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Não quero explicar a minha filha aquele símbolo que Bolsonaro faz com as mãos, diz Rui

  • Para governador reeleito, o país ficaria "patinando por mais quatro anos" em eventual governo do capitão da reserva
  • 11 Out 2018
  • 13:01h

Rui Costa avalia futuro negativo caso Bolsonaro seja eleito (Foto: Brumado Urgente)

O governador reeleito Rui Costa (PT) disse que teme um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL). Para ele, o país ficaria "patinando por mais quatro anos". Em entrevista ao UOL, o petista baiano criticou o capitão da reserva por publicar fotos e vídeos com gestos imitando armas. "Não me imagino tendo que explicar para minha filha, quando ela me perguntar, que símbolo é aquele que o presidente faz com as mãos. Eu não quero ter que explicar que aquele símbolo é da morte, da metralhadora, do fuzil, do ódio. Não é esse exemplo que eu quero para minha filha", afirmou.

 

MPT processa Havan, acusada de coagir funcionários a votar em Bolsonaro

  • Bahia Notícias
  • 03 Out 2018
  • 17:16h

Reprodução

O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC) entrou nesta terça-feira (2) com uma ação judicial contra a rede de lojas Havan, após o dono da empresa, Luciano Hang , pedir que seus funcionários votem no candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL). Na mensagem, Hang afirma que “se a esquerda ganhar” fechará lojas e demitirá empregados, o que foi considerado pela procuradoria uma forma de coação.O MPT recebeu 47 denúncias. O órgão fez um pedido de tutela antecipada, para que a Justiça proíba o empresário de pedir votos aos funcionários. Cabe à Justiça do Trabalho conceder ou não a liminar. Hang nega que tenha coagido funcionários.

Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira (02)

  • 02 Out 2018
  • 10:22h

Foto: Reprodução google

Nenhum eleitor poderá ser preso ou detido exceto em casos de flagrante delito ou de sentença criminal condenatória por crime inafiançável por desrespeito a salvo-conduto, a partir desta terça-feira (2), a cinco dias das eleições.  A orientação está na legislação e prevista no calendário eleitoral. A eleição será realizada no próximo domingo (7) em todo país. Serão escolhidos os próximos ocupantes dos cargos de presidente, vice-presidente, governador e vice, senador e deputados federais e estaduais.

CNJ afasta juiz que pretendia recolher urnas eletrônicas às vésperas da eleição

  • por Letícia Casado | Folhapress
  • 29 Set 2018
  • 11:22h

Reprodução google

O corregedor do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministro Humberto Martins, afastou nesta sexta-feira (28) o juiz Eduardo Luiz Rocha Cubas, do Juizado Especial Federal Cível de Formosa (GO).  Cubas pretendia conceder uma liminar (decisão provisória) para prejudicar a eleição marcada para o domingo (7), de acordo com a AGU (Advocacia-Geral da União), autora do pedido. O processo tramita em sigilo. A decisão do juiz seria proferida em uma ação popular que questiona a segurança e a credibilidade das urnas eletrônicas. Segundo a AGU, Cubas planejava conceder a liminar na sexta-feira (5), determinando que o Exército recolhesse urnas eletrônicas que serão utilizadas na votação, às vésperas do pleito. De acordo com a AGU, há diversos indícios que comprovam a suspeita acerca do comportamento do magistrado. Primeiro, ele permitiu a tramitação da ação no juizado, sendo que não teria competência para isso. "Em seguida, o magistrado deixou de digitalizar os autos, conferiu ao processo sigilo judicial sem qualquer fundamento legal e não intimou a União para tomar conhecimento da ação", informa a AGU em nota. "Além disso, o juiz foi pessoalmente ao Comando do Exército, em Brasília, onde se reuniu com militares para antecipar o conteúdo da decisão que prometeu proferir no dia 5 de outubro com a expectativa declarada de que: as Forças Armadas pudessem desde já se preparar para o cumprimento da determinação futura que receberia para recolher urnas; não houvesse tempo hábil para a decisão ser revertida pelo próprio Judiciário", diz o texto. A AGU juntou aos autos um vídeo que está na internet em que o juiz aparece ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), questionando a segurança e a credibilidade das urnas eletrônicas -"manifestando, portanto, opinião político-partidária incompatível com a função de juiz", diz o órgão. Para a AGU, as circunstâncias comprovam que o magistrado pretendia se aproveitar do cargo para atingir objetivos políticos, "em especial inviabilizar a realização das eleições ou desacreditar o processo eleitoral como um todo".

