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BNDES vai permitir que pessoas físicas financiem a instalação de energia solar

  • Redação
  • 24 Jun 2019
  • 17:52h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passou a permitir que pessoas físicas financiem a instalação de sistemas de aquecimento solar e cogeração, como placas fotovoltaicas e geradores a biogás. Segundo o banco, os recursos poderão ser contratados em operações indiretas, somente por bancos públicos. Os interessados poderão financiar um limite de até 80% do valor dos itens pelo Fundo Clima, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário. 

Placas de energia solar instaladas em telhado de casa em SC — Foto: Reprodução/NSC TV Tanto para pessoas físicas quanto jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o custo financeiro do Fundo Clima é de 0,1% ao ano para renda anual de até R$ 90 milhões e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano. A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, de 4,55% ao ano. O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018. A implantação de sistemas de geração de energia solar permite reduzir gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora, segundo o BNDES.

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Feira mais barata: preços de alimentos têm queda de até 80%

  • Correio 24h
  • 24 Jun 2019
  • 13:15h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Quem pegar a estrada da roça neste mês de junho, basta dar uma espiada nas plantações, ao longo do caminho, para perceber que as chuvas recentes causaram efeitos na paisagem. Apesar de muitos municípios ainda estarem em situação de emergência por causa da estiagem, os dados meteorológicos mostram que choveu acima da média esperada em muitas regiões do estado.  A maioria das pastagens está com mais capim para o gado, e os pomares e hortas exibem mais verduras, legumes e frutas. As consequências não são apenas visuais. A fartura de água nos campos já provoca reflexos nos preços dos alimentos que chegam na mesa do consumidor na capital baiana. A queda nos valores é marcante. Varia de 20% a até 80%. 

O CORREIO foi a feira, pesquisou, e listou os dez alimentos que mais caíram de preços nas últimas semanas sob a influência das chuvas. Os percentuais foram calculados com base nos preços médios encontrados na Feira de São Joaquim, Ceasa do Ogunjá e na Ceasa de Simões Filho:

Banana nanica ou da prata (-22%): Com a safra sendo colhida em polos como Bom Jesus da Lapa, e a chegada de remessas também de outros estados, como Minas Gerais, os preços das bananas, nanica e da prata, caíram cerca de 22% nas últimas semanas. Nas Centrais de Abastecimento a caixa com até 44 quilos pode ser encontrada por cerca de R$ 70, antes custava R$ 90.

Tangerina (-26,5%): A queda no preço da tangerina já é de 26,5%. A caixa com 25 quilos que chegou a custar R$ 35, agora pode ser encontrada por R$ 25. A redução no preço foi influenciada pelo aumento na produção de Inhambupe, Santo Antônio de Jesus e municípios do recôncavo. Nas feiras de Salvador o quilo custa em média R$ 3 reais.

Mandioca (-30%): Apesar da alta procura nesta época do ano, os derivados de mandioca, como a farinha de carimã, registraram queda média de 30% nas feiras da capital baiana. Graças aos bons ventos que chegaram nas principais regiões produtoras, como Entre Rios, Laje e no recôncavo baiano. A tendência de queda deve continuar nos próximos meses. Este ano, a safra de mandioca da Bahia tem estimativa de crescimento de 21,6% em relação ao ano passado. A saca do aipim, tipo de mandioca mansa, com 30 quilos, caiu de R$ 50 para R$ 30.

Chuchu (-33,6%): Considerado um cultivo de ciclo curto, com tempo máximo de produção de cem dias, o chuchu respondeu bem as chuvas recentes que caíram em várias regiões produtoras. O quilo da hortaliça está chegando nas feiras de Salvador por R$ 3. A caixa que custava R$ 30 nas centrais de abastecimento, caiu par R$ 20 reais.

Pepino (-43%): Também cultivo de ciclo curto, o preço do pepino está 43% mais barato. Na Ceasa de Simões Filho, a caixa com até 22 quilos pode ser encontrada por R$ 20, cerca de 10 reais a menos que em abril. Nas feiras o quilo é vendido por R$ 2.

