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Outono começa nesta quarta-feira (20)

  • 20 Mar 2019
  • 11:01h

O outono, que começa nesta quarta-feira (20), às 18h58, deve sofrer influência moderada do El Niño.De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a probabilidade de o fenômeno atingir algumas regiões do Brasil é de 70%, ocorrendo em intensidade fraca até o início do inverno. Ainda segundo o instituto, "as condições climáticas frequentemente associadas ao El Niño, como excessos de chuvas sobre a região Sul e a diminuição sobre a parte Norte e Nordeste do país, bem como uma tendência de aumento moderado das temperaturas médias na parte central, não estão descartadas e podem ocorrer de maneira irregular em alguns locais".

Canudos plásticos estariam com os dias contados na Bahia

  • 19 Fev 2019
  • 09:31h

A deputada estadual Mirela Macedo (PSD) protocolou um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) que pretende proibir a utilização de canudos de plástico – exceto os biodegradáveis – em restaurantes, bares, quiosques, ambulantes e hotéis na Bahia. Caso seja aprovada, a lei estabelece um prazo de 180 dias para que os estabelecimentos se adaptem a nova regra. Na justificativa do projeto, Macedo relembra um levantamento do jornal Folha de S.Paulo sobre o uso dos canudos plásticos. “Se o processo de contaminação dos oceanos por resíduos sólidos continuar a ser executado como atualmente, em 2050 haverá mais lixo do que peixes nos mares de todo o mundo”, escreveu. “A buscar por alternativas menos degradantes e a criação de dificuldades à utilização de canudos plásticos certamente cooperará para a adoção de novas formas de fabricação de canudos”, justificou a parlamentar estadual. Aprovada no Rio de Janeiro, a lei contra os canudos de plástico gera elogios de ambientalistas, mas o revés de estabelecimentos que se queixam do baixo prazo para a implementação da regra.

Prefeitura de Brumado faz retirada das gameleiras do Hospital Magalhães Neto; recomposição será efetuada em seguida

  • Brumado Urgente
  • 09 Fev 2019
  • 10:44h

A retirada das gameleiras foi uma necessidade estrutural, mas serão replantadas novas árvores adaptadas ao clima semiárido (Foto: Brumado Urgente)

No passado o plantio de árvores em Brumado por meio do poder público era feito sem um estudo de impacto ambiental, onde vários tipos de árvores eram plantadas sem essa devida observação. O tempo passou e muitas delas, principalmente as da espécie Gameleira, se tornaram um grande empecilho para o setor de infraestrutura, já que, na busca por água, as raízes causam grandes estragos em praças e outros equipamentos públicos. Essa é a situação encontrada no setor antigo do Hospital Municipal Professor Magalhães Neto, onde, gradativamente a atual gestão está fazendo a retirada periódica das gameleiras, já que as raízes das mesmas já invadiram banheiros e outras instalações, quebrando o chão e até os vasos sanitários, impedindo assim a utilização dos mesmos, que tiveram, inclusive, que ser interditados. Na manhã deste sábado (09), uma nova ação nesse sentido foi realizada, o que deverá resolver por completo o problema. Mas, mostrando uma grande consciência ambiental, a prefeitura de Brumado realizou um estudo de reposição e, na sequência serão plantadas novas espécies muito mais adaptadas ao clima semiárido, ou seja, são muito mais resistentes à seca, não precisando buscar água por meio de suas raízes. A arborização da cidade é uma das prioridades do setor, que vem combatendo cada vez mais a pode irregular, assim como a devastação de árvores sem que seja feito a devida substituição.  

