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Petrobras anuncia alta de 0,35% para o diesel; preço da gasolina fica estável

  • 19 Abr 2018
  • 18:00h

A Petrobras anunciou que, com o reajuste que entrará em vigor na sexta-feira, 20, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias será mantido na média atual de R$ 1,7199. Já o valor médio nacional do litro do diesel A subiu para R$ 1,9822, 0,35% maior que o de R$ 1,9752. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

  • 16 Abr 2018
  • 16:00h

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado. As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI. Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário. “O objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destacou, em nota. A última redução de juros feita pela Caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.

Prazo para saque do abono salarial ano-base 2016 termina em 29 de junho

  • 16 Abr 2018
  • 14:00h

Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2016 têm até o dia 29 de junho deste ano para sacar o beneficio. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mais de 21,7 milhões de trabalhadores já realizaram os saques, que totalizaram R$ 16,1 bilhões. Ainda há mais de R$ 2 bilhões disponíveis para serem pagos a 2,7 milhões de pessoas. O Abono Salarial ano-base PIS/Pasep exercício 2017/2018 começou a ser pago em 27 de julho de 2017 e já foi acessado por 88,9% do total de trabalhadores com direito ao saque. O valor do beneficio é proporcional à quantidade de meses trabalhados em 2016 e varia de R$ 80 a R$ 954. Os recursos que não forem retirados até o prazo final vão voltar para Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e serão usados para o pagamento do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial do próximo ano. Para ter direito ao abono salarial ano-base 2016, é preciso ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país. Trabalhadores da iniciativa privada fazem o saque pela Caixa, enquanto os servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil. A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.

Dólar volta a ultrapassar R$ 3,42 e fecha no maior valor em 16 meses

  • 15 Abr 2018
  • 18:00h

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior valor em 16 meses. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (13) vendido a R$ 3,426, com alta de R$ 0,018 (+0,53%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016 (R$ 3,429). Esse foi o segundo dia seguido de alta do dólar, que começou a sexta-feira com pequena queda, mas inverteu a tendência no início da tarde e passou a subir. A divisa encerrou a semana com valorização de 1,72%. No mercado de ações, o dia foi de queda. O Índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 1,3%, fechando aos 84.334 pontos. O indicador interrompeu uma sequência de três dias de alta. Em meio à instabilidade do cenário político brasileiro, o mercado financeiro está influenciado por turbulências externas. Além das desavenças comerciais entre Estados Unidos e China, o agravamento do conflito na Síria, com a possibilidade de uma intervenção militar conjunta de potências ocidentais, aumentou a volatilidade nas negociações.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano

  • 13 Abr 2018
  • 13:00h

Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano, o que representa alta de 5% em relação ao atual (R$ 954). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (12) pelos ministros do Planejamento, Esteves Colnago, e da Fazenda, Eduardo Guardia. Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores. Em 2017, o PIB cresceu 1%. Para a estimativa de inflação, o governo considerou a previsão de 4% para o índice de inflação que consta do Boletim Focus, pesquisa com mais de 100 instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central. A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta.

Mesmo com redução de 3,4%, safra de grãos é segundo recorde no país

  • 10 Abr 2018
  • 18:00h

Foto: Agência Brasil

A colheita de grãos da safra 2017/2018 deverá ser a segunda maior do país, com uma produção de 229,5 milhões de toneladas. Os números estão no 7º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado hoje (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o órgão, apesar da queda de 3,4% em comparação à safra passada, que chegou a 237,7 milhões de toneladas, o número é ainda bastante elevado se considerada a média de produção no Brasil em condições atmosféricas normais. Segundo o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Aroldo Antônio de Oliveira Neto, a produção do milho é responsável pela redução total da safra. “Estamos em um processo de plantio do milho segunda safra, em uma janela mais curta, porque houve atraso de plantio da primeira safra. Isso faz com que o produtor reduza o pacote tecnológico para reduzir o risco [de perdas financeiras]”, disse, explicando o motivo pelo qual a produtividade do milho segunda safra é sempre menor. Também houve aumento da área plantada de soja, sendo estimado em 3,5% em relação ao ano passado, atingindo 35,1 milhões de hectares. A consequência é a redução da área plantada de milho, na primeira safra, 7,7% menor que a safra anterior (a menor área semeada desde 1976/77), e na segunda safra, redução de 5,6%. Como o milho tem maior produtividade que a soja, isso também leva a uma redução total da produção de grãos. A soja deve alcançar 114,9 milhões de toneladas, sendo 0,8% superior à safra passada. Com a proximidade do fim da colheita do milho primeira safra, a produção se confirma na casa dos 25,6 milhões de toneladas, 16% inferior à safra passada, segundo a Conab. Já o milho segunda safra, com a redução de 562,6 mil hectares em relação à safra passada, resulta em estimativa de produção de 63,02 milhões de toneladas, retração de 6,5% em relação à safra anterior. Por Agência Brasil.

