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Especialista descarta possibilidade de renovação política em outubro

  • Agência Brasil
  • 12 Ago 2018
  • 14:06h

Foto: Ilustrativa

Os resultados das eleições de outubropodem frustrar quem espera mudanças na política nacional. Partidos hegemônicos e políticos tradicionais tendem a se beneficiar de um sistema eleitoral que é pouco permeável à renovação, diz o economista e doutor em direito Bruno Carazza. Autor do livro Dinheiro, Eleições e Poder, Carazza destaca que as campanhas são caras e que, como já ocorreu em outros pleitos, o financiamento contará com dinheiro ilegal de empresas – em esquemas já vistos nas investigações da Operação Lava Jato. Até mesmo o dinheiro lícito, disponível no fundo de assistência financeira aos partidos políticos e no fundo de financiamento eleitoral, será usado pelos dirigentes partidários para se reelegerem. No livro, editado pela Companhia das Letras, o economista cruza dados sobre as doações eleitorais, obtidos em delações premiadas, com projetos, votações e atuação de parlamentares – muitos dos quais vão tentar a reeleição em outubro.

Vaquinha de Lula não poderá ser usada por Haddad

  • 12 Ago 2018
  • 10:05h

A arrecadação virtual para a campanha do ex-presidente Lula (PT) não poderá ser usado por Fernando Haddad, candidato a vice, caso o ex-prefeito venha a ser alçado à cabeça da chapa. Foram captados, até o momento, R$ 500 mil, segundo o Estadão. Pelas regras do TSE, as vaquinhas só podem ser usadas pelo próprio candidato. Caso contrário, o dinheiro arrecadado para Lula deverá, então, ser devolvido aos doadores.

Apresentado como candidato de Lula, Haddad é segundo colocado em nova pesquisa

  • 10 Ago 2018
  • 20:01h

Na primeira pesquisa após o fim do prazo das convenções partidárias, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de votos com 23%, seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, e por Geraldo Alckmin (PSDB), com 10%, isso quando não colocado o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi apresentado com candidato pelo Partido dos Trabalhadores. Quando alçado a candidato apoiado pelo ex-presidente Lula, Fernando Haddad (PT) sobe de 3% para 13%, ficando em segundo lugar, atrás apenas de Bolsonaro.

Primeiro debate presidencial tem tom morno e poucos ataques

  • por Folhapress
  • 10 Ago 2018
  • 10:09h

Foto: Divulgação/ Band

Em um primeiro debate morno, promovido pela Bandeirantes, os candidatos à Presidência evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta quinta-feira (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará. A ausência de Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso. Nesse cenário, Guilherme Boulos, do PSOL, tentou assumir o papel de porta-voz da esquerda e se apresentou como "do partido de Marielle Franco", vereadora assassinada no Rio de Janeiro em março. Foi ele, inclusive, que protagonizou um dos únicos confrontos em que o tom das acusações se elevou. Boulos questionou Jair Bolsonaro (PSL) sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo mostrou a Folha de S. Paulo, trabalha num comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa. "Quando a Folha de S.Paulo foi lá, ela estava de férias. Ela é essa senhora, humilde, trabalhadora", disse Bolsonaro. Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma "funcionária fantasma" e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se "tivesse invadindo as casas dos outros", numa provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). "E não vim pra cá bater boca com um cidadão desqualificado como esse aí", completou Bolsonaro, encerrando sua fala antes do tempo. Além de Boulos, o Cabo Daciolo (Patriota) também destoou do clima mais ameno, atirando sobre praticamente todos os opositores. Dos 13 candidatos à Presidência definidos nas convenções, apenas oito participaram do debate: além de Bolsonaro, Alckmin, Ciro, Boulos e Daciolo, foram convidados Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB). Todos se enquadram na determinação da lei eleitoral de que devem ser convidados candidatos de partidos ou coligações que tenham pelo menos cinco congressistas. O outro seria Lula. O PT chegou a pedir à Justiça que ele fosse autorizado a participar via videoconferência. Com o pedido negado, o partido resolveu fazer um debate paralelo, com o vice e potencial titular da chapa, Fernando Haddad. ALCKMIN E BOLSONARO. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi o mais demandado pelos opositores mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, que evitaram Bolsonaro. Marina, por exemplo, pressionou o ex-governador de São Paulo por sua aliança com o chamado "centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD). "O sr. diz que é candidato à Presidência porque quer mudar o Brasil. No entanto, fez aliança com o centrão, que é a base de sustentação do governo Temer. [...] O sr. acha que isso é fazer mudança?", questionou a candidata da Rede. Ciro, por sua vez, disse que a reforma trabalhista, defendida no debate por Alckmin como "necessária", "foi um erro" e "introduziu muita insegurança" no país. "Essa selvageria nunca fez nenhum país do mundo prosperar", afirmou o candidato do PDT. Questionado em temas como violência contra a mulher e segurança pública, Bolsonaro manteve posições como a defesa da castração química para estupradores e um referendo para facilitar a venda de armas aos "cidadãos de bem". "A violência só cresce no Brasil devido a uma equivocada política de direitos humanos. [...] O cidadão de bem, esse foi desarmado. O bandido continua bem armado." Alvaro Dias foi um dos que mais tratou do tema da Lava Jato, dizendo que a operação "deve ser institucionalizada" como política de combate à corrupção, e citando novamente o juiz Sergio Moro como seu futuro ministro da Justiça. Segundo a assessoria da Bandeirantes, o debate teve pico de 7,5 pontos de audiência, segundo o Ibope, e média de 6,1 pontos na Grande São Paulo. Cada ponto representa 71.855 casas ou 201.061 telespectadores.