Nasa diz que 2018 foi o quarto ano mais quente da história

  • 07 Fev 2019
  • 10:05h

A Agência Espacial Americana (Nasa) anunciou nesta quarta-feira (6) que 2018 foi o quarto ano mais quente da história, desde que as medições começaram a ser feitas há 140 anos.As temperaturas globais em 2018 foram 0,83 graus Celsius mais quentes do que as médias de 1951 a 1980, segundo cientistas do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA em Nova York. Globalmente, as temperaturas de 2018 ficaram abaixo das de 2016, 2017 e 2015. Os últimos cinco anos são, coletivamente, os anos mais quentes do histórico moderno. E 2016 foi o ano mais quente da história. "2018 é mais um ano extremamente quente dentro de uma tendência de aquecimento global de longo prazo ”, disse o diretor do GISS, Gavin Schmidt. Ainda segundo ele, esse aquecimento foi impulsionado em grande parte pelo aumento das emissões de dióxido de carbono na atmosfera e outros gases causadores do efeito estufa causados ??pelas atividades humanas. Desde a década de 1880, a temperatura média da superfície global subiu cerca de 1 grau Celsius. A dinâmica climática frequentemente afeta as temperaturas de uma maneira regional, portanto nem todas as regiões da Terra experimentaram quantidades similares de aquecimento. As tendências de aquecimento são mais fortes na região do Ártico, onde 2018 viu a contínua perda de gelo marinho. Além disso, a perda de massa das mantas de gelo da Groenlândia e da Antártica continuou a contribuir para o aumento do nível do mar. O aumento das temperaturas também pode contribuir para temporadas de fogo mais longas e alguns eventos climáticos extremos, de acordo com Schmidt. "Os impactos do aquecimento global de longo prazo já estão sendo sentidos - em inundações costeiras, ondas de calor, precipitação intensa e mudanças nos ecossistemas ”, disse Gavin Schmidt- diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA.

Como é feita a medição

Segundo a Nasa, as análises de temperatura usam medições da temperatura da superfície de 6.300 estações meteorológicas, observações baseadas em navios e boias das temperaturas da superfície do mar e medições de temperatura das estações de pesquisa da Antártica. Essas medições são analisadas usando um algoritmo que considera o espaçamento variado de estações de temperatura ao redor do globo e os efeitos das ilhas de calor urbanas que poderiam distorcer as conclusões.

Imagens inéditas e impressionantes revelam a liquefação feita pela avalanche da lama em Brumadinho; veja vídeo

  • Redação 97NEWS
  • 01 Fev 2019
  • 11:44h

A imagem é impressionante (Reprodução BandNews)

A catástrofe em Brumadinho que aconteceu no dia 25 de janeiro abalou a todos os brasileiros que se uniram numa forte corrente em prol das famílias que perderam os seus entes queridos. Passados 7 dias do ocorrido, a comoção ainda é muito grande, mas os questionamentos sobre as causas do rompimento da Barragem do Feijão começam a ganhar força, já que os brasileiros querem a devida punição aos responsáveis por essa tragédia incomparável que é tida como a maior da história da nação. Na manhã desta sexta-feira (01), imagens inéditas e exclusivas foram divulgadas pela BandNews, as quais mostram a intensidade e a força imensurável da lama logo após o momento do rompimento, numa verdadeira liquefação. As imagens que são para lá de cinematográficas, são realmente impressionantes e revelam a dimensão deste desastre que já tem fortes indícios de ter sido um ato de negligência e irresponsabilidade, onde centenas de vidas foram perdidas. Confira as imagens chocantes:

Leonardo DiCaprio faz postagem sobre tragédia em Brumadinho

  • 31 Jan 2019
  • 16:14h

Foto: REUTERS/Lucy Nicholson

Leonardo DiCaprio usou sua página no Instagram para falar sobre a tragédia em Brumadinho, Minas Gerais. Na sexta-feira (25), uma barragem da Vale se rompeu. Até o momento, há confirmação de 99 mortos e 259 desaparecidos.O ator, que é também ativista ambiental, repostou em sua rede social um texto publicado pela organização não governamental de ambiente Greenpeace. "Na última sexta-feira, uma barragem de mineração desabou em uma pequena cidade do Brasil, liberando quase 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica e deixando para trás um rastro de morte e tristeza. Isso acontece apenas três anos após o maior desastre ambiental do pais, quando outra barragem se rompeu. Já chega! Governos e corporações devem parar de colocar os lucros acima das vidas das pessoas e da natureza", dizia o texto. O ator manteve as hashtags em português que dizem: “força, Brumadinho” e “Sem licença para destruir”.