Maracujá (-48%): Produzido em várias áreas da Bahia, principalmente no Baixo Sul e no Vale do Jiquiriça, onde as chuvas têm sido generosas, o preço do maracujá caiu cerca de 48% nas últimas semanas. A caixa pode ser encontrada agora por até R$ 18, no mês de abril chegou a custar R$ 35. O quilo sai em média por R$ 3,50.

Cebola (-50%): A produção de cebola está em alta na região de Irecê, em municípios como América Dourada e João Dourado. Com o início da colheita, o preço já caiu até 50% nas feiras da capital. O saco de 20 quilos que atingiu R$ 60 em abril, agora pode ser encontrado até por R$ 30.

Laranja (-50%): Com a colheita começando a ficar intensa no recôncavo, no nordeste do estado e no Vale do Jiquiriça, o preço da laranja vem registrando queda de até 50% na capital baiana. A caixa de 24 quilos, ou 110 laranjas, caiu de R$ 50 para R$ 25. Mas a redução não deve demorar muito. Os pomares continuam sofrendo com o ataque de pragas e prejudicando o desenvolvimento das frutas, assim como os estoques. "Tem poucas frutas disponíveis. Tem plantações que tem mil laranjas no pé, mas não se salva nem metade. Estão com as cascas manchadas e a gente até lava antes de mostrar para o consumidor", afirma o vendedor Antônio José Santos, que comercializa laranja pêra cultivada em Cruz das Almas.  

Hortaliças (-50%): Elas chegaram a custar os olhos da cara no início do ano, mas agora estão até 50% mais baratas. O plantio de ciclo curto, com fase completa entre 30 e 40 dias, permitiu que os agricultores começassem a recuperar as hortas. O coentro que chegou a custar R$ 15 na Feira de São Joaquim, agora pode ser encontrado por até R$ 10. 

Milho (-80%): Cultivado em várias partes do estado, onde a chuva atuou com força, o milho registra safra abundante. O preço do milho em espiga registrou queda de até 80% este ano, comparado com junho de 2018. A unidade chegou a ser vendida por até 30 centavos nas feiras livres de Salvador. Já o milho commodity, produzido em escala principalmente para as indústrias, tem estimativa de queda de preços de até 3,55% na cotação de junho.

Na Ceasa do Ogunjá, os comerciantes que chegaram a diminuir o tamanho do moio, para não repassar o aumento para os consumidores (como o CORREIO mostrou no mês de abril), agora voltaram a aumentar a quantidade ofertada, mantendo o mesmo preço. 

“As hortaliças voltaram a chegar mais baratas para gente, e voltamos a oferecer maços maiores. Está tudo mais em conta. A cebolinha, o coentro, a salsa e o hortelã”, afirma o comerciante Luiz Vaz Ribeiro. Mas o consumidor não deve se empolgar muito.

"As hortaliças são os únicos produtos que a gente não consegue controlar. Não tem tabela, não tem preço fixo e basta chover mais, ou menos, que os preços viram rapidamente”, pontua Osvaldo de Souza, feirante há mais de 50 anos na Feira de São Joaquim.

 

OSCILANDO OU EM ALTA

Apesar das chuvas, alguns alimentos devem continuar oscilando ou com tendência de alta:  

Tomate: Os preços apresentaram leve queda em junho, mas o tomate continua sendo considerado um dos principais vilões da cesta básica na capital baiana. A caixa com 22 quilos do tomate varia de R$ 90 a R$ 120 reais, a depender da qualidade e do destino, se de mesa ou para processamento. Mas as lavouras estão em andamento e devem gerar uma produção 19,5% maior este ano, segundo o IBGE. Enquanto as próximas safras não chegam as prateleiras, a tendência é que o preço continue oscilando, sem previsão de grandes reduções.

Goiaba: O preço da fruta praticamente dobrou. A caixa subiu de R$ 40 para R$ 80 na Ceasa de Simões Filho. Mas não foi por falta de frutos nos pés. É que muitos agricultores estão enviando as safras para outros estados, para atender mercados que oferecem preços mais vantajosos, como Sergipe, Ceará e Pernambuco. O quilo está custando em média R$ 3,30. "Ao contrário do que estava ocorrendo faz alguns meses, nós não estamos encontrando com tanta facilidade estas frutas, também devido ao período de entressafra em algumas regiões, principalmente em Juazeiro. Fica difícil não repassar para o consumidor", justifica a vendedora Lívia Bispo dos Santos, feirante há 20 anos na Feira de São Joaquim. 