CNT/Vox Populi: Haddad passa Bolsonaro e lidera quando aparece como apoiado por Lula

  • 13 Set 2018
  • 10:52h

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

O candidato à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), ultrapassa Jair Bolsonaro (PSL) e assume a liderança das intenções de voto quando apresentado como candidato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o que mostra a pesquisa CUT/Vox Populi, divulgada nesta quinta-feira (13). Quando colocado na condição de “apoiado por Lula”, Haddad alcança 22%, enquanto Bolsonaro cai para segundo, com 18%. Veja abaixo os resultados completos deste cenário da pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados ao entrevistado:

Fernando Haddad (PT), apoiado por Lula – 22%

Jair Bolsonaro (PSL) – 18%
Ciro Gomes (PDT) – 10%
Marina Silva (Rede) – 5%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 4%
Outros – 5%
Ninguém/Branco/Nulo – 21%
Não soube ou não respondeu – 16%

CANDIDATO DE LULA

O instituto Vox Populi, responsável pela pesquisa, também perguntou aos entrevistados se eles reconhecem Haddad como o nome apoiado pelo ex-presidente. Em resposta, 53% deles disseram reconhecer o petista como candidato de Lula.No entanto, ele é o menos conhecido entre os postulantes a ocupar o Palácio do Planalto: 42% informam saber de quem se trata e outros 37% afirmam conhecê-lo só de nome. O desconhecimento é maior justamente na parcela mais propensa a seguir a recomendação de voto de Lula, os mais pobres e menos escolarizados. Além disso, o melhor desempenho de Haddad é no Nordeste. Na região, ele atinge 31% dos votos. Sua pior performance eleitoral é no Sul, onde ele aparece com apenas 11%, mesmo quando associado ao ex-presidente. O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores em 121 municípios, entre os dias 7 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2 percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-01669/2018.

Eleições 2018: Candidato Márcio Moreira tem pedido de liminar deferido pelo TRE-BA contra propaganda eleitoral negativa via Whatsapp

  • Brumado Urgente
  • 04 Set 2018
  • 20:23h

Foto: Reprodução

O candidato a deputado estadual Márcio Moreira da Silva, teve um pedido de liminar deferido pelo TRE-BA contra uma propaganda irregular veiculada por Marcelo Sena Silva em um grupo de Whatsapp intitulado “Carcará do Sertão 15111”, grupo este, composto por cerca de 200 participantes. Na decisão, a relatora do feito Ana Conceição Barbuda Sanches Guimaraes Ferreira, relata há configuração da irregularidade da propaganda eleitoral negativa contra o candidato em se considerando a ofensividade e lesividade das assertivas declaradas, bem como a sua veiculação em grupo de Whatsapp. Onde, levando a crer que tais imagens foram manipuladas digitalmente, ou seja, adulteradas, forjadas, falsificadas, com o fito de denegrir a imagem do candidato. E destacou ainda, que, pessoas que postulam cargos públicos estão sujeitas às críticas, entretanto, há uma abissal diferença entre críticas políticas inerentes as circunstâncias eleitorais e ofensas à honra e a imagem do candidato junto a quem acessa o que pode vir a acessar tal conteúdo. Fato que extrapola os limites da razoabilidade do aceitável quanto às críticas políticas. Frisou ainda que o periculum in mora (perigo na demora) poderia causar uma disparidade entre os candidatos no pleito. E mesmo considerando que uma vez postadas tais ofensas em grupos de whatsapp, estas podem se alastrar como um vírus e provocar danos irremediáveis, determinou que o autor da postagem Marcelo Sena Silva retire-a do Whatsapp no prazo de 48 horas.

