã estaria mostrando abertura para permitir que agentes consulares canadenses fossem ao Irã para ajudar as famílias das vítimas.Segundo o líder canadense, ainda é cedo para ficar atribuindo culpa pelo desastre ou tirando conclusões. Logo após a fala de Trudeau, o premiê britânico Boris Johnson corroborou a fala de seu colega do Canadá: “Existe agora um conjunto de informações de que o voo foi abatido por um míssil terra-ar iraniano. Pode ter sido não intencional ", declarou. Mais cedo, a imprensa americana divulgou que autoridades de Washington compartilham da visão de que a aeronave ucraniana foi atingida por um míssil. O Irã negou essa possibilidade.

 

Avião ucraniano pegou fogo e voltava para o aeroporto no Irã quando caiu, diz relatório inicial

  • 09 Jan 2020
  • 15:14h

(Foto: Ebrahim Noroozi/AP)

avião ucraniano que caiu em Teerã nesta quarta-feira (80) voltava para o aeroporto da cidade logo após a decolagem por causa de um problema e testemunhas disseram que ele pegou fogo antes de cair, segundo um relatório inicial da autoridade iraniana de aviação civil divulgado nesta quinta-feira (9). As 176 pessoas que estavam a bordo morreram. "O avião que se dirigia, a princípio, para o oeste para sair da zona do aeroporto, girou para a direita, devido a um problema, e estava no caminho de regresso ao aeroporto quando caiu", explicou o Organização da Aviação Civil iraniana. Testemunhas presenciais relataram um incêndio no Boeing 737 que se intensificou. Essas testemunhas acompanharam a decolagem do avião ou estavam em uma outra aeronave que voava em maior altitude do que o Boeing no momento da tragédia. O voo 752 da Ukraine International Airlines partiu às 6h12 (horário local), com quase uma hora de atraso, do aeroporto Imam Khomeini, Teerã, e tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, na Ucrânia. O avião caiu em Shahedshahr, no sudoeste da capital iraniana. A tragédia aconteceu poucas horas após o Irã ter disparado mísseis contra duas bases aéreas que abrigam tropas dos EUA no Iraque, em resposta à morte do general iraniano Qassem Soleimani. Não há informações sobre relação entre os dois incidentes. Em meio à tensão que o Irã vive com os Estados Unidos, autoridades iranianas declararam que não irão entregar as caixas-pretas para a fabricante, a Boeing, ou para autoridades americanas.A Convenção Internacional de Aviação Civil, da qual o Irã é signatário, prevê que fica responsável pela investigação o país onde a aeronave caiu (ou de onde ela partiu) - nesse caso, o Irã. Porém, a convenção prevê que o país fabricante (os EUA) e a empresa que o produziu, que é a Boeing, participem da investigação e tenham acesso às informações das caixas-pretas imediatamente.

Companhia ucraniana divulga lista de passageiros de avião que caiu no Irã

  • 08 Jan 2020
  • 13:52h

( Foto: AFP)

A companhia aérea Ukraine International Airlines divulgou a lista com o nome dos passageiros do voo PS752. O Boeing 737 seguiria para a Ucrânia, mas caiu no Irã momentos após decolar, às 6h12 (horário local), do aeroporto internacional da capital Teerã. A aeronave ucraniana transportava 176 pessoas, sendo 9 tripulantes. O nome dos profissionais da companhia aérea que estavam à bordo não foi divulgado. Ninguém sobreviveu. No voo havia passageiros de 7 nacionalidades: 82 do Irã, 63 do Canadá, 11 da Ucrânia (9 tripulantes), 10 da Suécia, 4 do Afeganistão, 3 do Reino Unido, e outros 3 da Alemanha. O passageiro mais novo era um bebê, Kurdia Molani, nascido em 2018, portanto com no máximo 2 anos. A vítima mais velha era um senhor, Asgar Dhirani, nascido em 1945, portanto com 75 ou 74 anos. O mês e o dia de nascimento das vítimas não foi divulgado.