Verão terá temperaturas acima da média no Brasil

  • 15 Dez 2018
  • 10:04h

Foto: Nicolas Satriano/G1

O verão que começa oficialmente em 21 de dezembro deve ter temperaturas acima da média histórica no Brasil, conforme previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC-INPE). O aquecimento é consequência da formação do fenômeno El Niño, que também vai impactar os regimes de chuvas em boa parte do Brasil. De acordo com o órgão, a média histórica de temperatura máxima em todo o Brasil é de 31.5°C no trimestre (dezembro, janeiro, fevereiro). Esse é o valor que deve ser superado no período. Os meteorologistas explicam que o fenômeno El Niño ocorre quando há o aquecimento das águas superficiais da porção equatorial do Oceano Pacífico. O vapor d’água mais quente altera os padrões de ventos, causando a variação na distribuição e intensidade das chuvas e na temperatura.

Desmatamento na Amazônia cresce 13,7% entre 2017 e 2018, dizem ministérios

  • 25 Nov 2018
  • 11:02h

Foto: André Edouard/Arquivo/AFP

O desmatamento na Amazônia cresceu 13,7% entre agosto de 2017 e julho de 2018, de acordo com nota conjunta divulgada nesta sexta-feira (23) pelos ministérios do Meio Ambiente e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A área desmatada é de 7.900 km², contra 6.947 km² perdidos no mesmo período dos anos anteriores. A taxa preliminar foi obtida pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ela é criada por meio de imagens de satélite que registram e quantificam as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares. O levantamento usa apenas dados de quando há remoção completa da cobertura florestal por corte raso. O desmatamento registrado é o maior desde 2008, quando a área desmatada de floresta foi de 12.911 km². 

Aquecimento global afeta crescimento e regeneração da floresta Amazônica, diz estudo