E para finalizar, concluiu que embora a parte autora não tenha indicado o aplicativo Whatsapp para compor o polo passivo da demanda, entendo que é cabível a sua notificação, para que efetive a retirada das postagens impugnadas, dentro do poder geral de cautela e do princípio da efetividade das decisões judiciais. Confira a decisão clicando aqui

Eleições 2018: Candidatura de Márcio Moreira é deferida pelo TRE-BA

  • Brumado Urgente
  • 28 Ago 2018
  • 14:28h

Através de consulta realizada pela redação do Brumado Urgente no final da manhã de hoje (28), no site do TRE – Bahia, foi constatado que a candidatura do candidato Brumadense a deputado estadual Márcio Moreira do partido Patriota foi deferida pelo TRE-BA. Isso significa que o candidato está com sua situação em dia perante o órgão eleitoral. Fato que corrobora a tese de que o candidato poderá exercer livremente todos os atos relativos à campanha eleitoral 2018 permitidos em lei. De acordo com a praxe eleitoral é quando todos os candidatos colocam o ‘bloco na rua’ e ficam mais intensas as agendas eleitorais.

Especialista descarta possibilidade de renovação política em outubro

  • Agência Brasil
  • 12 Ago 2018
  • 14:06h

Foto: Ilustrativa

Os resultados das eleições de outubropodem frustrar quem espera mudanças na política nacional. Partidos hegemônicos e políticos tradicionais tendem a se beneficiar de um sistema eleitoral que é pouco permeável à renovação, diz o economista e doutor em direito Bruno Carazza. Autor do livro Dinheiro, Eleições e Poder, Carazza destaca que as campanhas são caras e que, como já ocorreu em outros pleitos, o financiamento contará com dinheiro ilegal de empresas – em esquemas já vistos nas investigações da Operação Lava Jato. Até mesmo o dinheiro lícito, disponível no fundo de assistência financeira aos partidos políticos e no fundo de financiamento eleitoral, será usado pelos dirigentes partidários para se reelegerem. No livro, editado pela Companhia das Letras, o economista cruza dados sobre as doações eleitorais, obtidos em delações premiadas, com projetos, votações e atuação de parlamentares – muitos dos quais vão tentar a reeleição em outubro.

Vaquinha de Lula não poderá ser usada por Haddad

  • 12 Ago 2018
  • 10:05h

A arrecadação virtual para a campanha do ex-presidente Lula (PT) não poderá ser usado por Fernando Haddad, candidato a vice, caso o ex-prefeito venha a ser alçado à cabeça da chapa. Foram captados, até o momento, R$ 500 mil, segundo o Estadão. Pelas regras do TSE, as vaquinhas só podem ser usadas pelo próprio candidato. Caso contrário, o dinheiro arrecadado para Lula deverá, então, ser devolvido aos doadores.

Apresentado como candidato de Lula, Haddad é segundo colocado em nova pesquisa

  • 10 Ago 2018
  • 20:01h

Na primeira pesquisa após o fim do prazo das convenções partidárias, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de votos com 23%, seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, e por Geraldo Alckmin (PSDB), com 10%, isso quando não colocado o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi apresentado com candidato pelo Partido dos Trabalhadores. Quando alçado a candidato apoiado pelo ex-presidente Lula, Fernando Haddad (PT) sobe de 3% para 13%, ficando em segundo lugar, atrás apenas de Bolsonaro.