Banana da terra: A fruta continua em alta, com o quilo custando R$ 3,70 nos principais pontos de venda de Salvador. A situação deve permanecer até o meio do segundo semestre, quando começará a ser colhida a maior parte da safra dos municípios do Baixo Sul, principalmente Teolândia. 

 

MAIS ÁGUA NO FEIJÃO

As chuvas estão beneficiando as lavouras de feijão, e as plantações estão em plena evolução, mas os preços do grão ainda continuam altos por causa da escassez de produtos no mercado. 

Neste período de entressafra, a saca do feijão em Euclides da Cunha está custando entre R$ 170 e R$ 210. Com o quilo sendo vendido por até R$ 9. 

Mas há luz no fim do túnel. De acordo com o último levantamento divulgado pelo IBGE, com as bênçãos dos céus, a safra de feijão da Bahia deve ser 478,5% maior do que no ano passado. Em 2018 os agricultores só conseguiram produzir 25,7 mil toneladas do grão. Este ano, as projeções indicam que a produção total deve ultrapassar 148,8 mil toneladas de feijão.

Depois da colheita, a probabilidade é de queda considerável nos preços. Entretanto é preciso ter paciência. A safra em andamento só deve começar a ser colhida um mês depois do período normal, por que as chuvas vieram tardias e os plantios também atrasaram.

“A colheita geralmente começa em agosto, mas como as chuvas demoraram para chegar, e houve atraso nas plantas, a colheita também só deve acontecer forte na segunda quinzena de setembro. Além disso, a área plantada diminuiu, então a produção não será tão volumosa”, afirma João Carlos Rodrigues Filho, produtor rural em Euclides da Cunha.

Clima

Mas até que ponto as condições climáticas vão influenciar na produção de alimentos na Bahia este ano? De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os satélites estão indicando uma probabilidade superior a 50% de manutenção do El Niño durante o inverno. O fenômeno deve manter as águas do Oceano Pacífico aquecidas até setembro, quando começar a primavera. 

Mas, desta vez, os meteorologistas alertam que o El Nino deve atuar de forma moderada no Nordeste.“Ele terá fraca intensidade, já está em fase de dispersão, e terá pouca influência nesta região. De uma forma geral, do ponto de vista agrícola, as condições são bem favoráveis principalmente na faixa leste da Bahia”, afirma o meteorologista Heráclio Alves. 

No Oeste, onde fica o principal polo agrícola do estado, o fenômeno deve acentuar o período seco, com índices baixos de pluviosidade. Mas nada que preocupe os agricultores. As safras de soja e milho acabaram de ser colhidas, e a produção de algodão já está praticamente garantida, conforme o esperado. Já nas outras partes do estado, a previsão é que as temperaturas permaneçam dentro da média. 

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Para presidente do Sindilojas, Justiça do Trabalho ‘dificulta para o empreendedor’

  • bahia.ba
  • 20 Jun 2019
  • 16:27h

(Divulgação)

O presidente do Sindicato dos Lojistas, Paulo Motta, falou sobre a decisão do desembargador do TRT da Bahia, Marcos Oliveira Gurgel, que proibiu o trabalho dos empregados do comércio aos feriados. O representante dos lojistas afirmou que o sindicato está de acordo a portaria que foi publicada pelo governo na quarta (19), autorizando que os trabalhadores operem aos domingos e feriados. “O Sindilojas apoia a iniciativa do governo de desonerar o emprego e a renda, como está definida na MP 881/19, que permite as atividades de geração de emprego e renda em qualquer dia da semana”, disse ele, na manhã desta quinta-feira (20). Para Motta, a sentença do magistrado atrapalha o desenvolvimento do país. “É por causa dessa absurda decisão monocrática de um desembargador que a Justiça do Trabalho emperra”, afirmou o presidente sindicato. Mota diz ainda que os donos dos negócios saíram prejudicados . “Com essa decisão não poderemos usar a mão de obra do trabalhador. Decisões como essa só dificultam o empreendedor, que tanto o país precisa”, declarou.