Pesquisa aponta Bolsonaro com 18,9% das intenções de voto e Alckmin, 15%

  • 09 Ago 2018
  • 14:03h

Conforme pesquisa CNT/MDA divulgada nesta quarta-feira (8), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) é o que acumula maior taxa de intenção de voto no Estado de São Paulo em cenário sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República.  Com 18,9%, o candidato do PSL está tecnicamente empatado com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) quase no limite da margem de erro, que é de 2,2 pontos, para mais ou para menos. O tucano tem 15%.  Na sequência, surgem Marina Silva (Rede), com 8,4%; Fernando Haddad (PT), 8,3%; Ciro Gomes (PDT), 6%; e Alvaro Dias (Podemos), 1,8%. O levantamento, conforme o Valor, começou a ser feito antes do anúncio de retirada das candidaturas da ex-deputada Manuela D'Ávila, do PCdoB, do economista Paulo Rabello de Castro, do PSC, e de Levy Fidelix, do PRTB. Manuela será vice na chapa petista. Ela marcou 1,7% das intenções de voto e é seguida por Guilherme Boulos (Psol), com 1,1%. Os outros sete nomes testados somam 4%.  No cenário com Haddad candidato no lugar de Lula, os votos em branco e nulos alcançam 22% enquanto os indecisos somam 12,5%. No cenário testado pela MDA com o nome de Lula entre os candidatos, o petista recebeu 21,8%  das intenções de votos entre os eleitores de São Paulo. Bolsonaro ficou com 18,4%; Alckmin, 14%; Marina, 6,7%; Ciro, 5%; e Alvaro Dias, 1,4%. Outros nove nomes somam 5,4%. Votos em branco e nulos totalizaram 17% enquanto os indecisos, 9,8%. Estado mais populoso do país, São Paulo reúne 22,4% do eleitorado nacional. O instituto não fez pesquisa espontânea para presidente ou simulação de segundo turno nem mediu taxa de rejeição dos presidenciáveis. O MDA entrevistou 2.002 pessoas em 75 municípios paulistas entre os dias 2 e 5 de agosto. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa está registrada com o código SP-04729/2018.

Band faz primeiro debate com candidatos ao Planalto nesta quinta

  • 09 Ago 2018
  • 12:04h

Acontece nesta quinta-feira (9) na TV Bandeirantes, o primeiro debate eleitoral dos candidatos à presidência da República. A partir das 22h, oito presidenciáveis responderão aos questionamentos de jornalistas, da emissora e do público. Participarão do encontro os candidatos Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT). O mediador será o jornalista Ricardo Boechat.  O candidato do Novo, João Amoêdo, lançou uma campanha de apoio nas redes sociais para que a emissora fizesse o convite para o debate. Mesmo com um abaixo-assinado que reuniu mais de 198 mil assinaturas em prol do pedido, o ex-empresário ficará de fora das discussões de hoje.   A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também entrou com um mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) pedindo a participação do petista – o pedido ainda está em análise pela 4ª Sessão da corte.

Prazo para solicitar 2ª via de título fora do domicílio eleitoral termina nesta quarta

  • 08 Ago 2018
  • 12:02h

Foto: Divulgação

Para quem está fora do seu domicílio eleitoral, o prazo para solicitar a segunda via do título de eleitor encerra nesta quarta-feira (8). Os interessados devem se dirigir a qualquer cartório eleitoral, munidos com um documento de identificação com foto, e informar se o documento será recebido na zona eleitoral original ou na cidade em que o pedido está sendo registrado. Essa requisição é necessária em caso de roubo, perda ou más condições da primeira via. Segundo informações do G1, no último caso, o eleitor precisa apresentar a primeira via do título, já nas demais situações, o requerimento é encaminhado a um juiz, que tem cinco dias para deferir o pedido. Para os eleitores que estão em seu próprio domicílio eleitoral, o pedido para a segunda via do título pode ser feita até 27 de setembro, 10 dias antes do primeiro turno das eleições de 2018. Mas em ambos os casos, o eleitor precisa estar quite com a Justiça Eleitoral, tendo comparecido às convocações eleitorais e votado regularmente nas eleições anteriores ou justificado a ausência.