Petrobras reduz o preço do gás de cozinha às distribuidoras

  • 05 Abr 2018
  • 08:00h

O preço do gás de cozinha, o GLP, foi reduzido pela Petrobras às distribuidoras. O botijão de 13 quilos (kg) foi reajustado para baixo em R$ 1,03, passando de R$ 23,16 para R$ 22,13. A redução passa a valer a partir desta quinta-feira (5), mas não leva em consideração os tributos e a margem de lucro na comercialização do produto. Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas filiadas à entidade foram comunicadas nesta quarta-feira (4) sobre os novos valores para os botijões de até 13 kg. “A redução oscilará entre 5,1% e 3,7%, de acordo com o polo de suprimento. Pelos cálculos do Sindigás, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 kg aproximadamente 2,2% acima do preço paridade internacional”, informa o sindicato. A Petrobras explicou, em sua página na internet, que o preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora impostos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização, como distribuidores e revendedores”. Por Agência Brasil.

Prévia da inflação oficial fica em 0,10% em março, aponta IBGE

  • 23 Mar 2018
  • 18:00h

O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial, caiu de 0,38% em fevereiropara 0,10% em março, conforme divulgado nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, esta foi a menor taxa do indicador para um mês de março desde 2000, quando ficou em 0,09%. A queda em relação ao mês anterior foi puxada pela tarifas de telefone fixo, que sofreram redução de 0,94% em função da redução nas tarifas das ligações locais e interurbanas de fixo para móvel em vigor desde 25 de fevereiro. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, dois sofreram deflação em março: alimentação e bebidas, que caiu 0,07%, e Comunicação, com queda de 0,19% puxada sobretudo pelas tarifas de telefone fixo. A maior alta de preços foi observada no grupo de Saúde e cuidados pessoais, que avançou 0,54%. A pressão neste grupo, segundo o IBGE, partiu do reajuste em planos de saúde (1,06%). O grupo dos alimentos, que responde por cerca de 1/4 das despesas das famílias, registrou queda de -0,07%, puxada pela redução de 0,29% da alimentação no domicílio. Segundo o IBGE, vários produtos alimentícios tiveram deflação na passagem de fevereiro para março. Os maiores destaques foram as carnes, com redução de 0,66%, e do tomate, que caiu 5%.

Boletos acima de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco

  • 16 Mar 2018
  • 15:00h

Boletos de cobrança com valor a partir de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco a partir do dia 24 de março, sem erros nos cálculos de multas e encargos.O novo sistema de liquidação para os boletos bancários foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com a rede bancária. O novo sistema permite a identificação do emissor e do pagador, com a indicação do CNPJ/CPF, o que facilita o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário. O sistema ainda reduz a inconsistência de dados e evita pagamento em duplicidade. A informação é do site Gazeta do Povo.

Petrobras eleva preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de hoje (12)

  • 12 Mar 2018
  • 18:00h

A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,6% e os da gasolina em 1,7% nas refinarias a partir de terça-feira, de acordo com comunicado no site da estatal. Com os reajustes, a cotação do diesel, combustível mais consumido no país, irá a 1,7583 real por litro, enquanto a da gasolina subirá para 1,5608 real por litro.

Ituaçu: Greve dos funcionários da Itaguarana já dura 28 dias

  • Brumado Urgente
  • 10 Out 2017
  • 10:00h

Foto: Brumado Urgente

Há 28 dias os trabalhadores da fábrica de cimento da Itaguarana, do grupo Nassau em Ituaçu, estão em greve, o motivo é o atraso salarial de mais de dois meses, bem como o não pagamento das férias anuais e o impasse das negociações do ACT/2017. De acordo com a Sindmine, a diretoria do órgão já vinha tentando, sem sucesso, um acordo com a empresa para regularizar a questão salarial, e também para efetuarem pagamentos de direitos trabalhistas de funcionários já demitidos, mas ambos não obtiveram retorno. Foi a partir dai, após incessantes procuras por acordo, que a categoria foi orientada a paralisar suas atividades, que já perduram por quase um mês e onde ainda não houve negociação e as atividades da fábrica totalmente paralisadas. Em recife, uma manifestação foi realizada no dia 09, também contra essa empresa e pelos menos motivos, os pagamentos em atraso e não cumprimento das leis trabalhistas.

Conta de luz de outubro terá bandeira vermelha, com cobrança extra mais alta

  • 30 Set 2017
  • 14:10h

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou hoje (29) que a bandeira tarifária das contas de luz em outubro será a vermelha patamar 2. A tarifa é a mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. Em setembro, a bandeira tarifária das contas de luz foi a amarela, com taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos. Segundo o diretor-presidente da Aneel, Romeu Rufino, a decisão foi tomada devido à baixa vazão das hidrelétricas, porque as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. “Em função do regime hidrológico muito crítico, este setembro foi o pior mês de setembro, do ponto de vista da vazão, da série histórica do setor elétrico”.  Apesar do alerta, Rufino disse que não há risco para o abastecimento de eletricidade. Desde que a bandeira vermelha passou a ter dois patamares, 1 e 2, em janeiro de 2016, esta é a primeira vez que o nível mais alto é acionado. 