Após críticas de Bolsonaro, Joaquim Levy pede demissão do BNDES

  • Redação
  • 16 Jun 2019
  • 09:25h

(Foto: Reuters)

O economista Joaquim Levy pediu demissão da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) neste domingo (16). A informação é do jornal Folha de S.Paulo. A saída de Levy do banco pode estimular ainda  mais uma crise do governo Jair Bolsonaro. “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda”, disse Levy, em mensagem enviada a Guedes. O economista afirmou que agradece a lealdade, dedicação e determinação de sua diretoria. “Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas.”No sábado (15), o presidente disse estar “por aqui” com o economista. Ele afirmou que Levy estava “com a cabeça prêmio” havia algum tempo. O estopim, segundo Bolsonaro, foi a indicação de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria de Mercado de Capitais do banco. Ele integrou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Marcos renunciou no sábado (15).

 

Vendas para o Dia dos Namorados e clima junino devem movimentar comércio de Brumado

  • Redação
  • 07 Jun 2019
  • 08:14h

(Foto: Divulgação)

A perspectiva do comércio para as vendas do Dia dos Namorados, que no Brasil é comemorado no dia 12 de Junho, é de crescimento em 1.9% na comparação com o ano anterior. Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (6), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), este é o terceiro ano seguido de melhora nas vendas, após dois anos de recessão econômica em que a data apresentou quedas. Em 2015, o comércio teve perda de 1,1% e em 2016 a redução nas vendas foi ainda maior, chegando a 4,9%. Em 2017 a recuperação do comércio no Dia dos Namorados foi de 2,5% e em 2018 subiu 1,5%. Segundo a CNC, a data é a sexta mais importante para o calendário varejista do país. O valor movimentado deve chegar a R$1,64 bilhão este ano, segundo a Agência Brasil. O principal segmento do comércio relacionado ao Dia dos Namorados é o de vestuário e acessórios, que tem expectativa de subir 3,1% na comparação com 2018, chegando ao valor de R$ 611 milhões, o que corresponde a 37,4% do total esperado.Em Bruamdo os comerciantes estão animados, já que o clima junino ajuda ainda mais a movimentar o comércio. A perspectiva e de um aumento nas vendas próximo dos 5%, o que se ocorrer, vai ser muito positivo. 

O novo mundo profissional

  • Por Alexandre Farhan
  • 01 Jun 2019
  • 16:24h

(Foto: Reprodução)

A mais recente geração que chega ao mercado profissional tem optado por atuar com mais vigor no setor de serviços, com preferência para as áreas de tecnologia da informação, comércio, mercado financeiro, gastronomia e mais algumas alternativas mais atraentes aos seus olhos. Na outra ponta, há os profissionais experientes de outras profissões, que por força da situação precisam procurar novas alternativas de sustento para garantir sua sobrevivência.


No Brasil há uma queda de procura dos jovens pelos ofícios de ‘chão de fábrica’ e até pelo ensino técnico, em algumas áreas. Além disso, há um processo de desindustrialização em São Paulo, onde muitas empresas além de fecharem as portas migram para o interior ou outros estados. Uma infinidade de negócios tem amargado falência por causa de grandes prejuízos e por fatores opressivos como impostos altos, falta de incentivos, pressão dos sindicatos, entre mais razões. Por outro lado, o desinteresse dos jovens tem sido geral, em múltiplos segmentos, o que nos leva a sentir uma certa preocupação de qual será a situação daqui a algumas décadas.


Ao nosso olhar, boa parte dessa nova geração tem sido influenciada por programas de TV ou por colegas nas redes sociais para buscar soluções fora do País. Eles ficam pesquisando necessidades profissionais em outras nações como, por exemplo, TI ou gastronomia, em mercados mais aquecidos como Canadá, Austrália, Irlanda ou Nova Zelândia, crendo que o cenário será absolutamente favorável, fato que nem sempre se verifica a seguir.