  • 08 Nov 2018
  • 20:16h

Foto: Adriane Esquivel Muelbert, University of Leeds

Uma equipe de mais de 100 cientistas avaliou o impacto do aquecimento global em milhares de espécies de árvores em toda a Amazônia para descobrir os vencedores e perdedores de 30 anos de mudança climática. Sua análise descobriu que os efeitos das mudanças climáticas estão alterando a composição das espécies arbóreas da floresta tropical, mas não o suficiente para acompanhar o ambiente em mudança. A equipe, liderada pela Universidade de Leeds em colaboração com mais de 30 instituições em todo o mundo, usou registros de longo prazo de mais de cem parcelas como parte da Rede de Inventário da Floresta Amazônica (RAINFOR) para rastrear as vidas de árvores individuais em a região amazônica. Seus resultados mostraram que, desde a década de 1980, os efeitos das mudanças ambientais globais - secas mais fortes, aumento da temperatura e níveis mais altos de dióxido de carbono na atmosfera - afetaram lentamente o crescimento e a mortalidade de espécies específicas. Em particular, o estudo descobriu que as espécies de árvores que preferem a umidade estão morrendo mais freqüentemente do que outras espécies e aquelas adequadas para climas mais secos não foram capazes de substituí-las. A autora do estudo, Adriane Esquivel Muelbert, da Escola de Geografia de Leeds, disse: "A resposta do ecossistema está atrasada em relação à taxa de mudança climática. Os dados nos mostraram que as secas que atingiram a bacia amazônica nas últimas décadas tiveram sérias consequências a composição da floresta, com maior mortalidade em espécies arbóreas mais vulneráveis ??a secas e crescimento compensatório insuficiente em espécies melhor equipadas para sobreviver a condições mais secas." A equipe também descobriu que árvores maiores - predominantemente espécies de dossel nos níveis superiores das florestas - estão competindo com plantas menores. As observações da equipe confirmam a crença de que as espécies do dossel florestal seriam "vencedores" da mudança climática, pois se beneficiam do aumento do dióxido de carbono, o que pode permitir que cresçam mais rapidamente. Isso sugere ainda que concentrações mais altas de dióxido de carbono também têm um impacto direto na composição da floresta tropical e na dinâmica da floresta - a forma como as florestas crescem, morrem e mudam. Além disso, o estudo mostra que as árvores pioneiras - árvores que brotam rapidamente e crescem em clareiras deixadas para trás quando as árvores morrem - estão se beneficiando da aceleração da dinâmica da floresta. O coautor do estudo, Oliver Phillips, professor de Ecologia Tropical em Leeds e fundador da rede RAINFOR, disse: "O aumento em algumas árvores pioneiras, como a cecropia de crescimento extremamente rápido, é consistente com as mudanças observadas na dinâmica da floresta, que também pode em última análise, ser impulsionado pelo aumento dos níveis de dióxido de carbono". O co-autor Dr. Kyle Dexter, da Universidade de Edimburgo, disse: "O impacto das alterações climáticas nas comunidades florestais tem importantes consequências para a biodiversidade das florestas tropicais. As espécies mais vulneráveis ??às secas estão duplamente em risco, pois são tipicamente as mais restritas para menos locais no coração da Amazônia, o que os torna mais propensos a serem extintos se esse processo continuar". "Nossas descobertas destacam a necessidade de medidas rigorosas para proteger as florestas intactas existentes. O desmatamento para agricultura e pecuária é conhecido por intensificar as secas nesta região, o que está exacerbando os efeitos já causados ??pela mudança climática global", disse Dexter.

Primavera começa nesta sexta-feira (22) com calor e tempo seco

  • 22 Set 2017
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

A primavera começa às 17h02 nesta sexta-feira (22) e deve trazer temperaturas mais altas. O tempo seco característico do inverno, no entanto, deve continuar até próximo ao final da estação, quando um pouco mais de chuva traz um pouco mais de umidade. De acordo com estimativa do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), a primavera será de calor e com temperaturas acima da média histórica, que normalmente fica em torno de 28°C. Também o período de chuvas mais regulares, que usualmente começa no meio de outubro, pode demorar a chegar neste ano. Segundo o Climatempo, para a primavera de 2017, não há expectativa de massas polares fortes e não devemos ter eventos de frio atípico como no meio da primavera de 2016. A primavera deste ano também deve terminar com o fenômeno da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que proporciona chuva volumosa para várias regiões do país, informa o Climatempo. Em geral, o aumento do calor e da umidade da estação provocam as costumeiras pancadas de chuva no final da tarde ou da noite nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. A estação também traz poucas alterações nos totais mensais de chuva na região Sul. Já nas regiões Norte e Nordeste, costuma haver pouca variação de temperatura.

Polícia Civil de Ibicoara prende homens em flagrante por prática de crime ambiental

  • Informe Barra
  • 09 Jul 2017
  • 16:09h

Foto: Reprodução/Informe Barra

A Polícia Civil de Ibicoara prendeu em flagrante na quarta – feira (05), três pessoas, por estarem fazendo derrubada de madeiras em uma área de preservação ambiental. Ao realizar diligências depois de ter recebido denúncia anônima, a Polícia Civil chegou até uma localidade conhecida como Fazenda São Jorge, onde várias árvores haviam sido derrubadas pelos homens que estavam de posse de uma Motosserra, grande quantidade de madeira já haviam sido prancheadas e estavam prontas para serem retiradas do local ilegalmente. Os homens receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia, onde os procedimentos cabíveis foram tomados. Vale ressaltar que cortar árvores em floresta considerada de preservação, sem permissão da autoridade competente, pode resultar em pena, com detenção de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.