A tarifa extra mais alta se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas. Na semana passada, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), ligado ao Ministério de Minas e Energia, havia decidido não acionar as usinas termelétricas mais caras, o chamado “despacho fora da ordem de mérito” mas aprovou, se necessário, o aumento da importação de energia elétrica da Argentina e do Uruguai “na medida em que for possível”. Na reunião, o CMSE também decidiu retomar a operação de três usinas termelétricas que estão paradas. Segundo o comitê, as usinas de Araucária, Cuiabá e Termonorte II “são capazes de produzir energia a preços mais competitivos se comparados com os de outras usinas térmicas.”

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Preço da gasolina sobe pela 6ª semana seguida e atinge maior valor no ano, diz ANP

  • 23 Set 2017
  • 15:05h

(Foto: Reprodução)

Preço médio da gasolina subiu pela 6ª semana consecutiva e atingiu R$ 3,879 por litro, o maior valor registrado no ano. Os dados são de levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP) divulgado nesta sexta-feira (22) e consideram a média de preços praticados nesta semana em 3.166 postos de combustível no país. Na semana, a gasolina subiu 0,18%, de R$ 3,872 para R$ 3,879. O aumento ocorreu apesar de a Petrobras ter reduzido em 0,51% o preço praticado nas refinarias na semana. A definição de preços pela estatal é diária, mas cabe a cada posto de combustível definir se repassa ou não eventuais aumentos ou reduções de custos para o consumidor.

PF deflagra operação na Bahia contra desvios na Caixa

  • 20 Set 2017
  • 11:03h

Foto: Ilustração

Deflagrada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal (PF), a Operação Inimigo Oculto tem o objetivo de desarticular um grupo de criminosos que causou quase R$ 1 milhão de prejuízos aos cofres da Caixa Econômica Federal. Conforme a PF, estão sendo cumpridos três mandados de prisão temporária e 30 de condução coercitiva, além de buscas em três endereços residenciais. As ordens judiciais estão sendo cumpridas principalmente em Brasília e Entorno, mas também ocorrem ações no Pará e na Bahia. Segundo o Estadão, a Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço da Caixa e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria destinados a familiares e amigos. Para viabilizar estes empréstimos, os investigados utilizavam senhas pertencentes a empregados da CEF, e assim realizavam a inserção indevida de dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a Caixa, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal, a partir de agora, vai apurar se houve a participação de empregados da CEF nos crimes.   

 

 

INSS pagou R$ 1,1 bilhão em aposentadorias e pensões para beneficiários mortos

  • 19 Set 2017
  • 16:04h

(Foto: Reprodução)

O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) registrou pagamento de R$ 1,1 bilhão em aposentadorias e pensões para beneficiários mortos em 2016. A informação consta de um relatório elaborado por técnicos do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, segundo o qual o rombo estimado em R$ 149,73 bilhões no ano passado pode ser ainda maior. Há casos em que benefícios foram pagos em nome de pessoas mortas em 2015. De acordo com o Uol, o relatório do Ministério da Transparência diz que a origem do rombo pode ser dividida em duas partes. A primeira seria o pagamento indevido a beneficiários mortos, motivado pela demora em o INSS suspender o benefício para os falecidos. Esse atraso pode ser justificado pela falta de infraestrutura adequada para o processamento das informações até a diminuição do quadro de pessoal do órgão. Nesse aspecto, foram pagos entre janeiro e agosto do ano passado benefícios a 101.414 pessoas que constavam como mortas. A segunda parte que explica o prejuízo se refere à dificuldade do INSS em reaver os valores depois que eles são depositados. Dos R$ 1,134 bilhão pagos a mortos constatados em 2016, apenas R$ 119,1 milhões foram recuperados.

O relatório diz que os bancos alegam em muitos casos que não podem simplesmente devolver os recursos por causa do sigilo bancário. Outro fator é a fragilidade dos controles internos no processo de cobrança administrativa, evidenciada pela incapacidade da entidade para fornecer respostas aos auditores. Segundo o documento, o INSS não conseguiu nem mesmo informar ao Ministério da Transparência a quantidade de processos que o órgão já moveu para reaver recursos pagos indevidamente a benefícios mortos. "Há progressiva perda da capacidade de governança do INSS, que não dispõe de informações e meios para aprimorar a prevenção às fraudes na concessão e manutenção de benefícios", diz o texto. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) disse por meio de nota que os bancos associados pagadores de benefícios a aposentados têm apoiado o INSS na busca por soluções que evitem o pagamento de benefícios daquele instituto a pessoas já falecidas. O INSS não se manifestou sobre o assunto.  

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