O público mais numeroso de nossa escola profissionalizante em plásticos nunca foi especificamente de adolescentes sem experiência, ao contrário dos cursos técnicos matutinos e vespertinos de 2º grau do Senai. Mas eles estão dentro de nossas salas de aula em bom número. Em compensação há uma procura maior de pessoas de outros setores, desempregados e até empreendedores em busca de oportunidade no segmento de polímeros, que tem resistido bem as tormentas econômicas de sucessivos governos. O plástico, gostando ou não, é onipresente, e não há um só dia, que uma pessoa acorde e que não veja ou toque um utensílio ou produto tendo o plástico como matéria-prima.


Na verdade, a imensa maioria dos trabalhadores não sabe que há boas oportunidades e que existem outras profissões nessa área.  A população simplesmente vê plástico como um único produto e não imagina que há uma infinidade de tipos, propriedades diferenciadas e inúmeros processos de transformação. A tecnologia que envolve essa área é impressionante e osinvestimentos em maquinário e processos são tão expressivos que não se pode deixar na mão de um operador qualquer e despreparado.


Para a maioria dos interessados em se qualificar profissionalmente, independentemente de ser jovem ou não, há várias oportunidades de atuação na indústria do plástico, que vão desde a operação, passando pela programação, preparação de máquinas, laboratório, planejamento e controle de produção (PCP), qualidade e até a área comercial. Nós estudamos o perfil de cada um e mostramos os caminhos que há para alcançar aquilo que se deseja.


Na maioria dos casos e dependendo do perfil, é preciso começar como operador de máquinas, podendo subir degrau por degrau até chegar à função de encarregado, gerente ou mesmo dono de empresa. Esse foi caso de muitos alunos que já se formaram conosco. Foram operadores de máquinas que se tornaram engenheiros, gerentes e até empreendedores. Para isso, basta ter foco, dar continuidade aos estudos nesta área e ter dedicação e força de vontade. Contudo, para a maioria dos jovens não é tão fácil enxergar isso e aceitar facilmente. Inúmeros deles querem tudo muito fácil, sem grande esforço e ganhar bem, mesmo no início da carreira.

Bolsonaro anuncia redução de 7% do preço da gasolina

  • Redação
  • 01 Jun 2019
  • 07:26h

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou para os seus seguidores do Twitter que a Petrobras vai reduzir o preço dos combustíveis nos próximos dias. Segundo Bolsonaro, a empresa reduzirá “6% no preço do diesel e 7,2% no preço da gasolina”. “Boa noite a todos”, finalizou a mensagem. Vale lembrar que o presidente se reuniu nesta sexta-feira (31) com caminhoneiros em Brasília para ouvir as pautas e sugestões da categoria.

Microempreendedor tem até hoje (31) para entregar declaração do Simples

  • Redação
  • 31 Mai 2019
  • 14:19h

(Foto: Reprodução)

Os microempreendedores individuais (MEI), profissionais autônomos com até um empregado contratado formalmente, têm até esta sexta-feira (31) para entregar a Declaração Anual do Simples Nacional relativa ao exercício do ano passado. Quem perder o prazo pagará multa de R$ 50 ou 2% dos tributos devidos, prevalecendo o maior valor. Mesmo os microempreendedores que encerraram o negócio em 2018 precisam entregar a declaração, feita pela internet na página do Portal do Empreendedor. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também fornece orientações. Na Declaração Anual do Simples Nacional, o microempreendedor precisa enviar à Receita Federal o total do faturamento do ano anterior, discriminando apenas as vendas realizadas com ou sem emissão de documento fiscal. O MEI deve fazer um relatório das receitas obtidas a cada mês, com base em um modelo no Portal do Empreendedor, e conferir se o valor das notas fiscais emitidas foi anotado corretamente no relatório.