Eleição presidencial terá o maior número de candidatos em 29 anos

  • Agência Brasil
  • 07 Ago 2018
  • 18:02h

Foto: Ilustrativa

As convenções partidárias confirmaram 13 candidatos à Presidência da República – o segundo maior número desde 1989, quando foram 22 concorrentes, já que o comunicador Silvio Santos teve a candidatura impugnada. Neste período, somente o PSDB e o PT disputaram todas as eleições presidenciais com candidatos próprios. Partido com maior número de filiados – 2,4 milhões -, o MDB não tinha candidatura própria há quatro eleições. Depois que o ex-governador de São Paulo e ex-presidente do partido, Orestes Quércia, ficou em quarto lugar na disputa de 1994, o MDB transitou entre chapas do PSDB e do PT – legendas que monopolizaram as eleições desde aquele ano. Após o lançamento do Plano Real, o tucano Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição no primeiro turno em 1994, com 54,3% dos votos. Naquele ano, o cardiologista Eneas Carneiro (morto em 2007), conhecido pelo discurso agressivo e o bordão “meu nome é Eneas”, surpreendeu o país conquistando cerca de 4,6 milhões de votos, mais do que Quércia e do que o pedetista Leonel Brizola (morto em 2004). Em 1998, Fernando Henrique Cardoso foi reeleito, novamente vencendo no primeiro turno, com 53% dos votos. Naquele ano, 12 candidatos participaram da eleição presidencial. As eleições de 2002 marcaram o começo da hegemonia do PT: foram quatro vitórias seguidas, todas contra o PSDB. Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito e reeleito em 2002 e 2006. Depois, Dilma Rousseff conquistou o Palácio do Planalto em 2010 e foi reeleita em 2014, mas não completou o mandato. Nas quatro últimas eleições presidenciais, a decisão veio no segundo turno.

Wagner pode ser vice de Ciro caso candidatura de Lula seja barrada, diz revista

  • 04 Ago 2018
  • 11:03h

Foto: Divulgação

O ex-governador Jaques Wagner informou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pretende se apresentar como candidato à vice-presidente na chapa de Ciro Gomes caso a candidatura do petista seja barrada pela Justiça. De acordo com informações da revista Época, ele ainda refuta a possibilidade de concorrer ao Palácio do Planalto. Wagner deve ser oficializado neste sábado (4) durante a convenção estadual do PT como candidato ao Senado. Contudo, ele estaria disposto a abrir mão desta candidatura para integrar uma chapa com real possibilidade de chegar ao segundo turno da eleição presidencial. Wagner, no entanto, ainda não confirma a articulação. “A tese é que, não sendo Lula, o PT não deve indicar o substituto. A discussão não inclui necessariamente a questão de vice, a menos que o PT queira estar na chapa. Não estou tratando de Ciro, mas do conceito”, desconversou em entrevista à Época. A convenção nacional do PT também está marcada para este sábado (4). O nome de Lula deve ser confirmado como candidato à Presidência da República. No entanto, o partido ainda não definiu quem será o vice.

PT deve apresentar Lula como candidato na TV mesmo com decisão contrária do TSE

  • 02 Ago 2018
  • 17:02h

O PT deve apresentar Lula na TV como candidato a presidente ainda que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decida que ele não pode aparecer nessa condição. De acordo com a coluna de Monica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, dirigentes do partido acreditam que o TSE não terá como proibi-los de fazer o relato factual de que a candidatura está sob judice e que recursos ainda estariam pendentes.

Expulso do 'BBB' por agressão a mulher, Marcos Harter é pré-candidato a deputado federal

  • 01 Ago 2018
  • 19:10h

Foto: Divulgação

O ex-participante do "Big Brother Brasil" 17, Marcos Harter, revelou ser pré-candidato a deputado federal pelo Mato Grosso das Eleições 2018.  Em suas redes sociais, o médico, que é filiado ao Partido Social Cristão (PSC), disse que o partido irá oficializar sua candidatura no próximo sábado (4) em Cuiabá. Durante participação no reality da Globo, Marcos foi expulso após ser acusado de agredir física e psicologicamente a sua parceira, Emily Araújo, vencedora da edição.