Primeiro debate presidencial tem tom morno e poucos ataques

  • por Folhapress
  • 10 Ago 2018
  • 10:09h

Foto: Divulgação/ Band

Em um primeiro debate morno, promovido pela Bandeirantes, os candidatos à Presidência evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta quinta-feira (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará. A ausência de Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso. Nesse cenário, Guilherme Boulos, do PSOL, tentou assumir o papel de porta-voz da esquerda e se apresentou como "do partido de Marielle Franco", vereadora assassinada no Rio de Janeiro em março. Foi ele, inclusive, que protagonizou um dos únicos confrontos em que o tom das acusações se elevou. Boulos questionou Jair Bolsonaro (PSL) sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo mostrou a Folha de S. Paulo, trabalha num comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa. "Quando a Folha de S.Paulo foi lá, ela estava de férias. Ela é essa senhora, humilde, trabalhadora", disse Bolsonaro. Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma "funcionária fantasma" e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se "tivesse invadindo as casas dos outros", numa provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). "E não vim pra cá bater boca com um cidadão desqualificado como esse aí", completou Bolsonaro, encerrando sua fala antes do tempo. Além de Boulos, o Cabo Daciolo (Patriota) também destoou do clima mais ameno, atirando sobre praticamente todos os opositores. Dos 13 candidatos à Presidência definidos nas convenções, apenas oito participaram do debate: além de Bolsonaro, Alckmin, Ciro, Boulos e Daciolo, foram convidados Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB). Todos se enquadram na determinação da lei eleitoral de que devem ser convidados candidatos de partidos ou coligações que tenham pelo menos cinco congressistas. O outro seria Lula. O PT chegou a pedir à Justiça que ele fosse autorizado a participar via videoconferência. Com o pedido negado, o partido resolveu fazer um debate paralelo, com o vice e potencial titular da chapa, Fernando Haddad. ALCKMIN E BOLSONARO. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi o mais demandado pelos opositores mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, que evitaram Bolsonaro. Marina, por exemplo, pressionou o ex-governador de São Paulo por sua aliança com o chamado "centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD). "O sr. diz que é candidato à Presidência porque quer mudar o Brasil. No entanto, fez aliança com o centrão, que é a base de sustentação do governo Temer. [...] O sr. acha que isso é fazer mudança?", questionou a candidata da Rede. Ciro, por sua vez, disse que a reforma trabalhista, defendida no debate por Alckmin como "necessária", "foi um erro" e "introduziu muita insegurança" no país. "Essa selvageria nunca fez nenhum país do mundo prosperar", afirmou o candidato do PDT. Questionado em temas como violência contra a mulher e segurança pública, Bolsonaro manteve posições como a defesa da castração química para estupradores e um referendo para facilitar a venda de armas aos "cidadãos de bem". "A violência só cresce no Brasil devido a uma equivocada política de direitos humanos. [...] O cidadão de bem, esse foi desarmado. O bandido continua bem armado." Alvaro Dias foi um dos que mais tratou do tema da Lava Jato, dizendo que a operação "deve ser institucionalizada" como política de combate à corrupção, e citando novamente o juiz Sergio Moro como seu futuro ministro da Justiça. Segundo a assessoria da Bandeirantes, o debate teve pico de 7,5 pontos de audiência, segundo o Ibope, e média de 6,1 pontos na Grande São Paulo. Cada ponto representa 71.855 casas ou 201.061 telespectadores.

Pesquisa aponta Bolsonaro com 18,9% das intenções de voto e Alckmin, 15%

  • 09 Ago 2018
  • 14:03h

Conforme pesquisa CNT/MDA divulgada nesta quarta-feira (8), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) é o que acumula maior taxa de intenção de voto no Estado de São Paulo em cenário sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República.  Com 18,9%, o candidato do PSL está tecnicamente empatado com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) quase no limite da margem de erro, que é de 2,2 pontos, para mais ou para menos. O tucano tem 15%.  Na sequência, surgem Marina Silva (Rede), com 8,4%; Fernando Haddad (PT), 8,3%; Ciro Gomes (PDT), 6%; e Alvaro Dias (Podemos), 1,8%. O levantamento, conforme o Valor, começou a ser feito antes do anúncio de retirada das candidaturas da ex-deputada Manuela D'Ávila, do PCdoB, do economista Paulo Rabello de Castro, do PSC, e de Levy Fidelix, do PRTB. Manuela será vice na chapa petista. Ela marcou 1,7% das intenções de voto e é seguida por Guilherme Boulos (Psol), com 1,1%. Os outros sete nomes testados somam 4%.  No cenário com Haddad candidato no lugar de Lula, os votos em branco e nulos alcançam 22% enquanto os indecisos somam 12,5%. No cenário testado pela MDA com o nome de Lula entre os candidatos, o petista recebeu 21,8%  das intenções de votos entre os eleitores de São Paulo. Bolsonaro ficou com 18,4%; Alckmin, 14%; Marina, 6,7%; Ciro, 5%; e Alvaro Dias, 1,4%. Outros nove nomes somam 5,4%. Votos em branco e nulos totalizaram 17% enquanto os indecisos, 9,8%. Estado mais populoso do país, São Paulo reúne 22,4% do eleitorado nacional. O instituto não fez pesquisa espontânea para presidente ou simulação de segundo turno nem mediu taxa de rejeição dos presidenciáveis. O MDA entrevistou 2.002 pessoas em 75 municípios paulistas entre os dias 2 e 5 de agosto. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa está registrada com o código SP-04729/2018.