AL-BA terá audiência para discutir preço de passagens aéreas hoje (27)

  • Redação
  • 27 Mai 2019
  • 06:17h

(Foto: Reprodução)

A Assembleia Legislativa (AL-BA) realiza nesta segunda-feira (27), a partir das 9h30, uma sessão especial para debater o preço abusivo das passagens aéreas – e de outros serviços do setor. Convocada pelo presidente Nélson Leal (PP), o evento busca sugestões para oferecer ao Congresso Nacional e aos órgãos públicos encarregados de regular o setor aéreo sugestões em defesa do consumidor.  Capaz de normalizar o funcionamento desse segmento de imensa capilaridade e influência na economia baiana e nordestina, pois impacta o setor de turismo que gera emprego e renda em toda a região. Para o deputado Nélson Leal o debate ocorre num momento chave, pois coincide com a proibição dos vôos da Avianca, empresa pivô da crise atual, além de coincidir com a decisão do Senado Federal de vetar a cobrança pelas bagagens despachadas pelas companhias nacionais, “num bem vindo retorno à norma antiga, pois quando se instituiu esta cobrança, as companhias aéreas acenaram com redução dos preços, o que não ocorreu e agora pretendem cobrar também pelas bagagens de mão que excederem os exíguos limites fixados  – e só se saberá quanto na hora do embarque – ”, frisou.  A lacuna aberta pelo cancelamento dos vôos da Avianca foi coberta pelas demais companhias, explicam as autoridades e empresas, mas o presidente da AL-BA considera que só a ganância – sem freio ou qualquer contrapeso – colocaria as passagens no nível atual. Ele assegura que “é mais barato viajar para Europa e Estados Unidos do que ir para Brasília, São Paulo, ou mesmo, a Ilhéus”, frisou. A indignação do presidente do Legislativo é comum ao conjunto dos parlamentares que considera o avanço nessas tarifas muito superior ao impacto da “lei da oferta e procura” como ele frisa. O debate na AL-BA não se fixará apenas na enormidade das tarifas, mas em torno de queixas generalizadas com relação a quase tudo que envolve o transporte aéreo regional: Falta de rotas, desrespeito com os passageiros no cancelamento de voos, cobranças de serviços por tudo, até para marcar assentos, devolução de créditos, ou remarcação de passagens, acrescenta ele.

Bahia: Posto vende litro da gasolina a R$2,09 e fila ‘gigante’ se forma

  • Redação
  • 26 Mai 2019
  • 08:36h

(Foto: Reprodução TV Bahia)

Uma ação que promoveu descontos de mais de 50% em dois postos de gasolina de Salvador causou uma enorme fila de carros, na manhã deste sábado (25), no estabelecimento localizado no Engenho Velho de Brotas. O desconto de 53% no preço da gasolina, que foi vendida a R$ 2,09, faz parte do “Dia D” da “Campanha Feirão do Imposto”, que tem o objetivo de mostrar ao consumidor o peso dos impostos no valor final do combustível. Foram disponibilizados 5 mil litros de gasolina, sendo que cada motorista só poderia abastecer R$ 50, enquanto motociclistas poderiam comprar R$ 20 de gasolina. Cerca de 250 veículos conseguiram combustível no posto do Engenho Velho de Brotas. Para garantir o abastecimento, teve motorista que chegou no estabelecimento na noite de sexta-feira (24). As senhas terminaram antes das 7h deste sábado.

Fábricas de calçados geram 31 mil empregos diretos na Bahia

  • Redação
  • 23 Mai 2019
  • 15:04h

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

A indústria de calçados emprega cerca de 31 mil pessoas em toda a Bahia atualmente. A descentralização do segmento, por meio da oferta de incentivos fiscais, promove o funcionamento de 51 fábricas, que estão espalhadas em 41 municípios. Instalada desde 2016 em Serrinha, a Minas Bahia gera cerca de 250 empregos diretos e supera a marca anual de 727 mil pares de calçados produzidos, abastecendo, além do nordeste brasileiro, as regiões sul e sudeste do país. No último dia 15 de maio, o grupo firmou compromisso com o governo baiano para ampliar a planta fabril. O Estado entrou com a cessão de um galpão e incentivos fiscais e, em contrapartida, a Minas Bahia vai investir R$ 3,8 milhões, gerando 200 novos empregos diretos e saltando a produção para 1,3 milhão de pares ao ano.    Além da Minas Bahia, Serrinha abriga a fábrica Nádia Talita, que, por sua vez, produz tênis esportivos e sapatilhas, ambos sintéticos. A empresa também fornece palmilhas e executa injeção de sola. São três linhas de produção responsáveis por confeccionar seis mil pares por dia, nas quais  trabalham mais de 300 pessoas. De acordo com a diretora de Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Laís Maciel, novas fábricas devem se instalar na Bahia em breve. Ainda segundo a diretora, sete empreendimentos estão previstos para ser implantados nos próximos anos nas regiões de Castro Alves, Serrinha, Ubaíra e outros municípios. O investimento somado chega a R$ 48 milhões. Cerca de dois mil novos empregos diretos serão gerados com isso.