Veja a lista com o nome dos passageiros e o ano de nascimento

  • Moham Abaspourqadi — 1986
  • Mojtaba Abbasnezhad — 1993
  • Seyedmehran Abtahiforoushani — 1982
  • Iman Aghabali — 1992
  • Maryam Agha Miri — 1973
  • Motahereh Ahmadi — 2011
  • Sen Ahmadi Muh — 2014
  • Rahmtim Ahmadi — 2010
  • Sekinhe Ahmadi — 1989
  • Mitra Ahmady —1973
  • Mahsa Amirliravi — 1989
  • Fareed Arasteh — 1987
  • Arshia Arbabbahrami — 2000
  • Evin Arsalani — 1990
  • Mohammadhossein Asadilari — 1996
  • Zeynab Asadilari — 1998
  • Amir Ashrafi Habibabadi — 1991
  • Mahmood Attar — 1950
  • Roja Azadian — 1977
  • Ghanimat Azhdari — 1983
  • Mehraban Badiei Ardestani — 2001
  • Samira Bashiri — 1990
  • Amin Beiruti Mohammad — 1990
  • Hamidreza Djavadi Asll — 1967
  • Kian Djavadi Asll — 2002
  • Ardalan Ebnoddin Hamidi — 1971
  • Kamyar Ebnoddin Hamidi — 2004
  • Niloufar Ebrahim — 1985
  • Behnaz Ebrahimi Khoei — 1974
  • Shahrokh Eghbali Bazoft — 1960
  • Shahzad Eghbali Bazoft — 2011
  • Parisa Eghbalian — 1977
  • Mahdi Elyasi Mohammad — 1991
  • Sayedmahdi Emami — 1959
  • Sophie Emami — 2014
  • Merhdi Eshaghian Dorcheh — 1995
  • Reera Esmaeilion — 2010
  • Mansour Esnaashary Esfahani — 1990
  • Sharieh Faghihi —1961
  • Faezeh Falsafi — 1973
  • Faraz Falsafi — 1988
  • Aida Farzaneh — 1986
  • Shakiba Feghahati — 1980
  • Marzieh Foroutan — 1982
  • Iman Ghaderpanah — 1985
  • Parinaz Ghaderpanah — 1986
  • Siavash Ghafouri Azar — 1984
  • Daniel Ghandchi — 2011
  • Dorsa Ghandchi — 2013
  • Milad Ghasemi Ariani — 1987
  • Fatemeh Ghasemi Dastjerdi — 1994
  • Amirhossein Ghasemi — 1987
  • Kiana Ghasemi 2000
  • Mandieh Ghavi —1999
  • Masouhmeh Ghavi —1989
  • Farideh Gholami — 1981
  • Ghorbani Bahabadi — 1988

'Está tudo bem', diz Trump após ataque a bases no Iraque; chanceler iraniano diz que não busca guerra

  • 08 Jan 2020
  • 07:10h

(Foto: AFP Photo/Islamic Republic of Iran Broadcasting)

O presidente americano Donald Trump reagiu no Twitter na noite desta terça-feira (7) ao ataque iraniano a duas bases que abrigam tropas dos Estados Unidos no Iraque.."Está tudo bem! Mísseis lançados do Irã contra duas bases militares localizadas no Iraque. Avaliação das vítimas e mortes ocorrendo agora. Até o momento, tudo bem! Temos, de longe, as forças armadas mais poderosas e bem equipadas do mundo! Farei uma declaração amanhã de manhã."Um pouco antes, o ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, escreveu, também no Twitter, que "o Irã adotou e concluiu medidas proporcionais em autodefesa". "Nós não buscamos a escalada [do conflito] ou a guerra, mas nos defenderemos de qualquer agressão", acrescentou. As duas bases atacadas no Iraque abrigam forças americanas e iraquianas. Elas foram atingidas por mais de uma dúzia de mísseis iranianos na noite desta terça (7) -- madrugada de quarta (8) no horário local--, numa ação de vingança pela morte do general Qassem Soleimani num ataque de drone americano. A base aérea de Ain Al-Asad, no oeste do país, é uma das que foram atingidas. A outra está em Erbil, na região curda do Iraque. A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade pelos lançamentos dos mísseis a ambas as bases.

Irã convoca representante do Brasil em Teerã após nota em apoio aos EUA

  • 07 Jan 2020
  • 07:07h

(Foto: Reprodução)

Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda-feira (6) que a encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, Maria Cristina Lopes, foi convocada pela chancelaria iraniana. Segundo o Itamaraty, o teor da conversa é reservado e não será divulgado.A informação sobre a convocação foi publicada pelo site do jornal "O Globo" e confirmada pela TV Globo. Na semana passada, o principal general iraniano, Qassem Soleimani, foi morto em um ataque ordenado pelo governo dos Estados Unidos. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, o ataque serviu para "parar" uma guerra, não iniciar uma.Um dia após o ataque, o Itamaraty divulgou uma nota na qual disse apoiar a "luta contra o flagelo do terrorismo". Na nota, o governo brasileiro condenou um ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, cidade onde Soleimani foi morto, mas não condenou a morte do general iraniano."Informamos que a Encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, assim como representantes de países que se manifestaram sobre os acontecimentos em Bagdá, foram convocados pela chancelaria iraniana. A conversa, cujo teor é reservado e não será comentado pelo Itamaraty, transcorreu com cordialidade, dentro da usual prática diplomática", informou o Ministério das Relações Exteriores nesta segunda.