Qual futuro queremos? 5 de maio, dia Mundial do Meio Ambiente

  • Danillo Assunção
  • 05 Jun 2017
  • 14:00h

Foto: Ilustração

A preocupação com os limites ambientais é fundamental para a preservação e continuidade dos ecossistemas do planeta. Mas para que isso aconteça é preciso que as pessoas compreendam as consequências que há para a humanidade quando extraem os recursos naturais sob o risco de ultrapassar o seu limite.  A superexploração continuada é um fenômeno presente em diversas regiões do mundo, acabando com reservas naturais de água, florestas, minerais. As consequências disso são imensuráveis e tendem a gerar um prejuízo irreparável para a população, principalmente por se tratar de recursos finitos e que cada vez mais estão ficando escassos. Exemplos de tendências inexoráveis incluem as mudanças climáticas, a destruição do ozônio atmosférico, a acidificação oceânica, interferências no ciclo do fósforo e do nitrogênio, perda da biodiversidade, impossibilidades para o uso do solo e da água e a poluição química. Tudo isso com efeito direto e constante sobre a qualidade de vida da população. O crescimento do consumo energético ao longo da evolução estrutural das comunidades urbanas trouxe à tona o debate sobre as considerações significativas acerca da capacidade adaptativa da atmosfera e sobre o suprimento das demandas individuais e de cada país.  Pois durante muito tempo houve uma preocupação apenas com a produção econômica, sem os devidos cuidados e atenção com a preservação ou resiliência dos recursos naturais. Além disso, o desenvolvimento econômico também não foi reflexo de progresso social, ou seja, os benefícios do crescimento econômico, em sua grande parte, não foram compartilhados com os mais pobres. Por isso é preciso haver uma combinação entre os limites máximos planetários e os limites mínimos sociais, ou seja, um teto ambiental e um piso social.

Hoje em dia, o conceito de desenvolvimento econômico deve ser concebido a partir do bem-estar humano sustentável, mas o que acontece é justamente o contrário. Os países ricos são os que consomem a maior quantidade da energia mundial e não estão preocupados em assegurar a resiliência desses recursos energéticos finitos. Quanto ao consumo populacional, a minoria rica mundial se apropria de quase 80% dos recursos naturais utilizados no planeta. Sendo assim, é necessário um reequilíbrio na demanda para que haja um equilíbrio na disponibilidade produtiva e um desenvolvimento econômico preocupado com o declínio ecológico e a disparidade social. Os países precisam investir em energias renováveis, na implementação de tecnologias que otimizem o uso da água, do solo e do ar, na aplicação de leis ambientais mais rígidas e na fiscalização do seu cumprimento e realização de campanhas de conscientização da população para o uso dos recursos naturais. Está cada vez mais caro e difícil o acesso aos recursos não renováveis. Portanto, ou há uma grande mobilização mundial para que essa realidade comece a ser modificada ou as populações futuras sofrerão as consequências da nossa atual superexploração.  O debate sobre essas questões traz o empoderamento das pessoas para que cobrem alternativas possíveis dos formuladores de políticas públicas, fornecendo e disponibilizando um painel de controle mais amplo para que possamos prosperar num espaço social seguro e justo.   

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Os termômetros em Conquista registram mais um dia com baixas temperaturas

  • Brumado Urgente
  • 05 Mai 2017
  • 18:33h

Foto: Reprodução

O frio de na cidade de Vitória da Conquista, pelo segundo dia consecutivo, foi intenso. o município registrou as menores temperaturas de toda a região Nordeste. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) a menor temperatura ficou em 15,6 graus. Ontem, quando a cidade também registrou a mais baixa temperatura de todo o Nordeste foi ainda mais frio, com 15,2 graus. Para amanhã o frio continua com 16 graus, mas ao longo do dia o Sol aparece e esquenta um pouco, podendo registrar máxima de 27 graus. 