Caixa começa a chamar candidatos aprovados no concurso de 2014

  • Redação
  • 21 Mai 2019
  • 10:13h

Divulgação

Os candidatos aprovados no concurso da Caixa realizado em 2014 começam a ser chamados a partir do dia 3 de junho deste ano. De acordo com o banco, a convocação será feita conforme a necessidade e estratégia da instituição financeira. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as contratações têm por objetivo o fortalecimento da rede de agências, valorizando o atendimento aos clientes. “É importante focar em colocar as pessoas na rede, que é o principal contato da Caixa com os mais de 93 milhões de clientes que temos”. Na segunda-feira (20), o banco colocou em execução o Programa de Desligamento de Empregado.

Período de teste do Cartão do Caminhoneiro começa nesta segunda-feira (20)

  • Redação
  • 20 Mai 2019
  • 10:16h

(Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, confirmaram na última quinta-feira (16) que o Cartão do Caminhoneiro, criado pela Petrobras, entrará em testes a partir do dia 20 de maio. A medida, que havia sido anunciado mais cedo pela estatal, foi um dos assuntos da última quinta-feira durante a transmissão semanal ao vivo do presidente em sua página oficial no Facebook. A live foi realizada diretamente do hotel onde Bolsonaro estava hospedado em Dallas, nos Estados Unidos, onde ele cumpriu agenda de dois dias. Além do ministro Bento Albuquerque, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também participou da transmissão, que durou 30 minutos. A operação com o Cartão do Caminhoneiro começará em caráter de teste em três estados a partir da desta segunda-feira: Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Nos demais estados, a previsão é que o serviço comece a operar no dia 25 de junho. "Cartão esse que possibilitará mais segurança, facilidade e flexibilidade e garantir o preço do combustível, na forma de um cartão pré-pago, por até 30 dias. Se o preço subir, o caminhoneiro vai ter a garantia do preço do diesel e, se o preço cair, ele pode pegar o dinheiro do cartão pré-pago e comprar mais combustível e assim utilizá-lo", explicou Bento Albuquerque. Além dos autônomos, o Cartão do Caminhoneiro Petrobras será disponibilizado para transportadores e embarcadores. A solução funcionará como cartão pré-pago na compra de diesel, em postos com a bandeira Petrobras nos principais corredores rodoviários do país.
 

Funcionamento

Segundo a Petrobras, durante o período de testes, os caminhoneiros poderão realizar um pré-cadastramento pelo site www.cartaodocaminhoneiro.com.br e utilizar o serviço de forma segura. Após o lançamento definitivo, o cadastro poderá ser feito também via aplicativo, call center ou presencialmente, em locais a serem divulgados.

Feito o cadastro, o caminhoneiro poderá transferir valores para seu cartão e fazer a conversão dos valores para litros de óleo diesel, que podem ser utilizados em até 30 dias na rede de postos Petrobras credenciada.

"O Cartão do Caminhoneiro Petrobras também é uma conta digital, permitindo que as transações sejam realizadas sem a presença do cartão físico, por meio do site e do aplicativo. Os valores em reais para conversão em litros de diesel estarão sempre disponíveis no site, no aplicativo e nos postos credenciados. O crédito em litros de diesel também pode ser revertido, a qualquer tempo, para reais, dentro dos 30 dias, descontando-se uma taxa cujo valor será previamente informado aos usuários", informou a estatal, em nota.

Sobre o preço do combustível, Bolsonaro disse tratar-se de uma política da Petrobras, baseado na variação cambial e no preço internacional do barril de petróleo, mas que poderia ser revista, caso se mostre "equivocada". "Lógico que se a gente puder rever isso aí sem prejuízo da empresa, não tem problema nenhum. Às vezes a política pode ter algum equívoco", disse.