Band faz primeiro debate com candidatos ao Planalto nesta quinta

  • 09 Ago 2018
  • 12:04h

Acontece nesta quinta-feira (9) na TV Bandeirantes, o primeiro debate eleitoral dos candidatos à presidência da República. A partir das 22h, oito presidenciáveis responderão aos questionamentos de jornalistas, da emissora e do público. Participarão do encontro os candidatos Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT). O mediador será o jornalista Ricardo Boechat.  O candidato do Novo, João Amoêdo, lançou uma campanha de apoio nas redes sociais para que a emissora fizesse o convite para o debate. Mesmo com um abaixo-assinado que reuniu mais de 198 mil assinaturas em prol do pedido, o ex-empresário ficará de fora das discussões de hoje.   A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também entrou com um mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) pedindo a participação do petista – o pedido ainda está em análise pela 4ª Sessão da corte.

Prazo para solicitar 2ª via de título fora do domicílio eleitoral termina nesta quarta

  • 08 Ago 2018
  • 12:02h

Foto: Divulgação

Para quem está fora do seu domicílio eleitoral, o prazo para solicitar a segunda via do título de eleitor encerra nesta quarta-feira (8). Os interessados devem se dirigir a qualquer cartório eleitoral, munidos com um documento de identificação com foto, e informar se o documento será recebido na zona eleitoral original ou na cidade em que o pedido está sendo registrado. Essa requisição é necessária em caso de roubo, perda ou más condições da primeira via. Segundo informações do G1, no último caso, o eleitor precisa apresentar a primeira via do título, já nas demais situações, o requerimento é encaminhado a um juiz, que tem cinco dias para deferir o pedido. Para os eleitores que estão em seu próprio domicílio eleitoral, o pedido para a segunda via do título pode ser feita até 27 de setembro, 10 dias antes do primeiro turno das eleições de 2018. Mas em ambos os casos, o eleitor precisa estar quite com a Justiça Eleitoral, tendo comparecido às convocações eleitorais e votado regularmente nas eleições anteriores ou justificado a ausência.

Eleição presidencial terá o maior número de candidatos em 29 anos

  • Agência Brasil
  • 07 Ago 2018
  • 18:02h

Foto: Ilustrativa

As convenções partidárias confirmaram 13 candidatos à Presidência da República – o segundo maior número desde 1989, quando foram 22 concorrentes, já que o comunicador Silvio Santos teve a candidatura impugnada. Neste período, somente o PSDB e o PT disputaram todas as eleições presidenciais com candidatos próprios. Partido com maior número de filiados – 2,4 milhões -, o MDB não tinha candidatura própria há quatro eleições. Depois que o ex-governador de São Paulo e ex-presidente do partido, Orestes Quércia, ficou em quarto lugar na disputa de 1994, o MDB transitou entre chapas do PSDB e do PT – legendas que monopolizaram as eleições desde aquele ano. Após o lançamento do Plano Real, o tucano Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição no primeiro turno em 1994, com 54,3% dos votos. Naquele ano, o cardiologista Eneas Carneiro (morto em 2007), conhecido pelo discurso agressivo e o bordão “meu nome é Eneas”, surpreendeu o país conquistando cerca de 4,6 milhões de votos, mais do que Quércia e do que o pedetista Leonel Brizola (morto em 2004). Em 1998, Fernando Henrique Cardoso foi reeleito, novamente vencendo no primeiro turno, com 53% dos votos. Naquele ano, 12 candidatos participaram da eleição presidencial. As eleições de 2002 marcaram o começo da hegemonia do PT: foram quatro vitórias seguidas, todas contra o PSDB. Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito e reeleito em 2002 e 2006. Depois, Dilma Rousseff conquistou o Palácio do Planalto em 2010 e foi reeleita em 2014, mas não completou o mandato. Nas quatro últimas eleições presidenciais, a decisão veio no segundo turno.