Trump diz que tropas dos EUA só deixam o Iraque se Bagdá pagar por base militar

  • 06 Jan 2020
  • 09:31h

( Foto: Reuters/Leah Millis)

O Presidente dos EUA Donald Trump disse neste domingo (5) que as tropas americanas só vão sair do Iraque se Bagdá pagar pela base aérea construída pelos EUA no país. A resposta foi uma reação do republicano após o Parlamento iraquiano aprovar uma resolução pela saída e encerramento das atividades de tropas estrangeiras no país.A decisão foi tomada dias depois que um ataque dos Estados Unidos matou o segundo homem mais importante do Irã, o general Qassem Soleimani, em Bagdá. Trump também ameaçou impor ao Iraque sanções ainda mais pesadas do que aquelas que adotou contra o Irã. "Temos uma base aérea extraordinariamente cara que está lá. Custou bilhões de dólares para ser construída, muito antes de mim [na Presidência] . Não vamos embora a menos que nos paguem", afirmou Trump a repórteres no Air Force One, o avião presidencial americano. Trump ainda rebateu as críticas contra possíveis ataques ao Irã. "Eles podem matar o nosso povo, torturar, lançar bombas, mas a gente não pode tocar nos lugares históricos deles? Não funciona assim", disse. O presidente se referiu ao post de sábado, onde afirmou que os EUA tinham 52 alvos na mira caso o Irã atacasse bases ou cidadãos americanos. A resolução aprovada pelos parlamentares, ao contrário de leis, não obriga o governo a cumprir o texto, mas foi aprovada a pedido do próprio primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul Mahdi. Durante a sessão, Mahdi considerou a morte de Soleimani um "assassinato político". Milhares de pessoas acompanharam o velório do general neste domingo (5) no Irã e, no sábado (4), no Iraque. O texto pede, ainda, que sejam cancelados quaisquer pedidos de ajuda do Iraque ao governo dos Estados Unidos. As tropas americanas estão no país a convite de Bagdá. Também neste domingo (5), os EUA, que lideram a coalizão de 74 nações e 5 organizações contra o Estado Islâmico, anunciaram a suspensão da maior parte das operações contra o grupo terrorista, e, também, dos treinamentos de forças iraquianas que participam do esforço conjunto. "O governo se compromete a revogar seu pedido de assistência da coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico devido ao fim das operações militares no Iraque e à conquista da vitória", diz o texto aprovado no Iraque. Cerca de 5,2 mil soldados dos Estados Unidos estão nas bases militares iraquianas para treinar e apoiar as forças de segurança locais e combater o Estado Islâmico. Como as tropas estão lá a convite do governo iraquiano, a decisão de cancelar o pedido de ajuda, teoricamente, as forçaria a sair do país, diz o "The New York Times". Os soldados americanos já lutaram lado a lado das milícias iraquianas - algumas delas financiadas pelo Irã - contra o grupo terrorista entre 2014 e 2017. A perda territorial sofrida pelo Estado Islâmico desde então causou, entretanto, novas dinâmicas de poder entre Washington e Teerã, com o aumento da tensão entre os dois nos últimos dois anos. Mesmo antes da morte de Soleimani, havia uma pressão crescente vinda das milícias xiitas e aliados do Irã para que as tropas americanas deixassem o Iraque, segundo a Deutsche Welle. Os Estados Unidos começaram a presença militar no Iraque em 2003, quando invadiram o país para derrubar Saddam Hussein. Os soldados americanos deixaram o país gradativamente ao longo dos anos, com a saída definitiva em dezembro de 2011 - antes da volta para combater o Estado Islâmico, três anos depois, a pedido do Iraque.

Sobe para 23 número de mortos nos incêndios florestais na Austrália

  • 04 Jan 2020
  • 16:07h

(Foto: Governo Estadual de Victoria)

Subiu para 23 o número de mortos em decorrência dos incêndios florestais na Austrália, de acordo com as novas atualizações feitas neste sábado (04). O primeiro-ministro Scott Morrison informou que foram convocados 3 mil reservistas das Forças Armadas para combater as chamas que devastam o país.Segundo a agência de notícias France Presse, neste sábado, as autoridades alertaram que em Sydney, a maior cidade do país, pode haver problemas no fornecimento de eletricidade, e pediram aos habitantes que reduzissem o consumo de energia. Na sexta-feira (3), o exército da Austrália iniciou uma operação para resgatar cerca de 4.000 pessoas refugiadas no litoral sudeste, segundo jornal britânico The Guardian. Moradores e turistas foram resgatados pelo mar, muitos estavam bloqueados nas praias desde 31 de dezembro. Com altas temperaturas durante os meses de janeiro e fevereiro no país, não há previsão iminente do fim dos incêndios.