O ministro das Minas e Energia defendeu que os preços vão cair se for ampliada a produção de combustível no país.  

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Proposta quer trocar crédito de ICMS por título

  • Redação
  • 20 Mai 2019
  • 07:33h

(Foto: Reprodução)

Circula entre empresários e advogados tributaristas uma proposta para acabar com o acúmulo de créditos de ICMS pelos exportadores e quitar os antigos débitos dos estados -uma conta que já ultrapassa os R$ 60 bilhões. A ideia é que o governo federal assuma as obrigações devidas pelos estados e securitize essa dívida, entregando aos exportadores títulos com vencimento em dez anos.

A proposta foi formulada por Roberto Giannetti da Fonseca, ex-secretário-executivo da Camex (Câmara de Comércio Exterior), a pedido dos exportadores. Diferentes setores seriam beneficiados, como celulose, siderurgia, suco de laranja e automotivo.

Segundo o economista, a troca de créditos de ICMS devido pelos estados em títulos de dívida do governo federal seria benéfica para as empresas, que poderiam repassar os papéis no mercado, melhorando a liquidez de seus balanços.

Em 2018, o crédito de ICMS a recuperar na Fibria, por exemplo, chegou a R$ 1,2 bilhão. O valor estava em R$ 420 milhões na Natura, em R$ 711 milhões na Oxiteno Nordeste e em R$ 2,6 bilhões na JBS.

Para resolver a questão, contudo, não basta apenas solucionar o passivo. Também é importante que deixe de haver o acúmulo desses créditos, gerados quando uma empresa compra insumos no mercado interno e depois exporta.

A lei prevê que as vendas para o exterior sejam isentas de tributos para aumentar a competitividade do produto nacional. Em razão disso, as empresas deveriam receber o ICMS pago na compra do insumo quando exportam.

O problema é que, muitas vezes, o tributo é pago onde o insumo é comprado e o crédito deve ser ressarcido pelo estado por onde o item é exportado.

Para acabar como acúmulo de crédito, Giannetti da Fonseca sugere que o ICMS seja inserido no chamado drawback integrado. O ICMS é o único imposto relevante que não faz parte desse sistema.

O drawback integrado suspende a cobrança de IPI, PIS e Cofins sobre os insumos comprados pelas empresas quando o produto final é destinado ao mercado externo. Se o imposto não é pago, também não é gerado o crédito.

"A proposta é um importante estímulo para a exportação", diz José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil).

Segundo apurou a reportagem, o projeto foi apresentado a Paulo Guedes (Economia) e ao governador João Doria (PSDB-SP), mas está sob análise para verificar a viabilidade.

Para incluir o ICMS no drawback integrado, é preciso aprovar, por unanimidade, uma resolução do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), composto pelos secretários de Fazenda estaduais. Conseguir esse aval pode ser bastante complicado, porque os estados que recolhem o ICMS tendem a resistir.

Também não será fácil convencer o governo federal a securitizar a dívida dos estados, dada a situação fiscal ruim.

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Criação de carneiro cresce no oeste baiano; região tem 46 mil cabeças de espécie

  • Redação
  • 19 Mai 2019
  • 08:30h

(Foto: Divulgação)

O consumo de carne de carneiro, ovelha e cordeiro tem crescido no oeste baiano. A região registra um rebanho de 46 mil cabeças, sendo que 22 mil são de Luís Eduardo Magalhães e São Desidério. Segundo o Bahia Rural, o consumo desse tipo de carne tem a ver também com a formação de muitos moradores da região, que tem origem no sul do país. Produtores ouvidos pela reportagem disseram que a ampliação do rebanho poderia ocorrer caso resolvessem problemas com energia elétrica e selo de autorização para venda em outros municípios e estados. Em resposta, a Coelba informou que está à disposição dos criadores para solucionar as questões. Em uma fazenda da região, os animais são desmamados quando completam 19 quilos. Depois, vão para fase de confinamento, que dura 45 dias. Ao final desse período, o animal chega a pesar 40 quilos, condição que já pode ter a carne vendida.