Número de jovens eleitores no país caiu 14%, informa TSE

  • 01 Ago 2018
  • 16:06h

Foto: Ilustrativa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (1º) que caiu o número jovens eleitores de 16 e 17 anos, cujo voto é opcional. Em 2014, eram 1.638.751 eleitores jovens e neste ano serão 1.400.617 jovens – uma redução de 14,53%. Durante a apresentação dos dados, técnicos do tribunal informaram que compararam as informações com dados da população do IBGE e que o total de brasileiros jovens diminuiu 7%, enquanto que o total de jovens eleitores diminuiu mais, 14,53%. “Ritmo de diminuição da população jovem foi menor que o eleitorado. Foram feitas campanhas, mas não podemos afirmar qual foi o motivo dessa redução”, informou a área técnica do tribunal. Segundo dados do TSE, os jovens de 16 e 17 anos representam 0,95% do eleitorado brasileiro. Os técnicos explicaram também que a população de 16 e 17 anos conforme o IBGE em 2014 era de 7.024.770, quando 1.638.751 era eleitores – 23% dos jovens optaram por tirar o título. Neste ano, a população dessa faixa etária é de 6.489.062 e 1.400.617 tiraram o título – 21% dos jovens nessa faixa etária. Antes da divulgação dos dados, o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, deu uma declaração sobre os dados e chamou de “avanço” o número de eleitores cadastrados com a biometria e o nome social de transexuais impresso no título. Ele elogiou o trabalho da imprensa profissional para se combater as fake news. “Chego ao fim da gestão com sensação de dever cumprido, mas me ficou muito patente que democracia e eleição só convivem bem quando temos um excelente jornalismo, como temos no Brasil.” Fux fica no cargo até 14 de agosto, quando Rosa Weber assume a presidência do tribunal.

Eleições 2018: Bolsonaro lidera cenários sem Lula, mas perde para ex-presidente

  • 31 Jul 2018
  • 17:01h

O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta terça-feira (31) três cenários com nomes diferentes do PT para a presidência. Tanto na simulação com Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, como com o ex-governador da Bahia Jaques Wagner sendo candidatos do PT, Jair Bolsonaro (PSL) lidera, mas perde a dianteira quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece no levantamento. Na primeira simulação (com Haddad), ele aparece com 23,6% das intenções de voto. Na segunda (com Jaques Wagner), Bolsonaro tem 23,5% da intenção de voto. Os petistas teriam 2,8% dos votos. Com Lula, se a eleição fosse hoje, o ex-presidente teria 29% dos votos, contra 21,8% de Bolsonaro. Os demais candidatos teriam menos de 10% das intenções de voto cada.  Ainda sem Lula, Bolsonaro iria para o segundo turno ou com Marina Silva (Rede) ou com Ciro Gomes (PDT), que estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa mostra a candidata da Rede com 14,4% dos votos no cenário com Haddad e 14,3% na simulação com Jaques Wagner. Já Ciro tem 10,7% no cenário com Haddad e 10,8% na simulação com Wagner. Mais da metade afirmou que “não votaria de jeito nenhum” em sete candidatos: Lula (54,1%), Jair Bolsonaro (54,3%), Marina Silva (55,2%), Ciro Gomes (58,9%), o candidato do PSDB Geraldo Alckmin(63,3%), Fernando Haddad (67%) e Henrique Meirelles (62,3%), ex-ministro da Fazenda e candidato do MDB.  A pesquisa foi realizada com 2.240 eleitores em 170 municípios. Registro no TSE: BR-00884/2018. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Confiança: 95%.

TSE deve impedir que Lula apareça como candidato no programa de TV do PT

  • 31 Jul 2018
  • 15:03h

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve impedir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de aparecer como candidato no programa de TV do PT, ainda que o julgamento de seu pedido para concorrer não tenha sido finalizado, de acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo. Ministros ouvidos pela colunista acreditam que até o dia 31 de agosto, quando começa a propaganda eleitoral, o caso de Lula deve ter a primeira sentença —de impugnação da candidatura. A publicação detalha que ainda que caibam recursos, como embargos de declaração, os ministros podem considerar que eles não têm efeito suspensivo —e, portanto, Lula fica fora da TV. Ao jornal, a defesa do petista bate na tecla de que o artigo 16-A da Lei Eleitoral permite que candidato “cujo registro esteja sub judice” participe de “todos os atos” da campanha, inclusive na TV. “Excluir o ex-presidente seria descumprir o rito processual”, diz o advogado Luiz Fernando Pereira. Caso o TSE firme posição, Lula teria duas opções: indicar o substituto já no dia 31 ou deixar que o vice (do PT ou de partido aliado) ocupe a maior parte do tempo do PT na TV até que todos os seus recursos sejam julgados. Um levantamento da defesa de Lula mostrando que, em 55% dos casos em que prefeitos ganharam as eleições e foram impugnados, em 2016, candidatos do mesmo grupo venceram no pleito suplementar. No caso da eleição presidencial, um novo pleito só poderá ser convocado caso Lula apareça na urna, vença a eleição e tenha seus votos posteriormente anulados.