2016 pode se transformar no ano mais quente da história, diz agência

  • 16 Set 2016
  • 17:16h

(Foto: Reprodução)

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) advertiu nesta sexta-feira (16) que 2016 está no caminho de se transformar no ano mais quente já registrado na história, com temperaturas extremamente altas. "Fomos testemunhas de um prolongado período de extraordinário calor e tudo indica que isto se transformará na nova norma", sustentou o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, ao apontar que foram observados níveis excepcionalmente altos de concentração de dióxido de carbono e que recordes de temperatura foram quebrados. Esta situação e o aquecimento dos oceanos acelerou o braqueamento dos recifes de corais, lembrou. 

"A temporada excepcionalmente longa de aquecimento global continuou em agosto, que foi o mais quente em registros tanto na superfície terrestre como nos oceanos", acrescentou a porta-voz da OMM, Claire Nullis, baseando-se em dados da Nasa e do Centro Europeu para as Previsões Meteorológicas a Médio Prazo. Além disso, segundo os últimos dados, a superfície de gelo no Ártico no verão do hemisfério norte deste ano foi a segunda mais reduzida dos últimos 37 anos, quando começaram os registros por satélite. A extensão de gelo no Ártico no verão deste ano foi de 4,14 milhões de quilômetros quadrados e acredita-se que a principal razão para que a situação não tenha sido mais dramática tenha a ver com o fato de que o verão nessa parte do mundo foi fresco, nublado e com tempestades regulares. "Historicamente, essas condições meteorológicas desaceleram a perda de gelo durante o verão, mas no essencial estaremos só um degrau abaixo do recorde", indicou Nullis. A menor superfície de gelo ártico é de 17 de setembro de 2012, quando diminuiu até chegar a 3,39 milhões de quilômetros quadrados.

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Confira dicas de defensora do consumo consciente para gerar menos lixo

  • 30 Mar 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

Não adianta só separar papel, plástico e metal. "Reduzir a quantidade de lixo é tão importante quanto reciclar", diz Gabriela Yamaguchi, porta­voz do Instituto Akatu, ONG que defende o consumo consciente. A seguir, ela ensina como gerar menos lixo. 

Menos embalagens

Evite alimentos que venham em bandejas de isopor e que possuem excesso de embalagem. Comprar a granel é uma solução. Mesmo se usar o saquinho do supermercado, o volume de resíduo gerado será menor.

Planeje compras

Antes de comprar alimentos ou qualquer objeto, veja se já não possui um em casa e compre apenas a quantidade que vai consumir. Isso evita o descarte desnecessário de produtos.

Fuja das sacolas

Sacolas de plástico de mercados, feiras e as sacolas de lojas de roupa, decoração e eletrodomésticos costumam ficar acumuladas nas residências e aumentam a produção de lixo. Carregue sempre uma sacola durável na bolsa e use­a quando for comprar algo.

Reutilize

Roupas de tecido sintético, como o nylon, demoram centenas de ano para se decomporem no meio ambiente. Se não for possível doar a peça que você não usa mais, use­a como pano de limpeza. Esse tipo de tecido funciona muito bem na hora da faxina.

Use garrafas e copos duráveis

Evite comprar garrafas de água ou outras bebidas em embalagens pequenas. O melhor é ter uma garrafa ou copo durável e enchê­la em casa ou no trabalho.

Procure refis

Muitos produtos de limpeza e higiene pessoal são comercializados em embalagens refil, que têm de 30% a 40% menos plástico na composição.Opte por elas sempre que possível.

Use a internet

Dispense catálogos e publicações que não te interessam mais e peça versões digitais de contas e extratos bancários. 

Compacte

Amassar embalagens tipo longa vida, caixas e garrafas pet ajuda a poupar espaço nas lixeiras e no caminhão de lixo, o que economiza recursos. É um hábito simples e que ajuda a diminuir o volume descartado

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